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Anais XV Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica 2016

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Resumos dos trabalhos apresentados no XV Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica, Rio de Janeiro, RJ, 2016

Publicado en: Educación
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Anais XV Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica 2016

  1. 1. ANAIS Apoio: 15 – 19 DE Novembro 2016 Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  2. 2. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DIRETORIA BIÊNIO 2014-2016 Teresa Cristina Cardoso Fonseca Presidente Joaquim Caetano de Aguirre Neto 1º Vice-presidente Sima Esther Ferman 2º Vice-presidente Alayde Vieira Wanderlei 1º Secretário Carla Renata Donato Macedo 2º Secretário Gustavo Ribeiro Neves 1º Tesoureiro Claudia Lacman Epelman 2º Tesoureiro XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA PRESIDENTE DO CONGRESSO Sima Esther Ferman COMISSÃO CIENTÍFICA Adriana Seber Eric Kunizaki Nina Gomes Costa Alexandre Ferreira Oliveira Erica Fontes Nivaldo Barroso de Pinho Aluízio Augusto Semblano Evandro Lucena Priscila dos Santos Maia Lemos Ana Beatriz Rocha Bernat Fernando de Almeida Werneck Regina Aparecida Garcia de Lima Ana Lygia Pires Melaragno Fernando Regla Vargas Ricardo Vianna de Carvalho Annemeri Livinalli Joana Paula P. da Silva Robson Freitas de Moura Antonio Sergio Petrilli Jorge Leandro do Souto Monteiro Sidnei Epelman Arli Melo Pedrosa Juliana Pepe Marinho Simone de Campos Vieira Abib Beatriz de Camargo Karina Viani Simone de Oliveira Coelho Carla Renata Pacheco Donato Macedo Marcelo Gerardin Poirot Land Tatilla Rangel Lobo Braga Claudia Lancman Epelman Maria do Socorro Pombo de Oliveira Teresa Cristina Cardoso Fonseca Cláudio Galvão de Castro Jr. Mario Jorge Sobreira Waldir Veiga Pereira Elisangela da Costa Lima Dellamora Mauricio Macedo Wanélia Vieira Afonso COMISSÃO ORGANIZADORA LOCAL Arissa Ikeda Suzuki Debora de Wylson Gomes de Mattos Sima Esther Ferman Daniela Leite Fernanda Ferreira da Silva Lima Soraia Rouxinol COMISSÃO AVALIADORA Adriana Seber Karina Viani Tattila Rangel Ana Lygia Pires Melaragno Luiz Fernando Lopes Priscila dos Santos Maia Lemos Annemeri Livinalli Luiz Gonzaga Tone Regina Aparecida Garcia de Lima Arli Melo Pedrosa Maria Lucia de Martino Lee Renato Melaragno Carlos Alberto Scrideli Mariana Emerrenciano Silvia Regina Caminada de Toledo Claudia Lancman Epelman Marília Fornaciari Grabois Simone de Campos Vieira Abib Cláudio Galvão de Castro Jr. Mauricio Macedo Simone de Oliveira Coelho Fernanda Ferreira da Silva Lima Nina Gomes Costa Simone dos Santos Aguiar Luiz Fernando Bouzas Nivaldo Barroso de Pinho Vicente Odone Filho COMISSÃO PREMIO NÚBIA MENDONÇA Cláudio Galvão de Castro Jr. José Carlos Martins Córdoba Mara Albonei Dudeque Pianovski COMISSÃO PREMIO RHOMES AUR Cláudio Galvão de Castro Jr. José Carlos Martins Córdoba Mara Albonei Dudeque Pianovski
  3. 3. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA MENSAGEM DA PRESIDENTE É com grande alegria que convidamos a todos para participarem do XV Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica, que ocorrerá no Rio de Janeiro, no período de 15 a 19 de novembro de 2016. Este é um evento com grande tradição e de periodicidade bienal, organizado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE). De acordo com as últimas edições, contamos com a participação de mais de 1000 congressistas. Nos últimos anos tem havido uma diminuição importante da mortalidade por câncer em crianças e adolescentes nos países de alta renda. Entretanto, no nosso continente ainda enfrentamos muitos desafios para atingir estes resultados. O tema central do nosso congresso é o controle do câncer pediátrico. Nosso objetivo é abordar estratégias de intervenção nos diversos níveis de prevenção dos tumores que ocorrem em crianças e adolescentes, para reduzir o impacto do câncer na comunidade, detectar precocemente, aprimorar o tratamento, aumentar os índices de cura e melhorar a qualidade de vida dos sobreviventes. Pretendemos estimular a participação e a integração dos profissionais de saúde: profissionais da atenção básica, médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, farmacêuticos, nutricionistas, dentistas, biólogos, pesquisadores assim como pais e pacientes, professores, sociedade civil e governo. Desenvolvemos cuidadosamente uma programação científica com temas de interesse de modo geral, assim como as particularidades do enfrentamento da doença em nosso meio. Somente através de um esforço conjunto e coordenado das ações, será possível avançar no controle do câncer pediátrico. Em 2016 a SOBOPE sedia o ASPHO Essentials (American Society of Pediatric Hematology and Oncology), na América Latina, em que serão abordados temas de oncohematologia, oncologia e patologias hematológicas benignas. E o também o Encontro anual do grupo latino americano em oncologia pediátrica GALOP. O Rio de Janeiro, cidade sede das Olimpíadas de 2016, possui muitos atrativos como belas praias e muito verde, além do Pão de Açúcar, Morro do Corcovado, Cristo Redentor, Jardim Botânico, e muito mais. Esperamos recebe-los na nossa cidade maravilhosa com muito carinho, com programação científica e social planejadas com muito cuidado, para que possamos estimular discussões, trocar experiências e desenvolver redes de cooperação para juntos construirmos melhores práticas no controle do câncer pediátrico. Dra. Sima Ferman Presidente do XV Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica – SOBOPE
  4. 4. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ORAIS.............................................................................................................................................................................................. 17 CIRURGIA ........................................................................................................................................................................................... 17 ESPECTRO DA LAPAROSCOPIA EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ....................................................................................................... 17 REPARO DE AORTA ABDOMINAL POR BYPASS COM VEIA JUGULAR INTERNA EM GANGLIONEUROBLASTOMA.......................... 17 TUMOR DE WILMS COM INVASÃO DE VEIA CAVA INFERIOR: CLASSIFICAÇÃO E TRATAMENTO CIRÚRGICO................................ 18 DIAGNÓSTICO PRECOCE..................................................................................................................................................................... 18 CONHECIMENTO DOS ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM SOBRE AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DO CÂNCER INFANTOJUVENIL.. 18 ENFERMAGEM................................................................................................................................................................................... 19 O ATRASO NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER PEDIÁTRICO E SEUS FATORES INFLUENCIADORES NO ÂMBITO DO ITINERÁRIO TERAPÊUTICO............................................................................................................................................................................... 19 A COMUNICAÇÃO NOS CUIDADOS PALIATIVOS ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO: A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA E INSTRUMENTO FACILITADOR DO CUIDADO DOMICILIAR...................................................................................... 19 A UTILIZAÇÃO DO CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA (PICC) EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ........................................ 20 AVALIAÇÃO DA FADIGA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES HOSPITALIZADOS COM CÂNCER......................................................... 20 COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS: EXPERIÊNCIAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CUIDADO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER ............................................................................................................................................................................... 21 COMUNICAÇÃO: PERCEPÇÃO DE MÃES DE CRIANÇAS COM CÂNCER .......................................................................................... 21 CONHECIMENTO FAMILIAR SOBRE OS DIREITOS LEGAIS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COM CÂNCER.................................. 22 CUIDAR BRINCANDO: O USO DO BRINQUEDO TERAPÊUTICO NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA22 EXPERIÊNCIA FINANCEIRA DE FAMILIARES COM OS CUIDADOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER ......................... 23 FATORES QUE PODEM AFETAR A FADIGA E A QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER HOSPITALIZADOS................................................................................................................................................... 23 NARRATIVAS DE FAMÍLIAS DE CRIANÇAS COM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA NO ITINERÁRIO DO CUIDADO DE SAÚDE.............. 24 NECESSIDADE DE INFORMAÇÃO DOS PAIS DE CRIANÇAS EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO........................................................ 24 O IMPACTO DO BRINQUEDO TERAPÊUTICO NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM JUNTO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO: MUDANÇAS DE PARADIGMA................................................................................................................................... 25 PERDA DE CATETER VENOSO CENTRAL DE CURTA PERMANÊNCIA POR CATETER/DIA COMO INDICADOR DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM HOSPITAL ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO............................................................................................................ 25 PERFIL DE PACIENTES COM RADIODERMITE GRAUS III E IV DE UM SERVIÇO DE RADIOTERAPIA PEDIÁTRICA ............................. 26 EPIDEMIOLOGIA................................................................................................................................................................................. 26 ALCANÇANDO SOBREVIDA DE PRIMEIRO MUNDO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA. COMO A ORGANIZAÇÃO DE UM REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER PERMITIU A ANÁLISE DE MAIS DE 6000................................................................... 26 FARMÁCIA.......................................................................................................................................................................................... 27 INCIDÊNCIA DE CÂNCER DE COLO DE ÚTERO EM ADOLESCENTES E ADULTAS JOVENS (15 A 29 ANOS) NO BRASIL .................... 27 SEGURANÇA DO PACIENTE ONCOLÓGICO: PREVENÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EM UM HOSPITAL PEDIÁTRICO DE ALTA COMPLEXIDADE ......................................................................................................................................... 27 LEUCEMIAS/ SMD/ SMP..................................................................................................................................................................... 28 ACOMPANHAMENTO DA RESPOSTA CITOGENÉTICA E MOLECULAR EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM LEUCEMIA MIELOIDE CRÔNICA PH+ EM USO DE IMATINIBE: 12 ANOS DE USO EM UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO ............................................................. 28 MULTIDISCIPLINAR - PSICOLOGIA, TO, EDUCAÇÃO............................................................................................................................ 28
  5. 5. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DO USO DO LASER DE BAIXA POTÊNCIA NA PROFILAXIA E TRATAMENTO DE MUCOSITE ORAL EM PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS..................................................................................................................................... 28 AVALIAÇÃO DA VARIAÇÃO DO NÍVEL DE ESTRESSE EM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E SEUS PAIS, DURANTE OS PRIMEIROS SEIS MESES DE TRATAMENTO ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO .................................................................................................................. 29 CONSTRUÇÃO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA.............................................. 29 CRIANDO PROJETOS COM ADOLESCENTES EM UMA ENFERMARIA ONCOLÓGICA - UMA AÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL (TO) ..................................................................................................................................................................................................... 30 DEFICIÊNCIA VISUAL: A NECESSIDADE DA (RE) ORGANIZAÇÃO FAMILIAR PARA INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM RETINOBLASTOMA ..................................................................................................................................................................................................... 30 HOSPICE : UM ESPAÇO PARA DIGNIFICAR A VIDA COM A ARTE................................................................................................... 31 IMPASSES NO REINGRESSO ESCOLAR DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM TRATAMENTO ONCO-HEMATOLÓGICO: IMPASSES E DESAFIOS INTRA E EXTRA MUROS HOSPITALARES ....................................................................................................................... 31 O IMPACTO DOS TUMORES PEDIÁTRICOS E SEU TRATAMENTO NA QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO DE UMA COORTE HOSPITALAR....................................................................................................................................... 32 PERFIL DA ASSISTÊNCIA FISIOTERAPÊUTICA AMBULATORIAL EM CRIANÇAS PORTADORAS DE TUMOR DE FOSSA POSTERIOR .. 32 RASTREIO DE RISCO PSICOSSOCIAL NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER INFANTOJUVENIL, POR MEIO DO INSTRUMENTO PSYCHOSOCIAL ASSESSMENT TOOL (PAT 2.0) .............................................................................................................................. 33 TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO EM SOBREVIVENTES DE CÂNCER INFANTIL E FAMILIARES................................. 33 NUTRIÇÃO.......................................................................................................................................................................................... 34 AVALIAÇÃO DO TEMPO DE JEJUM, PERDA PONDERAL E ESTADO NUTRICIONAL EM PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS SUBMETIDOS À RADIOTERAPIA SOB SEDAÇÃO ............................................................................................................................ 34 COMPARAÇÃO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA E COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL DA DIETA PEDIÁTRICA PADRÃO COM DIETA PARA NEUTROPÊNICOS EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ................................................................................... 34 SCAN: APLICAÇÃO DE UMA NOVA FERRAMENTA DE TRIAGEM NUTRICIONAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER HOSPITALIZADOS.......................................................................................................................................................................... 35 ONCOGENÉTICA................................................................................................................................................................................. 35 DETECÇÃO DE DELEÇÕES DO GENE IKZF1 POR TÉCNICA SIMPLIFICADA E DE BAIXO CUSTO DE RT-PCR E SEU IMPACTO NO PROGNÓSTICO NA LLA DA INFÂNCIA............................................................................................................................................ 35 ESTUDO DE MECANISMOS EPIGENÉTICOS EM TUMORES DE FÍGADO: ANÁLISE DA EXPRESSÃO DE GENES REGULADORES DA MAQUINARIA EPIGENÉTICA EM HEPATOBLASTOMA. .................................................................................................................. 36 POLIMORFISMO MTHFR C677T E RISCO PARA LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA PEDIÁTRICA ................................................. 36 RETINOBLASTOMA............................................................................................................................................................................. 37 QUIMIOTERAPIA INTRA-ARTERIAL COMO UMA ALTERNATIVA À ENUCLEAÇÃO EM PACIENTES COM RETINOBLASTOMA INTRAOCULAR .............................................................................................................................................................................. 37 PÔSTER........................................................................................................................................................................................... 38 CIRURGIA ........................................................................................................................................................................................... 38 ABDOME AGUDO EM PRÉ ESCOLAR: SUSPEITA DE APENDICITE QUE ERA LINFOMA DE BURKITT................................................ 38 CARCINOMA MUCOEPIDERMÓIDE INTRAÓSSEO DE MANDÍBULA EM ADOLESCENTE: ABORDAGEM CIRÚRGICA ....................... 38 HEPATECTOMIA LAPAROSCÓPICA EM CRIANÇA DE 1 ANO. QUAIS DISPOSITIVOS PODEM SER USADOS? ................................... 39 INVAGINAÇÃO DE INTESTINO DELGADO SECUNDÁRIA A LINFOMA DE BURKITT NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO ...................... 39 PERICARDIOSTOMIA VIDEO ASSISTIDA COM ANFOTERICINA INTRAPERICÁRDICA PARA ASPERGILOSE INVASIVA EM PACIENTE DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA............................................................................................................................................... 40 SÍNDROME DE ZOLLINGER-ELLISON NA FAIXA ETÁRIA PEDIÁTRICA. RELATO DE CASO. ............................................................... 40 TUMOR GÁSTRICO EM PEDIATRIA: RELATO CIRÚRGICO DE UM CASO DE RABDOMIOSSARCOMA EM CRIANÇA DE 9 ANOS ...... 41
  6. 6. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA TUMOR SÓLIDO-CÍSTICO PSEUDOPAPILAR DO PÂNCREAS (TUMOR DE GRUBER-FRANTZ) NA FAIXA ETÁRIA PEDIÁTRICA – SÉRIE DE CASOS...................................................................................................................................................................................... 41 CUIDADOS PALIATIVOS...................................................................................................................................................................... 42 AÇÕES DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DE CRIANÇAS COM CÂNCER EM TRATAMENTO PALIATIVO............................................ 42 CARACTERIZAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER EM CUIDADOS PALIATIVOS: SUBSÍDIOS PARA O CUIDADO DE ENFERMAGEM.............................................................................................................................................................................. 42 CUIDADOS PALIATIVOS ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS NA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR: PERFIL DEMOGRÁFICO SÓCIO-CULTURAL E CLÍNICO ........................................................................................................................................................................................ 43 DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM À CRIANÇA EM CUIDADOS PALIATIVOS NO FIM DA VIDA...................................................... 43 DO AMBULATÓRIO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA À ENFERMARIA ONCOLÓGICA E À CASA DE APOIO - O CAMINHO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR EM CUIDADOS PALIATIVOS. .......................................................................................................................... 44 RELATO DE EXPERIÊNCIA: HUMANIZAÇÃO, DIVERSIDADE E ESPIRITUALIDADE EM CUIDADOS PALIATIVOS................................ 44 TERAPIA COM 131I-MIBG EM PACIENTES PORTADORES DE NEUROBLASTOMA ALTO RISCO EM CUIDADOS PALIATIVOS. ......... 45 ÚLCERA TERMINAL DE KENNEDY EM UMA CRIANÇA COM NEUROBLASTOMA REFRATÁRIO....................................................... 45 USO DE CICLOFOSFAMIDA E TOPOTECANO ORAL COMO QUIMIOTERAPIA PALIATIVA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UM ESTUDO RETROSPECTIVO DE 10 ANOS......................................................................................................................................... 46 DIAGNÓSTICO PRECOCE..................................................................................................................................................................... 46 A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER INFANTIL: RELATO DE CASO ............................................................. 46 ANALISE DE ESTADIAMENTO EM CRIANÇA E ADOLESCENTES EM HOSPITAL DE REFERÊNCIA...................................................... 47 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E A CAPACITAÇÃO SOBRE CÂNCER INFANTOJUVENIL: UM CAMINHO DE POSSIBILIDADES ......... 47 PROGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER INFANTO-JUVENIL ......................................................................................... 48 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER INFANTOJUVENIL....................... 48 EFEITOS TARDIOS............................................................................................................................................................................... 49 CÂNCER DE BOCA APÓS TRANSPLANTE DE CÉLULAS TRONCO HEMATOPOIÉTICAS EM PACIENTE JOVEM: RELATO DE CASO..... 49 CARCINOMA MUCOEPIDERMÓIDE DE GLÂNDULA PARÓTIDA APÓS TRATAMENTO DE LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA: RELATO DE CASO............................................................................................................................................................................................. 49 EFEITOS ADVERSOS TARDIOS RELACIONADOS AO TRATAMENTO DO CÂNCER NA INFÂNCIA: ESTUDO DE CASO CONTROLE...... 50 HIPERPLASIA NODULAR FOCAL EM PACIENTE PÓS TRATAMENTO DE RABDOMISSARCOMA DE BEXIGA..................................... 50 INCIDÊNCIA E PERFIL DE EFEITOS ADVERSOS TARDIOS DECORRENTES DO TRATAMENTO ONCOLOGICO EM SETOR DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA NO PERÍODO DE 2000 A 2016.............................................................................................................. 51 LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA APÓS TRATAMENTO PARA LINFOMA NÃO- HODGKIN ................................................................... 51 LEUCEMIA PROMIELOCÍTICA AGUDA VARIANTE HIPOGRANULAR SECUNDÁRIA A NEUROBLASTOMA IV PALIATIVO TRATADO COM ETOPOSIDE ORAL................................................................................................................................................................. 52 OSTEOPETROSE MALÍGNA: UMA DÉCADA APÓS TRANSPLANTE DE MEDULA.............................................................................. 52 PREOCUPAÇÕES E INCERTEZAS DE SOBREVIVENTES AO CÂNCER NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA RELATIVAS À FERTILIDADE ..................................................................................................................................................................................................... 53 PREVALÊNCIA DE SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES CURADOS DE CÂNCER PEDIÁTRICO................................................. 53 RELATO DE CASO DE LLA DE CÉLULAS T COM HISTÓRICO DE ASTROCITOMA PILOCITICO ........................................................... 54 ENFERMAGEM................................................................................................................................................................................... 54 ACOMPANHAMENTO DE EXTRAVASAMENTOS DE DROGAS ANTINEOPLÁSICAS NOS PACIENTES EM TRATAMENTO EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIATRICA......................................................................................................................................... 54 ASSISTÊNCIA AO PACIENTE ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO: O CUIDADO CENTRADO NO ENFERMEIRO............................................ 55 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM EXTRAVASAMENTO DE MEIO DE CONTRASTE EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ...................... 55
  7. 7. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO MANEJO DO CATETER HICKMAN EM AMBULATÓRIO APÓS TCH............................................... 56 AUDITORIA DE ENFERMAGEM DAS NÃO CONFORMIDADES NA ENFERMARIA DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA .............................. 56 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES HOSPITALIZADOS COM CÂNCER ..................................................................................................................................................................................................... 57 BUNDLE DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA RELACIONADA AO CATETER: MEDIDAS RELACIONADAS À MANUTENÇÃO DE CATETER VENOSO CENTRAL NA UTI ONCOLÓGICA PEDIÁTRICA..................................................................... 57 CONSULTA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO: PROPOSTA DE UM INSTRUMENTO PARA APLICAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM................................................................................................................................................. 58 CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE PEDIÁTRICO SUBMETIDO À QUIMIOTERAPIA INTRAPERITONEAL HIPERTÉRMICA . 58 CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE SUBMETIDO À ANESTESIA GERAL PARA RADIOTERAPIA......................................... 59 ELABORAÇÃO DE UM MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE QUIMIOTERÁPICOS PARA A EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UM SERVIÇO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA.......................................................................................................................................... 59 EMERGÊNCIA CARDIOLÓGICA EM UM AMBULATÓRIO DE QUIMIOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA ...................................... 60 EMERGÊNCIA RESPIRATÓRIA EM UM AMBULATÓRIO DE QUIMIOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA........................................ 60 HISTÓRICO E ANAMNESE EM PEDIATRIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA...................................................................................... 61 IMPLANTAÇÃO DA CARTILHA MULTIPROFISSIONAL INFANTIL PARA OTIMIZAR A ASSISTÊNCIA EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIATRICA.............................................................................................................................................................. 61 IMPLANTAÇÃO DE CHECK LIST PARA A SEGURANÇA DE DISPENSAÇÃO E A ADMINISTRAÇÃO DE DROGAS ANTINEOPLASICAS EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA................................................................................................................................ 62 IMPLANTAÇÃO DO PROJETO “CUIDANDO MAIS DE VOCÊ” EM SERVIÇO DE ONCOLOGIA AMBULATORIAL................................. 62 INDICADOR IDENTIFICAÇÃO SEGURA DE PACIENTES EM QUIMIOTERAPIA INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA ......................... 63 O APOIO NA PERPECTIVA DO ADOLESCENTE AMPUTADO PORTADOR DE OSTEOSSARCOMA: IMPLICAÇÕES PARA A ENFERMAGEM.............................................................................................................................................................................. 63 O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE) EM UM HOSPITAL ONCOLÓGICO INFANTO-JUVENIL......................................................................................................................................................................... 64 O IMPACTO DAS ORIENTAÇÕES DE ENFERMAGEM NO CONHECIMENTO DOS PACIENTES SOBREVIVENTES DO CÂNCER INFANTO- JUVENIL SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E A PREVENÇÃO PRIMARIA............................................................. 64 ORIENTAÇÃO DIDÁTICA EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PARA CRIANÇA QUE REALIZA MEDICAÇÃO DOMICILIAR............... 65 PERCEPÇÃO DE ACADÊMICAS DE ENFERMAGEM NO ESPAÇO DA BRINQUEDOTECA HOSPITALAR COM PACIENTES ONCOLÓGICOS ............................................................................................................................................................................. 65 PREVENÇÃO DE FLEBITE RELACIONADA À QUIMIOTERAPIA ANTINEOPLÁSICA UTILIZANDO HIDROCORTISONA ENDOVENOSA: UM RELATO DE CASO ................................................................................................................................................................... 66 PROCESSO DE PASSAGEM E RETIRADA DE CATETER VENOSO CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA –PICC DE UM HOSPITAL ESPECIALIZADO EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA: PERFIL DE ATENDIMENTO................................................................................... 66 PROTOCOLO DE CIRURGIA SEGURA DE UM HOSPITAL ESPECIALIZADO EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA......................................... 67 REFLEXÕES DA ASSISTÊNCIA DO ENFERMEIRO EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA À LUZ DA TEORIA DE ENFERMAGEM HUMANÍSTICA DE PATERSON E ZDERAD .............................................................................................................................................................. 67 SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO EXTRAVASAMENTO DE DROGAS VESICANTES: RELATO DE EXPERIÊNCIA .................... 68 USO DO COLCHÃO PNEUMÁTICO NA REDUÇÃO DE LESÕES POR PRESSÃO EM PACIENTE ONCOLÓGICO EM HOSPITAL INFANTIL DE ADMINISTRAÇÃO DIRETA DO ESTADO DE SÃO PAULO: ESTUDO DE CASO.............................................................................. 68 EPIDEMIOLOGIA................................................................................................................................................................................. 69 CÂNCER ABAIXO DE 60 DIAS DE VIDA: RELATO DE 16 CASOS....................................................................................................... 69 CÂNCER EM ADOLESCENTES E ADULTOS JOVENS: RELATO DE 340 CASOS................................................................................... 69 CÂNCER EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: CARACTERIZAÇÃO DO REGISTRO DE UM CENTRO DE REFERÊNCIA. .......................... 70 CÂNCER INFANTO-JUVENIL: CARACTERISTICAS CLÍNICAS DE PACIENTES DE HOSPITAL DO CÂNCER............................................ 70
  8. 8. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA CARACTERÍSTICAS DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE ONCOHEMATOLOGIA PEDIATRICA – RELAÇÃO ÓBITO/PATOLOGIA....................................................................................................................................................................... 71 EPIDEMIOLOGIA DO CÂNCER INFANTO-JUVENIL EM CENTRO DE REFERÊNCIA ESTADUAL DE 2010 A 2015................................ 71 EPIDEMIOLOGIA DO CÂNCER INFANTO-JUVENIL EM HOSPITAL REFERÊNCIA EM CÂNCER .......................................................... 72 INCIDÊNCIA DE DISTÚRBIO DE DEGLUTIÇÃO EM PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS COM DIAGNÓSTICO DE TUMOR DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL (SNC) DURANTE INTERNAÇÃO HOSPITALAR.................................................................................. 72 INCIDÊNCIA, MORTALIDADE E SOBREVIDA DAS LEUCEMIAS MIELÓIDES EM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS JOVENS NO BRASIL: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL................................................................................................................................... 73 MAPEAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTO-JUVENIL.............................................................................................. 73 ONCOLOGIA PEDIÁTRICA: MAPA DE UMA REGIÃO ...................................................................................................................... 74 PERFIL CLÍNICO E DEMOGRÁFICO DE CRIANÇAS COM CÂNCER E CANDIDEMIA EM SERVIÇO DE REFERÊNCIA ............................ 74 PERFIL CLINICO-EPIDEMIOLOGICO DE PACIENTES COM LINFOMA DE HODGKIN ACOMPANHADOS EM HOSPITAL DE REFERENCIA EM ONCOPEDIATRIA..................................................................................................................................................................... 75 PERFIL DE PACIENTES ACOMPANHADOS PELO AMBULATÓRIO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA...................................................... 75 PERFIL DOS ACOMPANHANTES DE PACIENTES SUBMETIDOS AO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA ......................................... 76 PERFIL DOS PACIENTES INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA: A EXPERIÊNCIA DE UMA INSTITUIÇÃO ONCOLÓGICA................................................................................................................................................................................ 76 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE SERVIÇO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA............................................................................................ 77 PERFIL MICROBIOLÓGICO DE INFECÇÕES DE CORRENTE SANGUÍNEA EM UMA PEDIATRIA ONCOLÓGICA.................................. 77 PREVALÊNCIA DE TOXOPLASMOSE EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA ......................................... 78 TUMORES ÓSSEOS EM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS JOVENS NO BRASIL: TENDÊNCIAS DE INCIDÊNCIA E MORTALIDADE.............................................................................................................................................................................. 78 FARMÁCIA.......................................................................................................................................................................................... 79 AVALIAÇÃO DOS LOCAIS DE AQUISIÇÃO DOS MEDICAMENTOS PRESCRITOS PARA ALTA HOSPITALAR EM UM SERVIÇO TERCIÁRIO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA....................................................................................................................................... 79 IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO DE FARMÁCIA CLÍNICA EM HOSPITAL ESPECIALIZADO EM ONCOLOGIA INFANTO-JUVENIL ........... 79 ORIENTAÇÕES FARMACÊUTICAS REALIZADAS PARA ALTA HOSPITALAR EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA.......... 80 PERFIL DE INTERVENÇÕES FARMACÊUTICAS EM PRESCRIÇÕES DE PACIENTES PEDIÁTRICOS ONCOLÓGICOS INTERNADOS....... 80 PERFIL DE INTERVENÇÕES FARMACÊUTICAS EM PRESCRIÇÕES DE QUIMIOTERAPIA DE PACIENTES PEDIÁTRICOS ONCOLÓGICOS AMBULATORIAIS........................................................................................................................................................................... 81 HISTIOCITOSES................................................................................................................................................................................... 81 HISTIOCITOSE: APRESENTAÇÃO RARA ASSOCIADA A MASSA MEDIASTINAL ................................................................................ 81 LINFOHISTIOCITOSE HEMOFAGOCITÍCA (HLH) ASSOCIADA A IMUNODEFICIÊNCIA GRAVE: RELATO DE CASO............................. 82 RELATO DE CASO DE LINFOHISTIOCITOSE HEMATOFAGOCÍTICA NA INFÂNCIA............................................................................ 82 RELATO DE CASO: LESÕES EXPANSIVAS EM VÉRTEBRAS TORÁCICAS, HISTIOCITOSE?.................................................................. 83 XANTOGRANULOMA JUVENIL DISSEMINADO (XJD) ..................................................................................................................... 83 LEUCEMIAS/ SMD/ SMP..................................................................................................................................................................... 84 BAIXOS NÍVEIS DE FATOR NEUROTRÓFICO DERIVADO DO CÉREBRO ESTÃO ASSOCIADOS COM DOENÇA ATIVA E PIOR PROGNÓSTICO EM LEUCEMIAS AGUDAS PEDIÁTRICAS................................................................................................................ 84 EVOLUÇÃO LEUCÊMICA EM PACIENTES PEDIÁTRICOS PORTADORES DE SÍNDROME MIELODISPLÁSICA ..................................... 84 EXPERIÊNCIA DE TRATAMENTO DE LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA EM CRIANCAS E ADOLESCENTES, DE UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO PÚBLICA, COM PROTOCOLO DO GRUPO BRASILEIRO DE TRATAMENTO DA LEUCEMIA NA INFÂNCIA - GBTLI-99. ...................... 85 HIPEREOSINOFILIA SECUNDÁRIA GRAVE EM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO .............................. 85
  9. 9. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA HIPERTENSÃO PORTAL ASSOCIADA AO TRATAMENTO DE LLA: EFEITO ADVERSO DAS TIOPURINAS, ESTAMOS ATENTOS ? RELATO DE CASO.......................................................................................................................................................................... 86 LEUCEMIA BIFENOTÍPICA: UM RELATO DE CASO.......................................................................................................................... 86 LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA TIPO B COM RECAÍDA ATÍPICA – RELATO DE CASO ........................................................................ 87 LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA: ANÁLISE EM UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA PEDIÁTRICO ESTADUAL.............................................. 87 LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA EM PRÉ-ESCOLAR - RELATO DE CASO............................................................................................ 88 LEUCEMIA MIELOMONOCÍTICA JUVENIL (LMMJ): UM DESAFIO TERAPÊUTICO ........................................................................... 88 NÓDULOS DE MAMA COMO APRESENTAÇÃO INICIAL DE LEUCEMIA LINFOBLASTICA DE CÉLULAS T .......................................... 89 OBESIDADE COMO MANIFESTAÇÃO INICIAL DE RECAÍDA SISTEMA NERVOSO CENTRAL DE LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA 89 PACIENTE PEDIÁTRICO COM DIAGNÓSTICO RECENTE DE LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA: RELATO DE EXPERIÊNCIA ..................... 90 PERFIL CLÍNICO GENÉTICO DA SÍNDROME MIELODISPLÁSICA NA INFÂNCIA- EXPERIÊNCIA DE UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO.......... 90 PERFIL CLÍNICO, LABORATORIAL E DESFECHO DAS LEUCEMIAS AGUDAS ATENDIDAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PÚBLICO NO PERÍODO 2010 A 2014............................................................................................................................................................ 91 PERFIL DE SOBREVIDA DOS PACIENTES COM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA RECIDIVADA ADMITIDOS EM SERVIÇO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA, NO PERÍODO DE 10 ANOS................................................................................................................... 91 PROPTOSE SECUNDÁRIA À MASSA RETRO ORBITÁRIA EM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA NA INFÂNCIA: RELATO DE SÉRIE DE CASOS........................................................................................................................................................................................... 92 RELATO DE CASO: LLA ASSOCIADA A SÍNDROME DO X FRÁGIL .................................................................................................... 92 RESPOSTA EXTREMAMENTE RÁPIDA À TERAPIA ANTILEUCÊMICA REPRESENTARIA UM FATOR DE PROGNÓSTICO FAVORÁVEL? ..................................................................................................................................................................................................... 93 SARCOMA GRANULOCÍTICO TEMPORAL COMO APRESENTAÇÃO INICIAL DE LEUCEMIA MEGACARIOCÍTICA.............................. 93 SÍNDROME MIELODISPLÁSICA NA PREMATURIDADE ................................................................................................................... 94 LINFOMAS.......................................................................................................................................................................................... 94 ANÁLISE DE CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DE LINFOMAS PEDIÁTRICOS EM HOSPITAL REFERÊNCIA EM CÂNCER ......................... 94 DIAGNÓSTICO TARDIO DE LINFOMA ANAPLÁSICO DE GRANDES CÉLULAS: RELATO DE CASO ..................................................... 95 LEUCEMIA BURKITT: EXPERIÊNCIA DE 12 CASOS EM UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO.......................................................................... 95 LINFOMA DE GRANDES CÉLULAS B ASSOCIADO À DOENÇA DE CROHN: RELATO DE DOIS CASOS................................................ 96 LNH COM MANIFESTAÇÃO ATÍPICA - RELATO DE CASO ............................................................................................................... 96 MULTIDISCIPLINAR - PSICOLOGIA, TO, EDUCAÇÃO............................................................................................................................ 97 A BRINQUEDOTECA COMO UM ESPAÇO DE EXERCÍCIO DE AUTONOMIA DURANTE A HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER...................................................................................................................................................... 97 A CONTINUIDADE DA ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA NOS DIFERENTES CONTEXTOS DE CUIDADO À CRIANÇA SUBMETIDA AO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA............................................................................................................................................... 97 A DOR SOB UM OLHAR INTERDISCIPLINAR EM UMA ENFERMARIA PEDIÁTRICA ......................................................................... 98 A FUNÇÃO DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL PSICANALÍTICO EM UMA INSTITUIÇÃO HOSPITALAR: UM POTENTE INSTRUMENTO NO TRABALHO MULTIDISCIPLINAR............................................................................................................................................... 98 A IMPORTÃNCIA DO AFETO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE ALUNO EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO.............................. 99 A PSICOPEDAGOGIA JUNTO AOS PACIENTES ONCOLÓGICOS....................................................................................................... 99 A TERAPIA ASSISTIDA POR ANIMAIS NA ABORDAGEM DA MEDICINA INTEGRATIVA NA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DE UM HOSPITAL PEDIÁTRICO PÚBLICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA................................................................................................. 100 ABORDAGEM ODONTOLÓGICA EM PACIENTE COM TUMOR CÉLULAS GERMINATIVAS............................................................. 100 AÇÕES ARTICULADAS PARA GESTÃO DO CUIDADO INTEGRAL: POSSIBILIDADES DA ATENÇÃO CLÍNICA-ODONTOLÓGICA........ 101
  10. 10. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA AS MÚLTIPLAS EXPRESSÕES DA QUESTÃO SOCIAL NO CAMPO DA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA: REFLEXÃO SOBRE A ATUAÇÃO PARA O CUIDADO AMPLIADO.............................................................................................................................................................. 101 ATIVIDADES LÚDICAS PARA CRIANÇAS COM CÂNCER: CONTRIBUIÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS....................................... 102 ATUAÇÃO DOS PRECEPTORES EM RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL COM ÊNFASE EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)........................................ 102 ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA NA ATENÇÃO AO CÂNCER INFANTIL: UM RELATO DE CASO..................................................... 103 AVALIAÇÃO DO PADRÃO DE CRESCIMENTO CRANIOFACIAL EM PACIENTES SUBMETIDOS A TRATAMENTO ORTODÔNTICO APÓS TERAPIA ANTINEOPLASICA EM UMA INSTITUIÇÃO DE APOIO AO CÂNCER INFANTO JUVENIL................................................... 103 AVALIAÇÃO PROSPECTIVA DA MUCOSITE BUCAL EM PACIENTES ONCOPEDIÁTRICOS SUBMETIDOS A DIFERENTES PROTOCOLOS QUIMIOTERÁPICOS E SUA RELAÇÃO COM TOXICIDADES HEMATOLÓGICA, HEPÁTICA E RENAL................................................ 104 CASOS DIFÍCEIS E IMPASSES NA ADESÃO AO TRATAMENTO ONCOLÓGICO INFANTO-JUVENIL – OS PAIS DE G E A NECESSIDADE DA EQUIPE DE PEDIATRIA DE REINVENTAR SEU CUIDADO......................................................................................................... 104 DESMISTIFICAÇÃO DO CÂNCER E ENGAJAMENTO DOS PACIENTES ATRAVÉS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.................... 105 ESTRATÉGIAS PARA EVITAR O ABANDONO DO TRATAMENTO DO CÂNCER NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA EM UM PAÍS EM DESENVOLVIMENTO................................................................................................................................................................... 105 INTERAÇÕES ENTRE PROFESSOR E ALUNO NA CLASSE HOSPITALAR: EXPERIÊNCIA EM UM AMBULATÓRIO ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO................................................................................................................................................................................ 106 O CUIDADO AMPLIADO AO PACIENTE PEDIÁTRICO NO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA A PARTIR DA INTEGRAÇÃO DOS SABERES PSICOLÓGICO E PSICOPEDAGÓGICO............................................................................................................................ 106 O LIMIAR ENTRE A VIDA E A MORTE: CONVERSANDO SOBRE CUIDADOS PALIATIVOS NO ADOLESCENTE COM CÂNCER.......... 107 O PAPEL DESEMPENHADO PELA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA REABILITAÇÃO DE UM PACIENTE PEDIÁTRICO COM CRANIOFARINGIOMA – RELATO DE UM CASO............................................................................................................................ 107 O USO DO BRINQUEDO DURANTE O TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM CÂNCER: A VISÃO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR..... 108 PACIENTE COM ALTERAÇÕES DENTO FACIAIS EM DECORRÊNCIA DE RADIOTERAPIA NA INFÂNCIA: RELATO DE 11 ANOS DE ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO PÓS TERAPIA ANTINEOPLÁSICA................................................................................... 108 PACIENTES PEDIÁTRICOS PORTADORES DE LEUCEMIA: IMPACTOS DO ADOECIMENTO ONCOLÓGICO NA DINÂMICA FAMILIAR ................................................................................................................................................................................................... 109 PAPEL DA FISIOTERAPIA EM TRATAMENTO DA CRIANÇA COM CÂNCER.................................................................................... 109 PERFIL CLÍNICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM REABILITAÇÃO FUNCIONAL APÓS TRATAMENTO CIRÚRGICO PARA TUMORES ÓSSEOS DE MEMBROS INFERIORES........................................................................................................................... 110 PRÁTICAS DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA: RESGATANDO O APRENDER A PARTIR DE PROJETOS PSICOPEDAGÓGICOS. ................................................................................................................................................................. 110 RELATO DE EXPERIÊNCIA: CONGRESSO MIRIM EM ONCOLOGIA, UMA APRENDIZAGEM CHEIA DE CUIDADOS......................... 111 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL A UM ADOLESCENTE COM OSTEOSSARCOMA: RELATO DE CASO .... 111 PÔSTER COMENTADO - MULTIDISCIPLINAR - PSICOLOGIA, TO, EDUCAÇÃO.................................................................................... 112 USO DA TERAPIA DE CATÉTER NASAL DE ALTO FLUXO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA ONCO-HEMATOLÓGICA ................................................................................................................................................................................................... 112 A RELEVÂNCIA DA ATENÇÃO PARA OS ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DE PACIENTES E ACOMPANHANTES NA REALIDADE DOS ATENDIMENTOS DE TMO PEDIÁTRICO. ...................................................................................................................................... 112 EXPERIÊNCIA DA EQUIPE DE MEDICINA INTEGRATIVA EM UM CENTRO PRIVADO DE ONCO-HEMATOLOGIA E TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA NO CUIDADO AO PACIENTE PEDIÁTRICO E SEUS FAMILIARES.......................................................................... 113 PERCEPÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER SOBRE A EXPERIÊNCIA DA CLASSE HOSPITALAR EM UM AMBULATÓRIO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ................................................................................................................................................................................ 113 REPERCUSSÕES DO CÂNCER INFANTIL: A AUTOPERCEPÇÃO DA CRIANÇA ................................................................................. 114
  11. 11. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA NEUROBLASTOMA ........................................................................................................................................................................... 114 AVALIAÇÃO CLÍNICA E EPIDEMIOLÓGICA EM PACIENTES COM NEUROBLASTOMA EM UMA UNIDADE DE ONCOPEDIATRIA ... 114 GANGLIONEUROBLASTOMA ASSOCIADO A SÍNDROME DE KINSBOURNE. RELATO DE CASO..................................................... 115 NEUROBLASTOMA EM GEMELARES UNIVITELINAS.................................................................................................................... 115 NEUROBLASTOMA TORÁCICO - RELATO DE CASO...................................................................................................................... 116 RELATO DE CASO: DIARREIA REFRATÁRIA RELACIONADA AO NEUROBLASTOMA...................................................................... 116 USO DE IRINOTECANO E TEMOZOLAMIDA EM NEUROBLASTOMA RECAÍDO OU REFRATÁRIO.................................................. 117 NUTRIÇÃO........................................................................................................................................................................................ 117 A ANOREXIA PARA ALÉM DE UM EFEITO COLATERAL NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA .................................................................. 117 A OBESIDADE E A LEUCEMIA PEDIÁTRICA .................................................................................................................................. 118 ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL EM PACIENTES COM CÂNCER INFANTOJUVENIL EM UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA – RELATO DE EXPERIÊNCIA............................................................................................................................................................ 118 AVALIAÇÃO DA EVOLUÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PACIENTES DIAGNOSTICADOS COM MEDULOBLASTOMA DURANTE O TRATAMENTO ANTINEOPLASICO................................................................................................................................................ 119 CARACTERIZAÇÃO DE PACIENTES ACOMPANHADOS NO AMBULATÓRIO DE NUTRIÇÃO DE ONCO-HEMATOLOGIA ................. 119 CB E PCT COMO MARCADORES PRECOCES DA DESNUTRIÇÃO EM PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS HOSPITALIZADOS 120 CIRCUNFERÊNCIA DA PANTURRILHA: UM BOM INDICADOR DE DEPLEÇÃO DE MASSA MUSCULAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM NEOPLASIAS MALIGNAS?......................................................................................................................... 120 CIRCUNFERÊNCIA DO PESCOÇO: UM INDICADOR PARA AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM NEOPLASIAS MALIGNAS NO DIAGNÓSTICO?..................................................................................................................... 121 COMPARAÇÃO DE PERDA DE PESO EM CRIANÇAS INTERNADAS NA UTI PEDIÁTRICA POR CAUSAS ONCOLÓGICAS E NÃO ONCOLÓGICAS............................................................................................................................................................................ 121 CORRELAÇÃO ENTRE A CIRCUNFERÊNCIA DO PESCOÇO E A ÁREA MUSCULAR DO BRAÇO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM NEOPLASIAS MALIGNAS ............................................................................................................................................................. 122 ESTADO NUTRICIONAL E PERFIL SOCIOECONÔMICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE NEOPLASIA MALIGNA EM DOIS CENTROS HOSPITALARES PÚBLICOS DA CAPITAL DE UM ESTADO..................................................................................... 122 EVOLUÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PACIENTES PEDIÁTRICOS ATENDIDOS EM UM HOSPITAL ONCOLÓGICO DE REFERÊNCIA NO BRASIL.............................................................................................................................................................. 123 IMPACTO NO GANHO PONDERAL EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA PH+ EM USO DE IMATINIBE: ACOMPANHAMENTO EM 12 ANOS DE USO............................................................................................................ 123 ÍNDICE DE MASSA CORPORAL, PROTEÍNA C REATIVA E ALBUMINA NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA DE UM CENTRO DE TRATAMENTO ONCOLÓGICO ............................................................................................................................................................................. 124 INTERVENÇÃO ALIMENTAR EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA.......................................................................................................... 124 PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM UM AMBULATÓRIO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICO.................................... 125 PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES ACOMPANHADOS NO AMBULATÓRIO DE ONCOHEMATOLOGIA PEDIÁTRICA. ................ 125 PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES PEDIÁTRICOS PORTADORES DE LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA, TRATADOS EM UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO, UTILIZANDO PROTOCOLO GBTLI 2009 ................................................................................................................. 126 PERFIL NUTRICIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE CUIDADORES DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM CÂNCER – RESULTADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................................ 126 PREVALÊNCIA DE SINTOMATOLOGIA GASTROINTESTINAL NA ADMISSÃO DE PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS HOSPITALIZADOS........................................................................................................................................................................ 127 PRINCIPAIS INDICAÇÕES DE TERAPIA NUTRICIONAL PARENTERAL EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ONCOLÓGICA PEDIÁTRICA ................................................................................................................................................................................ 127 RELATO DE CASO – DIETOTERAPIA DE UM TUMOR DE FRANTZ................................................................................................. 128
  12. 12. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ONCOGENÉTICA............................................................................................................................................................................... 128 A FUSÃO PAX5-AUTS2 ESTÁ ASSOCIADA COM DELEÇÃO COMPLETA DE IKZF1 NA LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULAS PRECURSORAS B: DESCOBERTA A PARTIR DE RELATO DE CASO................................................................................................. 128 A HETEROGENEIDADE MOLECULAR DE PACIENTES COM ETV6-RUNX1 E SEU IMPACTO NO DIAGNÓSTICO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DA LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULAS PRECURSORAS B............................................................................. 129 A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA EGF/EGFR NA MANUTENÇÃO DO STATUS TUMORAL EM SARCOMA DE EWING. ...................... 129 A INIBIÇÃO DE TRKS REDUZ A PROLIFERAÇÃO CELULAR E POTENCIALIZA O EFEITO DE AGENTES QUIMIOTERÁPICOS EM SARCOMA DE EWING ................................................................................................................................................................. 130 AÇÃO CITOTÓXICA DO TRIÓXIDO DE ARSÊNICO EM LINHAGENS CELULARES DE MEDULOBLASTOMA PEDIÁTRICO DO SUBGRUPO SHH............................................................................................................................................................................................. 130 ANÁLISE DA PRESENÇA DO REARRANJO NO GENE FOXO1 ATRAVÉS DA HIBRIDIZAÇÃO “IN SITU” POR FLUORESCÊNCIA EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM RABDOMIOSSARCOMA ............................................................................................................. 131 ANORMALIDADES GENÉTICAS E EPIGENÉTICAS EM UMA COORTE DE LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA PEDIÁTRICA COM DESORDENS NO CROMOSSOMO 21 ........................................................................................................................................... 131 ASSOCIAÇÃO DOS MICRORNAS -483-3P E -149-3P COM PARÂMETROS CLÍNICOS DE PIOR PROGNÓSTICO EM TUMORES ADRENOCORTICAIS PEDIÁTRICOS............................................................................................................................................... 132 AUMENTO NA EXPRESSÃO DO MIR10B REDUZ A CAPACIDADE CLONOGÊNICA E INVASIVA EM OSTEOSSARCOMA IN VITRO. . 132 AVALIAÇÃO DA EXPRESSÃO DE TOLL-LIKE RECEPTORS NA LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA........................................................... 133 AVALIAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA DE CSNK2A1 E CSNK2B EM LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULAS PRECURSORAS B ................................................................................................................................................................................................. 133 AVALIAÇÃO DO EFEITO SINÉRGICO DE BUTIRATO DE SODIO E TYRPHOSTIN AG1478 NA PROLIFERAÇÃO DE LINHAGENS DE GLIOBLASTOMA MULTIFORME................................................................................................................................................... 134 AVALIAÇÃO DO PERFIL DE EXPRESSÃO GÊNICA EM LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULAS PRECURSORAS B (LLA-CPB) COM ANORMALIDADES NO CROMOSSOMO 21 ......................................................................................................................... 134 AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE CICLINA E EM LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA INFANTIL COM KMT2A-R.................................. 135 BAIXOS NÍVEIS NA EXPRESSÃO DE MIR10B* EM OSTEOSSARCOMA CORRELACIONADOS COM AUMENTO NA EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DO CICLO CELULAR......................................................................................................................... 135 BLOQUEIO DA SINALIZAÇÃO BDNF/TRKB: INDUÇÃO DE APOPTOSE EM CÉLULAS DE MEDULOBLASTOMA HUMANO............... 136 CARACTERIZAÇÃO DA VIA DE RB EM LEUCEMIAS LINFOBLÁSTICAS PEDIÁTRICAS COM A FUSÃO TCF3-PBX1............................ 136 CARACTERIZAÇÃO DAS ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS EM SÍNDROME MIELODISPLÁSICA PRIMÁRIA NA INFÂNCIA.............. 137 CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL DE METILAÇÃO GLOBAL EM CRIANÇAS PORTADORAS DE TUMOR DE WILMS ............................ 137 CARACTERIZAÇÃO IN VITRO DE RESISTÊNCIA TUMORAL A FÁRMACOS ANTINEOPLÁSICOS ...................................................... 138 CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DAS LEUCEMIAS MIELOIDES AGUDAS PEDIÁTRICAS: RESULTADOS DE UM ESTUDO BRASILEIRO MULTICÊNTRICO......................................................................................................................................................................... 138 CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DOS GENES PARCEIROS DE FUSÃO DO KMT2A EM 6 CASOS DE LEUCEMIA AGUDA DO LACTENTE > 12 MESES DE IDADE COM CARÍTIPOS COMPLEXOS OU CRÍPTICOS.......................................................................................... 139 CITOMETRIA DE FLUXO MULTIPARAMÉTRICA NA PREDIÇÃO DA ALTA EXPRESSÃO CELULAR E MOLECULAR DE CRLF2 NA LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULAS PRECURSORAS B............................................................................................. 139 COMBINAÇÃO DE MODULADORES EPIGENÉTICOS COM ATIVAÇÃO DE RECEPTOR RETINOIDE EM NEUROBLASTOMA: EFEITOS SOBRE A PROLIFERAÇÃO E DIFERENCIAÇÃO CELULAR................................................................................................................ 140 COMPARAÇÃO DOS PERFIS TRANSCRICIONAIS ENTRE AMOSTRAS DE OSTEOSSARCOMA E SARCOMA DE EWING ................... 140 DANO E REPARO DE DNA EM LEUCEMIA LINFÓCITICA AGUDA PEDIÁTRICA DURANTE INDUÇÃO ............................................. 141 DETECÇÃO DE VARIANTES PATOGÊNICAS EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE RETINOBLASTOMA EM UM SERVIÇO PÚBLICO BRASILEIRO................................................................................................................................................................................. 141
  13. 13. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DISTRIBUIÇÃO DAS VARIANTES DE SPLICING ALTERNATIVO DO GENE TERT EM TUMORES DE CÉREBRO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES........................................................................................................................................................................... 142 EFEITO ANTINEOPLÁSICO DO IMUNOSSUPRESSOR FINGOLIMOD EM CULTURAS DE CÉLULAS DE MEDULOBLASTOMA HUMANO ................................................................................................................................................................................................... 142 EFEITO DO BLOQUEIO SELETIVO DE EGFR EM GLIOBLASTOMA MULTIFORME .......................................................................... 143 EFEITOS DO INIBIDOR DA ANIDRASE CARBÔNICA 9 E7070 EM LINHAGEM CELULAR DE GLIOBLASTOMA PEDIÁTRICO............. 143 ESTUDO CITOGENÉTICO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM SÍNDROME MIELODISPLÁSICA TRATADOS COM TRANSPLANTE DE CÉLULAS TRONCO HEMATOPOÉTICAS ALOGÊNICO.................................................................................................................... 144 ESTUDO CLINICO E GENÉTICO MULTICÊNTRICO DA LEUCEMIA LINFOBLASTICA AGUDAS DAS CÉLULAS T PEDIÁTRICA............. 144 ESTUDO DE MUTAÇÕES SOMÁTICAS IDENTIFICADAS EM SEQUENCIAMENTO DE EXOMA DE HEPATOBLASTOMAS ................. 145 EXPRESSÃO CELULAR DO RECEPTOR CD44 E A ISOFORMA CD44V6 E SUA ASSOCIAÇÃO A MUTAÇÕES DO GENE RAS EM LLA/LLB- T PEDIÁTRICAS............................................................................................................................................................................ 145 EXPRESSÃO GÊNICA DE ROCK1 E ROCK2 EM SARCOMA DE EWING E EFEITOS DA INIBIÇÃO PROTEICA..................................... 146 FREQUÊNCIA DAS MUTAÇÕES EM MZF1 E O POSSÍVEL IMPACTO PROGNÓSTICO DESTAS ALTERAÇÕES NA LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULA-T (LLA-T)............................................................................................................................. 146 GENES CYP EM OSTEOSSARCOMA: IMPORTÂNCIA NA TUMORIGÊNESE, NO MICROAMBIENTE PULMONAR METASTÁTICO E NA RESPOSTA AO TRATAMENTO...................................................................................................................................................... 147 HIPERDIPLOIDIA, UM CASO RARO DE LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA PEDIÁTRICA ENVOLVENDO A DUPLICAÇÃO DA FUSÃO REVERSA MLLT3-KMT2A E DO GENE GAS6, REVELADO POR ABORDAGENS CITOGENÉTICAS MOLECULARES MODERNAS........ 147 IDENTIFICAÇÃO DA FUSÃO GÊNICA NUP214-ABL1 E DE DELEÇÕES EM PTPN2 EM CRIANÇAS COM LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA DE CÉLULAS-T ................................................................................................................................................................ 148 IDENTIFICAÇÃO DE FUSÕES GÊNICAS EM LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA PEDIÁTRICA ATRAVÉS DE TÉCNICAS MOLECULARES.. 148 IMPACTO DOS TIPOS DE DELEÇÃO NO GENE SUPRESSOR TUMORAL IKZF1 SOBRE A EXPRESSÃO DE SEUS GENES-ALVO NAS LEUCEMIAS LINFOBLÁSTICAS DE CÉLULAS PRECURSORAS B ...................................................................................................... 149 INIBIÇÃO FARMACOLÓGICA DA ATIVIDADE DE HDAC COMO UMA ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA POTENCIAL DE REPROGRAMAÇÃO DE CÉLULAS DE SARCOMA DE EWING PARA UM ESTADO DIFERENCIADO ................................................................................. 149 INFLUÊNCIA DO PEPTÍDEO LIBERADOR DE GASTRINA NA FORMAÇÃO DE MEDULOESFERAS.................................................... 150 INVESTIGAÇÃO DE ALTERAÇÕES MOLECULARES NO GENE PTPN11 EM LEUCEMIAS MIELOIDES AGUDAS PEDIÁTRICAS .......... 150 MEDULOBLASTOMA APRESENTA NÍVEIS REDUZIDOS DE HIDROXIMETILAÇÃO, ENQUANTO QUE OS SUBGRUPOS MOLECULARES EXIBEM EXPRESSÃO DIFERENCIAL DOS GENES IDHS E TETS. ...................................................................................................... 151 MICRODISSECÇÃO DE NOVAS VARIANTES DA T(12;21), UMA NOVA FASE DE UM ESTUDO CITOGENÉTICO MOLECULAR: RELATO DE CASO ..................................................................................................................................................................................... 151 MODULAÇÃO DA EXPRESSÃO DOS GENES AKT, CTNNB1, GLI1, KDM6A, KDM6B, NOTCH2, PTCH1 E TERT EM LINHAGENS CELULARES DE MEDULOBLASTOMA EXPOSTAS AO TRATAMENTO COM DROGAS..................................................................... 152 MODULAÇÃO DO GENE CTNNB1 (Β-CATENINA) PELO INIBIDOR DE AURORA-QUINASES AMG 900 EM LINHAGENS CELULARES DE MEDULOBLASTOMA................................................................................................................................................................... 152 MUDANÇA DE LINHAGEM CELULAR EM UMA LACTENTE COM LEUCEMIA AGUDA: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA ................................................................................................................................................................................................... 153 NEFROBLASTOMA E CARDIOPATIA CONGÊNITA: POSSÍVEL ASSOCIAÇÃO? ................................................................................ 153 PERFIL CITOGENÉTICO E MUTACIONAL DO GENE FLT3 EM 70 CASOS DE LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA DA INFÂNCIA ............. 154 PERFIL IMUNOFENOTÍPICO E MOLECULAR DAS LEUCEMIAS AGUDAS DE CÉLULAS-T PEDIÁTRICAS E IMPACTO NO PROGNÓSTICO............................................................................................................................................................................ 154 PERFIL MOLECULAR DO LINFOMA DE BURKITT COM UM ISOCROMOSSOMO I(8)(Q10) COMO ÚNICA ANORMALIDADE CITOGENÉTICA EM UM PACIENTE PEDIÁTRICO COM ATAXIA-TELANGIECTASIA ........................................................................ 155 POLIMORFISMOS EM EPHX1, NQO1, GSTM1 E GSTT1 E RISCO PARA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA PEDIÁTRICA...................... 155
  14. 14. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA PREVALÊNCIA DE CARIÓTIPOS COMPLEXOS EM UM ESTUDO CONSECUTIVO DE 146 CRIANÇAS BRASILEIRAS COM LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA: UM ESTUDO CONVENCIONAL E MOLECULAR ..................................................................................... 156 SEQUENCIAMENTO DE NOVA GERAÇÃO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM HISTÓRIA DE CÂNCER SUGESTIVA DA SÍNDROME DE LI-FRAUMENI.............................................................................................................................................................................. 156 SMD/LMA COM CARIÓTIPO COMPLEXO EM PACIENTE PEDIÁTRICO COM NEUROFIBROMATOSE TRATADO COM AZACITIDINA E TRANSPLANTE HAPLOIDÊNTICO DE CÉLULAS TRONCO HEMATOPOÉTICAS ............................................................................... 157 TUMORES ADRENOCORTICAIS NA INFÂNCIA ASSOCIADOS A MUTAÇÃO HEREDITÁRIA DE PREDISPOSIÇÃO FAMILIAR AO CÂNCER ................................................................................................................................................................................................... 157 VALOR PROGNÓSTICO DA DOSAGEM QUANTITATIVA DO P53 NO MEDULOBLASTOMA DESMOPLÁSICO/ NODULAR .............. 158 VIABILIDADE DE CÉLULAS DE MEDULOBLASTOMA D283 TRATADAS COM INIBIDOR DE HISTONA DEACETILASES COMBINADO COM ANTAGONISTAS DOS RECEPTORES DE BOMBESINA .......................................................................................................... 158 OUTROS ........................................................................................................................................................................................... 159 ANÁLISE DAS TRANSFUSÕES REALIZADAS NO ANO DE 2014 EM PACIENTES PEDIÁTRICOS DE UM HOSPITAL TERCIÁRIO......... 159 ANEMIA EM CRIANÇAS ENTRE UM E SEIS MESES DE VIDA: PENSAR EM CITOMEGALOVÍRUS.................................................... 159 ASSOCIAÇÃO DE DOENÇA DE MOYAMOYA E APLASIA DE MEDULA ÓSSEA - RELATO DE CASO.................................................. 160 DOENÇA DE KIKUCHI-FUJIMOTO NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO............................................................................................. 160 NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA (NET) SECUNDÁRIA À DOXORRUBICINA: RELATO DE CASO.................................................... 161 PAPEL DO ESTRESSE OXIDATIVO NA CARDIOTOXICIDADE AGUDA E CRÔNICA INDUZIDA POR DOXORRUBICINA...................... 161 PET-CT: UM RECURSO ABSOLUTO DE DISCRIMINAÇÃO DE MASSAS EM PEDIATRIA? ................................................................ 162 QUERUBISMO: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL COM NEOPLASIA DE OSSO.................................................................................... 162 POLÍTICAS PÚBLICAS........................................................................................................................................................................ 163 SÍNDROME DE PROTEUS: UM RARO RELATO DE CASO............................................................................................................... 163 CUSTO DIRETO DO TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO AMBULATORIAL DE PRIMEIRA LINHA PARA LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA – PROTOCOLO GBTLI LLA-2009 NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.................................................................................................... 163 O SERVIÇO SOCIAL E ONCOLOGIA INFANTO JUVENIL: UMA QUESTÃO DE DIREITOS ................................................................. 164 PERFIL SÓCIO ECONÔMICO DE USUÁRIOS EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO INFANTO JUVENIL ............................................... 164 PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO ........................................................... 165 TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO: UM DIREITO EM CONSTRUÇÃO ....................................................................................... 165 RETINOBLASTOMA........................................................................................................................................................................... 166 A RELEVÂNCIA DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (RM) DE ALTA RESOLUÇÃO NO DIAGNÓSTICO DO RETINOBLASTOMA ............ 166 EVOLUÇÃO NO CUIDADO DO RETINOBLASTOMA EM UM CENTRO TERCIÁRIO ONCOLÓGICO................................................... 166 TRATAMENTO DE RETINOBLASTOMA METASTÁTICO COM TRANSPLANTE AUTÓLOGO DE CÉLULAS TRONCO HEMATOPOIÉTICAS – IMPACTO NO TEMPO DE INTERNAÇÃO E EVOLUÇÃO PÓS-TRANSPLANTE CONFORME A DOSE CELULAR............................... 167 SARCOMAS DE PARTES MOLES ........................................................................................................................................................ 167 RABDOMIOSSARCOMA DE ÓRBITA EM PEDIATRIA: ANÁLISE DE UM CENTRO DE REFERÊNCIA EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA... 167 SARCOMA DE EWING EM LACTENTE COM 35 DIAS DE VIDA: RELATO DE CASO......................................................................... 168 SARCOMA DE EWING EXTRA-ESQUELÉTICO, ANÁLISE DE PACIENTES SUBMETIDOS A UM MESMO PROTOCOLO DE TRATAMENTO............................................................................................................................................................................. 168 SARCOMA GRANULOCÍTICO PRIMÁRIO DE MAMA EM ADOLESCENTE: DIAGNÓSTICO E ABORDAGEM TERAPÊUTICA.............. 169 SARCOMA SINOVIAL INTRA-ATRIAL – ESTUDO DE CASO............................................................................................................ 169 TUMOR NEUROECTODÉRMICO PRIMITIVO PRIMÁRIO DE PÂNCREAS: RELATO DE CASO .......................................................... 170 TRATAMENTO DE SUPORTE............................................................................................................................................................. 170 CARDIOTOXICIDADE RELACIONADA AO 5-FLUORACIL: RELATO DE CASO .................................................................................. 170
  15. 15. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA ESTUDO DOS CASOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TUMOR MEDIASTINAL INTERNADOS NO CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO.................................................................................................................................................................................. 171 INFECÇÃO DISSEMINADA POR PAECILOMYCES VARIOTTI EM PACIENTE ONCOLÓGICO............................................................. 171 INFECÇÃO POR CANDIDA TROPICALIS EM PACIENTE COM LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA .......................................................... 172 INFECÇÃO POR CUNNINGHAMELLA BERTHOLLETIAE DURANTE INDUÇÃO NA LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA ............................ 172 O USO DE DEXTROMETORFANO NO TRATAMENTO DE MUCOSITE INDUZIDA POR METOTREXATO EM ALTAS DOSES EM PACIENTES ONCOLOGICOS PEDIÁTRICOS................................................................................................................................... 173 TUMORES CÉL GERMINATIVAS ........................................................................................................................................................ 173 EPIGNATHUS: RELATO DE UM TERATOMA NEONATAL .............................................................................................................. 173 TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL.................................................................................................................................... 174 ANÁLISE DO PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES COM EPENDIMOMA ATENDIDOS EM UM HOSPITAL INFANTIL DE REFERÊNCIA ESTADUAL......................................................................................................................................................... 174 ASTROBLASTOMA MALIGNO - CASO CLÍNICO ............................................................................................................................ 174 CIÊNCIA ABERTA: CADERNO DE PESQUISA CLÍNICA ABERTO DE NEURO-ONCOLOGIA............................................................... 175 INTERVALO SINTOMÁTICO PRÉ-DIAGNÓSTICO DE TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL EM UM CENTRO PEDIÁTRICO DE REFERÊNCIA ESTADUAL.............................................................................................................................................................. 175 O USO DO EVEROLIMO NO ASTROCITOMA SUBEPENDIMÁRIO DE CÉLULAS GIGANTES EM PACIENTES COM ESCLEROSE TUBEROSA: EXPERIÊNCIA DE UMA INSTITUIÇÃO........................................................................................................................ 176 RESULTADOS PRELIMINARES DO CONSORTIUM DE TUMOR DE CÉLULAS GERMINATIVAS DE SISTEMA NERVOSO CENTRAL.... 176 ROTINAS DE TRATAMENTO CLÍNICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL – AVALIAÇÃO PARA UM BENCHMARK........................................................................................................................................... 177 SÍNDROME DE CUSHING INFANTIL SECUNDÁRIA À ADENOMA HIPOFISÁRIO ............................................................................ 177 SÍNDROME DE TURCOT E MEDULOBLASTOMA: RELATO DE 3 CASOS ........................................................................................ 178 TUMORES DE PLEXO COROIDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM A SÍNDROME DE LI-FRAUMENI: RELATO DE UMA INSTITUIÇÃO....... 178 UM BANCO DE DADOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL BASEADO NA WEB.179 TUMORES HEPÁTICOS...................................................................................................................................................................... 179 CASO RARO DE ADOLESCENTE COM COLANGIOCARCINOMA .................................................................................................... 179 HEPATOBLASTOMA : ANÁLISE DE 23 CASOS DE UMA ÚNICA INSTITUIÇÃO ............................................................................... 180 RABDOMIOSSARCOMA DO TRATO BILIAR: RELATO DE CASO..................................................................................................... 180 RELATO DE CASO DE CASO DE HEPATOBLASTOMA EM CRIANÇA SINDRÔMICA COM DOENÇA DE HIRSCHSPRUNG ................. 181 TUMORES ÓSSEOS ........................................................................................................................................................................... 181 ABLAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA EM METÁSTASES PULMONARES DE OSTEOSSARCOMA – RELATO DE CASO ...................... 181 METASTASE BUCAL DE OSTEOSARCOMA - RELATO DE UMA LESÃO RARA................................................................................. 182 OSTEOSSARCOMA EM COLUNA CERVICAL - RELATO DE CASO................................................................................................... 182 SARCOMA DE EWING COM METÁSTASE EM SNC: ANÁLISE DE CASOS E REVISÃO DE LITERATURA............................................ 183 TUMORES RAROS............................................................................................................................................................................. 183 ANÁLISE DE TUMORES DO CÓRTEX ADRENAL EM HOSPITAL REFERÊNCIA EM CÂNCER............................................................. 183 CARCINOMA ADRENOCORTICAL COM EXTENSÃO ATÉ ÁTRIO DIREITO AO DIAGNÓSTICO E RECIDIVA CEREBRAL ISOLADA EM PACIENTE PORTADORA DA MUTAÇÃO TP53 R337H: RELATO DE CASO...................................................................................... 184 CARCINOMA DE LINHA MÉDIA TIPO NUT EM PACIENTE PEDIÁTRICO ........................................................................................ 184 CARCINOMA EPIDERMÓIDE/SARCOMATÓIDE CUTÂNEO EM PACIENTE COM EPIDERMÓLISE BOLHOSA DISTRÓFICA RECESSIVA ................................................................................................................................................................................................... 185 DEFICIÊNCIA DA ATIVIDADE DA ENZIMA DIHIDROPIRIMIDINADESIDROGENASE (DPD) EM SALIVA: USO EM PEDIATRIA .......... 185
  16. 16. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DESCRIÇÃO DE UM CASO DE ASTROCITOMA PILOCÍTICO COM TRANSFORMAÇÃO ANAPLÁSICA E DISSEMINAÇÃO LEPTOMENÍNGEA EM PEDIATRIA ............................................................................................................................................... 186 DESCRIÇÃO DE UM CASO DE TUMOR FIBROSO SOLITÁRIO DE EXTREMIDADES EM UM PACIENTE PEDIÁTRICO ....................... 186 ENVOLVIMENTO RETINIANO EM NEOPLASIA INDIFERENCIADA DE CÉLULAS PEQUENAS E AZUIS EM RECEM NATO................. 187 ESCLEROSE TUBEROSA ASPECTOS CLÍNICOS E TRATAMENTO.................................................................................................... 187 MEDULOEPITELIOMA INTRAOCULAR ......................................................................................................................................... 188 MELANOMA CONGÊNITO: RELATO DE CASO.............................................................................................................................. 188 MELONOMA DE SNC EM PACIENTE COM MELANOSE NEUROCUTÂNEA: RELATO DE CASO....................................................... 189 NEOPLASIAS PRIMÁRIAS DA TIREÓIDE EM PACIENTES MENORES DE 16 ANOS DE IDADE.......................................................... 189 PARAGANGLIOMA PÉLVICO MALIGNO EM ADOLESCENTE: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA ................................ 190 RELATO DE CASO: TUMOR TERATÓIDE RABDÓIDE ATÍPICO ....................................................................................................... 191 SARCOMA GRANULOCÍTICO ISOLADO DE PELE: RELATO DE CASO............................................................................................. 191 SINDROME DE KASSABCH-MERRIT TORACO-ABDOMINAL EM RECÉM-NATO: SUCESSO DE TRATAMENTO COM PROPANOLOL + PREDNISOLONA.......................................................................................................................................................................... 192 TUMOR CARCINÓIDE DE APÊNDICE EM ADOLESCENTE DE 13 ANOS.......................................................................................... 192 TUMOR FILODES EM CRIANÇA DE 11 ANOS ............................................................................................................................... 193 TUMOR GASTROINTESTINAL NA INFÂNCIA – ESTUDO DE CASO................................................................................................. 193 TUMOR MIOFIBROBLÁSTICO INFLAMATÓRIO DE ABDÔMEN: RELATO DE DOIS CASOS............................................................. 194 TUMORES RAROS EM CRIANÇAS: IMPORTÂNCIA E NECESSIDADE DE CONSENSO E COLABORAÇÃO NACIONAL. ...................... 194 TUMORES SÓLIDO PSEUDOPAPILAR PANCREÁTICOS EM CRIANÇAS.......................................................................................... 195 TUMORES RENAIS............................................................................................................................................................................ 195 15 ANOS DE ANÁLISE CLÍNICA E EPIDEMIOLÓGICA DE PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE NEFROBLASTOMA EM UMA INSTITUIÇÃO............................................................................................................................................................................... 195 CARACTERIZAÇÃO CLÍNICA E EPIDEMIOLÓGICA DE PACIENTES TRATADOS POR TUMOR DE WILMS (TW) EM UM HOSPITAL DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA NO PERÍODO ENTRE 1982-2001......................................................................................................... 196 NEFROBLASTOMA (TUMOR DE WILMS) EM ADULTO JOVEM-RELATO DE CASO ........................................................................ 196 PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE TUMOR DE WILMS EM UM CENTRO DE REFERÊNCIA EM ONCOPEDIATRIA................................................................................................................................................................... 197 SARCOMA RENAL DE CÉLULAS FUSIFORMES: RELATO DE UM CASO EM PACIENTE PEDIÁTRICO............................................... 197 TRATAMENTO DO CARCINOMA DE CÉLULAS RENAIS METASTÁTICO COM SUNITINIBE: DESCRIÇÃO EVOLUTIVA DE QUATRO CASOS......................................................................................................................................................................................... 198 TUMOR DE WILMS BILATERAL METACRÔNICO: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA.................................................. 198 TUMOR DE WILMS COM METÁSTASE CEREBRAL : RELATO DE CASO ......................................................................................... 199 TUMOR DE WILMS EXTRA-RENAL: RELATO DE UM CASO EM PEDIATRIA................................................................................... 199 TUMOR DE WILMS METACRÔNICO EM REMISSÃO: RELATO DE CASO....................................................................................... 200 TUMOR RABDÓIDE EXTRARRENAL: RELATO DE UM CASO PRIMÁRIO DE BOCA......................................................................... 200 TUMOR RABDOIDE MALIGNO EXTRARRENAL............................................................................................................................. 201
  17. 17. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA 17 ORAIS CIRURGIA ESPECTRO DA LAPAROSCOPIA EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA Rodrigo Chaves Ribeiro, Vilani Kremer. HOSPITAL DE CANCER DE BARRETOS, São Paulo, Brasil. Introdução: A laparoscopia tem se tornado rotina em cirurgia geral e agora também om oncologia. No entanto, a cirurgia minimamente invasiva em oncologia pediátrica é incipiente devido aos desafios técnicos envolvidos. Iniciamos a cirurgia minimamente invasiva em um hospital oncológico pediátrico há 2 anos. O escopo deste trabalho é avaliar o espectro de atuação da laparoscopia em oncologia pediátrica Metodologia: Estudo retrospectivo dos procedimentos laparoscópicos realizados em um hospital oncológico pediátrico. Período de estudo: setembro de 2014 a agosto de 2016. Resultados: Foram realizados 34 procedimentos laparoscópicos. A idade ao procedimento variou de 2 meses a 21 anos. Destes, 5 foram laparoscopia para diagnóstico, 3 para estadiamento, 8 foram procedimentos de intercorrências não oncológicas e 18 para ressecções tumorais. A média de duração da anestesia foi de 166 minutos e a média da internação foi de 4 dias. Quatro pacientes foram excluídos do cálculo de tempo de internação por intercorrência não cirúrgica. Das 5 laparoscopias para diagnóstico, 3 foram para tumores hepáticos. Nos estadiamento 2 foram em tumores de ovário com diagnóstico prévio e que necessitavam de informação para estadiamento correto. Dos 8 procedimentos não oncológicos, foram três colecistectomias, sendo uma com exploração da via biliar, duas apendicectomias, uma cirurgia de Palomo laparoscópico e uma janela pericárdio-peritoneal. Das ressecções cirúrgicos, foram cinco ooforectomias, quatro ressecções de implantes peritoneais ou massas residuais, três proctocolectomias, duas colectomias, duas nefrectomias, uma ressecção de cisto de mesentério e uma hepatectomia. Houve apenas uma conversão, que ocorreu por sangramento na cirurgia de ressecção de cisto de mesentério. Ocorreram complicações somente nos pacientes que realizaram as proctocolectomias. Dois tiveram infecção de ferida na primeira internação. Um teve fístula de anastomose com abscesso pélvico crônico com necessidade de refazer a anastomose. Outro paciente teve quadro obstrutivo após fechamento de ileostomia por torção da alça que compunha o “J” na anastomose íleo anal. Conclusões A laparoscopia pode ser utilizada no diagnóstico, no estadiamento, nas intercorrências não oncológicas e nas ressecções em oncologia pediátrica. Um fator limitante é o equipamento adequado. Outro desafio é manter uma curva de aprendizagem com esta ampla diversidade de procedimentos. REPARO DE AORTA ABDOMINAL POR BYPASS COM VEIA JUGULAR INTERNA EM GANGLIONEUROBLASTOMA Christian Escobar Prado, Ana Carolina Da Rosa Andrade, Nadhine Feltrin Ronsoni, Yasmin Da Silva Guimarães, Gabriela Da Costa. UNESC-UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE E UNACON DO HOSPITAL SÃO JOSÉ, Santa Catarina, Brasil. Introdução: A ressecção cirúrgica é fundamental para o tratamento dos pacientes com ganglioneuroblastoma, porém, devido à exposição e dissecção de grandes vasos, a mesma não está isenta de complicações. A abordagem às complicações intraoperatórias vasculares de grandes vasos são pouco descritas na literatura. Nesse trabalho é relatada a realização de um bypass com a veia jugular interna esquerda como reparo da aorta abdominal, comprometida durante cirurgia para a ressecção de ganglioneuroblastoma. Relato: Paciente feminina, branca, de 2 anos e 5 meses, com massa palpável em flanco esquerdo. Submetida a tomografia computadorizada (TC) de abdômen evidenciando lesão expansiva retroperitonial, paramediana esquerda, medindo 6,6 x 5,3 x 4,7 cm, deslocando aorta abdominal, rim, ureter esquerdo e alças intestinais. No procedimento cirúrgico, houve lesão da aorta abdominal, a qual não foi possível reparar. Devido a ausência de prótese de PTFE adequada, foi realizado o bypass com a veia jugular interna esquerda. A paciente teve boa evolução pós- operatória, sem sequelas. Recebeu 4 ciclos de quimioterapia e se encontra em remissão. Realizou angiorressonância nuclear magnética (ARNM), 2 anos após o procedimento, que demonstrou o enxerto de aorta abdominal infrarrenal pérvio, com pequena estenose na porção proximal do mesmo, com dilatação a juzante até 1,7cm de diâmetro. Discussão: Frente a lesão vascular significativa, a primeira opção terapêutica seria a utilização de prótese PTFE, a qual assumiria a função do vaso danificado. Devido à ausência de prótese adequada, a realização de um bypass com a veia jugular interna para reparo da aorta abdominal se fez significativa, foi fundamental para cessar a hemorragia causada pela ressecção de aorta. Ao observar uma injúria vascular, sem disponibilidade de prótese, há uma série de opções que poderiam ser abordadas, por exemplo, a sutura primária da do vaso lesado ou reanastomose da artéria aorta abdominal. Porém, são abordagens extremamente vulneráveis, principalmente na paciente em questão, a qual apresentava intensa friabilidade vascular. O método utilizado, não se faz padrão, entretanto, não havendo acesso à prótese de PTFE, ou possibilidade de outras alternativas, sem o autotransplante vascular a paciente iria à óbito. O desafio imposto ao realizar o método escolhido, possibilitou a quimioterapia adjuvante e estabilidade da paciente. No futuro, conforme a dilatação evolua, será possível a colocação de uma endoprótese.
  18. 18. XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA 18 DIAGNÓSTICO PRECOCE TUMOR DE WILMS COM INVASÃO DE VEIA CAVA INFERIOR: CLASSIFICAÇÃO E TRATAMENTO CIRÚRGICO Bruno Da Costa Rocha, Alef De Carvalho Vieira, Braulio Xavier Da Silva Pereira Neto, Carlos Emanuel Rocha De Melo, Breno Soares De Andrade Wanderley, Alexinaldo Silva Dos Santos, Nayara Krysley Nascimento Limas Caracas, Flavia Machado Nogueira, Ives Maciel Duarte, Fabio Henrique Araujo Contelli, Dirley Barreto Cerqueira, Bruno Marcelo Rocha Freire, Flavia Ladeia Meira, Luciana Nunes Silva, Ana Karina Silveira Souza Da Cunha, Pablo Mauricio Amado Dos Santos. HOSPITAL DA CRIANÇA- MARTAGÃO GESTEIRA, Bahia, Brasil. Introdução: O Tumor de Wilms acomete o sistema vascular por invasão venosa que ocorre de 4 a 10%, o trombo tumoral expande-se até o átrio direito menos frequentemente. A cirurgia exige equipe multidisciplinar e poucos centros de cirurgia cardiovascular pediátrica no mundo têm experiência com este tipo de abordagem. Os relatos de serie publicados descrevem tempo prolongado médio de Circulação Extracorpórea-CEC >120min associado a hipotermia profunda (<17°C). Objetivo: Descrever a abordagem cirúrgica com ressecção tumoral intravascular em pacientes portadores de Tumor de Wilms com invasão de veia cava inferior e as modificação adaptadas de manejo de CEC e tática operatória. Metodologia: No período de 8 anos, oito pacientes portadores de Tumor de Wilms com invasão de cava inferior foram referenciados para uma única equipe de cirurgia cardiovascular, sendo submetidos a nefrectomia total ampliada com ressecção tumoral intravascular. As variáveis descritas foram categorizadas quanto a distribuição e frequência, apresentadas pela média e desvio- padrão. Resultado: Entre 2008 e 2016, 8 pacientes com idade de 5,9 ±2anos, sexo feminino 5/8(62,5%), peso de 21 ±7Kg foram submetidos a nefrectomia direita 7/8(87,5%). O tempo de cirurgia foi de 258,7 ±84min, tempo de CEC de 35 ±16min(15 a 50), pinçamento aórtico em 1/8(12,5%) com tempo de 5min, temperatura inferior em CEC de 35,1 ±0,9°C, abertura de diafragma em 4/8(50%), acesso via esternotomia 5/8(62,5%), retalho para reconstrução de veia cava com pericárdio autólogo 4/5(50%), manobra para retirada do trombo tumoral: A. via atrial e cava inferior sem instrumentação 2/8(25%); B. via atrial e cava inferior com instrumentação 4/8(50%); e C. via cava inferior 2/8(25%). A classificação de invasão da cava foi distribuída: tipo I- invasão de veia renal 0/8, tipo II - trombo em cava inferior infra-hepático 2/8(25%), tipo III - trombo retro-hepático 1/8(12,5%), tipo IV- trombo até átrio direito 4/8(50%), tempo de acompanhamento de 19 ±20meses (3 a 62), sem óbito intra-hospitalar, recidiva tumoral 0/7(0) e um óbito 1/8(12,5%) no sétimo mês de pós-operatório. Conclusão: A despeito da alta complexidade no tratamento cirúrgico de Tumor de Wilms com invasão de veia cava inferior, pode haver otimização da abordagem com diminuição significativa do tempo de CEC utilizando- se normotermia. Quanto aos resultados ainda recentes apontam ausência de mortalidade intra-hospitalar e recidiva local com um tempo de acompanhamento em médio prazo. CONHECIMENTO DOS ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM SOBRE AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DO CÂNCER INFANTOJUVENIL Katiane De Souza Gomes Dias, Fernanda Luiza Andrade De Azevedo, Fabia Idalina Rodrigues Neves, Amanda Silva Rodrigues. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ, Bahia, Brasil. Introdução: Segundo a Organização Mundial de Saúde, o câncer representa atualmente a segunda causa de óbito na maioria dos países, sendo que, na pediatria é a primeira causa, se tratando de mortes por doenças, tornando-o um grave problema de saúde pública. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimam-se que para os anos de 2016-2017 no Brasil, ocorram cerca de 600mil casos novos de câncer. Esse estudo objetivou analisar a percepção dos estudantes de Enfermagem a respeito da oncologia pediátrica, seu conhecimento sobre detecção precoce e seu entendimento relacionado à conduta do profissional enfermeiro diante da sintomatologia clínica sugestiva de câncer infanto-juvenil. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória com abordagem qualitativa, foi aplicado um questionário semiestruturado a 35 acadêmicos matriculados no último ano do curso de Enfermagem de uma Universidade Estadual. Resultado: Os resultados da pesquisa apontaram que 77% reconhecem parcialmente características que compõem o conceito do câncer, 20% relacionaram integralmente os elementos que definem essa patologia e 3% não saber definir. A respeito dos cânceres mais incidentes na população infanto-juvenil, 91% citaram a leucemia, 9% não souberam informar. Dentre os 91% que citaram a leucemia, 22% incluíram linfoma, 13% o retinoblastoma, 13% tumores ósseos, e 9% os tumores do Sistema Nervoso Central e 3% neuroblastoma. Quanto a sintomatologia sugestiva do câncer infantil, 11% não souberem informar, 89% identificaram pelo menos dois sintomas sugestivos. Quando questionados sobre de qual forma o enfermeiro pode contribuir para o diagnóstico precoce, 17% informaram não saber, 11% disseram que é através da educação em saúde, anamnese, exames físico, laboratoriais, de imagens e encaminhando para consulta médica, e 72% abordaram pelo menos um ponto das possíveis medidas diagnósticas citadas anteriormente. Conclusão: Conclui-se que os resultados apontados corroboram com outras pesquisas, quando dizem que o tema abordado deve ser melhor incorporado a matriz curricular dos acadêmicos de Enfermagem, as Diretrizes Curriculares Nacionais de Enfermagem consideram que os cursos de ensino superior devem se propor a formar um profissional generalista, capaz de reconhecer e atuar sobre as diversas problemáticas e situações de saúde doença que mais prevalecem no perfil epidemiológico do país.

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