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Crise dos paises socialistas

Aula sobre a crise nos países socialistas e a queda

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Crise dos paises socialistas

  1. 1. DISCIPLINA Professor Nº de Aulas para desenvolver o Tema História ADRIANA GOMES MESSIAS Crise dos países socialistas 02 AULAS
  2. 2. OBJETIVO Compreender os principais mecanismos de reestruturação da URSS tomados pelos líderes soviéticos que subiram ao poder após a morte de Josef Stálin. - Refletir sobre a tentativa de uma reconciliação com os “verdadeiros ideais bolcheviques”, buscando, sobretudo, contrapor-se ao período stalinista. - Dar enfoque nas principais medidas reformistas que se estenderam entre as administrações dos líderes Nikita Kruschev e Mikhail Gorbachev. - Pensar em como tais tentativas de reforma e reconciliação acabaram por ajudar no declínio do bloco soviético.
  3. 3. REFERÊNCIAS PARA APROFUNDAMENTO, ESTUDO E PESQUISA Filme: Adeus Lênin http://tvcultura.cmais.com.br/aloescola/historia/guerrafria/guerra7/blocosocialist a-lesteeuropeu2.htm http://tvcultura.cmais.com.br/aloescola/historia/guerrafria/guerra13/fimdaguerra fria-eragorbatchev.htm http://veja.abril.com.br/historia/crise-dos-misseis/especial-capa-eua-urss.shtml
  4. 4. A Crise dos países socialistas
  5. 5. Desestalinização Nikita Kruschev liderou a União Soviética de 1953 a 1964. Nikita Kruschev: • Propôs política de “desestalinização”, com medidas liberalizantes e de denuncias aos crimes comtidos por Stalin; •Sofreu pressão dos burocratas; •Aprovou a construção do Muro de Berlim, em 1961 •Iniciou o programa espacial soviético, que levou ao espaço o Sputnik, em 1957, e o cosmonauta Yuri Gagarin,
  6. 6. Em outubro de 1962, fez um acordo secreto com os EUA, trocando a retirada dos mísseis soviéticos da ilha de Fidel Castro pela retirada dos mísseis norte-americanos da Turquia, evitou a 3ª Guerra Mundial. Khrushchov e John Kennedy
  7. 7. Sinais de crise na URSS Leonid Brejnev ( 1964-1985) Recentralização e reunificação do Partido: neo-stalinismo, ou seja, representou o retorno do poder stalinista Manutenção do programa de relações pacíficas com os Estados Unidos da América proposto por Kruschev.
  8. 8. Mikhail Gorbachev(1985-1991) A reestruturação econômica da URSS a partir da política da Perestroika, que significa reconstrução. A ação da transparência política e do direito à informação por meio da reforma proposta pela Glasnost (transparência). Renunciou em 1991.
  9. 9. Yeltsin 1991- •Assume em URSS em crise e com independências.Surge a CEI (Comunidades dos Estados Independentes em substituição a URSS) •Foi o primeiro presidente da Rússia em 1991, após o fim da União Soviética, na história daquele país governando entre 1991 e 1999
  10. 10. O caso Leste Europeu: Motivos para queda do socialismo • Propostas democratizantes de Gorbatchev na URSS; • A política de redução armamentista; • Retirada das tropas soviéticas dos países membros do pacto de Varsóvia; • Desejo de democratização ; • Crise Econômica e a deterioração das condições de vida nos países da Europa Oriental.
  11. 11. Caso Polonês • Crise e descontentamento na década de 1980; • Protestos contra o aumento nos preços de alimento; • Lech Walesa e a igreja católica fundam o sindicato Solidariedade, que passa ser perseguido pelo governo socialista polonês e se tornando ilegal.
  12. 12. • Em 1989 o partido volta a ser legalizado, participa das eleições e elege o primeiro ministro e em 1990 o líder Lech Walesa se torna o presidente da Polônia. • Fim do socialismo na Polônia; http://memoriaglobo.globo.com/programa s/jornalismo/coberturas/crise-no-leste- europeu/a-queda-do-muro-e-a- reunificacao-da-alemanha.htm
  13. 13. Caso Alemão • A Alemanha Oriental tentou sem manter imune às reformas que aconteciam nos países vizinhos. Mas, diante das manifestações populares e da emigração em massa de seus cidadãos, teve que ceder. Em 9 de novembro de 1989, foram abertos os postos de fronteira com a Alemanha Ocidental. Era a desativação de um dos maiores símbolos da Guerra Fria: o Muro de Berlim.
  14. 14. Caso Húngaro • A Hungria foi um dos primeiros países do Leste Europeu a iniciar o processo de reformas políticas e econômicas, quando, em 1988, afastou o ditador Janos Kadar, no poder desde 1956. Em junho de 1989, o novo governo começou a abrir as fronteiras do país com a Áustria e, num gesto simbólico, rompeu a Cortina de Ferro: o arame farpado que separava os dois países foi cortado.
  15. 15. Caso: Tchecoslováquia • Em Praga, mais de 100 mil pessoas foram às ruas para pedir eleições livres. Os manifestantes foram reprimidos com violência pela polícia, num confronto que deixou cerca de 500 feridos.
  16. 16. Primavera de Praga • Esse período começou em 5 de Janeiro de 1968, quando o reformista eslovaco Alexander Dubček chegou ao poder, e durou até o dia 21 de Agosto quando a União Soviética e os membros do Pacto de Varsóvia invadiram o país para interromper as reformas. • O objetivo de Dubcek era "desestalinizar" o país, removendo os vestígios de despotismo e autoritarismo, que considerava aberrações no sistema socialista. Com isso, o secretário-geral do partido prometeu uma revisão da Constituição, que garantiria a liberdade do cidadão e os direitos civis. A • As reformas da Primavera de Praga foram uma tentativa de Dubček, aliado a intelectuais tchecoslovacos, de conceder direitos adicionais aos cidadãos num ato de descentralização parcial da economia e de democratização.
  17. 17. • Dubček também dividiu o país em duas repúblicas separadas( Rep.Tcheca e a Eslovaca) essa foi a única reforma que sobreviveu ao fim da Primavera de Praga. • As reformas não foram bem recebidas pelos soviéticos que, após as falhas nas negociações, enviaram milhares de tropas e tanques do Pacto de Varsóvia para ocupar o país, uma grande onda de emigração varreu o país. Apesar de ter havido inúmeros protestos pacíficos no país, inclusive o suicídio de um estudante, não houve resistência militar. A Tchecoslováquia continuou ocupada até 1990
  18. 18. Caso da Romênia • O Ditador Nicolae Ceausescu( stalisnista) foi deposto, condenado e fuzilado após julgamento sobre repressão e violência; • houve derramamento de sangue na transição de regimes. Em dezembro de 1989, uma revolta popular iniciada na cidade de Timisoara ganhou corpo, dando lugar à Revolução Romena de 1989, pondo fim ao regime do Partido Comunista. Nicolae Ceaucescu - o último ditador comunista da Roménia foi fuzilado (juntamente com a sua mulher) por soldados revoltosos. A ânsia de tirar a vida a Ceausescu era tanta que chegou a ser feita uma lotaria entre os soldados, para escolher quem faria
  19. 19. • No início de 1990, uma eleição realizada através do voto popular elegeu Iliescu como presidente do país. Além disso, o Partido Comunista foi declarado ilegal e as medidas mais impopulares de Ceausescu, tais como a proibição do aborto e a contracepção, foram revogadas. • O fim do comunismo soviético na Romênia diferenciou- se dos demais países do Leste Europeu por ter ocorrido através de uma revolta popular e com derramamento de sangue. Estima-se que cerca de um milhão de pessoas tenham morrido durante a repressão às manifestações.

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