eere	
  

Fotografía:	
  UCR	
  

Simposio	
  sobre	
  roya	
  del	
  cafeto	
  
Universidad	
  de	
  Costa	
  Ric...
Dia
Horas

Miércoles	
  10	
  julio

8	
  :	
  00	
  am-­‐9:00	
  am

Inscripción	
  	
  de	
  los	
  participantes.	
  
E...
Cambio Climático y Agricultura

Sergio Abarca Monge
Jorge Ed. Vargas Zúñiga
Los efectos del clima en relación con la agricultura en el trópico
los podemos clasificarlos en dos tipos:

Variación agro...
Actualmente
Fuente CEPAL, 2010 de acuerdo con:
http://www.gfdl.noaa.gov/historical-atlantic-hurricane-and-tropical-storm-records
Una década de ENOS La niña fuertes, aunque de corta
duración, con cambios como:

mayor lluvia en las zonas de vida de bosq...
Incremento y acortamiento entre
temperaturas diurnas y nocturnas
1961-1990

1991-2005

Dif.

Región

ºC

Temp.
Máx.

Regió...
Variables
climáticas de
que se han
incrementado
en la Región
Huetar
Atlántica

Temperatura
mínima diaria
promedio anual
Te...
Variación de la Temperatura promedio diaria anual, por década.
Turrialba,
Costa Rica. Periodo 1958-2008

Media
Periodo

Me...
Dioxido de Carbono Atmosférico. Con
datos de Observatorio Mauna Loa,
Hawai. NOAA, 2010

Efecto por el incremento de CO2
en...
Variación de los rendimientos de los
cultivos por efecto de la

temperatura
10

Arroz

% de cambio en
el rendimiento

5
0
...
Rottboellia cochinchinensis ha
incrementado entre 88% y 68%
su área foliar en 36 días,
cuando la temperatura
ascendió en 3...
Los insectos acortan o alargan sus diferentes estadios, en relación con la acumulación de
las horas calor o temperatura po...
Sigatoka Negra
La recombinación debido a la naturaleza
hetrotálica de este patógeno crea un alto
potencial para que ocurra...
Roya del cafeto en Mesoamérica

Fuente M. A. Cristancho, 2012
Concentración
ppm
50
500
1200
2500
5000
10000

Zn
8,3c
71,7b
100a
100a
100a
100a

% de inhibición de colonias
de M. fijien...
Precipitación anual en la zona de Sarapiquí
Periodo

4367

679

63-72

4788

841

73-82

4522

505

83-92

3821

454

93-0...
Variación de la precipitación anual en la zona de Turrialba, con Influencia Atlántica
Variación por quinquenios de la precipitación
en 20 años en Jiménez Costa Rica.

Periodo

Datos Hacienda Juan Viñas.

Desv...
Fenología de la floración de los árboles de Rambután en el sur de
Costa Rica
1200
1000

600
Normal

El niño

400

La niña
...
Variación de la Radiación Solar en la Zona
de Caribe de Costa Rica en 40 años

Radiación Solar (Mj/m2)

20,0

18,0

16,0

...
Radiación Solar Promedio por Década, Periodo 1968-2010.
Turrialba, C.R.
68-77
78-87

22.0

88-97

21.0

98-07

20.0

08-10...
Efecto de la humedad relativa
Variación de la Humedad Relativa y la Radiación Solar, con
respecto a la Temperatura Media D...
Efectos del Cambio Climático y los Fenómenos
Extremos
Sobre las Plagas de los cultivos
Agroecología:
pequeños cambios sost...
Efecto de la reducción de radiación

Tasa fotosintética y densidad de plantación

20

1200

?

18
1000

16

800

12
10

60...
Ajustes a los sistemas
de producción
actuales

Verificación de la variación de las variables climáticas en cada región

Pa...
En conclusión:
• El cambio climático tiende a cambiar la zonas agroecológicas
tradicionales de los cultivos
• En algunos c...
Gracias
Epidemiologia da ferrugem do
cafeeiro
Prof. Dr. Laercio Zambolim, PhD
Universidade Federal de Viçosa
zambolim@ufv.br

UFV
Ferrugem no Café Arábica
UFV

Hemileia vastatrix
 Constatada pela 1º vez no Brasil em 1970

 Amplo conhecimento da epide...
A ferrugem afeta indiretamente a qualidade do café
UFV

Lavoura em Alfenas e Viçosa – teste da Calda Viçosa
1973 - ALFENAS...
Sintomas da ferrugem
UFV

Fase mais sensível do ciclo de vida
CICLO 22 a 45 dias – média de 28 a 30 dias

COBRE

SISTEMICO
Esporo cai
na parte ...
UFV

Hemileia vastatrix – Biotrófico
Sobrevive somente no cafeeiro
SINTOMAS

UREDOSPORO

HAUSTÓRIO
(Adaptado de Agrios, 19...
Penetração de Hemileia vastatrix em
folhas do cafeeiro

Uredosporo

Uredosporo, tubo
germinativo
e apressório

Apressório
UFV

Hemileia vastatrix – Biotrófico
Sobrevive somente no cafeeiro
SINTOMAS

UREDOSPORO

HAUSTÓRIO
(Adaptado de Agrios, 19...
HAUSTORIO
H. vastatrix – Biotrófico
Sobrevive somente no cafeeiro

UFV

SINTOMAS

UREDOSPORO

HAUSTÓRIO
(Adaptado de Agrios, 1997)

...
Chuva
Umidade relativa
Temperatura

Ambiente
Ambiente

Físico
Químico
Microbiológico

Homem

Patógeno

Hospedeiro

Virulên...
UFV

CURVA DE PROGRESSO PADRÃO
DA FERRUGEM
Pico da Doença
• Comum: Junho a Agosto
• Venda Nova do Imigrante (ES): Abril
• Afonso Cláudio (ES): Setembro
• Alto Parana...
Efeito da Altitude
A medida que se aumenta a altitude reduz a
severidade da ferrugem
Acima de 1250 m no Brasil não há nece...
CICLO DE VIDA DE UM FUNGO FITOPATOGÊNICO
PERÍODO DE INCUBAÇÃO
(LATENTE)
GERMINAÇÃO DO
CONÍDIO
OU ESPORO

PENETRAÇÃO
DIRETA...
sobrevivência do esporo

O CICLO
DE INFECÇÃO

deposição

germinação
tubo germinativo
apressório
penetração

colonização
si...
Como se dissemina Hemileia vastatrix
Longa distancia
Vento
Água e respingo de chuva
Água de irrigação
Curta distancia...
Doença e Dados Meteorológicos

80
70
60
50
40
30
20
10
0
D

J

F M A M J

J

A

S O N D

J

F M A M J

J

A

MESES
Chuva (...
90

Chuva

Sev. (campo
250

70
60

200

50
150
40
30

100

20
50

10
0

0

Meses

Severidade da Ferrugem do Cafeeiro em pl...
70
Plantas inoculadas => Câmara úmida por 48 horas => Campo

Período latente (dias)

60

Plantas inoculadas levadas direta...
Severidade (Campo)

NHFI
80

90

70

80
60

70
60

50

50

40

40

30

30
20

20
10

10

0

0

M A M J

J

A S D J

F M A ...
Resultados – Temperaturas
UFV

23,6

21,6
Favorabilidade do Clima
UFV

Linhares
(5 anos)

Marilândia
(35 anos)

São Mateus
(41 anos)

Temp. máxima
Temp. mínima
Prec...
Favorabilidade do Clima
 Com relação a doença - em ano típico da ferrugem na
região - também foi possível formar 2 grupos...
Favorabilidade do Clima
UFV

 Criada a função discriminante:

Coef. ponderação associado à: Prob.
Função Constante
X1
X2
...
Validação-Frequencia da favorabilidade
histórica
UFV

88% acerto efetivo
Como sobrevive H. vastatrix

Teliosporos provavelmente mas falta comprovação

Plantas de café espalhadas nos campos (urédi...
Como penetra H. vastatrix nos
tecidos da planta

Penetração direta por aberturas
naturais(estômatos) formando haustório
na...
Vulnerabilidade Genética
do Cafeeiro
o Nível de resistência
o Extensão da cultura

o Arquitetura da planta
o Densidade de ...
Intensidade: Incidência e Severidade

Incidência: proporção (ou %) de plantas, folhas, grãos,
etc; doentes.
Severidade: pr...
Ferrugem é uma doença policíclica

Policíclica
- Há

aumento da doença por meio de multiplicação

de inóculo em gerações s...
Fatores de predisposição à ferrugem
do cafeeiro

Irrigação: Tipo, Excesso

Excesso de nitrogenio
Altitude
Espaçamento fech...
MANEJO INTEGRADO

N/K

MONITORAMENTO DO CLIMA
LIMIAR DE AÇÃO
AMOSTRAGEM
CARGA ALTA OU BAIXA

ESPAÇAMENTO

CONTROLE QUIMICO...
UFV

O que levar em consideração para
o controle da ferrugem ?

1-Calendário de aplicação (sem critério)
2-Expectativa de ...
CRITÉRIO PARA ATOMIZAÇÃO: AMOSTRAGEM
DECISÃO
A

2,5 %
5,0 %
10,0 %

15,0 %
20,0 %
25,0 %

S

O

Fase veg.

N

D

J

F

M

...
Quanto é aceitável na colheita a
incidencia da ferrugem ?
UFV

2,5 %
5,0 %
10,0 %
15,0 %

20,0 %

A

Fase veg.

S

O

N

D...
Falhas no controle da ferrugem
UFV

1- Época de aplicação errada
2- Número inadequado de aplicação
3- Atomização fora do a...
AMOSTRAGEM

● Divisão da área de lavoura em talhões homogêneos
● Identificação dos talhões : cultivar; data de plantio; es...
Tomada de decisão
Amostragem

T4
T3
T2

T1
COMO FAZER A AMOSTRAGEM?

TERÇO
SUPERIOR

TERÇO
MÉDIO

FERRUGEM
TERÇO
INFERIOR

● Amostrar 8 folhas / planta ● 20 plantas ...
Amostragem - Ferrugem do cafeeiro
Incidencia ou Severidade
Dividir a área em talhões
Local da planta – média baixa
Posição...
UFV

Charles Darwin
British Naturalist

1809 -1882

“Não são as espécies mais fortes que
sobrevivem, nem as mais inteligen...
“Control de la Roya del Café en Mesoamérica”
Proyecto CATIE-CIRAD-PROMECAFE/NORUEGA
Integrante del :
Programa integrado de...
Objetivo general
• Ayudar al Consejo Agropecuario
Centroamericano - CAC y las organizaciones
regionales y nacionales de in...
Objetivos específicos
• 1) Validación del Programa Regional. Análisis
de las ventajas y desventajas de las
intervenciones ...
Objetivos específicos
• 2) La gestión del conocimiento. Facilitar la
cooperación, el intercambio, la síntesis y la
distrib...
Objetivos específicos
• 3) Plan de formación/capacitación. Diseño de
sistemas nacionales y regional de "formación
de forma...
Objetivos específicos
• 4) Plan de investigación. Desarrollar un plan
de investigación detallado que se aplicará en
forma ...
Objetivos específicos
• 5) Plan Financiero. Identificación de los
recursos financieros necesarios y posibles
socios en la ...
Actividades principales
• A) Un taller de intercambio por cada uno de los seis países
(Costa Rica, Panamá, Nicaragua, Hond...
Actividades principales
C) Portal informativo: http://biblioteca.catie.ac.cr/royadelcafeto

D)Apoyo a diferentes organizac...
Actividades principales
F) Elaboración de artículo científico sobre Roya
(en español) sobre la base de una síntesis de la
...
Actividades principales
G) Evento regional final con representantes de
organizaciones involucradas en ejecución de
planes ...
Período de Ejecución
• Mayo a setiembre de 2013
Síntesis de la situación de la roya en
Centroamérica y seguimiento a los planes
nacionales de control
Proyecto CATIE-CIRAD...
PAIS

México
Guatemala
El Salvador
Nicaragua
Costa Rica
Panamá
Rep. Dominicana
Total

MENORES DE 10
AÑOS

ENTRE 11 Y 20
AÑ...
Actualización de estadísticas del sector cafetalero y la
afectación por roya
PAIS

N° TOTAL DE
PRODUCTORES

AREA TOTAL DE
...
Síntesis Avances Plan de Control Nacional
PAIS

COORD. PLAN
NACIONAL

COSTA RICA

ICAFE/SFE-MAG
.ENE13
DECRETO
EMERG.FITOS...
Síntesis Avances Plan de Control Nacional
PAIS

COORD. PLAN
NACIONAL

FONDOS
2013

SISTEMA DE
MONITOREO
INCIDENCIA

DATOS
...
Muchas Gracias
“Control de la Roya del Café en
Mesoamérica”
Proyecto CATIE-CIRAD-PROMECAFE/NORUEGA
Taller Roya UCR, julio ...
Ing. Miguel Barquero Miranda
Programa de Fitopatología, ICAFE
Area cafetalera de Costa Rica, Actualización 2012

Región

Area cafetalera (Has)

Proporción (%)

Coto Brus

8.948

9,5

T...
Daño actual estimado causado por la Roya
Area afectada (Has)

Región

Proporción
afectada (%)

Severa

Moderada

Leve

Tot...
Daño actual causado por Roya, impacto plantaciones

Pérdida cosecha
2011/2012 (fanegas)

Necesidades poda
2013 (hectáreas)...
0
may-10
jun-10
jul-10
ago-10
sep-10
oct-10
nov-10
dic-10
ene-11
feb-11
mar-11
abr-11
may-11
jun-11
jul-11
ago-11
sep-11
o...
Curva de progreso de Roya en parcelas de investigación
Barva 2010 - 2012
Cálculos de tasa de infección aparente ( r )
0.040

Regiones altura baja

Regiones altura media

Tasa de infección ( r )

...
Red de estaciones meteorológicas de ICAFE

A partir del año 2008 el
ICAFE adquiere equipos
para el monitoreo del
clima con...
Estudios sobre la influencia de la variación del clima

Comparación de la precipitación
y la temperatura promedio
mensual ...
Estudios sobre duración del ciclo de infección

14 DDI

Temperatura máxima 25 °C
Temperatura mínima 20 °C
Humedad relativa...
Estudios sobre eficacia biológica de productos

Campo

Laboratorio
Método de muestreo de Roya sugerido al productor

•
•
•

•

50 puntos por hectárea.
En cada punto, seleccionar una bandola...
Incidencia de Roya (%), parcelas seguimiento, junio 2013
Región

Localidad

Marzo

Abril

Mayo

Junio

Pérez
Zeledón

San ...
Incidencia de Roya, parcelas seguimiento, junio 2013
Región

Localidad

Marzo

Abril

Mayo

Junio

Barva
Tres Ríos
Purisca...
Acciones del Plan Nacional de la Roya de Cafeto
Decreto de emergencia fitosanitaria nacional por epifitia
y daño severo ca...
Acciones del Plan Nacional de la Roya de Cafeto
Se establecen parcelas de seguimiento de la Roya, ICAFE.

Marzo 2013

Dist...
Acciones del Plan Nacional de la Roya de Cafeto
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Combate de La Roya del Caf...
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

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Proyeccio...
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Proyecciones Climáticas: Centroamérica
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

Proyecciones Climáticas: Costa Rica
Las ...
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Proyecciones Climáticas: Costa Rica
MIN
...
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Clima y cultivo del café
Requerimientos ...
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Clima y cultivo del café
Fases fenológic...
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Cambio climático y cultivo del café
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Cambio climático y cultivo del café
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Clima y roya del café
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Ciclo de vida de l...
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Clima y roya del café
Ciclo biológico (p...
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Curva típica de de...
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Clima y roya del café
Incidencia de roya...
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Clima y roya del café
Reportajes del imp...
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Clima y roya del café
Variación de la te...
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

Clima y roya del café
Variación de la ll...
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La variabilidad cl...
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

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Qué tan fuerte es ...
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

Clima y roya del café
Qué favoreció el d...
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

Clima y roya del café
Qué favoreció el d...
Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café

Muchas gracias !

Lic. Luis Fdo. Alvarad...
Programa de Extensión a las y los
productores de café de la región de Cartago
70 años de brindar servicios de información en las Américas
 Durante 70 años, la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATI...
Programa de Extensión de la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATIE

El programa, se basa
en las líneas de acción
instit...
Programa de Extensión de la Biblioteca
Conmemorativa Orton IICA/CATIE
•

Objetivos del programa:

 Proporcionar informaci...
Grupos

www.catie.ac.cr/bibliotecaorton

70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Amé...
Actividad
Trabajo en Grupos
Guía para Trabajo en Grupo
En la presente actividad analizaremos la enfermedad de la Roya del
...
Programa de Extensión de la Biblioteca
Conmemorativa Orton IICA/CATIE

Materiales de extensión:
En respuesta a la emergenc...
Material de extensión

www.catie.ac.cr/bibliotecaorton

70 años de liderazgo en información para la generación de conocimi...
Muchas gracias por su atención

www.catie.ac.cr/bibliotecaorton

70 años de liderazgo en información para la generación de...
Controle químico da
ferrugem do cafeeiro

Prof. Dr. Laércio Zambolim
Prof. Titular Fitopatologia
UNIVERSIDADE FEDERAL DE V...
Ferrugem no Café Arábica
UFV

Hemileia vastatrix
 Constatada pela 1º vez no Brasil em 1970

 Amplo conhecimento da epide...
FERRUGEM DO CAFEEIRO
UFV

1973 - ALFENAS

2010 - VIÇOSA
Produtos a base de cobre
Oxicloreto de Cobre (3 Kg/há do i.a.)
Hidróxido de Cobre - (3 Kg/ha do i.a.)
Óxido de cobre - (3 ...
Preparo da calda Viçosa
Sulfato de cobre 750 g
Sulfato de zinco 300 g
Sulfato de magnésio 400 g
Cloreto de potássio 400 g
...
UFV

Talhão test. X atomizado
1976 – Viçosa -MG

Talhão atomizado
COBRE
1976
COMO FAZER AMOSTRAGEM DE
DOENÇAS DO CAFEEIRO?
Tratamento Classe química

Produto

Aplicação

T1
UFV

---

sem fungicida

---

T2

Ciproconazol

Verdadero

Novembro

T3
...
Resultados e Discussão
UFV

Trat.

T1
T2
T3
T4
T5
T6
T7
T8
CV (%)

Taxa de progresso (r)

AACPDinc

1ª epidemia 2ª epidemi...
UFV

VIA SOLO E FOLIAR:
VIA SOLO:
T1-Testemunha
T2-Ciproconazol
T3- Triadimenol
T4- Flutriafol
Favorabilidade do clima

T1...
Uso de Calendário
UFV
Material e Métodos
UFV

Drench ou
esguicho

em novembro de cada
ano
UFV

APLICAÇÃO LÍQUIDA VIA SOLO
VOLUME QUANT. POR PLANTA
CANHÃO DE ATOMIZAÇÃO
UFV
Resultados e Discussão
UFV

 Ciproconazol (T2, T5 e T6): mais
eficiente, reduzindo 45,77% da doença
(valor absoluto da AA...
FUNGICIDAS SISTÊMICOS
GRUPO DOS TRIAZOIS
Tebuconazole
Difenoconazole
Epoxiconazole
Cyproconazole
Triadimenol
Propiconazole...
Fungicidas sistemicos
Grupo Triazol – inibidores da biossíntese do ergosterol
VIA FOLIAR

Epoxiconazole
Ciproconazole
Tria...
FUNGICIDAS MESOSTÊMICOS
ESTROBILURINAS

Piraclostrobina
Azoxystrobina
Trifloxystrobina
Picoxystrobina
Kresoxim-methyl

Ini...
Fungicidas sistemicos
Grupo Estrobilurina – atua na cadeia de transporte de eletrons na
mitocondria
VIA FOLIAR

Azoxystrob...
Fungicidas sistemicos
Recomendação: sempre atomizar a mistura triazol + estrobilurina para evitar
resistencia na população...
Fungicidas sistemicos
VIA SOLO

Verdadero - Ciproconazole + Thiametoxan

Premier plus – Triadimenol + Imidacloprid
Impact ...
ATOMIZAÇÃO FOLIAR EM CAFEEIRO

UFV

TRIAZOL
BIOSSÍNTESE DO
ERGOSTEROL

ESTROBILURINA
CADEIA DE
TRANSPORTE DE
ELETRONS

TRI...
TRIAZOL + ESTROBILURINA
UFV

Menor risco de resistência na população de
Hemileia vastatrix

Maior retenção foliar
Maior ef...
ESTRATÉGIAS PARA O MANEJO INTEGRADO DA FERRUGEM
UFV

VAR. RESISTENTES

CONT. QUIMICO

SISTÊMICOS

VIA FOLIAR
ESTRATÉGIAS
D...
CRITÉRIO PARA ATOMIZAÇÃO:
TOMADA DE DECISÃO FERRUGEM
UFV

s

O N

D J

F M A M

Fase florescimento e frutificação

J J A S...
Modo de ação

Ação na pós-infecção

UFV

Efeito curativo da ferrugem do cafeeiro com TRIAZOL
PENETRAÇÃO/TRANSLOCAÇÃO/TRIAZOL
UFV

Ascendente
sim

Triazol

Triazol

Descendente
não ocorre
Translocação de Triazol
UFV

ENETRAÇÃO/TRANSLOCAÇÃO/TRIAZO
ENETRAÇÃO/TRANSLOCAÇÃO/TRIAZO
UFV

Lamela média
Parede celular primária
Parede celular secundária
Espaço intercelular
Lúme...
Absorção e translocação de fungicidas

1. pêlo radicular;
2. epiderme
3.
UFV

córtex

4. estria de Gaspary
5. cilindro cen...
FUNGICIDAS SISTÊMICOS EMPREGADOS NO CAFEEIRO
UFV

GRUPO DOS TRIAZOIS
Tebuconazole
Epoxiconazole
Inibem a BIOSSÍNTESE
DO ER...
UFV

MESOSTÊMICO - ESTROBILURINAS

Pyraclostrobina
Picoxystrobina
Azoxystrobina
Trifloxystrobina
Kresoxim-methyl

Inibem a...
LOCALIZAÇÃO DOS DEPÓSITOS E
ABSORÇÃO NAS FOLHAS
UFV

Fungicidas do grupo das Estrobilurinas

DEPÓSITO NA
SUPERFÍCIE DA
FOL...
Atividade Translaminar
UFV

área foliar atacada
área sem
doença

aplica
ção
Experimental details:
uva cv. Gutedel
inoculat...
UFV

ATOMIZAÇÃO
FOLIAR EM
CAFEEIRO ESTROBIL
TRIAZOL
BIOSSÍNTE
URINA
SE DO
CADEIA DE
ERGOSTE
TRANSPO
ROL TRIAZOL + RTE DE
E...
UFV

H. vastatrix – Biotrófico
Sobrevive somente no cafeeiro
SINTOMAS

UREDOSPORO

HAUSTÓRIO
(Adaptado de Agrios, 1997)

S...
Absorção e translocação de fungicidas

1. pêlo radicular;
2. epiderme
3. córtex

Corte de uma raiz

4. estria de Gaspary
5...
Sistema
radicular bem
distribuído
superficialmente

Sulcos com
subsolagem

Monte Alegre

Rena 1983
Avanços no controle químico
* Dose, Formulação, Toxicidade, Impacto ambiental
* Fungicidas Sistêmicos com movimento no sim...
Eras dos Fungicidas:
1a Era - Inorgânicos Sulforados (enxofre e calda sulfo-cálcica)
(1000 A.C. até descoberta do cobre (c...
DECISÃO SOBRE ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO DE FUNGICIDAS
UFV

1-Época pré-fixada de pulverização
2-Basear no período de ...
Insucesso no DO CONTROLE
INSUCESSO controle quimico
da ferrugem
QUÍMICO
1-Empregar o controle químico como a única medida ...
Insucesso no controle quimico

4-Epoca de aplicação errada.
5-Aplicar produtos sistêmicos após alta severidade

6-Emprego ...
Insucesso no controle quimico

8-Resistência aos fungicidas empregados.
9-Aplicar fungicidas com a folhagem molhada.
10-Te...
Grande Desafio
MANEJO DOS DEFENSIVOS
AGRÍCOLAS PARA EVITAR A
RESISTÊNCIA DOS FUNGOS,
INSETOS-PRAGAS E PLANTAS
DANINHAS
Est...
Qual tem sido a contribuição dos
fungicidas no
controle químico das doenças?
Por quanto tempo ainda a agricultura
depender...
Preocupação
Fungicidas
Por quanto tempo ainda as indústrias de
defensivos colocará a disposição dos
produtores defensivos ...
Controle da ferrugem é crucial
no ano da alta carga de frutos
No ano da baixa carga de frutos nas
plantas a severidade da ...
Controle da ferrugem do cafeeiro
Com diferentes programas de
aplicação de fungicidas via solo e foliar
Quadro 1: Programas de controle baseados em aplicações via solo e foliar.
TRAT

Produtos

Ativos

1
2

Testemunha

-

-

-...
Figura 1: Efeito dos programas de aplicação de fungicidas sobre a Área Abaixo da Curva de Progresso da Ferrugem
(AACPDF) n...
Figura 2: Efeito dos programas de aplicação de fungicidas
via foliar e via solo refletindo na produtividade média
35
(sc/h...
Favorabilidade do Clima
UFV

Temp. máxima
Temp. mínima

Linhares
(5 anos)

Marilândia
(35 anos)

São
Mateus
(41 anos)

Pre...
Favorabilidade do Clima
 Com relação a doença - em ano típico da ferrugem
na região - também foi possível formar 2 grupos...
Favorabilidade do Clima
UFV

 Criada a função discriminante:

Coef. ponderação associado à: Prob.
Função Constante
X1
X2
...
Validação-Frequencia da favorabilidade
histórica
88% acerto
efetivo

UFV
Tratamento Classe química

Produto

Aplicação

T1
UFV

---

sem fungicida

---

T2

Ciproconazol

Verdadero

Novembro

T3
...
Resultados e Discussão
UFV

Trat.

T1
T2
T3
T4
T5
T6
T7
T8
CV (%)

Taxa de progresso (r)

AACPDinc

1ª epidemia 2ª epidemi...
UFV

VIA SOLO:
T1-Testemunha
T2-Ciproconazol
T3- Triadimenol
T4- Flutriafol
Favorabilidade do clima

VIA SOLO E FOLIAR:
T1...
Uso de Calendário – pode resultar em falsos
resultados – CUIDADO....
UFV
VIA SOLO E FOLIAR:
T1-Testemunha
T5- Ciproconazol...
Resultados
UFV

 Ciproconazol (T2, T5 e T6): mais
eficiente, reduzindo 45,77% da doença
(valor absoluto da AACPD )

 Flu...
FUNGICIDA SISTEMICO (VIA SOLO E FOLIAR) ALTERNADO COM
PROTETOR
F
25
(COBRE - duas aplicações). Ferrugem do cafeeiro
F+OC
U...
Incidência da ferrugem do cafeeiro
em diferentes regiões produtoras de café
VARGINHA
Sul de minas gerais maio/junho 2013
INCIDENCIA (%)
•
•
•
•
•

Ferrugem
Adensado c/ Carga Alta
Adensado c/ Carga B...
CARMO DE MINAS
Sul de minas gerais maio/junho 2013
Incidencia (%)
Ferrugem Cercospora Phoma
Carga Alta
Carga Baixa

70,0
2...
BOA ESPERANÇA
Sul de minas gerais maio/junho 2013
Incidencia (%)
Ferrugem

Cercospora

Phoma

Carga Alta

59,0

10,0

11,0...
.
MUZAMBINHO
Sul de minas gerais maio/junho 2013
Incidencia (%)
Ferrugem Cercospora Phoma

Carga Alta
Carga Baixa

51,5
32...
Incidencia (%)
Alto Paranaíba, Minas Gerais , Maio/junho de 2013
Ferrugem Cercospora Phoma

ARAXÁ Carga Alta
Carga Baixa

...
Resistencia de Hemileia vastatrix
aos fungicidas sistemicos
Qualidade na Aplicação
dos Defensivos

‘Timing’ –
momento correto
para aplicação

Uso correto da
dose
Maquinaria e
bicos

...
Fatores de risco relacionados ao
manejo dos fungicidas
Longo período de exposição do produto
(grande número de aplicações ...
CAUSAS DO SURGIMENTO DE
RESISTÊNCIA NO CAMPO
•
•

Cada produto tem um fator inerente de risco.

Fungicidas com atuação em ...
CONTROLE QUIMICO - TOMADA
DE DECISÃO
Valor economico da cultura – custo/benefício
Variedades com resistência genética

Pro...
UFV

COMPATIBILIDADE FORMULAÇÃO
Cobre líquido

Suspensão Concentrada (SC)

Cobre SC
Mistura FH CAFÉ COM TRIAZOIS 2 HS APÓS A
MISTURA
UFV

FH CAFÉ + IMPACT

FH CAFÉ

FH CAFÉ + OPERA
Mistura FH CAFÉ COM TRIAZOIS 2 HS APÓS A
MISTURA
UFV
Mistura FH CAFÉ COM TRIAZOIS 2 HS APÓS A
MISTURA
UFV
FORMATO DAS PARTÍCULAS
UFV

OXICLORETO DE COBRE

COBRE
ASPECTO DA PULVERIZAÇÃO
UFV

Hidróxido de Cobre WP

Hidróxido de Cobre WDG
COBERTURA IDEAL

microgotículas

CAFÉ SAIS
Deficiencia de COBRE
ASPECTO DA LAVOURA 3 MESES
APÓS A COLHEITA
Sistemico vis solo e cobre alternado
UFV
Campo de Produção
Triazol + Estrobilurina alternado com calda Viçosa
Coimbra – MG - 2008
UFV

Aplicação: Epoxiconazole + p...
LAVOURA ATOMIZADA COM
Florada: 12/10/2007
COBRE+ZINCO+BORO X TESTEMUNHA
UFV

Experimento em Coimbra - MG
UFV

Charles
Darwin
British
Naturalist
1809 -1882

“Não são as espécies mais fortes que
sobrevivem, nem as mais inteligent...
Xx
Instituto del Café de Costa Rica
Centro de Investigaciones en Café

Estudios Recientes sobre Materiales
Resistentes a la R...
Control de la Roya
Genético
Ambiente

Cultural
Manejo
Integrado

Controlables

Incontrolables
Raza

Biológico
Químico
Cruces Híbridos de Timor
Catimores
CIFC 832 / 1
X
Caturra Rojo CIFC 19 / 1

Sarchimores
CIFC 832 / 2
X
Villa Sarchí CIFC 9...
Investigación Actual en CICAFE
Objetivos de los Ensayos
• Evaluar el comportamiento agroproductivo,
rendimiento, calidad, enfermedades y plagas de
materi...
Características de los Experimentos
• Establecido: Setiembre, 2009
• Distancia de Siembra: 2.0 x 1.0 m
• Formación: Una pl...
Genotipos Evaluados
• 17 Variedades: Sarchimores, Cavimores y
Catimores
• Origen de las Variedades Liberadas y Selecciones...
Tratamientos
Tratamiento

Introducción

Nombre

Tipo

1

IAC 1669-13

Tupí RN

Sarchimor

2

IAC 1669-33

Tupí

Sarchimor
...
Tupi
Cruce en 1959

Villa Sarchí
(CIFC 971-10)

Híbrido Timor
(CIFC 832/2)

F1

CIFC H361

Centro de Investigação
das Ferr...
Obatã
Cruce en 1959

Villa Sarchí
(CIFC 971-10)

Híbrido Timor
(CIFC 832/2)

F1

CIFC H361

Centro de Investigação
das Fer...
Araponga MG1
Cruce en 1974

Catuaí Amarillo IAC 86
(UFV 2154-345 EL7)

Híbrido Timor
(UFV 446-08)

F1

H516-2

Universidad...
Catiguá MG1 y MG2
Cruce en 1974

Catuaí Amarillo IAC 86 (UFV
2154-345 EL7)

Híbrido Timor
(UFV 440-10)

F1 en 1980

H514-(...
OEIRAS MG 6851
Cruce en 1959

Caturra Rojo
(CIFC 19/1)

Híbrido Timor
(CIFC 832/1)

F1

HW26/5

CIFC

F4

UFV 1340

Univer...
Paraiso H419-1
Cruce

Catuaí Amarillo IAC 30

Híbrido Timor
(UFV 445-46)

F1

H 419 (ERU 209-15)

Uige Regional Station,
A...
Pau Brasil MG1
Cruce

Catuaí Rojo IAC 141
(UFV 2194-141 EL7)

Híbrido Timor
(UFV 442-34)

F1-F2

H 518-2

Universidad Fede...
Sacramento MG1
Cruce

Catuaí Rojo IAC 81
(UFV 2145-79 EL7)

Híbrido Timor
(UFV 438-52)

F1

H 505-9

Universidad Federal d...
Mayo 10
Abril 11
Diciembre 11
Cosecha 2010/2011-2012/2013
Tratamiento
2010/2011
IAC 1669-20
133.74
IAC 1669-13
139.02
IAC Obatã RC
111.64
IAC Obatã Amar...
Catación 2012/2013
Material
CATIGUÂ MG2
IAC Obatá Amarillo
H419-10-6-2-5-35
PAU BRASIL MG1
IAC 1669-20
Caturra Costa Rica
...
Perspectivas
Calidad

Adaptabilidad

Rendimiento

Sustentabilidad
Vigor
Tolerancia

Producción
Ensayo de Sistemas Agroforestales con Café: más de una década de
resultados pioneros en el mundo: algunas conclusiones sob...
¿Cuál estrategia de uso de la tierra contribuye a
fortalecer integración entre CONSERVACIÓN y
PRODUCCIÓN AGRICOLA?

Conser...
Algunas Conclusiones de Estudios sobre Aspectos
Positivos de Árboles en Cafetales
1.

Mejor calidad de frutos de café (tam...
Quantidade de carbono (Toneladas) armazenada por hectárea (ha) e taxa de
incremento anual de carbono (t C/ha/ano) para dif...
Cuadro 8. Estimación del potencial de retención de Carbono en los cafetales
de Costa Rica, datos comparativos 2001 y 2007....
Respuestas de un cafetal sin fertilización en función de la
presencia de sombra de Inga.
Finca en Joya de los Sachas – Ore...
Relación Enfermedades/Plagas con Sombra
Minador

Le gusta mucho sol

(bicho minero)

Antracnosis

Le gusta mucho sol

Cerc...
VIRGINIO FILHO, E.deM. CATIE

COOPELLANOBONITO
Costa Rica

Rafael Alvarado (1710 msnm)- Coopellanobonito

( 600 familias d...
Recuperación de Paisajes con SAF´s en Café - Coopepilangosta (Hojancha)

Años 80¨s- Finca Javier Espinoza - 2005
SAF
“Rota do Café Especial na Fazenda Sertão em Carmo de
Minas – Minas Gerais – Brasil”
Altitude 1000 a 1500msnm

Postado ...
¿Podemos tener limitantes con asocio de árboles con café?
¿ Si NO HACEMOS BIEN el asocio que limitantes podrían
darse?
1.
...
Limitantes encontradas en el asocio de árboles en café
a)Desconocimiento sobre el potencial de especies, sistemas
de asoci...
Limitantes encontradas en el asocio de árboles en café
b)Limitantes del diseño y estructura de los SAF´s:
b.1.Composición ...
b)Limitantes del diseño y estructura de los SAF´s:
b.5. Sobreposición de sombras- Se refiere a la ubicación de uno o más
i...
Justificación Ensayo de Largo Plazo
Alto uso de agroquímicos perdiendo su viabilidad
ambiental (cambios climático, servici...
Propósito de la investigación

Estudiar procesos ecológicos que promueven la
sostenibilidad y mejor productividad de café,...
Caracterización del sitio
•

Área total: 9,2 ha

•

Coordenadas geográficas:

Altitud: 600 msnm

9°53’44” latitud norte, 8...
Diseño Experimental
1

2

Tipos
(Erythrina p.) (Terminalia a).
SOM BRAS

Poró

Tipos de
manejos e
insumos

Amarillón

AC (...
Evolución de densidad de árboles por hectárea
SAF

Cantidad promedio de árboles/ha/año/especie/sistema

Árbol

2000

2008
...
TIPOS DE MANEJO

PROGRAMA
ANUAL

AC

FERTILIZACIÓN
FOLIAR

CONTROL DE
MALEZAS

CONTROL
ENFERMEDADES

REGULACIÓN
DE SOMBRA
...
Variedades de Café
• Caturra (En todos los tratamientos)
• Costa Rica 95
• 6 Híbridos F1 CATIE - CIRAD/PROMECAFE
(En sub-p...
Simposio sobre roya del cafeto universidad de costa rica
Simposio sobre roya del cafeto universidad de costa rica
Simposio sobre roya del cafeto universidad de costa rica
Simposio sobre roya del cafeto universidad de costa rica
Simposio sobre roya del cafeto universidad de costa rica
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Simposio sobre roya del cafeto universidad de costa rica

  1. 1.     eere   Fotografía:  UCR   Simposio  sobre  roya  del  cafeto   Universidad  de  Costa  Rica     Sede  del  Atlántico     10  y  11  de  Julio  de  2013     *  Con  el  apoyo  del  Proyecto  Roya  CATIE-­‐CIRAD-­‐PROMECAFE/Noruega            
  2. 2. Dia Horas Miércoles  10  julio 8  :  00  am-­‐9:00  am Inscripción    de  los  participantes.   Entrega  de  Documentos 8:  30  a  9  :00  am 9:00  a  9:30  am 9:00  am-­‐9:50  am  9:50  am-­‐10:05  am  10:05  a  10:35  am 10:35  a  11:05  am 11:05  a  11:30 11:30  a  13:00   13:00    a  14:00    p.m 14:00  a  15:00  pm 15:00  a  15:30  pm. 15:30  a  16:10  p.m 16:10  a  17:10  pm 17:10  a  18:10  pm Inauguración  del  envento Palabras  del  Rector  de  UCR.-­‐  Ministra  de   Agricultura  Costa  Rica-­‐  Director  de  la   Sede Coffe  Break   09:30:00  a.m.  a  9:45  am Cambio  climático.  Dr.  Sergio  Abarca 9:45    a  10:30     Impactos  en  el  cultivo  del  café  de  la   variabilidad  y  cambio  climático  en  Costa   Rica:  caso  de  estudio  del  fenómeno   ENOS.  Lic.    Luis  Fernando  Alvarado  .   Instituto  Metereológico 10:30  a  11:15 Foro  de  discusión 11:30  a  12:00   Almuerzo 12:00  a  13:00  pm Actividad  en  los  Stands 13:00  a  14:00    pm Situación  de  la  Roya  en    Centroamerica.       Ph.D.    Elias  de  Melo.  CATIE 14:00  a  15:00  pm Coffe  break-­‐ICAFE    Situación  de  la  Roya    y  Plan  de  Accion   en  Costa  Rica.  MSc.  Miguel  Barquero.     ICAFE Epidemiología  de  la  Roya.    Dr.  Laercio   Zambolín.Universidad  de  Vicosa. Foro  de  discusión   Jueves  11  de  julio Estudios  recientes  sobre  materiales   resistentes  a  la  Roya  en  Costa  Rica-­‐   ICAFE      M  Sc.  Fabián  Echeverría   Beirute. Mejoramiento  de  variedades  de  Café.   CATIE.  Dra.  Nelly  Vasquez Coffe  Break Sistema  de  agroforestales  de  café  y  la   roya  en  Costa  Rica.  Ph.D.  Elias  de  Melo.     CATIE 15:00  a  15:40 Base  de  datos  y  material  divulgativo   sobre  Roya.  Biblioteca  Orton.CATIE. Foro  de  discusión Almuerzo Actividad  en  los  stands Alternativas  de  manejo  a  la  roya  del   café.  Dr.  Laercio  Zambolin Plan  de  Acción  Regional.  Dr.  Armando   García  .  Promecafé.  Guatemala 15:40  a  16:00  pm   Coffe  Break 16:00  a  17:00pm 17:00  a  18:00 Foro  de  discusión Clausura  del  Evento  
  3. 3. Cambio Climático y Agricultura Sergio Abarca Monge Jorge Ed. Vargas Zúñiga
  4. 4. Los efectos del clima en relación con la agricultura en el trópico los podemos clasificarlos en dos tipos: Variación agroecológica por cambio climático. Eventos meteorológicos extremos , como inundaciones, avalanchas y sequías
  5. 5. Actualmente
  6. 6. Fuente CEPAL, 2010 de acuerdo con: http://www.gfdl.noaa.gov/historical-atlantic-hurricane-and-tropical-storm-records
  7. 7. Una década de ENOS La niña fuertes, aunque de corta duración, con cambios como: mayor lluvia en las zonas de vida de bosque tropical húmedo pre-montano. Incremento de la nubosidad y reducción de la radiación solar Incremento de la temperatura mínima Incremento de humedad relativa
  8. 8. Incremento y acortamiento entre temperaturas diurnas y nocturnas 1961-1990 1991-2005 Dif. Región ºC Temp. Máx. Región Caribe 22,6 0,4 30,8 31,0 0,2 Mín. 22,6 22,8 0,2 31,8 31,9 0,1 Mín. 22,5 22,7 0,2 26,4 26.7 0,3 Mín. 16,9 17,9 1,0 22,9 22,3 -0,6 Mín. 13,0 13,8 0,8 30,6 31,1 0,5 Mín. 21,7 21,8 0,1 Máx. Zona Norte 22,2 Máx. V. Central Ori. Mín. Máx. V. Central Occ. -0,1 Máx. Pacífico Sur 32,9 Máx. Pacífico Central 33.1 Máx. Pacífico Norte 30,1 29,4 -0,7 Mín. 21,7 22,1 0,4 Efecto en la Variación de la Temperatura Máxima y Mínima Diarias Comité Regional de Recursos Hidráulicos, IMN (2008) U.S. Global Change Research Program Incremento en % de las noches más calientes en Estados Unidos Nos estamos calentando
  9. 9. Variables climáticas de que se han incrementado en la Región Huetar Atlántica Temperatura mínima diaria promedio anual Temperatura min = -35.09078 + 0.028354*año (P ≤ 0.0007) Precipitación = -22958.19 + 13.43*Año (P ≤ 0.009) Precipitación acumulada anual Datos La Lola, La selva, Limón CATIE, OET, IMN
  10. 10. Variación de la Temperatura promedio diaria anual, por década. Turrialba, Costa Rica. Periodo 1958-2008 Media Periodo Media Máxima Media Mínima Media Máxima Absoluta Media Mínima Absoluta ºC d-1a-1 2000-08 22,03ª 28,40a 18,18a 30,83a 15,71a 1990-99 22,11ab 28,34a 18,27a 30,65a 15,80a 1980-89 21,70abc 26,97a 18,13a 29,13b 15,16a 1970-79 21,36bc 26,96ab 17,93ab 28,79b 15,20ab 1960-69 21,84b 26,68bc 17,53bc 29,13b 14,83bc 1958-59 22,55a 28,40a 16,90c 30,30ab 13,90c Media en la misma columna con diferente letra, difieren significativamente (ά ≤0,05) LSM Tukey. Abarca, 2009
  11. 11. Dioxido de Carbono Atmosférico. Con datos de Observatorio Mauna Loa, Hawai. NOAA, 2010 Efecto por el incremento de CO2 en la atmósfera. 400 CO2 ( ppm) 380 360 340 320 19 59 19 64 19 69 19 74 19 79 19 84 19 89 19 94 19 99 20 04 20 09 300 Odum y Barret, 2006 Años Categoría Rango de Respuesta Cultivos C3 1,10 a 2,43 Cultivos C4 0,98 a 1,24 Malezas C3 0,95 a 2,72 Malezas C4 0,56 a 1,61 Respuesta en biomasa de plantas C3 y C4 al duplicar la concentración de CO2 (Patterson, 1999).
  12. 12. Variación de los rendimientos de los cultivos por efecto de la temperatura 10 Arroz % de cambio en el rendimiento 5 0 1 -5 2 3 4 Maíz -10 -15 -20 -25 Incremento de temperatura (ºC) Rendimientos del maíz y el arroz versus el incremento de temperatura en el trópico, en estudios de modelaje con un promedio de 13 cosechas. Todos los estudios asumieron un cambio positivo en la precipitación, y el efecto del CO2 fue incluido en todos los casos. Adaptado de Easterling y App (2005)
  13. 13. Rottboellia cochinchinensis ha incrementado entre 88% y 68% su área foliar en 36 días, cuando la temperatura ascendió en 3 ºC (26/20 a 29/23 ºC día/noche) (Patterson, 1999) el crecimiento de algunas especies de leguminosa se incrementa significativamente cuando aumenta la temperatura (día/noche) (Flint et al, 1984). La biomasa de una planta C4 dicotiledónea como Amaranthus hybridus a una temperatura de 29/20 ºC fue 240% más que a una temperatura 26/17 ºC (Flint y Patterson, 1983).
  14. 14. Los insectos acortan o alargan sus diferentes estadios, en relación con la acumulación de las horas calor o temperatura por día, siendo la base de los modelos de predicción para el crecimiento de poblaciones de diversas familias de artrópodos plaga en el mundo. En general, donde no hay limitaciones de alimento o substrato para el desarrollo de los diferentes estadios, a más temperatura, más corto es el ciclo de vida (Albram, 1972; Lactin et al, 1995).
  15. 15. Sigatoka Negra La recombinación debido a la naturaleza hetrotálica de este patógeno crea un alto potencial para que ocurran cambios genéticos dentro de las poblaciones de M. fijiensis, lo que puede conducir a una rápida adaptación a las condiciones ambientales cambiantes y podría ser la razón de la elevada variabilidad patogénica detectada en el mismo. (Orozco, 1998) Alta plasticidad genética para la adaptación a la variación climática. Cortesía Posiblemente más rápida que la velocidad en la búsqueda de soluciones de adaptación del cultivo al cambio climático
  16. 16. Roya del cafeto en Mesoamérica Fuente M. A. Cristancho, 2012
  17. 17. Concentración ppm 50 500 1200 2500 5000 10000 Zn 8,3c 71,7b 100a 100a 100a 100a % de inhibición de colonias de M. fijiensis Cu Mg 100a 5,8c 100a 16,5c 100a 17,9c 100a 68,2b 100a 92,2a 100a 97,4a Media en la misma columna con diferente letra, difieren significativamente. Micronutrientes mejoran la resistencia a las enfermedades La nutrición es uno de los primeros ajustes en adaptación ante el cambio climático Espinoza R, 2007
  18. 18. Precipitación anual en la zona de Sarapiquí Periodo 4367 679 63-72 4788 841 73-82 4522 505 83-92 3821 454 93-02 4294 729 03-09 6000 des. est 63-09 6500 promedio 4427 372 5500 4500 4000 3500 3000 08 20 05 20 02 20 99 19 96 19 93 19 90 19 87 19 84 19 81 19 78 19 75 19 72 19 69 19 66 19 63 2500 19 mm 5000 años Abarca, 2010; Con datos de la Estación Biológica La Selva, OET
  19. 19. Variación de la precipitación anual en la zona de Turrialba, con Influencia Atlántica
  20. 20. Variación por quinquenios de la precipitación en 20 años en Jiménez Costa Rica. Periodo Datos Hacienda Juan Viñas. Desv. Est 90-09 2.793 477 90-94 2.390 475 95-99 2.693 572 00-04 3.192 275 05-09 4000 Promedio 2.896 125 3500 3000 2500 2000 90-09 90-94 95-99 00-04 05-09 20 10 20 08 20 06 20 04 20 02 20 00 19 98 19 96 19 94 19 92 19 90 1500
  21. 21. Fenología de la floración de los árboles de Rambután en el sur de Costa Rica 1200 1000 600 Normal El niño 400 La niña Stress hídrico Stress hídrico Río Claro Coto 47 Damas Quepos jul-10 jun-10 mar-10 abr-10 mar-10 feb-10 ene-10 dic-09 nov-09 oct-09 set-09 ago-09 may-09 mar-09 feb-09 abr-09 Pindeco jul-09 ≤ de 100 mm de precipitación 0 jun-09 200 ene-09 mm 800
  22. 22. Variación de la Radiación Solar en la Zona de Caribe de Costa Rica en 40 años Radiación Solar (Mj/m2) 20,0 18,0 16,0 14,0
  23. 23. Radiación Solar Promedio por Década, Periodo 1968-2010. Turrialba, C.R. 68-77 78-87 22.0 88-97 21.0 98-07 20.0 08-10 MJ m-2 d-1 19.0 18.0 17.0 16.0 15.0 14.0 13.0 12.0 ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SET OCT NOV DIC Abarca, 2009. Datos de Estación Meteorológica de CATIE
  24. 24. Efecto de la humedad relativa Variación de la Humedad Relativa y la Radiación Solar, con respecto a la Temperatura Media Diara por Año. Turrialba. Periodo 1970-2008. 70,0 66,0 b = 0,0937 1970 20 % 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 65 20 RS (MJ d-1) 18 55 17 53 51 49 47 15 45 20,99166667 20,975 21,55833333 21,00833333 21,822,375 21,53333333 21,4 21,76666667 22,7 21,89166667 22,49166667 21,95 22,21666667 30,0 29,0 Tem peratura Promedio (ºC d -1 a-1) b = 0,0404 28,0 27,0 ºC 26,0 25,0 24,0 23,0 b = 0,0057 22,0 21,0 20,0 57 16 Humedad relativa mínima promedio 18 16 1958 1963 1968 1973 1978 1983 1988 1993 1998 2003 2008 59 17 50,0 61 19 54,0 63 19 58,0 1958 1963 1968 1973 1978 1983 1988 1993 1998 2003 2008 Abarca, 2009 Media Mensual Media Máxima HR (%) 62,0
  25. 25. Efectos del Cambio Climático y los Fenómenos Extremos Sobre las Plagas de los cultivos Agroecología: pequeños cambios sostenidos en el clima afectan el habitad de las diferentes comunidades vegetales las mantienen al límite se su resistencia fisiológica y de sobrevivencia a los depredadores Los eventos meteorológicos extremos, se suman a los del efecto invernadero, rebasando la resistencia fisiológica la depredación producto del ataque de plagas causando estragos en los cultivos y comunidades naturales.
  26. 26. Efecto de la reducción de radiación Tasa fotosintética y densidad de plantación 20 1200 ? 18 1000 16 800 12 10 600 8 400 6 4 200 2 0 0 6 7 8 9 1666 pl/ha 10 11 Horas 3333 pl/ha 12 13 14 15 16 Cayón et al, 1992 4998 pl/ha RFA RAF (μmol/m2/s) μmol CO2 /m2/s 14
  27. 27. Ajustes a los sistemas de producción actuales Verificación de la variación de las variables climáticas en cada región Para ajustar 1. 2. 3. 4. 5. Periodos de zafra y cosecha Calendarios agrícolas por rubro Actividades y labores agrícolas Métodos de control de plagas Procesos de producción
  28. 28. En conclusión: • El cambio climático tiende a cambiar la zonas agroecológicas tradicionales de los cultivos • En algunos casos producirá un mayor stress fisiológico aumentando la vulnerabilidad de las plantas de cultivo ante las plagas • Incrementará la difusión de plagas y la severidad de sus ataques • Aumentará los fenómenos meteorológicos extremos que afectan fuertemente la agricultura industrial. • Abre nuevas oportunidades de cultivo y mejora las condiciones en algunas regiones • Se debe ser cauteloso con la siembra de plantaciones forestales en suelos con potencial agrícola como única vía para combatir los efectos globales del cambio climático
  29. 29. Gracias
  30. 30. Epidemiologia da ferrugem do cafeeiro Prof. Dr. Laercio Zambolim, PhD Universidade Federal de Viçosa zambolim@ufv.br UFV
  31. 31. Ferrugem no Café Arábica UFV Hemileia vastatrix  Constatada pela 1º vez no Brasil em 1970  Amplo conhecimento da epidemiologia da ferrugem  Dano em arábica (35 – 50 %) (Zambolim et al., 1999)  O dano é função:  Queda precoce das folhas  Seca dos ramos  Dano ano seguinte
  32. 32. A ferrugem afeta indiretamente a qualidade do café UFV Lavoura em Alfenas e Viçosa – teste da Calda Viçosa 1973 - ALFENAS 1978 - VIÇOSA
  33. 33. Sintomas da ferrugem
  34. 34. UFV Fase mais sensível do ciclo de vida CICLO 22 a 45 dias – média de 28 a 30 dias COBRE SISTEMICO Esporo cai na parte de baixo da folha ALVO Emite o tubo germinativo Penetra através dos estômatos Coloniza as células do mesófilo Crescimento micelial Esporulação
  35. 35. UFV Hemileia vastatrix – Biotrófico Sobrevive somente no cafeeiro SINTOMAS UREDOSPORO HAUSTÓRIO (Adaptado de Agrios, 1997) SINAL FASE - REPRODUÇÃO VISÍVEL
  36. 36. Penetração de Hemileia vastatrix em folhas do cafeeiro Uredosporo Uredosporo, tubo germinativo e apressório Apressório
  37. 37. UFV Hemileia vastatrix – Biotrófico Sobrevive somente no cafeeiro SINTOMAS UREDOSPORO HAUSTÓRIO (Adaptado de Agrios, 1997) SINAL FASE - REPRODUÇÃO VISÍVEL
  38. 38. HAUSTORIO
  39. 39. H. vastatrix – Biotrófico Sobrevive somente no cafeeiro UFV SINTOMAS UREDOSPORO HAUSTÓRIO (Adaptado de Agrios, 1997) SINAL FASE - REPRODUÇÃO VISÍVEL
  40. 40. Chuva Umidade relativa Temperatura Ambiente Ambiente Físico Químico Microbiológico Homem Patógeno Hospedeiro Virulência Raças Sobrevivência Quantidade Variedade Resistência Extensão Nutrição
  41. 41. UFV CURVA DE PROGRESSO PADRÃO DA FERRUGEM
  42. 42. Pico da Doença • Comum: Junho a Agosto • Venda Nova do Imigrante (ES): Abril • Afonso Cláudio (ES): Setembro • Alto Paranaíba (MG): Julho-Outubro • Região de alta altitude: • Serra Caparaó (MG): Novembro
  43. 43. Efeito da Altitude A medida que se aumenta a altitude reduz a severidade da ferrugem Acima de 1250 m no Brasil não há necessidade de atomização
  44. 44. CICLO DE VIDA DE UM FUNGO FITOPATOGÊNICO PERÍODO DE INCUBAÇÃO (LATENTE) GERMINAÇÃO DO CONÍDIO OU ESPORO PENETRAÇÃO DIRETA OU INDIRETA INFECÇÃO COLONIZAÇÃO INTER E INTRA SINTOMAS: SINAIS ESTRUTURAS COM CONÍDIOS OU ESPOROS CICLOS PROTETOR SISTÊMICO MESOSTÊMICO ERRADICANTE
  45. 45. sobrevivência do esporo O CICLO DE INFECÇÃO deposição germinação tubo germinativo apressório penetração colonização sintomas (lesão) Períodos (tempo) de interesse epidemiológico período infeccioso esporulação PERÍODOS maturação liberação morte da lesão ELEMENTOS infecção período de incubação período latente exemplo de uma ferrugem dispersão
  46. 46. Como se dissemina Hemileia vastatrix Longa distancia Vento Água e respingo de chuva Água de irrigação Curta distancia Ácaros Caracois
  47. 47. Doença e Dados Meteorológicos 80 70 60 50 40 30 20 10 0 D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A MESES Chuva (cm) % Folhas com Ferrugem (Câmara) Temp. Mínima ( C ) Percentagem de Folhas com Ferrugem em relação a chuva e temperatura, num período de três anos. S
  48. 48. 90 Chuva Sev. (campo 250 70 60 200 50 150 40 30 100 20 50 10 0 0 Meses Severidade da Ferrugem do Cafeeiro em plantas inoculadas e levadas diretamente para o campo em relação a chuva, num período de três anos. Chuva ( mm ) Severidade da Doença ( % ) 80 300
  49. 49. 70 Plantas inoculadas => Câmara úmida por 48 horas => Campo Período latente (dias) 60 Plantas inoculadas levadas diretamente para o campo 50 40 30 20 10 0 ABR MAI JUN JUL AGO SET DEZ JAN Período latente médio da ferrugem do cafeeiro em relação aos meses do ano (Viçosa, MG). FEV MAR
  50. 50. Severidade (Campo) NHFI 80 90 70 80 60 70 60 50 50 40 40 30 30 20 20 10 10 0 0 M A M J J A S D J F M A M J J A S O N D J Mês / Ano F M A M J J A NHFI (20-25 C e Molhamento) Severidade Ferrugem 100
  51. 51. Resultados – Temperaturas UFV 23,6 21,6
  52. 52. Favorabilidade do Clima UFV Linhares (5 anos) Marilândia (35 anos) São Mateus (41 anos) Temp. máxima Temp. mínima Precipitação Historicamente os meses de maio a setembro são diferentes! Dividiu-se o clima em 2 grupos ao longo ano e observou-se o que acontece com a doença
  53. 53. Favorabilidade do Clima  Com relação a doença - em ano típico da ferrugem na região - também foi possível formar 2 grupos UFV  Ano típico: - 3 anos de observações em experimentos. - conversas c/ produt. e pesq. do Incaper 100 Incidência (%) 80 60 40 20 0 jan mar mai jul set nov jan
  54. 54. Favorabilidade do Clima UFV  Criada a função discriminante: Coef. ponderação associado à: Prob. Função Constante X1 X2 X3 X4 X5 de acerto Ψ1 -515,62 15,51 6,31 -5,11 -0,04 7,44 0,93 Ψ2 -558,02 17,76 6,25 -5,27 -0,02 7,32 0,93 Ψ1 – função de favorabilidade Ψ2 – função de desfavorabilidade X1 - temperatura média mensal X2 - temperatura máxima média mensal X3 - temperatura mínima média mensal X4 - precipitação mensal X5 - umidade relativa média mensal
  55. 55. Validação-Frequencia da favorabilidade histórica UFV 88% acerto efetivo
  56. 56. Como sobrevive H. vastatrix Teliosporos provavelmente mas falta comprovação Plantas de café espalhadas nos campos (urédia/uredosporos Hospedeiros intermediários ...ainda não encontrado Uredosporos em camadas da troposfera e estratosfera
  57. 57. Como penetra H. vastatrix nos tecidos da planta Penetração direta por aberturas naturais(estômatos) formando haustório na face inferior das plantas
  58. 58. Vulnerabilidade Genética do Cafeeiro o Nível de resistência o Extensão da cultura o Arquitetura da planta o Densidade de plantio o Espaçamento o Estado nutricional da planta o Grau de uniformidade genética
  59. 59. Intensidade: Incidência e Severidade Incidência: proporção (ou %) de plantas, folhas, grãos, etc; doentes. Severidade: proporção (ou %) de área ou volume de tecido doente.
  60. 60. Ferrugem é uma doença policíclica Policíclica - Há aumento da doença por meio de multiplicação de inóculo em gerações sucessivas na mesma safra. Há vários ciclos de infecção do patógeno por ciclo da cultura. - ex: ferrugem do cafeeiro
  61. 61. Fatores de predisposição à ferrugem do cafeeiro Irrigação: Tipo, Excesso Excesso de nitrogenio Altitude Espaçamento fechado Alta carga de frutos nas plantas Temperatura e umidade relativa
  62. 62. MANEJO INTEGRADO N/K MONITORAMENTO DO CLIMA LIMIAR DE AÇÃO AMOSTRAGEM CARGA ALTA OU BAIXA ESPAÇAMENTO CONTROLE QUIMICO RESIST. GENETICA UFV Alicerce para TOMADA DECISÃO
  63. 63. UFV O que levar em consideração para o controle da ferrugem ? 1-Calendário de aplicação (sem critério) 2-Expectativa de produção – carga alta ou baixa 3-Espaçamento /resistencia da cultivar 4-Indice de doença após a colheita 5-Clima -Início das chuvas(via solo) 6-Amostragem 7-Sistema de aviso 8-Altitude
  64. 64. CRITÉRIO PARA ATOMIZAÇÃO: AMOSTRAGEM DECISÃO A 2,5 % 5,0 % 10,0 % 15,0 % 20,0 % 25,0 % S O Fase veg. N D J F M A M Fase frutificação J J Colheita Fatores: 1- Época e intervalo das avaliações 2- Área a tratar 3- Disponibilidade de máquinas 4- Fungicidas eficientes e preço 5- Expectativa de produção 6- Condições climáticas Eficiência dos fungicidas sistêmicos sob alta intensidade de doença
  65. 65. Quanto é aceitável na colheita a incidencia da ferrugem ? UFV 2,5 % 5,0 % 10,0 % 15,0 % 20,0 % A Fase veg. S O N D J F M A M Fase frutificação J J Colheita Quanto é aceitável a incidência da ferrugem em fevereiro? Se o índice de ferrugem após a colheita for > 20 % o que ocorrerá com a doença na próxima safra? 25,0 % 30,0 % Eficiência do controle quimico deixou a desejar
  66. 66. Falhas no controle da ferrugem UFV 1- Época de aplicação errada 2- Número inadequado de aplicação 3- Atomização fora do alvo 4 -Lavouras adensadas dificulta aplicação de produtos 5- Dose dos produtos 6- Aplicação com a folhagem molhada(período chuvoso) 7- Aplicação após alto índice de incidência ano alta carga 8- Tecnologia de aplicação
  67. 67. AMOSTRAGEM ● Divisão da área de lavoura em talhões homogêneos ● Identificação dos talhões : cultivar; data de plantio; espaçamento; numero de covas 4 6 3 5 1 2 ● Amostragem de solos; ● Amostragem de folhas para análise foliar; ● Amostragem de doenças; ● Amostragem de pragas; ● Programar pulverizações; ● Escalonamento da colheita; 8 SÍTIO BOA VISTA – PIRANGA - MG
  68. 68. Tomada de decisão Amostragem T4 T3 T2 T1
  69. 69. COMO FAZER A AMOSTRAGEM? TERÇO SUPERIOR TERÇO MÉDIO FERRUGEM TERÇO INFERIOR ● Amostrar 8 folhas / planta ● 20 plantas / talhão ● Total de 160 folhas/talhão
  70. 70. Amostragem - Ferrugem do cafeeiro Incidencia ou Severidade Dividir a área em talhões Local da planta – média baixa Posição das folhas nos ramos (terceiro ou quarto par) Número de folhas por planta – 8 Pontos cardeais Plantas a serem amostradas – alta ou baixa carga Número de plantas por talhão - 20 Locais mais sujeitos a doença - úmidos
  71. 71. UFV Charles Darwin British Naturalist 1809 -1882 “Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, mas aquelas que são mais rápidas em responder às mudanças.”
  72. 72. “Control de la Roya del Café en Mesoamérica” Proyecto CATIE-CIRAD-PROMECAFE/NORUEGA Integrante del : Programa integrado de combate a la roya del café y recuperación de la capacidad productiva en Centroamérica. PROMECAFE/IICA-SICA-CAC Elias de Melo Virginio F. eliasdem@catie.ac.cr Taller UCR julio de 2013
  73. 73. Objetivo general • Ayudar al Consejo Agropecuario Centroamericano - CAC y las organizaciones regionales y nacionales de investigación y desarrollo del café de Mesoamérica en el combate de epidemias Roya en el corto, mediano y largo plazo.
  74. 74. Objetivos específicos • 1) Validación del Programa Regional. Análisis de las ventajas y desventajas de las intervenciones a corto, medio y largo plazo que se proponen en los programas nacionales y regionales para reducir el impacto económico, social y ecológico de la epidemia actual Roya y para reducir el riesgo y el impacto de futuros brotes.
  75. 75. Objetivos específicos • 2) La gestión del conocimiento. Facilitar la cooperación, el intercambio, la síntesis y la distribución de información entre las partes interesadas, dentro y fuera de la región, que han sido afectados por la epidemia actual Roya con el fin de desarrollar una respuesta global coordinada y coherente.
  76. 76. Objetivos específicos • 3) Plan de formación/capacitación. Diseño de sistemas nacionales y regional de "formación de formadores", de medios y de materiales de apoyo (escuelas de campo para agricultores, radio, etc.) que proporcionen información en forma apropiada para las familias rurales.
  77. 77. Objetivos específicos • 4) Plan de investigación. Desarrollar un plan de investigación detallado que se aplicará en forma coordinada como un programa regional con la identificación de las prioridades para el corto, mediano y largo plazo, y los posibles socios para cada línea de investigación.
  78. 78. Objetivos específicos • 5) Plan Financiero. Identificación de los recursos financieros necesarios y posibles socios en la cooperación internacional que podrían complementar las inversiones que los países afectados por esta epidemia Roya ya están haciendo, con el fin de poner en práctica las propuestas que se deriven de esta iniciativa y el programa regional en su conjunto.
  79. 79. Actividades principales • A) Un taller de intercambio por cada uno de los seis países (Costa Rica, Panamá, Nicaragua, Honduras, El Salvador y Guatemala) como insumo para el fortalecimiento de los planes nacionales y regional; • B) Reunir datos estadísticos disponibles sobre el sector del café, así como la distribución, la incidencia y las consecuencias de la actual epidemia de Roya;
  80. 80. Actividades principales C) Portal informativo: http://biblioteca.catie.ac.cr/royadelcafeto D)Apoyo a diferentes organizaciones con actividades afines (Ejemplo: Colaboración con UCR-Turrialba en la organización de taller técnico en julio con la participación del especialista brasileño Laércio Zambolim); E)Recopilación bibliográfica de las publicaciones pertinentes, tanto de la región y el mundo, con información respecto a Roya (todos los campos temáticos, desde la biología a la epidemiología, las medidas de manejo integrado de plagas, materiales de extensión, programas de radio, etc.);
  81. 81. Actividades principales F) Elaboración de artículo científico sobre Roya (en español) sobre la base de una síntesis de la información disponible (Coord. Jacques AvelinoCIRAD-CATIE); G) Propuesta de un manual de las mejores prácticas para combatir la Roya (y otras enfermedades de café).
  82. 82. Actividades principales G) Evento regional final con representantes de organizaciones involucradas en ejecución de planes nacionales y regional (Síntesis de avances, insumos a planificación futura, presentación de resultados de investigaciones, compartir información, participación de expertos internacionales, enlace con el curso para capacitación a técnicos coordinado por PROMECAFE ).
  83. 83. Período de Ejecución • Mayo a setiembre de 2013
  84. 84. Síntesis de la situación de la roya en Centroamérica y seguimiento a los planes nacionales de control Proyecto CATIE-CIRAD-PROMECAFE/NORUEGA
  85. 85. PAIS México Guatemala El Salvador Nicaragua Costa Rica Panamá Rep. Dominicana Total MENORES DE 10 AÑOS ENTRE 11 Y 20 AÑOS MAYORES DE 20 AÑOS Has 20,000 % 3 Has 60,000 % 8 Has 600,000 % 88 TOTAL 680,000 110,400 10,000 76,860 15,000 7,183 40 8 61 16 37 232,860 16 96,600 50,000 27,720 40,000 4,054 27.030 319,740 35 41 22 42 21 26 23 69,000 63,000 21,550 40,000 8,253 73,290 867,340 25 51 17 42 42 74 61 276,000 123,000 126,130 95,000 19,490 100,320 1,419,940
  86. 86. Actualización de estadísticas del sector cafetalero y la afectación por roya PAIS N° TOTAL DE PRODUCTORES AREA TOTAL DE CAFÉ (HA/AÑO) AREA AFECTADA POR ROYA HA PÉRDIDA COSECHA FAN=QQ/AÑO AREA ESTIMADA CON NECESIDAD DE PODA 2013 HA FUENTE COSTA RICA 52.787 93.774 HA 2012 60.441 HA (64%) Severa= 15.903 Moderada=29.034 Leve=15.503 96.539 FAN 2011-2012 En base a la estimativa inicial 14.592 HA ICAFECICAFE PANAMA 7.700 19.490 HA 6.292 HA (32%) 38.099 qq 3000 HA MIDA En base a 2583 ha de perdida por roya por promedio nacional de producción (14,75 qq/ha) NICARAGUA 44.267 126.153,8 HA 180.219,7 MZ 45.006 HA (36%) 64.295 MZ 59.157 qq 2012-2013 Representa el 3% de la cosecha total estimada inicialmente 26.819 HA YA RECEPADAS, 60,2% DEL AREA AFECTADA MAGFOR HONDURAS 112.000 280.000HA 2012 84.000 HA (30%) Severa=22.400 Moderada=61.600 2.192.000 qq menos en 2013 en relación a producción 2012 70.000 HA IHCAFE EL SALVADOR 17.000 152.187 HA 108.377 HA (71%) 23,4% menos de lo estimado antes de cosecha 2012-2013 96.930 HA PROCAFE (83.927 HA poda apreciativa, lo demás recepada)
  87. 87. Síntesis Avances Plan de Control Nacional PAIS COORD. PLAN NACIONAL COSTA RICA ICAFE/SFE-MAG .ENE13 DECRETO EMERG.FITOS; .FEB13 COMISION ROYA MIDA CONFORMADO COMITÉ NAC. FITOSAN. CAFÉ; .MAR-13 RESUELTO DECLARATORIA EMERGENCIA (ROYA,O.GALLO, BROCA) PANAMA FONDOS 2013 SISTEMA DE MONITOREO INCIDENCIA DATOS METEOROLOGICOS (Temp. Precip.) OTRAS ACCIONES CLAVES DEL PLAN FUENTE FEB13 ($ 2 MILLONES ICAFE + $2 MILLONES SFE. Pendiente fideicomiso atención cafetales DESDE MAR13 EN TODAS REGIONES DESDE 2008 EN TODAS LAS REGIONES ICAFE CICAFE Promedio Nac. (% incid) Mar 7 % Abr 4 % Estrategia mantener registros ampliar cobertura -CAPACITACION A TECNICOS Y PRODUCTORES; -COMUNICACIÓN; -ENTREGA INSUMOS (QUIMICO Y ORGANICO) PARA CONTROL (ABR Y MAYO) ($ 1,57 MIDA, PLAN INICIAL) NO HAY SISTEMA DE ALERTA TEMPRANA. DATOS DE INCIDENICIA REPORTANDO POR OFICINAS MIDA. TODAVIA NO HAY ACCESO A LA INFORMACIÓN POR PARTE DE LOS EJECUTORES DEL PLAN Y DEL SECTOR. (ESTAR EN GESTION) -CAPACITACION A TECNICOS Y PRODUCTORES; -COMUNICACIÓN; -RENOVACIÓN 500 HA; -MANEJO INTEGRADO; -EVALUACION CALIDAD; MIDA y
  88. 88. Síntesis Avances Plan de Control Nacional PAIS COORD. PLAN NACIONAL FONDOS 2013 SISTEMA DE MONITOREO INCIDENCIA DATOS METEOROLOGICOS (Temp. Precip.) OTRAS ACCIONES CLAVES DEL PLAN FUENTE NICARAGUA MAGFOR CONACAFE COMITÉ DE ROYA $200.000 OIRSA 108 FINCAS EN TODO EL PAIS MUESTREO MENSUAL NO ESTAN DISPONIBLES FORTALECIMIENTO ORGANIZACIONAL -VIGILANCIA SANITARIA -CAPACITACIONES TÉCNICAS -DIVULGACIÓN MAGFOR SE ESTIMA NECESARIOS UNOS $600.000 para atender el corto plazo Promedio Nac. (37% incid) Mar 21 % Abr 12 % Plan recién aprobado (jun13) HONDURAS IHCAFE SAG DECLARATOR IA DE EMERGENCI A. ENE13 $ 3,7 millones aporte IHCAFE SE INICIO EN MAYO 2013 Y LA IDEA ES COMPLETAR EL CICLO NO ESTAN DISPONIBLES PARA EL SECTOR -DIAS DE CAMPO -CAPACITACIÓN -DIVULGACIÓN, BOLETINES EL SALVADOR CENTRAMAG $ 3 millones dólares NO HAY SISTEMA DE MONITOREO NO ESTAN DISPONIBLES PARA EL SECTOR BASICAMENTE CONSISTE EN ENTREGA DE INSUMO NO HUBO DECLARATORIA DE EMERGENCIA (PROCAFE LLEVA OBS DETALLADAS EN 3 FINCAS) IHCAFE PARTICIPANTES TALLER NACIONAL
  89. 89. Muchas Gracias “Control de la Roya del Café en Mesoamérica” Proyecto CATIE-CIRAD-PROMECAFE/NORUEGA Taller Roya UCR, julio de 2013
  90. 90. Ing. Miguel Barquero Miranda Programa de Fitopatología, ICAFE
  91. 91. Area cafetalera de Costa Rica, Actualización 2012 Región Area cafetalera (Has) Proporción (%) Coto Brus 8.948 9,5 Turrialba 6.851 7,3 Valle Central 14.892 15,9 Valle Occidental 23.616 25,2 2.293 2,4 Pérez Zeledón 13.821 14,7 Los Santos 23.353 24,9 Total 93.774 100,0 Zona Norte
  92. 92. Daño actual estimado causado por la Roya Area afectada (Has) Región Proporción afectada (%) Severa Moderada Leve Total Coto Brus 3.937 3.221 1.790 8.948 100 Turrialba 393 490 1.568 2.451 36 Valle Central 910 2.475 3.860 7.245 49 1.360 16.660 5.049 23.069 98 Zona Norte 120 190 980 1.290 56 Los Santos 2.497 735 386 3.618 26 Pérez Zeledón 6.686 5.263 1.870 13.821 59 Total 15.903 29.034 15.503 60.441 64 17 33 17 Valle Occidental Proporción (%)
  93. 93. Daño actual causado por Roya, impacto plantaciones Pérdida cosecha 2011/2012 (fanegas) Necesidades poda 2013 (hectáreas) Area estimada por renovar (has) Coto Brus 68.000 3.937 2.000 Turrialba 2.683 275 118 Valle Central 7.916 1.400 10 Valle Occidental -- 1.360 136 Zona Norte -- 120 12 Los Santos 2.677 500 100 Pérez Zeledón 15.263 7.000 2.764 Totales 96.539 14.592 5.140 Región
  94. 94. 0 may-10 jun-10 jul-10 ago-10 sep-10 oct-10 nov-10 dic-10 ene-11 feb-11 mar-11 abr-11 may-11 jun-11 jul-11 ago-11 sep-11 oct-11 nov-11 dic-11 ene-12 feb-12 mar-12 abr-12 may-12 jun-12 jul-12 ago-12 sep-12 oct-12 nov-12 dic-12 Incidencia (%) 100 1000 90 900 80 800 70 700 60 600 50 500 40 400 30 300 20 200 10 100 Precipitación Roya 0 Precipitación (mm) Curva de progreso de Roya en parcelas de investigación Sabalito 2010 - 2012
  95. 95. Curva de progreso de Roya en parcelas de investigación Barva 2010 - 2012
  96. 96. Cálculos de tasa de infección aparente ( r ) 0.040 Regiones altura baja Regiones altura media Tasa de infección ( r ) 0.035 0.030 0.025 0.020 0.015 0.010 0.005 0.000 MAY JUN JUL AGO SET OCT NOV DIC Meses Estimación avance enfermedad : Ln (Inc2) = r x (t) + ln (Inc1)
  97. 97. Red de estaciones meteorológicas de ICAFE A partir del año 2008 el ICAFE adquiere equipos para el monitoreo del clima con dos propósitos principales: 1) 2) Mantener y aumentar la cobertura del monitoreo de las condiciones climáticas. Crear una base de información climática para atender las necesidades del sector cafetalero.
  98. 98. Estudios sobre la influencia de la variación del clima Comparación de la precipitación y la temperatura promedio mensual del año 2012 y el promedio histórico del periodo: 2000 – 2012, en San Vito de Coto Brus.
  99. 99. Estudios sobre duración del ciclo de infección 14 DDI Temperatura máxima 25 °C Temperatura mínima 20 °C Humedad relativa 95 % Fotoperiodo 12 h luz 21 DDI 24 DDI 28 DDI
  100. 100. Estudios sobre eficacia biológica de productos Campo Laboratorio
  101. 101. Método de muestreo de Roya sugerido al productor • • • • 50 puntos por hectárea. En cada punto, seleccionar una bandola del estrato medio de una planta. En cada bandolas contar las hojas sanas y enfermas con presencia de signos de roya. Incidencia = hojas enfermas / hojas totales
  102. 102. Incidencia de Roya (%), parcelas seguimiento, junio 2013 Región Localidad Marzo Abril Mayo Junio Pérez Zeledón San Antonio Las Mesas Valencia Santa Rosa Pueblo Nuevo Los Ángeles Tambor Santa Elena Las Esperanzas La Bonita Promedio 4 3 31 25 5 11 8 15 4 5 11 4 0 21 6 7 11 11 7 0 1 7 1 0 16 7 6 6 16 6 0 8 7 1 2 10 17 8 14 30 17 2 12 11 San Vito Coto Brus Sabalito Promedio 2 17 10 0 7 4 6 5 6 19 18 18 Turrialba Turrialba Orosi Promedio - 10 6 8 5 6 6 6 8 7
  103. 103. Incidencia de Roya, parcelas seguimiento, junio 2013 Región Localidad Marzo Abril Mayo Junio Barva Tres Ríos Puriscal Valle Central Carrillos Poás Promedio Atenas Grecia Valle Central Palmares Occidental San Ramón Naranjo Promedio 4 15 2 2 32 11 -0 --2 1 1 9 1 2 8 4 -1 --0 1 1 3 6 1 8 4 1 1 6 8 4 4 6 3 25 1 19 11 2 1 16 14 12 9 Aserrí León Cortés Los Santos Tarrazú Dota Promedio 0 12 0 0 3 0 9 0 0 2 3 5 3 0 3 16 20 16 1 13 7 4 5 12 Promedio Nacional
  104. 104. Acciones del Plan Nacional de la Roya de Cafeto Decreto de emergencia fitosanitaria nacional por epifitia y daño severo causado por la roya (Hemileia vastatrix Berk & Br) en cultivo del café. Enero 2013 Creación de la Comisión Nacional de Roya, compuesta por Febrero 2013 representantes del ICAFE, SFE Y MAG. Aporte de $ 2 millones de ICAFE y $ 2 millones del SFE. Febrero 2013 Se intensifica capacitación a técnicos y productores. Enero - Mayo
  105. 105. Acciones del Plan Nacional de la Roya de Cafeto Se establecen parcelas de seguimiento de la Roya, ICAFE. Marzo 2013 Distribución paquete de insumos 22 abril al 15 de mayo Creación de un fideicomiso para atención cafetales Julio 2013
  106. 106. Acciones del Plan Nacional de la Roya de Cafeto Nueva Publicación sobre Recomendaciones para el Combate de La Roya del Cafeto Julio 2013 Link sobre información de Roya en página Web del ICAFE Febrero 2013
  107. 107. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Lic. Luis Fdo. Alvarado Gamboa lalvarado@imn.ac.cr
  108. 108. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café El Calentamiento Global El Calentamiento Global y el Cambio Climático representan la mayor amenaza climática que afrontará la humanidad en este siglo.
  109. 109. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café El Calentamiento Global
  110. 110. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café El Calentamiento Global PRINCIPALES CONCLUSIONES AR5 (Quinto Reporte de Evaluación del IPCC) 1. Calentamiento mundial de 1901 al 2012 = +0,85°C [0,69–1,08] °C 2. Los 11 años más calientes desde 1860 ocurrieron entre el año 2000 y el 2012. Se reconoce al 2010 y al 2005 como los años más calientes. 3. Se ha producido una disminución en la tasa de aumento de la temperatura entre 1998 y 2012. 4. Desde mediados del siglo XX la troposfera se ha calentado y la estratosfera enfriado.
  111. 111. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café El Calentamiento Global
  112. 112. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café El Calentamiento Global Actividades agrícolas que liberan Gases de Efecto Invernadero (GEI)
  113. 113. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café El Calentamiento Global Distribución de la emisión de GEI en Costa Rica, expresadas como CO2 equivalente para el 2000 y 2005
  114. 114. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales del Cambio Climático en Costa Rica
  115. 115. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales del Cambio Climático en Costa Rica Promedio anual temperatura máxima Aeropuerto Juan Santamaría 29.5 +0,7°C/30 años. 28.5 28 27.5 27 26.5 26 1970 1972 1974 1976 1978 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 y 2002= 0.0225x + 27.732 2004 2006 Años Promedio anual temperatura máxima Volcán Irazú 13 Temperatura (°C) Temperatura (˚C) 29 12.5 +2,0°C/20 años. 12 11.5 11 10.5 y = 0.0986x + 10.609 10 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 Años
  116. 116. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales del Cambio Climático en Costa Rica
  117. 117. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales del Cambio Climático en Costa Rica
  118. 118. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales del Cambio Climático en Costa Rica Wagner and Scherzer (1856), viajeros alemanes, hicieron una gira de estudio a Costa Rica durante 1853 y 1854, escribieron sobre el volcán Irazú que : "La alta cumbre del volcán Irazú, que se halla en el fondo norteño del Valle, (...) está a veces cubierta de nieve en diciembre o enero; (...)". (page 105).
  119. 119. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales de Cambio Climático en Costa Rica Anomalía de la lluvia anual 1991-2005 vs 1961-1990
  120. 120. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales de Cambio Climático en Costa Rica
  121. 121. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales de Cambio Climático en Costa Rica El ENOS (El Niño Oscilación del Sur) Variabilidad multidecadal
  122. 122. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Señales de Cambio Climático en Costa Rica Sequías
  123. 123. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Escenarios de Cambio Climático Proyecciones de la temperatura media mundial (AR5-2013)
  124. 124. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Centroamérica
  125. 125. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica Las temperaturas del Pacífico son más altas que las del Caribe. En ambas regiones las temperaturas estarán estables en los primeros 20 o 25 años, pero posteriormente aumentarán de forma monótona, a ritmos entre 0,32°C (en el Pacífico) y 0,37°C (en el Caribe) por década. A finales de siglo las temperaturas alcanzarían los 30°C-31°C en el Pacífico y los 28°C-29°C en el Caribe. Proyección al 2100 de la variación temporal de la temperatura media en zonas bajas de la Vertiente del Pacífico y del Caribe, utilizando cuatro modelos globales y el escenario de emisiones A2. La línea punteada es la tendencia lineal
  126. 126. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica MIN 2020 2050 2080 0,55 1,18 2,07 2020 2050 2080 0,46 0,98 1,72 MED A2 0,9 1,91 3,36 B2 0,61 1,29 2,27 MAX 1,38 2,92 5,15 0,78 1,66 2,92 Cambios proyectados por el modelo PRECIS de la temperatura media para Costa Rica utilizando los escenarios de emisiones A2 y B2 para tres horizontes de tiempo.
  127. 127. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica (A) (B) Variación espacial de la temperatura media anual en Guanacaste a la resolución de 1 km. (A) el clima actual del periodo 1950-2000 y (B) proyección del modelo PRECIS para el 2080 con el escenario de emisiones A2.
  128. 128. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica Tasa de cambio de temperatura media anual (°C) y lluvia/%) 2071-2100. SRES A2
  129. 129. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica Tasa de cambio estacional de la lluvia(%) 2071-2100. SRES A2
  130. 130. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica La disminución de las precipitaciones en la temporada de lluvias de las regiones del Pacífico supondría un cambio similar -pero más permanente- al que se produce cuando se desarrolla un fenómeno del Niño, el cual altera fuertemente no solo el régimen estacional de las lluvias sino también toda la circulación de los vientos, como los monzones, los oestes ciclónicos y los vientos alisios. Ciclo anual simulado por el modelo PRECIS para el régimen de lluvias de la Vertiente del Pacífico (izquierda) y Vertiente del Caribe (derecha), usando el escenario de emisiones A2
  131. 131. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Proyecciones Climáticas: Costa Rica (A) (B) Variación espacial de la lluvia media anual en Guanacaste a la resolución de 1 km. (A) el clima actual del periodo 1950-2000 y (B) proyección del modelo PRECIS para el 2080 con el escenario de emisiones A2.
  132. 132. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y cultivo del café Requerimientos climáticos Altitud Temperaturas >26ºC >30ºC Lluvia Robusta: 0 – 800 msnm Arabica: 500 – 2200 msnm Arabica: 15 – 24ºC Robusta: 22 – 26ºC La fotosíntesis disminuye Hojas dañadas 1100-2800 mm con al menos 2 meses de temporada seca.
  133. 133. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y cultivo del café Fases fenológicas del café y su relación con la temporada lluviosa y seca
  134. 134. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Cambio climático y cultivo del café La relación entre la aptitud de áreas para producción de café y altitud para clima actual y pronosticados para 2050. Nicaragua Guatemala
  135. 135. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Cambio climático y cultivo del café Relación entre las áreas aptas para la producción de café y la altitud para diferentes horizontes de tiempo (Fuente: ADAPCC)
  136. 136. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Factores que propician el desarrollo de la roya del café
  137. 137. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Ciclo de vida de la roya del café y los principales factores que lo afectan (Avelino et al., 2004)
  138. 138. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Ciclo biológico (patogénesis) de la roya del cafeto (Hemileia vastatrix). Fuente: Gabriela Calderón, 2012
  139. 139. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Curva típica de desarrollo de la roya del café, fenología del café y variación climática
  140. 140. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Incidencia de roya en función de la altitud
  141. 141. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Reportajes del impacto de la roya. Fuente: La Nación
  142. 142. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Variación de la temperatura en San Vito (Puntarenas) durante el 2012. Fuente: ICAFE
  143. 143. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Variación de la lluvia en San Vito (Puntarenas) y Barva (Heredia) Fuente: ICAFE
  144. 144. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café La variabilidad climática del fenómeno ENOS y los brotes de roya ? ? ? Roya
  145. 145. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Qué tan fuerte es el reciente brote de roya? La “nueva” roya del café se ha clasificado como la epidemia más severa en los últimos 40 años en Centroamérica (Cressey, 2013)
  146. 146. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Qué favoreció el desarrollo y severidad de la roya? Entre las posibles causas de la “nueva” epidemia se citan factores como: 1. el cambio y la variabilidad climática, 2. aparición de una(s) nueva(s) razas de roya y alta vulnerabilidad de variedades derivadas de C. arabica, 3. cambio de prácticas agronómicas (cultivo bajo sol vs sombra etc., baja o alta fertilidad), 4. o la interacción de uno o más factores (Cressey, 2013; Alves et al.2011; Cristancho et al. 2012)
  147. 147. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Clima y roya del café Qué favoreció el desarrollo y severidad de la roya?
  148. 148. Variabilidad y cambio climático en Costa Rica: influencia en el cultivo del café Muchas gracias ! Lic. Luis Fdo. Alvarado Gamboa e-mail: lalvarado@imn.ac.cr Departamento de Climatología e Investigaciones Aplicadas Instituto Meteorológico Nacional Tel: +506 22225616 ext 211 San José, Costa Rica
  149. 149. Programa de Extensión a las y los productores de café de la región de Cartago
  150. 150. 70 años de brindar servicios de información en las Américas  Durante 70 años, la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATIE, ha brindado un aporte esencial a la agricultura y el medio ambiente  Gestión de información en los países del hemisferio, permitiendo así la generación y trasferencia de conocimiento  Líderes en capacitación en temas de gestión de la información agrícola  Biblioteca Digital que ofrece el conocimiento generado por el IICA y el CATIE www.catie.ac.cr/bibliotecaorton www.catie.ac.cr/bibliotecaorton www.iica.int/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  151. 151. Programa de Extensión de la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATIE El programa, se basa en las líneas de acción institucionales del IICA y el CATIE Promueve talleres con los productores y productoras de café, se sistematizan las buenas prácticas, se crean materiales de extensión Facilita información sobre la roya y sensibilice sobre la situación de emergencia que vive la región
  152. 152. Programa de Extensión de la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATIE • Objetivos del programa:  Proporcionar información a las y los productores de café de la región de Turrialba y de Orosi de Cartago, que les permita identificar, combatir y prevenir la epidemia de la roya en sus cafetales  Obtener información por parte de los actores locales, para sistematizar las buenas prácticas aplicadas en los cafetales ante la emergencia de la epidemia de la roya • Talleres con productores de café de la región de Cartago: Se han realizado dos talleres y una charla: Productores de Turrialba Productores de Orosí Charla a productores del Beneficio de Aquiares www.catie.ac.cr/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  153. 153. Grupos www.catie.ac.cr/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  154. 154. Actividad Trabajo en Grupos Guía para Trabajo en Grupo En la presente actividad analizaremos la enfermedad de la Roya del Cafeto identificando así sus factores, síntomas, consecuencias, hasta su prevención, además de reflexionar las acciones realizadas desde las experiencias de cada productor cafetalero. • Objetivo de la Actividad Analizar el tema de la Roya del cafeto por medio de la experiencias de los caficultores de la zona de Turrialba para concientizar en la utilización de los recursos de información que facilita la BCO www.catie.ac.cr/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  155. 155. Programa de Extensión de la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATIE Materiales de extensión: En respuesta a la emergencia regional de la roya del cafeto y como parte del programa de extensión a los productores de café, la Biblioteca Conmemorativa Orton IICA/CATIE ha diseñado un sitio web que recopila información de extensión sobre el tema, le invitamos a conocer los materiales a través de la dirección: Participación del IICA, CATIE, OIRSA, ICAFE, PROMECAFE, con el envío de materiales de extensión www.catie.ac.cr/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  156. 156. Material de extensión www.catie.ac.cr/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  157. 157. Muchas gracias por su atención www.catie.ac.cr/bibliotecaorton 70 años de liderazgo en información para la generación de conocimiento en las Américas www.iica.int/bibliotecaorton
  158. 158. Controle químico da ferrugem do cafeeiro Prof. Dr. Laércio Zambolim Prof. Titular Fitopatologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA zambolim@ufv.br UFV
  159. 159. Ferrugem no Café Arábica UFV Hemileia vastatrix  Constatada pela 1º vez no Brasil em 1970  Amplo conhecimento da epidemiologia da ferrugem  Dano em arábica (35 – 50 %) (Zambolim et al., 1999)  O dano é função:  Queda precoce das folhas  Seca dos ramos
  160. 160. FERRUGEM DO CAFEEIRO UFV 1973 - ALFENAS 2010 - VIÇOSA
  161. 161. Produtos a base de cobre Oxicloreto de Cobre (3 Kg/há do i.a.) Hidróxido de Cobre - (3 Kg/ha do i.a.) Óxido de cobre - (3 Kg/ha do i.a.) Óxido cuproso - (3 Kg/ha do i.a.) Calda bordalesa 1 % Calda Viçosa (Viça-Café 5Kg/há) Calda Viçosa preparada na fazenda Intervalo de 30 dias dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril
  162. 162. Preparo da calda Viçosa Sulfato de cobre 750 g Sulfato de zinco 300 g Sulfato de magnésio 400 g Cloreto de potássio 400 g Ácido bórico 100 g Dissolver em 50 L de água Hidróxido de cálcio 450 g Dissolver em 50 L de água Filtrar em sacos de pano Abrir a torneira do hidróxido de cálcio Logo em seguida abrir a torneira dos sais pH final 5,5 a 6,0 Caixa de 100 L
  163. 163. UFV Talhão test. X atomizado 1976 – Viçosa -MG Talhão atomizado COBRE 1976
  164. 164. COMO FAZER AMOSTRAGEM DE DOENÇAS DO CAFEEIRO?
  165. 165. Tratamento Classe química Produto Aplicação T1 UFV --- sem fungicida --- T2 Ciproconazol Verdadero Novembro T3 Triadimenol Premier Plus Novembro T4 Flutriafol Impact Novembro Ciproconazol Verdadero Novembro Priori Xtra Julho Verdadero Novembro Alto 100 Premier Plus Julho Novembro Sphere Max Julho Impact Novembro Impact Julho T5 Ciproconazol, Azoxistrobin Ciproconazol T6 Ciproconazol Triadimenol T7 Ciproconazol, Trifloxistrobin Flutriafol T8 Flutriafol Via solo Via solo e foliar
  166. 166. Resultados e Discussão UFV Trat. T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 CV (%) Taxa de progresso (r) AACPDinc 1ª epidemia 2ª epidemia 1ª epidemia 2ª epidemia 0,622 a 0,181 b 0,455 a 0,244 b 0,285 b 0,192 b 0,539 a 0,305 b 30,85 0,206 a 0,105 b 0,109 b 0,110 b 0,116 b 0,099 b 0,156 a 0,117 b 24,82 13013,0 a 5940,7 b 10884,7 a 7789,0 b 8018,7 b 6145,7 b 11657,7 a 8866,7 b 16,75 VIA SOLO: T1-Testemunha T2-Ciproconazol T3- Triadimenol VIA SOLO E FOLIAR T4- Flutriafol Favorabilidade do clima : 6202,2 a 3043,7 a 4077,0 a 3446,5 a 4379,3 a 3737,7 a 5243,8 a 3971,7 a 29,32 Produção Produção 2009 2010 (sc/ha) (sc/ha) 51,0 a 52,6 b 48,6 a 100,2 a 52,5 a 68,7 b 55,3 a 79,9 a 50,8 a 83,2 a 51,4 a 79,4 a 53,3 a 51,6 b 54,6 a 83,5 a 8,12 18,99 T1-Testemunha T5- Ciproconazol (solo) + ciproc. (foliar) T6- Ciproconazol (solo)+azox. e ciproc. (foliar) T7- Triadimenol (solo) + trifloxistrobina e ciproc. (foliar) T8- Flutriafol (solo) + flutriafol (foliar)
  167. 167. UFV VIA SOLO E FOLIAR: VIA SOLO: T1-Testemunha T2-Ciproconazol T3- Triadimenol T4- Flutriafol Favorabilidade do clima T1-Testemunha T5- Ciproconazol (solo) + ciproc. (foliar) T6- Ciproconazol (solo) + azoxistr. e ciproc. (foliar) T7- Triadimenol (solo) + trifloxistrobina e ciproc. (foliar) T8- Flutriafol (solo) + flutriafol (foliar)
  168. 168. Uso de Calendário UFV
  169. 169. Material e Métodos UFV Drench ou esguicho em novembro de cada ano
  170. 170. UFV APLICAÇÃO LÍQUIDA VIA SOLO VOLUME QUANT. POR PLANTA
  171. 171. CANHÃO DE ATOMIZAÇÃO UFV
  172. 172. Resultados e Discussão UFV  Ciproconazol (T2, T5 e T6): mais eficiente, reduzindo 45,77% da doença (valor absoluto da AACPD )  Flutriafol (T4 e T8): intermediária eficiência reduzindo 37,37%  Triadimenol (T3 e T7): pouca eficiência, reduziu a doença em apenas 17,11%
  173. 173. FUNGICIDAS SISTÊMICOS GRUPO DOS TRIAZOIS Tebuconazole Difenoconazole Epoxiconazole Cyproconazole Triadimenol Propiconazole Tetraconazole Flutriafol
  174. 174. Fungicidas sistemicos Grupo Triazol – inibidores da biossíntese do ergosterol VIA FOLIAR Epoxiconazole Ciproconazole Triadimenol Protioconazol Flutriafol
  175. 175. FUNGICIDAS MESOSTÊMICOS ESTROBILURINAS Piraclostrobina Azoxystrobina Trifloxystrobina Picoxystrobina Kresoxim-methyl Inibem a respiração mitocondrial
  176. 176. Fungicidas sistemicos Grupo Estrobilurina – atua na cadeia de transporte de eletrons na mitocondria VIA FOLIAR Azoxystrobina Piraclostrobina Picoxystrobina Trifloxystrobina Recomendação: sempre atomizar a mistura triazol + estrobilurina para evitar resistencia na população de Hemileia vastatrix Triazol + Estrobilurina
  177. 177. Fungicidas sistemicos Recomendação: sempre atomizar a mistura triazol + estrobilurina para evitar resistencia na população de Hemileia vastatrix VIA FOLIAR PrioriXtra - Ciproconazole + Azoxystrobina Opera - Epoxiconazole + Piraclostrobina Premier - Triadimenol + Trifloxystrobina Sphere max – Ciproconazole + Trifloxystrobina
  178. 178. Fungicidas sistemicos VIA SOLO Verdadero - Ciproconazole + Thiametoxan Premier plus – Triadimenol + Imidacloprid Impact - Flutriafol
  179. 179. ATOMIZAÇÃO FOLIAR EM CAFEEIRO UFV TRIAZOL BIOSSÍNTESE DO ERGOSTEROL ESTROBILURINA CADEIA DE TRANSPORTE DE ELETRONS TRIAZOL + ESTROBILURINA  Previne o surgimento de mutantes resistentes na população de Hemileia vastatrix
  180. 180. TRIAZOL + ESTROBILURINA UFV Menor risco de resistência na população de Hemileia vastatrix Maior retenção foliar Maior eficiência no controle da mancha de olho pardo Maior enchimento dos grãos Maior produtividade
  181. 181. ESTRATÉGIAS PARA O MANEJO INTEGRADO DA FERRUGEM UFV VAR. RESISTENTES CONT. QUIMICO SISTÊMICOS VIA FOLIAR ESTRATÉGIAS DE ACORDO COM AS CONDIÇÕES LOCAIS CÚPRICOS SISTÊMICOS + ESTROBILURINA VIA SOLO FORMULAÇÃO: LIQUIDA OU GRANULADA Combinação via solo + via foliar
  182. 182. CRITÉRIO PARA ATOMIZAÇÃO: TOMADA DE DECISÃO FERRUGEM UFV s O N D J F M A M Fase florescimento e frutificação J J A S Colheita 2,5 % 5,0 % 10,0 % 15,0 % Fatores: 1- Área da lavoura a tratar 2- Disponibilidade de máquinas 3- Fungicidas eficientes 4- Expectativa de produção 5- Condições climáticas 20,0 % 25,0 % Há micro-regiões onde o controle deve ser Preventivo mesmo com tria + estrobilurina
  183. 183. Modo de ação Ação na pós-infecção UFV Efeito curativo da ferrugem do cafeeiro com TRIAZOL
  184. 184. PENETRAÇÃO/TRANSLOCAÇÃO/TRIAZOL UFV Ascendente sim Triazol Triazol Descendente não ocorre
  185. 185. Translocação de Triazol UFV ENETRAÇÃO/TRANSLOCAÇÃO/TRIAZO
  186. 186. ENETRAÇÃO/TRANSLOCAÇÃO/TRIAZO UFV Lamela média Parede celular primária Parede celular secundária Espaço intercelular Lúmen Plasmodemata
  187. 187. Absorção e translocação de fungicidas 1. pêlo radicular; 2. epiderme 3. UFV córtex 4. estria de Gaspary 5. cilindro central 2 6. xilema 7. floema 3 Corte de uma raiz 4 5 1 7 6
  188. 188. FUNGICIDAS SISTÊMICOS EMPREGADOS NO CAFEEIRO UFV GRUPO DOS TRIAZOIS Tebuconazole Epoxiconazole Inibem a BIOSSÍNTESE DO ERGOSTEROL Cyproconazole Triadimenol Flutriafol
  189. 189. UFV MESOSTÊMICO - ESTROBILURINAS Pyraclostrobina Picoxystrobina Azoxystrobina Trifloxystrobina Kresoxim-methyl Inibem a respiração mitocondri al
  190. 190. LOCALIZAÇÃO DOS DEPÓSITOS E ABSORÇÃO NAS FOLHAS UFV Fungicidas do grupo das Estrobilurinas DEPÓSITO NA SUPERFÍCIE DA FOLHA PENETRA NAS CAMADAS DE CERA PEQUENAS QUANTIDADES PENETRAM NO TECIDO
  191. 191. Atividade Translaminar UFV área foliar atacada área sem doença aplica ção Experimental details: uva cv. Gutedel inoculation 2 DAA, incubation 25oC, RH 70%, evaluation 14 DAA DOENÇA =23% vs DOENÇA NA ÁREA NÃO TRATADA = 90%
  192. 192. UFV ATOMIZAÇÃO FOLIAR EM CAFEEIRO ESTROBIL TRIAZOL BIOSSÍNTE URINA SE DO CADEIA DE ERGOSTE TRANSPO ROL TRIAZOL + RTE DE ELETRONS ESTROBIL
  193. 193. UFV H. vastatrix – Biotrófico Sobrevive somente no cafeeiro SINTOMAS UREDOSPORO HAUSTÓRIO (Adaptado de Agrios, 1997) SINAL FASE - REPRODUÇÃO VISÍVEL
  194. 194. Absorção e translocação de fungicidas 1. pêlo radicular; 2. epiderme 3. córtex Corte de uma raiz 4. estria de Gaspary 5. cilindro central 2 6. xilema 7. floema 3 4 5 1 7 UFV 6
  195. 195. Sistema radicular bem distribuído superficialmente Sulcos com subsolagem Monte Alegre Rena 1983
  196. 196. Avanços no controle químico * Dose, Formulação, Toxicidade, Impacto ambiental * Fungicidas Sistêmicos com movimento no simplasto •Fungicidas que induz resistência às plantas aos patógenos - SAR não há disponibilidade para cafe •Novos grupos : estrobilurinas •Grupo triazol + estrobilurina – mais empregado hoje
  197. 197. Eras dos Fungicidas: 1a Era - Inorgânicos Sulforados (enxofre e calda sulfo-cálcica) (1000 A.C. até descoberta do cobre (calda bordalesa) por volta de 1882.) 2a Era - Inorgânicos Cúpricos (de 1882 até 1934) 3a Era - Fungicidas Protetores Orgânicos (1934 até 1960) 4a Era - Fungicidas Orgânicos Sistêmicos (a partir de 1966). TRIAZOIS – década de 90 5a Era - Fungicidas Orgânicos Sistêmicos com movimento simplasto e que induz resistência nas plantas aos no patógenos- SAR (a partir do ano 2000). Ano de 2000 - Estrobilurinas
  198. 198. DECISÃO SOBRE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO DE FUNGICIDAS UFV 1-Época pré-fixada de pulverização 2-Basear no período de incubação do patógeno 3-Basear no clima (temperatura, UR, MF, chuva) 4-Basear na fenologia do hospedeiro 5-Basear na intensidade da doença 6-Basear em sistemas de previsão (Estação de aviso fitossanitário)
  199. 199. Insucesso no DO CONTROLE INSUCESSO controle quimico da ferrugem QUÍMICO 1-Empregar o controle químico como a única medida de controle sem emprego de medidas culturais (var. com resistencia) 2-Desconhecimento fatores predisposição das doenças 3-Desconhecimento do alvo biológico
  200. 200. Insucesso no controle quimico 4-Epoca de aplicação errada. 5-Aplicar produtos sistêmicos após alta severidade 6-Emprego de sub-doses de fungicidas 7-Escolha errada da formulação.
  201. 201. Insucesso no controle quimico 8-Resistência aos fungicidas empregados. 9-Aplicar fungicidas com a folhagem molhada. 10-Tecnologia de aplicação - maquina e bico inadequados. 11-Gestão de aplicação
  202. 202. Grande Desafio MANEJO DOS DEFENSIVOS AGRÍCOLAS PARA EVITAR A RESISTÊNCIA DOS FUNGOS, INSETOS-PRAGAS E PLANTAS DANINHAS Estamos falando de estratégias anti-resistência Fonte: MAPA/SDC/DEPROS
  203. 203. Qual tem sido a contribuição dos fungicidas no controle químico das doenças? Por quanto tempo ainda a agricultura dependerá dos produtos químicos para o controle efetivo de insetos, doenças e plantas daninhas Fonte: MAPA/SDC/DEPROS
  204. 204. Preocupação Fungicidas Por quanto tempo ainda as indústrias de defensivos colocará a disposição dos produtores defensivos agrícolas eficientes para controle das doenças e pragas?
  205. 205. Controle da ferrugem é crucial no ano da alta carga de frutos No ano da baixa carga de frutos nas plantas a severidade da ferrugem é baixa
  206. 206. Controle da ferrugem do cafeeiro Com diferentes programas de aplicação de fungicidas via solo e foliar
  207. 207. Quadro 1: Programas de controle baseados em aplicações via solo e foliar. TRAT Produtos Ativos 1 2 Testemunha - - - - - - - Verdadero 600WG-solo PrioriXtra + Nimbus-foliar Premier Plussolo Sphere Max + Áureo-foliar Ciproconazole + Tiametoxam Ciproconazole + Azoxistrobina Triadimenol + Imidaclopridl Ciproconazol+ Trifloxistrobin 300+300 WG 300+300 1000 - out a nov 80+20 SC 40+100 500 1000 dez a fev 250 +175 SC 750+525 3000 - out a nov 160+375 SC 40+93.75 250 2000 dez a fev Impact + Confidor-solo Impact-foliar Actara250WGsolo PrioriXtra + Nimbus-foliar Counter 150 GR Opera Flutriafol + Imidacloprid Flutriafol Tiametoxam 125+700 SC 375+525 3000-750 - out a nov 125 250 SC WG 187.5 250 1500 1000 - fev out a nov Ciproconazo l+ Azoxistrobina Terbufós Epoxiconazol + Pyraclostrobina 80+200 SC 40+100 500 1000 dez,fev e abr 150 GR 6000 40000 - out a nov 50+133 SE 75+199.5 1500 - dez Epoxiconazol+ Pyraclostrobina 50+133 SE 50+133 1000 - 3 4 5 6 Opera Concentraç Formulação ão (gl) Dose i.a./ha pc/ha Adjuvante Época de mL pc/ha aplicação mar
  208. 208. Figura 1: Efeito dos programas de aplicação de fungicidas sobre a Área Abaixo da Curva de Progresso da Ferrugem (AACPDF) na safra 2008/2009 (A) e 2009/2010 (B), e área abaixo da curva de progresso da Mancha-de-olho pardo (AACPDMOP) na safra 2008/2009 (C) e 2009/2010 (D). 3000 10000 A A 2500 AACPDMOP 8000 AACPDF C A 6000 B 4000 2000 AB AB AB B 1500 B 1000 BC C 2000 C C 500 0 0 T1 7000 T2 T3 T4 T5 T1 T6 T2 T3 T4 T5 T6 5000 A B D A 6000 4000 A B 4000 C AACPDMOP AACPDF 5000 D 3000 E A 3000 A B B 2000 2000 F 1000 1000 0 0 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T1 T2 T3 T4 T5 T6
  209. 209. Figura 2: Efeito dos programas de aplicação de fungicidas via foliar e via solo refletindo na produtividade média 35 (sc/ha) na safra 2008/2009 e 2009/2010 Produtividade Média sc/ha 30 25 20 15 10 5 0 T1 T2 T3 T4 T5 T6 1- Testemunha; 2-Ciproconazole + Tiametoxam - Ciproconazole + Azoxistrobina; 3- Triadimenol + Imidacloprid - Ciproconazol+ Trifloxistrobin; 4- Flutriafol + Imidacloprid – Flutriafol; 5-Tiametoxam Ciproconazo l+ Azoxistrobina; 6-Terbufós Epoxiconazol + Pyraclostrobina Epoxiconazol+ Pyraclostrobina
  210. 210. Favorabilidade do Clima UFV Temp. máxima Temp. mínima Linhares (5 anos) Marilândia (35 anos) São Mateus (41 anos) Precipitação Historicamente os meses de maio a setembro são diferentes! Dividiu-se o clima em 2 grupos ao longo ano e observou-se o que acontece com a doença
  211. 211. Favorabilidade do Clima  Com relação a doença - em ano típico da ferrugem na região - também foi possível formar 2 grupos UFV  Ano típico: - 3 anos de observações em experimentos. 100 Incidência (%) 80 60 40 20 0 jan mar mai jul set nov jan
  212. 212. Favorabilidade do Clima UFV  Criada a função discriminante: Coef. ponderação associado à: Prob. Função Constante X1 X2 X3 X4 X5 de acerto Ψ1 -515,62 15,51 6,31 -5,11 -0,04 7,44 0,93 Ψ2 -558,02 17,76 6,25 -5,27 -0,02 7,32 0,93 Ψ1 – função de favorabilidade Ψ2–função desfavorabilidade X1 - temperatura média mensal X2-temp. máxima média mensal X3 – temp. mínima média mensal X4 - precipitação mensal X5 - umidade relativa média mensal
  213. 213. Validação-Frequencia da favorabilidade histórica 88% acerto efetivo UFV
  214. 214. Tratamento Classe química Produto Aplicação T1 UFV --- sem fungicida --- T2 Ciproconazol Verdadero Novembro T3 Triadimenol Premier Plus Novembro T4 Flutriafol Impact Novembro Ciproconazol Verdadero Novembro Priori Xtra Julho Verdadero Novembro Alto 100 Premier Plus Julho Novembro Sphere Max Julho Impact Novembro Impact Julho T5 Ciproconazol, Azoxistrobin Ciproconazol T6 Ciproconazol Triadimenol T7 Ciproconazol, Trifloxistrobin Flutriafol T8 Flutriafol Via solo Via solo e foliar
  215. 215. Resultados e Discussão UFV Trat. T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 CV (%) Taxa de progresso (r) AACPDinc 1ª epidemia 2ª epidemia 1ª epidemia 2ª epidemia 0,622 a 0,181 b 0,455 a 0,244 b 0,285 b 0,192 b 0,539 a 0,305 b 30,85 0,206 a 0,105 b 0,109 b 0,110 b 0,116 b 0,099 b 0,156 a 0,117 b 24,82 Via solo: T1-Testemunha T2-Ciproconazol (melhor) T3- Triadimenol T4- Flutriafol 13013,0 a 5940,7 b 10884,7 a 7789,0 b 8018,7 b 6145,7 b 11657,7 a 8866,7 b 16,75 6202,2 a 3043,7 a 4077,0 a 3446,5 a 4379,3 a 3737,7 a 5243,8 a 3971,7 a 29,32 Produção Produção 2009 2010 (sc/ha) (sc/ha) 51,0 a 52,6 b 48,6 a 100,2 a 52,5 a 68,7 b 55,3 a 79,9 a 50,8 a 83,2 a 51,4 a 79,4 a 53,3 a 51,6 b 54,6 a 83,5 a 8,12 18,99 Via solo e foliar T1-Testemunha T5- Ciproconazol (solo) + ciproc. (foliar) (melhor) T6- Ciproconazol (solo)+azox. e ciproc. (foliar) T7- Triadimenol (solo) + trifloxistrobina e ciproc. (foliar) T8- Flutriafol (solo) + flutriafol (foliar) - (melhor)
  216. 216. UFV VIA SOLO: T1-Testemunha T2-Ciproconazol T3- Triadimenol T4- Flutriafol Favorabilidade do clima VIA SOLO E FOLIAR: T1-Testemunha T5- Ciproconazol (solo) + ciproc. (foliar) T6- Ciproconazol (solo) + azoxistr. e ciproc. (foliar) T7- Triadimenol (solo) + trifloxistrobina e ciproc. (foliar) T8- Flutriafol (solo) + flutriafol (foliar)
  217. 217. Uso de Calendário – pode resultar em falsos resultados – CUIDADO.... UFV VIA SOLO E FOLIAR: T1-Testemunha T5- Ciproconazol (solo) + ciproc. (foliar) T6- Ciproconazol (solo) + azoxistr. e ciproc. (foliar) T7- Triadimenol (solo) + trifloxistrobina e ciproc. (foliar) T8- Flutriafol (solo) + flutriafol (foliar)
  218. 218. Resultados UFV  Ciproconazol (T2, T5 e T6): mais eficiente, reduzindo 45,77% da doença (valor absoluto da AACPD )  Flutriafol (T4 e T8): intermediária eficiência reduzindo 37,37%  Triadimenol (T3 e T7): pouca eficiência, reduziu a doença em apenas 17,11%
  219. 219. FUNGICIDA SISTEMICO (VIA SOLO E FOLIAR) ALTERNADO COM PROTETOR F 25 (COBRE - duas aplicações). Ferrugem do cafeeiro F+OC UFV 20 (%) 15 10 5 0 Testemunha Triadimenol + Disulfoton GR Sacas beneficiadas/ha 60 50 Cyproconazole+ Imidacloprid+ Imidacloprid GDA Imidacloprid Trifloxystrobin CE Thiametoxam GR Triadimenol GR + Triadimenol CE GDA+ Flutriafol SC 22,1% 9,4% 25,2% 10,6% Flutriafol SC 11,1% 24,1% F 48,7% F+OC 44% 40 30 20 10 0 Testemunha Triadimenol + Cyproconazole+ Imidacloprid+ Imidacloprid GDA Imidacloprid Trifloxystrobin CE Flutriafol SC Disulfoton GR Thiametoxam GR Triadimenol GR + Triadimenol CE GDA+ Flutriafol SC Solo GR Solo liquida FOLIAR
  220. 220. Incidência da ferrugem do cafeeiro em diferentes regiões produtoras de café
  221. 221. VARGINHA Sul de minas gerais maio/junho 2013 INCIDENCIA (%) • • • • • Ferrugem Adensado c/ Carga Alta Adensado c/ Carga Baixa Largo c/ Carga Alta Largo c/ Carga Baixa 83,0 29,5 84,0 17,0 Cercospora 9,0 4,5 10,0 2,5 • Ferrugem: Nas lavouras sem controle, amostradas na Fazenda Experimental de Varginha, o índice médio da infecção foi 53,4%. • Cercóspora: Infecção média de 6,5%.
  222. 222. CARMO DE MINAS Sul de minas gerais maio/junho 2013 Incidencia (%) Ferrugem Cercospora Phoma Carga Alta Carga Baixa 70,0 21,0 7,0 11,0 3,0 13,0 Ferrugem: Nas lavouras sem controle, o índice médio da infecção foi 45,5%. Cercóspora: Infecção média de 5,0%. Phoma: Infecção média de 12,0%.
  223. 223. BOA ESPERANÇA Sul de minas gerais maio/junho 2013 Incidencia (%) Ferrugem Cercospora Phoma Carga Alta 59,0 10,0 11,0 Carga Baixa 20,0 3,5 5,5 Ferrugem: Nas lavouras sem controle, o índice médio da infecção foi 39,5%. Cercóspora: Infecção média de 6,8%. Phoma: Infecção média de 8,3%. .
  224. 224. . MUZAMBINHO Sul de minas gerais maio/junho 2013 Incidencia (%) Ferrugem Cercospora Phoma Carga Alta Carga Baixa 51,5 32,0 1,0 0,0 30,5 11,5 Ferrugem: Nas lavouras sem controle, o índice médio da infecção foi 41,8%. Cercóspora: Infecção média de 0,5%. Phoma: Infecção média de 21,0%.
  225. 225. Incidencia (%) Alto Paranaíba, Minas Gerais , Maio/junho de 2013 Ferrugem Cercospora Phoma ARAXÁ Carga Alta Carga Baixa Patrocínio Carga Alta Carga Baixa ARAGUARI Carga Baixa Carga Alta 44,0 4,0 43,0 26,0 74,0 25,0 4,0 6,0 12,0 2,0 17,0 18,5 8,0 15,5 53,0 14,0 31,0 23,0
  226. 226. Resistencia de Hemileia vastatrix aos fungicidas sistemicos
  227. 227. Qualidade na Aplicação dos Defensivos ‘Timing’ – momento correto para aplicação Uso correto da dose Maquinaria e bicos Cobertura da superfície do hospedeiro:Alvo Qualidade da aplicação biológico Uniformidade de distribuição das gotas Formulação do defensivo
  228. 228. Fatores de risco relacionados ao manejo dos fungicidas Longo período de exposição do produto (grande número de aplicações e tardias) Uso de fungicidas com modo de ação específico continuamente OÁrea extensa tratada com o mesmo produto
  229. 229. CAUSAS DO SURGIMENTO DE RESISTÊNCIA NO CAMPO • • Cada produto tem um fator inerente de risco. Fungicidas com atuação em um só sítio metabólico tendem muito mais à resistência do que fungicidas com atuação em mais de um sítio metabólico; • Indivíduos resistentes existem em proporção bem baixa em populações sensíveis; • O desenvolvimento de resistência depende amplamente da pressão de seleção, ou seja, número de aplicações, tamanho da área tratada, clima favorável
  230. 230. CONTROLE QUIMICO - TOMADA DE DECISÃO Valor economico da cultura – custo/benefício Variedades com resistência genética Produtos eficientes Critério para aplicação (amostragem basear na incidencia ou severidade da doença e no clima)
  231. 231. UFV COMPATIBILIDADE FORMULAÇÃO Cobre líquido Suspensão Concentrada (SC) Cobre SC
  232. 232. Mistura FH CAFÉ COM TRIAZOIS 2 HS APÓS A MISTURA UFV FH CAFÉ + IMPACT FH CAFÉ FH CAFÉ + OPERA
  233. 233. Mistura FH CAFÉ COM TRIAZOIS 2 HS APÓS A MISTURA UFV
  234. 234. Mistura FH CAFÉ COM TRIAZOIS 2 HS APÓS A MISTURA UFV
  235. 235. FORMATO DAS PARTÍCULAS UFV OXICLORETO DE COBRE COBRE
  236. 236. ASPECTO DA PULVERIZAÇÃO UFV Hidróxido de Cobre WP Hidróxido de Cobre WDG COBERTURA IDEAL microgotículas CAFÉ SAIS
  237. 237. Deficiencia de COBRE
  238. 238. ASPECTO DA LAVOURA 3 MESES APÓS A COLHEITA Sistemico vis solo e cobre alternado UFV
  239. 239. Campo de Produção Triazol + Estrobilurina alternado com calda Viçosa Coimbra – MG - 2008 UFV Aplicação: Epoxiconazole + piraclostrobina – 2 X Calda Viçosa 4 x
  240. 240. LAVOURA ATOMIZADA COM Florada: 12/10/2007 COBRE+ZINCO+BORO X TESTEMUNHA UFV Experimento em Coimbra - MG
  241. 241. UFV Charles Darwin British Naturalist 1809 -1882 “Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, mas aquelas que são mais rápidas em responder às mudanças.”
  242. 242. Xx
  243. 243. Instituto del Café de Costa Rica Centro de Investigaciones en Café Estudios Recientes sobre Materiales Resistentes a la Roya en Costa Rica Transferencia de Tecnología Jueves 11 de Julio, 2013 UCR, Turrialba
  244. 244. Control de la Roya Genético Ambiente Cultural Manejo Integrado Controlables Incontrolables Raza Biológico Químico
  245. 245. Cruces Híbridos de Timor Catimores CIFC 832 / 1 X Caturra Rojo CIFC 19 / 1 Sarchimores CIFC 832 / 2 X Villa Sarchí CIFC 971 / 10 Catimores CIFC 1343/269 X Caturra Amarillo CCC 135 Catuaí Cavimores Cachimores T-5296 T-5175 (IHCAFE 90) CR 95 (MIDA 96, Lempira 98) Variedad Colombia (Castillo) IAPAR 59 Tupi Obatã
  246. 246. Investigación Actual en CICAFE
  247. 247. Objetivos de los Ensayos • Evaluar el comportamiento agroproductivo, rendimiento, calidad, enfermedades y plagas de materiales arábigos mejorados provenientes de Brasil • Seleccionar los mejores materiales para continuar estudios agronómicos y de adaptabilidad en diferentes condiciones del país • Liberación de materiales superiores
  248. 248. Características de los Experimentos • Establecido: Setiembre, 2009 • Distancia de Siembra: 2.0 x 1.0 m • Formación: Una planta por punto de siembra • Diseño Experimental: Bloques Completos al Azar • Repeticiones: 4 • Plantas por Repetición: 8 • Manejo Convencional
  249. 249. Genotipos Evaluados • 17 Variedades: Sarchimores, Cavimores y Catimores • Origen de las Variedades Liberadas y Selecciones: – Instituto Agronómico de Campinas (IAC) – Universidad Federal de Viçosa (UFV) – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG)
  250. 250. Tratamientos Tratamiento Introducción Nombre Tipo 1 IAC 1669-13 Tupí RN Sarchimor 2 IAC 1669-33 Tupí Sarchimor 3 IAC 4932 Obatã Amarillo Sarchimor 4 IAC 1669-20 Obatã Sarchimor 5 IAC Obatã Amarillo Obatã Amarillo RL Sarchimor 6 IAC Obatã RC Obatã Sarchimor 7 H419-3-4-6-14 H419-3-4-6-14 Cavimor 8 H419-10-6-2-5-35 H419-10-6-2-5-35 Cavimor 9 H419-3-3-7-16-4-1-1 H419-3-3-7-16-4-1-1 Cavimor 10 ACUÂ MG1332 ACUÂ MG1332 11 ARAPONGA MG1 ARAPONGA MG1 Sarchimor Cavimor 12 CATIGUÂ MG2 CATIGUÂ MG2 Cavimor 13 CATIGUÂ MG3 CATIGUÂ MG3 Cavimor 14 OEIRAS MG 6851 OEIRAS MG 6851 Catimor 15 PAU BRASIL MG1 PAU BRASIL MG1 Cavimor 16 PARAÍSO MG H419-1 PARAÍSO MG H419-1 Cavimor 17 SACRAMENTO MG1 SACRAMENTO MG1 Cavimor
  251. 251. Tupi Cruce en 1959 Villa Sarchí (CIFC 971-10) Híbrido Timor (CIFC 832/2) F1 CIFC H361 Centro de Investigação das Ferrugens do Cafeeiro (CIFC, Portugal) F2 Planta 4 CIFC, IAC F3 IAC 1669 IAC F4-F6 IAC 1669 – 33-7-C687 IAC, UFV, CATIE, ICAFE, IHCAFE Características (Liberado en Brasil en el 2000) Fruto Rojo, Porte Bajo, Vigoroso, Productividad Alta, Color de Brote Bronce
  252. 252. Obatã Cruce en 1959 Villa Sarchí (CIFC 971-10) Híbrido Timor (CIFC 832/2) F1 CIFC H361 Centro de Investigação das Ferrugens do Cafeeiro (CIFC, Portugal) F2 Planta 4 CIFC, IAC F3 IAC 1669 (x Catuaí) IAC F4-F6 IAC 1669 - 20 IAC, UFV, CATIE, ICAFE, IHCAFE Características (Liberado en Brasil en el 2000) Fruto Rojo, Porte Pequeño, Vigoroso, Productividad Alta, Maduración Tardía
  253. 253. Araponga MG1 Cruce en 1974 Catuaí Amarillo IAC 86 (UFV 2154-345 EL7) Híbrido Timor (UFV 446-08) F1 H516-2 Universidad Federal de Viçosa, Minas Gerais F2-F4 Estación Experimental de São Sbastião en Paraíso, Minas Gerais F5 H516-2-1-1-18 Finca Itatiaia en Araponga, Minas Gerais; y Estación Experimental Machado, MG F6 25 plantas originan Araponga MG1 Estación Experimental de São Sbastião en Paraíso, Minas Gerais Características (Liberado en Brasil en el 2004) Fruto Rojo, Porte Pequeño, Ramificado, Vigoroso, Productividad similar a Catuaí Rojo IAC 44
  254. 254. Catiguá MG1 y MG2 Cruce en 1974 Catuaí Amarillo IAC 86 (UFV 2154-345 EL7) Híbrido Timor (UFV 440-10) F1 en 1980 H514-(1-16) Universidad Federal de Viçosa, Minas Gerais F2-F3 H514-7-14 y H514-7-16 Estación Experimental de Patrocínio (EPAMIG), Minas Gerais F4 H514-7-14-2 y H514-7-16-3 Finca Lagoa en Sehnora de Oliveira, MG F5 Catiguá MG1 (Brote Bronce) y MG2 (Brote Bronce Claro) Estación Experimental de Patrocínio (EPAMIG), Minas Gerais Características (Liberado en Brasil en el 2004) Fruto Rojo Alargado, Porte Pequeño, Ramificado, Vigoroso, Productividad similar a Catuaí Rojo IAC 15
  255. 255. OEIRAS MG 6851 Cruce en 1959 Caturra Rojo (CIFC 19/1) Híbrido Timor (CIFC 832/1) F1 HW26/5 CIFC F4 UFV 1340 Universidad Federal de Viçosa, Minas Gerais F5 UFV 2983 F6 UFV 6851  OEIRAS Características (Liberado en Brasil en el 2004) Fruto Rojo Alargado, Porte Pequeño, Ramificado, Vigoroso, Productividad similar a Catuaí Rojo IAC 15, Brote Bronce Claro
  256. 256. Paraiso H419-1 Cruce Catuaí Amarillo IAC 30 Híbrido Timor (UFV 445-46) F1 H 419 (ERU 209-15) Uige Regional Station, Angola F2-F4 H419-3,5,6,10 F5 H419-10-6-2 (8 plantas) Estación Experimental de Patrocínio (EPAMIG), Minas Gerais Características (Liberado en Brasil en el 2004) Fruto Amarillo Alargado, Porte Pequeño, Ramificado, Brote Verde con Borde Curveado
  257. 257. Pau Brasil MG1 Cruce Catuaí Rojo IAC 141 (UFV 2194-141 EL7) Híbrido Timor (UFV 442-34) F1-F2 H 518-2 Universidad Federal de Viçosa, Minas Gerais F3 H 518-2-10-6 Estación Experimental de Patrocínio (EPAMIG), Minas Gerais F4 H 518-2-10-6-13 DaTerra Rural Activities Ltda., Patrocínio, Minas Gerais. F5 Pau-Brasil MG1 Estación Experimental de São Sbastião en Paraíso, Minas Gerais Características (Liberado en Brasil en el 2004) Fruto Rojo Alargado, Porte Pequeño, Ramificado, Vigoroso, Productividad similar a Catuaí Rojo IAC 15
  258. 258. Sacramento MG1 Cruce Catuaí Rojo IAC 81 (UFV 2145-79 EL7) Híbrido Timor (UFV 438-52) F1 H 505-9 Universidad Federal de Viçosa, Minas Gerais F2-F3 H 505-9-2-2 Estación Experimental de Patrocínio (EPAMIG), Minas Gerais F4 H 505-9-2-2-1 DaTerra Rural Activities Ltda., Patrocínio, Minas Gerais. F5 H 505-9-2-2-1 Finca del Rei, Sacramento, Minas Gerais Características (Liberado en Brasil en el 2004) Fruto Rojo, Porte Pequeño, Vigoroso, Productividad similar a Catuaí Rojo IAC 15, Exhuberante Producción Inicial
  259. 259. Mayo 10
  260. 260. Abril 11
  261. 261. Diciembre 11
  262. 262. Cosecha 2010/2011-2012/2013 Tratamiento 2010/2011 IAC 1669-20 133.74 IAC 1669-13 139.02 IAC Obatã RC 111.64 IAC Obatã Amarillo 99.93 ARAPONGA MG1 95.99 H419-3-3-7-16-4-1-1 97.44 CATIGUÂ MG3 96.58 CATIGUÂ MG2 87.09 IAC 4932 91.48 IAC 1669-33 98.96 PARAÍSO MG H419-1 79.46 PAU BRASIL MG1 93.6 H419-10-6-2-5-35 63.33 OEIRAS MG 6851 94.04 SACRAMENTO MG1 70.07 H419-3-4-6-14 70.88 ACUÂ MG1332 59.51 Caturra Testigo 71.90 Catuaí Testigo 79.22 2011/2012 123.56 107.89 111.29 109.31 106.87 107.58 107.93 115.8 115.32 105.07 107.65 91.44 111.25 82.8 95.88 79.95 100.5 52.27 48.39 Promedio 129.68 119.67 112.47 106.11 103.59 103.11 102.82 101.44 101.2 99.32 93.55 92.52 88.96 87.93 83.79 75.85 74.2 62.09 58.54 Superioridad 109% 93% 81% 71% 67% 66% 66% 63% 63% 60% 51% 49% 43% 42% 35% 22% 20% 0% -6% A AB ABC BCD BCDE BCDE BCDE CDEF CDEF CDEF DEFG DEFG DEFGH EFGH FGH GHI HI I I
  263. 263. Catación 2012/2013 Material CATIGUÂ MG2 IAC Obatá Amarillo H419-10-6-2-5-35 PAU BRASIL MG1 IAC 1669-20 Caturra Costa Rica IAC Obatá RC ARAPONGA MG1 IAC 1669-13 IAC 1669-33 CATIGUÂ MG3 H419-3-3-7-16-4-1-1 PARAÍSO MG SACRAMENTO MG1 ACUÂ MG1332 Catuaí Costa Rica IAC 4932 H419-3-4-6-14 OEIRAS MG 6851 Aroma 3.28 4.41 2.96 2.97 2.81 2.95 2.91 2.78 2.82 2.69 2.60 2.75 2.49 2.62 2.39 2.56 2.97 2.17 2.15 Cuerpo 3.29 3.00 2.76 2.83 2.73 2.84 2.85 2.71 2.69 2.71 2.61 2.69 2.56 2.47 2.45 2.57 2.39 2.56 2.53 Acidez 3.46 2.97 3.25 3.17 3.09 2.89 2.98 2.89 2.87 2.98 3.01 2.73 2.69 2.52 2.76 2.43 2.49 2.36 2.39 Dulzor Preferencia 3.56 3.45 2.97 2.84 2.96 3.00 2.93 3.00 3.06 2.94 2.77 2.72 2.62 2.72 2.72 2.66 2.68 2.64 2.73 2.53 2.67 2.66 2.50 2.53 2.66 2.56 2.55 2.45 2.49 2.45 2.31 2.33 2.07 2.29 2.29 2.22 1.90 2.15 17.06 16.19 14.92 14.90 14.62 14.17 14.09 13.77 13.70 13.65 13.55 13.21 12.95 12.59 12.52 12.20 12.20 11.59 11.10 Index A AB ABCD ABCD BCDE BCDE BCDE BCDE CDE F CDE F CDE F CDE F CDE F CDE F DE F E F DE F E F F
  264. 264. Perspectivas Calidad Adaptabilidad Rendimiento Sustentabilidad Vigor Tolerancia Producción
  265. 265. Ensayo de Sistemas Agroforestales con Café: más de una década de resultados pioneros en el mundo: algunas conclusiones sobre enfermedades, con énfasis en roya (Hemileia vastatrix Berk et Br.) • • Duración mínima: 20 años Inició: agosto de 2000 Turrialba - Costa Rica Elias de Melo Virginio Filho, Ph.D. eliasdem@catie.ac.cr Participación: • • Programa MIP-Noruega, CATIE Sede, CIRAD, UCR, ICAFE Comité de Productores • En zona baja seca de Nicaragua existe un experimento similar con INTA, UNICAFE, UNA y CATIE. Simposio Roya – UCR – 10 y 11 de julio de 2013. Turrialba
  266. 266. ¿Cuál estrategia de uso de la tierra contribuye a fortalecer integración entre CONSERVACIÓN y PRODUCCIÓN AGRICOLA? Conservación Servicios ambientales AGROFORESTERIA Servicios ambientales + Agricultura Alimentos Alimentos Productos Maderables (Árbol como potenciador de los sistemas de producción) La AGROFORESTERIA viene intermediar entre el conflicto entre producción y conservación. Por un lado se puede producir y por otro proteger el suelo, agua, biodiversidad en el mismo sitio.
  267. 267. Algunas Conclusiones de Estudios sobre Aspectos Positivos de Árboles en Cafetales 1. Mejor calidad de frutos de café (tamaño y sanidad); 2. La genética del café contiene estructuras demandantes de la sombra para expresión de atributos de calidad del fruto; 3. Protección y fertilidad de los suelos; 4. Mejor temperatura y humedad ( - agotamiento); 5. Cafetales más vigorosos; 6. Mayor estabilidad de niveles de producción; 7. Control de plagas y enfermedades particulares (mayor diversidad de animales, microrganismo); 8. Mantenimiento de la biodiversidad de flora y fauna; 9. Diversificación de productos (fincas y mercados); 10. Sumidero de dióxido de carbono (CO2); ¿Qué otros aportes pueden hacer ustedes?
  268. 268. Quantidade de carbono (Toneladas) armazenada por hectárea (ha) e taxa de incremento anual de carbono (t C/ha/ano) para diferentes sistemas de produção na Costa Rica (medias de diferentes estudios). Sistemas de Producción Carbono Carbono almacenado almacena en árboles, do en el cultivo, suelo raíces (t C/ha) (t C/ha) TOTAL DE CARBONO ALMACENADO EN EL SISTEMA (t C/ha) Incremento o fijación anual de carbono (t C/ha/año) Fuente (*Valores promedios de los estudios) Nivel 91 210 Alto 2 15,8 146,25 162,05 Alto 0,3 72,3 85,9 158,24 Alto 3 Cacaotales con sombra 69,75 59,65 139,3 Alto 2 Cafetales con sombra de maderables 15,2 123,4 138,6 Alto 0,6 Pastos con árboles Banano sin sombra 0 49,5 49,5 Bajo Cebolla 0 46,8 46,8 Bajo *Estudios zona atlántica EARTH y tesis Mena Mosquera, 2008,CATIE *Estudios en Alajuela y Turrialba, tesis Avila 2001 y Mena Mosquera, 2008, CATIE. *EARTH y proyecto GAMMACATIE, 2006. *EARTH y proyecto PCC-CATIE, 2011. *Estudios en Alajuela y Turrialba, tesis Avila 2001 y Mena Mosquera, 2008, CATIE. *EARTH y tesis Avila 2001, CATIE. Fournier, 1996 citado por Mena Mosquera, 2008, CATIE. *EARTH, Montenegro y Abarca, 2001. Montenegro y Abarca, 2001. Papa 0 33,7 33,7 Muy bajo Montenegro y Abarca, 2001. Pastos sin árboles 0 27,2 27,2 Muy bajo Montenegro y Abarca, 2001. Caña 0 26,9 26,9 Muy bajo Montenegro y Abarca, 2001. Pastos degradados . 119 Reforestación Sistemas sin asocio con árboles Bosques secundarios maduros Cafetales con sombra de poró (más 10 años) Sistemas asociados con árboles 8,75 78,65 87,4 Medio 1,15 77 Bajo 0 24,57 24,57 Muy bajo *Estudios GAMMA-CATIE, 2006 y 2008. Cafetales sin sombra Fuente: Elias de Melo Virginio Filho, CATIE, elaborado con valores promedios de diferentes estudios 4
  269. 269. Cuadro 8. Estimación del potencial de retención de Carbono en los cafetales de Costa Rica, datos comparativos 2001 y 2007. Componente Retención Carbono ( ton ha-1) Retención Carbono total en cafetales para 2001 (ton) Retención Carbono total en cafetales para 2007 Diferencia Entre 2001 y 2007 (ton) (ton) Cafetos 3,1* 351.497 279.000 - 72.497 Suelo 21,6 2.449.138 1.944.000 - 505.138 Árboles 9,3 Total 34 790.867 ** 3.591.502 627.750*** 2.850.750 - 163.117 - 740.752 Nota:* este corresponde a 4500 plantas/ha (10% falla física para una densidad de siembra de 2mx1m), para 5000 plantas/ha igual a 3,4 ton/ha. ** correspondiente a 85.039 ha de café (área total estimada bajo sombra 2001). ***correspondiente a 67.500 ha de café (área total estimada bajo sombra 2007). Fuente: Elias de Melo V. Filho;Sergio Abarca- Cafetales para servicios ecosistémicos, con énfasis en el potencial de sumideros de carbono - CATIE-COOCAFE-FUNCAFOR - 2008
  270. 270. Respuestas de un cafetal sin fertilización en función de la presencia de sombra de Inga. Finca en Joya de los Sachas – Orellana-Ecuador Cafeto bajo inga Cafetos vecinos sin sombras
  271. 271. Relación Enfermedades/Plagas con Sombra Minador Le gusta mucho sol (bicho minero) Antracnosis Le gusta mucho sol Cercosporioses Le gusta mucho sol (Mancha do olho pardo) Controladores naturales sombra Roya(ferrugem) Le gusta mucha sombra Ojo de gallo Le gusta mucha sombra y mucho viento Broca Le gusta mucha sombra y sol Controladores naturales sombra ¿ Qué hacemos si en los cafetales siempre hay varios tipos de plagas y enfermedades con gustos distintos? Regulación de sombra que permita tener todas en equilibrio o sea en niveles que no creen problemas
  272. 272. VIRGINIO FILHO, E.deM. CATIE COOPELLANOBONITO Costa Rica Rafael Alvarado (1710 msnm)- Coopellanobonito ( 600 familias de pequeños productores con cafetales de 1300 a 1710 msnm, con rendimiento promedio de 8000 kg cereza/ha con una cobertura promedio de sombra del 42% con 11 especies prom/cafetal ) ENTRE 120 MUESTRAS DEL MUNDO EN LA FERIA SCAA (USA) EN 2005 QUEDO COMO EL 3 MEJOR CAFÉ EN CALIDAD DE TAZA
  273. 273. Recuperación de Paisajes con SAF´s en Café - Coopepilangosta (Hojancha) Años 80¨s- Finca Javier Espinoza - 2005
  274. 274. SAF “Rota do Café Especial na Fazenda Sertão em Carmo de Minas – Minas Gerais – Brasil” Altitude 1000 a 1500msnm Postado no facebook por http://www.uniquecafes.com.br
  275. 275. ¿Podemos tener limitantes con asocio de árboles con café? ¿ Si NO HACEMOS BIEN el asocio que limitantes podrían darse? 1. Si tengo muchos árboles, principalmente de los que compiten por nutrientes, la producción de café puede disminuir; 2. Exceso de sombra favorece Roya, Ojo de Gallo y Mal de Hilachas;
  276. 276. Limitantes encontradas en el asocio de árboles en café a)Desconocimiento sobre el potencial de especies, sistemas de asocio y manejo agroforestal: hay conocimiento tradicional y conocimiento técnico suficiente para formular y promover manejos óptimos, pero pocos procesos de articulación entre los dos conocimientos bajo enfoque integrado. Es necesarios fortalecer la capacidad de observación y razonamiento agroecológico de los agroecosistemas por parte de productores y técnicos, de manera que se pueda diseñar y/o rediseñar arreglos promisorios.
  277. 277. Limitantes encontradas en el asocio de árboles en café b)Limitantes del diseño y estructura de los SAF´s: b.1.Composición de los sistemas- Sistemas con composición simples, en general con una o dos especies, con posibilidades limitadas. Por ejemplo predominio de maderables y/o frutales que pueden limitar el potencial de aporte disponibilidad de nutrientes, principalmente si la especie utilizada no es adecuada. b.2.Distribución espacial de los árboles- La uniformidad en la distribución de la sombra es muy importante tanto para un mayor aprovechamiento de los productos como de los servicios que brindan los árboles dentro del cafetal. b.3.Exceso o falta de sombra- los extremos pueden comprometer el equilibrio de funciones. b.4.Regulación inadecuada de podas- Exceso o falta de podas reguladas por grupos de especies (maderables, frutales o de servicios)
  278. 278. b)Limitantes del diseño y estructura de los SAF´s: b.5. Sobreposición de sombras- Se refiere a la ubicación de uno o más individuos bajo otro o otros árboles. Cuadro 5. Tabla de limites máximos de sobreposición de sombra en cafetales Tamaño de los cafetales (ha) Limite máximo sugerido de sobreposición (%) 1 2 1% 3 0,7% 4 0,5% 5 0,4% 6 Fuente:Virginio Filho, EdM. 2005 2% 0,3%
  279. 279. Justificación Ensayo de Largo Plazo Alto uso de agroquímicos perdiendo su viabilidad ambiental (cambios climático, servicios ambientales) y socioeconómica. Mercados exigiendo cambios en la tecnología de producción de café. Faltan conocimientos ecológicos para sostener una producción económicamente viable. Faltan conocimientos para maximizar producción ambientalmente sostenible.
  280. 280. Propósito de la investigación Estudiar procesos ecológicos que promueven la sostenibilidad y mejor productividad de café, bajo diferentes condiciones ambientales, en asocio con árboles y bajo convencionales. manejos orgánicos y
  281. 281. Caracterización del sitio • Área total: 9,2 ha • Coordenadas geográficas: Altitud: 600 msnm 9°53’44” latitud norte, 83°40’7” longitud oeste • Meteorología (promedios 2000–2011): – – – – • Precipitación: 3.037 mm/año Temperatura: 22°C Humedad relativa: 89,6% Radiación solar 15,7 Mj/m² Suelos: (Histórico de degradación) – – – – – Aluviales mixtos (Utisoles e Inceptsoles) Camada más fértil: 10 a 30 cm de profundidad Textura de franco a franco-arcilloso Limitaciones de drenaje iniciales Usos anteriores: pastos y caña
  282. 282. Diseño Experimental 1 2 Tipos (Erythrina p.) (Terminalia a). SOM BRAS Poró Tipos de manejos e insumos Amarillón AC (HC) 3 4 5 Amarillón Amarillón + + Cashá Poró AC Cashá 6 7 Cashá + Poró Pleno Sol AC (Chloroleucon e.) AC MC Alto Convencional MC (LC) MC MC MC MC MC MO MO MO MO MO Medio Convencional MO (HO) Orgánico Intensivo BO (LO) BO BO Orgánico Bajo Tres repeticiones de los 20 sistemas (combinación de sombras y manejos).
  283. 283. Evolución de densidad de árboles por hectárea SAF Cantidad promedio de árboles/ha/año/especie/sistema Árbol 2000 2008 2011 Poró Poró (Erythrina poepiggiana) 581 360 285 Amarillón Amarillón (Terminalia amazonia) 619 317 167 Cashá Cashá (Chloroleucon e.) 617 381 154 Amarillón + Cashá Amarillón 289 166 77 Cashá 289 170 77 578 336 154 Amarillón 289 158 81 Poró 289 147 143 578 305 224 Cashá 289 183 100 Poró 289 181 134 578 364 234 Subtotal Amarillón + Poró Subtotal Cashá + Poró Subtotal Cobertura de sombra: cuando el % de sombra es superior a 54%, la productividad del café baja significativamente. (Merlo, 2007).
  284. 284. TIPOS DE MANEJO PROGRAMA ANUAL AC FERTILIZACIÓN FOLIAR CONTROL DE MALEZAS CONTROL ENFERMEDADES REGULACIÓN DE SOMBRA 2 / COMPLETA (1000 KG/HA) 3/ (M ULTI M Y BORO Y ZI NC) 6/ CON HERBI CI DAS 2/(ATEM I Y COBRE) 2/ DRÁSTI CA PORÓ 1 MINERALES 5 HERBICIDAS EN CARRIL 1 FUNGICIDA 2/ REGULACIONES 1FN (310 KG/HA) M A N E J O FERTILIZACIÓN AL SUELO MC 2/ COMPLETA (500 KG/HA) 1/ F N (180 KG/HA) MO 2/ GALLINAZA (10 TON/HA) 4 CHAPEAS EN CALLE 3/ BIOFERMENTO CON MINERALES 4/ CHAPEAS SELECTIVAS SEGÚN INCIDENCIA 2/ REGULACIONES NO 4/ CHAPEAS SELECTIVAS NO 2/ REGULACIONES 1/ KMAG (100 KG/HA) BO 2/ BROZA DE CAFE (5 TON/HA)
  285. 285. Variedades de Café • Caturra (En todos los tratamientos) • Costa Rica 95 • 6 Híbridos F1 CATIE - CIRAD/PROMECAFE (En sub-parcelas específicas)

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