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O rosto mariano da igreja fundamentos teologicos

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Apresentação no Congresso Mariológico de Aparecida (2018) a respeito do Rosto Mariano da Igreja, a partir do pensamento de Von Balthasar. O texto será publicado

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O rosto mariano da igreja fundamentos teologicos

  1. 1. O ROSTO MARIANO DA IGREJA Fundamentos teológicos Ir. Afonso Murad maenossa.blogspot.com
  2. 2. Muitos significados •Princípio mariano (Von Balthasar) •Perfil mariano •Rosto mariano -> Maria na Igreja: modelo e mãe
  3. 3. A visão de Von Balthasar Teólogo suíço – 1905 a 1988
  4. 4. Brendan Leahy – Irlandês. Atual bispo de Limerick
  5. 5. Princípios constitutivos da Igreja • Petrino •Joanino •Paulino •De Tiago (jacobino)
  6. 6. PETRINO Dimensão hierárquica e institucional da Igreja
  7. 7. PAULINO Dimensão missionária, dos carismas, das revelações
  8. 8. JOANINO Dimensão do amor, da contemplação, e da Vida Consagrada.
  9. 9. De Tiago Dimensão da continuidade e da Tradição.
  10. 10. Interrelação e tensão Pedro Paulo João Tiago
  11. 11. Se cada um dos princípios fosse absoluto... Tiago: a lei e da Tradição -> apego a formas ultrapassadas; Pedro: Igreja como mera organização; Paulo: a liberdade do Espírito -> misticismo e sucesso; João: subjetividade da experiência ou o mero compromisso social (Dom Murilo Krieger, citando Brendan Leahy)
  12. 12. PRINCÍPIO MARIANO Abraça e unifica os quatro. Maria personifica a Igreja. Ela é a mãe que gerou o Verbo, de quem a Igreja nasce, e é esposa que coopera com Cristo no evento da Redenção.
  13. 13. Os 12 “mistérios” de Maria 1. A Anunciação (Lc 1,26-38) 2. A gravidez (Lc 1; Mt 1) 3. A visita a Isabel e o canto do Magnificat (Lc 1,39-56) 4. O nascimento de Nosso Senhor (Mt 2,1-12; Lc 2,1-20) 5. A apresentação no Templo (Lc 2,21-40) 6. A fuga para o Egito (Mt 2,13-23) 7. O reencontro de Jesus no Templo (Lc 2,41-52) 8. As bodas de Caná (Jo 2,1-11) 9. A rejeição de Maria e dos irmãos (Mt 12,46-50; Mc 3,31-35; Lc 8,19-21) 10. A bênção dos fiéis (Lc 11,28) 11. Maria aos pés da cruz (Jo 19,25-28) 12. Maria em oração com a Igreja (At 1,14)
  14. 14. A vocação de cada cristão e da Igreja inteira é viver como Maria em relação a Cristo. A espiritualidade mariana tem a ver com deixar que Cristo se forme em nós, por obra do Espírito Santo. A espiritualidade de Maria está centrada no seu sim transparente a Deus, e é esse o elemento comum a todos na Igreja
  15. 15. Isso implica: •Abertura ao mistério do amor de Deus • Resposta à Palavra •Existência materna e “cristófora
  16. 16. Que a graça de Deus Cresça em nós sem cessar E de Ti, nosso Pai Venha o Espírito Santo de Amor Para gerar e formar Cristo em nós.
  17. 17. João Paulo II
  18. 18. A estrutura hierárquica da Igreja se ordena para a santidade dos seus membros. E a santidade é medida segundo o grande mistério em que a Esposa responde com o amor ao dom do Esposo, no Espírito Santo. O Concílio Vaticano II, confirmando a tradição, recordou que, na hierarquia da santidade, a mulher Maria de Nazaré, é figura da Igreja (MD 27).
  19. 19. Maria precede a todos no caminho rumo à santidade. Na sua pessoa a Igreja já atingiu a perfeição. Neste sentido, pode-se dizer que a Igreja é conjuntamente mariana e apostólico-petrina (Mulieris dignitatem 27) -> citado no Catecismo da Igreja, 773
  20. 20. Este perfil mariano é tão fundamental e caracterizante para a Igreja quanto o perfil Apostólico e petrino, ao qual está profundamente unido. A dimensão mariana da Igreja antecede à petrina, embora lhe seja estreitamente unida e complementar. O tríplice múnus petrino visa formar a Igreja no ideal de santidade, que já está preformado e prefigurado em Maria. Como bem disse um teólogo contemporâneo, Maria é "rainha dos apóstolos sem pretender para si os poderes apostólicos. Ela tem outras coisas e muito mais" (MD, nota 55)
  21. 21. Rosto mariano da Igreja Emili Turu Ex superior Geral dos Maristas
  22. 22. Construir, de forma pessoal, comunitária e institucional, uma Igreja inspirada nas atitudes de Maria..
  23. 23. 1.Escuta e medita a Palavra de Deus e se alimenta dela 2. Oferece Jesus ao mundo de hoje pela eucaristia. 3.Missionária: vai ao encontro de homens e mulheres do nosso tempo. 4. É Comunhão de irmãos e irmãs
  24. 24. 5. Canta e louva o seu Senhor, como no Magnificat 6. Vive da caridade, e a põe em prática, especialmente para com os mais pobres 7. É Igreja servidora, que dá a vida.
  25. 25. A visão do Papa Francisco, na Evangelii Gaudium
  26. 26. Maria, a peregrina na fé Ela é a mulher de fé, que vive e caminha na fé, Sua excepcional peregrinação da fé representa um ponto de referência constante para nós. Ela deixou-se conduzir pelo Espírito, através de um itinerário de fé feito de serviço e fecundidade (EG 287).
  27. 27. Contemplativa Maria conserva cuidadosamente «todas estas coisas ponderando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Reconhece os vestígios do Espírito de Deus tanto nos grandes acontecimentos como naqueles que parecem imperceptíveis. É contemplativa do mistério de Deus no mundo, na história e na vida diária de cada um e de todos.
  28. 28. Proativa Maria é a mulher orante e trabalhadora em Nazaré, mas é também nossa Senhora da prontidão, a que sai às pressa (Lc 1, 39) de seu povoado para ajudar os outros (EG 288).
  29. 29. Maria da crise Na peregrinação evangelizadora, há as fases de aridez, de ocultação e até de um certo cansaço, como as que viveu Maria nos anos de Nazaré enquanto Jesus crescia. Naquele início, ela experimenta um aperto do coração, uma noite da fé, e também um avanço (EG 287).
  30. 30. Simplicidade e criatividade Maria sabe transformar um curral de animais na casa de Jesus, com uns pobres paninhos e uma montanha de ternura (EG 286).
  31. 31. Alegria do Louvor Ela é a serva humilde do Pai, que transborda de alegria no louvor (EG 286).
  32. 32. Resistência e esperança Como Mãe de todos, Maria é sinal de esperança para os povos que sofrem as dores do parto até que germine a justiça (EG 286).
  33. 33. Ternura e Profecia Sempre que olhamos para Maria, voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do afeto. Nela, vemos que a humildade e a ternura não são virtudes dos fracos, mas dos fortes, que não precisam de maltratar os outros para se sentir importantes (EG 288).
  34. 34. Ternura e Profecia Fixando-a, descobrimos que aquela que louvava a Deus porque «derrubou os poderosos de seus tronos» e «aos ricos despediu de mãos vazias» (Lc 1, 52.53) é mesma que assegura o aconchego dum lar à nossa busca de justiça (EG 288).
  35. 35. Maria, nossa amiga Maria é a amiga sempre solícita para que não falte o vinho na nossa vida. Ela, que tem o coração trespassado pela espada, compreende todas as penas (EG 286).
  36. 36. Perseverante na cruz Na cruz, quando Cristo suportou em sua carne o dramático encontro entre o pecado do mundo e a misericórdia divina, viu a seus pés a presença consoladora da Mãe e do amigo (EG 285)
  37. 37. Mãe da comunidade Jesus deixa-nos a sua Mãe como nossa Mãe. Ao pé da cruz, Cristo conduz-nos a Maria. Leva-nos a Ela, porque quer que caminhemos com uma mãe; e, nesta imagem materna, o povo lê todos os mistérios do Evangelho (EG 285).
  38. 38. Ícone feminino da Igreja Há ligação íntima entre Maria, a Igreja e cada fiel (EG 285). É do agrado do Senhor que sua Igreja tenha o ícone feminino. Ela, que o gerou com tanta fé, também acompanha «o resto da Sua descendência (Ap 12, 17).
  39. 39. Maria: sempre presente Juntamente com o Espírito Santo, sempre está Maria no meio do povo. Ela reuniu os discípulos para o invocarem (At 1, 14), e assim tornou possível a explosão missionária em Pentecostes (EG 284).
  40. 40. A mãe que caminha com a gente Ela é a missionária que se aproxima de nós, para nos acompanhar ao longo da vida, abrindo os corações à fé com o seu afeto materno. Como uma verdadeira mãe, caminha conosco, luta conosco e aproxima-nos incessantemente do amor de Deus (EG 286).
  41. 41. As “Nossas Senhoras” Através dos diferentes títulos marianos, Maria compartilha as vicissitudes de cada povo que recebeu o Evangelho e entra a formar parte da sua identidade (EG 286).
  42. 42. Olhando para Maria Hoje fixamos nela o olhar, para que nos ajude a anunciar a todos a mensagem de salvação e para que os novos discípulos se tornem evangelizadores ativos (EG 287).
  43. 43. Maria, modelo de evangelizar Esta dinâmica de justiça e ternura, de contemplação e de caminho para os outros faz de Maria um modelo eclesial para a evangelização (EG 288).
  44. 44. Que a Igreja tenha um rosto mariano! Pedimos-Lhe que nos ajude, com a sua oração materna, para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma mãe para todos os povos, e torne possível o nascimento dum mundo novo. É o Ressuscitado que nos diz, com uma força que nos enche de imensa confiança e firmíssima esperança: «Eu renovo todas as coisas» (Ap 21, 5) (EG 288).
  45. 45. Virgem e Mãe Maria, Tu que, movida pelo Espírito, acolheste o Verbo da vida na profundidade da vossa fé humilde, totalmente entregue ao Eterno, ajudai-nos a dizer o nosso «sim», perante a urgência, mais imperiosa do que nunca, de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus. Alcança-nos agora um novo ardor de ressuscitados para levar a todos o Evangelho da vida que vence a morte. Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga.
  46. 46. Estrela da nova evangelização, ajuda-nos a brilhar com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz. Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos, roga por nós. Amém. Aleluia!
  47. 47. Disponível em: maenossa.blogspot.com

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