Autocontrol emocional y
Asertividad
•  Objetivos
– D etectar, describir y ana lizar situaciones difíciles.
– Aplicar técni...
LA ALTERACIÓN
PSICOLÓGICA (I)

•  La T e oría racional-em otiva de Albert
E llis afirma que se produce cuando
realizamos e...
LA ALTERACIÓN
PSICOLÓGICA (II)
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obliga cione s" te nde rá n a ll...
LA TERAPIA RACIONAL
EMOTIVA (I)
•   La form a cóm o percibim os los hechos, interactúa con
nuestra evaluación cognitiva, e...
LA TERAPIA RACIONAL
EMOTIVA (II)
•     N a da se ha ce pa ra uno/a . La s cosas e n el m undo
« sim ple m e nte pa sa n:
1...
LA TERAPIA RACIONAL
EMOTIVA (III)

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que origina n las fr...
LA TERAPIA RACIONAL
EMOTIVA (IV)

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norm a lm e nte incluye n p...
LA TERAPIA RACIONAL
EMOTIVA (V)
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se ntido a bsoluto: “debo”, “deberí...
SALUD PSICOLÓGICA (I)
•   E l rasgo ce ntral de las personas psicológicam ente sanas
es la adherencia a una filosofía del ...
SALUD PSICOLÓGICA (II)
H a bría tres derivaciones fundame nta le s de esta filosofía :
1.

Evaluar o analizar lo negativo:...
EMOCIONES NEGATIVAS
SANAS (I)
•   La s pe rsona s pueden tener C ree ncias racionale s e irracionale s al
mismo tiem po.
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SANAS (II)
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creencias  “espero que esto no suceda,
y sería mala...
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SANAS (III)
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suerte a tener esta pérdida...
EMOCIONES NEGATIVAS
SANAS (IV)
•   D O LO R : Los sentim ientos de dolor (o tristeza) se
producen cuando una persona recon...
EMOCIONES NEGATIVAS
SANAS (V)
•    D E S ILU S IÓ N : cuando se com porta "de form a estúpida " e n público,
reconoce su a...
EMOCIONES NEGATIVAS
SANAS (VI)
•  D IS G U S T O : cua ndo la pe rsona no tie ne e n cue nta
una norm a de vida de un indi...
Cómo descubrir los
pensamientos automáticos
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diferente de com o lo...
PENSAMIENTOS
IRRACIONALES (I)
•   F ILT R AJE : S O LO S E V E U N E LE M E N T O (negativo) D E LA
S IT U AC IÓ N C O N L...
PENSAMIENTOS IRRACIONALES (II)
•   P E N S AM IE N T O P O LAR IZ AD O : insistencia en las
elecciones dicotóm ica s: se t...
PENSAMIENTOS
IRRACIONALES (III)
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conclusión genera liza...
PENSAMIENTOS
IRRACIONALES (IV)
•   IN T E R P R E T AC IÓ N D E L P E N S AM IE N T O : hace juicios
repentinos sobre los ...
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IRRACIONALES (V)
•   V IS IÓ N C AT AS T R Ó F IC A:
T E N D E N C IA A E S P E R AR E L D E S AS T R E :   “...
PENSAMIENTOS
IRRACIONALES (VI)
•   P E R S O N ALIZ AC IÓ N : T E N D E N C IA A R E LAC IO N AR ALG O
D E L AM BIE N T E ...
PENSAMIENTOS IRRACIONALES (VII)

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poder y control:
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C O N ...
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LO Q U E S E N T IM ...
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IRRACIONALES (X)
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IRRACIONALES (XI)
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IRRACIONALES (XII)
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LO S D E M ÁS S O N LO S R...
PENSAMIENTOS
IRRACIONALES (XIII)
•    Los D E BE R ÍA: LA P E R S O N A S E C O M P O R T A D E AC U E R D O A U N A
S E R...
PENSAMIENTOS
IRRACIONALES (XIII,bis)
ALG U N O S D E BE R ÍAS :
•    D e bería ser ca paz de soportar cua lquie r pe na li...
PENSAMIENTOS IRRACIONALES
(XIV)
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P AR A...
PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XV)
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F O R M...
CAMBIOS
RACIONALES (I)
F ILT R AJE : M O D IF IC AR E L O R IG E N , N O E S N E C E S AR IO E X AG E R AR .
•    S i una ...
CAMBIOS
RACIONALES(II)
•    P E N S AM IE N T O P O LAR IZ AD O : LAS C O S AS N O S O N BLAN C AS O
N E G R AS : P E N S ...
CAMBIOS RACIONALES (III)
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C O N C LU...
CAMBIOS RACIONALES (IV)
•   IN T E R P R E T AC IÓ N D E L P E N S AM IE N T O :
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•   V IS IÓ N C AT AS T R Ó F IC A: P R O BABILID AD E S R E ALE S
•   La visión catastrófica es un...
CAMBIOS RACIONALES (VI)
• P E R S O N ALIZ AC IÓ N : C O M P R O BAR LO S ¿ H AY P R U E BAS
P AR A LAS C O N C LU S IO N ...
CAMBIOS RACIONALES (VII)
•    F ALAC IA D E C O N T R O L: Y O H AG O Q U E S U C E D A. C AD A U N O E S
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CAMBIOS RACIONALES (VIII)
•   F ALAC IA D E JU S T IC IA: P R E F E R E N C IA F R E N T E A
JU S T IC IA
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CAMBIOS
RACIONALES (IX)
C U LP ABILID AD : Y O H AG O Q U E S U C E D A. C AD A U N O E S
R E S P O N S ABLE
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RACIONALES (X)
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RACIONALES (XI)
R AZ O N AM IE N T O E M O C IO N AL: LO S S E N T IM IE N T O S
P U E D E N M E N T IR
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(XII)
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CAMBIOS RACIONALES
(XIV)
•   T E N E R R AZ Ó N : E S C U C H AR AC T IV AM E N T E
•   C uando ha y que tener razón siem ...
CAMBIOS RACIONALES
(XV)
•    F ALAC IA D E LA R E C O M P E N S A D IV IN A:
•    S e acepta el dolor y la infelicida d po...
COMO DESCUBRIR y COMBATIR los PENSAMIENTOS
RRACIONALES

“T odo e s se gún el color de l crista l con que se mire”
•  1 )R ...
C O M O D E S C U BR IR Y C O M BAT IR
LO S P E N S AM IE N T O S
IR R AC IO N ALE S
• 
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1 ) N om bra m os ...
Ase rtividad
S IT U AC IO N E S P R O BLE M A
•   Recibir quejas
•   Negarnos ante peticiones
•   Manejar nuestros errores
•   Pedir fa...
E S T ILO D E C O M P O R T AM IE N T O P AS IV O
"Y O N O T E N G O D E R E C H O S Y T U S Í"
- Volumen bajo de voz, vac...
E S T ILO D E C O M P O R T AM IE N T O P AS IV O
"Y O N O T E N G O D E R E C H O S Y T U S Í"
- Sensación constante de s...
E S T ILO D E C O M P O R T AM IE N T O AG R E S IV O
"Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U N O "
•  Volumen de voz elevado...
E S T ILO S D E C O M P O R T AM IE N T O AG R E S IV O
"Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U N O "
- Piensan que hay gente...
E S T ILO S D E C O M P O R T AM IE N T O AS E R T IV O
"Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U T AM BIE N "

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E S T ILO S D E C O M P O R T AM IE N T O AS E R T IV O
"Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U T AM BIE N "

- Discrepa abie...
E L C O M P O R T AM IE N T O AS E R T IV O
•  Expresar, al máximo de nuestras posibilidades,
lo que queremos y deseamos d...
¿ P O R Q U E N O S O M O S AS E R T IV O S ?
•  1- No reconocimiento de los Derechos
Asertivos.
Casi todos podemos identi...
¿ P O R Q U E N O S O M O S AS E R T IV O S ?
•   2- Por tener patrones de Pensamiento Irracionales que
nos impiden actuar...
¿ P O R Q U E N O S O M O S AS E R T IV O S ?

•  3- Por falta de Habilidades Asertivas,
es decir no sabemos cómo hay que
...
D ere chos a se rtivos pe rsonale s
•  E s a tra vés de nuestra propia educación donde nos
ha n e nseñado a no ser ase rti...
D ere chos a se rtivos pe rsonale s
•  La a se rtivida d fue de finida por W olpe (1 9 5 8 ) y
La za rus (1 9 6 6 ) com o ...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 1- Es ser
egoísta
anteponer las
necesidades
propias a las
de los demás.

DERECHO
AS E R T IV O
• 1- Alg...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 2- Es
vergonzoso
cometer
errores. Hay
que tener una
respuesta para
cada ocasión.

DERECHO
AS E R T IV O...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 3- Si no
convencemos
a los demás
de nuestros
sentimientos,
estaremos
equivocados.

DERECHO
AS E R T IV ...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 4 - Hay que
acatar los
puntos de
vista de los
demás.

DERECHO
AS E R T IV O
• 4 -Tenemos
derecho a
tene...
SUPUESTO
ERRÓNEO

DERECHO
AS E R T IV O

• 5-Tenemos
derecho a
intentar ser
cambiar de
siempre lógico
idea o de línea
y co...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 6- Hay que ser
flexible y
adaptarse.

DERECHO
AS E R T IV O
6-Tenemos
derecho a la
crítica y a
protesta...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 7- No hay que
interrumpir
nunca a la
gente.

DERECHO
AS E R T IV O
• 7-Tenemos
derecho a
interrumpir
pa...
SUPUESTO
ERRÓNEO
•  8- Las cosas
podrían ser aun
peores. No hay
que tentar a la
suerte.

DERECHO
AS E R T IV O
•  8-Tenemo...
SUPUESTO
ERRÓNEO
•  9-No hay que
hacer perder a
los demás su
tiempo con los
problemas de
uno.

DERECHO
AS E R T IV O
•  9-...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 10- A la gente
no le gusta
escuchar
quejas, es
mejor
guardárselo.

DERECHO
AS E R T IV O
• 10-Tenemos
d...
SUPUESTO
ERRÓNEO

DERECHO
AS E R T IV O

• 11-Cuando
• 11-Tenemos
alguien te da
derecho a no
un consejo es
tener en
mejor ...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 12-Hay que
ser humilde
ante los
halagos.

DERECHO
AS E R T IV O
• 12-Tenemos
derecho a
recibir
reconoci...
SUPUESTO
ERRÓNEO

• 13- Hay que
intentar
adaptarse a
los demás.

DERECHO
AS E R T IV O

• 13-Tenemos
derecho a
decir “no”.
SUPUESTO
ERRÓNEO

DERECHO
AS E R T IV O

•  14-Tenemos
derecho a estar
ser antisocial,
solos, aunque
los demás
los demás
p...
SUPUESTO
ERRÓNEO
•  15- Hay que
tener siempre
una buena razón
para todo lo que
se hace.

DERECHO
AS E R T IV O
•  15-Tenem...
SUPUESTO
ERRÓNEO
• 16- Cuando
alguien tiene
un problema,
hay que
ayudarle.

DERECHO
AS E R T IV O
• 16-Tenemos
derecho a n...
SUPUESTO
ERRÓNEO

DERECHO
AS E R T IV O

17-Tenemos
17-Hay que ser
derecho a no
sensibles a las
anticiparnos a
necesidades...
SUPUESTO
ERRÓNEO
•  18- Hay que ver
siempre el lado
bueno.

DERECHO
AS E R T IV O
•  18-Tenemos
derecho a no
estar pendien...
SUPUESTO
ERRÓNEO

DERECHO
ASERTIVO

• 19- Si alguien
hace una
pregunta hay
que darle una
respuesta.

• 19- Tenemos
derecho...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS
•  Asertividad Positiva:
- Expresión de elogios
- Expresión de sentimientos personales
- Co...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

AS E R T IV ID AD P O S IT IV A
•  Expresar de manera adecuada y en el
momento adecuado lo...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

R E S P U E S T A AS E R T IV A E LE M E N T AL

•   Expresión llana y simple de los propi...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

R E S P U E S T A AS E R T IV A E LE M E N T AL
•   También nos daremos permiso para no ju...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

R E S P U E S T A AS E R T IV A E LE M E N T AL
Es importante considerar que el aceptar po...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS
AS E R T IV ID AD E M P AT IC A
•   Nos permite mostrarnos muy cercanos del otro mediante:
...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS
AS E R T IV ID AD E S C ALO N AD A
•   Elevación gradual de la firmeza de la respuesta
aser...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

C R IT IC A C O N S T R U C T IV A
U na oportunida d pa ra e l ca m bio y el a pre ndiza j...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

C R íT IC A C O N S T R U C T IV A
U na oportunida d pa ra e l ca m bio y el a pre ndiza j...
E lem entos que definen la
H abilidad de H acer C ríticas
1- Marco mis OBJETIVOS
2- Elijo el MOMENTO adecuado
3- DESCRIBO ...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

AC E P T AR C R íT IC AS
de forma constructiva
Reaccionar con calma ante una crítica de un...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

S ABE R AC E P T AR C R íT IC AS
de forma constructiva
•  Nos ayuda a sentirnos lo menos m...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

S ABE R AC E P T AR C R íT IC AS
de forma constructiva
•  Un aspecto que debe estar siempr...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

AC E P T AR C R íT IC AS
Si la persona NO nos interesa o es crítica manipulativa:
•   BANC...
H ABILID AD E S AS E R T IV AS

AC E P T AR C R íT IC AS
Si la persona y/o la crítica nos interesa,
•   INTERROGACION NEGA...
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AC E P T AR C R íT IC AS
Si las críticas son ciertas,
ASERCIóN NEGATIVA que consiste en
ac...
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Resolucion de conflictos

  1. 1. Autocontrol emocional y Asertividad •  Objetivos – D etectar, describir y ana lizar situaciones difíciles. – Aplicar técnicas y habilidades específicas. •  Metodología – P articipativa, exposición de casos, rol m odeling y rol-playing. •  Estructura – M anejo de las em ociones – T rabajo con Asertividad
  2. 2. LA ALTERACIÓN PSICOLÓGICA (I) •  La T e oría racional-em otiva de Albert E llis afirma que se produce cuando realizamos evaluaciones de carácter absoluto sobre los hechos de nuestra vida. •  S e verbalizan palabras dogmáticas como: “debo”, “debería”, “tengo que”, “es mi obligación”....
  3. 3. LA ALTERACIÓN PSICOLÓGICA (II) •  S i la s pe rsona s se a dhie re n a una “filosofía de  obliga cione s" te nde rá n a lle ga r a una s conclusione s irra ciona le s de riva da s de e stos "de bo y te ngo que ". •  E sta s de riva cione s se cla sifica n com o irra ciona le s porque ta m bié n sa bote a n los propósitos y m e ta s bá sica s de una pe rsona , •  Y sue le n da r ba ja tole ra ncia a la frustra ción.
  4. 4. LA TERAPIA RACIONAL EMOTIVA (I) •   La form a cóm o percibim os los hechos, interactúa con nuestra evaluación cognitiva, em ociones y conductas. •   Las creencias que tenem os sobre los hechos determ inan nuestras em ociones y com portam ientos. •   E n la raíz de todo pensam iento irracional se encuentra la suposición de que las cosas se hacen para uno: «E sto realm ente m e deprim e... E sta chica m e pone nervioso... Los sitios com o ése m e dan m iedo... " E star tum bado m e saca los colores, m e pone colorado».
  5. 5. LA TERAPIA RACIONAL EMOTIVA (II) •     N a da se ha ce pa ra uno/a . La s cosas e n el m undo « sim ple m e nte pa sa n: 1. U no/a e xpe rim e nta e sos a conte cim ie ntos (A), 2. inicia e l diá logo consigo m ism o (B), y lue go 3. e xpe rim e nta una e m oción (C ) re sulta do de e ste diálogo inte rior. A no e s la ca usa de C , B sí e s la ca usa de C . •     S i el diálogo consigo m ism o no se a justa a la re a lida d y e s irra ciona l, cre a rá e m ocione s de sa gra da ble s.
  6. 6. LA TERAPIA RACIONAL EMOTIVA (III) •   D os form as corrientes de charla interior irraciona l son las que origina n las frases que «horrorizan» y las que «absolutiza n». •   U no/a m ism o/a se horroriza, haciendo interpretacione s catastróficas de sus experiencias: un dolor m om entáneo en el pecho es un ataque de corazón; su malhum orado jefe intenta encolerizarlo; su cónyuge tiene que trabajar de noche y la idea de estar solo es increíblem e nte terrible. •   Las em ociones que resultan de un diálogo horrorizante tienden, a su vez, a ser horribles: está respondiendo a su propia descripción del m undo.
  7. 7. LA TERAPIA RACIONAL EMOTIVA (IV) •  La s afirm a cione s irra ciona le s que « a bsolutiza n» norm a lm e nte incluye n pa la bra s com o « de be ría , te ndría que , sie m pre, nunca ». •  La ide a que se e ncue ntra e n la ba se de e ste tipo de afirm a cione s e s que la s cosa s tie ne n que se r de una form a de te rm ina da o bie n que uno m ism o de be a justa rse a un m ode lo concre to de com porta m ie nto. •  C ua lquier de svia ción de la norm a e s m a la. La ge nte que no vive de a cue rdo con e l pa trón e s m a la. E n re a lida d, e s la norm a lo que e stá m a l, ya que e s irra ciona l
  8. 8. LA TERAPIA RACIONAL EMOTIVA (V) •  La s C R E E N C IAS IR R AC IO N ALE S tie ne n un se ntido a bsoluto: “debo”, “debería”, “tengo  que”,...; y están asocia da s a e m ocione s ne ga tiva s insa na s. •  La s C R E E N C IAS R AC IO N ALE S tie ne n un sentido preferencial: “me gustaría”, “quisiera”, “preferiría”, “desearía”...; y está n a socia da s a e m ocione s ne ga tiva s sa na s.
  9. 9. SALUD PSICOLÓGICA (I) •   E l rasgo ce ntral de las personas psicológicam ente sanas es la adherencia a una filosofía del relativism o o del deseo. •   U na persona sana puede e xperim entar em ociones negativas apropiadas (tristeza, desilusión, dolor, fastidio) cuando no ve cum plidos sus deseos. •   S e conside ra que estas em ociones tienen una m otivación constructiva, en el sentido de que ayuda n a que las personas superen los obstáculos para conse guir sus m etas, y tam bién les ayudan a a daptarse positivam ente cuando no se cum plen sus deseos.
  10. 10. SALUD PSICOLÓGICA (II) H a bría tres derivaciones fundame nta le s de esta filosofía : 1. Evaluar o analizar lo negativo: si una persona no consigue lo que quie re , reconoce que eso e s ne ga tivo, pero colocaría e l resulta do de su eva luación e n un punto de l continuo de l m a l que va de 0 a 100% 2. Tolerancia: re conoce mos un suce so no deseable , a dm itim os que e staba de ntro de lo posible que pa sara , situa mos e l suceso e n un continuo de m a l. Inte ntamos cam biar e l a contecim iento o a ce ptar la realidad, y si no podemos, em pezam os a perseguir a ctiva m ente otras m e tas. 3. Aceptación: a ceptamos que tanto nosotros com o los de más podem os falla r, la a ce ptación no im plica resignación, a sum im os que e xiste lo que e xiste , pe ro no tiene que ser para sie m pre .
  11. 11. EMOCIONES NEGATIVAS SANAS (I) •   La s pe rsona s pueden tener C ree ncias racionale s e irracionale s al mismo tiem po. •   Los de seos pueden convertirse en e xige ncias con mucha facilida d: yo puedo cree r racionalmente: "quiero que me a mes" y simultá ne a mente, cre er que: "com o quiero que me a m e s, tú de be s a ma rme". •   T e ne mos que ser capaces de discrimina r entre las C re encias R a cionale s e Irracionale s, una ve z he cha esa discrimina ción e s má s fácil distinguir entre e mociones ne ga tiva s apropiadas e ina propia das. •   La s e mociones ne gativa s apropiadas van asociadas con las C re encias R acionale s, y las ina propia da s con las C re encias Irracionale s. •   U na persona psicológica mente sana e xpe rimenta e mociones ne ga tiva s apropiadas cua ndo N O se cumple n sus de seos.
  12. 12. EMOCIONES NEGATIVAS SANAS (II) •  IN Q U IE T U D : emoción asociada a creencias  “espero que esto no suceda, y sería mala suerte que sucediera”. •  AN S IE D AD : asociada a creencias “esto no debe ocurrir, y sería horrible que ocurriera”.
  13. 13. EMOCIONES NEGATIVAS SANAS (III) •   T R IS T E Z A: está asociada a creencias “he tenido m ala suerte a tener esta pérdida, pero no hay ninguna razón por la que esto no debiera haber pasado”. •   D E P R E S IÓ N : asociada a creencias “no debería haber sufrido esta perdida, y es terrible que haya sido así”. C uando la persona se siente responsable de la pérdida, él o ella tienden a conde narse: "N o soy bueno" m ientras que si la pérdida se encue ntra fuera del control de la persona, él o ella tie nden a condenar las condiciones de vida o al m undo: "E s terrible".
  14. 14. EMOCIONES NEGATIVAS SANAS (IV) •   D O LO R : Los sentim ientos de dolor (o tristeza) se producen cuando una persona reconoce que ha hecho algo m alo en público o privado pero se acepta a sí m ism a com o un ser hum ano que puede com eter fallos. La persona se siente m al por su acto pero no por sí m ism a porque está asociado a creencias “P R E F E R IR ÍA N O H AC E R LAS C O S AS M AL, P E R O S I E S O P AS A, ¡M ALA S U E R T E !". •   C U LP ABILID AD : cuando la persona se juzga a sí m ism a com o m ala , perversa y corrupta por haber actuado m al. E n este caso la persona se siente m al, tanto por su acto com o por ella m ism a, está asocia do a creencias “N O D E BO H AC E R LAS C O S AS M AL, Y S I E S O O C U R R E , E S H O R R IBLE Y ¡Y O S O Y U N M ALV AD O !".
  15. 15. EMOCIONES NEGATIVAS SANAS (V) •    D E S ILU S IÓ N : cuando se com porta "de form a estúpida " e n público, reconoce su a cto estúpido, pero se a cepta a sí m isma . La persona se sie nte desilusiona da por su com portam iento pe ro no consigo m isma , porque pre fiere , pero no se obliga , a com portarse bien. E stá a socia da a cre encias “P R E F E R IR ÍA N O C O M P O R T AR M E D E F O R M A E S T Ú P ID A” •    V E R G Ü E N Z A: cuando a lguien reconoce que se ha com porta do "de form a estúpida " e n público y se conde na por a lgo que no debie ra habe r he cho. Las pe rsonas que sie nten apuro y ve rgüenza sue le n pre decir que su audiencia les va a juzga r nega tiva m e nte , y en e ste ca so suele n m ostra rse de a cuerdo con e stos pre juicios. E stá asocia da a cre encia s “N O D E BE R ÍA C O M P O R TAR M E D E F O R M A E S T Ú P ID A”. A m enudo cre e n que necesita n de la tota l a probación de los dem ás. S e puede distinguir la ve rgüenza de l a puro, porque e n la ve rgüenza a l público se le valora como m á s se rio. S in embargo, am bas emocione s incluyen la auto denigración.
  16. 16. EMOCIONES NEGATIVAS SANAS (VI) •  D IS G U S T O : cua ndo la pe rsona no tie ne e n cue nta una norm a de vida de un individuo. A la pe rsona que se disgusta no le a gra da lo que e l otro ha he cho, pe ro no le conde na por e llo. E sta pe rsona pie nsa : "N O M E G U S T A LO Q U E É L O E LLA H A H E C H O , Y P R E F E R IR ÍA Q U E N O H U BIE R A O C U R R ID O , P E R O N O Q U IE R E D E C IR Q U E É L O E LLA N O P U E D A R O M P E R M IS N O R M AS ". •  IR A: la pe rsona cre e que e l otro no de be de ninguna m a ne ra rom pe r sus norm a s y le conde na si lo ha ce . E stá a sociada a creencias “N O D E BE R ÍA H ABE R H E C H O ...”
  17. 17. Cómo descubrir los pensamientos automáticos •   La m ayoría charlam os con los dem ás de form a m uy diferente de com o lo hacem os con nosotros/as m ism os/as. •   A los dem á s, norm alm ente, se describe n los sucesos de la vida com o una secue ncia racional de causa y efecto. •   P ero, al m ism o tiem po, las personas pueden hablar consigo m ism as con inusitada virule ncia o desprecio: una enferm era ante un fam iliar poco im plicado pero hiperconsultador: “ •   Bueno, bueno, dígam e… P ero su diálogo interno sería: ya está otra vez... ¿ qué querrá ahora?", "que pesado", "vaya form a de em pezar el día", "todos los días igual, si no es una cosa es otra". E ste dia logo es creído en el m om ento en que nos lo decim os a nosotros m ism os.
  18. 18. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (I) •   F ILT R AJE : S O LO S E V E U N E LE M E N T O (negativo) D E LA S IT U AC IÓ N C O N LA E X C LU S IÓ N D E L R E S T O . •   C ada persona tiene su túnel particular. •   R ecuerdo selectivo de sucesos, que reexperiencía sentim ientos de cólera, ansieda d o depresión. •   S e M agnifican y trem endizan, sacándolos de conte xto, aislándolos de todas las experie ncias buenas que nos rodean. •   E l resultado final es que todos los tem ores, carencias, e irritaciones se exageran en im portancia porque llenan la conciencia con e xclusión de todo lo dem ás. •   Las pala bras clave para este tipo de filtraje son: "terrible... trem endo... desagrada ble... horroroso", y así sucesivam ente. U na frase clave es "no puedo resistirlo".
  19. 19. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (II) •   P E N S AM IE N T O P O LAR IZ AD O : insistencia en las elecciones dicotóm ica s: se tiende a percibir cualquier cosa de form a extrem ista, sin térm inos m edios. Las personas y los pensam ientos son buenos o m alos, m aravillosos u horribles. E sto crea un m undo en bla nco y negro. Las personas que padecen este tipo de distorsión fracasan en todos los m atices del gris, sus reacciones a los eventos oscilan de un e xtrem o em ociona l a otro. E l m ayor peligro de dicotom izar el pensam iento es el im pacto sobre cóm o se juzga dicha persona a sí m ism a. S i no es pe rfecto o brillante entonces sólo podrá ser un fracasado o un im bécil. N o hay lugar para las equivocaciones o la m ediocrida d.
  20. 20. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (III) •   S O BR E G E N E R ALIZ AC IÓ N : se produce una extensión, una conclusión genera liza da a partir de un incidente sim ple o un solo elem e nto de evidencia. U na enferm era pasando consulta program ada; entra un paciente a pedirle una cita y le pide que "le tom e la tensión". D e ahí pie nsa: "todos m e piden lo m ism o", "siem pre igual", "nunca aprenderán”. Las sobre generalizaciones se e xpresan a m enudo en form a de afirm aciones absolutas, com o si existiera alguna ley inm utable que gobernara y lim ita ra el curso de la felicidad. Las pa labras que indican que se puede estar sobregeneralizando son: todo, nadie, nunca, siem pre, todos, y ninguno.
  21. 21. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (IV) •   IN T E R P R E T AC IÓ N D E L P E N S AM IE N T O : hace juicios repentinos sobre los dem ás. E n la m edida en que su pensam iento interpreta, tam bién se hace n presunciones sobre cóm o está reaccionando la gente a las cosas que la rodean, particularm ente cóm o están reaccionando los dem ás ante usted. E stas presunciones son norm alm ente im posibles de ser som etidas a prueba. H an nacido de la intuición, las sospechas, dudas vagas, o una o dos experiencias pasadas, pero siem pre son, sin em bargo, creídas. Las interpretaciones del pensam iento pasan por alto conclusiones que sólo son verdad para sí m ism os sin m olestarse en com probar si son apropiadas para el resto de las personas.
  22. 22. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (V) •   V IS IÓ N C AT AS T R Ó F IC A: T E N D E N C IA A E S P E R AR E L D E S AS T R E :   “Y S I....” C uando una persona catastrofiza, una pequeña vía de agua en un barco de vela significa que seguram ente se hundirá. Los pe nsa m ientos catastróficos a m enudo e m piezan con las pa labra s "y si…". La lista puede ser interm inable, y una im aginación catastrófica realm ente fértil no tiene lím ites.
  23. 23. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (VI) •   P E R S O N ALIZ AC IÓ N : T E N D E N C IA A R E LAC IO N AR ALG O D E L AM BIE N T E C O N S IG O M IS M O , C O M P AR ÁN D O S E C O N T IN U A-M E N T E C O N LO S D E M ÁS : “S oy el que peor se organiza de l centro...", " M e controlan a m i pero no a X ...”. N unca faltan oportunidades para com pararse. La presunción subyacente es que su valor es cuestionable. P or lo tanto, continua m ente se encontrará forzado a probar su valor com o persona, m idiéndose a sí m ism o en relación con los de m ás. S i de esta com paración resulta vence dor, gozará de un m om ento de alivio. P ero si resulta perdedor, se sentirá hum illa do. S e interpre ta cada experiencia, cada conversación, cada m irada com o una pista para analizarse y valorarse a sí m ism o.
  24. 24. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (VII) F ALAC IA D E C O N T R O L: D os distorsione s en el sentido de poder y control: - V erse a sí m ism o/a im potente y externam e nte controlada, o - O m nipote nte y responsable de todo lo que ocurre alre dedor. •   Q uien se siente externam ente controlado, se bloquea. N o cree que pueda construir su propia vida o introducir cualquier diferencia en el m undo que le rodea. Allí donde m ire solo ve pruebas de la indefensión hum a na. O tra persona u otra cosa son las responsables de su dolor, sus pérdidas o sus fracasos. E llas son las culpables. D esde esta óptica es difícil encontrar soluciones, porque probablem ente no funcionarían. •   E l polo opuesto de la falacia de l control e xterno es la falacia de l control om nipotente. S e cree responsable de todo y de todos, lleva e l m undo sobre sus hom bros. Los com pañeros de trabajo depende n de ella, los am igos tam bién, es la responsa ble de la felicidad de la m ayoría de la gente y cualquier negligencia de su parte podría causarles soleda d, rechazo, la ruina o un susto.
  25. 25. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (VIII) •    F ALAC IA D E JU S T IC IA: E S LA AP LIC AC IÓ N D E N O R M AS LE G ALE S Y C O N T R AC TU ALE S A LAS R E LAC IO N E S IN T E R P E R S O N ALE S D os personas rara me nte se ponen de acuerdo sobre lo que es justo, y no e xiste tribunal o jue z que pue da a yudarlos. La justicia es una e va luación subje tiva de la medida e n que lo que uno e spera , necesita o dese a de la otra persona , ésta se lo proporciona . La justicia , definida a sí, pue de ser tan fácilm e nte puesta a l servicio de los propios inte reses, que cada persona que da inmoviliza da en su propio punto de vista . E l re sultado es la im presión de e sta r vivie ndo e n las trincheras y un se ntim iento de enojo cada ve z ma yor. •    La fa lacia de la justicia se e xpresa a menudo con frase s condicionales. P or ejemplo, en la situación de sustituir a un compañe ro" S i va lorara n m i trabajo, no me harían esto", "si se dieran cue nta de lo que m e distorsiona , no ma ndarían hacerlo". •    E s te nta dor hacer suposiciones sobre cóm o cam biaría n la s cosas si la ge nte se lim itara a jugar lim pio y nos va lorara a decua da me nte. P e ro la s otras personas casi nunca ve n la s cosas de la mism a form a que nosotros, y a ca ba m os ca usándonos dolor a nosotros m ism os.
  26. 26. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (IX) •   R AZ O N AM IE N T O E M O C IO N AL: C R E E M O S Q U E T O D O LO Q U E S E N T IM O S T IE N E Q U E S E R V E R D AD E R O . S i se sie nte com o un perdedor, entonces tiene que ser un perdedor. S i se sie nte culpable, tiene que haber hecho algo m al. S i se considera feo, entonces tiene que ser feo. S i se siente colérico, es que a lguie n se ha aprovechado de él. •   T odas las cosas negativas que se sienten sobre uno m ism o y los dem á s, debe ser verdadera s porque se sienten com o verdaderas. E l problem a con el razonam iento em ocional es que las em ociones por sí m ism as no tienen validez. S on productos de l pe nsa m iento. S i una persona tiene pensam ientos y creencias deform ada s, sus em ociones reflejan estas distorsiones. C reer siem pre en las em ociones propias es com o creerse todo lo que se im prim e.
  27. 27. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (X) •   F ALAC IA D E C AM BIO : LA E S P E R AN Z A D E C AM BIO S E D IR IG E H AC IA LO S D E M ÁS , LA E S P E R AN Z A D E LA F E LIC ID AD S E E N C U E N T R A E N Q U E LO S D E M ÁS C AM BIE N Y S AT IS F AG AN N U E S T R AS N E C E S ID AD E S . La única persona a la que uno puede controlar realm e nte, o tener m uchas esperanzas de cam biar, es a sí m ism o. Las estrategias para cam biar a los otros incluyen echarles la culpa, exigirles, oculta rles cosas y negociar. E l resultado norm al es que la otra persona se siente atacada o cohibida y no cam bia en absoluto. S upone que, el que la s cosas nos salgan bien, depe nde de los actos de los dem á s; cuando de hecho, depende de varios m ile s de grandes y peque ñas decisiones que ca da persona tom a a lo largo de la vida.
  28. 28. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XI) •  E T IQ U E T AS G LO BALE S : S E G E N E R ALIZ AN U N A O D O S C U ALID AD E S D E U N JU IC IO N E G AT IV O G LO BAL “LAS G O R D AS S O N U N R O LLO ”, “LO S AD O LE S C E N T E S U N O S P AS O T AS ”. C ada una de estas etiquetas puede contener algo de verdad. P ero en un juicio global se genera lizan una o dos cualidades. E l rótulo ignora toda evidencia contraria, convirtie ndo tu visión del mundo en estereotipada y unidim ensional.
  29. 29. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XII) •   C U LP ABILID AD : distorsiones sobre la responsa bilida d: LO S D E M ÁS S O N LO S R E S P O N S ABLE S D E N U E S T R O S U F R I-M IE N T O , o U N O /A M IS M O /A E X C LU S IV AM E N T E . •   S e experim enta una sensación de alivio cuando conoces quié n es el culpable. C uando una persona está sufriendo, alguie n ha de ser el responsable. U na persona está sola, ofendida o atem orizada porque alguie n le provoca estos sentim ientos. A m enudo la culpabilidad im plica que otro se convierta en el responsable de elecciones y decisiones que realm ente son de nue stra propia responsabilida d. •   Algunas pe rsonas focalizan la culpabilida d en ellas m ism as exclusivam ente. S e m artille an constantem ente a sí m ism as por ser incom petente s, insensibles, estúpidas, m uy em otivas, etc. S iem pre están a punto para encontrarse equivocadas.
  30. 30. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XIII) •    Los D E BE R ÍA: LA P E R S O N A S E C O M P O R T A D E AC U E R D O A U N A S E R IE D E R E G LAS IN F LE X IBLE S Q U E D E BE R ÍAN R E G IR LA R E LAC IÓ N D E T O D AS LAS P E R S O N AS . E S T AS R E G LAS S O N C O R R E C T AS E IN D IS C U T IBLE S . •    C ualquier desvia ción hacia va lores o norm as particula res es ma la . A m enudo la persona a dopta la posición de jue z y encuentra fa ltas. La ge nte le irrita : de bería n conocer las re glas y debería n seguirla s. •    E l hecho de que no las sigan significa que "sólo pie nsa en sí m ism o". P alabras que indica n esta distorsión son debería , habría de , o te ndría . •    N o sólo son los dem ás quie nes son juzga dos, sino que tam bién la pe rsona se hace sufrir a sí m isma con los debería . S e sie nte im pelida a ha cer algo, o a ser de a lguna forma , pero nunca se mole stará e n preguntarse obje tiva m e nte si re a lm ente tie ne a lgún se ntido. S e de nom ina "la tira nía de los debería ".
  31. 31. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XIII,bis) ALG U N O S D E BE R ÍAS : •    D e bería ser ca paz de soportar cua lquie r pe na lidad con ecuanim idad. •    D e bería ser ca paz de encontra r una rá pida solución a cua lquier problem a. • D e bería conocer, ente nder y pre vee rlo todo. •    D e bería ser siempre espontáne o y a l m ism o tie m po de bería controla r sie mpre m is se ntim ientos. •    N o debería se ntir ciertas em ociones, ta le s com o cólera o ce los, nunca . •    N o debería equivocarme nunca . •    D e bería confiar tota lm ente e n m í m ism o. •    N o debería estar ca nsado o e nfe rm o nunca . •    D e bería ser siempre extrem a dam ente eficie nte . •    D e bería conseguir que hicieran lo que aconse jo
  32. 32. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XIV) •    T E N E R R AZ Ó N : S E E S T Á C O N T IN U AM E N T E E N U N P R O C E S O P AR A P R O BAR Q U E S U S O P IN IO N E S Y AC C IO N E S S O N C O R R E C T AS . S e pone norm alm ente a la de fe nsiva ; tie ne que proba r continuame nte que su punto de vista es e l corre cto, que sus a precia ciones de l m undo son justas, y todas sus acciones a de cua das. N o está intere sado en la posible ve racida d de una opinión difere nte a la suya , sino sólo de de fenderla . C ada decisión que toma e s justa , todo trabajo realiza do está bie n he cho. N unca se e quivoca . •    La s opiniones de este tipo de pe rsonas raram e nte cambia n porque tienen dificultad para escuchar nue vas informaciones. C uando los he chos no e nca jan e n lo que ya cre en, los ignora n. E l a ctuar así nos hace m ás solita rios, porque te ner ra zón se conside ra má s im portante que m ante ne r una s buenas re la ciones pe rsona les.
  33. 33. PENSAMIENTOS IRRACIONALES (XV) •    F ALAC IA D E LA R E C O M P E N S A D IV IN A: N O S C O M P O R T AM O S D E F O R M A “C O R R E C T A” E N E S P E R A D E U N A R E C O M P E N S A. S e sacrifica y traba ja hasta que dar e xte nua do/a , y m ientras, espera a lgún tipo de recompensa o aprecia ción e specia l, pe ro nunca lle ga. P oco a poco nos hace mos hostile s y re se ntidos y nos va m os de sgasta ndo física y e mociona lm ente . T odas las persona s tiene n a lgunas distorsiones fa vorita s. O tras raram ente aparecerán. E s necesario sensibilizarse a la s distorsiones de m a yor frecuencia de modo que la a larma inte rna suene sie mpre que a parezca n.
  34. 34. CAMBIOS RACIONALES (I) F ILT R AJE : M O D IF IC AR E L O R IG E N , N O E S N E C E S AR IO E X AG E R AR . •    S i una persona se encue ntra a trapa da por una idea que se repite como e n un disco ra yado, concentrando su atención e n cosas de l a m biente que normalm ente le asustan, produce n sudora ción o encole riza n, para ve ncer e l filtra je hay que m odifica r e l origen de libera da m ente . •    C uando se realiza e l proceso de filtra je , se tiende a exa gera r los proble m as. P a ra com ba tir esta e xa gera ción, ha y que de jar de usa r pa la bras tale s com o te rrible, treme ndo, re pugna nte , horrible , e tc. E n particula r, ha y que de sterrar la s frases del tipo "no pue do resistirlo". •    S e puede resistir, porque la historia nos m uestra que los seres hum anos pue den resistir casi cua lquie r golpe psicológico y puede n soportar dolores físicos incre íbles. U no puede acostum bra rse y enfre nta rse a casi todo".
  35. 35. CAMBIOS RACIONALES(II) •    P E N S AM IE N T O P O LAR IZ AD O : LAS C O S AS N O S O N BLAN C AS O N E G R AS : P E N S AR E N P O R C E N T AJES . •    La cla ve para ve ncer e l pensam ie nto polarizado es de ja r de hacer juicios e n blanco y ne gro. La gente no e s fe liz o triste , cariñosa o esquiva , valiente o coba rde , inte lige nte o estúpida , sino que se distribuye a lo la rgo de un continuo. T iene n un poco de todo. •    Los seres hum anos son de m asia do com ple jos para ser re ducidos a juicios dicotóm icos. S i se tie ne te nde ncia a ha cer e ste tipo de clasificaciones es de gra n utilida d pe nsa r e n térm inos de porce ntaje s: "D urante el 5% de l tie m po soy un ignorante , e l resto de l tie m po no".
  36. 36. CAMBIOS RACIONALES (III) •    S O BR E G E N E R ALIZ AC IO N : C U AN T IF IC AR ¿ H AY P R U E BAS P AR A LAS C O N C LU S IO N E S ? N O E X IS T E N ABS O LU T O S . •    La sobrege nera lización es se ncilla m e nte la te ndencia a e xa gerar, la prope nsión a tom ar un botón y coserle un ve stido. S e puede combatir e sta te ndencia cua ntificando, en lugar de usar pa labras com o inmenso, trem endo, masivo, m inúsculo, e tc. Ademá s, se puede e xa m inar cuánta e videncia ha y, e n re a lidad, pa ra la s conclusiones obtenidas. S i la conclusión está basada en uno o dos casos, una simple e quivocación, o un pequeño síntoma , entonces deberá se r recha za da ha sta que se posean prueba s más convincentes. •    S i se pre tende sobre genera liza r, se piensa e n absolutos. S e debe rá, por ta nto, e vita r fra ses y suposiciones que requie ran e l uso de pa la bras ta le s como todo, siem pre , ninguno, nunca , todos y na die . Los pe nsam ie ntos y la s sentencias que incluyen estas pa labras ignoran las e xce pciones y los m a tices de l gris. P ara hacer los pensam ie ntos más flexible s, úsense pa labras ta les como es posible , a veces, y a m enudo.
  37. 37. CAMBIOS RACIONALES (IV) •   IN T E R P R E T AC IÓ N D E L P E N S AM IE N T O : C O M P R O BAR LO S ¿ H AY P R U E BAS P AR A LAS C O N C LU S IO N E S ? •   La interpretación de l pensam ie nto es la tendencia a hacer inferencias sobre qué piensa y qué siente la gente. A la larga, es m ejor no hacer inferencia a lguna sobre la gente. •   O creer todo lo que nos dicen o no creer nada hasta poseer alguna prueba concluyente. H ay que tratar todas las opiniones sobre la gente com o hipótesis que deben ser probadas y com proba das, cuestionándolas. S i se carece de inform ación directa de la persona im plicada , pero se poseen otras evide ncias, hay que eva lua r la conclusión.
  38. 38. CAMBIOS RACIONALES (V) •   V IS IÓ N C AT AS T R Ó F IC A: P R O BABILID AD E S R E ALE S •   La visión catastrófica es un m agnífico cam ino para el desarrollo de la ansie dad. La persona de be pararse a refle xionar y realizar una evaluación honesta de la situa ción en térm inos de proba bilidades o porcentaje s. ¿ C uál es el riesgo? ¿ U no entre 10.000 (0,01% )?, ¿ U no entre 1000 (0,1% )? E studiar las probabilidades ayuda a evaluar de form a realista cualquier cosa que pueda angustiarnos.
  39. 39. CAMBIOS RACIONALES (VI) • P E R S O N ALIZ AC IÓ N : C O M P R O BAR LO S ¿ H AY P R U E BAS P AR A LAS C O N C LU S IO N E S ? ¿ P O R Q U É AR R IE S G AR S E A C O M P AR AR ? •   S i la tendencia es a personalizar, hay que esforzarse en probar que el ceño fruncido del jefe tiene a lgo que ver con nosotros. C om pruébese. S i no se puede preguntar a la persona interesada, NO se deben sacar conclusiones a m enos que se esté convencido de poseer e videncias y pruebas razonables. •   T am bién e s im portante abandonar el hábito de com pararse a sí m ism o negativa o positivam ente con los dem ás. E l valor de una persona no consiste en ser mejor que los dem ás, así que ¿ por qué e m pezar a jugar a las com paraciones?.
  40. 40. CAMBIOS RACIONALES (VII) •    F ALAC IA D E C O N T R O L: Y O H AG O Q U E S U C E D A. C AD A U N O E S R E S P O N S ABLE •    D e sastres naturales aparte, cada pe rsona es responsable de lo que sucede en su m undo. La pe rsona hace que suceda . S i una persona es infeliz, e s que e xiste n e le cciones e specíficas que ha he cho, y continúa ha cie ndo, que tiene n como subproducto la infe licidad. •    La fa lacia de la om nipote ncia es la cara opuesta de la m one da de la fa lacia del control e xte rno. E n luga r de se r responsa ble de los propios problemas, se es re sponsa ble de los problem as de todos los de má s. S i a lguien tiene dolor, e s de su responsa bilida d hacer a lgo para soluciona rlo. La persona que tie ne e ste tipo de pe nsam ie ntos cre e que no se com porta como le corresponde si no soporta la carga de los dem á s. •    La cla ve para ve ncer la fa la cia de la omnipote ncia es reconocer que cada uno es responsable de sí m ism o. T odos somos capita nes de nuestros propios barcos, tom ando las decisione s que conducen nuestras vida s.
  41. 41. CAMBIOS RACIONALES (VIII) •   F ALAC IA D E JU S T IC IA: P R E F E R E N C IA F R E N T E A JU S T IC IA •   F uera de un juzgado, el uso del conce pto de justicia es peligroso. •   E l m undo de la justicia es un sim pático disfraz de las preferencia s y carencias persona les. •   Lo que uno quiere es justo, pero lo que quieren los dem ás no. •   Lo im portante es ser honesto con uno m ism o y con los dem ás. •   H ay que saber decir lo que se necesita o se prefiere sin vestirlo con la falacia de la justicia.
  42. 42. CAMBIOS RACIONALES (IX) C U LP ABILID AD : Y O H AG O Q U E S U C E D A. C AD A U N O E S R E S P O N S ABLE •   E s responsabilidad de cada persona afirm ar sus necesidades, decir que no, o irse a otra parte. Las otras personas no son responsables de conocer o ayudar a otra persona a que satisfaga sus necesidades. •   N adie tiene la culpa si otra persona, un adulto responsable, está angustiado o no es feliz. H a y que buscar las elecciones que ha hecho anteriorm ente que le han lleva do a esta situación. E xam inar qué opcione s se han realiza do recientem e nte para afrontarla. D iferencia entre sentirse responsable y volver la culpa bilidad hacia uno m ism o: S entirse responsable significa aceptar las consecue ncias de nuestras propias e lecciones. C ulparse a sí m ism o significa atacar la propia autoestim a y autodenom inarse incapaz en caso de error.
  43. 43. CAMBIOS RACIONALES (X) •    D E BE R ÍA: N O R M AS F LE X IBLE S . V ALO R E S F LE X IBLE S •    H a y que ree xam inar y cuestionar cua lquier norma pe rsona l o explica tiva que incluya las pa labra s debe ría , ha bría que , o te ndría que. Las norma s y las expecta tiva s flexible s no usa n e stas pa labra s porque existen e xce pciones y circunsta ncia s espe cia les. •    U sted puede irritarse cuando ve que la ge nte no a ctúa de a cuerdo con sus valores. P ero los va lore s persona les son pre cisam e nte esto, pe rsonales. P uede n funciona r para usted, pero no siem pre funciona n bien para los de m ás. Todas la s personas son dife rente s. •    La cla ve radica en ver la singula ridad de cada persona , la s necesida des, lim itaciones, m iedos y pla ce res particulares. C om o e s im posible conocer todas estas com ple jas e íntim a s inte rre la ciones, una pe rsona no pue de conoce r si sus va lores se aplica n a los de m ás. La persona tie ne derecho a una opinión, pero ha de tom ar en conside ración la posibilida d de e star e quivocado. Asim ismo, debe perm itir a los de m ás considerar importantes cosas difere nte s.
  44. 44. CAMBIOS RACIONALES (XI) R AZ O N AM IE N T O E M O C IO N AL: LO S S E N T IM IE N T O S P U E D E N M E N T IR •   Lo que una persona siente depende enteram ente de lo que piensa. S i tiene pensa m ientos distorsiona dos, sus sentim ientos no tendrán validez, sus sentim ientos pueden m entirle. D e hecho, si se tienen sentim ientos depresivos o ansiosos todo el tiem po, es casi seguro que le habrán engañado. •   N o hay nada sagra do o autom áticam ente verdadero sobre lo que una pe rsona siente. S i se siente poco atractivo o se siente necio y des-concertado, tenderá a creerse a sí m ism a feo o im bécil. P ero paré-m onos un m om ento a pensar. P ue de ser que esto no sea cierto y la persona esté sufriendo por nada. H ay que ser escéptico sobre los sentim ientos y exam inarlos críticam ente.
  45. 45. CAMBIOS RACIONALES (XII) •  F ALAC IA D E C AM BIO : Y O H AG O Q U E S U C E D A •  C ua ndo una pe rsona tra ta de obliga r a la ge nte a ca m bia r, e stá pidie ndo a los de m á s que se a n dife re nte s pa ra que e lla pue da se r fe liz. La suposición e s que su fe licida d de pe nde de a lguna form a de los de m á s y de su conducta . •  La felicida d de pe nde de ca da pe rsona , y m á s propia m e nte , de ca da una de la s de cisione s tom a da s. H a de de cidir si se va o se que da , si tra ba ja de e le ctricista o pa na de ro, si dice que sí o que no. C a da pe rsona produce su propia fe licida d.
  46. 46. CAMBIOS RACIONALES (XIII) •  E T IQ U E T AS G LO BALE S : S E R E S P E C ÍF IC O •  La s etique ta s globa le s norm a lm e nte son falsa s porque a unque sólo conte m pla n una única ca ra cte rística o conducta , im plica n, por de cirlo a sí, a todo el conjunto. •  M á s que a plica r etique ta s globa le s, ha y que lim ita r la s obse rva cione s a ca sos e spe cíficos. P re gunta rse a sí m ism o si un ca so e s sie m pre ve rda d, o sólo e s cierto a hora o sólo e s ve rda de ro a lguna s ve ce s.
  47. 47. CAMBIOS RACIONALES (XIV) •   T E N E R R AZ Ó N : E S C U C H AR AC T IV AM E N T E •   C uando ha y que tener razón siem pre, no se escucha a los dem ás. N o puede perm itirse. •   E scuchar puede llevar a la conclusión de que a veces uno se equivoca. La clave para com batir esta falacia es una escucha activa. P ara escuchar activa m ente hay que participar en la com unicación repitiendo lo que se cree que se está escuchando para ase gurarse de que se está entendie ndo realm ente lo que los de m ás están diciendo y querie ndo decir. •   E ste proceso de com probación ayuda a que dos personas que no están de acuerdo aprecie n m utuam ente sus respectivos puntos de vista. N o siem pre existe una única respuesta correcta. M ejor concentrarse en descubrir si aprender de la opinión de los de m ás.
  48. 48. CAMBIOS RACIONALES (XV) •    F ALAC IA D E LA R E C O M P E N S A D IV IN A: •    S e acepta el dolor y la infelicida d porque practicar e l bie n será “finalm ente” re com pensa do. S i practicar e l bie n significa esta r hacie ndo cosas que no se quie re n ha cer y sacrifica r a ctivida des u obje tos a la s que la persona se nie ga a re nunciar, entonces es muy proba ble que no se recoja ninguna recompe nsa . La persona se convertirá e n ta n e squiva e infeliz que la ge nte acaba rá por e vitar cua lquier conta cto con e lla . •    E n realida d, la re compensa ha y que recibirla a hora. S us re la ciones, la consecución de fines, y e l cuida do que da a la ge nte que ama , de be ría n ser intrínsecam ente recompe nsa ntes. La m ayoría de los días, e l ba la nce ba ncario e mociona l debería escribirse en ne gro. S i se está agotado y se a cum ulan los núme ros rojos durante días y se m anas e s que a lgo va m a l. •    E s necesario a rre glar las activida de s para conseguir a quí y ahora a lguna recompensa, deja ndo o com partiendo las activida de s que crónica me nte consum en a l suje to. E s parte de la responsabilidad de ca da uno preocuparse por no hacer cosas que le lleva rá n a sentirse rese ntido.
  49. 49. COMO DESCUBRIR y COMBATIR los PENSAMIENTOS RRACIONALES “T odo e s se gún el color de l crista l con que se mire” •  1 )R e a liza m os un lista do de situa cione s e stre sora s •  2 )P untua m os de 0 a 1 0 0 e sta s situa cione s e n U S AS “U nidades S ubje tivas de Ansiedad” •  3 ) La s orde na m os de m a yor a m e nor •  4 ) Anotar la cauda de dicho “desgaste”.  T ra ba ja re m os con e l siguie nte re gistro: D ÍA/ HORA S IT U AC IÓ N P E N S AM IE N T O IR R AC IO N AL E M O C IÓ N C O ND UC TA C AM BIO D E P E N S AM IE N T O
  50. 50. C O M O D E S C U BR IR Y C O M BAT IR LO S P E N S AM IE N T O S IR R AC IO N ALE S •  •  •  •  •  •  1 ) N om bra m os la e m oción y la cua ntifica m os 2 ) D e scribim os la situa ción, día y hora 3 ) E scribir los pe nsa m ie ntos sobre a que llo 4 ) Ide ntifica m os los pe nsa m ie ntos irra ciona le s 5 ) D e scribim os nue stra conducta 6 ) D e scubrim os la s distorsione s, a nota m os el ca m bio de pe nsa m ie nto
  51. 51. Ase rtividad
  52. 52. S IT U AC IO N E S P R O BLE M A •   Recibir quejas •   Negarnos ante peticiones •   Manejar nuestros errores •   Pedir favores •   Aceptar críticas •   Aceptar halagos o reconocimientos •   Aceptar responsabilidades ante nuevas tareas •   Cambiar de opinión •   Hablar en público •   Expresar nuestro estado de ánimo •   Expresar nuestros desacuerdos: hacer críticas •   Interrumpir una reunión de forma adecuada •   Coordinación / Devolución casos
  53. 53. E S T ILO D E C O M P O R T AM IE N T O P AS IV O "Y O N O T E N G O D E R E C H O S Y T U S Í" - Volumen bajo de voz, vacilaciones, silencios, poca fluidez... - Poco contacto ocular, mirada baja, postura tensa , incómoda... - Inseguridad en saber qué hacer y qué decir. - Sienten que es necesario ser querido por todos (pacientes, compañeros, etc.)
  54. 54. E S T ILO D E C O M P O R T AM IE N T O P AS IV O "Y O N O T E N G O D E R E C H O S Y T U S Í" - Sensación constante de ser incomprendidos, manipulados y no tenidos en cuenta. - Se presentan sentimientos de impotencia, culpabilidad, ansiedad y frustración. - Pérdida de autoestima / pérdida de aprecio y/o falta de respeto de los demás.
  55. 55. E S T ILO D E C O M P O R T AM IE N T O AG R E S IV O "Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U N O " •  Volumen de voz elevado, poca fluidez, interrupciones. - Contacto ocular retador, cara y expresión tensa. - Tendencia al contraataque. - Piensan que si no se comportan así, son demasiado vulnerables. - Sitúan los patrones de comportamiento en términos de ganar-perder.
  56. 56. E S T ILO S D E C O M P O R T AM IE N T O AG R E S IV O "Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U N O " - Piensan que hay gente que merece ser castigada. - Sienten ansiedad creciente, soledad, sensación de incomprensión, culpa, frustración. - Baja autoestima y sensación de falta de control. - Honestidad emocional: expresan lo que sienten y piensan, “no engañan a nadie”. - Producen rechazo en los demás.
  57. 57. E S T ILO S D E C O M P O R T AM IE N T O AS E R T IV O "Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U T AM BIE N " •  Habla fluida, seguridad, contacto ocular directo, relajación corporal. •  Expresión de sentimientos tanto positivos como negativos, se defienden sin agredir. •  No van a ganar, sino a llegar a un acuerdo.
  58. 58. E S T ILO S D E C O M P O R T AM IE N T O AS E R T IV O "Y O T E N G O D E R E C H O S Y T U T AM BIE N " - Discrepa abiertamente, pide aclaraciones, dice “no”, sabe aceptar errores. - Buena autoestima, respeto por uno mismo. - Sensación de control emocional.
  59. 59. E L C O M P O R T AM IE N T O AS E R T IV O •  Expresar, al máximo de nuestras posibilidades, lo que queremos y deseamos de un modo directo, honesto, de forma adecuada, que claramente indica lo que deseamos de la otra persona pero mostrando respeto por ella, con el mínimo coste emocional, manteniendo una buena relación con las personas implicadas.
  60. 60. ¿ P O R Q U E N O S O M O S AS E R T IV O S ? •  1- No reconocimiento de los Derechos Asertivos. Casi todos podemos identificar patrones de comportamiento asertivos en nuestro repertorio de conductas, pero el manifestar ese tipo de comportamiento nos genera tanta ansiedad que o no lo hacemos o lo hacemos parcialmente.
  61. 61. ¿ P O R Q U E N O S O M O S AS E R T IV O S ? •   2- Por tener patrones de Pensamiento Irracionales que nos impiden actuar de forma asertiva: por ejemplo: la conducta pasiva puede guiarse por la siguiente idea irracional: “Es necesario ser querido y apreciado por todo el mundo” , este patrón de pensamiento le va a llevar a ceder a peticiones, a hacer aquello que cree que los demás esperan de ella en vez de lo que ella cree que tiene que hacer, etc. •   Mientras la conducta agresiva puede tener esta otra idea: “Es horrible que las cosas no salgan como yo quiero que salgan”, este esquema le puede llevar a imponer sus  criterios sin tener en cuenta las opiniones de los demás
  62. 62. ¿ P O R Q U E N O S O M O S AS E R T IV O S ? •  3- Por falta de Habilidades Asertivas, es decir no sabemos cómo hay que hacer un determinado comportamiento de forma asertiva.
  63. 63. D ere chos a se rtivos pe rsonale s •  E s a tra vés de nuestra propia educación donde nos ha n e nseñado a no ser ase rtivos. •  E xiste n una se rie de suposiciones tra diciona les, que a prim e ra vista pa recen “norm ale s”, pe ro que si no las sabe m os flexibiliza r de form a a de cuada •  N os hace n sentir infe riores a los dem ás, •  N o nos posibilitan el cambio ni el da r re spue stas adecua das a de te rm inada s situa ciones, •  N os supe ditan a la opinión de los dem á s o a la im a gen que dam os al exte rior, e n vez de centra r nue stra autoestim a e n los logros propios y e l respe to a uno m ism o y a los de m ás.
  64. 64. D ere chos a se rtivos pe rsonale s •  La a se rtivida d fue de finida por W olpe (1 9 5 8 ) y La za rus (1 9 6 6 ) com o «la e xpre sión de los de re chos y se ntim ie ntos pe rsona le s» , y ha lla ron que ca si todo el m undo podía se r a se rtivo e n a lguna s situa cione s y tota lm e nte inefica z e n otra s. •  S e tra ta de a um e nta r e l núm e ro y la dive rsida d de situa cione s e n la s que se pue da de sa rrolla r una conducta a se rtiva y dism inuir a l m á xim o a que lla s que provoque n de ca im ie nto u hostilida d.
  65. 65. SUPUESTO ERRÓNEO • 1- Es ser egoísta anteponer las necesidades propias a las de los demás. DERECHO AS E R T IV O • 1- Algunas veces tenemos derecho a ser los primeros
  66. 66. SUPUESTO ERRÓNEO • 2- Es vergonzoso cometer errores. Hay que tener una respuesta para cada ocasión. DERECHO AS E R T IV O • 2- Tenemos derecho a cometer errores y a no avergonzarnos por ello
  67. 67. SUPUESTO ERRÓNEO • 3- Si no convencemos a los demás de nuestros sentimientos, estaremos equivocados. DERECHO AS E R T IV O • 3-Tener derecho a ser el juez último de nuestros sentimientos.
  68. 68. SUPUESTO ERRÓNEO • 4 - Hay que acatar los puntos de vista de los demás. DERECHO AS E R T IV O • 4 -Tenemos derecho a tener nuestras propias opiniones.
  69. 69. SUPUESTO ERRÓNEO DERECHO AS E R T IV O • 5-Tenemos derecho a intentar ser cambiar de siempre lógico idea o de línea y consecuente. de acción. • 5-Hay que
  70. 70. SUPUESTO ERRÓNEO • 6- Hay que ser flexible y adaptarse. DERECHO AS E R T IV O 6-Tenemos derecho a la crítica y a protestar por un trato injusto.
  71. 71. SUPUESTO ERRÓNEO • 7- No hay que interrumpir nunca a la gente. DERECHO AS E R T IV O • 7-Tenemos derecho a interrumpir para pedir una aclaración.
  72. 72. SUPUESTO ERRÓNEO •  8- Las cosas podrían ser aun peores. No hay que tentar a la suerte. DERECHO AS E R T IV O •  8-Tenemos derecho a intentar un cambio.
  73. 73. SUPUESTO ERRÓNEO •  9-No hay que hacer perder a los demás su tiempo con los problemas de uno. DERECHO AS E R T IV O •  9-Tenemos derecho a pedir ayuda o apoyo emocional.
  74. 74. SUPUESTO ERRÓNEO • 10- A la gente no le gusta escuchar quejas, es mejor guardárselo. DERECHO AS E R T IV O • 10-Tenemos derecho a sentir y expresar dolor.
  75. 75. SUPUESTO ERRÓNEO DERECHO AS E R T IV O • 11-Cuando • 11-Tenemos alguien te da derecho a no un consejo es tener en mejor seguirlo, cuenta los porque suele consejos de tener razón. los demás.
  76. 76. SUPUESTO ERRÓNEO • 12-Hay que ser humilde ante los halagos. DERECHO AS E R T IV O • 12-Tenemos derecho a recibir reconocimiento explícito.
  77. 77. SUPUESTO ERRÓNEO • 13- Hay que intentar adaptarse a los demás. DERECHO AS E R T IV O • 13-Tenemos derecho a decir “no”.
  78. 78. SUPUESTO ERRÓNEO DERECHO AS E R T IV O •  14-Tenemos derecho a estar ser antisocial, solos, aunque los demás los demás pensaran que no deseen nuestra te gustan. compañía. •  14- No hay que
  79. 79. SUPUESTO ERRÓNEO •  15- Hay que tener siempre una buena razón para todo lo que se hace. DERECHO AS E R T IV O •  15-Tenemos derecho a no justificarnos ante los demás.
  80. 80. SUPUESTO ERRÓNEO • 16- Cuando alguien tiene un problema, hay que ayudarle. DERECHO AS E R T IV O • 16-Tenemos derecho a no responsabilizarnos de los problemas de los demás.
  81. 81. SUPUESTO ERRÓNEO DERECHO AS E R T IV O 17-Tenemos 17-Hay que ser derecho a no sensibles a las anticiparnos a necesidades y las necesidades deseos de los de los demás. demás.
  82. 82. SUPUESTO ERRÓNEO •  18- Hay que ver siempre el lado bueno. DERECHO AS E R T IV O •  18-Tenemos derecho a no estar pendientes de la buena voluntad de los demás.
  83. 83. SUPUESTO ERRÓNEO DERECHO ASERTIVO • 19- Si alguien hace una pregunta hay que darle una respuesta. • 19- Tenemos derecho a responder, o a no hacerlo.
  84. 84. H ABILID AD E S AS E R T IV AS •  Asertividad Positiva: - Expresión de elogios - Expresión de sentimientos personales - Conducta positiva recíproca •  Respuesta Asertiva Elemental •  Asertividad Empática •  Asertividad Escalonada •  Crítica Constructiva •  Aceptar Críticas: - Banco de niebla - Interrogación negativa - Aserción negativa
  85. 85. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AS E R T IV ID AD P O S IT IV A •  Expresar de manera adecuada y en el momento adecuado lo bueno y valioso de otra persona. •  Enfatizar la información positiva. •  Ha de ser recompensante y tener impacto emocional. •  Ha de ser discriminativa. •  Expresión mediante: – expresiones de elogio y/o aprecio – expresión de sentimientos personales – conducta positiva recíproca
  86. 86. H ABILID AD E S AS E R T IV AS R E S P U E S T A AS E R T IV A E LE M E N T AL •   Expresión llana y simple de los propios intereses y derechos. •   Cuando nos interrumpen, no nos atienden de forma adecuada, es decir, en aquellas situaciones en las que de alguna manera sentimos que no se respetan nuestros derechos. •   La primera condición necesaria para comportarnos de una manera asertiva autoafirmativa es la persistencia o la capacidad de insistir. •   DISCO RAYADO: en las situaciones en las que nuestro interlocutor trata de hacernos perder nuestro objetivo de diversas maneras, como: – Mostrando oposición a nuestros intereses, – Tratando de manipularnos, etc.
  87. 87. H ABILID AD E S AS E R T IV AS R E S P U E S T A AS E R T IV A E LE M E N T AL •   También nos daremos permiso para no justificarnos, (Tenemos derecho a no justificarnos), sobre todo si la otra persona pretende, a través de pedirnos razones, manejar nuestro comportamiento, sobre la base de inducirnos sentimientos de culpa o mediante chantaje emocional. •   Emplearemos esta técnica cuando queramos negarnos a una petición. En estas situaciones una respuesta habitual es la de dar excusas, contradecirnos, enfadarnos y/o terminar haciendo aquello que no queremos hacer. •   Nos incomoda decir que NO porque anticipamos las consecuencias negativas que tendría de cara a la relación, enemistarnos, caerle mal, perder el concepto que tienen de nosotros, etc.
  88. 88. H ABILID AD E S AS E R T IV AS R E S P U E S T A AS E R T IV A E LE M E N T AL Es importante considerar que el aceptar por norma peticiones que no deseamos nos llevaría a un mayor deterioro de la relación, que el negarnos de una forma adecuada. Para negarnos de una forma adecuada: - Persistiremos en nuestra negativa. - Sin excusas o justificaciones. - Intentaremos empatizar con el otro. - Nos centraremos en dar alternativas para solucionar el problema planteado. - Enfatizaremos nuestro interés por la relación a pesar de la negativa.
  89. 89. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AS E R T IV ID AD E M P AT IC A •   Nos permite mostrarnos muy cercanos del otro mediante: – Un planteamiento inicial que transmite reconocimiento a la otra persona, de sus planteamientos, derechos e intereses, y – Un planteamiento posterior sobre nuestros derechos e intereses. – “Entiendo que tú..., y yo...” – Utilizar cuando haya desacuerdo y no queremos que la otra persona se sienta herida, incomprendida, rechazada…
  90. 90. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AS E R T IV ID AD E S C ALO N AD A •   Elevación gradual de la firmeza de la respuesta asertiva. •   Sirve como pauta de comportamiento ante la persona que no se da por aludida ante nuestros intentos de asertividad. •   Nuestra capacidad de influir en los demás tiene un límite, más allá del cual… …el problema es suyo ¡¡¡no nuestro!!!
  91. 91. H ABILID AD E S AS E R T IV AS C R IT IC A C O N S T R U C T IV A U na oportunida d pa ra e l ca m bio y el a pre ndiza je •  Tenemos derecho a pedir cambios y tenemos derecho a negarnos a cambiar, Y los demás también tienen este derecho. •  Es una poderosa habilidad para mejorar el comportamiento personal y de las organizaciones. •  Se centra en las posibilidades de cambio.
  92. 92. H ABILID AD E S AS E R T IV AS C R íT IC A C O N S T R U C T IV A U na oportunida d pa ra e l ca m bio y el a pre ndiza je •   Nadie es perfecto, todos somos capaces de cambiar y mejorar nuestro comportamiento en la relación con nuestros pacientes y en las relaciones laborales. •   La crítica constructiva es una habilidad de comunicación poderosa para mejorar el comportamiento personal y de las organizaciones. •   Transmite información útil para el cambio, se centra más en las posibilidades de cambio y de mejora del comportamiento que en "pillar" al otro en fallos. •   En lugar de deteriorar las relaciones interpersonales, con acusaciones, pretende incluso mejorarlas.
  93. 93. E lem entos que definen la H abilidad de H acer C ríticas 1- Marco mis OBJETIVOS 2- Elijo el MOMENTO adecuado 3- DESCRIBO la situación y/o conducta a criticar, evitando entrar en descalificaciones personales 4- EXPRESO mis sentimientos con MENSAJE YO 5- SUGIERO cambios con MENSAJE “YO” 6- Anticipo las CONSECUENCIAS BENEFICIOSAS 7- Pido opinión y intercambiamos información y posibilidades 8.- Ofrezco AYUDA 9- REFUERZO la aceptación de la crítica 10- REFUERZO el cambio operado
  94. 94. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AC E P T AR C R íT IC AS de forma constructiva Reaccionar con calma ante una crítica de un compañero o de un paciente sin evaluarla como una catástrofe para nuestra autoestima personal y profesional, – dejar terminar (“escuchando activamente”) a quien nos critica sin dispararse, – saber aprovechar la información útil que encierra la crítica, – rectificar nuestra conducta en la dirección que propone la crítica, – replicar a ella cuando es inapropiada o injusta, son habilidades que podemos aplicar a menudo en nuestro trabajo profesional con los pacientes y en el trabajo en equipo.
  95. 95. H ABILID AD E S AS E R T IV AS S ABE R AC E P T AR C R íT IC AS de forma constructiva •  Nos ayuda a sentirnos lo menos mal posible y a evitar que la relación se deteriore. •  Habitualmente contraatacamos, nos defendemos, callamos o justificamos, conllevando un alto DESGASTE EMOCIONAL. •  Suelen contener gran número de errores o distorsiones: generalizaciones, falacias, culpabilizaciones, etc.
  96. 96. H ABILID AD E S AS E R T IV AS S ABE R AC E P T AR C R íT IC AS de forma constructiva •  Un aspecto que debe estar siempre presente cuando recibimos una crítica es no entrar a discutir términos vagos y generalizados, como "tú siempre igual”, "en la administración ya se sabe", etc. •  Estas discusiones, con mucha frecuencia, nos llevan al descontrol, y, lo peor de todo, a no solucionar nada.
  97. 97. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AC E P T AR C R íT IC AS Si la persona NO nos interesa o es crítica manipulativa: •   BANCO DE NIEBLA, que consiste en responder: – – – – Sin negar la crítica ni contraatacar con otra. Aceptando la posibilidad de que tenga razón. Aceptando la parte de verdad que la crítica contenga. Sin ironizar ni justificarse: un exceso de explicaciones es dar argumentos para que nos sigan criticando.
  98. 98. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AC E P T AR C R íT IC AS Si la persona y/o la crítica nos interesa, •   INTERROGACION NEGATIVA, nos ayuda a suscitar críticas adecuadas en el otro, con expresión honrada de su opinión: – Pidiendo su opinión sobre nosotros con preguntas – Escuchando activamente sin interrumpir – Centrando y concretando la crítica – Dando alternativas para solucionar el problema – Sin sarcasmo ni ironía, valorando su comunicación
  99. 99. H ABILID AD E S AS E R T IV AS AC E P T AR C R íT IC AS Si las críticas son ciertas, ASERCIóN NEGATIVA que consiste en aceptar la crítica, – sin excusas – sin pedir perdón y – sin negar la crítica •  Contribuye a no sentirnos culpables ante un error y a centrarnos en soluciones.
  100. 100. GRACIAS POR LA ATENCIÓN… …QUE SIRVA PARA EL PROPIO AUTOCONOCIMIENTO…

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