SEMEADORAS/ ADUBADORAS
Prof. Dr. Daniel Albiero
Universidade Federal do Ceará
Departamento de Engenharia Agrícola
Srivastava, A. J. et al. Engineering Principles of Agricultural Machine, 2006.
Mialhe, L. G. Máquinas Agrícolas-Ensaio e C...
INTRODUÇÃO:
Segundo pesquisas arqueológicas as
semeadoras mais antigas chegam a ter mais de
5000 anos (3000 a.c.) na China...
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Semeadura no plano
Semeadura em camalhões
Semeadura em sulcos
FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA
Sementes
Operador
Solo
Clima
Máquina
FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA
Uniformidade das distribuição de sementes
(longitudinal/transversal/profundidade)
Principai...
FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA
Uniformidade das distribuição de adubos
(longitudinal/transversal/profundidade)
Principais ...
FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA
POSIÇÃO ADUBO /SEMENTE
X
Y
REGRA PRÁTICA (Portela, 2001, Balastreire, 2005):
X= 5 cm; Y= 5 ...
FUNÇÕES DE UMA SEMEADORA/ADUBADORA
1-Cortar os resíduos superficiais (principalmente semeadoras de plantio direto);
2-Depo...
SISTEMAS DE TRAÇÃO
Montada
Auto propelida
Arrasto
Tração animal
Manual
MECANISMOS DISTRIBUIDORES DE ADUBO:
A-Rosca sem fim ferro fundido; B-Mola espiral; C-Roda
helicoidal acanalada; D-plato ho...
MECANISMOS DISTRIBUIDORES DE ADUBO:
Gravidade
Esteira
Platô
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadora de fluxo contínuo de abertura estacionária (MURRAY, 2006).
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadora de fluxo contínuo de rotor acanalado (MURRAY, 2006).
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadoras de fluxo contínuo de pista dupla (MURRAY, 2006).
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Tipos de semeadoras de precisão de platô: (a) platô horizontal; (b) platô inclinado;
(c)...
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Discos Alveolados
LimpadorEjetor
Câmara de individualização
e ejeção de sementes
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadoras de precisão de correia (MURRAY, 2006).
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadora de precisão à vácuo (MURRAY, 2006)
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadora de precisão de bateria pressurizada (MURRAY, 2006).
MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES:
Semeadoras de precisão de dedos prenseis (MURRAY, 2006).
COMPONENTES DE ENGAJAMENTO COM O SOLO:
Componentes de Engajamento com o solo
Discos de corte de resíduos
COMPONENTES DE ENGAJAMENTO COM O SOLO:
Meios para preparação do solo
COMPONENTES DE ENGAJAMENTO COM O SOLO:
Paraplow Rotativo
Ação do Paraplow Rotativo
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Meios para abertura de sulco (adubo/sementes)
A B C
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Meios para firmação do solo
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Meios para cobrimento do sulco
Discos aterradores
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Meios para compactação do sulco de plantio
Barra porta ferramenta Tubo giratório
Barras superiores
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Chassi
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Sistema de transmissão
Câmbio de sementes
Câmbio de adubo
Tabela de seleção de engrenagens
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Sistema de transmissão/acionamento
Engrenagens
Correntes e
engrenagens
Eixo e engrenagens
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Sistema de transmissão/acionamento/Elevação
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Tanque de adubo
Tanque de sementes
Chapéu Chinês
Sistema pantográfico
Roda de controle de
profundidade da
haste
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Unidade de semeadura
Unidade Piv...
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Sistema de acabamento de sulco
Roda de controle
de profundidade
Roda compactadora
Roda
compacta...
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Sistema de acabamento de sulco
A
B
Sistema convencional
Sistema com discos aterradores
SISTEMAS DE UMA SEMEADORA:
Sistema de marcador de linha
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
Semeadora a lanço centrífuga
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
Semeadora a lanço pendular
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
Semeadora a lanço com avião
Semeadora de fluxo contínuo.
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
Semeadora de precisão
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
Semeadora de punção
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
Sistema de distribuição de sementes em pressão positiva e dosagem em pressão negativa
SEMEADORAS/ADUBADORAS:
SEMEADORAS MÚLTIPLAS
DISTRIBUIÇÃO DE
SEMENTES POR DISCO
ALVEOLADO
(verão-milho/soja)
DISTRIBUIÇÃO D...
MANUTENÇÃO DAS SEMEDORAS/ADUBADORAS:
200
200
Reposição de peças com desgaste
(principalmente dos elementos ativos)
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ELEMENTOS DE
PROJETO DE
SEMEADORAS
Conceituação
SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO
Os elementos estruturais podem ser dimensionados
utilizando equações clássicas De elementos de...
Momento de inércia:
Tensão de compressão e tração na peça.
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M = momento de inércia ( N.m).
Fs = força de...
Momento de inércia
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12
Em que:
I = momento de inércia (N).
b = largura da seção da peça (m4
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h= altura da seção d...
SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO
Tensão normal de tração
σxt
= tensão normal de tração (N).
M = momento de inércia (N.m).
c = d...
SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO
Tensão de cisalhamento devido á força cortante.
σ = tensão de cisalhamento (N).
V = força cort...
Projeto Distribuidor de Fertilizantes
Projeto Distribuidor de sementes
CHASSIS
calcular os esforços a que o chassi esta exposto.
Onde:
F – força de tração (kN);
P – potência (kW);
Kluwe et al 2...
CHASSIS
Com relação às forças que atuam no chassi as
mesmas podem ser calculadas através do diagrama de
esforço cortante, ...
CHASSIS
Kluwe et al 2010
CHASSIS
O diagrama de esforços cortantes é um gráfico que
descreve a variação dos esforços cortantes ao longo
das seções t...
CHASSIS
O diagrama de momentos fletores é um gráfico que
descreve a variação dos momentos fletores ao longo
das seções tra...
Materiais
RODA COMPACTADORA
Representação esquemática do trabalho da roda
compactadora
MODOLO, A.J., 2006
RODA COMPACTADORA
SISTEMA DE TRANSMISSÃO
Engrenagens são rodas com dentes padronizados que
servem para transmitir movimento e força entre do...
Os dentes são um dos elementos mais importantes
das engrenagens. Observe, no detalhe, as partes
principais do dente de eng...
SISTEMA DE TRANSMISSÃO
e = espessura - é a medida do arco limitada pelo dente, sobre a
circunferência primitiva (determina...
SISTEMA DE TRANSMISSÃO
O módulo corresponde à altura da cabeça do dente (M
= a) e serve de base para calcular as demais
di...
SISTEMA DE TRANSMISSÃO
O sistema módulo é a relação entre o diâmetro primitivo,
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Projetos de Máquinas Agrícolas - A8

  1. 1. SEMEADORAS/ ADUBADORAS Prof. Dr. Daniel Albiero Universidade Federal do Ceará Departamento de Engenharia Agrícola
  2. 2. Srivastava, A. J. et al. Engineering Principles of Agricultural Machine, 2006. Mialhe, L. G. Máquinas Agrícolas-Ensaio e Certificação, 1996. Silveira, G. M. Máquinas para plantio e condução das culturas, 2001. Santos Filho, A. G.; Santos, J. E. G. G. Apostila de Máquinas Agrícolas, 2001. Balastreire, L. Máquinas Agrícolas, 2001. Ortiz-Cañavate, J. Las maquinas agricolas y su aplicacion, 1980. ASAE. ASAE Standards, 1997. Portela, J. A. Semeadoras para plantio direto, 2001. Casão Jr. R. Conheça Melhor Sua Plantadeira E Como Prepara-la Para Safra De Verão, Revista A Granja, 2006. Casão Jr. R. Máquinas E Qualidade De Semeadura Em Plantio Direto, Revista Plantio Direto, 2006. Pinto, F. A. C. Apostila Semeadoras, 2007. Murray, J.R.; Tullberg, J. N.; Basnet, B. B. Planters and their Components, 2006. BIBLIOGRAFIA UTILIZADA NESTA AULA:
  3. 3. INTRODUÇÃO: Segundo pesquisas arqueológicas as semeadoras mais antigas chegam a ter mais de 5000 anos (3000 a.c.) na China. Na Europa, estas máquinas aparecem pela primeira vez no norte da Espanha no século XVI, no início era manuais, posteriormente movidas a tração animal (SILVEIRA, 2001).
  4. 4. INTRODUÇÃO:
  5. 5. INTRODUÇÃO: Semeadura no plano Semeadura em camalhões Semeadura em sulcos
  6. 6. FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA Sementes Operador Solo Clima Máquina
  7. 7. FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA Uniformidade das distribuição de sementes (longitudinal/transversal/profundidade) Principais Atores: 1-Uniformidade da geometria da semente (Peneira); 2-Mecanismos dosador regulado e adequado.
  8. 8. FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA Uniformidade das distribuição de adubos (longitudinal/transversal/profundidade) Principais Atores: 1-Uniformidade da geometria dos grânulos (sem blocos); 2-Mecanismos distribuidor regulado; 3-Umidade certa; 4-adubo certo.
  9. 9. FATORES QUE AFETAM A SEMEADURA POSIÇÃO ADUBO /SEMENTE X Y REGRA PRÁTICA (Portela, 2001, Balastreire, 2005): X= 5 cm; Y= 5 cm. Soja: x=5; y=5; Trigo: x= 6; y= 3; Milho: x=6; y= 5.
  10. 10. FUNÇÕES DE UMA SEMEADORA/ADUBADORA 1-Cortar os resíduos superficiais (principalmente semeadoras de plantio direto); 2-Depositar o adubo na profundidade correta; 3-Realizar o sulco de semeadura na profundidade correta (sem espelhamento, sem encestamento); 4-Depositar a semente no sulco de semeadura (intacta); 5-Cobrir a semente; 6-Realizar a compactação do solo sobre a semente para contato íntimo solo/semente (evitar cavernas).
  11. 11. SISTEMAS DE TRAÇÃO Montada Auto propelida Arrasto Tração animal Manual
  12. 12. MECANISMOS DISTRIBUIDORES DE ADUBO: A-Rosca sem fim ferro fundido; B-Mola espiral; C-Roda helicoidal acanalada; D-plato horizontal de 12 dentes (CAMACHO TAMAYO, 2006).
  13. 13. MECANISMOS DISTRIBUIDORES DE ADUBO: Gravidade Esteira Platô
  14. 14. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadora de fluxo contínuo de abertura estacionária (MURRAY, 2006).
  15. 15. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadora de fluxo contínuo de rotor acanalado (MURRAY, 2006).
  16. 16. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadoras de fluxo contínuo de pista dupla (MURRAY, 2006).
  17. 17. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Tipos de semeadoras de precisão de platô: (a) platô horizontal; (b) platô inclinado; (c) platô vertical (MURRAY, 2006).
  18. 18. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Discos Alveolados LimpadorEjetor Câmara de individualização e ejeção de sementes
  19. 19. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadoras de precisão de correia (MURRAY, 2006).
  20. 20. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadora de precisão à vácuo (MURRAY, 2006)
  21. 21. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadora de precisão de bateria pressurizada (MURRAY, 2006).
  22. 22. MECANISMOS DOSADORES DE SEMENTES: Semeadoras de precisão de dedos prenseis (MURRAY, 2006).
  23. 23. COMPONENTES DE ENGAJAMENTO COM O SOLO: Componentes de Engajamento com o solo
  24. 24. Discos de corte de resíduos COMPONENTES DE ENGAJAMENTO COM O SOLO:
  25. 25. Meios para preparação do solo COMPONENTES DE ENGAJAMENTO COM O SOLO: Paraplow Rotativo Ação do Paraplow Rotativo
  26. 26. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Meios para abertura de sulco (adubo/sementes) A B C
  27. 27. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Meios para firmação do solo
  28. 28. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Meios para cobrimento do sulco Discos aterradores
  29. 29. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Meios para compactação do sulco de plantio
  30. 30. Barra porta ferramenta Tubo giratório Barras superiores SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Chassi
  31. 31. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Sistema de transmissão Câmbio de sementes Câmbio de adubo Tabela de seleção de engrenagens
  32. 32. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Sistema de transmissão/acionamento Engrenagens Correntes e engrenagens Eixo e engrenagens
  33. 33. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Sistema de transmissão/acionamento/Elevação
  34. 34. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Tanque de adubo Tanque de sementes Chapéu Chinês
  35. 35. Sistema pantográfico Roda de controle de profundidade da haste SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Unidade de semeadura Unidade Pivotada Unidade com sistema pantográficoUnidade Bi-articulada
  36. 36. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Sistema de acabamento de sulco Roda de controle de profundidade Roda compactadora Roda compactadora Discos aterradores Disco duplo Roda de controle de profundidade Convencional Com discos aterradores
  37. 37. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Sistema de acabamento de sulco A B Sistema convencional Sistema com discos aterradores
  38. 38. SISTEMAS DE UMA SEMEADORA: Sistema de marcador de linha
  39. 39. SEMEADORAS/ADUBADORAS: Semeadora a lanço centrífuga
  40. 40. SEMEADORAS/ADUBADORAS: Semeadora a lanço pendular
  41. 41. SEMEADORAS/ADUBADORAS: Semeadora a lanço com avião
  42. 42. Semeadora de fluxo contínuo. SEMEADORAS/ADUBADORAS:
  43. 43. Semeadora de precisão SEMEADORAS/ADUBADORAS:
  44. 44. Semeadora de punção SEMEADORAS/ADUBADORAS:
  45. 45. SEMEADORAS/ADUBADORAS: Sistema de distribuição de sementes em pressão positiva e dosagem em pressão negativa
  46. 46. SEMEADORAS/ADUBADORAS: SEMEADORAS MÚLTIPLAS DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES POR DISCO ALVEOLADO (verão-milho/soja) DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES POR ROTOR ACANALADO Inverno (milheto, aveia, trigo)
  47. 47. MANUTENÇÃO DAS SEMEDORAS/ADUBADORAS: 200 200 Reposição de peças com desgaste (principalmente dos elementos ativos) Insuflagem das rodas (principalmente das motoras) Lubrificação (óleo/graxa) Substituição de retentores Manutenção/reparos/substituição de elementos do sistema de distribuição de adubos e sementes Substituição de rolamentos e mancais
  48. 48. ELEMENTOS DE PROJETO DE SEMEADORAS
  49. 49. Conceituação
  50. 50. SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO Os elementos estruturais podem ser dimensionados utilizando equações clássicas De elementos de maquinas e resistência de materiais tais como. FAIRES(1979), PROVENZA (1970) e SHIGLEY (1984).
  51. 51. Momento de inércia: Tensão de compressão e tração na peça. M = Fs * d Em que: M = momento de inércia ( N.m). Fs = força de reação do solo (N) d = distância da aplicação da força até o ponto critico (m). SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO d Fs
  52. 52. Momento de inércia � = �.ℎ3 12 Em que: I = momento de inércia (N). b = largura da seção da peça (m4 ) h= altura da seção da peça (m) SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO b h
  53. 53. SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO Tensão normal de tração σxt = tensão normal de tração (N). M = momento de inércia (N.m). c = distância da linha neutra até a fibra superior ou inferior da peça (m).
  54. 54. SISTEMA DE ABERTURA DE SUCO Tensão de cisalhamento devido á força cortante. σ = tensão de cisalhamento (N). V = força cortante (N). A = área de seção da peça (m2 ).
  55. 55. Projeto Distribuidor de Fertilizantes
  56. 56. Projeto Distribuidor de sementes
  57. 57. CHASSIS calcular os esforços a que o chassi esta exposto. Onde: F – força de tração (kN); P – potência (kW); Kluwe et al 2010
  58. 58. CHASSIS Com relação às forças que atuam no chassi as mesmas podem ser calculadas através do diagrama de esforço cortante, que com sua área gera o diagrama de momento fletor. Analisado o momento fletor máximo com o qual se calcula a tensão de flexão máxima no chassi conforme Melconian (1999),obtem-se a equação, para um chassi de secção tubular quadrada.
  59. 59. CHASSIS Kluwe et al 2010
  60. 60. CHASSIS O diagrama de esforços cortantes é um gráfico que descreve a variação dos esforços cortantes ao longo das seções transversais da estrutura. Melconian (1999),
  61. 61. CHASSIS O diagrama de momentos fletores é um gráfico que descreve a variação dos momentos fletores ao longo das seções transversais da estrutura. Melconian (1999),
  62. 62. Materiais
  63. 63. RODA COMPACTADORA Representação esquemática do trabalho da roda compactadora MODOLO, A.J., 2006
  64. 64. RODA COMPACTADORA
  65. 65. SISTEMA DE TRANSMISSÃO Engrenagens são rodas com dentes padronizados que servem para transmitir movimento e força entre dois eixos. Muitas vezes, as engrenagens são usadas para variar o número de rotações e o sentido da rotação de um eixo para o outro PADOIN et al, 2010. .
  66. 66. Os dentes são um dos elementos mais importantes das engrenagens. Observe, no detalhe, as partes principais do dente de engrenagem. SISTEMA DE TRANSMISSÃO
  67. 67. SISTEMA DE TRANSMISSÃO e = espessura - é a medida do arco limitada pelo dente, sobre a circunferência primitiva (determinada pelo diâmetro primitivo); v = vão - é o vazio que fica entre dois dentes consecutivos; P = passo - é a soma dos arcos da espessura e do vão (P = e + v); a = cabeça - é a parte do dente que fica entre a circunferência primitiva e a circunferência externa da engrenagem; b = pé - é a parte do dente que fica entre a circunferência primitiva e a circunferência interna (ou raiz); h = altura - corresponde à soma da altura da cabeça mais a altura do pé do dente.
  68. 68. SISTEMA DE TRANSMISSÃO O módulo corresponde à altura da cabeça do dente (M = a) e serve de base para calcular as demais dimensões dos dentes. É com base no módulo e no número de dentes que o fresador escolhe a ferramenta para usinar os dentes da engrenagem. Mais tarde, a verificação da peça executada também é feita em função dessas características.
  69. 69. SISTEMA DE TRANSMISSÃO O sistema módulo é a relação entre o diâmetro primitivo, em milímetros, e o número de dentes.
  70. 70. DIMENSIONAMENTO

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