SOCORROS DE URGÊNCIA RESGATE
Tempo: O caminho entre a vida e a morte!
Os 10 Mandamentos do Socorrista <ul><li>1. Mantenha a calma.  </li></ul><ul><li>2. Tenha em mente a seguinte ordem de segu...
NOÇÕES DE ENFERMAGEM
<ul><li>Constituído por inúmeras células nervosas chamadas de Neurônios, controla ainda as funções de todo o organismo: an...
Cérebro humano <ul><li>Foto – corte baixo </li></ul>Mostra dos dois hemisférios
Imagens Tomográficas do Corpo Humano Nota-se a caixa craniana –  massa encefálica, olhos e a hipófise  – caixa torácica/ab...
<ul><li>Destina-se à retirada dos nutrientes  </li></ul><ul><li>( carboidratos, açúcares, lipídeos, gorduras, proteínas, v...
Imagens tomográficas dos órgãos internos – Adulto – 25 anos
Tomografia frontal  - Adulto – 40 anos
<ul><li>É constituído pelo órgão central que é o coração, pelos  vasos sanguíneos e pelo sangue. </li></ul><ul><li>Tem a f...
Artérias e Veias   Arteriosclerose
<ul><li>As principais artérias do corpo humano, para estudo da anatomia humana são: </li></ul><ul><li>Carótida  Localizada...
Coração
Detalhes do Coração
Posicionamento do Coração O coração fica no centro do tórax, um pouco à direita e é protegido pelas costelas e o externo
SANGUE <ul><li>Definição   O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em uma pesso...
Plaquetas <ul><li>Definição   As plaquetas são pequenas massas protoplásticas anucleares, que aderem à superfície interna ...
57 a 67 % 2 a 4 % 0 a 1 % 25 a 33 % 4 a 8 % <ul><li>Glóbulos Brancos   No sangue, temos de   5.000 a 10.000 corpúsculos ou...
Imagens microscópicas do interior do corpo humano e do sangue,  ampliadas até 500.000 vezes  . Microscópio Eletrônico
<ul><li>Introdução "Anemia", palavra que do grego significa "privação de sangue". É caracterizada por ...
O corpo humano possui um total de  208  ossos distribuídos por todo o esqueleto. O esqueleto ósseo, além de sustentação co...
Formação óssea do Corpo Humano O Corpo humano possui 24 costelas
Efeito do desgaste do tempo no corpo humano. Nota-se que com a curvatura da coluna devido à fragilidade óssea, o ser human...
Tomografia com predominância óssea – Coluna e costelas
Tomografia – Costelas, sacrais e região do períneo
TRILOGIA DO SALVAMENTO Duração no Atendimento Tempo de Deslocamento Centro Especializado Viatura compatível Condições da V...
Garantir a segurança do socorrista e da vítima Verificar se a vítima responde Gritar por ajuda Verificar se respira Verifi...
UNIDADE DE RESGATE Uma UR poderá contar até 150 itens para o resgate de emergência, incluindo equipamentos e medicamentos.
Habitualmente é classificado segundo a Escala de Coma de Glasgow que descreve a resposta ocular, verbal e motora a estímul...
Consiste na verificação do nível de consciência.       Avaliar os 4 sinais vitais :  Pulso, respiração, pressão arterial (...
   Traumas Graves :  3 a 8 Traumas Moderados : 9 a 12 Traumas  Leves :  13 a 15. ESCALA DE GLASGOW 1 Sem resposta 2 Sons i...
<ul><li>Pesquisa da melhor abertura ocular  </li></ul><ul><li>    Verifique se o paciente abre os olhos espontaneamente. S...
Pesquisa da Melhor Resposta Motora    Solicite ao paciente que execute algum gesto simples. Por exemplo, levante os dedos,...
PROCEDIMENTOS INICIAIS <ul><li>SINAIS VITAIS </li></ul><ul><li>Temperatura da Vítima </li></ul><ul><li>Respiração </li></u...
TEMPERATURA <ul><li>Temperatura Bucal  </li></ul><ul><li>36,2 a 37,0 ºC </li></ul><ul><li>Temperatura Retal </li></ul><ul>...
<ul><li>Pressão que o sangue exerce nas paredes  das artérias de nosso corpo. Divide-se em: </li></ul><ul><li>Sistólica : ...
<ul><li>Quando for medir sua pressão, esteja certo de:  </li></ul><ul><li>       Não estar com a bexiga cheia;  </li></ul>...
CHECK-UP DA  PA Intervenção imediata ou reavaliar em 1 semana >  110 >  180 Confirmar em 1 mês 100-109 160-179 Confirmar e...
VALORES DA  PA    Maiores de 18 anos Crianças e Adolescentes Hipertensão Sistólica Isolada    >  140  < 90 Hipertensão Gra...
PULSO & RESPIRAÇÃO PULSO Adulto Masculino  - 60  a 100 BPM Crianças  - 100 a 120 BPM Lactentes  - 120 a 140 BPM RESPIRAÇÃO...
Para que a vida possa ser preservada faz-se necessário que mantenhamos um fluxo constante de oxigênio para o cérebro. O ox...
<ul><li>Lembre-se: </li></ul><ul><li>Em caso de qualquer dúvida, falta de conhecimento técnico ou mesmo insegurança ... </...
URGÊNCIA É um fato onde uma providência corretiva deve ser tomada tão logo seja possível.                                 ...
PRIORIDADE NO SOCORRO <ul><li>Atenção Especial </li></ul><ul><li>Parada Cardiorrespiratória </li></ul><ul><li>Parada Respi...
Exame Subjetivo <ul><li>Prioridades do Socorrista </li></ul><ul><li>Relacionar  Vítima ao acidente </li></ul><ul><li>Relat...
Exame  Objetivo <ul><li>Verificar Consciência </li></ul><ul><li>Verificar Vias Aéreas </li></ul><ul><li>Verificar Respiraç...
Análise Sistemática – Máximo de 90 segundos <ul><li>Verifique a Respiração : ajoelhe junto a vítima, aproximando a parte l...
Análise Geral <ul><li>Examine a vítima da cabeça aos pés </li></ul><ul><li>Examine a pupila </li></ul><ul><li>Saída de liq...
SOCORROS DE URGÊNCIA <ul><li>Vítima engasgada </li></ul><ul><li>Parada Respiratória  </li></ul><ul><li>Parada Cardíaca </l...
Vítima Engasgada   <ul><li>Adulto/Criança </li></ul><ul><li>Verificar se a vítima pode falar </li></ul><ul><li>Se não pude...
Bebê Engasgado <ul><li>Verifique a consciência; </li></ul><ul><li>Abra as vias aéreas e verifique a respiração; </li></ul>...
Parada Respiratória     Se a vítima tem pulso, apresenta parada respiratória <ul><li>Verificar inconsciência e vias aéreas...
Parada Cardiorespiratória   ( Se a vítima não tem pulso, apresenta parada cardíaca) <ul><li>Verificar VAS e sinais vitais ...
Localizar o apêndice xifóide com ajuda das costelas Colocar a mão esquerda sob a direita  acima do apêndice.
Entrelaçar os dedos e alinhar com o controle da coluna Efetuar a manobra mantendo os braços  na vertical
Inicie a massagem cardíaca comprimindo o peito da vítima acima de 8 anos de idade em torno de  03 a 05 cm ;      Realize a...
<ul><li>As doenças cardíacas possuem fatores de risco que podem ser alterados, são eles:  </li></ul><ul><li>1. Fumar  – Um...
Fibrilação Ventricular <ul><li>* 820 óbitos por dia (1 pessoas a cada minuto) * Acima de 95% morrem antes de chegar a um P...
USO DO DESFIBRILADOR Simulação – Manobra AED Desfibrilador EMERGÊNCIA
Parada Cardiorespiratória -  Bebês <ul><li>Com o bebê deitado em uma superfície plana e dura, faça cócegas em seus pés; </...
CORAÇÃO DE UM PACIENTE OBESO <ul><li>Corte longitudinal </li></ul>
Afogamentos <ul><li>Quadro de asfixia seguido de possível  parada cardíaca  </li></ul><ul><li>- 90% dos casos relatados em...
AFOGAMENTO  SEQUÊNCIA  DE EVENTOS - MINUTOS Parada cardíaca – morte cerebral 9 Convulsões 8 Distúrbios hidrosalinos 7 Aspi...
No afogamento, a água penetra pela boca e  laringe, desce pela traquéia e através dos brônquios, invade os pulmões, enchar...
AFOGAMENTO <ul><li>Coração adulto </li></ul><ul><li>Coração de criança </li></ul>Petéquias visíveis <ul><li>Foto 1 </li></...
<ul><li>São consideradas graves as seguintes queimaduras: </li></ul><ul><li>Elétricas </li></ul><ul><li>Períneo – contrair...
Queimaduras 1º, 2º e 3º Graus <ul><li>1º GRAU __________ </li></ul><ul><li>Epiderme </li></ul><ul><li>Dor  ,Vermelhidão lo...
Queimaduras Quanto ao Grau 1º Grau 2º Grau 3º Grau
Gravidade Quanto a Extensão Pequenas Queimaduras  = menos de 10% da área corpórea Grandes Queimaduras  = mais de 10% da ár...
Procedimentos Técnicos   <ul><li>Queimaduras  Térmicas: </li></ul><ul><li>Verificar VAS; </li></ul><ul><li>Apagar o fogo c...
Procedimentos Técnicos   <ul><li>Queimaduras Químicas   : </li></ul><ul><li>Verificar VAS </li></ul><ul><li>Evitar o estad...
Observações ao Socorrista e Paramédico: <ul><li>Dependendo do tipo e extensão da queimadura, o paciente poderá vir a óbito...
CHOQUE ELÉTRICO <ul><li>QUADRO CLÍNICO </li></ul><ul><li>Queimaduras  - Lesões cutâneas mínimas e lesões profundas graves;...
<ul><li>O nosso Sistema Nervoso é bidirecional, ou seja, os impulsos elétricos vão para o cérebro e também dele emanam.  <...
VIAS DE CORRENTE - GRAVIDADE <ul><li>Mão -> mão </li></ul><ul><li>Mão -> pé </li></ul><ul><li>Pé -> pé </li></ul><ul><li>A...
O coração possui uma área (nó sinusal) que emite pequenos sinais elétricos rítmicos fazendo-o contrair-se numa seqüência l...
CONDUTA DO SOCORRISTA <ul><li>Jamais se aproxime do local sem antes fazer um levantamento minucioso e rápido. Pode haver c...
<ul><li>Em caso de fios energizados caídos na pista onde hajam vítimas isoladas ou em veículos, proceda da seguinte forma:...
Ponto de Entrada de Corrente Elétrica Queimadura nos dedos
QUEIMADURA DOS MEMBROS SUPERIORES <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
Queimaduras nas Mãos e Dedos Alta voltagem   <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
<ul><li>Choque Elétrico Fulminante – Óbito imediato </li></ul><ul><li>Contato com alta voltagem em rede elétrica </li></ul...
Efeito da Queimadura por Eletricidade Artificial Local de contato com o fio <ul><li>Foto 1 </li></ul>
      Podem ser produzidas por substâncias irritantes - ácidos, álcalis, água quente, vapor, cinzas quentes, pó explosivo,...
<ul><li>Externas </li></ul><ul><li>Não tocar na ferida; </li></ul><ul><li>Não aplique medicamentos ou qualquer produto no ...
Procedimentos
CONDUTA EM FERIMENTOS COM HEMORRAGIAS <ul><li>Colocação de bandagens, curativos e torniquetes: </li></ul>
FRATURAS Membros inferiores / Superiores <ul><li>Imobilizar com talas; </li></ul><ul><li>Tentar alinhar a fratura suavemen...
<ul><li>COMO RECONHECER UMA FRATURA </li></ul><ul><li>Se existe deformação ( angulação e encurtamento); </li></ul><ul><li>...
Existem fraturas que podem comprometer os ligamentos e tendões, isto ocorre porque uma ponta do osso fraturado sai de seu ...
<ul><li>Verifique ferimentos na cabeça; </li></ul><ul><li>Verifique a presença de hematomas nas pálpebras ( sinal de guaxi...
T.C.E Fratura de Crânio - TCE <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
T.C.E – SINAL DE GUAXINIM <ul><li>Foto cadáver </li></ul>
DILATAÇÃO PUPILAR <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul><ul><li>Fratura de Crânio  </li></ul><ul><li>Morte ove...
FRATURA EXPOSTA   <ul><li>Controle a hemorragia </li></ul><ul><li>Não tente recolocar o osso para dentro </li></ul><ul><li...
TIPOS DE FRATURAS
TIPOS DE FRATURAS
TIPOS DE FRATURAS
Cirurgia de Colocação de Pino de sustentação em fratura
PROCESSO FINAL DA CIRURGIA
Tipos de Imobilização Usados
IMOBILIZAÇÃO NA CABEÇA
TRANSPORTE DE ACIDENTADO Prancha sob a Maca Móvel
ESTADO DE CHOQUE Falência hemodinâmica do sistema circulatório <ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>Pele pálida, úmida e fri...
<ul><li>4 a 6 minutos  Coração </li></ul><ul><li>Cérebro </li></ul><ul><li>Pulmão </li></ul><ul><li>45 a 90 minutos  Fígad...
<ul><li>Hipovolêmico ->  ( Perda de sangue ) por hemorragias, queimaduras graves, diarréias, vômitos ( desidratação ) </li...
ESTADO DE CHOQUE <ul><li>Posicionar a vitima deitada, com pernas elevadas; </li></ul><ul><li>Se houver lesões na cabeça ou...
ENVENENAMENTO <ul><li>Jamais provoque vômitos com a vítima inconsciente;   </li></ul><ul><li>Se a vítima estiver conscient...
<ul><li>Como suspeitar de envenenamento: </li></ul><ul><li>Cheiro de veneno no hálito da vítima; </li></ul><ul><li>Dor ou ...
Conduta Para Com a Vítima Envenenada <ul><li>Deitar a vítima com as pernas cruzadas; </li></ul><ul><li>Ajoelhar próximo à ...
TRAUMA DA COLUNA <ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>Associar a vítima ao acidente – queda de altura, mergulho no raso, aci...
Trauma da Coluna <ul><li>Manter as condições respiratórias – Usar O 2 ; </li></ul><ul><li>Mantenha a cabeça alinhada com t...
“  Quanto mais alta a lesão, maiores são os riscos”. Estudo da Coluna
Hérnia de disco Deformidades da coluna
Colocação do Colete Cervical <ul><li>1) MEDIDA DO TAMANHO NO PACIENTE  </li></ul><ul><li>É importante o uso do tamanho apr...
Colocação do KED <ul><li>Mantendo a cabeça da acidentado fixada com as mãos pelo primeiro socorrista, o segundo, pelo sist...
Colocação do KED <ul><li>O outro Socorrista passa os cintos pelas pernas do acidentado, prendendo os cintos, no local corr...
COLOCAÇÃO DO KED
KED - Transporte
<ul><li>Contrações fortes e freqüentes; </li></ul><ul><li>Saída de líquido claro pela vagina – ruptura da bolsa; </li></ul...
<ul><li>Verifique as VAS; </li></ul><ul><li>Verifique a apresentação do bebê – se não existir a apresentação cefálica, min...
<ul><li>Após a saída da placenta, havendo hemorragia forte, tape a vagina com absorvente higiênico, gaze ou pano limpo; </...
Nascimento do bebê
Parto Normal <ul><li>A cabeça do bebê começa a sair </li></ul><ul><li>Dilatação da vagina para o bebê </li></ul><ul><li>A ...
Parto Agachado Observe que quando a cabeça do bebê sai completamente, o socorrista gira a mesma lentamente para que os omb...
Ultrassonografia do bebê
<ul><li>Diminuição da força muscular com perda repentina da consciência . </li></ul><ul><li>CAUSAS : Falta alimentação, je...
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS
RAIVA HUMANA <ul><li>A raiva, também chamada hidrofobia, é uma doença praticamente fatal se não for tratada imediatamente....
No cão, a doença se inicia após uma incubação de 3-6 semanas.O que mais chama a atenção no período prodrômico é o  comport...
O que fazer: É aconselhável respirar para um saco de plástico ou de papel, de forma a aumentar os níveis de dióxido de car...
O que fazer: 1. Se apenas a ponta do anzol estiver na pele , pode retirá-lo sem  problemas e tratar a pequena hemorragia. ...
<ul><li>Os indivíduos que sofrem de diabetes mellitus recorrem à insulina com o objetivo de regular o nível de açúcar no s...
SINTOMAS DO ATAQUE 1. Súbita perda de consciência, por vezes com um grito. 2. Rigidez e arqueamento das costas. 3. A respi...
HIPOTERMINA <ul><li>Exposição intensa ao frio extremo. </li></ul><ul><li>IDENTIFICAÇÃO: </li></ul><ul><li>Fraqueza; </li><...
    Exposição prolongada ao calor associado a  :     -  dor de cabeça;     -  enjôo;     -  tonteiras;     -  rosto averme...
<ul><li>         Dose excessiva de qualquer droga,quer se trate de um narcótico ou de um medicamento. É perigosa e exige t...
OVERDOSE Cocaína diluída
Ferimentos por projéteis <ul><li>Procedimentos </li></ul><ul><li>Monitorar sinais vitais; </li></ul><ul><li>Conduzir em pr...
TIRO TRANSFIXIANTE Entrada pelo braço e alojamento no tórax <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
Projétil Alojado no Crânio <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
PROJÉTIL ALOJADO NO BRAÇO <ul><li>Foto 1 </li></ul>
TIRO NA NUCA – REGIÃO DO CEREBELO <ul><li>Foto 1 </li></ul>
Perfuração do pulmão por projétil  <ul><li>Foto 1 </li></ul>
Traqueotomia Procedimento realizado em pacientes que necessitam de ventilação mecânica prolongada. Limpa-se o pescoço do p...
<ul><li>APENDICITE AGUDA  </li></ul><ul><li>É a  inflamação do apêndice. O apêndice é uma estrutura vermiforme (em forma d...
<ul><li>Primeiramente para saber o que é uma Hérnia, temos que entender que as vísceras abdominais  (intestinos, estômago,...
HÉRNIA – Tratamento Cirúrgico <ul><li>Hérnia 1 </li></ul><ul><li>Hérnia 2 </li></ul>
A cirurgia de hérnia  Colocação de uma tela de sustentação   <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul><ul><li>Fot...
<ul><li>ANGINA </li></ul><ul><li>É o estreitamento da artéria do coração . </li></ul><ul><li>Sintomas:  Pressão e desconfo...
Emergências Clínicas <ul><li>INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO </li></ul><ul><li>Decorre da obstrução de uma artéria do músculo c...
<ul><li>Nos homens é mais comum a dor pré-cordial. Já nas mulheres o cansaço e a fadiga extrema são os sintomas mais comun...
<ul><li>Comumente chamado de derrame, os acidentes vasculares cerebrais pode ser definidos como a interrupção do fluxo san...
Emergências Clínicas Acidente Vascular Cerebral
ANEURISMAS <ul><li>ANEURISMA  é uma palavra grega que quer dizer “Alargamento” </li></ul><ul><li>Considera-se aneurisma um...
ANEURISMA Dilatação parietal de artéria, de veia ou do coração, e que pode ter forma variável (saciforme, fusiforme, etc.)...
EDEMA   PULMONAR <ul><li>Enchimento do pulmão por líquidos, devido ao mau funcionamento do coração. </li></ul><ul><li>Sint...
<ul><li>É a constrição da musculatura dos brônquios, dificultando a passagem de ar pelas VAS. </li></ul><ul><li>Sintomas: ...
<ul><li>Ferimentos na Cabeça </li></ul><ul><li>Não tente limpar o ferimento, há perigo de aumentar a hemorragia; </li></ul...
<ul><li>Ferimentos na Face </li></ul><ul><li>Corrigir problemas respiratórios; </li></ul><ul><li>Não esquecer a possibilid...
<ul><li>Ferimentos no Nariz </li></ul><ul><li>Controle hemorragias; </li></ul><ul><li>Coloque um retalho no local; </li></...
<ul><li>Ferimentos no Tórax </li></ul><ul><li>Mantenha a vítima deitada sobre o lado da lesão; </li></ul><ul><li>Coloque c...
<ul><li>Ferimentos na Região Genital </li></ul><ul><li>Faça curativo compressivo no local; </li></ul><ul><li>Em caso de mu...
<ul><li>   O paciente geralmente apresenta, antes da perda de sangue,  enjôos e náuseas.    Ao vomitar, vem sangue como se...
HEMORRAGIA NASAL     Ponha o paciente sentado, com a cabeça em posição normal e aperte-lhe a(s) narinas(s) durante cinco m...
A Anafilaxia já existe durante muitos séculos. O primeiro relato esta datado de 2640 A.C  e descreveu a morte súbita do fa...
Quando ocorre a anafilaxia, grandes quantidades de histamina e outras substâncias são liberadas pelos mastócitos ao longo ...
<ul><li>alimentos e aditivos alimentares  </li></ul><ul><li>picadas e mordidas de insetos  </li></ul><ul><li>alguns agente...
<ul><li>sensação de desmaio  </li></ul><ul><li>pulso rápido  </li></ul><ul><li>dificuldade de respiração, incluindo chiado...
<ul><li>Para a reversão do quadro em caráter emergencial,  poderá ser aplicado  uma injeção de epinefrina (=adrenalina) as...
ANAFILAXIA GRAVE    Para cada 10kg= 0,1Oml de adrenalina;     Adultos(com mais de 70kg)=0,5Oml de adrenalina, no máximo;  ...
ANIMAIS PEÇONHENTOS INSETOS E  RÉPTEIS
COBRAS <ul><li>A  maneira mais segura de se saber se uma serpente é venenosa ou não, é através da FOSSETA LOREAL – pequeno...
CARACTÉRISTICAS DAS SERPENTES VENENOSAS VISÍVEL GRANDES POUCO VISÍVEL VISÍVEL PEQUENAS VISÍVEL GRANDES PRESAS AUSENTE EXIS...
ATAQUE DE OFÍDIOS  <ul><li>Crotálicos  </li></ul><ul><li>Cascavéis </li></ul><ul><li>Dificuldade de abrir os olhos </li></...
ATAQUE DE OFÍDIOS <ul><li>Botrópicos </li></ul><ul><li>( Jararacas, Urutu,Jararacuçu ) </li></ul><ul><li>Dor Imediata </li...
Cobras  Procedimentos de Urgência <ul><li>Identificar o animal </li></ul><ul><li>Avaliar sinais vitais </li></ul><ul><li>L...
PICADAS DE COBRAS
Normal Turva e cor vermelha Diminuição do volume, cor castanho avermelhado URINA Inexiste Às vezes, dores de cabeça Dor in...
<ul><li>As aranhas são animais carnívoros de vida livre, geralmente solitárias e predadoras, alimentando-se de insetos. Sã...
Socorro de Urgência <ul><li>Procure identificar o tipo de aranha;  </li></ul><ul><li>Se conseguir capturar a aranha, leve-...
Aranhas Marrons ou violinos; Aranhas Armadeiras( Saltadoras); Tarântulas; Aranhas de alçapão; Aranhas de banana; Aranhas l...
PICADA DA ARANHA MARROM
Picada da Viúva Negra Picada da Armadeira PICADAS DE OUTRAS ESPÉCIES
Dor interna, sudorese, náuseas, vômitos, hipertensão Equimose local e pequena necrose Dor forte,vômitos, hipertemia , ...
Curso de socorros de urgência
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  1. 1. SOCORROS DE URGÊNCIA RESGATE
  2. 2. Tempo: O caminho entre a vida e a morte!
  3. 3. Os 10 Mandamentos do Socorrista <ul><li>1. Mantenha a calma. </li></ul><ul><li>2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando você estiver prestando socorro: · PRIMEIRO EU (o socorrista ) · DEPOIS MINHA EQUIPE (Incluindo os transeuntes) · E POR ÚLTIMO A VÍTIMA. Isto parece ser contraditório a primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerar novas vítimas. </li></ul><ul><li>3. Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao chegar no local do acidente. Podemos por exemplo discar 3 números: 193 (número do corpo de bombeiros da maioria das cidades brasileiras) Não conseguindo contato pelo 193 pode-se tentar os números 192 (Geralmente Pronto-Socorro) ou o número 190 (Polícia Militar). </li></ul><ul><li>4. Sempre verifique se há riscos no local, para você e sua equipe, antes de agir no acidente. </li></ul><ul><li>5. Mantenha sempre o bom senso. </li></ul><ul><li>6. Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos. </li></ul><ul><li>7. Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar lhe ajudarão e se sentirão mais úteis. </li></ul><ul><li>8. Evite manobras intempestivas (realizadas de forma imprudente, com pressa) </li></ul><ul><li>9. Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de vida como, por exemplo, vítimas em parada cárdio-respiratória ou que estejam sangrando muito. </li></ul><ul><li>10. Seja socorrista e não herói </li></ul>
  4. 4. NOÇÕES DE ENFERMAGEM
  5. 5. <ul><li>Constituído por inúmeras células nervosas chamadas de Neurônios, controla ainda as funções de todo o organismo: andar, falar, rir, sensação de frio, saliva, diminuição da pupila, etc. </li></ul>Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico Sistema Nervoso Autônomo Encéfalo Medula Nervos Gânglios Terminações Sistema Parassimpático Cérebro Cerebelo DIVISÃO
  6. 6. Cérebro humano <ul><li>Foto – corte baixo </li></ul>Mostra dos dois hemisférios
  7. 7. Imagens Tomográficas do Corpo Humano Nota-se a caixa craniana – massa encefálica, olhos e a hipófise – caixa torácica/abdominal e membros inferiores
  8. 8. <ul><li>Destina-se à retirada dos nutrientes </li></ul><ul><li>( carboidratos, açúcares, lipídeos, gorduras, proteínas, vitaminas, sais minerais e água) dos alimentos para assegurar a vida celular. </li></ul><ul><li>Função: </li></ul><ul><li>Mastigação, deglutição, digestão alimentar, absorção de nutrientes, eliminação de substâncias que não foram aproveitadas pelo organismo. </li></ul><ul><li>Constituição: </li></ul><ul><li>Boca, Faringe, Esôfago, Estômago, Intestinos Grosso e Delgado </li></ul>Sistema Digestivo
  9. 9. Imagens tomográficas dos órgãos internos – Adulto – 25 anos
  10. 10. Tomografia frontal - Adulto – 40 anos
  11. 11. <ul><li>É constituído pelo órgão central que é o coração, pelos vasos sanguíneos e pelo sangue. </li></ul><ul><li>Tem a função de conduzir material nutritivo e oxigênio a todas as células do organismo, bem como recolher do organismo substâncias tóxicas e em excesso que serão filtradas nos rins. </li></ul><ul><li>Os vasos sanguíneos se dividem em Artérias, veias e capilares. </li></ul><ul><li>Artérias - Recebem o sangue sob pressão do coração ( sístole) para qualquer parte do corpo. Têm como características: Pulsam, possuem paredes espessas, se cortadas o sangue esguicha e localizam-se mais profundamente no corpo. </li></ul><ul><li>VEIAS – São vasos que levam o sangue de qualquer parte do corpo para o coração. Têm como características: Não pulsam, suas paredes são finas e flácidas, se cortadas o sangue só escorre e localizam-se mais superficialmente no corpo. </li></ul><ul><li>CAPILARES – São vasos sanguíneos de calibre reduzido. </li></ul><ul><li>SANGUE – É responsável pelo equilíbrio térmico do corpo mantendo a temperatura do mesmo em 37º e pela defesa orgânica. O sangue é composto por: </li></ul><ul><li>Parte líquida Plasma nutrição </li></ul><ul><li>Parte sólida Hemácias (células vermelhas) – Transportam gases </li></ul><ul><li>Leucócitos (células brancas) – Defesa orgânica </li></ul><ul><li>Plaquetas – coagulação sanguínea </li></ul>Sistema Circulatório
  12. 12. Artérias e Veias Arteriosclerose
  13. 13. <ul><li>As principais artérias do corpo humano, para estudo da anatomia humana são: </li></ul><ul><li>Carótida Localizada nas laterais do pescoço, irrigam toda a cabeça e o cérebro; </li></ul><ul><li>Radial Localizada entre a mão e o ante-braço, na junção da artéria braquial, mais conhecida como “pulso”; </li></ul><ul><li>Braquial Localizada em ambos os braços, se dividem para formar as radiais. É muito usada para se tomar a pulsação de bebês e recém nascidos; </li></ul><ul><li>Femural Localizada nos dois membros inferiores, irrigam as pernas e conduzem o sangue para a parte inferior do corpo; </li></ul><ul><li>Pedial/Tibial Localizam-se na tíbia e em ambos os pés </li></ul>ARTÉRIAS
  14. 14. Coração
  15. 15. Detalhes do Coração
  16. 16. Posicionamento do Coração O coração fica no centro do tórax, um pouco à direita e é protegido pelas costelas e o externo
  17. 17. SANGUE <ul><li>Definição O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em uma pessoa normal sadia, cerca de 45% do volume de seu sangue são células (a maioria de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares. </li></ul><ul><li>Este movimento circulatório do sangue ocorre devido à atividade coordenada do coração, pulmões e das paredes dos vasos sanguíneos. O sangue transporta ainda muitos sais e substâncias orgânicas dissolvidas. </li></ul><ul><li>No interior de muitos ossos, há cavidades preenchidas por um tecido macio, a medula óssea vermelha, onde são produzidas as células do sangue: hemácias, leucócitos e plaquetas. </li></ul>
  18. 18. Plaquetas <ul><li>Definição As plaquetas são pequenas massas protoplásticas anucleares, que aderem à superfície interna da parede dos vasos sanguíneos no lugar de uma lesão e fecham o defeito da parede vascular. Tem cerca de 200.000 a 300.000 plaquetas, denominadas trombócitos, no sangue. </li></ul>
  19. 19. 57 a 67 % 2 a 4 % 0 a 1 % 25 a 33 % 4 a 8 % <ul><li>Glóbulos Brancos No sangue, temos de 5.000 a 10.000 corpúsculos ou glóbulos brancos (células brancas do sangue), que recebem o nome de leucócitos. De 4.000 a 11.000 glóbulos brancos por mm3. São de vários tipos principais: Neutrófilos - Que fagocitam e destroem bactérias; Eosinófilos – Também conhecidos como acidófilos, aumentam seu número e se ativam na presença de certas infecções e alergias; Basófilos - Que segregam substâncias como a heparina, de propriedades anticoagulantes, e a histamina; Linfócitos - Que desempenham um papel importante na produção de anticorpos e na imunidade celular; Monócitos - Que digerem substâncias estranhas não bacterianas. </li></ul>
  20. 20. Imagens microscópicas do interior do corpo humano e do sangue, ampliadas até 500.000 vezes . Microscópio Eletrônico
  21. 21. <ul><li>Introdução &quot;Anemia&quot;, palavra que do grego significa &quot;privação de sangue&quot;. É caracterizada por uma diminuição da quantidade total do número de glóbulos vermelhos ou de hemoglobina do sangue (concentração de hemoglobina inferior a 0,13g/ml no homem e a 0,12g/ml na mulher). </li></ul><ul><li>Hemoglobina A hemoglobina é constituída por um pigmento vermelho chamado heme , que dá a cor vermelha característica do sangue. É um pigmento especial predominante no sangue, cuja função é transportar o oxigênio. Transporta o oxigênio dos pulmões até os tecidos do corpo. Depois, inverte sua função e recolhe o dióxido de carbono, transportando-o até os pulmões para ser expirado. A deficiência de hemoglobina provoca a anemia. As alterações da estrutura da hemoglobina podem causar a anemia falciforme. </li></ul><ul><li>Anemia das células falciformes A anemia falciforme é um processo hereditário em que a hemoglobina apresenta-se alterada. Conhecida também como anemia drepanocítica, é causada pela existência de hemoglobina anômala ou hemoglobina S, que muda de forma quando a quantidade de oxigênio no sangue se reduz por qualquer motivo. As hemácias que contêm a hemoglobina também mudam, adotando a forma de foice (falciforme). </li></ul>Anemia Anemia Falciforme
  22. 22. O corpo humano possui um total de 208 ossos distribuídos por todo o esqueleto. O esqueleto ósseo, além de sustentação corporal, apresenta duas importantes funções: Reservas de sais minerais, principalmente de cálcio e fósforo, que são fundamentais para o funcionamento das células e devem estar presentes no sangue. Quando o nível de cálcio diminui no sangue, sais de cálcio são mobilizados dos ossos para suprir a deficiência. Determinados ossos ainda possuem medula amarela (ou tutano). Essa medula é constituída principalmente por células adiposas, que acumulam gorduras como material de reserva. No interior de alguns ossos (como o crânio, coluna, bacia, esterno, costelas e as cabeças dos ossos do braço e coxa), há cavidades preenchidas por um tecido macio, a medula óssea vermelha, onde são produzidas as células do sangue: hemácias, leucócitos e plaquetas. Ossos
  23. 23. Formação óssea do Corpo Humano O Corpo humano possui 24 costelas
  24. 24. Efeito do desgaste do tempo no corpo humano. Nota-se que com a curvatura da coluna devido à fragilidade óssea, o ser humano perde os movimentos, diminui a altura e fica suscetível a fraturas de toda espécie. Curvatura óssea
  25. 25. Tomografia com predominância óssea – Coluna e costelas
  26. 26. Tomografia – Costelas, sacrais e região do períneo
  27. 27. TRILOGIA DO SALVAMENTO Duração no Atendimento Tempo de Deslocamento Centro Especializado Viatura compatível Condições da Via Socorro de Urgência Procedimentos Pessoal Especializado Condições do Hospital Médicos/Equipamentos 20 % 50 % 30 %
  28. 28. Garantir a segurança do socorrista e da vítima Verificar se a vítima responde Gritar por ajuda Verificar se respira Verificar lesões/Queixas Chamar 190/193 Colocar vítima em segurança Chamar 190 ou 193 Fazer duas ventilações Verificar sinais vitais Manter ventilação Iniciar RCP SIM NÃO SIM NÃO Chamar 190/193 SIM NÃO ALGORÍTIMO SBV Para > 8 anos
  29. 29. UNIDADE DE RESGATE Uma UR poderá contar até 150 itens para o resgate de emergência, incluindo equipamentos e medicamentos.
  30. 30. Habitualmente é classificado segundo a Escala de Coma de Glasgow que descreve a resposta ocular, verbal e motora a estímulos verbais e dolorosos. Trata-se de uma escala utilizada por equipas médicas. Para o Tripulante de Ambulância recomenda-se a quantificação da resposta da doente de acordo com a nomenclatura A-V- D - I ,: A – ALERTA – Neste caso o doente apresenta-se consciente, no entanto é necessário verificar se está orientado no tempo e no espaço, se o discurso que apresenta é compreensível, etc.., Caso esteja inconsciente passe a fase seguinte V – Responde a estímulos VERBAIS – O doente encontra-se inconsciente, neste caso chame pela vítima e verifique se esta reage, e se sim, que tipo de reacção obtém ao estímulo verbal, se abre espontaneamente os olhos ou outro tipo de reacção; D – Responde a estimulação DOLOROSA – Não se obteve qualquer estimulo à voz, neste caso vai-se provocar dor ao doente, verificando se este reage a dor e se sim que tipo de reacção obtemos, se este localiza a dor ou se apresenta um movimento de fuga a dor; I – Sem resposta (IRRESPONSÍVEL) – O doente não reage a nenhum estímulo, quer verbal quer doloroso, no entanto é necessário verificar se este apresenta algum movimento de flexão ou extensão anormal, ou outro tipo de movimentos que possam surgir.             Estes elementos depois de recolhidos e transmitidos ao médico vai possibilitar que este os enquadro na escala de Glasgow. EXAME NEUROLÓGICO
  31. 31. Consiste na verificação do nível de consciência.    Avaliar os 4 sinais vitais : Pulso, respiração, pressão arterial (PA), e temperatura;    Avaliar os 3 Sinais diagnósticos : Tamanho das pupilas, enchimento capilar (perfusão sangüínea das extremidades) e cor da pele;    Avaliar as condições físicas na vítima : pescoço, cabeça, tórax, abdômen, pelve, membros inferiores, membros superiores e dorso. ESCALA DE COMA DE GLASGOW
  32. 32.   Traumas Graves :  3 a 8 Traumas Moderados : 9 a 12 Traumas  Leves :  13 a 15. ESCALA DE GLASGOW 1 Sem resposta 2 Sons incompreensíveis 3 Palavras inapropriadas 4 Desorientado e conversando 5 Orientado e conversando Resposta Verbal        1 Sem resposta 2 Extensão hipertônica 3 Flexão hipertônica 4 Flexão inespecífica 5 Localização à dor 6 Obedece comandos Resposta Motora         1 Ausente 2 À dor 3 Ao comando verbal 4 Espontânea Abertura Ocular    
  33. 33. <ul><li>Pesquisa da melhor abertura ocular  </li></ul><ul><li>   Verifique se o paciente abre os olhos espontaneamente. Se positivo, atribua o score “4”; </li></ul><ul><li>    Se não estiver com os olhos abertos, chame-o, com a voz forte e alta, pergunte-lhe o nome, observe se abre os olhos a estímulos sonoros. Mesmo que após abrir os olhos, não os mantenha abertos atribua o score “3”. </li></ul><ul><li>   Se não obtiver reação, estimule-a dolorosamente com compressão breve em região esternal e observe se há abertura ocular mesmo que por um breve instante, neste caso atribua o score “2”. </li></ul><ul><li>   Se não obtiver abertura ocular, atribua o score “1”.  </li></ul><ul><li>Pesquisa da melhor resposta verbal  </li></ul><ul><li>1)    Após chamá-la, pergunte-lhe o nome, o que ocorreu, se sabe onde esta. Caso apresente-se orientada, conversando, atribua score “5”. </li></ul><ul><li>2)    Se o paciente lhe responde, mas demonstrar através da conversa que não tem noção do que esta ocorrendo, não sabe onde esta ou quem é, esta desorientada, atribua score “4”. </li></ul><ul><li>3)    Se o paciente não conversa, mas apenas fala palavras ou frases soltas, desconexas, inapropriadas para a situação, atribua score “3”. </li></ul><ul><li>4)    Se o paciente reage apenas com sons ou gemidos, mesmo a estímulos dolorosos, atribua score “2”. </li></ul><ul><li>5)    Se não houver qualquer resposta atribua a score “1”.   </li></ul>AVALIAÇÃO EM TRAUMAS
  34. 34. Pesquisa da Melhor Resposta Motora    Solicite ao paciente que execute algum gesto simples. Por exemplo, levante os dedos, aperte sua mão, pisque os olhos. Tal solicitação tem, por finalidade em verificar se a mesma compreende e atende alguma destas ordens simples. Se positivo, atribua score “6”.   Se o paciente não atende a solicitações, faça um estimulo doloroso breve, ( compressão e fricção esternal) e verifique se a mesma localiza e afasta o estimulo com as mãos. Se fizer, atribua score “5”.    Se o paciente não chega a localizar e afastar o estimulo doloroso, verifique se ao menos ela esboça alguma reação, como pequena flexão dos cotovelos, aproximação dos membros ao tronco, mímica facial, retirada do membro quando estimulado ( compressão do leito ungueal). Se houver este tipo de reação, atribua score “4”.    Se o paciente reage ao estimulo doloroso com postura tipicamente conhecida como decorticação ( Flexão dos membros superiores e extenção da cabeça e dos pés), mesmo que em apenas uma metade do corpo atribua score “3”.     Se o paciente reage ao estimulo doloroso com postura tipicamente conhecida como descerebração ( extensão dos membros superiores, cabeça e pés), mesmo que em apenas uma metade do corpo, atribua score “2”.    Se não houver reação atribua score “1”. AVALIAÇÃO EM TRAUMAS
  35. 35. PROCEDIMENTOS INICIAIS <ul><li>SINAIS VITAIS </li></ul><ul><li>Temperatura da Vítima </li></ul><ul><li>Respiração </li></ul><ul><li>Pulso </li></ul><ul><li>Pressão Arterial. </li></ul>
  36. 36. TEMPERATURA <ul><li>Temperatura Bucal </li></ul><ul><li>36,2 a 37,0 ºC </li></ul><ul><li>Temperatura Retal </li></ul><ul><li>36,4 a 37,2 º C </li></ul><ul><li>Temperatura Axilar </li></ul><ul><li>36,0 a 37,0 º C </li></ul><ul><li>Sub Normal </li></ul><ul><li>35,0 a 36,0° C </li></ul><ul><li>Hipotermia </li></ul><ul><li>34,0 a 35,0° C </li></ul><ul><li>Estado Febril </li></ul><ul><li>37,5 a 37,9 º C </li></ul><ul><li>Febre </li></ul><ul><li>38,0 a 38,9 º C </li></ul><ul><li>Pirexia = 39,0 º C </li></ul><ul><li>Hiperpirexia = 39,1 a 41,0 º C </li></ul>
  37. 37. <ul><li>Pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias de nosso corpo. Divide-se em: </li></ul><ul><li>Sistólica : Movimento de contração do músculo cardíaco – O sangue é impulsionado para os vasos passando do ventrículo esquerdo para a aorta </li></ul><ul><li>Diastólica : Movimento de relaxamento do músculo cardíaco. O coração se enche de sangue </li></ul><ul><li>Sístole = 110 a 140 mmHg ( Máxima ) </li></ul><ul><li>Diástole = 60 a 90 mmHg ( Mínima ). </li></ul>Pressão Arterial A hipertensão arterial ou &quot;pressão alta&quot; é a elevação da pressão arterial para números acima dos valores considerados normais (140/90mHg).
  38. 38. <ul><li>Quando for medir sua pressão, esteja certo de: </li></ul><ul><li>      Não estar com a bexiga cheia; </li></ul><ul><li>      Não ter praticado exercícios físicos; </li></ul><ul><li>   Não ter ingerido bebidas alcoólicas, café, alimentos, ou ter fumado até 30 minutos antes da medida; </li></ul><ul><li>    Ter descansado por 5 a 10 minutos, sentado em ambiente calmo e com temperatura agradável; </li></ul><ul><li>    Relaxar bem o braço; </li></ul><ul><li>      Não falar durante o procedimento </li></ul><ul><li>Toda pessoa que controla sua pressão arterial deve faze-lo ao menos mensalmente e, de 6 em 6 meses, consultar-se com seu médico para checar a medicação. </li></ul>OBSERVAÇÕES
  39. 39. CHECK-UP DA PA Intervenção imediata ou reavaliar em 1 semana > 110 > 180 Confirmar em 1 mês 100-109 160-179 Confirmar em 2 meses 90-99 140-159 Reavaliar em 6 meses 85-89 130-139 Reavaliar em 1 ano < 85 < 130 Seguimento Diastólica Sistólica
  40. 40. VALORES DA PA   Maiores de 18 anos Crianças e Adolescentes Hipertensão Sistólica Isolada   > 140 < 90 Hipertensão Grave (estágio 3)   > 180 > 110 Hipertensão Moderada (estágio2) 160-179 100-109 Hipertensão Leve (estágio 1) 140-159 90-99 Normal Limítrofe 130-139 85-89 Normal < 130 < 85 Classificação PAS (mm Hg) PAD (mm Hg) Hipertensão Arterial   Maiores que o percentil 95 Normal Limítrofe Entre os percentis 90 e 95 Normal   Menores que o percentil 90 Classificação Valores da PA Sistólica e Diastólica
  41. 41. PULSO & RESPIRAÇÃO PULSO Adulto Masculino - 60 a 100 BPM Crianças - 100 a 120 BPM Lactentes - 120 a 140 BPM RESPIRAÇÃO Adulto Masculino - 10 a 20 MRPM Crianças - 20 a 30 MRPM Lactentes - 30 a 40 MRPM
  42. 42. Para que a vida possa ser preservada faz-se necessário que mantenhamos um fluxo constante de oxigênio para o cérebro. O oxigênio é transportado para os tecidos cerebrais através da circulação sangüínea. O coração é a bomba que mantém esse suprimento e, se ele parar (parada cardíaca), sobrevirá a morte, a menos que se tomem medidas urgentes de ressuscitação. <ul><li>As manobras de ressuscitação cardiopulmonar resumem-se na seqüência de origem norte-americana denominada &quot;ABC da vida&quot;, a qual podemos adaptar a nossa língua: </li></ul><ul><li>A = Airway = Abertura das vias aéreas </li></ul><ul><li>B = Breathing = Respiração </li></ul><ul><li>C = Circulation = Circulação </li></ul><ul><li>A correta aplicação das etapas da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) poderá manter a vida até que a vítima se recupere o suficiente para ser transportada para uma unidade hospitalar ou até que possa receber tratamento pré-hospitalar por uma equipe especializada </li></ul>SEQUÊNCIA &quot;A, B, C&quot;
  43. 43. <ul><li>Lembre-se: </li></ul><ul><li>Em caso de qualquer dúvida, falta de conhecimento técnico ou mesmo insegurança ... </li></ul>
  44. 44. URGÊNCIA É um fato onde uma providência corretiva deve ser tomada tão logo seja possível.                                          É um fato que não pode aguardar nenhum período de tempo para que seja tomada a devida providencia corretiva, Geralmente existe risco de vida. EMERGÊNCIA
  45. 45. PRIORIDADE NO SOCORRO <ul><li>Atenção Especial </li></ul><ul><li>Parada Cardiorrespiratória </li></ul><ul><li>Parada Respiratória </li></ul><ul><li>TCE </li></ul><ul><li>Trauma da coluna </li></ul><ul><li>Hemorragia Interna </li></ul><ul><li>Queimaduras de 3º Grau </li></ul><ul><li>Fraturas Expostas. </li></ul>
  46. 46. Exame Subjetivo <ul><li>Prioridades do Socorrista </li></ul><ul><li>Relacionar Vítima ao acidente </li></ul><ul><li>Relato de Testemunhas </li></ul><ul><li>Histórico da Vítima </li></ul><ul><li>Verificar o local </li></ul><ul><li>Verificar necessidade de apoio </li></ul>
  47. 47. Exame Objetivo <ul><li>Verificar Consciência </li></ul><ul><li>Verificar Vias Aéreas </li></ul><ul><li>Verificar Respiração </li></ul><ul><li>Verificar Circulação </li></ul><ul><li>Se responde a estímulos vários </li></ul><ul><li>Abrir com controle da coluna </li></ul><ul><li>Aproximar Rosto na boca e nariz </li></ul><ul><li>Pulso em crianças e Carótida em adultos </li></ul>
  48. 48. Análise Sistemática – Máximo de 90 segundos <ul><li>Verifique a Respiração : ajoelhe junto a vítima, aproximando a parte lateral do rosto da boca e nariz; </li></ul><ul><li>Verifique a Circulação : Verifique o pulso: em crianças e adultos na artéria carótida e no bebê na artéria braquial ( perto das axilas); </li></ul><ul><li>Verifique o nível de consciência : Se a vítima está alerta, responde a estímulos verbais e/ou dolorosos. </li></ul><ul><li>Verifique as queixas do paciente, sinais e sintomas; </li></ul><ul><li>Verifique possibilidade de alergias, medicamentos que faz uso, problemas médicos anteriores, última alimentação oral e o mecanismo da lesão.; </li></ul><ul><li>Verifique possíveis deformidades no corpo, comparando um lado com o outro. </li></ul>
  49. 49. Análise Geral <ul><li>Examine a vítima da cabeça aos pés </li></ul><ul><li>Examine a pupila </li></ul><ul><li>Saída de liquor ou sangue pela boca/nariz/ouvidos </li></ul><ul><li>Objetos estranhos ou secreções na boca </li></ul><ul><li>Deformidades no crânio </li></ul><ul><li>Alinhamento do pescoço/traquéia </li></ul><ul><li>Examine o tórax - respiração </li></ul><ul><li>Ferimentos no tórax </li></ul><ul><li>Apalpe o abdome ( hematomas,ferimentos) </li></ul><ul><li>Examine os membros inferiores e superiores </li></ul><ul><li>Examine a sensibilidade de resposta - teste </li></ul><ul><li>Monitore sinas vitais: TRPP </li></ul><ul><li>Verifique se houve trauma na Coluna </li></ul><ul><li>Na dúvida, usar colar cervical </li></ul><ul><li>Verifique se ocorreu fratura da Bacia </li></ul><ul><li>Verifique se houve fratura do Fêmur </li></ul><ul><li>Observe os tipos de ferimentos existentes </li></ul><ul><li>Fraturas de Extremidades </li></ul><ul><li>Verifique a existência de queimaduras e graus </li></ul><ul><li>Verifique a sensibilidade a resposta motora. </li></ul>
  50. 50. SOCORROS DE URGÊNCIA <ul><li>Vítima engasgada </li></ul><ul><li>Parada Respiratória </li></ul><ul><li>Parada Cardíaca </li></ul><ul><li>Afogamento </li></ul><ul><li>Queimadura </li></ul><ul><li>Choque Elétrico </li></ul><ul><li>Hemorragias </li></ul><ul><li>Fraturas </li></ul><ul><li>Estado de Choque </li></ul><ul><li>Envenenamentos </li></ul><ul><li>Trauma da coluna </li></ul><ul><li>Anafilaxia </li></ul><ul><li>Picadas de Cobras </li></ul><ul><li>Picadas de Aranhas </li></ul><ul><li>Picadas de Escorpiões </li></ul><ul><li>Parto de Emergência </li></ul><ul><li>Desmaios </li></ul><ul><li>Emergências Clínicas </li></ul>
  51. 51. Vítima Engasgada <ul><li>Adulto/Criança </li></ul><ul><li>Verificar se a vítima pode falar </li></ul><ul><li>Se não puder falar, efetuar a manobra de Heimlich </li></ul><ul><li>Fazer repetidas pressões </li></ul><ul><li>Mão em punho </li></ul><ul><li>Recém Nascido </li></ul><ul><li>Abrir vias aéreas e verificar respiração </li></ul><ul><li>Se não respira, aplicar duas insuflaçoes </li></ul><ul><li>Virá-lo de bruços e dar pancadas </li></ul><ul><li>Tentar retirar objetos estranhos. </li></ul>
  52. 52. Bebê Engasgado <ul><li>Verifique a consciência; </li></ul><ul><li>Abra as vias aéreas e verifique a respiração; </li></ul><ul><li>Se não respira, efetue duas insuflações boca a boca e nariz; </li></ul><ul><li>Se o ar não passar ( o tórax não se eleva), abra as vias aéreas e tente mais duas insuflações; </li></ul><ul><li>Se persistir a obstrução, segure o bebê em suas mãos; </li></ul><ul><li>Vire o bebê de bruços e efetue 5 pancadas entre as escápulas </li></ul><ul><li>Vire o bebê de barriga para cima, visualize a linha dos mamilos e coloque dois dedos no externo, abaixo desta linha e efetue 5 compressões </li></ul><ul><li>Após as manobras, tente visualizar e retirar objetos estranhos; </li></ul><ul><li>Caso tudo falhe, procure socorro médico de emergência </li></ul><ul><li>A traqueostomia no bebê só deve ser feita em hospital. </li></ul><ul><li>Em gestantes e obesos, efetue as compressões no externo. </li></ul>
  53. 53. Parada Respiratória Se a vítima tem pulso, apresenta parada respiratória <ul><li>Verificar inconsciência e vias aéreas </li></ul><ul><li>Verificar respiração </li></ul><ul><li>Se não respira, liberar VAS, pressione narinas com os dedos e efetuar duas insuflações com alinhamento da coluna cervical; </li></ul><ul><li>Adulto : Boca-a-boca, boca-máscara </li></ul><ul><li>RN : Boca-a-boca e nariz , boca a máscara. </li></ul>
  54. 54. Parada Cardiorespiratória ( Se a vítima não tem pulso, apresenta parada cardíaca) <ul><li>Verificar VAS e sinais vitais </li></ul><ul><li>Abrir as VAS ( Queixo, Mandíbula, etc ) </li></ul><ul><li>Ver, ouvir e sentir a respiração </li></ul><ul><li>Efetuar duas insuflações e tomar pulsos </li></ul><ul><li>( se não respira) </li></ul><ul><li>Se ainda não respirar, partir para massagem cardíaca externa </li></ul><ul><li>Achar apêndice xifóide e dois dedos acima, proceder a massagem </li></ul><ul><li>As mãos devem ser sobrepostas e dedos entrelaçados </li></ul><ul><li>Ritmo: 2 Insuf X 15 Mass -> Pulso a cada 4 ciclos. </li></ul><ul><li>Ritmo: 1 Insuf X 05 Mass -> Pulso a cada 10 ciclos </li></ul>Emergencial
  55. 55. Localizar o apêndice xifóide com ajuda das costelas Colocar a mão esquerda sob a direita acima do apêndice.
  56. 56. Entrelaçar os dedos e alinhar com o controle da coluna Efetuar a manobra mantendo os braços na vertical
  57. 57. Inicie a massagem cardíaca comprimindo o peito da vítima acima de 8 anos de idade em torno de 03 a 05 cm ;    Realize as compressões no ritmo de 100 compressões por minuto;    Independente de estar sozinho ou acompanhado execute 15 compressões torácicas por 2 ventilações artificiais durante o período de 1 minuto que corresponde a 4 seqüências (ciclos). Após 4 ciclos de 15 x 2 , verifique o retorno dos sinais de circulação. Se ausentes reinicie a RCP.    Ao socorrer vítimas com idade inferior a 8 anos execute 5 compressões torácicas por 1 ventilação artificial por 20 ciclos, no tempo de 1 minuto. Comprima o tórax apenas com uma das mãos apoiadas sobre o tórax e deprima o esterno entre 2,5 a 3,5 cm , num ritmo de 100 vezes por minuto.
  58. 58. <ul><li>As doenças cardíacas possuem fatores de risco que podem ser alterados, são eles: </li></ul><ul><li>1. Fumar – Um fumante tem 70% a mais de probabilidade de sofrer um ataque cardíaco em relação a um não fumante; </li></ul><ul><li>2. Alta pressão sangüínea – A hipertensão arterial é a principal causa dos ataques cardíacos e dos acidentes vasculares cerebrais. Recomenda-se verificar a pressão arterial pelo menos um vez a cada ano; </li></ul><ul><li>3. Alto nível de gordura no sangue – Um médico poderá facilmente medir o nível de colesterol no sangue com um simples teste. Uma alimentação equilibrada, com uma dieta de baixo nível de colesterol e gorduras, poderá ajudar a controlar esses níveis. </li></ul><ul><li>4. Diabetes – A diabetes aparece mais freqüentemente durante a meia idade, muitas vezes em pessoas com peso corporal excessivo. Somente exames médicos periódicos poderão identificar adequadamente esta enfermidade e recomendar um programa adequado ao seu controle. </li></ul>Fatores de Risco
  59. 59. Fibrilação Ventricular <ul><li>* 820 óbitos por dia (1 pessoas a cada minuto) * Acima de 95% morrem antes de chegar a um PS. </li></ul><ul><li>MORTE SÚBITA CARDÍACA </li></ul><ul><li>* É uma interrupção entre os sistemas elétrico e mecânico do coração. Acontece subitamente, sem aviso. Pode ocorrer sem história prévia de problemas cardíacos. </li></ul><ul><li>FIBRILAÇÃO VENTRICULAR (FV) </li></ul><ul><li>* FV é o ritmo mais freqüente na morte súbita cardíaca; * FV é um estremecimento do coração que resulta em ausência de fluxo sanguíneo; * Desfibrilação é o único tratamento efetivo para a reversão da FV; * O sucesso da desfibrilação elétrica, diminui rapidamente com o tempo. </li></ul><ul><li>QUESTÃO DE TEMPO... * Aproximadamente 50% sobrevivem após 5 minutos; * A Sobrevida reduz de 70% para 10% cada minuto; * Cada minuto sem desfibrilação, a sobrevivência cai 10%; * Tempo médio de resposta mundial dos SME: 6 - 10 minutos: tarde demais... * RCP ajuda estender o tempo de sobrevida. </li></ul><ul><li>PCR e RCP * Ressuscitação implica trazer uma vítima de volta... A RCP sozinha nos dá de 5 a 10 % de taxa de sobrevivência. </li></ul><ul><li>RCP: MANUTENÇÃO CARDIOPULMONAR RCP é uma das partes que integra a corrente de sobrevivência, mas é manutenção e não ressuscitação. Ajuda na manutenção de fluxo sanguíneo e oxigenação de órgãos vitais. É o ganho de tempo que a vítima precisa para que uma terapia definitiva chegue. </li></ul>Desfibrilador
  60. 60. USO DO DESFIBRILADOR Simulação – Manobra AED Desfibrilador EMERGÊNCIA
  61. 61. Parada Cardiorespiratória - Bebês <ul><li>Com o bebê deitado em uma superfície plana e dura, faça cócegas em seus pés; </li></ul><ul><li>Verificar o pulso braquial. Se o mesmo não apresenta pulsações, o bebê possui uma parada cardiorespiratória; </li></ul><ul><li>Execute uma insuflação e cinco massagens cardíacas – 1x5 – externas, verificando o pulso a cada 10 ciclos; </li></ul><ul><li>Para a insuflação, usa-se o método boca a boca-nariz; </li></ul><ul><li>Não insufle muito ar, pois o pulmão do bebê é pequeno; </li></ul><ul><li>Faça a massagem cardíaca com os dedos sobrepostos. </li></ul>
  62. 62. CORAÇÃO DE UM PACIENTE OBESO <ul><li>Corte longitudinal </li></ul>
  63. 63. Afogamentos <ul><li>Quadro de asfixia seguido de possível parada cardíaca </li></ul><ul><li>- 90% dos casos relatados em resgates - </li></ul><ul><li>Água Doce : a água dos alvéolos passa para a corrente sanguínea, ocorrendo a hemodiluição, aumento do volume sanguíneo, passando para a célula (hemólise); </li></ul><ul><li>Água Salgada : o Plasma sanguíneo passa para os alvéolos pulmonares provocando o edema pulmonar, diminuindo o volume de sangue ocorrendo a hemoconcentração. ; </li></ul><ul><li>Pode ocorrer choque hipovolêmico, os efeitos aparecem de 5 minutos a 4 dias </li></ul><ul><li>Aplicar Técnicas de primeiros socorros – RBB e RCP; </li></ul><ul><li>Proceder a manobra de Silvester; </li></ul><ul><li>Cuidados com lesões na coluna – usar Colete cervical e prancha longa. </li></ul>
  64. 64. AFOGAMENTO SEQUÊNCIA DE EVENTOS - MINUTOS Parada cardíaca – morte cerebral 9 Convulsões 8 Distúrbios hidrosalinos 7 Aspiração líquida 6 Perda da consciência 5 Vômito 4 Deglutição líquida 3 Espasmo da glote 2 Luta contra asfixia 1 Imersão total – Pânico iminente 0
  65. 65. No afogamento, a água penetra pela boca e laringe, desce pela traquéia e através dos brônquios, invade os pulmões, encharcando os alvéolos pulmonares, dificultando assim a respiração. A primeira manobra – Silvestrer, consiste em retirar esta água dos pulmões para depois aplicar a RCP e RBB. Por isso, é importante deitar a vítima de bruços, com a cabeça virada lateralmente e assim, efetuar pressões com as mãos sobre os pulmões.
  66. 66. AFOGAMENTO <ul><li>Coração adulto </li></ul><ul><li>Coração de criança </li></ul>Petéquias visíveis <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
  67. 67. <ul><li>São consideradas graves as seguintes queimaduras: </li></ul><ul><li>Elétricas </li></ul><ul><li>Períneo – contrair infecção rápida </li></ul><ul><li>Com mais de 10% da área corpórea </li></ul><ul><li>Com lesões nas vias aéreas – Parada respiratória </li></ul><ul><li>Conduta do Socorrista – Paramédico: </li></ul><ul><li>Prevenir estado de choque; </li></ul><ul><li>Evitar infecção na área queimada com proteção; </li></ul><ul><li>Controlar a dor </li></ul><ul><li>Hidratar a vítima nos casos de queimaduras de 1º e 2º graus </li></ul>QUEIMADURAS
  68. 68. Queimaduras 1º, 2º e 3º Graus <ul><li>1º GRAU __________ </li></ul><ul><li>Epiderme </li></ul><ul><li>Dor ,Vermelhidão local - Sem bolhas </li></ul><ul><li>2º GRAU __________ </li></ul><ul><li>Epiderme e Derme </li></ul><ul><li>Dor, vermelhidão e Bolhas </li></ul><ul><li>3º GRAU __________ </li></ul><ul><li>Todas as camadas são atingidas + gordura e músculos </li></ul><ul><li>Pouca dor ( afeta terminais nervosos) </li></ul><ul><li>Área escurecida ou esbranquiçada. </li></ul>
  69. 69. Queimaduras Quanto ao Grau 1º Grau 2º Grau 3º Grau
  70. 70. Gravidade Quanto a Extensão Pequenas Queimaduras = menos de 10% da área corpórea Grandes Queimaduras = mais de 10% da área corpórea Região Períneo 1% Região Períneo 1% Região Períneo 1% Cada Perna 13,5 % Cada Perna 13,5 % Cada Perna 18% Cada Braço 9% Cada Braço 9% Cada Braço 9% Tronco 36 % Tronco 36% Tronco 36% Cabeça e Pescoço 18 % Cabeça e Pescoço 18% Cabeça e Pescoço 9% BEBÊ CRIANÇA ADULTO
  71. 71. Procedimentos Técnicos <ul><li>Queimaduras Térmicas: </li></ul><ul><li>Verificar VAS; </li></ul><ul><li>Apagar o fogo com água, rolando a vítima no chão ou cobrindo-a com um cobertor em direção aos pés; </li></ul><ul><li>Especial atenção em queimados de face; </li></ul><ul><li>Retirar roupas não queimadas. As queimadas cortar em volta; </li></ul><ul><li>Retirar aneis, pulseiras, relógios, etc; </li></ul><ul><li>Estabelecer profundidade da mesma; </li></ul><ul><li>Não passar nada, não furar bolhas; </li></ul><ul><li>Cobrir regiões com plástico estéril ou papel alumínio; </li></ul><ul><li>Se for nos olhos, cobrir com gaze embebida em soro; </li></ul><ul><li>Quando de 1º grau, banhar o local com água fria; </li></ul><ul><li>Se a queimadura for pequena, passar picrato de butesin no local e cobrir com gaze estéril. </li></ul>
  72. 72. Procedimentos Técnicos <ul><li>Queimaduras Químicas : </li></ul><ul><li>Verificar VAS </li></ul><ul><li>Evitar o estado de choque </li></ul><ul><li>Retirar roupas </li></ul><ul><li>Lavar com água ou soro, sem pressão ou fricção </li></ul><ul><li>Identificar o agente químico </li></ul><ul><li>Se álcali seco não lavar retirando manualmente </li></ul><ul><li>Se ácido, lavar por 5 minutos </li></ul><ul><li>Se álcali , lavar por 15 minutos. </li></ul>
  73. 73. Observações ao Socorrista e Paramédico: <ul><li>Dependendo do tipo e extensão da queimadura, o paciente poderá vir a óbito. Por isso o socorrista deve identificar de imediato a área corporal, o grau de gravidade da queimadura e o agente causador. </li></ul><ul><li>Identificando a extensão: PALMA DA MÃO </li></ul><ul><li>A palma da mão do paciente corresponde a 1% de sua superfície corpórea. Quando a área afetada é maior que a palma da mão, a vítima deve receber assistência imediata e adequada. </li></ul><ul><li>ATENDIMENTO INICIAL – Nível Paramédicos </li></ul><ul><li>Verificar necessidade de punção venosa ( hidratar, sedar, analgesia ) </li></ul><ul><li>Iniciar banho com água corrente e sabão neutro </li></ul><ul><li>Avaliar necessidade de internação, observando a Superfície Corpórea Queimada: </li></ul><ul><li>SCQ > ou = 20% em 2º grau – adulto </li></ul><ul><li>SCQ > ou = 10% em 2º grau – adulto </li></ul><ul><li>SCQ > ou = 10% em 3º grau – adulto </li></ul><ul><li>SCQ > ou = 0,5% em 3º grau – criança. </li></ul><ul><li>Quando paciente for pediátrico, usar o seguinte cálculo-base estimativo: </li></ul><ul><li>Feminino 2 x idade + 8 = P </li></ul><ul><li>Masculino 2 x idade + 9 = P </li></ul><ul><li>Fluídos de Manutenção </li></ul><ul><li>Soro glicosado a 5% ou riger lactado ou fluídos V.o ou I.v </li></ul>
  74. 74. CHOQUE ELÉTRICO <ul><li>QUADRO CLÍNICO </li></ul><ul><li>Queimaduras - Lesões cutâneas mínimas e lesões profundas graves; </li></ul><ul><li>Coração : Alterações na despolarização cardíaca levando a arritmias , fibrilação e parada cardíaca; </li></ul><ul><li>Pulmão : Lesões a Insuficiência respiratória; </li></ul><ul><li>SNC : Agitacao, amnesia, cefaleias, convulsões, déficit motores , etc; </li></ul><ul><li>RINS : Insuficiencia renal aguda; </li></ul><ul><li>Vasos : Hemorragias, tromboses e vasculite; </li></ul><ul><li>Músculos : Queimaduras e cataratas tardia </li></ul><ul><li>A energia elétrica é convertida em calor em contato com a pele ou mucosa, causando uma lesão térmica, explicada pela Lei de Joule: CALOR = RESISTÊNCIA X (Intensidade da Corrente) 2 </li></ul>
  75. 75. <ul><li>O nosso Sistema Nervoso é bidirecional, ou seja, os impulsos elétricos vão para o cérebro e também dele emanam. </li></ul><ul><li>Eles são de uma amplitude muito pequena, medida em miliampères. Um miliampère equivale a 1 Ampère dividido por 1000. </li></ul><ul><li>Para se ter uma idéia, uma lâmpada de 100 Watts consome 0,91 Ampères se estiver ligada em 110 Volts. </li></ul><ul><li>A corrente que circula em nosso corpo dificilmente ultrapassa os 25mA), de tão pequena que é. Tanto que, para medir essa corrente, os médicos necessitam de aparelhos muito sensíveis, como o usados para eletroencefalogramas.   </li></ul>INTENSIDADE DA CORRENTE traumas cardíacos persistentes acima de 500mA tetanização, sensação de falta de ar, possibilidade de fibrilação 30 a 500mA nenhum efeito perigoso se houver interrupção do contato em no máximo 5 segundos 10 a 30mA ligeira paralisia nos músculos, início de tetanização 0,5 a 10mA leve percepção superficial 0,1 a 0,5mA
  76. 76. VIAS DE CORRENTE - GRAVIDADE <ul><li>Mão -> mão </li></ul><ul><li>Mão -> pé </li></ul><ul><li>Pé -> pé </li></ul><ul><li>A resistência da pele: a palma da mão tem uma resistência de 40.000 ohm. Se estiver molhada, cai para 300 ohm. A boca tem uma resistência de 100 ohms. A mão de um trabalhador braçal ou lavrador, tem uma resistência de 1.000.000 ohms. </li></ul><ul><li>Tipo de polaridade da corrente: a alternada é mais perigosa que a contínua, por dar contrações musculares tetânicas, que impedem a vítima de afastar-se da fonte. </li></ul><ul><li>Freqüência, intensidade e duração da corrente: Quanto maior for a intensidade e duração do estímulo, maior será a lesão. </li></ul>Gravidade da Lesão depende: As 3 vias da corrente
  77. 77. O coração possui uma área (nó sinusal) que emite pequenos sinais elétricos rítmicos fazendo-o contrair-se numa seqüência lógica. Uma corrente elétrica externa com trajeto passando pelo coração pode sobrepô-la em potência causando uma fibrilação ou parada cardíaca. PERIGOS PARA O CORAÇÃO
  78. 78. CONDUTA DO SOCORRISTA <ul><li>Jamais se aproxime do local sem antes fazer um levantamento minucioso e rápido. Pode haver condução da corrente para outras áreas; </li></ul><ul><li>Jamais toque na vítima que estiver sendo eletrocutada ou que acabar de sofrer este tipo de acidente </li></ul><ul><li>Com EPI, desligue a energia e afaste a vítima da fonte, antes de iniciar qualquer tipo de atendimento; </li></ul><ul><li>Verifique os sinais vitais e inicie as manobras de reanimação, se necessário; </li></ul><ul><li>Ministre oxigênio, afrouxe as roupas, retire objetos; </li></ul><ul><li>Trate as queimaduras no ponto de entrada e saída da corrente elétrica; </li></ul><ul><li>Transporte para um hospital mais próximo; </li></ul><ul><li>Caso não tenha EPI, use um pedaço de madeira seca para afastar os fios um a um se for o caso. </li></ul>
  79. 79. <ul><li>Em caso de fios energizados caídos na pista onde hajam vítimas isoladas ou em veículos, proceda da seguinte forma: </li></ul><ul><li>Caso a chave de “São Tomé” não desarme, contate a Companhia Elétrica para tal procedimento. Em último caso, proceda o desarme munido de botas e luvas de borracha e um bastão isolado, desligando primeiro a chave do centro, depois a da direita e a seguir a da esquerda. Para religar, proceda na forma inversa; </li></ul><ul><li>Nas indústrias a tensão pode chegar a 42.000 Volts o que exige procedimentos com pessoal especializado. Na fiação de rua, nos três fios superiores da rede, a tensão pode chegar a 13.000 volts – Alta Tensão – e nos fios mais baixos, na vertical, a tensão varia de 600 a 3.800 volts; </li></ul><ul><li>Se a tensão chegar até 600 volts, o fio poderá ser cortado usando-se um alicate isolado. Acima desta tensão, usar apenas o tesourão de cabos isolados; </li></ul><ul><li>Madeiras verdes ou molhadas e barras ou tubos de metais, jamais devem ser usados para afastar o fio energizado da vítima ou veículo; </li></ul><ul><li>Se a vítima estiver no interior do veículo, faça-a manter a calma, pois os pneus funcionam como um isolante e no interior a mesma não corre riscos. Em hipótese alguma deixe a vítima descer do veículo e pisar na pista; </li></ul><ul><li>Mesmo com a rede desligada, os transformadores ainda conservam energia por 45 minutos. Portanto, não convém arriscar-se; </li></ul><ul><li>Caso seja necessário o socorrista entrar no veículo, deve antes dar um salto do solo direto para o veículo, evitando estabelecer um “terra”, ou seja, contato entre o veículo e o solo </li></ul>FIOS ENERGIZADOS
  80. 80. Ponto de Entrada de Corrente Elétrica Queimadura nos dedos
  81. 81. QUEIMADURA DOS MEMBROS SUPERIORES <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
  82. 82. Queimaduras nas Mãos e Dedos Alta voltagem <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
  83. 83. <ul><li>Choque Elétrico Fulminante – Óbito imediato </li></ul><ul><li>Contato com alta voltagem em rede elétrica </li></ul><ul><li>Foto IML/DF </li></ul>
  84. 84. Efeito da Queimadura por Eletricidade Artificial Local de contato com o fio <ul><li>Foto 1 </li></ul>
  85. 85.      Podem ser produzidas por substâncias irritantes - ácidos, álcalis, água quente, vapor, cinzas quentes, pó explosivo, metal fundido, chama direta. QUEIMADURAS NOS OLHOS PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNICA <ul><li>Consultar um profissional de saúde com maior brevidade possível. </li></ul>  <ul><li>Vendar os olhos atingidos com uma gaze ou pano limpo gelado </li></ul>  <ul><li>Não pingar colírios </li></ul>  <ul><li>Não esfregar os olhos </li></ul>  <ul><li>Lavar os olhos com água em abundância ou, se possível, com soro fisiológico, durante vários minutos </li></ul> 
  86. 86. <ul><li>Externas </li></ul><ul><li>Não tocar na ferida; </li></ul><ul><li>Não aplique medicamentos ou qualquer produto no ferimento; </li></ul><ul><li>Não retirar objetos empalados; </li></ul><ul><li>Proteger com gaze ou pano limpo, fixando com bandagem, sem apertar o ferimento; </li></ul><ul><li>Fazer compressão local suficiente para cessar o sangramento; </li></ul><ul><li>Elevar o membro ferido </li></ul><ul><li>Pressionar pontos arteriais </li></ul><ul><li>Fazer torniquete em último caso – usar manguitos de esfignamômetro se tiver; </li></ul><ul><li>Procurar socorro adequado. </li></ul><ul><li>Internas </li></ul><ul><li>Liberar vias aéreas; </li></ul><ul><li>Deitar a vitima; </li></ul><ul><li>Usar talas infláveis (fratura); </li></ul><ul><li>Transporte na posição de choque; </li></ul><ul><li>Administrar Oxigênio </li></ul><ul><li>Não dê nada de beber </li></ul><ul><li>Procurar socorro. </li></ul>HEMORRAGIAS
  87. 87. Procedimentos
  88. 88. CONDUTA EM FERIMENTOS COM HEMORRAGIAS <ul><li>Colocação de bandagens, curativos e torniquetes: </li></ul>
  89. 89. FRATURAS Membros inferiores / Superiores <ul><li>Imobilizar com talas; </li></ul><ul><li>Tentar alinhar a fratura suavemente e de uma única vez.. Se houver resistência, imobilizar do modo que encontrou; </li></ul><ul><li>Usar bandagens para imobilizar fraturas ou luxações na clavícula ou cabeça do úmero; </li></ul><ul><li>Fratura do fêmur: Não tentar alinhar imobilizando até a altura da cintura com duas talas rígidas, na posição encontrada. </li></ul><ul><li>Ministrar oxigênio, se for o caso; </li></ul><ul><li>Transportar em prancha longa. </li></ul>
  90. 90. <ul><li>COMO RECONHECER UMA FRATURA </li></ul><ul><li>Se existe deformação ( angulação e encurtamento); </li></ul><ul><li>Existência de inchaço, hematomas; </li></ul><ul><li>Existência de feridas; </li></ul><ul><li>Vítima apresenta palidez ou cianose da extremidade; </li></ul><ul><li>Diferença da temperatura no membro afetado; </li></ul><ul><li>Crepitação – rangido; </li></ul><ul><li>Incapacidade funcional; </li></ul><ul><li>Dor no local afetado podendo se irradiar. </li></ul>FRATURAS
  91. 91. Existem fraturas que podem comprometer os ligamentos e tendões, isto ocorre porque uma ponta do osso fraturado sai de seu alinhamento causando perfurações ou rompimentos destes tendões e ligamentos. Portanto, deve-se evitar movimentar a vítima e transportá-la da maneira que é encontrada pelo socorrista, i mantendo-se a posição em que se encontra.
  92. 92. <ul><li>Verifique ferimentos na cabeça; </li></ul><ul><li>Verifique a presença de hematomas nas pálpebras ( sinal de guaxinim) e saída de sangue e/ou líquor pelo nariz e ouvido; </li></ul><ul><li>Verificar o estado neurológico – alterações; </li></ul><ul><li>Alterações da pupila ( pupilas desiguais); </li></ul><ul><li>Alteração do padrão respiratório; </li></ul><ul><li>Sinal característico atrás da orelha (Battle); </li></ul><ul><li>CONDUTA DO SOCORRISTA </li></ul><ul><li>Monitorar pulso e pressão arterial; </li></ul><ul><li>Evitar manobras no transporte, imobilizando a cervical; </li></ul><ul><li>Ministrar oxigênio e monitorar sinais vitais; </li></ul><ul><li>Não obstruir a saída de sangue ou líquor do ouvido ou nariz; </li></ul><ul><li>Esteja preparado para aspirar ou retirar secreções; </li></ul><ul><li>Conduza imediatamente ao médico . </li></ul> FRATURAS <ul><li>Crânio </li></ul>
  93. 93. T.C.E Fratura de Crânio - TCE <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
  94. 94. T.C.E – SINAL DE GUAXINIM <ul><li>Foto cadáver </li></ul>
  95. 95. DILATAÇÃO PUPILAR <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul><ul><li>Fratura de Crânio </li></ul><ul><li>Morte overdose </li></ul>
  96. 96. FRATURA EXPOSTA <ul><li>Controle a hemorragia </li></ul><ul><li>Não tente recolocar o osso para dentro </li></ul><ul><li>Não limpe ou passe qualquer produto na ponta do osso exposto </li></ul><ul><li>Proteja o ferimento com gaze ou atadura limpa </li></ul><ul><li>Imobilize com tala rígida – uma articulação acima e outra abaixo </li></ul><ul><li>Previna a contaminação ou seu agravamento </li></ul><ul><li>Procure socorro médico. </li></ul>
  97. 97. TIPOS DE FRATURAS
  98. 98. TIPOS DE FRATURAS
  99. 99. TIPOS DE FRATURAS
  100. 100. Cirurgia de Colocação de Pino de sustentação em fratura
  101. 101. PROCESSO FINAL DA CIRURGIA
  102. 102. Tipos de Imobilização Usados
  103. 103. IMOBILIZAÇÃO NA CABEÇA
  104. 104. TRANSPORTE DE ACIDENTADO Prancha sob a Maca Móvel
  105. 105. ESTADO DE CHOQUE Falência hemodinâmica do sistema circulatório <ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>Pele pálida, úmida e fria; </li></ul><ul><li>Pulso fraco e rápido; </li></ul><ul><li>Pressão sistólica menor que 90; </li></ul><ul><li>Respiração curta e rápida; </li></ul><ul><li>Sede, tremor e agitação; </li></ul><ul><li>Rosto e peito vermelho; </li></ul><ul><li>Dificuldade de respirar; </li></ul><ul><li>Edemas de face e lábios; </li></ul><ul><li>Peito coçando, queimando; </li></ul><ul><li>Tontura e desmaio. </li></ul>Diminuição do fluxo de sangue ( isquemia )
  106. 106. <ul><li>4 a 6 minutos Coração </li></ul><ul><li>Cérebro </li></ul><ul><li>Pulmão </li></ul><ul><li>45 a 90 minutos Fígado </li></ul><ul><li>Baço </li></ul><ul><li>Rins </li></ul><ul><li>Trato gastrintestinal </li></ul><ul><li>120 a 180 minutos Pele </li></ul><ul><li>Músculos </li></ul><ul><li>Ossos </li></ul>SENSIBILIDADE DOS ÓRGÃOS À ISQUEMIA Após estes tempos, com pouco sangue, começa a haver morte celular e sofrimentos dos órgãos especificados acima.
  107. 107. <ul><li>Hipovolêmico -> ( Perda de sangue ) por hemorragias, queimaduras graves, diarréias, vômitos ( desidratação ) </li></ul><ul><li>Cardiogênico -> Infarto agudo do miocárdio, arritmia cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva; </li></ul><ul><li>Séptico -> Infeções graves; </li></ul><ul><li>Anafilático -> Reação de hipersensibilidade a medicamentos, alimentos ( amendoim ), insetos (abelhas), produtos químicos ( agrotóxicos) etc; </li></ul><ul><li>Neurogênico -> Lesão da medula espinhal, dores intensas, etc. </li></ul>Classificação do Estado de Choque CAUSAS – Perda de volume, defeito na bomba do sistema, toxina do agente infeccioso, histamina, adrenalina <ul><li>Histamina -> Composto de ação vaso dilatadora e constritora muscular; </li></ul><ul><li>Adrenalina -> Hormônio que causa exaltação e estimulação orgânica </li></ul>
  108. 108. ESTADO DE CHOQUE <ul><li>Posicionar a vitima deitada, com pernas elevadas; </li></ul><ul><li>Se houver lesões na cabeça ou problemas cardíacos, deve-se elevar o tronco e não as pernas; </li></ul><ul><li>Afrouxar as roupas; </li></ul><ul><li>Manter a vitima aquecida; </li></ul><ul><li>Ministrar oxigênio; </li></ul><ul><li>Se houve choque anafilático,levar a vítima ao Hospital de imediato. </li></ul><ul><li>Podemos identificar o estado de choque da seguinte forma: </li></ul><ul><li>Observe = Palidez e sudorese fria; </li></ul><ul><li>Sinta = Pulso e perfusão periférica; </li></ul><ul><li>Ouça = Pressão arterial </li></ul>Conduta
  109. 109. ENVENENAMENTO <ul><li>Jamais provoque vômitos com a vítima inconsciente; </li></ul><ul><li>Se a vítima estiver consciente, provoque o vômito; </li></ul><ul><li>Mantenha a vítima agasalhada; </li></ul><ul><li>Identificar o tipo de veneno ingerido, se possível levar a embalagem ou invólucro para o hospital </li></ul><ul><li>Identificar o tempo da ingestão ; </li></ul><ul><li>Monitorar os sinais vitais ; </li></ul><ul><li>Caso o socorro médico ficar prejudicado devido à  distância ou meio de locomoção, ministrar o antídoto universal:  02 partes de pão torrado, 01 parte de leite de magnésia e 01 parte de  chá forte </li></ul><ul><li>Procure socorro médico . </li></ul>
  110. 110. <ul><li>Como suspeitar de envenenamento: </li></ul><ul><li>Cheiro de veneno no hálito da vítima; </li></ul><ul><li>Dor ou sensação de queimadura na boca e na garganta; </li></ul><ul><li>Mudança de cor dos lábios e da boca; </li></ul><ul><li>Objetos próximos da vítima que pressupõe o uso de veneno; </li></ul><ul><li>Estado de inconsciência, confusão ou mal súbito; </li></ul><ul><li>Não provoque vômito se a vítima tiver ingerido: </li></ul><ul><li>Soda cáustica, produtos de petróleo, ácidos, água de cal, amônia, alvejantes, tira ferrugem, desodorante de banheiro. </li></ul><ul><li>Se for o caso de provocar vômitos, faça a vítima beber água morna ou água com sal em abundância, vagarosamente, até chegar ao hospital e ainda, faça a mesma ingerir clara de ovos batidas ou suspensão de farinha de trigo ou ainda batatas amassadas em água. O antídoto universal é o mais recomendável. </li></ul><ul><li>Não dê álcool, não deixe o envenenado andar, não dê azeite ou óleo em hipótese alguma. </li></ul>Envenenamento
  111. 111. Conduta Para Com a Vítima Envenenada <ul><li>Deitar a vítima com as pernas cruzadas; </li></ul><ul><li>Ajoelhar próximo à vítima e colocar os braços desta no peito; </li></ul><ul><li>Virar a vítima lateralmente </li></ul><ul><li>Deixar a cabeça caída naturalmente e abrir as VAS com o controle da mandíbula e queixo; </li></ul><ul><li>Flexionar o braço como mostrado na figura para melhor acomodar a vítima; </li></ul>
  112. 112. TRAUMA DA COLUNA <ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>Associar a vítima ao acidente – queda de altura, mergulho no raso, acidentes graves, etc. Nestes casos considere a possibilidade de trauma da coluna; </li></ul><ul><li>Dor intensa posterior ao tronco; </li></ul><ul><li>Presença de edema ou hematoma ; </li></ul><ul><li>Deformação palpável ou visível na região da coluna; </li></ul><ul><li>Perda de sensibilidade e/ou mobilidade dos membros; </li></ul><ul><li>Priapismo ( ereção peniana) sem estímulo sexual; </li></ul><ul><li>Perda do controle da urina e fezes. </li></ul><ul><li>As manobras jaw thrust, jaw lift ou chin lift deve ser usada para manter a abertura das VAS nos pacientes com suspeota de trauma medular. </li></ul>
  113. 113. Trauma da Coluna <ul><li>Manter as condições respiratórias – Usar O 2 ; </li></ul><ul><li>Mantenha a cabeça alinhada com tração e aplique colar cervical; </li></ul><ul><li>Se a vítima estiver sentada, coloque prancha curta ou KED, antes de removê-la; </li></ul><ul><li>Se a vítima estiver deitada, coloque prancha longa, antes de removê-la; </li></ul><ul><li>Controle os sinais vitais; </li></ul><ul><li>Procure socorro médico imediatamente. </li></ul><ul><li>Quanto mais alta a lesão, mais grave será >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> </li></ul><ul><li>Lesão na Cervical : C1 a C3 – Morte – parada músculo respiratório; </li></ul><ul><li>C4 a C7 – comprometem movimentos respiração só com aparelhos; </li></ul><ul><li>paralisia do pescoço para baixo; </li></ul><ul><li>Lesão Toráxica : D1 a D12 – Risco de ficar tetraplégico; </li></ul><ul><li>Lesão Lombar : L1 a L5 - Perda dos movimentos das pernas; </li></ul><ul><li>OBS -: Existem mais 5 vértebras sacrais e 4 coccígeas. </li></ul>
  114. 114. “ Quanto mais alta a lesão, maiores são os riscos”. Estudo da Coluna
  115. 115. Hérnia de disco Deformidades da coluna
  116. 116. Colocação do Colete Cervical <ul><li>1) MEDIDA DO TAMANHO NO PACIENTE </li></ul><ul><li>É importante o uso do tamanho apropriado. O colar muito pequeno poderá não prover a imobilização suficiente, enquanto o colar muito grande poderá levar a uma hiperextensão cervical no paciente. A escolha do tamanho ideal para o paciente é feita calculando-se a distância entre uma linha imaginária no ombro onde o colar ficará apoiado e a base do queixo. </li></ul><ul><li>2) MEDIDA DO TAMANHO NO PACIENTE </li></ul><ul><li>Quando o paciente se encontra em posição neutra cervical, use seus dedos para visualizar a distância entre o ombro e o queixo. </li></ul><ul><li>3) MEDIDA DO TAMANHO NO COLAR </li></ul><ul><li>Você pode usar seus dedos para escolher o tamanho do colar cervical mais adequado para o paciente. </li></ul><ul><li>    </li></ul><ul><li>4) POSICIONANDO O APOIO MENTONIANO </li></ul><ul><li>Com a cabeça do paciente em alinhamento neutro, posicione o apoio mentoniano deslizando o colar para cima do tórax. Tenha certeza de que o mento está bem apoiado pelo suporte mentoniano. </li></ul><ul><li>Revise novamente a posição da cabeça do paciente e o colar, certificando que o alinhamento está adequado. Tenha certeza de que o queixo do paciente cobre a fixação central no suporte mentoniano. </li></ul>
  117. 117. Colocação do KED <ul><li>Mantendo a cabeça da acidentado fixada com as mãos pelo primeiro socorrista, o segundo, pelo sistema de medidas de dedo (vide colocação dos colares cervicais) colocará o colar cervical na medida e tamanho correto, evitando qualquer movimento de rotação ou translação do pescoço mantendo o cervical imobilizada, após este procedimento, poder-se-á soltar a cabeça do acidentado. </li></ul><ul><li>Em seguida, pegar o KED (Colete Imobilizador Cervical) e após soltar as tirantes, cintos, etc., colocar nas costas do paciente, na posição do desenho. Enquanto o segundo resgatista, manterá o acidentado em uma posição que permitirá e facilitará a colocação da parte de trás, entre as costas do paciente e o banco do veículo, ou outra parte em que estiver sentado. Portanto mantendo-o em posição correta. </li></ul><ul><li>Após a colocação na parte de trás da cervical acidentado, vai-se fechando a parte da cintura com o KED (Colete Imobilizador Cervical) para que o acidentado fique preso no aparelho, protegendo melhor a sua coluna cervical. Obs.:Sempre é necessário dois socorristas, pois o primeiro segura o paciente em uma posição e o segundo vai colocando o aparelho. </li></ul><ul><li>Em seguida, com o primeiro socorrista segurando o acidentado, o segundo vai passando os cintos, apertando e ajustando sem machucar o acidentado. Veja, o segundo socorrista mantém a vítima na mesma posição evitando que a mesma venha a se movimentar. Obs.: Vide procedimento para grávidas e crianças. </li></ul>
  118. 118. Colocação do KED <ul><li>O outro Socorrista passa os cintos pelas pernas do acidentado, prendendo os cintos, no local correto. Estes cintos além de terem cores diferentes (preto, vermelho, verde e amarelo) possuem fechos em preto e branco, para melhor orientação. </li></ul><ul><li>Após os cintos serem passados pelas pernas, são também ajustados pelo aparelho ao corpo do acidentado firmemente, mas sem machucá-lo. Lembre-se: um socorrista segura o paciente, o outro faz todo o trabalho de colocação do aparelho. </li></ul><ul><li>Em seguida os socorristas passam a prender a parte de cima do aparelho, a cabeça do acidentado. É colocado uma espécie de almofada que poderá ser dobrada ou não entre a parte das costas, pescoço e cabeça do acidentado, desprendendo a dobra, dependendo do tamanho da cabeça e peso da vítima. Coloca-se os tirantes (cintos) de testa e queixo presos ao acidentado e ao aparelho. Estes sempre possuem velcro, facilitando a sua colocação. Só assim os socorristas manterão a vítima imobilizada </li></ul><ul><li>Visualizado o acidentado pela parte lateral, verifica-se como ficará a vítima após a imobilização. A partir deste momento poderá ser retirado do veículo ou do local do acidente, sendo carregado por dois ou mais socorristas, dependendo do peso do acidentado. É usual também amarrar as mão e pés do acidentado por meio de fitas para evitar que este venha a forçar a retirada do aparelho. </li></ul>
  119. 119. COLOCAÇÃO DO KED
  120. 120. KED - Transporte
  121. 121. <ul><li>Contrações fortes e freqüentes; </li></ul><ul><li>Saída de líquido claro pela vagina – ruptura da bolsa; </li></ul><ul><li>Discreto sangramento pela vagina; </li></ul><ul><li>Apresentação cefálica. </li></ul><ul><li>Ministrar oxigênio a 06 l/min com catéter nasal ou 10 l/min com máscara ou assista a respiração; </li></ul><ul><li>Coloque um absorvente higiênico e massageie o abdome da mãe – região do útero; </li></ul><ul><li>Aqueça a mãe e o bebê, previna o choque; </li></ul><ul><li>Monitore sinais vitais e leve a placenta para o hospital junto com o bebê. </li></ul><ul><li>PLACENTA -: massa escura, de aproximadamente 500g parecida com um fígado a qual sairá cerca de 20 min após o parto ( situação normal); </li></ul>PARTO DE EMERGÊNCIA Sinais do Parto Cuidados Com a Mãe
  122. 122. <ul><li>Verifique as VAS; </li></ul><ul><li>Verifique a apresentação do bebê – se não existir a apresentação cefálica, ministre oxigênio a 10 l/min com máscara e transporte imediatamente para o pronto socorro; </li></ul><ul><li>Se existe a apresentação cefálica, inicie o parto sem interferir; </li></ul><ul><li>Após a saída da cabeça, vire gentilmente o bebê lateralmente para a esquerda, e em seguida dê uma leve tração no ombro de cima e depois de baixo; </li></ul><ul><li>Aspire as secreções do nariz e da boca com uma bombinha de borracha tipo pêra ou limpe as VAS com um pano limpo; </li></ul><ul><li>Se o bebê não respira, pegue-o pelas pernas com cuidado, e, com a cabeça para baixo, dê algumas palmadinhas delicadas nas costas para o mesmo iniciar a respiração e faça ainda a RCP se for o caso; </li></ul><ul><li>Após o parto, deite a criança de costas e com um cordão fervido ou embebido em álcool , faça dois nós, o primeiro a 20 cm do bebê e o outro a 10 cm do primeiro em direção à mãe e corte com um bisturi ou canivete esterilizado entre os dois nós. </li></ul>Procedimentos
  123. 123. <ul><li>Após a saída da placenta, havendo hemorragia forte, tape a vagina com absorvente higiênico, gaze ou pano limpo; </li></ul><ul><li>Faça a elevação do quadril da gestante, colocando a mesma ajoelhada, com a cabeça no chão lateralmente e as mãos para a frente, controlando sua respiração; </li></ul><ul><li>Em caso extremo, provoque a vasoconstrição com água fria ou bolsa de gelo; </li></ul><ul><li>Massageie com as mãos o útero. Esta prática provoca o endurecimento das paredes do útero e a vasoconstrição; </li></ul><ul><li>Ministre oxigênio a 10 l/min com máscara ou assista a respiração; </li></ul><ul><li>Transporte na posição acima descrita caso a hemorragia não cesse. </li></ul><ul><li>Caso positivo, deite a mãe de preferência sem roupas, com a vagina coberta e coloque o bebê sobre o abdome e tórax da mamãe; </li></ul><ul><li>Uma hemorragia mediana é normal em partos, portanto não se assuste. </li></ul>
  124. 124. Nascimento do bebê
  125. 125. Parto Normal <ul><li>A cabeça do bebê começa a sair </li></ul><ul><li>Dilatação da vagina para o bebê </li></ul><ul><li>A cabeça do bebê começa a sair </li></ul><ul><li>Projeção do tórax e abdome do bebê </li></ul>
  126. 126. Parto Agachado Observe que quando a cabeça do bebê sai completamente, o socorrista gira a mesma lentamente para que os ombros do bebê saiam e assim, todo o seu frágil corpo acabe sendo expulso pelas contrações musculares da própria mãe. Esta é uma das posições que mais facilita o parto normal para a futura mamãe, que não faz tanta força para parir o bebê. Parto Normal Assistido
  127. 127. Ultrassonografia do bebê
  128. 128. <ul><li>Diminuição da força muscular com perda repentina da consciência . </li></ul><ul><li>CAUSAS : Falta alimentação, jejum, psicoemocionais, tumores cerebrais, etc. </li></ul><ul><li>SINTOMAS : Fraqueza, falta de ar, “escurecimento da visão”. </li></ul><ul><li>PROCEDIMENTOS : </li></ul><ul><li>Coloque a vítima deitada e eleve as pernas da mesma 30 cm; </li></ul><ul><li>Tente acordá-la, chamando-a ou batendo palmas próximo ao seu rosto; </li></ul><ul><li>Afrouxe roupas, gravatas, etc.; </li></ul><ul><li>Verifique as VAS e sinais vitais; </li></ul><ul><li>Passe uma compressa fria pelo rosto e testa. </li></ul><ul><li>OBSERVAÇÕES : </li></ul><ul><li>Não dê nada de líquido ou sólido à vítima; </li></ul><ul><li>Não jogue água no rosto da vítima. </li></ul>DESMAIOS
  129. 129. EMERGÊNCIAS CLÍNICAS
  130. 130. RAIVA HUMANA <ul><li>A raiva, também chamada hidrofobia, é uma doença praticamente fatal se não for tratada imediatamente. É provocada por um vírus que ataca o sistema nervoso CENTRAL. Seu período de incubação é de 40 a 50 dias, às vezes pode aparecer mais precocemente ( a partir do 10º dia) e poucas vezes aparece ainda depois de três meses.O homem recebe o vírus através da mordida ou da saliva do animal contaminado. </li></ul><ul><li>SINTOMATOLOGIA CLÍNICA </li></ul><ul><li>Inicialmente ocorrem pruridos no local da mordida, cefaléia e irritabilidade, além de intolerância a ruídos fortes. Às vezes ocorrem sensações de medo, rouquidão e dificuldade de engolir. Após um ou dois dias, aparece o período da excitação. </li></ul><ul><li>PROCEDIMENTOS </li></ul><ul><li>Lavar o ferimento com água e sabão; </li></ul><ul><li>Deixar o animal agressor em observação por 1º dias </li></ul><ul><li>Em caso de morte do animal, levar sua carcaça para um centro de saúde; </li></ul><ul><li>Partir para o tratamento anti-rábico – vacinas e procedimentos médicos se o animal morrer por qualquer motivo em menos de 10 dias após a mordida, desaparecer em menos de 10 dias após a mordida, for desconhecido ou desenvolver a raiva ou outra doença. </li></ul><ul><li>Será desnecessário o tratamento anti-rábico se o animal , após 10 dias de observação, estiver sadio. </li></ul>
  131. 131. No cão, a doença se inicia após uma incubação de 3-6 semanas.O que mais chama a atenção no período prodrômico é o comportamento anormal do animal, que se torna arredio, desobediente ao próprio dono e come pouco, ingerindo materiais indigestos, como pedaços de madeira, palha, etc. Duas formas clínicas são observadas: a raiva furiosa e a raiva muda ou paralítica. RAIVA CANINA Na raiva muda , como o nome indica, faltam ou são apenas mitigados os sintomas de excitação: o que domina o quadro são as paralisias, sobretudo do trem posterior e dos maxilares, estas últimas dando a impressão de que o animal tem um osso atravessado na garganta.     Na raiva furiosa , o cão apresenta sintomas de excitação, late repetidamente com voz rouca e fanhosa, investe contra tudo e contra todos, mordendo com fúria. Apresentando-se ao cão raivoso uma vara, o animal toma-a com violência e morde-a: sinal que se atribui importância diagnóstica. A morte sobrevém em 4-7 dias, com paralisias e convulsões. Contrariamente à crença popular, o cão raivoso não apresenta hidrofobia e procura beber até o fim, mesmo quando, em conseqüência de paralisia dos músculos da faringe, a deglutição se torna impossível e a saliva escoa sob a forma de baba.    
  132. 132. O que fazer: É aconselhável respirar para um saco de plástico ou de papel, de forma a aumentar os níveis de dióxido de carbono no sangue, aliviando assim os sintomas: 1. Cubra o nariz e boca com um pequeno saco de plástico ou de papel. 2. Respire lentamente para o saco e inspire esse ar. Faça com que a inspiração dure cerca de 5 segundos. Repita este processo por mais 9 vezes. 3. Respire normalmente, sem o saco, por alguns minutos. 4. Repita os passos 2 e 3 de forma a aliviar ou eliminar os sintomas. Num estado de hiperventilação, o coração bate mais rápido e existe a sensação de que não se consegue obter ar suficiente. Ao respirar em ritmo mais acelerado, obtém-se oxigênio em &quot;excesso&quot;. Esta situação pode provocar &quot;formigamento&quot; nos braços, pernas e boca, tornando-os dormentes. Podem também ocorrer alterações visuais e até perda de consciência. As causas mais comuns são : Ansiedade, fortes dores de estômago, doenças do coração e pulmão e lesões físicas de grande intensidade. HIPERVENTILAÇÃO
  133. 133. O que fazer: 1. Se apenas a ponta do anzol estiver na pele , pode retirá-lo sem problemas e tratar a pequena hemorragia. 2. Se a farpa (o &quot;triângulo&quot; na ponta dos anzóis) estiver entranhada, é aconselhável ser retirado por um médico. 3. No caso de não ter nenhuma assistência médica disponível, e se conseguir, empurre mais o anzol, numa curva estreita, até a sua ponta sair da pele. 4. Corte, com um alicate ou uma tesoura, a ponta com a farpa. 5. Puxe todo o anzol de volta. 6. Lave bem o local e cubra-o com uma compressa não aderente. 7. Consulte um médico, para fazer o devido acompanhamento da situação. ACIDENTES COM ANZÓIS
  134. 134. <ul><li>Os indivíduos que sofrem de diabetes mellitus recorrem à insulina com o objetivo de regular o nível de açúcar no sangue (glicemia). Se utilizada em excesso, a insulina pode causar hipoglicemia, a qual, se acentuada, pode afetar o estado de consciência. Como reconhecer : A vítima de hipoglicemia poderá demonstrar alguns destes sintomas: </li></ul><ul><li>Pele pálida, úmida e fria; </li></ul><ul><li>Palpitações e pulso forte; </li></ul><ul><li>Fome, fraqueza e desmaio; </li></ul><ul><li>Confusão, baixo nível de resposta; </li></ul><ul><li>Baixa ventilação. </li></ul>VÍTIMA CONSCIENTE 1. Sente a vítima e dê-lhe uma bebida açucarada ou um alimento doce, como um pedaço de chocolate ou um cubo de açúcar. 2. Deixe-a repousar. Se melhorar dê-lhe mais da bebida ou do alimento e aconselhe a consultar um médico. VÍTIMA INCONSCIENTE 1. Desobstrua as vias respiratórias da vítima. Coloque-a na posição lateral de segurança. Se necessário proceda à ressuscitação cardio-pulmonar. 2. Vigie o estado da vítima e registre, em intervalos regulares, a ventilação, o pulso e as respostas. HIPOGLICEMIA
  135. 135. SINTOMAS DO ATAQUE 1. Súbita perda de consciência, por vezes com um grito. 2. Rigidez e arqueamento das costas. 3. A respiração pode cessar. 4. Movimentos bruscos. 5. Espuma ou bolhas em redor da boca, podendo ser manchadas de sangue. 6. Perda de controle da bexiga ou dos intestinos. COMO PROCEDER 1. Se vir que o indivíduo está prestes a cair, ampare-o e ajude-o a deitar-se no chão. 2. Afaste os objectos contra os quais poderá chocar. 3. Coloque uma almofada debaixo ou à volta da cabeça da vítima. Quando as convulsões tiverem terminado: 1. Retire a almofada e desobstrua-lhe as vias respiratórias. Coloque-a na posição lateral de segurança. 2. Permaneça junto da vítima até que ela fique completamente restabelecida. É normal a vítima ficar desorientada e dar sono após um ataque epiléptico. EPILEPSIA
  136. 136. HIPOTERMINA <ul><li>Exposição intensa ao frio extremo. </li></ul><ul><li>IDENTIFICAÇÃO: </li></ul><ul><li>Fraqueza; </li></ul><ul><li>Sonolência; </li></ul><ul><li>Pele pálida, azulada; </li></ul><ul><li>Confusão mental; </li></ul><ul><li>Rigidez muscular; </li></ul><ul><li>PROCEDIMENTOS EMERGENCIAIS: </li></ul><ul><li>Retire as roupas molhadas da vítima; </li></ul><ul><li>Aqueça a vítima de alguma forma ( cobertores, banhos quentes, etc; </li></ul><ul><li>Se estiver consciente, ofereça bebidas quentes; </li></ul>
  137. 137.   Exposição prolongada ao calor associado a :   - dor de cabeça;   - enjôo;   - tonteiras;   - rosto avermelhado;   - pele quente e seca;   - não há suor,apesar do corpo quente;   - pulso rápido, (90 a 110 batimentos). PROCEDIMENTOS:   - remova a vítima para um lugar bem ventilado fresco e arejado;   - use ventiladores ou ligue o ar condicionado;   - afrouxe, abra ou retire suas roupas;   - coloque a vítima deitada com a cabeça elevada e pescoço semi-estendido;   - refresque-a por meio de banho, ou toalhas umedecidas, inclusive a cabeça;   - encaminhe-a ao pronto socorro para avaliação médica. INTERMAÇÃO
  138. 138. <ul><li>       Dose excessiva de qualquer droga,quer se trate de um narcótico ou de um medicamento. É perigosa e exige tratamento médico urgente. </li></ul><ul><li>SINTOMATOLOGIA: </li></ul><ul><li>dilatação ou contração anormal das pupilas; </li></ul><ul><li>vômitos; </li></ul><ul><li>dificuldades respiratórias; </li></ul><ul><li>perda de consciência; </li></ul><ul><li>suores e alucinações. </li></ul><ul><li>CONDUTA DO SOCORRISTA/PARAMÉDICO:   1. Pergunte à vítima o que aconteceu. Obtenha rapidamente as informações que puder, pois a vítima pode ficar inconsciente a qualquer momento. Não tente provocar vômitos. É tempo perdido e pode ser prejudicial;   2. Conduza a vítima sem movimentar-se para a UR;   3. Recolha uma amostra do vômito e quaisquer frascos ou recipientes de comprimidos que se encontrem perto da vítima. Entregue-os aos médicos, servindo como dado útil para a escolha do tratamento mais adequado. </li></ul>OVERDOSE
  139. 139. OVERDOSE Cocaína diluída
  140. 140. Ferimentos por projéteis <ul><li>Procedimentos </li></ul><ul><li>Monitorar sinais vitais; </li></ul><ul><li>Conduzir em prancha longa; </li></ul><ul><li>Não tentar retirar o projétil; </li></ul><ul><li>Evitar hemorragias no local de entrada e saída do projétil; </li></ul><ul><li>Fazer curativo tipo oclusão com gaze ou pano limpo e seco; </li></ul><ul><li>O dreno só será feito em hospital por paramédico ou médico; </li></ul><ul><li>Se a vítima apresentar arma ou outro objeto empalado, não remover em hipótese alguma e imibilizar o objeto com gaze e esparadrapo, evitando-se movimentar a vítima. </li></ul><ul><li>Foto 1 </li></ul>
  141. 141. TIRO TRANSFIXIANTE Entrada pelo braço e alojamento no tórax <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
  142. 142. Projétil Alojado no Crânio <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul>
  143. 143. PROJÉTIL ALOJADO NO BRAÇO <ul><li>Foto 1 </li></ul>
  144. 144. TIRO NA NUCA – REGIÃO DO CEREBELO <ul><li>Foto 1 </li></ul>
  145. 145. Perfuração do pulmão por projétil <ul><li>Foto 1 </li></ul>
  146. 146. Traqueotomia Procedimento realizado em pacientes que necessitam de ventilação mecânica prolongada. Limpa-se o pescoço do paciente e faz-se incisões para expor os anéis cartilaginosos que formam a parede externa da traquéia, corta-se entre os anéis e insere-se a cânula.
  147. 147. <ul><li>APENDICITE AGUDA </li></ul><ul><li>É a inflamação do apêndice. O apêndice é uma estrutura vermiforme (em forma de verme) que sai da primeira porção do intestino grosso. Tem comprimento variável, em torno de 10 centímetros, e localiza-se na parte inferior do abdômen. O apêndice apresenta um canal em seu interior que se comunica com o intestino grosso, onde existem fezes semilíquidas. A apendicite é causada, habitualmente, por um pequeno bloco de fezes endurecidas (fecalito) que obstrui o apêndice. </li></ul><ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>Inicia com dor em torno do umbigo, acompanhada de náuseas e eventualmente vômitos. Horas depois, a dor localiza-se na parte inferior do abdômen, acompanhada por febre moderada e perda de apetite. </li></ul><ul><li>A apendicite pode restringir-se ao órgão inflamado ou pode provocar sua ruptura. Quando isso acontece as defesas do organismo costumam bloquear a infecção em torno do apêndice originando um abscesso. Quando o organismo não bloqueia a infecção, o conteúdo da mesma espalha-se pelo abdômen provocando um quadro grave de peritonite aguda. Nesta última circunstância haverá dor difusa intensa, febre alta e quadro tóxico grave, exigindo intervenção cirúrgica imediata. </li></ul><ul><li>Apendicite aguda é doença que predomina na faixa etária de 15 aos 50 anos, mas pode ocorrer na criança e no velho. </li></ul>Apendicite Aguda Apêndice
  148. 148. <ul><li>Primeiramente para saber o que é uma Hérnia, temos que entender que as vísceras abdominais  (intestinos, estômago, baço, fígado, epíploon, etc.) estão contidas dentro de uma cavidade (peritoneal) que é protegida por diversas estruturas sendo: posteriormente pela coluna vertebral e músculos, superiormente pelo diafragma, lateral e anteriormente por músculos e inferiormente pelos ossos da bacia e músculos. Quando ocorre uma fraqueza em determinada área, isso pode permitir que o conteúdo intra-abdominal cause uma protusão, </li></ul><ul><li>ficando saliente e visível na parede abdominal. </li></ul><ul><li>Essa área de fraqueza pode ocorrer por diversos motivos: Defeitos congênitos ou adquiridos. Os adquiridos podem ocorrer por esforço físico (até tosse e espirros), traumatismos ou incisões cirúrgicas. Então hérnia poderia ser definida como uma área de fragilidade da parede abdominal que possibilita a saída de conteúdo intra abdominal, provocando um abaulamento ou protusão. O conteúdo abdominal (vísceras) ficaria contido apenas pela pele </li></ul><ul><li>Sintomas = aumento da pressão intra-abdominal, que acontece com esforços físicos, levantamento de peso, tosse, esforço para evacuar, etc., poderá notar um aumento de volume localizado em determinada região do abdome </li></ul>HÉRNIA
  149. 149. HÉRNIA – Tratamento Cirúrgico <ul><li>Hérnia 1 </li></ul><ul><li>Hérnia 2 </li></ul>
  150. 150. A cirurgia de hérnia Colocação de uma tela de sustentação <ul><li>Foto 1 </li></ul><ul><li>Foto 2 </li></ul><ul><li>Foto 3 </li></ul>
  151. 151. <ul><li>ANGINA </li></ul><ul><li>É o estreitamento da artéria do coração . </li></ul><ul><li>Sintomas: Pressão e desconforto, dor em aperto no centro do peito que dura mais que alguns minutos e volta ao normal. Esta dor pode irradiar para os ombros, queixo, pescoço e braços ( esquerdo ). Outro sintoma é a sensação de cabeça leve, sensação de desmaio, suores e falta de ar. Geralmente passa com repouso e uso de comprimidos sublinguais de nitro derivados . </li></ul><ul><li>Conduta: Manter a vítima em repouso com o troco elevado, monitorar sinais vitais e transportar para o hospital com oxigênio. </li></ul><ul><li>A angina pode evoluir para um infarto se a dor durar mais de 15 minutos e se não tratadas. </li></ul><ul><li>A angina de peito pode ser considerada uma dor amiga, mas que avisa estar acontecendo algo de errado e grave com o coração. </li></ul>Emergências Clínicas
  152. 152. Emergências Clínicas <ul><li>INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO </li></ul><ul><li>Decorre da obstrução de uma artéria do músculo cardíaco, fazendo com que o coração pare de bater. </li></ul><ul><li>Sintomas: Dor súbita e de duração prolongada na região do peito e não é aliviada, podendo irradiar para áreas adjacentes ao coração, com apresentação de mas estar ( náuseas, vômitos, palidez, sudorese e choque; </li></ul><ul><li>Conduta: Repouso, afrouxar as roupas, monitorar sinais vitais, RCP se necessário, usar oxigênio e transportar ao socorro médico de emergência. </li></ul>
  153. 153. <ul><li>Nos homens é mais comum a dor pré-cordial. Já nas mulheres o cansaço e a fadiga extrema são os sintomas mais comuns; </li></ul><ul><li>Nas mulheres é mais freqüente sentir náuseas, dor nas costas, pescoço e queixo; </li></ul><ul><li>A dor geralmente se irradia para o braço esquerdo, mas em 15% dos casos, irradia para o braço direito; </li></ul><ul><li>Existem infartos silenciosos que só são revelados ao eletrocardiograma ou outros exames rotineiros; </li></ul><ul><li>A parte do coração que necrosar, morrer por ocasião de um infarto, não é mais viável e não produzirá sintomas como a dor. Portanto, enquanto o paciente sentir dor, ainda resta tecido cardíaco viável que pode recuperar por sí só ou com tratamentos. </li></ul><ul><li>Nos casos mais graves, o uso de marca-passo é o recomendável. </li></ul>Características do Infarto
  154. 154. <ul><li>Comumente chamado de derrame, os acidentes vasculares cerebrais pode ser definidos como a interrupção do fluxo sanguíneo a determinada área do cérebro. dividem-se em : </li></ul><ul><li>Hemorrágicos – Quando a interrupção é causada pela ruptura de um vaso, causando hemorragia e falta de irrigação em determinada parte do cérebro; </li></ul><ul><li>Isquêmicos – Entupimento de uma artéria cerebral, deixando parte do cérebro sem irrigação. </li></ul><ul><li>Sintomas = Tontura, dor de cabeça severa, Hemiplegia ( paralisia unilateral), e às vezes sangramentos. Ocorre ainda adormecimento ou fraqueza no rosto, num braço, numa perna. Dificuldade de entender, falar, ver ( um dos olhos ou nos dois ), dificuldade de caminhar. </li></ul><ul><li>Conduta = Peça ao paciente para sorrir e falar. Se este não conseguir, existe aí um forte indício de um AVCH ou AVCI. Monitore os sinais vitais, ministre oxigênio, transporte deitado em prancha longa par o hospital. </li></ul>Acidente Vascular Cerebral Emergências Clínicas
  155. 155. Emergências Clínicas Acidente Vascular Cerebral
  156. 156. ANEURISMAS <ul><li>ANEURISMA é uma palavra grega que quer dizer “Alargamento” </li></ul><ul><li>Considera-se aneurisma uma artéria com alargamento superior a 50% de seu diâmetro normal. </li></ul><ul><li>Sua incidência é: </li></ul><ul><li>2% em pessoas acima de 50 anos </li></ul><ul><li>5% em homens com mais 70 anos </li></ul><ul><li>20% em parentes de indivíduos que já tiveram aneurismas. </li></ul><ul><li>SINTOMAS: Cefaléia intensa e localizada, vômitos, convulsões, perda de consciência, ptose palpebral, perda de visão , rigidez na nuca, dores nas costas e pernas, falta de ar e dificuldade de engolir. </li></ul><ul><li>CONDUTA: Monitorar os sinais vitais, ministrar oxigênio e conduzir imediatamente para o médico, pois 1/3 dos pacientes vêm a óbito devido a rutura do aneurisma. </li></ul>Emergências Clínicas
  157. 157. ANEURISMA Dilatação parietal de artéria, de veia ou do coração, e que pode ter forma variável (saciforme, fusiforme, etc.). Trata-se de doença de grande risco devido principalmente à possibilidade dele se romper, gerando perda de sangue e conseqüente mortalidade.     A rotura é uma das 10 maiores causas de morte em indivíduos com mais de 50 anos de idade. São estimadas 1000 mortes por ano no Brasil devido a rotura de Aneurismas.     Além da rotura, outras complicações possíveis são a trombose (oclusão) e a embolização (desprendimento de coágulos) com graves repercussões para o organismo. Emergências Clínicas
  158. 158. EDEMA PULMONAR <ul><li>Enchimento do pulmão por líquidos, devido ao mau funcionamento do coração. </li></ul><ul><li>Sintomas = Respiração difícil, secreção pulmonar abundante, saída de líquido rosa-claro da boca – espumante, cianose, palidez e choque, taquicardia e agitação, edema de membros e vasos do pescoço. </li></ul><ul><li>Conduta = Repouso com tórax elevado, fazer garrote em membros, com rodízio entre eles a cada 10 minutos , manter SV e conduzir ao médico. </li></ul>Emergências Clínicas
  159. 159. <ul><li>É a constrição da musculatura dos brônquios, dificultando a passagem de ar pelas VAS. </li></ul><ul><li>Sintomas: Dificuldade respiratória, ruídos respiratórios audíveis, uso da musculatura torácica, ansiedade e agitação e cianose dos lábios. </li></ul><ul><li>Conduta: Afastar a vítima do local agressor ( tapetes, ar condicionado, pó, fuligem, etc ), repousar a mesma na posição sentado, ministrar oxigênio, monitorar SV e transportar para o hospital. </li></ul><ul><li>Em casos de parada respiratória, aplicar manobras de RBB e RCP se for o caso . </li></ul>CRISE DE ASMA CONVULSÃO <ul><li>Abalos musculares de parte ou de todo o corpo, decorrente de funcionamento anormal do SNC; </li></ul><ul><li>Sintomas: Perda momentânea dos sentidos ou funções musculares; </li></ul><ul><li>Conduta: Proteger a vítima, afrouxar as roupas, retirar materiais ( brincos, correntes, cinto etc ) proteger a língua com um pedaço de pano, colocar a cabeça lateralmente ingestão de líquidos ) e aguardar a melhora. Se não melhorar, transportar para o hospital imediatamente. </li></ul><ul><li>Ex: Epilepsia. </li></ul><ul><li>Em casos de parada respiratória, aplicar manobras de RBB e RCP se for o caso . </li></ul>Emergências Clínicas
  160. 160. <ul><li>Ferimentos na Cabeça </li></ul><ul><li>Não tente limpar o ferimento, há perigo de aumentar a hemorragia; </li></ul><ul><li>Não faça compressão com os dedos; </li></ul><ul><li>Controle o sangramento com curativo limpo e pouco pressão; </li></ul><ul><li>Procure socorro médico. </li></ul><ul><li>Ferimentos nos Olhos </li></ul><ul><li>Não tente remover objetos da córnea; </li></ul><ul><li>Não faça curativo compressivo; </li></ul><ul><li>Não remova objetos empalados; </li></ul><ul><li>O curativo deve ser frouxo e nas duas vistas – tapar as duas; </li></ul><ul><li>Em queimaduras químicas, lave sempre, partindo do nariz para as extremidades, com água estéril ( 5 a 15’). </li></ul><ul><li>Ferimentos na Orelha </li></ul><ul><li>Fazer curativo ou bandagem; </li></ul><ul><li>Nunca feche o canal auditivo; </li></ul><ul><li>Se houver saída de líquido claro e/ou sangue significa TCE </li></ul><ul><li>Procure socorro médico. </li></ul>Emergências Clínicas
  161. 161. <ul><li>Ferimentos na Face </li></ul><ul><li>Corrigir problemas respiratórios; </li></ul><ul><li>Não esquecer a possibilidade de lesões na coluna – usar colete cervical; </li></ul><ul><li>Use pressão suficiente para parar o sangramento; </li></ul><ul><li>Retire corpos estranhos do ferimento que estiverem na boca; </li></ul><ul><li>Faça curativo e procure socorro médico; </li></ul><ul><li>Insetos no Ouvido </li></ul><ul><li>Sente a vítima em uma posição confortável evitando colocar o ouvido invadido para baixo; </li></ul><ul><li>Coloque uma toalha na cabeça de modo a cobrí-la totalmente; </li></ul><ul><li>Pegue uma lanterna ou uma vela e aproxime do ouvido, isto estando o socorrista debaixo da toalha – cuidado para provocar incêndio com a vela; </li></ul><ul><li>O inseto sairá, procurando a luz instintivamente; </li></ul><ul><li>Mantenha a vítima calma. Caso o mesmo não saia, procure tapar o ouvido com gaze e leve ao médico para uma lavagem auricular. </li></ul>Emergências Clínicas
  162. 162. <ul><li>Ferimentos no Nariz </li></ul><ul><li>Controle hemorragias; </li></ul><ul><li>Coloque um retalho no local; </li></ul><ul><li>Se caso houver uma epistaxe ( sangramento ), coloque o paciente sentado, inclinando a cabeça ligeiramente para frente e procure socorro adequado. </li></ul><ul><li>Ferimentos no Pescoço </li></ul><ul><li>Mantenha o paciente calmo; </li></ul><ul><li>Peça a vítima para respirar devagar; </li></ul><ul><li>Administre oxigênio se for o caso; </li></ul><ul><li>Cuidado com trauma de coluna; </li></ul><ul><li>Efetuar curativo oclusivo com uma compressa, devendo esta ser coberta com plástico estéril ou papel alumínio; </li></ul><ul><li>Perigo de ETA – Embolia Traumática pelo ar; </li></ul><ul><li>Não aplique pressão sobre as VAS; </li></ul><ul><li>Não aplique pressão dos dois lados ao mesmo tempo; </li></ul><ul><li>Procure socorro médico. </li></ul>Emergências Clínicas
  163. 163. <ul><li>Ferimentos no Tórax </li></ul><ul><li>Mantenha a vítima deitada sobre o lado da lesão; </li></ul><ul><li>Coloque curativo oclusivo preso em três lados; </li></ul><ul><li>Administre oxigênio; </li></ul><ul><li>Aspire sangue e secreções caso necessário; </li></ul><ul><li>Transporte sobre o lado ferido. </li></ul><ul><li>Ferimento no Abdome </li></ul><ul><li>Mantenha a vítima deitada; </li></ul><ul><li>Mantenha suporte básico de vida – SV; </li></ul><ul><li>Fique alerta para vômitos; </li></ul><ul><li>Não toque e nem recoloque no lugar as vísceras; </li></ul><ul><li>Cubra as vísceras com curativo oclusivo embebido em soro fisiológico, cobrindo este com plástico estéril ou papel alumínio; </li></ul><ul><li>Não remova objetos empalados. Caso houver objetos, imobilize-os com gaze e esparadrapos e transporte sem movimentar a vítima em prancha longa; </li></ul>Emergências Clínicas
  164. 164. <ul><li>Ferimentos na Região Genital </li></ul><ul><li>Faça curativo compressivo no local; </li></ul><ul><li>Em caso de mutilação, o pedaço amputado deverá ser colocado dentro de saco plástico, sem nada dentro, devendo este saco ser colocado dentro do gelo; </li></ul><ul><li>Transporte sem movimentar em prancha longa, deitado; </li></ul><ul><li>Evite movimentos bruscos no transporte. </li></ul><ul><li>OBSERVAÇÕES VITAIS </li></ul><ul><li>Use sempre luvas descartáveis; </li></ul><ul><li>Antes de usar as luvas, lave as mãos com água corrente e sabão neutro; </li></ul><ul><li>Use óculos de proteção e máscaras descartáveis; </li></ul><ul><li>Trabalhe sempre a favor do vento – em ambientes abertos. </li></ul>Emergências Clínicas
  165. 165. <ul><li>  O paciente geralmente apresenta, antes da perda de sangue, enjôos e náuseas.   Ao vomitar, vem sangue como se fosse borra de café. </li></ul><ul><li>PROCEDIMENTOS: </li></ul><ul><li>  Coloque o doente deitado sem travesseiro. </li></ul><ul><li>  Não lhe dê nada pela boca. </li></ul><ul><li>  Aplique saco de gelo ou compressas frias sobre o estômago. </li></ul><ul><li>  O atendimento por profissional de saúde é indispensável  </li></ul>Emergências Clínicas HEMORRAGIA DO ESTÔMAGO (HEMATÊMESE )
  166. 166. HEMORRAGIA NASAL   Ponha o paciente sentado, com a cabeça em posição normal e aperte-lhe a(s) narinas(s) durante cinco minutos.   Caso a hemorragia não ceda, coloque um tampão de gaze por dentro da narina e um pano de toalha fria sobre o nariz. Se possível, use um saco de gelo.   Se a hemorragia continuar, o socorro dos profissionais de saúde é necessário . HEMORRAGIA DOS PULMÕES (HEMOPTISE)   Após um acesso de tosse, o sangue sai pela boca em golfadas e é vermelho rutilante.   coloque o doente em repouso no leito com a cabeça mais baixa que o corpo.   Não o deixe falar, mantendo-o calmo.   Conduza a vítima para o Hospital imediatamente. Emergências Clínicas
  167. 167. A Anafilaxia já existe durante muitos séculos. O primeiro relato esta datado de 2640 A.C e descreveu a morte súbita do faraó egípcio Menes, depois de ser picado por uma vespa. Porém, somente por volta de 1900 é que os médicos reconheceram e começaram a entender as emergência alérgica. O r isco de morrer por anafilaxia para qualquer pessoa esta calculado em aproximadamente 1%. São esperados que um a dois milhões de pessoas no Brasil se tornem vítimas de reações alérgicas severas por mordidas de inseto, medicamentos e alimentos, resultando entre 500 a 1000 mortes por ano. A medicação ativa para a reversão deste quadro é a epinephrine. A Injeção de epinephrine é o tratamento escolhido para emergências alérgicas, porque provoca rapidamente vaso – constrição, relaxa músculos lisos pulmonares, melhorando a respiração, estimula os batimentos cardíacos e trabalha para combater urticárias e inchaços ao redor da face e lábios. ANAFILAXIA
  168. 168. Quando ocorre a anafilaxia, grandes quantidades de histamina e outras substâncias são liberadas pelos mastócitos ao longo de todo o corpo. A liberação de “mediadores inflamatórios” causa a dilatação dos vasos sanguíneos, diminuindo a pressão arterial. As vias respiratórias se estreitam e fica difícil respirar. <ul><li>Alergia alimentar é o resultado de uma reação alérgica a um alimento ou aditivo alimentar. A situação mais grave de alergia a alimentos é o choque anafilático . </li></ul><ul><li>Os alimentos mais associados a choques anafiláticos são amendoins, nozes, mariscos, crustáceos, clara de ovo e sementes, como o gergelim. Os alimentos que mais provocam alergia são: leite de vaca, ovos, amendoim, mariscos e castanhas. Ter alergia a amendoim (que é um legume), não significa ser alérgico a todos os tipos de castanha, mas isso é possível. </li></ul><ul><li>Alergia a medicamentos é a principal causa de reações anafiláticas, as quais podem ser mortais. As drogas mais associadas a esse tipo de reação são: analgésicos (ácido acetilsalicílico, dipirona), antiinflamatórios, antibióticos, relaxantes musculares, alguns anticonvulsivantes, além de sangue ou seus componentes. Alguns alimentos e aditivos alimentares também podem provocar reações anafiláticas. </li></ul>
  169. 169. <ul><li>alimentos e aditivos alimentares </li></ul><ul><li>picadas e mordidas de insetos </li></ul><ul><li>alguns agentes usados na imunoterapia, que é a exposição gradual e controlada a uma substância à qual seu corpo é alérgico com a finalidade de dessensibilizá-lo a ela </li></ul><ul><li>drogas como a penicilina </li></ul><ul><li>drogas usadas como anéstesicos locais, como a benzocaína e a lidacaína </li></ul><ul><li>vacinas como o soro antitetânico </li></ul><ul><li>em casos raros: poeira, outras substâncias presentes no ar, caspa de animais domésticos. </li></ul>QUADRO GERAL DA ALERGIA Causas Prováveis
  170. 170. <ul><li>sensação de desmaio </li></ul><ul><li>pulso rápido </li></ul><ul><li>dificuldade de respiração, incluindo chiados no peito </li></ul><ul><li>náusea e vômito </li></ul><ul><li>dor no estômago </li></ul><ul><li>inchação nos lábios, língua ou garganta (incluindo o palato mole - a parte de trás do céu da boca -, a úvula - campainha- , e a glote - provocando o edema de glote) </li></ul><ul><li>placas altas e pruriginosas na pele: urticária </li></ul><ul><li>pele pálida, fria e úmida </li></ul><ul><li>tonteira, confusão mental e perda da consciência </li></ul><ul><li>pode haver parada cardíaca. </li></ul>SINTOMAS
  171. 171. <ul><li>Para a reversão do quadro em caráter emergencial, poderá ser aplicado uma injeção de epinefrina (=adrenalina) assim que verificar a anafilaxia ou mesmo uma reação alérgica que não seja grave. </li></ul><ul><li>Em casos menos graves, poderá ser administrado por paramédico ou médico, drogas como anti-histamínicos ou corticóides, possivelmente por via intravenosa </li></ul><ul><li>Dar líquido (soro) na veia para aumentar o volume de líquidos dentro dos vasos sanguíneos </li></ul><ul><li>Hospitalizar a pessoa para se certificar de que sua pressão arterial e batimentos cardíacos restabeleceram o padrão normal e de que os sintomas não retornarão. </li></ul>PROCEDIMENTOS EMERGENCIAIS <ul><li>Caso a Vítima não tenha uma pulseira explicativa ou não está portando o Kit emergencial, proceda da seguinte forma: </li></ul><ul><li>deite a vítima, levantando as pernas acima do nível do tórax para aumentar o fluxo sanguíneo para o coração e o cérebro . </li></ul>
  172. 172. ANAFILAXIA GRAVE    Para cada 10kg= 0,1Oml de adrenalina;    Adultos(com mais de 70kg)=0,5Oml de adrenalina, no máximo;    Crianças (exemplo: com 20kg=0,2Oml, ou com lOkg=0,lOml). usar seringas de Insulina descartáveis para facilitar a operação de dosagem. Pode ser necessária nova aplicacão entre 5min à 15min.    Aplicar imediatamente, via endovenosa, uma ampola 2,5ml de Decadron (4mg) - injetar abaixo da lingua (local de maior vascularização e fácil acesso).    A seguir aplicar imediatamente, via intra muscular, uma ampola de Fenergan.    Iniciar logo após , os procedimentos de Ventilação com ambu ou oxigênio e manter até o deslocamento para o OS. Se o Choque ocorrer na cadeira odontológica, devemos remover o paciente e deitá-lo de costas para o chão (pernas dobradas) Preparar e aplicar imediatamente adrenalina(milesimal) - 1:1000 na face ventral do ante-braço e intradérmica nas seguintes dosagens:
  173. 173. ANIMAIS PEÇONHENTOS INSETOS E RÉPTEIS
  174. 174. COBRAS <ul><li>A maneira mais segura de se saber se uma serpente é venenosa ou não, é através da FOSSETA LOREAL – pequeno orifício situado entre as narinas e os olhos. </li></ul><ul><li>O utra forma é pela DENTIÇÃO – as venenosas possuem duas grandes presas ocas, para inocular o veneno - solenóglifas. </li></ul><ul><li>Todos os outros sinais como forma da cabeça, escamas, cauda , etc, podem ocorrer ou não no animal. </li></ul>
  175. 175. CARACTÉRISTICAS DAS SERPENTES VENENOSAS VISÍVEL GRANDES POUCO VISÍVEL VISÍVEL PEQUENAS VISÍVEL GRANDES PRESAS AUSENTE EXISTENTE AUSENTE AUSENTE COR Vermelha, listrada de branco, preto, amarelo AUSENTE AUSENTE AUSENTE EXISTENTE CHOCALHO EXISTENTE AUSENTE EXISTENTE EXISTENTE FOSSETA LOREAL LACHESIS Surucucu, Surucutinga MICRURUS Coral Verdadeira BOTHROPS Jararacas, Urutu CROTALUS Cascavéis ESPÉCIMES
  176. 176. ATAQUE DE OFÍDIOS <ul><li>Crotálicos </li></ul><ul><li>Cascavéis </li></ul><ul><li>Dificuldade de abrir os olhos </li></ul><ul><li>Visão dupla </li></ul><ul><li>Sintoma de bêbado </li></ul><ul><li>Visão turva </li></ul><ul><li>Dor muscular </li></ul><ul><li>Formigamento do membro </li></ul><ul><li>Dificuldade de falar </li></ul><ul><li>Escurecimento urina após 6 a 12 horas </li></ul><ul><li>Elapídicos </li></ul><ul><li>Corais </li></ul><ul><li>Ação rápida do veneno </li></ul><ul><li>Dificuldade de abrir os olhos </li></ul><ul><li>Cara de bêbado </li></ul><ul><li>Falta de ar </li></ul><ul><li>Dificuldade em engolir </li></ul><ul><li>Formigamento do membro </li></ul><ul><li>Adormecimento do membro </li></ul><ul><li>Insuficiência respiratoria. </li></ul>
  177. 177. ATAQUE DE OFÍDIOS <ul><li>Botrópicos </li></ul><ul><li>( Jararacas, Urutu,Jararacuçu ) </li></ul><ul><li>Dor Imediata </li></ul><ul><li>Inchaço ( edema) </li></ul><ul><li>Calor e rubor no local picado </li></ul><ul><li>Hemorragia no local </li></ul><ul><li>Podem surgir bolhas </li></ul><ul><li>Aparecimento de furúnculo </li></ul><ul><li>Insuficiência renal aguda </li></ul><ul><li>Gangrena do membro afetado. </li></ul>Laquéticos ( Surucucu e surucutinga ) Ataques muito raros Inchaço no local da picada Diarréia Hemorragia.
  178. 178. Cobras Procedimentos de Urgência <ul><li>Identificar o animal </li></ul><ul><li>Avaliar sinais vitais </li></ul><ul><li>Limpar o local com água </li></ul><ul><li>Oxigênio: 06 l/min -Catéter nasal ou 12 l/min com máscara </li></ul><ul><li>Deitar paciente </li></ul><ul><li>Fazer círculo local da picada </li></ul><ul><li>Elevar o membro afetado em caso de edema </li></ul><ul><li>Trate o choque, se necessário </li></ul><ul><li>Transportar </li></ul><ul><li>Não sugue o veneno nem faça torniquete. </li></ul>
  179. 179. PICADAS DE COBRAS
  180. 180. Normal Turva e cor vermelha Diminuição do volume, cor castanho avermelhado URINA Inexiste Às vezes, dores de cabeça Dor intensa na nuca podendo aparecer em outras regiões DORES Fraca Normal Queda das pálpebras superiores EXPRESSÃO FACIAL Fraca Forte Fraca DOR LOCAL Quase imperceptível Forte Quase imperceptível INCHAÇO, VERMELHIDÃO, ARROXEAMENTO, FEBRE, BOLHAS DE ÁGUA Duas perfurações maiores e outras menores Duas perfurações correspondentes às presas inoculadoras Duas perfurações correspondentes às presas inoculadoras SINAL DA PICADA MICRURUS Coral Verdadeira BOTHROPS Jararacas, Urutu CROTALUS Cascavéis SINTOMAS
  181. 181. <ul><li>As aranhas são animais carnívoros de vida livre, geralmente solitárias e predadoras, alimentando-se de insetos. São principalmente terrestres, existindo aproximadamente 30.000 espécies conhecidas, sendo que apenas 20 a 30 são consideradas como tendo veneno tóxico para o homem. </li></ul>ATAQUE DE ARANHAS <ul><li>As aranhas de maior importância médica são:  </li></ul><ul><li>Aranha Marrom (Loxosceles) </li></ul><ul><li>Aranha Armadeira (Phoneutria sp) </li></ul><ul><li>Aranha de Jardim ou Tarântula (Lycosa) </li></ul>Armadeira Tarântula Loxosceles
  182. 182. Socorro de Urgência <ul><li>Procure identificar o tipo de aranha; </li></ul><ul><li>Se conseguir capturar a aranha, leve-a morta para o hospital; </li></ul><ul><li>Avalie os sinais vitais </li></ul><ul><li>Limpe o local da picada com água ou solução de PVPI; </li></ul><ul><li>Mantenha o paciente sem movimentar-se ; </li></ul><ul><li>Faça uma compressa quente sobre o local por 5 minutos; </li></ul><ul><li>No hospital, aplicar o soro antiaracnídeo conforme o necessário para a espécie </li></ul><ul><li>Trate o choque, caso necessário . </li></ul>Viúva Negra Caranguejeira
  183. 183. Aranhas Marrons ou violinos; Aranhas Armadeiras( Saltadoras); Tarântulas; Aranhas de alçapão; Aranhas de banana; Aranhas lobo; Aranhas tecedoras; Aranhas corredores ou gnafosídeas; Aranhas lince-verdes; Aranhas de patas em escovas; Argíopes laranjas; Aranhas caranguejeiras gigantes; Disderídeas; Amaurobiídeas; Aranhas caçadoras. Aranhas Perigosas
  184. 184. PICADA DA ARANHA MARROM
  185. 185. Picada da Viúva Negra Picada da Armadeira PICADAS DE OUTRAS ESPÉCIES
  186. 186. Dor interna, sudorese, náuseas, vômitos, hipertensão Equimose local e pequena necrose Dor forte,vômitos, hipertemia , equimoses e necroses Dor interna, sudorese, náuseas, vômitos, hipertensão SINTOMAS Irregular Inexistente Irregular Inexistente TEIA Vespertinos e noturnos, aranha sedentária Diurnos, aranha errante e sedentária Noturnos, aranha sedentária Vespertinos e noturnos, aranha errante HÁBITOS Pouco Frequentes Freq
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