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Estruturas e mecanismos

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Apuntamentos de estruturas e mecanismos para 2º ESO de Tecnoloxía en Galiza

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Estruturas e mecanismos

  1. 1. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor ColmeiroEstruturas e MecanismosÍndiceForzas, cargas e esforzos...................................................................................................................... 1 Tipos de esforzos: tracción, compresión, flexión e torsión.............................................................................................2Estruturas. Tipos de estruturas..............................................................................................................2 Tipos de estruturas:......................................................................................................................................................... 2Elementos das estruturas...................................................................................................................... 3 Alicerces..........................................................................................................................................................................3 Columnas e piares........................................................................................................................................................... 3 Vigas ou trabes................................................................................................................................................................ 3 Forxado........................................................................................................................................................................... 4 Tirantes............................................................................................................................................................................4 Escuadros........................................................................................................................................................................ 4 Nós.................................................................................................................................................................................. 4 Arco.................................................................................................................................................................................5Mecanismos.......................................................................................................................................... 6 Tipos de movementos..................................................................................................................................................... 6Mecanismos de transmisión................................................................................................................. 6 Mecanismos de transmisión lineal ................................................................................................................................. 6 Pancas..........................................................................................................................................6 Graos o tipos de pancas.......................................................................................................... 6 Lei da panca............................................................................................................................7 Polea............................................................................................................................................7 Polea móbil................................................................................................................................. 7 Polipastos.................................................................................................................................... 7 Mecanismos de transmisión circular...............................................................................................................................8 Engrenaxes. ................................................................................................................................ 8 Parafuso sen fin-coroa.................................................................................................................8Mecanismos de transformación............................................................................................................ 9 Mecanismos de transformación de circular a lineal........................................................................................................9 Parafuso – porca..........................................................................................................................9 Manivela – Torno........................................................................................................................ 9 Piñón-Cremalleira....................................................................................................................... 9 Mecanismos de transformación circular en lineal-alternativo........................................................................................ 9 Biela manivela.............................................................................................................................9 Leva...........................................................................................................................................10 Excéntrica..................................................................................................................................10Forzas, cargas e esforzosForza, é todo aquilo que fai modificar o estado de repouso ou movemento dun corpo. F =m⋅a(forza = masa por aceleración)As forzas mídense en Newtons (N)Cargas son o conxunto de forzas que actúan sobre un corpo. Por exemplo nunha ponte soncargas o vento, os coches que pasan por riba ou o peso da propia ponte.Esforzos, son as tensións internas que experimentan os corpos sometidos á acción dunha ouvarias forzas. 1
  2. 2. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor ColmeiroTipos de esforzos: tracción, compresión, flexión e torsión.Tracción Compresión: Flexión TorsiónIlustración 1:Tracción Ilustración 2: Compresión Ilustración 3: Flexión Ilustración 4: TorsiónAs forzas tenden aAs forzas tenden aAs forzas tenden aAs forzas tenden aalongar o corpo acurtar o corpo dobrar o corpo. Actúanretorcer o corpo esforzos de tracción e compresión ao tempo.Estruturas. Tipos de estruturas.Unha estrutura é o conxunto de elementos dun corpo destinados a soportar os efectos das cargasque actúan sobre el e impedir que se rompa ou deforme en exceso. Deben ter as propiedades de: • Estabilidade. • Resistencia. • Rixidez.Tipos de estruturas:Masiva Abovedada Armazón Ilustración 5: Pirámide Ilustración 7: Edificio en Ilustración 6: Bóveda de de Exipto construción catedralTrianguladas Colgantes Pneumáticas / laminares 2
  3. 3. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor Colmeiro Ilustración 8: Ponte triangúlada Ilustración 9: Ponte de RandeElementos das estruturasAlicercesSon a base sobre a que se asenta unha estrutura, habitualmente teñen unha parte soterrada enterra.Ilustración 10: AlicercesColumnas e piaresSon elementos verticais que levan o peso da estrutura até os alicerces. Se son de seccióncadrada ou rectangular chámanse piares e se son circulares columnas.Columnas PiaresVigas ou trabesElementos estruturais horizontais para soportar as cargas e transmitilas ás columnas. 3
  4. 4. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor Colmeiro Grazas ás distintas seccións as vigas poden soportar grandes esforzos con pouco material.ForxadoTransmiten o peso do chan ás vigas e columnas. Constitúen o chan nas estruturas.TirantesSon elementos que soportan esforzos de tracción, pero non de compresión.EscuadrosSon triángulos rectángulos que se colocan para darlle estabilidade ás columnas ou piares.NósSon as unións das barras ou vigas. O triángulo é a única figura xeométrica indeformable. É poristo que moitas estruturas están feitas con triángulos, xa que isto dalle maior rixidez. 4
  5. 5. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor ColmeiroArcoÉ unha estrutura deseñada para cubrir grandes e pequenas luces (espazos entre dúas columnas)e que está sometida só á compresión. Na base débense colocar contrafortes para eliminar oefecto de pandeo. No século XII en Francia descubriron que canto máis alto fora o arco, menor era a necesidade de contrafortes. Isto deu lugar ao arco apuntado ou oxival característico da arquitectura gótica (séculos XII até o XV). 5
  6. 6. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor ColmeiroMecanismosTipos de movementos Movemento lineal. O obxecto realiza unha traxectoria recta. Movemento lineal-alternativo. O obxecto realiza unha traxectoria recta e troca o sentido periodicamente. Movemento circular ou rotario. O obxecto realiza unha traxectoria circular. Movemento oscilante. O obxecto realiza unha traxectoria semicircular e troca o sentido periodicamente.Mecanismo: un mecanismo é a parte das máquinas que transmite e ou transforma movementos.Os mecanismos trocan o sentido de xiro, aumentan ou reducen a velocidade ou transforman untipo de movemento noutro.Mecanismos de transmisiónOs mecanismos de transmisión son aqueles que nos serven para aumentar ou reducir avelocidade, ou para transmitir o movemento entre puntos distantes. Imos analizar:Mecanismos de transmisión lineal: • Pancas • Poleas • PolipastoMecanismos de transmisión circular: • Engrenaxes • Engrenaxes con cadea • Parafuso sen fin coroaMecanismos de transmisión linealPancasUnha panca é unha barra ríxida apoiada nun punto. Represéntanse de maneira xenérica, é dicir,de maneira que todas as pancas se poidan ver representadas deste xeito, da seguinte maneira.Graos o tipos de pancasPanca de Primeiro Grao: o punto de apoio está nalgún punto entre a forza e a resistencia. F o rz a R e s is te n c iaPanca de Segundo Grao: a resistencia aplícase entre a forza e o punto de apoio. 6
  7. 7. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor ColmeiroPancas de Terciro Grao: a forza aplícase entre a resistencia e o punto de apoio. F o rz aLei da pancaTodas as pancas cumpren as seguinte lei: Forza⋅d forza=Resistencia⋅d resistenciaPolea Unha polea é un mecanismo de transmisión lineal que consiste nunha roda cunha fenda pola que se fai pasar unha corda. Unha única polea simplemente troca o sentido da forza.Polea móbil Un sistema de polea móbil consiste en dúas poleas, unha que só xira e unha na que o eixo se translada verticalmente. A polea móbil reduce a forza necesaria para levantar un peso á metade.PolipastosSon mecanismos de transmisión lineal con varias poleas. Hai de dous tipos: 7
  8. 8. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor Colmeiro Resistencia Resistencia F= F= 2⋅n 2nMecanismos de transmisión circularEngrenaxes. Son xogos de rodas que posúen uns saíntes que se chaman dentes, tal como se mostra na seguinte figura. As engrenaxes empréganse sobre todo para modificar a velocidade dos eixos. As rodas dentadas poden engrenarse tamén mediante unha cadea.A relación de transmisión (i) entre dúas rodas será: Z2 n1 i= ou i= onde Z2 é o número de dentes da roda conducida e Z1 o número de dentes Z1 n2da roda motor e n1 e n2 son as velocidades de xiro en revolucións por minuto (r.p.m.) da rodamotriz e a conducida respectivamente.Nas engrenaxes dase a seguinte relación entre as velocidades: n1⋅Z 1=n 2⋅Z 2Parafuso sen fin-coroa Por cada volta que do parafuso a coroa (nome que recibe neste caso a 8
  9. 9. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor Colmeiroroda dentada) move un dente. É polo tanto un sistema moi redutor de velocidade. Destemecanismo é importante lembrar: 1. Só se transmite o movemento do parafuso á coroa. 2. Reduce moito a velocidade.Mecanismos de transformaciónEstes mecanismos transforman un tipo de movemento noutro.Mecanismos de transformación de circular a linealParafuso – porca Cando lle das voltas ao parafuso este vai penetrando (avanzando linealmente) na porca. Se xiras o parafuso libremente sen que avance a porca vaise desprazando.Manivela – Torno Cando lle das voltas á manivela o elemento que colga do torno realiza un movemento lineal. Este mecanismo é reversíbel.Piñón-Cremalleira Este mecanismo transforma o movemento circular nun lineal, cando o piñón (roda dentada) da voltas a cremalleira avanza linealmente.Mecanismos de transformación circular en lineal-alternativoBiela manivelaA barra longa chámase biela e a curta manivela. Este mecanismo transforma o movementocircular da manivela nun movemento lineal-alternativo do “pistón”. É un mecanismo reversíbel dexeito que se o pistón realiza un movemento lineal-alternativo o extremo da manivela realiza unmovemento circular. Empréganse nos motores dos coches. 9
  10. 10. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor ColmeiroLevaTransforma o movemento circular un movemento lineal-alternativo. Non é reversíbel.ExcéntricaTransforma o movemento circular un movemento lineal-alternativo. Non é reversíbel.Exercicios 1. Identifica nas seguintes imaxes os elementos da estrutura. Indica a que esforzo está sometido cada un. 1 3 2 10
  11. 11. Tecnoloxías I. 2º ESO IES Pintor Colmeiro 1 2 3 .2. Unido á roda dentada 1, con Z 1=44 dentes, hai un motor que xira a 2500 r.p.m. Se a roda dentada 2 ten Z2=20 dentes, cal é a velocidade de xiro do eixo da roda 2? Cal é a relación de transmisión? 1 23. Realiza o mesmo problema que o exercicio anterior, pero considerando que o motor está unido á roda pequena. Calcula a relación de transmisión e a velocidade da roda grande.4. Que tipos de pancas son as estruturas seguintes?5. Temos un neno e unha nena sentados nun balancín en equilibrio, se o neno ten unha masa de 50 kg e está sentado a 75 cm do punto de apoio e a nena está sentada 95 cm do punto de apoio, cal é a masa da nena?6. A única figura indeformable sen romper as barras que a compoñen é o triángulo, triangula as seguintes figuras. 11

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