SlideShare una empresa de Scribd logo
1 de 15
TEORIA DO CAOS
"O bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque."
VANIA LIMA
É uma das leis mais importantes do Universo,
presente na essência de quase tudo o que nos
cerca.
A ideia central da teoria do caos é que uma
pequenina mudança no início de um evento
qualquer pode trazer consequências enormes
e absolutamente desconhecidas no futuro.
Por isso, tais eventos seriam praticamente
imprevisíveis - caóticos, portanto.
Galileu Galilei introduziu algumas das bases
da metodologia científica presas à simplicidade da
obtenção de resultados.
Segundo aquela metodologia, a ciência continuou
gradualmente a sua expansão em direção à determinação
das realidades físicas.
Com Isaac Newton, surgiram as leis que regem
a Mecânica determinista Clássica e a determinação de
que a posição espacial de
duas massas gravitacionais poderia ser prevista. Havendo
portanto uma explicação plausível da órbita terrestre em
relação ao Sol.
Portanto, o comportamento de três corpos gravitacionais
poderia ser perfeitamente previsível, apesar do trabalho
aumentado em função de mais dados inseridos para a
execução dos cálculos necessários à determinação de
posição.
Porém, ao se acrescentarem mais corpos massivos para
as determinações de posições, começaram a ocorrer
certos desvios imprevisíveis. Newton traduziu estes
desvios ou efeitos através de equações diferenciais que
mostravam que o sistema em sua evolução tendia para a
formação de um sistema de equações diferenciais não-
lineares.
Ao se encontrar no estudo do sistema gravitacional
equações diferenciais não lineares, estas se tornavam
impossíveis de ser resolvidas.
Laplace afirmou que “...(sic)
uma inteligência conhecendo todas as variáveis
universais em determinado momento, poderia compor
numa só fórmula matemática a unificação de todos os
movimentos do Universo".
Consequentemente deixariam de existir para esta
inteligência o passado e o futuro, pois aos seus olhos
todos os eventos seriam resultantes do momento
presente.”
Perseguindo a harmonia da física de então, na busca de
uma resposta para a unificação da natureza, Laplace
formulou e desenvolveu os princípios da teoria das
probabilidades, trabalhou nas equações diferenciais,
criou a transformada de Laplace além de estudar
a equação de Laplace.
Até a década de 1980, os físicos
defendiam a tese de que o universo era
governado por leis precisas e estáticas,
portanto os eventos nele ocorridos
poderiam ser previstos. Porém a teoria
do caos mostrou que certos eventos
universais podem ter ocorrido de modo
aleatório.
Quando se estudam
os mecanismos que procuram
descrever a teoria do caos, os
pesquisadores se deparam com o
imprevisível em todos os momentos e
em todas as partes do desenvolvimento
teórico.
Bons exemplos de sistemas caóticos são
o crescimento de lavouras e a formação
de tempestades, onde qualquer
pequena alteração, direção, velocidade
de ventos por exemplo, pode provocar
grandes mudanças num espaço de
tempo maior.
Parece assustador, mas é só dar uma
olhada nos fenômenos mais casuais
da vida para notar que essa ideia faz
sentido.
Imagine que, no passado, você tenha
perdido o vestibular na faculdade de
seus sonhos porque um prego furou
o pneu do ônibus.
Desconsolado, você entra em outra
universidade. Então, as pessoas com
quem você vai conviver serão outras,
seus amigos vão mudar, os amores
serão diferentes, seus filhos e netos
podem ser outros...
No final, sua vida se alterou por
completo, e tudo por causa do tal
prego no início dessa sequencia
de eventos!
Esse tipo de imprevisibilidade
nunca foi segredo, mas a coisa
ganhou ares de estudo científico
sério no início da década de
1960, quando o meteorologista
americano Edward Lorenz
descobriu que fenômenos
aparentemente simples têm um
comportamento tão caótico
quanto a vida.
Ele chegou a essa conclusão ao testar
um programa de computador que
simulava o movimento de massas de
ar.
Um dia, Lorenz teclou um dos números
que alimentava os cálculos da máquina
com algumas casas decimais a menos,
esperando que o resultado mudasse
pouco. Mas a alteração insignificante,
equivalente ao prego do nosso
exemplo, transformou completamente
o padrão das massas de ar. Para
Lorenz, era como se "o bater das asas
de uma borboleta no Brasil causasse,
tempos depois, um tornado no Texas".
Com base nessas observações, ele
formulou equações que mostravam o
tal "efeito borboleta".
Estava fundada a teoria do caos.
Com o tempo, cientistas concluíram que a
mesma imprevisibilidade aparecia em quase
tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às
cotações da Bolsa de Valores.
Na década de 70, o matemático polonês
Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à
teoria ao notar que as equações de Lorenz
batiam com as que ele próprio havia feito
quando desenvolveu os fractais, figuras
geradas a partir de fórmulas que retratam
matematicamente a geometria da natureza,
como o relevo do solo ou as ramificações de
nossas veias e artérias.
A junção do experimento de Lorenz com a
matemática de Mandelbrot indica que o
caos parece estar na essência de tudo,
moldando o Universo.
"Lorenz e eu buscávamos a mesma
verdade, escondida no meio de uma grande
montanha.
A diferença é que escavamos a partir de
lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje
na Universidade de Yale, nos Estados
Unidos.
E pesquisas recentes mostraram algo ainda
mais surpreendente: equações idênticas
aparecem em fenômenos caóticos que não
têm nada a ver uns com os outros.
"As equações de Lorenz para o
caos das massas de ar surgem
também em experimentos com
raio laser, e as mesmas fórmulas
que regem certas soluções
químicas se repetem quando
estudamos o ritmo desordenado
das gotas de uma torneira",
afirma o matemático Steven
Strogatz, da Universidade Cornell,
nos Estados Unidos. Isso significa
que pode haver uma estranha
ordem por trás de toda a
imprevisibilidade. Só a
continuação das "escavações"
pode resolver o mistério.
Esse comportamento da curva do preço
do algodão foi descoberto no princípio
dos anos 60 pelo eclético erudito
Benoit Mandelbrot.
Imprevistos decisivos
A idéia central da tese é que pequenas alterações numa
situação trazem efeitos incalculáveis.
1. A essência da teoria do caos é que uma mudança muito
pequena nas condições iniciais de uma situação leva a efeitos
imprevisíveis. É o que acontece nesse exemplo hipotético, em
que uma menina brinca despreocupadamente com sua bola.
Parece uma situação sem grandes consequências, mas...
2. ... uma borboleta surpreende a garotinha! Pronto: apareceu
a tal "pequena alteração nas condições iniciais". Com o susto,
ela deixa a bola cair.
3. A bola vai rolando em direção à estrada e a menina corre
atrás para recuperá-la. Enquanto isso, um caminhão
carregado de sal está passando por ali.
4. Para não atropelar a menina, o motorista
vira o volante subitamente. Mas o caminhão
não agüenta a manobra e tomba. O veículo
começa a pegar fogo.
5. Todo o suprimento de sal começa a torrar.
A fumaça do incêndio está carregada de
minúsculas partículas de cloreto de sódio,
que sobem para as nuvens.
6. Nas nuvens, as partículas de cloreto de
sódio atraem pequenas gotinhas de vapor
d’água e começam a formar gotas de chuva,
que crescem até terem peso suficiente para
cair.
7. Com as nuvens pesadas, começa a chover
depois de algum tempo. Ou seja, a
brincadeira inocente da menina, no fim,
produziu uma alteração imprevisível nas
condições climáticas!
Geometria reveladora
Gráficos indicam quando um evento é caótico
Cientistas traduzem o movimento de um objeto ou
de um sistema dinâmico como a atmosfera em
gráficos abstratos, chamados de atratores.
Dependendo do desenho que surge, dá para saber
se um determinado acontecimento é previsível ou
não.
Ponto imóvel
O gráfico abstrato de algo estático, como uma
bolinha de gude parada, é um simples ponto.
Basta pensar um pouco: se não houver uma força
externa, como alguém que resolva empurrá-la, a
bolinha sempre vai estar ali e o ponto isolado
indica essa ausência de movimento.
Movimento previsível
No caso de um pêndulo, que se move
harmonicamente, o gráfico do movimento tem
formato espiral. Isso indica que ele se movimentará
por um certo tempo até parar. Dependendo da
força inicial, dá para saber exatamente quando e
onde isso vai acontecer.Caos total.
Túnel Fractal
"Somos Físicos" Teoria do Caos

Más contenido relacionado

La actualidad más candente

Conhecimento Científico - Popper
Conhecimento Científico - PopperConhecimento Científico - Popper
Conhecimento Científico - PopperJorge Barbosa
 
Capacidades motoras: condicionais e coordenativas
Capacidades motoras: condicionais e coordenativasCapacidades motoras: condicionais e coordenativas
Capacidades motoras: condicionais e coordenativasJoanaMartins7
 
Crescimento Da PopulaçãO Humana E Sustentabilidade
Crescimento Da PopulaçãO Humana E SustentabilidadeCrescimento Da PopulaçãO Humana E Sustentabilidade
Crescimento Da PopulaçãO Humana E SustentabilidadeNuno Correia
 
Biologia 11 ciclo celular
Biologia 11   ciclo celularBiologia 11   ciclo celular
Biologia 11 ciclo celularNuno Correia
 
Objectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científicaObjectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científicaAMLDRP
 
Ficha de exercícios 10º e 11º ano
Ficha de exercícios 10º e 11º anoFicha de exercícios 10º e 11º ano
Ficha de exercícios 10º e 11º anoFisica-Quimica
 
Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio
Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio
Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio InesTeixeiraDuarte
 
Funcionamento global do cérebro humano
Funcionamento global do cérebro humanoFuncionamento global do cérebro humano
Funcionamento global do cérebro humanoOlena Kolodiy
 
Triângulo de Pascal: Exercícios resolvidos
Triângulo de Pascal: Exercícios resolvidosTriângulo de Pascal: Exercícios resolvidos
Triângulo de Pascal: Exercícios resolvidosnumerosnamente
 

La actualidad más candente (20)

O Cérebro
O CérebroO Cérebro
O Cérebro
 
Percepção
PercepçãoPercepção
Percepção
 
As leis da perceção
As leis da perceçãoAs leis da perceção
As leis da perceção
 
Conhecimento Científico - Popper
Conhecimento Científico - PopperConhecimento Científico - Popper
Conhecimento Científico - Popper
 
A memória
A memóriaA memória
A memória
 
António Damásio
António DamásioAntónio Damásio
António Damásio
 
Capacidades motoras: condicionais e coordenativas
Capacidades motoras: condicionais e coordenativasCapacidades motoras: condicionais e coordenativas
Capacidades motoras: condicionais e coordenativas
 
Crescimento Da PopulaçãO Humana E Sustentabilidade
Crescimento Da PopulaçãO Humana E SustentabilidadeCrescimento Da PopulaçãO Humana E Sustentabilidade
Crescimento Da PopulaçãO Humana E Sustentabilidade
 
Biologia 11 ciclo celular
Biologia 11   ciclo celularBiologia 11   ciclo celular
Biologia 11 ciclo celular
 
1ª lei de newton
1ª lei de newton1ª lei de newton
1ª lei de newton
 
Objectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científicaObjectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científica
 
A motivação
A motivaçãoA motivação
A motivação
 
Ficha de exercícios 10º e 11º ano
Ficha de exercícios 10º e 11º anoFicha de exercícios 10º e 11º ano
Ficha de exercícios 10º e 11º ano
 
Nietzsche
NietzscheNietzsche
Nietzsche
 
Psicologia-Genética
Psicologia-GenéticaPsicologia-Genética
Psicologia-Genética
 
Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio
Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio
Filosofia 10º Ano - O Problema do Livre-Arbítrio
 
Kepler
KeplerKepler
Kepler
 
Funcionamento global do cérebro humano
Funcionamento global do cérebro humanoFuncionamento global do cérebro humano
Funcionamento global do cérebro humano
 
Triângulo de Pascal: Exercícios resolvidos
Triângulo de Pascal: Exercícios resolvidosTriângulo de Pascal: Exercícios resolvidos
Triângulo de Pascal: Exercícios resolvidos
 
AS EMOÇÕES
AS EMOÇÕESAS EMOÇÕES
AS EMOÇÕES
 

Destacado

Efeito borboleta
Efeito borboletaEfeito borboleta
Efeito borboletaEducadora
 
Teoria do caos (2)
Teoria do caos (2)Teoria do caos (2)
Teoria do caos (2)geolife
 
Teoría del caos y el efecto mariposa
Teoría del caos y el efecto mariposaTeoría del caos y el efecto mariposa
Teoría del caos y el efecto mariposaArcangel077
 
O caos ou a complexidade em sistemas econômicos
O caos ou a complexidade em sistemas econômicosO caos ou a complexidade em sistemas econômicos
O caos ou a complexidade em sistemas econômicosFernando Alcoforado
 
DxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte Python
DxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte PythonDxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte Python
DxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte PythonRodrigo Freese Gonzatto
 
EFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurança
EFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurançaEFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurança
EFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurançaTEEC Palestras
 
Teorias da Complexidade
Teorias da ComplexidadeTeorias da Complexidade
Teorias da ComplexidadeLucila Pesce
 
Teoria do Caos e Arte Fractal
Teoria do Caos e Arte FractalTeoria do Caos e Arte Fractal
Teoria do Caos e Arte FractalDiego Naves
 
Teoria del caos y de la complejidad
Teoria del caos y de la complejidadTeoria del caos y de la complejidad
Teoria del caos y de la complejidadXXNACHOXXD
 

Destacado (16)

Teoria do caos
Teoria do caosTeoria do caos
Teoria do caos
 
Efeito borboleta
Efeito borboletaEfeito borboleta
Efeito borboleta
 
Teoria do caos (2)
Teoria do caos (2)Teoria do caos (2)
Teoria do caos (2)
 
Teoría del caos y el efecto mariposa
Teoría del caos y el efecto mariposaTeoría del caos y el efecto mariposa
Teoría del caos y el efecto mariposa
 
O caos ou a complexidade em sistemas econômicos
O caos ou a complexidade em sistemas econômicosO caos ou a complexidade em sistemas econômicos
O caos ou a complexidade em sistemas econômicos
 
O efeito borboleta ágil: Do caos ao hackathon
O efeito borboleta ágil: Do caos ao hackathonO efeito borboleta ágil: Do caos ao hackathon
O efeito borboleta ágil: Do caos ao hackathon
 
DxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte Python
DxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte PythonDxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte Python
DxI no Cinema: Matrix, 1984, A Ilha, A Vila, Efeito Borboleta e Monte Python
 
EFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurança
EFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurançaEFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurança
EFEITO BORBOLETA não existe acaso quando o assunto é segurança
 
Teoria Da Complexidade R1
Teoria Da Complexidade R1Teoria Da Complexidade R1
Teoria Da Complexidade R1
 
Teorias da Complexidade
Teorias da ComplexidadeTeorias da Complexidade
Teorias da Complexidade
 
Sistemas, caos e complexidade
Sistemas, caos e complexidadeSistemas, caos e complexidade
Sistemas, caos e complexidade
 
Teoria do Caos
Teoria do CaosTeoria do Caos
Teoria do Caos
 
Teoria do Caos e Arte Fractal
Teoria do Caos e Arte FractalTeoria do Caos e Arte Fractal
Teoria do Caos e Arte Fractal
 
Teoria del caos y de la complejidad
Teoria del caos y de la complejidadTeoria del caos y de la complejidad
Teoria del caos y de la complejidad
 
Teorias do conhecimento
Teorias do conhecimentoTeorias do conhecimento
Teorias do conhecimento
 
Teoria Del Caos
Teoria Del CaosTeoria Del Caos
Teoria Del Caos
 

Similar a "Somos Físicos" Teoria do Caos

Ap_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdf
Ap_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdfAp_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdf
Ap_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdfJOÃO PEREIRA
 
A ciência e o desenvolvimento da teoria do caos
A ciência e o desenvolvimento da teoria do caosA ciência e o desenvolvimento da teoria do caos
A ciência e o desenvolvimento da teoria do caosFernando Alcoforado
 
Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)
Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)
Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)Argos Arruda Pinto
 
é A idéia mais brilhante de todos os tempos
é A idéia mais brilhante de todos os temposé A idéia mais brilhante de todos os tempos
é A idéia mais brilhante de todos os tempossistemaensinotesla
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividadedjquimica
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade123djenani
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade123djenani
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade123djenani
 
RICHARD FEYNMAN - Física em Seis Lições
RICHARD FEYNMAN - Física em Seis LiçõesRICHARD FEYNMAN - Física em Seis Lições
RICHARD FEYNMAN - Física em Seis LiçõesCarlos Burke
 
Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0
Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0
Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0HorizonFCUL
 
Pode se confiar-nos_cientistas
Pode se confiar-nos_cientistasPode se confiar-nos_cientistas
Pode se confiar-nos_cientistaslucasuperior
 
Hawking, Stephen o-projeto-monumental
Hawking, Stephen o-projeto-monumentalHawking, Stephen o-projeto-monumental
Hawking, Stephen o-projeto-monumentalCláudio Ferreira
 
SALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças Fundamentais
SALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças FundamentaisSALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças Fundamentais
SALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças FundamentaisCarlos Burke
 
50 ideias de fisica quantica
50 ideias de fisica quantica  50 ideias de fisica quantica
50 ideias de fisica quantica Carol Fontoura
 
Big bang
Big bangBig bang
Big bang' Paan
 
Referenciais pag 1
Referenciais pag 1Referenciais pag 1
Referenciais pag 1EuclidesPiR2
 
Lei da gravitação de Newton.ppt
Lei da gravitação de Newton.pptLei da gravitação de Newton.ppt
Lei da gravitação de Newton.pptRodolfoFUT9
 

Similar a "Somos Físicos" Teoria do Caos (20)

Ap_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdf
Ap_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdfAp_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdf
Ap_ Matemática_ A ordem do caos_uma visão do futuro.pdf
 
A ciência e o desenvolvimento da teoria do caos
A ciência e o desenvolvimento da teoria do caosA ciência e o desenvolvimento da teoria do caos
A ciência e o desenvolvimento da teoria do caos
 
Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)
Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)
Breve história da teoria da relatividade especial (ou restrita)
 
é A idéia mais brilhante de todos os tempos
é A idéia mais brilhante de todos os temposé A idéia mais brilhante de todos os tempos
é A idéia mais brilhante de todos os tempos
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade
 
Teoria da relatividade
Teoria da relatividadeTeoria da relatividade
Teoria da relatividade
 
RICHARD FEYNMAN - Física em Seis Lições
RICHARD FEYNMAN - Física em Seis LiçõesRICHARD FEYNMAN - Física em Seis Lições
RICHARD FEYNMAN - Física em Seis Lições
 
Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0
Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0
Einstein e o mercado financeiro - Horizon FCUL 0
 
Matéria Negra
Matéria NegraMatéria Negra
Matéria Negra
 
Pode se confiar-nos_cientistas
Pode se confiar-nos_cientistasPode se confiar-nos_cientistas
Pode se confiar-nos_cientistas
 
Hawking, Stephen o-projeto-monumental
Hawking, Stephen o-projeto-monumentalHawking, Stephen o-projeto-monumental
Hawking, Stephen o-projeto-monumental
 
SALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças Fundamentais
SALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças FundamentaisSALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças Fundamentais
SALAM, HEISENBERG, DIRAC - A Unificação das Forças Fundamentais
 
Lhc relatividade
Lhc relatividadeLhc relatividade
Lhc relatividade
 
Lhc relatividade
Lhc relatividadeLhc relatividade
Lhc relatividade
 
50 ideias de fisica quantica
50 ideias de fisica quantica  50 ideias de fisica quantica
50 ideias de fisica quantica
 
Big bang
Big bangBig bang
Big bang
 
Referenciais pag 1
Referenciais pag 1Referenciais pag 1
Referenciais pag 1
 
Lei da gravitação de Newton.ppt
Lei da gravitação de Newton.pptLei da gravitação de Newton.ppt
Lei da gravitação de Newton.ppt
 

Más de Vania Lima "Somos Físicos"

"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias
"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias
"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e SubstânciasVania Lima "Somos Físicos"
 
"Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica
"Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica   "Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica
"Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica Vania Lima "Somos Físicos"
 

Más de Vania Lima "Somos Físicos" (20)

Física - Calorimetria
Física - CalorimetriaFísica - Calorimetria
Física - Calorimetria
 
Física - Calorimetria
Física - CalorimetriaFísica - Calorimetria
Física - Calorimetria
 
Física - Calorimetria
Física - CalorimetriaFísica - Calorimetria
Física - Calorimetria
 
Física - Calorimetria
Física - CalorimetriaFísica - Calorimetria
Física - Calorimetria
 
Física - Energia Térmica
Física - Energia Térmica   Física - Energia Térmica
Física - Energia Térmica
 
Física - Calorimetria
Física - CalorimetriaFísica - Calorimetria
Física - Calorimetria
 
Física - Calorimetria
Física - CalorimetriaFísica - Calorimetria
Física - Calorimetria
 
Fisica - Modelos Atômicos
Fisica - Modelos AtômicosFisica - Modelos Atômicos
Fisica - Modelos Atômicos
 
Física - Energia Calorífica
Física - Energia CaloríficaFísica - Energia Calorífica
Física - Energia Calorífica
 
Física - Modelos Atômicos
Física - Modelos AtômicosFísica - Modelos Atômicos
Física - Modelos Atômicos
 
Física - Modelos Atômicos
Física - Modelos Atômicos Física - Modelos Atômicos
Física - Modelos Atômicos
 
Física - Modelos Atômicos
Física - Modelos AtômicosFísica - Modelos Atômicos
Física - Modelos Atômicos
 
Fisica - Modelos Atômicos
Fisica - Modelos AtômicosFisica - Modelos Atômicos
Fisica - Modelos Atômicos
 
"Somos Físicos" A Água
"Somos Físicos" A Água"Somos Físicos" A Água
"Somos Físicos" A Água
 
"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias
"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias
"Somos Físicos" Átomos, Moléculas e Substâncias
 
"Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica
"Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica   "Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica
"Somos Físicos" Ciclo do Nitrogênio e Produção da Soda Cáustica
 
"Somos Físicos" O Petróleo na Economia
"Somos Físicos" O Petróleo na Economia"Somos Físicos" O Petróleo na Economia
"Somos Físicos" O Petróleo na Economia
 
"Somos Físicos" Conservação das Massas
"Somos Físicos" Conservação das Massas"Somos Físicos" Conservação das Massas
"Somos Físicos" Conservação das Massas
 
"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria
 
"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria
 

Último

Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...
Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...
Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...marcelafinkler
 
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptxPlano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptxPaulaYaraDaasPedro
 
migração e trabalho 2º ano.pptx fenomenos
migração e trabalho 2º ano.pptx fenomenosmigração e trabalho 2º ano.pptx fenomenos
migração e trabalho 2º ano.pptx fenomenosLucianoPrado15
 
Estudar, para quê? Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2
Estudar, para quê?  Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2Estudar, para quê?  Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2
Estudar, para quê? Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2Maria Teresa Thomaz
 
Educação Financeira - Cartão de crédito665933.pptx
Educação Financeira - Cartão de crédito665933.pptxEducação Financeira - Cartão de crédito665933.pptx
Educação Financeira - Cartão de crédito665933.pptxMarcosLemes28
 
GÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptx
GÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptxGÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptx
GÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptxMARIADEFATIMASILVADE
 
O que é arte. Definição de arte. História da arte.
O que é arte. Definição de arte. História da arte.O que é arte. Definição de arte. História da arte.
O que é arte. Definição de arte. História da arte.denisecompasso2
 
Projeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdf
Projeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdfProjeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdf
Projeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdfHELENO FAVACHO
 
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptxOs editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptxTailsonSantos1
 
Camadas da terra -Litosfera conteúdo 6º ano
Camadas da terra -Litosfera  conteúdo 6º anoCamadas da terra -Litosfera  conteúdo 6º ano
Camadas da terra -Litosfera conteúdo 6º anoRachel Facundo
 
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*Viviane Moreiras
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdfPROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdfHELENO FAVACHO
 
Produção de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptx
Produção de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptxProdução de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptx
Produção de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptxLeonardoGabriel65
 
Texto dramático com Estrutura e exemplos.ppt
Texto dramático com Estrutura e exemplos.pptTexto dramático com Estrutura e exemplos.ppt
Texto dramático com Estrutura e exemplos.pptjricardo76
 
8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito
8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito
8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeitotatianehilda
 
Teoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptx
Teoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptxTeoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptx
Teoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptxTailsonSantos1
 
Slides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptx
Slides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptxSlides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptx
Slides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretaçãoLENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretaçãoLidianePaulaValezi
 
A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...
A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...
A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...DirceuNascimento5
 
PROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdfPROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdfHELENO FAVACHO
 

Último (20)

Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...
Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...
Introdução às Funções 9º ano: Diagrama de flexas, Valor numérico de uma funçã...
 
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptxPlano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
 
migração e trabalho 2º ano.pptx fenomenos
migração e trabalho 2º ano.pptx fenomenosmigração e trabalho 2º ano.pptx fenomenos
migração e trabalho 2º ano.pptx fenomenos
 
Estudar, para quê? Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2
Estudar, para quê?  Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2Estudar, para quê?  Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2
Estudar, para quê? Ciência, para quê? Parte 1 e Parte 2
 
Educação Financeira - Cartão de crédito665933.pptx
Educação Financeira - Cartão de crédito665933.pptxEducação Financeira - Cartão de crédito665933.pptx
Educação Financeira - Cartão de crédito665933.pptx
 
GÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptx
GÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptxGÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptx
GÊNERO CARTAZ - o que é, para que serve.pptx
 
O que é arte. Definição de arte. História da arte.
O que é arte. Definição de arte. História da arte.O que é arte. Definição de arte. História da arte.
O que é arte. Definição de arte. História da arte.
 
Projeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdf
Projeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdfProjeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdf
Projeto_de_Extensão_Agronomia_adquira_ja_(91)_98764-0830.pdf
 
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptxOs editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
 
Camadas da terra -Litosfera conteúdo 6º ano
Camadas da terra -Litosfera  conteúdo 6º anoCamadas da terra -Litosfera  conteúdo 6º ano
Camadas da terra -Litosfera conteúdo 6º ano
 
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdfPROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO I - SERVIÇOS JURÍDICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS.pdf
 
Produção de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptx
Produção de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptxProdução de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptx
Produção de Texto - 5º ano - CRÔNICA.pptx
 
Texto dramático com Estrutura e exemplos.ppt
Texto dramático com Estrutura e exemplos.pptTexto dramático com Estrutura e exemplos.ppt
Texto dramático com Estrutura e exemplos.ppt
 
8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito
8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito
8 Aula de predicado verbal e nominal - Predicativo do sujeito
 
Teoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptx
Teoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptxTeoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptx
Teoria heterotrófica e autotrófica dos primeiros seres vivos..pptx
 
Slides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptx
Slides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptxSlides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptx
Slides Lição 6, CPAD, As Nossas Armas Espirituais, 2Tr24.pptx
 
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretaçãoLENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
 
A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...
A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...
A Revolução Francesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade são os direitos que...
 
PROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdfPROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdf
PROJETO DE EXTENSÃO - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO.pdf
 

"Somos Físicos" Teoria do Caos

  • 1. TEORIA DO CAOS "O bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque." VANIA LIMA
  • 2. É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A ideia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto.
  • 3. Galileu Galilei introduziu algumas das bases da metodologia científica presas à simplicidade da obtenção de resultados. Segundo aquela metodologia, a ciência continuou gradualmente a sua expansão em direção à determinação das realidades físicas. Com Isaac Newton, surgiram as leis que regem a Mecânica determinista Clássica e a determinação de que a posição espacial de duas massas gravitacionais poderia ser prevista. Havendo portanto uma explicação plausível da órbita terrestre em relação ao Sol. Portanto, o comportamento de três corpos gravitacionais poderia ser perfeitamente previsível, apesar do trabalho aumentado em função de mais dados inseridos para a execução dos cálculos necessários à determinação de posição. Porém, ao se acrescentarem mais corpos massivos para as determinações de posições, começaram a ocorrer certos desvios imprevisíveis. Newton traduziu estes desvios ou efeitos através de equações diferenciais que mostravam que o sistema em sua evolução tendia para a formação de um sistema de equações diferenciais não- lineares.
  • 4. Ao se encontrar no estudo do sistema gravitacional equações diferenciais não lineares, estas se tornavam impossíveis de ser resolvidas. Laplace afirmou que “...(sic) uma inteligência conhecendo todas as variáveis universais em determinado momento, poderia compor numa só fórmula matemática a unificação de todos os movimentos do Universo". Consequentemente deixariam de existir para esta inteligência o passado e o futuro, pois aos seus olhos todos os eventos seriam resultantes do momento presente.” Perseguindo a harmonia da física de então, na busca de uma resposta para a unificação da natureza, Laplace formulou e desenvolveu os princípios da teoria das probabilidades, trabalhou nas equações diferenciais, criou a transformada de Laplace além de estudar a equação de Laplace.
  • 5. Até a década de 1980, os físicos defendiam a tese de que o universo era governado por leis precisas e estáticas, portanto os eventos nele ocorridos poderiam ser previstos. Porém a teoria do caos mostrou que certos eventos universais podem ter ocorrido de modo aleatório. Quando se estudam os mecanismos que procuram descrever a teoria do caos, os pesquisadores se deparam com o imprevisível em todos os momentos e em todas as partes do desenvolvimento teórico. Bons exemplos de sistemas caóticos são o crescimento de lavouras e a formação de tempestades, onde qualquer pequena alteração, direção, velocidade de ventos por exemplo, pode provocar grandes mudanças num espaço de tempo maior.
  • 6. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa ideia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros...
  • 7. No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa sequencia de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida.
  • 8. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta".
  • 9. Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias.
  • 10. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha. A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros.
  • 11. "As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das "escavações" pode resolver o mistério. Esse comportamento da curva do preço do algodão foi descoberto no princípio dos anos 60 pelo eclético erudito Benoit Mandelbrot.
  • 12. Imprevistos decisivos A idéia central da tese é que pequenas alterações numa situação trazem efeitos incalculáveis. 1. A essência da teoria do caos é que uma mudança muito pequena nas condições iniciais de uma situação leva a efeitos imprevisíveis. É o que acontece nesse exemplo hipotético, em que uma menina brinca despreocupadamente com sua bola. Parece uma situação sem grandes consequências, mas... 2. ... uma borboleta surpreende a garotinha! Pronto: apareceu a tal "pequena alteração nas condições iniciais". Com o susto, ela deixa a bola cair. 3. A bola vai rolando em direção à estrada e a menina corre atrás para recuperá-la. Enquanto isso, um caminhão carregado de sal está passando por ali.
  • 13. 4. Para não atropelar a menina, o motorista vira o volante subitamente. Mas o caminhão não agüenta a manobra e tomba. O veículo começa a pegar fogo. 5. Todo o suprimento de sal começa a torrar. A fumaça do incêndio está carregada de minúsculas partículas de cloreto de sódio, que sobem para as nuvens. 6. Nas nuvens, as partículas de cloreto de sódio atraem pequenas gotinhas de vapor d’água e começam a formar gotas de chuva, que crescem até terem peso suficiente para cair. 7. Com as nuvens pesadas, começa a chover depois de algum tempo. Ou seja, a brincadeira inocente da menina, no fim, produziu uma alteração imprevisível nas condições climáticas!
  • 14. Geometria reveladora Gráficos indicam quando um evento é caótico Cientistas traduzem o movimento de um objeto ou de um sistema dinâmico como a atmosfera em gráficos abstratos, chamados de atratores. Dependendo do desenho que surge, dá para saber se um determinado acontecimento é previsível ou não. Ponto imóvel O gráfico abstrato de algo estático, como uma bolinha de gude parada, é um simples ponto. Basta pensar um pouco: se não houver uma força externa, como alguém que resolva empurrá-la, a bolinha sempre vai estar ali e o ponto isolado indica essa ausência de movimento. Movimento previsível No caso de um pêndulo, que se move harmonicamente, o gráfico do movimento tem formato espiral. Isso indica que ele se movimentará por um certo tempo até parar. Dependendo da força inicial, dá para saber exatamente quando e onde isso vai acontecer.Caos total. Túnel Fractal