COVEÑAS - SUCRE    2012
Manual de Convivencia Escolar---------------------------------------------------------------------------------------------...
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Manual de convivencia Escolar IE Ismael Contreras Meneses en proceso de socialización antes de su aprobación por parte del Consejo Directivo

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  1. 1. COVEÑAS - SUCRE 2012
  2. 2. Manual de Convivencia Escolar------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- TABLA DE CONTENIDO Pág.PRESENTACIÓN .............................................................................................................................................................. 4TITULO I. MARCO CONCEPTUAL, FUNDAMENTOS LEGALES, FILOSOFÍA, OBJETIVOS YSÍMBOLOS DE LA INSTITUCIÓN................................................................................................................................ 5 CAPITULO I. MARCO CONCEPTUAL Y FUNDAMENTOS LEGALES. ................................................................. 5 CAPITULO II. MARCO INSTITUCIONAL DEL MANUAL DE CONVIVENCIA ................................................... 14 CAPITULO III. PRINCIPIOS Y VALORES INSTITUCIONALES. ........................................................................... 17 CAPITULO IV. SÍNTESIS DE LA RESEÑA HISTÓRICA DE LA INSTITUCIÓN. .................................................. 18 CAPITULO V. SÍMBOLOS DE LA INSTITUCIÓN ................................................................................................... 19TITULO II. DISPOSICIONES GENERALES, ADMISIÓN Y MATRICULA. ....................................................... 20 CAPITULO I. DISPOSICIONES GENERALES .......................................................................................................... 20 CAPITULO II. ADMISIÓN .......................................................................................................................................... 24 CAPITULO III. MATRÍCULA Y PERMANENCIA .................................................................................................... 24TITULO III. DERECHOS Y DEBERES ...................................................................................................................... 25 CAPITULO I. DERECHOS ........................................................................................................................................ 25 CAPITULO II. DEBERES .......................................................................................................................................... 28TITULO IV. RÉGIMEN DISCIPLINARIO ................................................................................................................ 32 CAPITULO I. PROHIBICIONES ................................................................................................................................. 32 CAPITULO II. COMPORTAMIENTO Y DISCIPLINA. ............................................................................................. 34 CAPITULO III. CORRECTIVOS, OPORTUNIDADES Y SANCIONES ................................................................... 37 CAPITULO IV. PROCESO DISCIPLINARIO ............................................................................................................. 38 CAPITULO V. CONDUCTO REGULAR .................................................................................................................... 40TITULO V. ESTÍMULOS.............................................................................................................................................. 40TITULO VI. REPRESENTACIÓN ESTUDIANTIL .................................................................................................. 41 CAPITULO I. LIDERES DE CURSO ........................................................................................................................... 41 CAPITULO II. CENTROS DE INTERÉS O PROYECTOS DINAMIZADORES. ...................................................... 43TITULO VII. ORGANOS DEL GOBIERNO ESCOLAR ......................................................................................... 43 CAPITULO I. CONSEJOS QUE PARTICIPAN EN EL GOBIERNO ESCOLAR ...................................................... 43 CAPITULO II. RECTOR .............................................................................................................................................. 44 CAPITULO III. CONSEJO DIRECTIVO ..................................................................................................................... 44 CAPITULO IV. CONSEJO ACADÉMICO .................................................................................................................. 46TITULO VIII. INSTANCIAS DE ORGANIZACIÓN Y PARTICIPACION .......................................................... 47 CAPITULO I. COMITÉ DE CALIDAD ....................................................................................................................... 47 CAPITULO II. PERSONERO ESTUDIANTIL ............................................................................................................ 47 CAPITULO III. CONSEJO ESTUDIANTIL ................................................................................................................ 48 CAPITULO IV. CONSEJO DE PADRES DE FAMILIA............................................................................................. 49 CAPITULO V. ASOCIACIÓN DE PADRES DE FAMILIA........................................................................................ 50 CAPITULO VI. COMITÉ DE CONVIVENCIA Y RESOLUCIÓN DE CONFLICTOS .............................................. 51 CAPITULO VII. CONSEJO DE PROFESORES .......................................................................................................... 52 CAPITULO VIII. COMITÉ ELECTORAL .................................................................................................................. 53 CAPITULO IX. COORDINADOR ACADÉMICO ...................................................................................................... 53 CAPITULO X. COORDINADOR DE DISCIPLINA ................................................................................................... 54 CAPITULO XI. COORDINADORES DE ÁREA O JEFES DE DEPARTAMENTOS ................................................ 54-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 2
  3. 3. Manual de Convivencia Escolar------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- CAPITULO XII. DOCENTES ...................................................................................................................................... 55 CAPITULO XIII. PSICORIENTADOR U ORIENTADOR ESCOLAR O CONSEJERO ........................................... 56 CAPITULO XIV. SECRETARIA GENERAL .............................................................................................................. 56 CAPITULO XV. PAGADOR ........................................................................................................................................ 56 CAPITULO XVI. BIBLIOTECARIO ........................................................................................................................... 57 CAPITULO XVII. AUXILIAR DE SERVICIOS GENERALES.................................................................................. 57 CAPITULO XVII. CELADOR ..................................................................................................................................... 58 CAPITULO XVIII. ADMINISTRADOR SIMAT ........................................................................................................ 58TITULO IX. DISPOSICIONES FINALES .................................................................................................................. 59 CAPITULO I. SOCIALIZACIÓN DEL MANUAL ...................................................................................................... 59 CAPITULO II. REFORMAS AL MANUAL DE CONVIVENCIA .............................................................................. 59 CAPITULO III. VIGENCIA DEL PRESENTE ACUERDO ........................................................................................ 59-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 3
  4. 4. Manual de Convivencia Escolar------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- PRESENTACIÓNLas normas son necesarias en todas las esferas de la sociedad, pues éstas regulan el comportamiento delas personas y hacen posible una convivencia sana dentro del marco que exige el respeto por sí mismo y porlos demás. De igual forma, todas las instituciones sociales requieren de ese conjunto de reglas que en elcaso de la educación se recogen en el “Manual de Convivencia Escolar”.La Institución Educativa Ismael Contreras Meneses, este manual como el producto de la reflexión yconcertación en torno al comportamiento de los diferentes estamentos de la comunidad educativa, con el finde dar pautas, procedimientos, reglas dentro de la legislación actual, que hagan posible un ambiente óptimopara la formación del educando acorde a las exigencias que demanda el Estado la sociedad y adoptado porel Consejo Directivo según acuerdo No. 001 de 1994 y reformulado según Acuerdo ______ del___________ de 2012.Este Manual brindará las orientaciones necesarias para que con nuestro esfuerzo y dedicación, seamoscada día mejores. Con él se nos facilitará una auténtica vida en comunidad, favoreciendo nuestra utilizaciónen un ambiente de orden y libertad, concertando pautas que nos sirvan para formarnos integralmente,orientarnos, corregirnos o estimular nuestros comportamientos positivos y esencialmente reconocer laimportancia del rol de cada persona de la institución.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 4
  5. 5. Manual de Convivencia Escolar------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- REPÚBLICA DE COLOMBIA MINISTERIO DE EDUCACIÓN NACIONAL INSTITUCIÓN EDUCATIVA “ISMAEL CONTRERAS MENESES” ACUERDO Nº __________ de ___________ de 2012 Por la cual se establece el presente MANUAL DE CONVIVENCIA ESCOLAREl Consejo Directivo de la Institución Educativa “ISMAEL CONTRERAS MENESES”, atendiendo a losrequerimientos de la Constitución Política de 1991, de la Ley 115 General de Educación de 1994, Ley 1098de la infancia y la adolescencia de 2006, de los lineamientos del Ministerio de Educación Nacional, elDecreto 1290 de 2009 y de los principios iscomeistas, acuerda el siguiente Manual de Convivencia Escolar,según Acta No ______ del _____ de _______ de 2012, la Resolución Rectoral No. ______ del _______ de______ de 2012, y CONSIDERANDO1. Que es indispensable establecer normas claras de comportamiento para que los diferentes estamentos de la Institución tengan una guía en la valoración de las interrelaciones de los escolares.2. Que es necesario reconocer los derechos y deberes que le corresponden a todos los integrantes de la Comunidad Educativa, para velar por el cumplimiento de estos.3. Que es urgente dar aplicación a los mandatos educativos establecidos por la Constitución Política de Colombia, la ley 1098 de 2006, la Ley General de Educación, el Decreto 1860/94, la Ley 715 de 2001 y sus decretos reglamentarios y las sentencias de la Corte Constitucional.4. Que es justo estimular a quienes en sus relaciones practiquen los valores y las conductas deseables en nuestra sociedad y planear todo tipo de actividades que busquen la educación integral y el buen funcionamiento de la Institución.5. Que para buscar el cumplimiento de los fines y objetivos educativos, fundamentos filosóficos, pedagógicos, perfil del estudiante y mandatos legales, se deben diseñar un manual de convivencia que permita la participación de los estudiantes, la educación ético-moral y el gobierno escolar democrático.6. Que es necesario establecer un conjunto de normas, ordenes y reglas que fijan los comportamientos a observar en la Institución, para que con base en su cumplimiento se consiga el orden, disciplina, organización y un mejor rendimiento del educando.7. Que es necesario dotar a la Coordinación Académica, Coordinación de Disciplina, Profesores, Directores de grupo, Psicorientadores, comité de convivencia y resolución de conflictos, consejo de estudiantes, padres de familia, y a los demás miembros de la Comunidad educativa de la Institución de un instrumento legal para que puedan cumplir con mayor eficiencia sus funciones.8. Que es necesario evaluar y ajustar el manual de convivencia escolar del año lectivo 2001 emanado del Consejo Directivo del plantel. RESUELVEEstablecer el presente Manual de Convivencia Escolar, que se evaluará anualmente, para posibles ajustes yque consta de los siguientes Títulos: TITULO I. MARCO CONCEPTUAL, FUNDAMENTOS LEGALES, FILOSOFÍA, OBJETIVOS Y SÍMBOLOS DE LA INSTITUCIÓNCAPITULO I. MARCO CONCEPTUAL Y FUNDAMENTOS LEGALES.ARTICULO 1º CONCEPTOS DE MANUAL DE CONVIVENCIA ESCOLAR: Es el instrumento elaboradoconcertadamente por todos los miembros de la comunidad educativa en donde se establece y explica elorden jerárquico, las líneas de autoridad, los canales de comunicación, los parámetros, orientaciones y seconsignan derechos y estímulos, deberes y correctivos, procesos. Procedimientos e instancias para los-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 5
  6. 6. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------estudiantes, docentes, padres de familia de conformidad con la Constitución Política de Colombia, la LeyGeneral de Educación, el Código del Menor y demás normas vigentes, con el fin de facilitar el procesoeducativo, la sana convivencia y la formación integral de la persona, y compromiso de los diferentesestamentos de la Institución.ARTICULO 2º DEFINICIÓN DE TÉRMINOS RELACIONADOS CON EL TEMA:2.1. ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS. Conjuntos de procedimientos que contribuyen a mejorar los comportamientos del estudiante, del padre de familia, directivos, administrativos y de los docentes, después de infringir las normas establecidas.2.2. ACUDIENTE O TUTORES. Personas aceptadas por la Institución como responsables de un educando por encargo directo y por escrito del padre de familia o de quien haga sus veces (según la Ley) desde el momento del acto de matricula hasta la finalización del año lectivo.2.3. CONDUCTA. Actos repetitivos que caracterizan la personalidad y la moral de un ser humano.2.4. CONDUCTO REGULAR. Los medios adecuados con que cuentan los miembros de la comunidad educativa para buscar la solución rápida y justa a determinados problemas e inquietudes.2.5. COMPORTAMIENTO. Es lo que usualmente un personal hace o deja de hacer cada vez que enfrenta una determinada situación.2.6. CORRECTIVOS U OPORTUNIDADES PEDAGÓGICAS. Conjunto de procedimientos que orientan y motivan el mejoramiento del comportamiento de los estudiantes, padres de familia, administrativos y docentes que hayan infringido de manera evidente normas establecidas.2.7. DEBER. Se define en sentido general como la necesidad de hacer y desarrollar actividades de beneficio común, bien sea iniciativa individual o colectiva.2.8. DERECHOS. Conjunto de normas y preceptos que regulan las relaciones entre los miembros de la comunidad iscomeista.2.9. DISCIPLINA. Consiste en la observación y cumplimiento de las normas que rigen las interrelaciones o interacciones entre los diferentes elementos de la vida escolar y garantizar el bienestar, el trabajo y el orden dentro del plantel.2.10. DOCENTE O EDUCADOR. Es la persona idónea amparada por el Escalafón Nacional Docente para desempeñar funciones de orientador, Dirección, Coordinación, Coordinadores de áreas, Director de grupo dentro del proceso de formación integral del estudiante.2.11. ESTÍMULOS O MERITOS. Serie de mecanismos o motivaciones contempladas en el Manual de Convivencia que inducen a cada miembro de la comunidad educativa hacia su realización personal.2.12. FALTA. Comportamiento que infringe las normas ya establecidas y que amerita un correctivo y/o sanción.2.13. MATRICULA CONDICIONAL. Es el resultado de una sanción que se impone al estudiante como consecuencia de haber cometido una falta grave contra los reglamentos de la Institución, y que consiste en mantener el convenio de matricula sujeto a determinado condicionamiento comportamental.2.14. NORMAS. Las normas son parámetros u orientaciones que facilitan el desarrollo de las actividades.2.15. PADRES DE FAMILIA. Son de la comunidad educativa, el estamento responsable de velar por la formación de sus hijos en los diferentes etapas de su desarrollo y niveles de la educación.2.16. SANCIÓN. Acción que se aplica después de un comportamiento negativo con el propósito de que este no se repita y genere un cambio actitudinal.ARTICULO 3º FUNDAMENTOS LEGALES. El Manual de Convivencia Escolar será interpretado según elProyecto Educativo Institucional, La Constitución Política de Colombia, Ley 1098 de la infancia y laadolescencia, la Ley 115 General de Educación y las disposiciones reglamentarias vigentes, así como por lajurisprudencia de los diferentes tribunales que administran justicia. En especial se inspira en:- Constitución Política de Colombia: Título II, de los derechos, las garantías y los deberes.- Jurisprudencias de la Corte Constitucional (T492 DE 1992, T519 del 992, T429 de 1992, entre otras).- Ley 115 de 1994 o Ley General de Educación, Títulos I, II, III, IV, V, VII, X- Ley 375 de 1997 o Ley de la Juventud.- Ley 1098 de 2006 o Código de Infancia y Adolescencia.- Ley 1404 de 2010 o programa de Escuelas de padres y madres.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 6
  7. 7. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Ley 1029 de 2006, Ley 1013 de 2006 y Ley 1503 de 2011, por las cuales se reglamenta la enseñanzaobligatoria.- Decreto 1860 de 1994, reglamentario de la Ley 115 en los aspectos pedagógicos y organizativos.- Decreto 1743 de 1994, reglamentario de la Ley 115 en los aspectos de educación ambiental.- Decreto 2247 de 1887 reglamentario de la Ley 115 en los aspectos de educación preescolar.- Decreto 804 DE 1995, reglamentario de la Ley 115 en los aspectos de educación para grupos étnicos.- Decreto 1290 de 2009, sobre evaluación del aprendizaje y promoción de los estudiantes de los niveles deeducación básica y media.- Decreto 1286 de 2005, normas sobre la participación de los padres de familia en los procesos educativosde las instituciones oficiales y privadas.La reglamentación propuesta en este MANUAL DE CONVIVENCIA ESCOLAR, tiene obligatoriedad decumplimiento, una vez los padres de familia han decidido matricular su hijo en la Institución, pues se estánacogiendo al artículo 68 de la Constitución Política de Colombia.3.1. CONCEPTOS JURISPRUDENCIALES ORIENTADORES.Con la aparición de la figura de la tutela, como instrumento de protección de los derechos fundamentales, apartir de la promulgación de la Constitución Política de Colombia en 1991, la Corte Constitucional, dentro dela función de revisión de los fallos proferidos por instancias judiciales competentes, ha emitido múltiplespronunciamientos en torno a la aplicación de los derechos fundamentales en la prestación del servicioeducativo, por parte de las instituciones oficiales y privadas.Dada la trascendencia de estos pronunciamientos, ha considerado fundamental incorporar como parte delManual de Convivencia, apartes de algunas sentencias producidas, como criterios de observancia, queorienten la debida comprensión y aplicación de los conceptos, procedimientos e instrumentos indicados en elManual, por parte de los integrantes de la comunidad educativa.3.1.1. Derecho – deber de la educación.(Sentencia 002 de 1992) “Ahora bien, una característica de algunos de los derechos constitucionalesfundamentales es la existencia de deberes correlativos. En el artículo 95 de la Constitución Política seencuentran los deberes y obligaciones de toda persona. La persona humana además de derechos tienendeberes; ello es como las dos caras de una moneda, pues es impensable la existencia de un derecho sindeber frente a sí mismo y frente a los demás.”(Sentencia T-341 de 1993) “Considera la Corte que quien se matricula en un centro educativo con el objetode ejercer el derecho constitucional fundamental que lo ampara, contrae por ese mismo hecho obligacionesque debe cumplir, de tal manera que no puede invocar el mentado derecho para excusar las infracciones enque incurra. Por ello, si reclama protección mediante la acción de tutela, alegando que el plantel desconocelas garantías constitucionales al aplicarle una sanción, es imperioso que el juez verifique tanto los actosejecutados por las autoridades del centro educativo como la conducta observada por el estudiante, a objetode adoptar una decisión verdaderamente justa en cuya virtud no se permita el quebrantamiento de losderechos constitucionales del educando pero tampoco se favorezca la irresponsabilidad de éste.”(Sentencia T-092 del 03 de marzo de 1994) “El derecho a la educación comporta dos aspectos: es underecho de la persona, como lo establece el artículo 67 de la Constitución Política y un deber que sematerializa en la responsabilidad del educando de cumplir con las obligaciones impuestas por el centroeducativo, obligaciones que se traducen tanto en el campo de la disciplina como en el del rendimientoacadémico. Siendo la educación un derecho constitucional fundamental, el incumplimiento de lascondiciones para el ejercicio del derecho, como sería el no responder el estudiante a sus obligacionesacadémicas y al comportamiento exigido por los reglamentos, puede dar lugar a la sanción establecida en elordenamiento jurídico para el caso y por el tiempo razonable que allí se prevea, pero no podría implicar supérdida total, por ser un derecho inherente a la persona.”-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 7
  8. 8. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------(Sentencia T-316 del 12 de julio de 1994) “La educación sólo es posible cuando se da la convivencia y si laindisciplina afecta gravemente a ésta última, ha de prevalecer el interés general y se puede, respetando eldebido proceso y los otros derechos fundamentales, a más de la participación de la comunidad educativa,llegar hasta a separar a la persona del establecimiento. Además, la permanencia de la persona en el sistemaeducativo está condicionada por su concurso activo en la labor formativa; la falta de rendimiento intelectualtambién puede llegar a tener suficiente entidad como para que la persona sea retirada del establecimientodonde debía aprender y no lo logra por su propia causa.3.1.2. Alcances del manual de convivencia.(Sentencia T-386 de 1994) “Para la Corte es claro entonces, que la ley asignó a los establecimientoseducativos, públicos y privados, un poder de reglamentación dentro del marco de su actividad. Losreglamentos generales de convivencia, como es de la esencia de los actos reglamentarios, obligan a laentidad que los ha expedido y a sus destinatarios, esto es, a quienes se les aplican, porque su fuerzajurídica vinculante deviene en forma inmediata de la propia ley y mediata de la Constitución Política.”(Sentencia T-524 de 1992) “En otros términos, los reglamentos de las instituciones educativas no podráncontener elementos, normas o principios que estén en contravía de la Constitución vigente como tampocofavorecer o permitir prácticas entre educadores y educandos que se aparten de la consideración y el respetodebidos a la privilegiada condición de seres humanos tales como tratamientos que afecten el libre desarrollode la personalidad de los educandos, su dignidad de personas nacidas en un país que hace hoy de ladiversidad y el pluralismo étnico, cultural y social principio de praxis general. Por tanto, en la relacióneducativa que se establece entre los diversos sujetos, no podrá favorecerse la presencia de prácticasdiscriminatorias, los tratos humillantes, las sanciones que no consulten un propósito objetivamente educativosino el mero capricho y la arbitrariedad.”(Sentencia T-015 de 1994) “Si bien es cierto que el Reglamento del plantel educativo es base fundamentalorientadora de la disciplina del Colegio, pues sin él no sería posible mantener un nivel de organización, escierto también que las normas allí contenidas deben ajustarse o mejor interpretarse acorde con lascircunstancias particulares de los menores. No se trata de permitir una total libertad, pues esto no contribuyea la formación, pero sí comprender la situación y en la forma más razonable obrar sin perjudicar el futuro deleducando.”(Sentencia T-1233 de 2003) “Por consiguiente, los reglamentos internos o manuales de convivenciaelaborados por las comunidades de los planteles educativos tienen la obligación de observar lasdisposiciones constitucionales. En efecto, el respeto al núcleo esencial de los derechos fundamentales delos estudiantes no se disminuye como consecuencia de la facultad otorgada a los centros educativos pararegular el comportamiento de sus alumnos. Por el contrario, las reglas que se establezcan deben reflejar elrespeto a la dignidad humana y a la diversidad étnica, cultural y social de la población (artículo 1º), así comolos derechos al libre desarrollo de la personalidad (artículo 16), libertad de conciencia (artículo 18), libertadde expresión (artículo 20), igualdad (artículo 13), debido proceso (artículo 29) y educación (artículo 67)superiores. Además de su consagración constitucional, la titularidad de estos derechos se encuentra encabeza de niños y adolescentes en proceso de formación, lo que implica una protección reforzada. Ello, porsupuesto, no significa que en el contexto de la comunidad educativa quienes tienen a su cargo laelaboración de los reglamentos de dichas instituciones, no puedan establecer límites razonables yproporcionales al ejercicio de los derechos. En la medida que los derechos fundamentales no son absolutos,y en ciertos aspectos se enfrentan a valores, principios y otros derechos fundamentales protegidos tambiénpor la Carta, la Corte ha sostenido que su alcance y efectividad pueden ser objeto de ponderación yarmonización frente a otras disposiciones constitucionales a través de los reglamentos de convivencia.”(Sentencia T-098 de 2011 - DERECHO AL LIBRE DESARROLLO DE LA PERSONALIDAD-Inaplicaciónde las normas del manual de convivencia en lo relacionado con el corte y presentación del cabello).En fallo de primera instancia, Mediante providencia de julio 6 de 2010, el Juzgado Primero Civil Municipal dePopayán concedió el amparo solicitado, al estimar que “los estudiantes tienen derecho al libre desarrollo dela personalidad”, no entendiendo que se prevea como falta disciplinaria “usar el cabello largo”.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 8
  9. 9. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------En fallo de segunda instancia, Mediante providencia de agosto 17 de 2010, el Juzgado Primero Civil delCircuito de Popayán revocó el fallo impugnado, al apreciar que “La Corte Constitucional insiste en que todacomunidad requiere de un mínimo de orden y del imperio de la autoridad para que pueda subsistir en ellauna civilizada convivencia, evitando el caos que podría generarse si cada individuo, sin atender reglas nipreceptos, hiciera su absoluta voluntad”.Consideraciones de la Corte Constitucional: a) De conformidad con lo dispuesto en el artículo 16 superior, elejercicio del derecho fundamental al libre desarrollo de la personalidad se manifiesta, entre otros aspectos,en la facultad de toda persona, sin distingo de edad, de decidir acerca de su apariencia personal. En estesentido, constituye una vulneración cualquier hecho u omisión que, de manera desproporcionada eirrazonable, le impida a una persona asumir autónomamente su imagen y la forma en que desea presentarseante los demás. b) La potestad reguladora de los establecimientos educativos, encauzada en los manualesde convivencia, no es absoluta. En efecto, los deberes exigidos a los estudiantes no pueden menoscabar laConstitución y la ley. c) Sobre este punto, en la precitada sentencia SU-641 de 1998, la Corte consideró que(i) la potestad reguladora de los establecimientos educativos hace parte del desarrollo normativo del derecho a laparticipación, previsto en el artículo 40 de la Constitución; (ii) el manual de convivencia obliga a todos losmiembros de la comunidad educativa y, por tanto, para cada uno de ellos establece funciones, derechos ydeberes; (iii) en el acto de matrícula, el estudiante y sus representantes, así como el establecimiento educativo, seobligan voluntariamente a acatar los términos del manual y, (iv) dado que se trata de un contrato por adhesión, eljuez de tutela puede ordenar que éste se inaplique cuando con la exigencia de cumplimiento de las normascontenidas en el manual, se amenacen o violen los derechos fundamentales de uno de los integrantes de lainstitución educativa.Por regla general, se ha considerado que la norma prevista en los manuales de convivencia de centroseducativos, según la cual los estudiantes deben seguir un patrón estético único o excluyente,particularmente sobre la manera en que deben llevar su cabello, vulnera el derecho fundamental al libredesarrollo de la personalidad. Sin embargo, los establecimientos educativos, con fundamento en su potestadreguladora, pueden imponer restricciones al derecho fundamental arriba anotado, siempre y cuando éstas seajusten a los principios de proporcionalidad y razonabilidad.3.1.3. Disciplina escolar.(Sentencia T-366 de 1992) “La aplicación de la disciplina en el establecimiento educativo no implica de suyola violación de derechos fundamentales. Pero los profesores y directivas están obligados a respetar ladignidad del estudiante La Corte Constitucional insiste en que toda comunidad requiere de un mínimo deorden y del imperio de la autoridad para que pueda subsistir en ella una civilizada convivencia, evitando elcaos que podría generarse si cada individuo, sin atender reglas ni preceptos, hiciera su absoluta voluntad,aun en contravía de los intereses comunes, en un mal entendido concepto del derecho al libre desarrollo dela personalidad.”.(Sentencia 037 de 1995) "La disciplina, que es indispensable en toda organización social para asegurar ellogro de sus fines dentro de un orden mínimo, resulta inherente a la educación, en cuanto hace parteinsustituible de la formación del individuo. Pretender que, por una errónea concepción del derecho al libredesarrollo de la personalidad, las instituciones educativas renuncien a exigir de sus alumnoscomportamientos acordes con un régimen disciplinario al que están obligados desde su ingreso, equivale acontrariar los objetivos propios de la función formativa que cumple la educación".(Sentencia T-569 de 1994) “La educación como derecho fundamental conlleva deberes del estudiante, unode los cuales es someterse y cumplir el reglamento o las normas de comportamiento establecidas por elplantel educativo a que está vinculado. Su inobservancia permite a las autoridades escolares tomar lasdecisiones que correspondan, siempre que se observe y respete el debido proceso del estudiante, paracorregir situaciones que estén por fuera de la Constitución, de la ley y del ordenamiento interno del enteeducativo… El deber de los estudiantes radica, desde el punto de vista disciplinario, en respetar elreglamento y las buenas costumbres, y en el caso particular se destaca la obligación de mantener lasnormas de presentación establecidas por el Colegio, así como los horarios de entrada, de clases, de recreoy de salida, y el debido comportamiento y respeto por sus profesores y compañeros. El hecho de que el-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 9
  10. 10. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------menor haya tenido un aceptable rendimiento académico no lo exime del cumplimiento de sus deberes dealumno.”3.1.4. Concurrencia de padres de familia(Sentencia T-366 de 1997) “El proceso educativo exige no solamente el cabal y constante ejercicio de lafunción docente y formativa por parte del establecimiento, sino la colaboración del propio alumno y elconcurso de sus padres o acudientes. Estos tienen la obligación, prevista en el artículo 67 de la Constitución,de concurrir a la formación moral, intelectual y física del menor y del adolescente, pues "el Estado, lasociedad y la familia son responsables de la educación". No contribuye el padre de familia a la formación dela personalidad ni a la estructuración del carácter de su hijo cuando, so pretexto de una mal entendidaprotección paterna -que en realidad significa cohonestar sus faltas-, obstruye la labor que adelantan loseducadores cuando lo corrigen, menos todavía si ello se refleja en una actitud agresiva e irrespetuosa.”3.1.5. Formación integral del educando(Sentencia T-386 de 1994) “El comportamiento del estudiante en su claustro de estudios, en su hogar y enla sociedad, es algo que obviamente resulta trascendente y vital para los intereses educativos delestablecimiento de enseñanza, porque es necesario mantener una interacción enriquecedora y necesariaentre el medio educativo y el ámbito del mundo exterior, lo cual se infiere de la voluntad Constitucionalcuando se establece a modo de principio que "el estado, la sociedad y la familia son responsables de laeducación". Nadie puede negar que las actividades que el estudiante cumple dentro y fuera de su centro deestudios, influyen definitivamente en el desarrollo de su personalidad, en cuanto contribuyen a su formacióneducativa, a saciar sus necesidades físicas, psíquicas e intelectuales, y a lograr su desarrollo moral,espiritual, social afectivo, ético y cívico, como es la filosofía que inspira la ley general de educación (Ley115/94, art. 5o.). No obstante lo anterior, a juicio de la Corte los reglamentos de las instituciones educativasno pueden entrar a regular aspectos que de alguna manera puedan afectar los derechos constitucionalesfundamentales de los educandos, pues si ello está vedado a la ley con mayor razón a los reglamentos de lanaturaleza indicada. En tal virtud, dichos reglamentos no pueden regular aspectos o conductas delestudiante ajenas al centro educativo que puedan afectar su libertad, su autonomía o su intimidad ocualquier otro derecho, salvo en el evento de que la conducta externa del estudiante tenga algunaproyección o injerencia grave, que directa o indirectamente afecte la institución educativa.”3.1.6. Debido proceso(Sentencia T-1233 de 2003) “En diversas oportunidades, esta Corporación ha señalado que la garantíaconstitucional al debido proceso (artículo 29 Superior) tiene aplicación en los procesos disciplinariosadelantados por los centros educativos de naturaleza pública y privada. En virtud de ello, la imposición deuna sanción disciplinaria debe estar precedida del agotamiento de un procedimiento justo y adecuado, en elcual el implicado haya podido participar, presentar su defensa y controvertir las pruebas presentadas en sucontra.”3.2. Observaciones:  “No es vulnerado el derecho a la educación por reprobación de grado o por exclusión de los estudiantes del plantel educativo por bajo rendimiento académico o por faltas disciplinarias.”  El derecho a la educación no se vulnera por la pérdida del año (Sentencia t-092 del 3 de marzo de 1994).  El derecho a la educación no se vulnera por excluir un estudiante debido a su mal comportamiento (Sentencia T-569 del 7 de diciembre de 1994).  No se vulnera el derecho a la educación si el colegio prescinde de un estudiante por mal rendimiento académico (Sentencia t-316 del 12 de julio de 1994).  Tampoco se vulnera el derecho a la educación si el colegio sanciona a los estudiantes por mal rendimiento académico (Sentencia T-439 del 12 de octubre de 1993).-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 10
  11. 11. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------  Se vulnera cualquier hecho u omisión que, de manera desproporcionada e irrazonable, le impida a una persona asumir autónomamente su imagen y la forma en que desea presentarse ante los demás (Sentencia T-098 del 22 de febrero de 2011). “De estas sentencias de la corte, ya convertidas en doctrina constitucional, se deduce lo siguiente”:  La educación es un derecho fundamental, pero no es absoluto, sino limitado.  La educación es un derecho-deber, por cuanto otorga reconocimientos y derechos y, a la vez, demanda el cumplimiento de deberes y obligaciones, tanto a las instituciones, como a los estudiantes y a los padres de familia.  Una de las obligaciones de los estudiantes consiste en tener un rendimiento académico acorde con las exigencias del colegio.  El colegio puede sancionar a los estudiantes por bajo rendimiento, tanto con la pérdida de año como con la exclusión del establecimiento.  El respeto por la disciplina y el orden en el colegio es parte del derecho de los estudiantes a la educación.  El límite del derecho a la educación y del derecho al libre desarrollo de la personalidad, como todo derecho, es el derecho de los demás.  Los estudiantes que no cumplen con el deber de rendir académicamente están violando el derecho a la educación de los demás.  Lo mismo sucede con la indisciplina que viola el derecho de los demás al orden y la disciplina, necesarios para permitir el buen rendimiento académico.  “Por fortuna para la Educación Colombiana, la Corte Constitucional ha defendido la calidad de la educación y la disciplina. Al sentenciar que los estudiantes tienen derecho a la disciplina y al orden lo que ha hecho es salvaguardar el servicio educativo del desastre al que se han visto enfrentados los programas educativos de varios países, entre otros los Estados Unidos, en donde las instituciones educativas se convirtieron en antros de crimen, hasta el punto de que el Congreso tuvo que aprobar una ley prohibiendo el porte de armas en las escuelas. Se instauró la teoría dejar hacer y dejar pasar con consecuencias fatales, nefastas, no sólo para la disciplina sino para los logros de la excelencia académica. Defender la disciplina no significa caer en uno de dos extremos, o permitirlo todo para no 1 violar la intimidad de los estudiantes, o prohibirlo todo, con normas hitlerianas, en aras del orden” .3.3. Responsabilidades especiales de la Institución Educativa.3.3.1. CODIGO DE LA INFANCIA Y LA ADOLESCENCIALa Institución Educativa Ismael Contreras Meneses acata las normas que regulan la prestación del servicioeducativo y las conductas sociales e institucionales frente a la población infantil y juvenil de Colombia,incorpora al presente Manual de Convivencia las obligaciones especiales exigidas a las institucioneseducativas por el artículo 42 del Código de la Infancia y la Adolescencia (Ley 1098 de 2006), y quedesarrolla en los apartes específicos de este Manual. Estas obligaciones son:1. Facilitar el acceso de los niños, niñas y adolescentes al sistema educativo y garantizar su permanencia.2. Brindar una educación pertinente y de calidad.3. Respetar en toda circunstancia la dignidad de los miembros de la comunidad educativa.4. Facilitar la participación de los estudiantes en la gestión académica de la institución educativa.5. Abrir espacios de comunicación con los padres de familia para el seguimiento del proceso educativo y propiciar la democracia en las relaciones dentro de la comunidad educativa6. Organizar programas de nivelación de los niños y niñas que presenten dificultades de aprendizaje o estén retrasados en el ciclo escolar y establecer programas de orientación psicopedagógica y psicológica.7. Respetar, permitir y fomentar la expresión y el conocimiento de las diversas culturas nacionales y extranjeras y organizar actividades culturales extracurriculares con la comunidad educativa para tal fin.1 Ocampo José Fernando, Separata Educativa, Deslinde, Btá, sept. 1997, pg. 4.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 11
  12. 12. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------8. Estimular las manifestaciones e inclinaciones culturales de lo niños, niñas y adolescentes, y promover su producción artística, científica y tecnológica.9. Garantizar la utilización de los medios tecnológicos de acceso y difusión de la cultura y dotar al establecimiento de una biblioteca adecuada.10. Organizar actividades conducentes al conocimiento, respeto y conservación del patrimonio ambiental, cultural, arquitectónico y arqueológico nacional.11. Fomentar el estudio de idiomas nacionales y extranjeros y de lenguajes especiales.12. Evitar cualquier conducta discriminatoria por razones de sexo, etnia, credo, condición socioeconómica o cualquier otra que afecte el ejercicio de sus derechos.De igual manera, los directivos, docentes y comunidad educativa en general de la Institución EducativaIsmael Contreras Meneses asumen las obligaciones complementarias indicadas en el artículo 44 del Códigode la Infancia y la Adolescencia de los establecimientos académicos y la comunidad educativa, encoordinación y según los casos, con la participación de organismos estatales, coadyuvantes en elcumplimiento de estas responsabilidades.Estas responsabilidades se refieren a:1. Comprobar la inscripción del registro civil de nacimiento.2. Establecer la detección oportuna y el apoyo y la orientación en casos de malnutrición, maltrato, abandono, abuso sexual, violencia intrafamiliar, y explotación económica y laboral, las formas contemporáneas de servidumbre y esclavitud, incluidas las peores formas de trabajo infantil.3. Comprobar la afiliación de los estudiantes a un régimen de salud.4. Garantizar a los niños, niñas y adolescentes el pleno respeto a su dignidad, vida, integridad física y moral dentro de la convivencia escolar.5. Proteger eficazmente a los niños, niñas y adolescentes contra toda forma de maltrato, agresión física o psicológica, humillación, discriminación o burla de parte de los demás compañeros o profesores.6. Establecer en sus reglamentos los mecanismos adecuados de carácter disuasivo, correctivo y reeducativo para impedir la agresión física o psicológica, los comportamientos de burla, desprecio y humillación hacia los niños, niñas y adolescentes con dificultades de aprendizaje, en el lenguaje o hacia niños o adolescentes con capacidades sobresalientes o especiales.7. Prevenir el tráfico y consumo de todo tipo de sustancias psicoactivas que producen dependencia dentro de las instalaciones educativas y solicitar a las autoridades competentes acciones efectivas contra el tráfico, venta y consumo alrededor de las instalaciones educativas.8. Coordinar los apoyos pedagógicos, terapéuticos y tecnológicos necesarios para el acceso y la integración educativa del niño, niña o adolescente con discapacidad.9. Reportar a las autoridades competentes, las situaciones de abuso, maltrato o peores formas de trabajo infantil detectadas en niño, niñas y adolescentes.10. Orientar a la comunidad educativa para la formación en la salud sexual y reproductiva y la vida en pareja.3.3.2. LA EDUCACIÓN RELIGIOSA Y LA FORMACIÓN ÉTICO MORAL(Sentencia C-555 de 1994) “Salvo la inclusión obligatoria de la educación religiosa en el plan de estudios yla mención de su importancia en la formación del educando, las normas demandas se limitan a repetir, demanera general, los preceptos que ya se contienen en la Constitución. Dado que el contenido regulativo delas normas transcritas es mínimo en lo tocante a la libertad de religión y cuando existe es reiterativo de lanormativa constitucional, no serán declaradas inexequibles en cuanto hayan podido desarrollar una materiaque es propia de la ley estatutaria.La Ley Estatutaria 133 de 1994" por la cual se desarrolla el derecho de libertad religiosa y de cultos,reconocido en el artículo 19 de la Constitución Política ", contiene las siguientes disposiciones que aclaran lapresente controversia:-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 12
  13. 13. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ARTICULO 6o.La libertad religiosa y de cultos garantizada por la Constitución comprende, con la consiguiente autonomíajurídica e inmunidad de coacción, entre otros, los derechos de toda persona:(...)g) De recibir e impartir enseñanza e información religiosa, ya sea oralmente, por escrito o por cualquier otroprocedimiento, a quien desee recibirla; de recibir esa enseñanza e información o rehusarla;h) De elegir para sí y los padres para los menores o los incapaces bajo su dependencia, dentro y fuera delámbito escolar, la educación religiosa y moral según sus propias convicciones. Para este efecto, losestablecimientos docentes ofrecerán educación religiosa y moral a los educandos de acuerdo con laenseñanza de la religión a la que pertenecen, sin perjuicio de su derecho de no ser obligados a recibirla. Lavoluntad de no recibir enseñanza religiosa y moral podrá ser manifestada en el acto de matrícula por elalumno mayor de edad o los padres o curadores del menor o del incapaz;Al examinar el proyecto de ley estatutaria, la Corte Constitucional, expresó:"Por lo que se refiere al literal h) del mismo artículo 6o. del Proyecto de Ley Estatutaria de LibertadReligiosa y de Cultos que se examina en esta oportunidad, la Corte declarara su exequibilidad, bajo elentendimiento de que la libertad religiosa que se reconoce, debe ser plenamente garantizada en el sentidode que en ningún caso se puede condicionar la matricula del estudiante; en consecuencia se debe respetarlo prescrito en el ordinal g) del mismo artículo que reitera expresamente, con relación a la enseñanza yeducación religiosa, el derecho de toda persona a recibirla o a rehusarla".En la parte resolutiva de la sentencia se lee:"Segundo.- Declarar exequibles también los siguientes artículos:El artículo 6o, en el entendido de que la previsión del literal h) no condiciona la matrícula del estudiante y deque a este respecto es preciso concordar su sentido con el literal g) del mismo artículo".32. A la luz de la Constitución y de la referida ley estatutaria, las que integran un bloque deconstitucionalidad, pueden analizarse las dos novedades que introduce la ley examinada.El ofrecimiento de educación religiosa en todos los establecimientos educativos, que dispone la norma, es lacondición de posibilidad para que toda persona pueda elegir "la educación religiosa y moral según suspropias convicciones". Elegir y recibir libremente educación religiosa corresponde a un elemento constitutivodel núcleo esencial de la libertad religiosa, que sería teórico sino encuentra la suficiente oferta de este tipode educación. El fin de la norma se encamina a crear los presupuestos de la libre opción religiosa y, desdeeste punto de vista, no puede ser inconstitucional, en el entendido - que la ley estatutaria precisa con nitidez- de que en todos los establecimientos, públicos y privados, nadie puede ser obligado a recibirla (Ley 133 de1994, art. 6o, literal g).Finalmente, la adecuada formación religiosa, como meta educativa, sólo puede erigirse en objetivo digno deser perseguido para aquellas personas que libremente acepten recibir dentro de su plan de estudios laanotada educación religiosa, no así para quienes la rehusen. Si existe libertad para inscribirse en esta clasede cursos, no es posible que con carácter prescriptivo general se postule como ideal educativo la adecuadaformación religiosa. Por lo expuesto, la Corte declarará la constitucionalidad condicionada de la expresión"religiosos" que aparece en el artículo 92 de la ley 115 de 1994. En todo lo demás, no se observa quebrantoalguno a la Constitución.La Institución educativa Ismael Contreras Meneses de Coveñas, ofrecerá dentro de su plan de estudio elárea de educación religiosa, que tendrá en cuenta los lineamientos consagrados en el Decreto 4500 de2006 “por el cual se establecen normas sobre la educación religiosa en los establecimientos oficiales yprivados de educación preescolar, básica y media de acuerdo con la ley 115 de 1994 y la Ley 133 de 1994”.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 13
  14. 14. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------3.3.3. LA EDUCACIÓN AMBIENTALCon carácter de obligatoriedad para desarrollar en todas las instituciones educativas del país el ProyectoAmbiental Escolar (PRAE), fundamentado en el Decreto Nº 1743 de Agosto 3 de 1994 emanada delMinisterio de Educación Nacional.ARTICULO 4º. FUNDAMENTOS SOCIOLÓGICOS Y FILOSÓFICOS. Lograr la convivencia en armonía yentender el conflicto con posibilidad de desarrollo institucional y su solución debe darse por la vía de laconcertación, el dialogo y la negociación, en donde no haya vencedores ni vencidos.La Escuela es un escenario diario de conflictos y a las nuevas generaciones ha de brindárselesoportunidades para superarlos pacíficamente y sin menoscabo de sus derechos fundamentales.ARTICULO 5º. FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS. Educar a la comunidad educativa en participacióndemocrática y a solucionar los conflictos escolares acorde a la concertación, el dialogo y la búsqueda deldesarrollo del progreso y la paz.Además preparar al educando en el desarrollo de COMPETENCIAS y habilidades para que desarrolleacciones de tipo interpretativo, argumentativo y propositivo en los diferentes contextos disciplinares einterdisciplinares.CAPITULO II. MARCO INSTITUCIONAL DEL MANUAL DE CONVIVENCIAARTICULO 6°. CARACTERÍSTICAS DE LA INSTITUCIÓN EDUCACTIVA ISMAEL CONTRERASMENESES. La Institución Educativa "Ismael Contreras Meneses" de Coveñas, es una institucióndependiente del Ministerio de Educación Nacional, creada mediante Decreto No. 070 de Enero 17 de 1978;imparte educación en los Niveles de Pre - escolar, Básica primaria, Básica Secundaria y Media. Sefundamenta en las estrategias o modelos educativos tradicional (preescolar, Básica y media) y programapara jóvenes en extra edad y adultos (Básica primaria, Básica secundaria y Media de adultos).Establecimiento: Institución Educativa Ismael Contreras MenesesDepartamento: SucreMunicipio: CoveñasZona: UrbanaDirección sede1: CL 35 # 3 - 125 calle principal a GuayabalDirección sede2: Sector La BoquitaTeléfono: 2880066Fax: 2880066E-mail: iscomeedu@yahho.esPágina web: http://ieismaelcontrerasmeneses.covenas-sucre.gov.co/index.shtmlCarácter: MixtoNaturaleza: OficialModalidad: AcadémicaCalendario: ANúmero de sedes: 02– IE Ismael Contreras Meneses y Golfo de MorrosquilloNúcleo Educativo: 013Código DANE: 270820005829Código Nit: 800027823 – 4Código ICFES: 052548 (J. mañana) – 121913 (J. Nocturna y Fin de semana)Niveles: Pre escolar (Pre jardín, Jardín y Transición) Básica Primaria y Secundaria Media AcadémicaJornadas: Mañana, Nocturna y Fin de semanaMetodología: Tradicional y Educación de adultos (Dec. 3011/97)ARTICULO 7º. FILOSOFÍA INSTITUCIONAL: La institución educativa Ismael Contreras Meneses deCoveñas, como institución orienta su filosofía hacia la formación de seres humanos integrales en todos sus-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 14
  15. 15. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------aspectos: socio-afectivo, cultural, religioso, moral, físico, avances tecnológicos, científicos, artísticos ydeportivos, para formar seres capaces de pensar, actuar, sentir, servir y amar, reflejado en un cambio devida con principios de convivencia ciudadana.ARTICULO 8º. MISION: La institución educativa Ismael Contreras Meneses (ISCOME) ubicada en Coveñas(Sucre) de carácter oficial, ofrece servicios educativos para niños y jóvenes en edades entre 4 y 18 añospertenecientes a los estratos 1 al 3, en los niveles de pre-escolar, básica, media académica y técnica conénfasis en turismo y otras áreas, en las diferentes jornadas matinal, vespertina, también forma a adultos cono sin discapacidad en programa semiescolarizado, en jornadas nocturna y sabatina.Tiene como objetivo central la inclusión a la diversidad desarrollando en sus estudiantes altos valoreshumanos, morales y religiosos, espíritu deportivo, tecnológico e investigativo, responsables socialmente,sensibles a la protección del medio ambiente, con identidad hacia su entorno y el patrimonio cultural y conbuen uso de su tiempo libre.De otra parte, el ISCOME desarrolla programas de educación para la sexualidad, las competenciasciudadanas, laborales generales y especificas, que facilitan el tránsito de los estudiantes a la vida social y almundo del trabajo, creando alianzas con instituciones de educación superior y el sector productivo.ARTICULO 9º. VISION: En el año 2018 la institución educativa Ismael Contreras Meneses de Coveñas(Sucre) continuará supliendo las necesidades académicas de las poblaciones de los diferentes estratos, enparticular 1, 2 y 3 del municipio de Coveñas y sus alrededores. Será reconocida a nivel departamental,como institución con una clara política de inclusión a la diversidad, en la cual encuentre acogida la poblaciónen edad escolar del municipio y los adultos que deseen superarse.Ofrecerá educación de calidad de acuerdo con los estándares nacionales de educación; contando conexcelente infraestructura, los espacios físicos necesarios, soporte tecnológico, el personal docente idóneo ycomprometido con la formación de los educandos, logrando que sus egresados posean un profundo sentidosocial, una alta formación académica y técnico industrial, con fortalecidas y pertinentes competenciaslaborales.Poseerá alianzas con los sectores productivos, en particular el turístico y las instituciones de educaciónsuperior, que respondan a necesidades pertinentes del entorno, facilitando a sus estudiantes la vinculacióna la vida laboral con iniciativas de autoempleo y/o empleos de calidad, bajo la perspectiva del mejoramientocontinuo, personal y comunitario.ARTICULO 10º. PERFIL DEL EGRESADO ISCOMEISTA: “El egresado de la Institución Educativa IsmaelContreras Meneses será un ciudadano integro, promotor de los valores propios de la región y respetuoso delas normas, con un amplio conocimiento de la cultura local y regional, grandes habilidades en el manejo delas TIC´s, consciente de la necesidad de conservación del medio ambiente y el buen uso de los recursosnaturales, con amplia capacidad en el desarrollo de actividades investigativas específicamente aquellastendientes a generar una sensibilización turística en la región para el desarrollo de proyectos productivosencaminados a un mejoramiento de la calidad de vida en el municipio, basados en principios desostenibilidad ambiental, socio-cultural y económica y generando el mínimo impacto negativo en la región.Además contará con el manejo de un segundo idioma que le permitirá las facilidades de comunicación conlos visitantes extranjeros y permitiéndole desempeñarse laboralmente en las empresas turísticas de laregión.”ARTICULO 11º. PERFIL DEL DOCENTE: El docente ISCOMEISTA se caracteriza por:11.1. En su condición de persona, es respetuoso de sí mismo y de los demás, esto significa reconocer sus errores y aciertos, así como los de sus compañeros, estudiantes y demás miembros de la comunidad; pero sobretodo corregirlos para mantener el mejoramiento continuo; se muestra pulcro, amable y cordial en su trato, presentable y responsable en el cumplimiento de sus deberes, respetuoso de las características culturales del entorno social y de la idiosincrasia del pueblo.11.2. En su condición profesional, es idóneo, altamente dispuesto a asumir los cambios que demanda la sociedad de hoy y reflejarlo en el trabajo con los estudiantes, por eso, es eficaz, capaz de manejar hábilmente los recursos tecnológicos y conductuales para lograr mejores niveles de desempeño académico desde la perspectiva de su área.11.3. Maneja el reforzamiento positivo y evita en lo posible el castigo. Conoce los problemas y características del aprendizaje. Propicia ambientes que posibilitan la construcción de conocimientos a-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 15
  16. 16. Manual de Convivencia Escolar------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- través de la participación activa de los estudiantes. En este sentido es el orientador y facilitador del proceso.11.4. Es un buen lector y promueve el hábito de la lectura y el respeto por el medio ambiente, a través de prácticas que demuestran su compromiso con el entorno y su autoformación.11.5. Contribuye al desarrollo de los planes y proyectos institucionales, promueve el espíritu investigador y el pensamiento crítico - reflexivo a través de la problematización del conocimiento. Participa en todas las actividades culturales, pedagógicas y cívicas de la institución.11.6. Planea y organiza su trabajo acorde con la propuesta pedagógica institucional, de tal manera que se enmarque en la propuesta.11.7. Reconoce y valora los talentos como también las falencias de los educandos a fin de potenciar o implementar estrategias pertinentes para cada caso.11.8. Es consciente de la importancia del manejo de las tecnologías y comunicación, de la comunicación en otra lengua y la producción intelectual, oral y escrita, y por tanto se encuentra en permanente capacitación en estos campos.11.9. Participa en los diferentes estamentos requeridos en la ley para el buen funcionamiento institucional y está siempre dispuesto a contribuir personal y/o profesionalmente en el alcance de las metas institucionales y el desarrollo de la misión y visión propuesta en el Proyecto Educativo Institucional.ARTICULO 12º. OBJETIVOS DEL MANUAL DE CONVIVENCIA ESCOLAR: Los objetivos del presenteManual de Convivencia Escolar son los siguientes:12.1. Establecer un conjunto de normas, procedimientos, pautas y acciones para proporcionar ambientes institucionales de carácter pedagógico, democrático, cultural, comunitario, ético y de inclusión, a través de la práctica, el respeto de los valores y el sentido de pertenencia con su institución y la sociedad.12.2. Servir como herramienta legal en los casos donde se atente contra los derechos de cualquiera de los miembros de la comunidad educativa.12.3. Orientar a cada miembro de la institución en mantener una actitud responsable frente a sus obligaciones como persona, docente, padres de familia, directivo y administrativo para alcanzar las metas institucionales propuestas y el mejoramiento continuo.12.4. Fortalecer los canales de comunicación entre los diferentes estamentos institucionales a fin de dar cumplimiento a los conductos regulares establecidos para dar solución de problemas y la eficiencia de la misma comunicación.12.5. La práctica de los valores individuales y sociales en las interrelaciones escolares para que los educandos se autodeterminen responsablemente resaltando la autoestima hacia el bienestar personal y comunitario.12.6. Propiciar la practica de la educación ética - moral, la democracia, el medio ambiente y la cultura religiosa, para la formación de hombres que sean capaces de identificar la importancia de prevenir y evitar la drogadicción y el alcoholismo, la prostitución; el miedo a denunciar los comportamientos sociales indeseables, la negligencia para el cuidado del medio ambiente, el abuso y las aberraciones sexuales12.7. Operacionalizar, organizar y reglamentar las formas de participar los estudiantes, acudientes o tutores, docentes y directivos en el Gobierno Escolar para buscar: El compromiso y la participación responsable y activa de todos los estamentos educativos. Que el Manual de Convivencia se utilice como medio para formar valores positivos. Que las interrelaciones escolares sean productivas a través de la responsabilidad para cuidar y restaurar los bienes de la Institución.12.8. Señalar las funciones, derechos, deberes y límites de autoridad que corresponden a los diferentes estamentos y unidades de mando.12.9. Establecer objetivamente las formas de supervisión, control y evaluación de los comportamientos escolares; El desempeño profesional de los docentes, directivos y administrativo con la participación de los diferentes estamentos a través de sus representantes o líderes.12.10. Mejorar El rendimiento de la calidad académica, administrativa y demás miembros de la familia educativaARTICULO 13º. POLÍTICAS DE CALIDAD. El Servicio Educativo que ofrece la institución satisface lasnecesidades y requerimientos de los Estudiantes y Padres de Familia o Acudientes mediante:-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 16
  17. 17. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------13.1. La educación humana y académica de calidad.13.2. La implementación de un Sistema de Gestión de la calidad que asegure el mejoramiento continúo del servicio educativo.13.3. La Conformación de un Equipo Humano competente.ARTICULO 14º. OBJETIVOS DE CALIDAD.14.1. Responder a las necesidades y expectativas de los estudiantes y Padres de Familia o Acudiente en la formación humana y académica de acuerdo a la Misión de la Institución Educativa Ismael Contreras Meneses de Coveñas.14.2. Garantizar la conformidad del Sistema de Gestión de Calidad con los requisitos legales y de la norma.14.3. Mejorar continuamente los estándares de competencia del talento humano.ARTICULO 15º. ORGANIGRAMA INSTITUCIONAL.ARTICULO 16º. MAPA DE PROCESOS. El Consejo Directivo gestionará en un término de seis (6) meses apartir de la aprobación del presente acuerdo, el estudio y elaboración del Sistema de Gestión de Calidad conlos requisitos legales y de la norma.CAPITULO III. PRINCIPIOS Y VALORES INSTITUCIONALES.ARTICULO 17°. PRINCIPIOS INSTITUCIONALES. Basados en el concepto, que principio es la norma oidea fundamental que rige el pensamiento, la conducta o una ciencia, los principios básicos en los que sefundamenta el Proyecto Educativo Institucional PEI son los siguientes:17.1. FORMACIÓN: Como instrumento para alcanzar valores como la libertad y religiosidad, dentro del contexto político y económico.17.2. RESPETO A LA DIGNIDAD HUMANA: El acto educativo se fundamenta en el reconocimiento y aceptación de las diferencias individuales de todos y cada uno de los miembros de la comunidad educativa, encontrando en cada uno de ellos la presencia viva de Dios.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 17
  18. 18. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------17.3. PARTICIPACIÓN DEMOCRÁTICA: Busca construir ambientes que favorezcan la convivencia armónica y el crecimiento integral de todos y cada uno de los miembros de la comunidad con el fin de incentivar en ellos un compromiso personal, serio y responsable.17.4. CULTURA: Como eje fundamental en la búsqueda del conocimiento y la formación integral.17.5. EQUIDAD: Se manifiesta en cada persona de la Institución, como una actitud explícita en el convivir, que permite dar a cada uno lo que le corresponde y lo que necesita para desarrollarse plenamente y vivir con dignidad. Es pieza fundamental para alcanzar la tolerancia y la solidaridad.17.6. CONCIENCIA: Como meta principal del proceso para lograr la expresión de hábitos y valores fundamentales para la resolución de conflictos y la convivencia ciudadana.17.7. LIBERTAD: La Institución favorece el desarrollo de la libertad de cada persona, de conformidad con el papel que en ésta desempeña. Cada individuo se encuentra en esta Institución por su propia voluntad y optar por aquello que desea, asume las consecuencias de sus decisiones.17.8. SERVICIO SOCIAL: La Institución se preocupa por encarnarse en el ambiente y en las personas que participan y se benefician del proyecto educativo. Muestra especial Interés para hacer de los educandos, personas comprometidas con la sociedad.17.9. AUTONOMÍA: La Institución busca orientar a todos sus integrantes en el libre desarrollo de la personalidad y en la capacidad para asumir con libertad y responsabilidad sus derechos y sus deberes.17.10. EXCELENCIA: Es una meta de la Institución que implica que cada miembro de la comunidad se compromete libremente a dar lo mejor de sí, trascendiendo los límites del compromiso.ARTICULO 18°. VALORES INSTITUCIONALES. Entendido el concepto de valores como cualidadesespeciales que tienen algunas realidades llamadas Bienes, para las cuales son estimulantes y agradables.El PEI se fundamenta en los siguientes valores:18.1. JUSTICIA: Le ayuda a sensibilizarse y a percibir la injusticia que afecta a grandes zonas del mundo, especialmente en Colombia y América Latina, y le lleva a poner en juego los medios necesarios para exigir y ejercer derechos cívicos, políticos y sociales. Como principio fundamental de todas las actividades en torno a las cuales gira el quehacer pedagógico y la cotidianeidad.18.2. HONESTIDAD: Comportarse de manera transparente con sus semejantes, es decir sin ocultar nada, diciendo siempre la verdad y obrando en forma recta y clara. Es la base para la realización de cualquier proyecto humano.18.3. RESPETO: Es la base fundamental para una convivencia sana y pacífica entre los miembros de la Comunidad Educativa. Implica tener una clara noción de los derechos fundamentales de cada persona y abarca todas las esferas de la vida, respeto a: si mismo, los semejantes, la naturaleza en general, las leyes, las normas sociales, la memoria de los antepasados, la patria en que nacimos.18.4. TOLERANCIA: Reconocimiento a la otra persona como ser humano, con derecho a ser aceptado en su individualidad y su diferencia.18.5. RESPONSABILIDAD: Responder con habilidad y entereza a todos los compromisos adquiridos ante la familia, la Institución y la Comunidad Educativa, como fundamento para practicar la disciplina y el respeto, así como la protección del ambiente, como práctica social.CAPITULO IV. SÍNTESIS DE LA RESEÑA HISTÓRICA DE LA INSTITUCIÓN.La Institución Educativa Ismael Contreras Meneses inicia como una escuela, construida en el año 1975 conun total de 5 aulas de clase, una dirección, una pequeña sala de profesores, 2 unidades sanitarias y unasalita para la biblioteca. Fue creada para atender alumnos de la educación básica primaria bajo el nombre deEscuela Rural Co-instrucción Base Naval.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 18
  19. 19. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------La Armada Nacional ARC colaboró con la mano de obra y puso a disposición de la dirección de éste alSargento Antonio Carvajal Morelos y a un grupo de infantes de marina para que laboraran como docentes,iniciándose así las labores en el año 1976 con 5 cursos de primaria.En el año 1978, fue nombrado en propiedad como rector del bachillerato y a la vez director de la primaria alLicenciado Luis Carlos García Torres el día 22 de Febrero del mismo año, fecha hasta la cual estuvoencargado de la primaria el sargento Carvajal. La sección secundaria se organizó bajo el nombre deCOLEGIO DEPARTAMENTAL DE BACHILLERATO ISMAEL CONTRERAS MENESES mediante decretoNº 070 de Enero 27 de 1978 emanado de la Gobernación de Sucre. El nombre de la institución es unhomenaje al profesor más antiguo del municipio de Tolú, Ismael Contreras Meneses.En el año 1982 se abre el grado 9º con el cual se completa el ciclo de la Educación Básica Secundaria.En el año 1990, el plantel completa el ciclo de Media Vocacional abriendo el grado 11º, produciéndose laprimera Promoción de Bachilleres en el corregimiento.Con la promulgación de la Ley 715 de 2001, y dando cumplimiento a lo planteado en su Artículo 9º, laGobernación de Sucre, mediante decreto Nº 0682 de 2002, ordena la fusión de las Escuelas Golfo deMorrosquillo e Ismael Contreras Meneses (primaria) con el Colegio de Bachillerato Ismael ContrerasMeneses, dando origen así a la INSTITUCIÓN EDUCATIVA ISMAEL CONTRERAS MENESES.En el año 2005 se implementa en la institución la Educación de Adultos, en las jornadas Nocturna y Finde semana, según resolución 1162 de Mayo 17 de 2005 emanada de la Secretaría de EducaciónDepartamental.En el año 2010 se autoriza en la institución la doble jornada (mañana y tarde), según resolución No.1711 de mayo 31 de 2010 emanada de la Secretaría de Educación de Sucre.Desde el 25 del mes de marzo de 2010 hasta el año 2011 la institución suscribió el conveniointerinstitucional con la Corporación Unificada Nacional (CUN) con sede en la ciudad de Sincelejo con elpropósito de articular la media técnica en el programa de Gestión Turística para donde un grupo de 44estudiantes del grado décimo (2010) iniciaron mediante la metodología de los ciclos propedéuticos. Medianteeste programa los estudiantes desarrollarán dos semestres (un semestre en el grado décimo de 2010 y unsemestre en el grado once de 2011). El programa se divide en dos subprogramas: Técnica profesional enoperación turística (4 semestres) y Tecnología en Gestión Turística (3 semestres).CAPITULO V. SÍMBOLOS DE LA INSTITUCIÓNARTICULO 19º. ESCUDO.PARTE INTERNA:Consta de: Un Sol de color amarillo. Al lado izquierdo una pluma y un tintero de color Negro. Al lado derecho una nube de color blanco.Todo dentro de un fondo azul.Posteriormente se encuentra: Un mar de color azul, con un libro abierto en su interior. Y a su lado izquierdo una porción de tierra de color gris (10%) con unas palmeras de color verde en las hojas y café en el tronco.PARTE CENTRAL O MEDIA:Un fondo de color rojo, de forma semi - ovalado, el cual contiene: En la parte superior el lema de la institución: Formación y Cultura, de color negro. Y alrededor está escrito el nombre del plantel INSTITUCIÓN EDUCATIVA ISMAEL CONTRERAS MENESES, de color negro y en mayúsculas sostenida.PARTE EXTERNA:Se encuentra impreso: COVEÑAS – SUCRE de color negro en forma semi – ovalado.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 19
  20. 20. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ARTICULO 20º. BANDERA. Consta de dos colores, azul rey en la parte superior y blanco en la parteinferior.ARTICULO 21º. JURAMENTO PARA LOS BACHILLERES ISCOMEISTA. Inspirado en las leyes y en el Mandato de Dios, Juro... Ante ellos, a quienes pongo por testigo, Que según mi educación ética y moral Cumpliré este juramento. Seré agradecido a la Institución Educativa Ismael Contreras Meneses Que me formó como bachiller y como persona. A mis educadores representaré dignamente. Por el bien de la sociedad buscaré el progreso y la Paz. Conservaré la armonía Con mis compañeros de formación. Si cumpliere este juramento, sólo deseo que mi satisfacción personal Sea compartida por la comunidad para siempre. Autor: Julio Santader VillalobosArtículo 22°. HIMNO. El Consejo Directivo mediante acuerdo y resolución rectoral convocará a concursoabierto para que en un plazo de tres meses a partir de la fecha de aprobación del presente manual, laInstitución cuente con el himno institucional. En este acuerdo se establecerán los parámetros y la forma deestimular su redacción y música. TITULO II. DISPOSICIONES GENERALES, ADMISIÓN y MATRICULA.CAPITULO I. DISPOSICIONES GENERALESARTICULO 23º. CONDICIONES PARA SER ESTUDIANTE.23.1. Cumplir con los requisitos exigidos por el Ministerio de Educación Nacional y la Institución para el proceso de Matrícula.23.2. Estar respaldado por un acudiente o padre de familia responsable.23.3. Asistir puntualmente a la Institución.23.4. Mantener durante su permanencia en el plantel cabello corto y peinado normal que visualicen las orejas y el cuello de la camiseta, sin exageraciones, aseado y sin ninguna clase de cintas o de tintes. PARÁGRAFO: Cuando un estudiante masculino, de acuerdo a su cultura étnica o a su identidad debidamente comprobado, sea admitido y matriculado en el plantel con el cabello largo, el padre de familia o acudiente deberá firmar un acuerdo disciplinario ante la rectoría, que permita permanecer con el cabello recogido con una moña negra. En caso que el estudiante incurra en desordenes disciplinarios debido al uso del cabello largo, se iniciará el debido proceso que permita buscar las soluciones pertinentes.23.5. Diligenciar completamente el formulario de matrícula con la información necesaria según el SIMAT.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 20
  21. 21. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------23.6. Indicar en su hoja de matrícula, una dirección comprobada (según recibo de energía eléctrica) y un número de teléfono fijo o celular del acudiente o tutor.23.7. Indicar en su hoja de matrícula, la religión que profesa (Sentencia C-555 de 1994). PARAGRAFO 1: La institución debe facilitar a los padres de familia que así lo soliciten, el contenido temático del área de educación religiosa teniendo en cuenta la libertad de culto correspondiente a los niveles de Básica y Media. PARAGRAFO 2: Los estudiantes deben asistir y participar activamente del contenido temático desde su punto de vista religioso, porque es necesario cumplir con un requisito académico dentro del plan de estudio.23.8. Presentar los documentos auténticos requeridos y no cometer fraudes para diligenciar o resolver una situación escolar.23.9. Tener la edad requerida por nivel y grado: Nivel educativo Grado Rango de Edad Pre - Jardín 3 hasta 4 Preescolar Jardín 4 hasta 5 Transición 5 hasta 6 Primero 5 hasta 7 Segundo 6 hasta 8 Básica Primaria Tercero 7 hasta 9 Cuarto 8 hasta 10 Quinto 9 hasta 12 Sexto 9 hasta 13 Séptimo 10 hasta 14 Básica Secundaria Octavo 11 hasta 15 Noveno 13 hasta 16 Media Académica / Décimo 14 hasta 17 Técnica Once 14 hasta 18 Ciclo 1 (1°, 2° y 3°) 13 hasta 70 Básica Primaria adulto Ciclo 2 (4° y 5°) 14 hasta 70 Básica Secundaria Ciclo 3 (6° y 7°) 16 hasta 70 adulto Ciclo 4 (8° y 9°) 17 hasta 70 Media adulto Ciclo 5 (10°) 18 hasta 70 Académico Ciclo 6 (11°) 18 hasta 70PARÁGRAFO: Cuando existan estudiantes con edades menores de 13 en el nivel de básica primaria lainstitución podrá diseñar a través del Consejo Académico un programa especial de nivelación ajustado alDecreto 3011 de 1997, previa aprobación por parte del Consejo Directivo y Secretaría de EducaciónDepartamental. Estos estudiantes se ubicarán en el ciclo 1 (1°, 2° y 3°) o ciclo 2 (4° y 5°), según un examendiagnóstico. Una vez se promocione al nivel de básica secundaria, deberá iniciar o continuar sus estudios enel grado sexto de la jornada mañana.ARTICULO 24º. COMPROMISOS DE LOS ESTUDIANTES AL MATRICULARSE. La matrícula es uncontrato civil en virtud de la cual se produce la relación administrativa y académica entre la escuela y elestudiante, la cual tiene su origen en la manifestación voluntaria de este último de comprometerse a cumplirlo establecido en el Proyecto Educativo Institucional (PEI), Manual de Convivencia Escolar y demás normaslegales e institucionales vigentes y que cualquiera de las partes puede dar por terminado en caso de algúnincumplimiento parcial o total.La matrícula otorga derechos y deberes a los Padres de Familia, a los estudiantes y demás estamentos de laInstitución. Sirve como base para la clasificación y distribución de los mismos.La matrícula tiene vigencia desde el momento en que se efectúa hasta que concluyen las actividades delrespectivo año académico.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 21
  22. 22. Manual de Convivencia Escolar-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------La Institución Educativa fijará públicamente el calendario de matrícula, donde especifique fechas, requisitosy procedimientos a seguir.Existen dos tipos de matrículas: Ordinaria y Extraordinaria. La primera es la que se realiza en períodoregular de matrícula y la segunda después de dicho período y hasta un mes de la iniciación de clases, lacual puede ser autorizada por el Consejo Directivo o la Secretaría de Educación respectiva cuando ocurranlas siguientes causales:1. Cambio de domicilio.2. Enfermedad comprobada mediante certificado médico.3. Retiro de la aprobación oficial del plantel donde cursaba regularmente estudios el estudiante, u otras circunstancias de fuerza mayor a juicio del Consejo Directivo y de la Secretaria de Educación respectiva.PARÁGRAFO: Lo anterior se podrá dar siempre y cuando exista disponibilidad de cupos en la Institución.Todo estudiante en el momento de firmar la matrícula se compromete a:1. Asistir puntualmente, para dar cumplimiento al horario correspondiente y cuando llegue tarde, presentar una justificación por escrito para su ingreso.2. Disponer del tiempo necesario para cumplir debidamente con las tares y demás obligaciones académicas y formativas que le señale la Institución.3. Estar representado por un acudiente o tutor radicado dentro de la zona de influencia estudiantil del Institución Educativa y que pueda cumplir con los compromisos que le corresponden como tal, quien firmará la matrícula para expresar la aceptación de esta responsabilidad.4. Si es hombre y tiene cabello largo, firmar junto con su padre de familia o acudiente un acuerdo disciplinario ante la rectoría.5. Las partes estudiante, tutor e Institución Educativa, se comprometen a cumplir con las disposiciones del Ministerio de Educación Nacional, con el presente Manual de Convivencia Escolar, con el Código de infancia y adolescencia, Ley General de Educación, Constitución Nacional y demás disposiciones legales vigentes relacionadas con la educación.6. El padre de familia o acudiente responderán por los daños que causen en el establecimiento el estudiante a su cargo.7. La diligencia de Matrícula deberá ser practicada personalmente por el estudiante junto con su padre o acudiente.8. El Manual de Convivencia Escolar tiene carácter de norma o disposición legal que regula el contrato de matrícula.9. Las alumnas en estado de embarazo serán remitidas al departamento de psicología de la oficina de asuntos sociales del municipio de Coveñas para que reciban orientación profesional sobre parto y puericultura, deberes y derecho como padres frente a los hijos, educación para la vida en familia, relación de pareja. PARÁGRAFO: Las directivas del plantel a través del departamento de psicorientación en reunión con los padres de familia y conyugue de las alumnas en estado de embarazo, presentarán la alternativa de estudio en el programa de educación de adulto en jornada nocturna o fin de semana. El acuerdo que se llegue entre las partes, se sentarán en un acta y se dará cumplimiento en la jornada que se acuerde.ARTICULO 25º. CAUSALES PARA LA PERDIDA DEL CARÁCTER DE ESTUDIANTE. Una persona pierdeel carácter de estudiante de la Institución Educativa “ISMAEL CONTRERAS MENESES” y por tanto todoslos derechos como tal, por:25.1. No cumplir con las condiciones señaladas en el artículo 23º del presente Manual de Convivencia.25.2. Cancelación voluntaria de la matrícula.25.3. Inasistencia habitual injustificada según Decreto 1290/2009 y el Sistema de Evaluación Institucional.25.4. Expulsión definitiva de la Institución ordenada por el Consejo Directivo, apoyada en la sentencia de la Corte Constitucional que aplique para cada caso.25.5. Presentar documentación falsa o cometer fraudes en el momento de la matrícula.25.6. Cometer faltas gravísimas.-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Institución Educativa Ismael Contreras Meneses 22

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