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Parentela corporal e espiritual[681]

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Mensagem espírita

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Parentela corporal e espiritual[681]

  1. 1. � ponto pac�fico em todas as religi�es que a fam�lia � uma das mais importantes associa��es existentes na Terra, se n�o a mais importante. Com a doutrina esp�rita, que nos traz em seus pilares a l�gica absoluta da reencarna��o, o conceito da fam�lia se expande, pois vai muito al�m dos la�os consangu�neos. O entendimento das dificuldades existentes dentro do lar ganha explica��o clara e l�cida. Passamos a entender porque temos mais afinidade com um do que com outro. Compreendemos porque um amigo muitas vezes � aquele irm�o que tanto gostar�amos de ter. Percebemos as tramas dos enganos entre familiares que se engalfinham pelos bens materiais.
  2. 2. O porqu� das trag�dias familiares, trai��es, crimes, abandonos, rejei��es, tantos abortos, tantas decep��es. Embora o retrato das nossas fam�lias se revele muitas vezes desanimador e assustador, � com a Doutrina Esp�rita que vamos entender que cada um est� fazendo o melhor que pode. Que os erros de hoje ser�o corrigidos amanh�. Errar � uma forma de aprendizado dentro das leis de Deus. Vamos come�ar a entender. O que � a fam�lia? Fam�lia, n�s podemos definir como um conjunto de pessoas que possuem um grau de parentesco entre si, que vivem na mesma casa, formando um lar. Geralmente ela � composta por um pai, uma m�e, um filho, ou mais.
  3. 3. Essa � a fam�lia que n�s conhecemos. S� que a nossa sociedade, o nosso mundo, est� passando por uma s�rie de transforma��es. Hoje, no nosso dia a dia, n�s n�o vemos s� esse tipo de fam�lia, n�o � verdade? Quais os tipos de fam�lias que temos visto? Vamos falar de alguns. Por exemplo: n�s temos hoje a fam�lia monoparental, que ocorre quando apenas um dos pais de uma crian�a arca com as responsabilidades de criar o filho ou os filhos. Tal fen�meno ocorre, por exemplo, quando o pai n�o reconhece o filho e abandona a m�e, quando um dos pais morre ou quando os pais dissolvem a fam�lia pela separa��o.
  4. 4. Normalmente, depois da separa��o do casal, os filhos ficam sob os cuidados ou da m�e ou, mais raramente, do pai. N�s encontramos tamb�m a fam�lia comunit�ria. � aquela fam�lia onde h� v�rios adultos. Isso acontece quando o casal vai morar com os pais ou com os sogros, e todo mundo d� palpite. Temos, tamb�m, e essa � mais moderna e cresce a cada dia. N�o estou aqui para jugar; dizer se est� certo ou est� errado, mas, a cada dia, aumenta a fam�lia arco-�ris, que � aquela formada por um casal homossexual. �s vezes, fazem ado��o de uma crian�a. Agora, n�s temos que entender o objetivo da fam�lia � o amor. E onde h� amor, Deus est� presente.
  5. 5. O lar � a escola das almas, o templo onde a sabedoria divina nos habilita, pouco a pouco, ao grande entendimento da Humanidade. Um caso para pensarmos: existe a fam�lia perfeita? Eu n�o conhe�o. E por que que ela n�o � perfeita? Segundo o Evangelho de Jesus, os la�os de sangue n�o criam for�osamente os v�nculos entre os Esp�ritos. O corpo procede do corpo, mas o Esp�rito n�o procede do Esp�rito, porquanto o Esp�rito j� existia antes da forma��o do corpo. N�o � o pai quem cria o Esp�rito de seu filho; ele j� vem pronto; ele mais n�o faz do que lhe fornecer o inv�lucro corp�reo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para faz�-lo progredir.
  6. 6. Quando n�s vamos analisar isso, na nossa ignor�ncia, no nosso plano terrestre, n�s vemos que est� tudo errado, as fam�lias n�o se amam, porque estamos buscando explica��o no plano material. O Esp�rito traz com sigo mil�nios de experi�ncias. N�s analisamos muito pelo imediatismo, e Jesus deixou bem claro para n�s l� atr�s, que esses la�os s�o formados na Espiritualidade. Qual a diferen�a entre o parentesco material (corporal) e o parentesco espiritual, segundo a Doutrina Esp�rita? O parentesco material � a uni�o na fam�lia de acordo com os la�os consangu�neos e o parentesco espiritual � a nossa verdadeira fam�lia pela uni�o dos gostos, dos sentimentos, das afinidades.
  7. 7. Enfim, pela reuni�o do entendimento de que todos somos irm�os. Como entender a quest�o das fam�lias terrenas e espirituais? A constitui��o dos la�os de fam�lia � uma necessidade do Esp�rito. A fam�lia terrena � um instrumento para a constru��o da fam�lia espiritual. Por que h� tanta briga de irm�os em fam�lia? Como pode se explicar que dois irm�os numa mesma casa sejam como estranhos e n�o consigam se relacionar? Porque n�o est�o ligados pelos reais la�os de afetividade. S�o esp�ritos que se re�nem para transformar desenganos que normalmente tem raiz no passado. Os que encarnam numa fam�lia, sobretudo como parentes pr�ximos, s�o, as mais das vezes, Esp�ritos simp�ticos, ...
  8. 8. ... ligados por anteriores rela��es, que se expressam por uma afei��o rec�proca na vida terrena. Mas, tamb�m pode acontecer que sejam completamente estranhos uns aos outros esses Esp�ritos, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem na Terra por um m�tuo antagonismo, que a� lhes serve de prova��o. N�o s�o os da consanguinidade os verdadeiros la�os de fam�lia e sim os da simpatia e da comunh�o de ideias, os quais prendem os Esp�ritos antes, durante e depois de suas encarna��es. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irm�os pelo Esp�rito, do que se o fossem pelo sangue.
  9. 9. Podem ent�o atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irm�os consangu�neos podem repelir-se, conforme se observa todos os dias: problema moral que s� o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das exist�ncias. H�, pois, duas esp�cies de fam�lias: as fam�lias pelos la�os espirituais e as fam�lias pelos la�os corporais. Dur�veis, as primeiras se fortalecem pela purifica��o e se perpetuam no mundo dos Esp�ritos, atrav�s das v�rias migra��es da alma; as segundas, fr�geis como a mat�ria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, j� na exist�ncia atual.
  10. 10. Quem s�o meus irm�os, quem � minha m�e, quem � meu pai? Se falarmos em termos f�sicos, n�o temos d�vida, meu pai � Seu Fulano, minha m�e � Dona Beltrana, e meus irm�os s�o os cicranos. Quando abrimos as p�ginas evang�licas, nos deparamos com Jesus Cristo num momento muito peculiar, dentre os momentos peculiares de Sua vida. Quero me referir �quele no qual alguns amigos chegaram para anunciar-Lhe que l� fora estavam Sua m�e e Seus irm�os a cham�-lo. Jesus Cristo Se dirige ao mensageiro e retruca: Quem � meu pai, quem � minha m�e, quem s�o meus irm�os?
  11. 11. Meu pai, minha m�e, meus irm�os, s�o todos aqueles que cumprem a vontade do meu Pai Celestial. Contudo, a li��o de Jesus Cristo n�o era para aquele momento, era para todos os tempos. A li��o que nos cabe retirar dessa fala evang�lica do Nazareno � de que a nossa fam�lia � a Humanidade. Todos aqueles que fazem parte dessa irmandade gigantesca s�o nossos familiares, s�o nossos pais, nossas m�es, nossos irm�os. Nessa passagem de sua vida, apenas aproveitou a situa��o para esclarecer que antes de qualquer parentesco biol�gico, somos todos irm�os, na paternidade divina. E o que faz a liga��o espiritual � a afinidade de sentimentos, de pensamentos, de ideias e n�o os la�os de sangue.
  12. 12. Destacou assim, a diferen�a entre o parentesco corporal e o parentesco espiritual, que o espiritismo tornou bem compreens�vel, com a lei das reencarna��es, atrav�s das quais as fam�lias consangu�neas v�o se desfazendo, sendo englobadas, inseridas na fam�lia espiritual, que vai crescendo sempre, constitu�das pelos que aprenderam a se amar. O Evangelho segundo o Espiritismo trata, num de seus not�veis cap�tulos trazidos por Allan Kardec, ao nosso conhecimento, um que fala exatamente sobre isto: A parentela corporal, a parentela espiritual. Nenhum de n�s ignora que somos filhos de um grupo consangu�neo, de um grupo gen�tico.
  13. 13. Somos assemelhados ao nosso pai, � nossa m�e, Temos a estatura desse, a estatura daquele, os olhos parecidos com esse, a maneira de ser, biologicamente, muito parecida com aquela. Estamos sempre ligados ao nosso pai e a nossa m�e. Dizemos: Ele � alto como os av�s o foram. Ele � gordinho porque toda a fam�lia era assim. Carrega esse problema porque � gen�tico, carrega essa beleza porque � gen�tica. Sem a reencarna��o � imposs�vel o entendimento destas quest�es. Temos nossas reencarna��es sempre dentro de um mesmo grupo familiar? N�o. Somos conduzidos pelos gostos, pelas semelhan�as, pela lei de afinidade.
  14. 14. Logo esses fatores s�o predominantes na escolha da fam�lia, o que significa dizer que realmente ficamos pr�ximos dentro de um mesmo grupo. Ressaltando que a escolha da fam�lia se dar� de acordo com as nossas maiores necessidades, como esp�ritos imortais que somos. Por que sempre temos em nossas fam�lias pessoas que nem sempre amamos como dever�amos? E, temos amigos que gostar�amos que fossem parte de nossas fam�lias? Vamos pensar apenas numa pessoa que est� convivendo numa fam�lia dif�cil. Por que essa pessoa veio nessa fam�lia dif�cil? Considerando o fato que ao reencarnar ela fez a escolha, ou seja, ela escolheu conviver naquele grupo de Esp�ritos que hoje a faz sofrer.
  15. 15. Ningu�m � pai, m�e, filho ou irm�o � toa. O vinculo da consanguinidade, � um v�nculo que nos leva a fazer uma reflex�o: n�o estamos juntos na mesma fam�lia a toa. � para que aprendamos a amar, aparando as nossas arestas. � dif�cil? �. S� que � uma oportunidade. Est�o vendo como � preciso falar de esp�ritos para entendermos essas coisas? Quem � o amigo que amamos mais que o familiar, sen�o um esp�rito que j� conquistamos no passado pelos la�os de amor? Eis a Sabedoria Divina. Aproveita o nosso interesse pelos la�os consangu�neos, "amarrando-nos" uns aos outros, at� mesmo advers�rios, para podermos aprender a conviver e a nos amar.
  16. 16. Se fosse ficar por nossa conta, quando ir�amos ter a coragem de abra�ar, de beijar e dar carinho ao nosso inimigo (m�e e filho, por exemplo)? O que ocorre quando dois esp�ritos que h� mil�nios se odeiam e, ao reencarnarem juntos na mesma fam�lia, acabam por se destru�rem? (Vemos pela imprensa muitos casos de pais matando filhos e vice-versa, por exemplo) O que claramente vemos a� s�o os esp�ritos que se atraem at� mesmo pelos la�os do �dio e que Deus permite que venham junto no palco da vida para poderem, atrav�s do esquecimento de quem s�o, conseguirem deixar, pela conviv�ncia familiar, alguma marca que, mais tarde, apesar do crime, surgir� como apoio em suas vidas.
  17. 17. REFLEX�O: Nessa arena de aprendizado que � a Terra, o homem recebeu a miss�o de evoluir em espiritualidade, pois, foi criado simples e ignorante. Simples porque nada tinha, e ignorante porque nada sabia, al�m das experi�ncias registradas em seu instinto. Foi dotado de intelig�ncia e livre-arb�trio para que pudesse aprender na vida de rela��o com seu semelhante. De degrau em degrau, de experi�ncia em experi�ncia, de encarna��o em encarna��o, o homem oportuniza o exerc�cio da rela��o com seu semelhante e amplia sua percep��o para o significado do amor incondicional.
  18. 18. Jesus ao vir � Terra orientar seus irm�os em Deus, falou diversas vezes por par�bolas para que, ao longo do tempo, cada um pudesse tirar delas a compreens�o necess�ria. Mas, s� falou por par�bolas sobre assuntos mais ou menos abstratos de Sua doutrina de amor. Na parte b�sica, na parte fundamental, foi sempre direto, principalmente no estabelecimento da lei maior, da lei de justi�a, amor e caridade. N�o usou meias palavras e buscou exemplificar o seu cumprimento. Entretanto, mesmo tendo recebido a mensagem de amor de forma direta, sem rodeios, nem historinhas, o homem n�o foi capaz de entend�-la, de incorpor�-la � sua exist�ncia. Da� os conflitos, os desentendimentos, a luta por interesses particulares.
  19. 19. Muitos s�o os cen�rios nos quais o homem gravite e desempenha o seu papel em todos eles. No entanto, deve tirar li��es necess�rias para a sua evolu��o espiritual. Como disse, o homem gravita em cen�rios diversos: na fam�lia, na sociedade, no trabalho, na religi�o. E, em todos eles, busca representar o papel adequado. Por�m, � importante ressaltar que o cen�rio dom�stico, o cen�rio da fam�lia, � o mais repleto de experi�ncias, e constitui-se na primeira oficina de burilamento espiritual. Na fam�lia, encontramos os afetos e os desafetos de outras eras, de outras experi�ncias que, assim como n�s, necessitam vencer a si pr�prios e aprender a conviver com irmandade e amor.
  20. 20. Deus nos concede a miseric�rdia do esquecimento do passado para que consigamos manter rela��es equilibradas com o mundo em seus diferentes cen�rios. Se assim n�o fosse, tornar-se-ia muito dif�cil refazer caminhos, retomar experi�ncias passadas, equilibrar o que foi desequilibrado, convivendo uns com os outros, credores e devedores. � na fam�lia, portanto, que est�o nossas maiores provas e nossas maiores oportunidades. Assim, sendo, devemos abra��-las com todo esfor�o, com toda determina��o e resigna��o para conseguirmos atrav�s da ajuda m�tua e da compreens�o adquirirmos valores do amor incondicional.
  21. 21. Como j� vivemos muitas vezes a prova da mat�ria, j� tivemos rela��es com muitos irm�os, muitos pais, muitas m�es, muitos filhos. Muitos irm�os do caminho compartilharam conosco as experi�ncias da vida na carne. Portanto, podemos concluir que nossa parentela espiritual � imensa, ultrapassando mesmo os limites de nossa percep��o. Poder�amos at� dizer que o mundo em si � uma grande fam�lia, embora ainda n�o se comporte como tal. Alguns de n�s percebem e aproveitam as oportunidades concedidas e adiantam-se. Outros tornam-se rebeldes renitentes e teimam em se manterem nas posi��es da incompreens�o, da dureza de cora��o e, por conseguinte, n�o conseguem se desprenderem das algemas do orgulho, ...
  22. 22. ... da intemperan�a, da cupidez, da ilus�o material. Costumo dizer que ningu�m pode percorrer o caminho por ningu�m. Ningu�m pode ser considerado respons�vel pelo insucesso do outro uma vez que, a todos compete viver suas pr�prias experi�ncias. O livre-arb�trio induz � responsabilidade individual, apesar de vivermos rela��es coletivas, interagindo uns com os outros. A cada um ser� dado conforme o que tiver edificado. Assim, caro irm�o, cara irm�, observa a sua conduta dentro da fam�lia. Por mais singela que ela possa ser, procure desenvolver a paci�ncia e a toler�ncia com seus companheiros de jornada familiar.
  23. 23. Se voc� lida com parente dif�cil, prova que lhe parece insuport�vel, percebe que ela � necess�ria e que, por escolha ou por imperativo, ela lhe foi concedida para o desenvolvimento da sua luz espiritual. Se hoje j� conseguimos perceber uma t�nue luz espiritual a nos apontar o caminho, devemos exercitar a toler�ncia, a humildade, e estender a m�o �queles que ainda teimam em se manterem � margem da estrada. Todos que aqui estamos, neste planeta de expia��es e provas, somos carentes de afeto, carentes de miseric�rdia, carentes de indulg�ncia para nossas faltas.
  24. 24. Colhemos hoje o que semeamos no passado. Somos pecadores contumazes, e esse fato por si s� j� n�o nos autoriza a julgarmos quem quer que seja. Assim, se hoje nos sentimos ofendidos, devemos expandir nossos sentimentos e aprender a perdoar. Se hoje sofremos as consequ�ncias dos conflitos humanos, e somos bafejados pela ingratid�o daqueles que nos s�o caros, devemos agradecer a experi�ncia concedida, e tirar dela a oportunidade de amparar e suportar nossas dores com resigna��o. A fam�lia terrestre � a grande oficina de aprendizado. � a escola das almas, que permitir� o nosso acesso aos planos sublimes ou a perman�ncia nos planos de sofrimento e dor.
  25. 25. Aproveitemos, pois, as oportunidades de conviver e aprender com os irm�os dif�ceis da jornada terrestre. Muita Paz! Visite o meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br A servi�o da Doutrina Esp�rita; com estudos comentados, cujo objetivo � levar as pessoas a uma reflex�o sobre a vida. Leia Kardec! Estude Kardec! Pratique Kardec! Divulgue Kardec! O amanh� � sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!

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