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12.6 BOMBEAMENTO D'...
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Trabalho Acadêmico de Melhoramento Ambiental de um Condomínio Residencial

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Proposta Acadêmica de melhoramento ambiental

  1. 1. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 1 Projeto de Planejamento e Melhoramento Ambiental do Condomínio Allegro Residencial Clube
  2. 2. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 2 1. Estrutura da Empresa - A Selo Verde da Amazônia, atua na área de Serviços Ambientais Urbanos e Agroindustrial, proporcionando aos seus clientes e parceiros, toda a infraestrutura necessária a execução de obras e consultorias ambientais, dentro e fora do Estado do Amazonas. 2. Corpo Profissional: - Ellis Kellen – Engenheira Ambiental, Especialista em Segurança do Trabalho e Controle de Poluição - Francisco W. Torres – Engenheiro Ambiental, Especialista e Legislação Ambiental e Controle de Poluição - Jean Dinelly Leão, Engenheiro Ambiental, Especialista em Segurança Ambiental, Planejamento Urbano Sanitário - Marcilene Freitas – Engenheira Ambiental, Especialista em Análises Químicas, Indicadores Ambientais - Sebastião Ramos – Engenheiro Ambiental, Especialista em Sistemas Ambientais Urbanos, Recursos Hídricos 3. Descrição do Empreendimento a ser melhorado ambientalmente - O Residencial Allegro localiza-se na Av. Torquato Tapajós, no município de Manaus/Am próximo a empresa Nokia e outras como Ambev e Brastemp, é um condomínio fechado com uma área total de 59.600m2, tem limites com uma vasta área verde a leste de sua entrada principal, que também abriga um igarapé contribuinte da bacia do Tarumã. - Estrutura Física do Residencial: 328 apartamentos com dois (02) quartos e 02 banheiros, 144 apartamentos com 03 quartos e dois banheiros, um (01) escritório de administração sindica com um banheiro (01). - Estrutura Administrativa do Residencial: Um (01) sindico, um (01) bombeiro hidráulico, um (01) eletricista, dois (02) Auxiliares Administrativos e dois (02) Serviços Gerais. Obs.: O serviço de vigilância é feito pela empresa Prosegur, que mantém dois vigilantes por um período de 08 horas diárias e que trabalham em sistema de revezamento.
  3. 3. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 3 Figura 1. Vista aeroespacial do Condomínio Residencial Allegro Clube: 4. Avaliação de Desempenho Ambiental (ADA) Indicadores definidos segundo a ISSO 14031:2002 IDA.: Indicadores de Desempenho Ambiental Indicador Valores/ Consumo de Água 256.417,912 L/dia Consumo de Energia Sem dados Geração de Resíduos Sólidos 6.108 t/dia Emissões Atmosféricas Sem dados Geração de Efluentes Líquidos 105290,112 L/dia ICA.: Indicadores de Condição Ambiental Indicador Características/Dados Água 1 Poço – 300m de profundidade Energia Sistema abastecido pela Eletrobrás Am Resíduos Sólidos Coleta realizada por empresa terceirizada Emissões Atmosféricas Sem dados Geração de Efluentes Líquidos ETE com capacidade para 200.000 L/dia
  4. 4. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 4 5. Descrição do Estudo Prévio Aplicado ao Residencial - Tendo como base as normas ISO 9014:2005 – ISSO 1031:2002, foram feitos levantamentos físicos-bióticos, indicadores ambientais e pesquisa documental de limpeza de resíduos, coleta e armazenamento e ainda uma pesquisa com os moradores e funcionários do referido Residencial. De posse desses dados foi possível traçar um projeto de melhoria ambiental que agregue um SGA completo e principalmente eficiente. - De acordo com os dados obitidos apresentamos abaixo um planejamento direcionado a melhoria das condições ambientais do referido Residencial. 6. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PARA USOS NOBRES O sistema de abastecimento de água será construído em tubos e conexões de Cloreto de Polivinil (PVC), de 100mm na rede principal e de 1/2pol, para as ligações prediais. Com a redução do diâmetro, faz com que o fluxo de água chegue nas torneiras dos apartamentos com maior pressão. O sistema será construído no modelo espinha de peixe, atendendo todas exigências normativas previstas nas NBR 12.218 - Projeto de Rede de Distribuição de água para abastecimento publico, NBR 12.211- estudo de concepção de sistema público de abastecimento de água e NBR 12.217- Projetos de reservatório de distribuição de água para abastecimento público. O sistema de distribuição, será ligado a um reservatório, que será interligado ao sistema de distribuição pública da Manaus Ambiental provido de um contador geral para prestação de conta do consumo junto à administração do condomínio. Figura 2.0 Esquema do sistema de distribuição de água potável
  5. 5. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 5 6.1 RESERVATORIO ÁGUA considerando que o condômino tem 328 apartamentos com dois quartos e, 144 apartamentos com 03 quartos, com media de 04 e 05 pessoas respectivamente por apartamento, totalizando 2.032 pessoas. Figura 3.0 Reservatório de Água Potável O reservatório ligado ao sistema da Manaus ambiental, tem capacidade de armazenamento 251.968 litros, coresponde 251,1m³, quantidade equivalente a dois dias de abastecimento para a população de 2.032 pessoas, com utilização de 62 l/dia por pessoa. O reservatório deve ser construído acima do nível do sistema de distribuição, de forma garantir a eficiência do fluxo que chegue nas instalações prediais. Tabela 1.0 Consumo de Água Potável CONSUMO DE ÁGUA POTAVEL Usos Nobres pessoa Lit/dia total Pessoas Total Lit/dia m³/dia Água para a bebida 1 2 2.032 4.064 4,06 Alimentos e cozinha 1 6 2.032 12.192 12,1 Lavagens de utensílios 1 9 2.032 18.288 18,2 Lavagens de roupas 1 15 2.032 30.480 30,4 Banho de chuveiro 1 30 2.032 60.960 60,9 TOTAL 1 62 2.032 125.942 125,9
  6. 6. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 6 6.2 CONSUMO RESPONSAVEL O controle do consumo será feito através de contadores individual para os apartamentos cobrando uma taxa fixa dos moradores, com finalidade de inibir consumos desnecessários.  Os apartamentos terão torneiras inteligentes.  vaso sanitários com volume de água reduzido,  aproveitamento da água de cinzas, interligado ao sistema de descargas dos vasos sanitário e mictórios.  Figura 3.0 Vasos Econômicos Figura 4.0 Torneiras com Sensor de Presença Os apartamento de 02 quartos, terão uma cota fixa de consumo de água mensal de 7.440 L/mês por apartamento equivalente a (7,4m³/mês). Os apartamentos com 03 quartos a cota de consumo é de 9.300 L/mês por apartamento, equivalente a 9,3m³/mês. As cotas serão tarifadas em valor fixos, com cobrança proporcional ao consumo que exceder a cota máxima. Assim como será descontado dos apartamento que o consumo estiver abaixo da cota. Para o apartamento que apresentar o menor consumo mensal, terá um premio com a isenção da taxa fixa de cobrança. 6.3 CAPTAÇÃO E USO DE ÁGUAS PLUVIAIS O condomínio terá um sistema de captação de águas pluviais para usos menos nobres, como vasos sanitários, rega de jardim, lavagem de pátios e calçadas, lavagem de automóveis etc.
  7. 7. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 7 O sistema de captação dos apartamentos serão interligados entre todos apartamentos de forma convergir para único reservatório, passando antes por caixa de areia, filtro e cloração . A água armazenada será bombeada para as instalações de uso menos nobres e contra incêndio. Figura 3.0 Esquema do sistema de coleta e distribuição de águas pluviais O reservatório de águas pluviais será dimensionados de acordo com tamanho da área de captação dos apartamentos conforme previsto na NBR 15,527/2007, que trata do aproveitamento de águas pluviais. O sistema de águas pluviais deve ser estalados air gap, mecanismo que evita o cross conection, (conexão cruzada), consequentemente evita a contaminação da água potável com água pluvial. 6.4 SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO O condomínio conta com um sistema de esgoto sanitário que tem por funções básicas coletar e conduzir os despejos domésticos em geral dando um destino apropriado aos resíduos considerados águas negras . O sistema de coleta de esgoto será construído de acordo com todas exigências prevista na NBR 8.160/1999. A finalidade é o rápido afastamento do esgoto sanitário do ponto de geração. Também será baseado nas NBR 9648/1986-Estudo de Concepção de Sistemas de Esgoto Sanitário e; NBR 9649/1986-Projetos de Rede de Esgoto Sanitário. Capta ção Filtro Rede Colet Sist erna Filtro Reserv atório Rede de distribuiç Bomb
  8. 8. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 8 Figura 4.0 SES Convencional O sistema será composto basicamente pelas seguintes etapas; Coletor predial , coletores secundários , coletores primário, coletores tronco (coletor principal) Interceptor, Estação de Tratamento de Efluentes –ETE, Emissário e corpo receptor.
  9. 9. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 9 6.5 ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES – ETE A estação de tratamento de efluentes tem dimensionamento será baseado na NBR 12209 - 1992 - Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitários. Considerando a quantidade de pessoas que contribui com para o sistema que de 2.032 pessoas. Tabela 2.0 Contribuição de Esgoto Sanitário A estação tem as seguintes etapas de tratamento; preliminar, primário e secundário. O sistema de tratamento adota tecnologias que ira permitir que os efluentes tratados sejam descartados em condições iguais ou superior a qualidade do receptor. Tipo de tratamento Matéria orgânica (% DBO) Sólidos em suspensão (% SS) Nutrientes (% nutrientes) Bactérias (% remoção) Preliminar 5 – 10 5 –20 Não remove 10 – 20 Primário 25 –50 40 –70 Não remove 25 –75 Secudário 80 –95 65 –95 Pode remover 70 – 99 Tabela 3.0 Estimativa da eficiência de remoção esperada nos diversos níveis de tratamento incorporados numa ETE. Geração de Efluentes Item Pessoas L/Dia L/Mês L/Total Apartamento 2quartos 328 1.115,2 33.456 33.456 Apartamento 3 quartos 144 612 18.360 18.360 Contribuição do Condomínio 51.816
  10. 10. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 10 As ações de saneamento propostas como a implantação de um sistema de esgotamento sanitário composto por rede coletora (DN 150 mm), linha de recalque (Tubo PVC de FoFo, PB, JE, DN 200 mm), estação elevatória, ligações domiciliares e estação de tratamento (lagoas de estabilização anaeróbia e facultativa) têm como objetivo a redução da morbi-mortalidade, principalmente a infantil, em razão das doenças e outros agravos ocasionados pela falta ou inadequação das condições de esgotamento sanitário. 6.6 SISTEMA DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES – ETE Figura 5.0 Planta da estação de tratamento
  11. 11. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 11 CAPACIDADE DE TRATAMENTO DA ESTAÇÃO De acordo com as NBR vigente, dimensionamento da ETE, é para capacidade de tratar 55.000 L/mês, superando o valor de contribuição em 3.184L, a quantidade de efluentes gerado por mês. Será elaborado planos de ação preventiva a cada 30 dias, para garantir um bom funcionamento da estação e eficiência do tratamento e evitar problemas como refluxo, sub- dimencionamento etc. 7. Separação, Armazenagem, Coleta e Destinação dos Resíduos Sólidos do Condomínio Allegro Com o crescimento populacional nos grandes centros urbanos há a necessidade da construção de moradias, como condomínios planejados, para atender a demanda populacional. Sendo assim, à medida que as cidades crescem em estrutura física e populacional a quantidade de resíduos sólidos aumentam proporcionalmente, portanto, as construtoras dos condomínios precisam ter responsabilidade ambiental e projetar seus empreendimentos de forma a amenizar os danos causados pelos resíduos. Dentro desta perspectiva o empreendimento do Condomínio Alegro foi projetado tendo como princípio a Lei nº 12.305/10 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos que objetiva o manejo adequado dos resíduos sólidos, o que abrange os Resíduos Domiciliares, onde, segundo Castro (2000), os Resíduos Domiciliares são aqueles originários de atividades domésticas em residências urbanas, composto de restos de alimentos, produtos deteriorados, papéis, embalagens, dentre outros, além de poderem conter alguns resíduos tóxicos. Em virtude da localização, Torquato Tapajós, o Condomínio ainda não faz parte do programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de Manaus pois a mesma, desde 2005, disponibiliza o programa de Coleta Seletiva, onde recolhe o lixo seletado em 11 bairros da cidade, Adrianópolis, Aleixo, Compensa, Coroado, Dom Pedro, Flores, Japiim 1 e 2, Nova Esperança, Parque 10 de Novembro, Planalto e São Jorge. Sendo assim, a coleta seletiva ocorrerá da seguinte forma: Programa de Pontos de Entrega Voluntária - PEV, disponibilizado dentro do condomínio.
  12. 12. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 12 8. Educação Ambiental Informar os moradores da importância da reciclagem e orientá-los a maneira correta de separar o lixo, de posse da informação os moradores terão que separar os resíduos ainda em seus apartamentos conforme as respectivas classes de resíduos como dispões a NBR 10.004/10. 9. Para os resíduos Classe I Separação: os moradores deverão acondicionar os resíduos em embalagem ou recipientes ainda em seus apartamentos. Armazenagem: Deverão descartar os resíduos em recipientes apropriados disponibilizado em três pontos do condomínio (próximo aos Blocos 9, 33 e 50) nesses recipientes os moradores poderão entregar os seguintes resíduos: Aqueles que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente, ou apresentam características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, ou fazem parte da relação constante nos anexos A e B da NBR 10.004/2004. Para pilhas, baterias e lâmpadas fluorescente, será colocado recipientes apropriados de cor laranja de acordo com a Resolução CONAMA nº275, próximo a entrada do condomínio em local visível e de fácil acesso. As Lâmpadas terão recipiente de 1,2x1,0x1,2 de altura. Coleta/Destinação Final: As lâmpadas serão coletadas quando o recipiente estiver em sua capacidade máxima e será entregue na empresa Manaus Limpa, localizada na Estrada da Ponta Negra ou em outra empresa decidida em reuniões dos condôminos. As Pilhas e bateria, também quando estiverem com seus recipientes com sua capacidade máxima serão entregues na empresa Colortel Com e Asses Ltda, localizada na Av. Canstantino Nery, a empresa faz parte do programa Ciclo Sustentável Philips, ou serão entregues em outra empresa decidida em reunião com condôminos.
  13. 13. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 13 10.Para os resíduos classes II A Separação: Resíduos Orgânicos não recicláveis como resíduos de comida, frutas, provenientes dos banheiros, papel toalha, varrição os moradores deverão separá-los em sacos plásticos fechados para que não ocorra vazamento e odores provenientes desse tipo de resíduo. Armazenagem: Os moradores deverão descartar os resíduos em coletores, de cor marrom, instalados em todos os blocos e inclusive nas áreas de lazer, piscina, playground e salão de festas. A armazenagem deverá ocorrer diariamente. Coleta/Destinação Final: A coleta do lixo comum será feito diariamente pelos coletores da Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos – Semulsp. 11.Para os Resíduos Classe II B Separação: Ainda em seus apartamentos, os moradores deverão fazer a seleção dos resíduos em seus apartamentos do lixo que pode ser recicláveis resíduos estes considerados inertes que, submetidos a um contato com água não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água. São resíduos inertes as rochas tijolos, vidros e certos plásticos e borrachas. Armazenagem: Será disponibilizado também nos blocos 9, 33 e 50 recipientes apropriados, coloridos, de acordo com a Resolução CONAMA nº275 de 25 de abril de 2001, que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores. Os Moradores deverão dispor seus resíduos recicláveis nos dias de Segundas, Terças, Quintas e Sextas-feiras.
  14. 14. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 14 AZUL papel/papelão VERMELHO plástico VERDE vidro AMARELO metal PRETO madeira LARANJA: resíduos perigosos BRANCO resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde ROXO resíduos radioativos MARROM resíduos orgânicos CINZA resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação Tabela de Cores – Fonte: Resolução CONAMA nº 275, de 25 de abril 2001 Exemplo de PEV: Fonte: Retricom, Londrina –PR Coleta/Destinação Final: A coleta dos resíduos recicláveis será feito duas vezes por semana nas Quartas-feiras e no Sábado pelo Núcleo de Catadores I e 5, localizados no Bairro Santa Etelvina. O núcleo fará o peso dos materiais recicláveis e efetuará pagamento pelos mesmos de acordo com a tabela de preço de resíduos recicláveis. A quantia arrecadada com os resíduos será utilizado para a manutenção do condomínio e dos coletores.
  15. 15. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 15 12.Consumo e Redução de Energia O consumo de energia é um fator que determina o habito de todas as pessoas que buscam morar em residenciais ou apartamentos. O consumo médio de um apartamento gira em torno de 157,2 KWh/mês aproximadamente, além disso a taxa de condomínio é constituída de uma fração para a iluminação das áreas de comum acesso. Diante disso podemos realizar algumas mudanças que a médio ou a longo prazo irão produzir efeitos significativos nos custo do condomínio e dos condôminos tais como: 12.1 Área comum Instalação de Lâmpadas LED, nas áreas de comum acesso como; escadas, saguão, corredores, portaria, com o objetivo de reduzir o consumo de energia elétrica, onde essas lâmpadas proporcionam uma redução na ordem de até 80% e ainda a redução no custo de manutenção. 12.2 Garagem As luminárias com lâmpadas fluorescentes comandadas em grupo, serão substituídas por lâmpadas LED. Elas permitirão o desligamento parcial de determinadas lâmpadas, evitando a iluminação plena todo o tempo. Nas garagens, iluminar somente as áreas de circulação de veículos, e não diretamente os boxes. Rebaixamento das luminárias instaladas entre as vigas do teto da garagem. Com isso, aumentará a intensidade da iluminação, podendo inclusive reduzir o número de lâmpadas. 12.3 Limpeza Limpeza regular das luminárias, lâmpadas e demais aparelhos de iluminação. A sujeira acumulada reduza iluminação.
  16. 16. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 16 Limpeza regular de paredes, janelas, pisos, forros. Uma superfície limpa reflete melhor a luz, o que permite manter menos intensa a iluminação artificial. 12.4 Elevadores Havendo dois elevadores no mesmo Hall (um social e um de serviço),deve-se chamar apenas um. Verifique a possibilidade de fazê-los atender a grupos diferentes de andares (pares e impares). As crianças devem ser orientadas a não apertar todos os botões do painel e não fazer do elevador objeto de recreação. Estude a possibilidade de desligar diariamente, de maneira alternada, um dos elevadores, no horário de menor movimento e utilização (por exemplo, das 22h às 6h e nos domingos e feriados). Será importante obterá cooperação dos condôminos, esclarecendo-os quanto aos objetivos e benefícios a serem alcançados. 12.5 Iluminação Substituição dos difusores transparentes amarelados ou opacos por difusores de acrílico claro, com boas propriedades contra amarelento. Eles permitirão melhor distribuição de luz. Quando o fator estético não tiver importância retire o acrílico e o globo, que absorvem grande parte do fluxo luminoso. Você poderá assim utilizar lâmpadas de menor potência. Como o globo elimina o ofuscamento, o uso de lâmpadas de bulbo fosco acarretará menor iluminação e poderá exigir lâmpadas de maior potência. Refaça se possível, a instalação dos circuitos de interruptores, para permitir o desligamento parcial de lâmpadas em desuso ou desnecessárias. Em locais onde houver muitas lâmpadas acesas, verifique a possibilidade do desligamento alternado. Ao desativar uma ou mais lâmpadas fluorescentes, não esqueça de desligar também o reator, caso contrário, ele continuará consumindo energia elétrica, reduzindo- se a sua vida útil. Onde for possível, use uma única lâmpada de maior potência no lugar de várias lâmpadas de menor potência. Analise também a possibilidade de instalar fotocélulas ou temporizadores para controle de iluminação.
  17. 17. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 17 12.6 BOMBEAMENTO D'ÁGUA O desperdício de água, os vazamentos e a desregulagem do tempo de descarga das válvulas são responsáveis por uma parcela significativa do consumo de água, além de acarretarem maior consumo de energia elétrica para o conjunto motor bomba. Tudo isto resulta em maior despesa com as contas de água, significa também maior gasto de energia nas estações de tratamento e bombeamento de água do serviço público. 12.7 AQUECIMENTO CENTRAL DE ÁGUA Verificação do estado do isolamento térmico do aquecedor e da canalização que conduz a água quente. Um bom isolamento reduz as perdas de calor e, portanto o consumo de energia. Inspecione os controles de água quente para verificar se funcionam adequadamente e providenciar reparos ou substituição em caso de necessidade. No verão, estude a possibilidade de reduzir a temperatura da água aquecida, até um nível adequado ao conforto pessoal. A utilização de energia solar através de coletores solares, para o aquecimento de água, tem proporcionado significativa economia de energia. Solicite a uma firma especializada e com experiência comprovada um estudo para a substituição do aquecimento convencional de água por um sistema de aquecimento através de coletores solares. 12.8 MEDIDAS SIMPLES EM CONDOMÍNIOS PARA CADA MORADORE CONTRIBUIR A defesa do meio ambiente começa em nossas casas e não é preciso nenhum investimento impossível, para que você contribua de forma real para a preservação do planeta e para a sustentabilidade do ambiente em que vive. Podemos tomar uma série de medidas para ajudarmos a reverter o ciclo de deterioração do planeta. No dia-a-dia, fazendo uma obra ou reforma, o importante é ter uma atitude consciente: • Economize energia elétrica. • Não desperdice água. • Evite chamar dois elevadores ao mesmo tempo. Incentive o rodízio.
  18. 18. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 18 • Separe os materiais recicláveis como papel, plástico, vidro e metal. • Evite usar produtos descartáveis. • Pratique o consumo consciente, reaproveitando embalagens e materiais. • Evite descartar no lixo itens reutilizáveis ou que possam servir para ajudar os catadores de rua. Eles conseguem subsistência e a natureza agradece. • Opte por produtos ou serviço oferecidos por empresas responsáveis: você ajuda o meio ambiente e ainda incentiva mais empresas a participar. • Evite o uso de produtos que destroem a atmosfera, prefira os biodegradáveis, como produtos de limpeza, detergentes, tintas. Essas medidas podem reduzir os gastos em até 60%, e ainda contribuir para a sustentabilidade, dessa forma seria possível buscar um certificação para o condomínio, agregando valor ao mesmo. 13.SISTEMA DE SEGURANÇA EM CONDOMINIOS O Sistema de Segurança como norma geral, deve-se pensar na segurança do condomínio como uma série de perímetros de proteção, que se colocam entre o que se quer proteger. Ter um sistema de alarme e detecção de incêndio e de grande importância para proteção dos condôminos, uma vez que estão expostos a eventuais riscos. A segurança contra incêndio em edifícios atribuiu ao administrador do condomínio a responsabilidade por estas e tantas outras questões relacionadas com a manutenção das condições de segurança contra risco de incêndio e a execução das medidas de autoproteção. No caso dos edifícios de habitação, o administrador do condomínio é responsável por garantir estas condições nas partes comuns da propriedade (garagens, sala de condomínio, corredores, etc).
  19. 19. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 19 13.1 Sinalização A sinalização pode ser visual, através de placas, sinais luminosos ou sonoros, ou ainda se utilizando dispositivos sonoros eletrônicos ou apitos, ou mesmo códigos e senhas convencionadas entre os condôminos e funcionários. 13.2 Sistemas Eletrônicos de Segurança O sistema de segurança que promove a interação do homem com os equipamentos eletrônicos, a fim de que a coligação entre ambos possa promover um nível de proteção satisfatória. Atualmente no mercado, existem os mais variados números e tipos de equipamentos eletrônicos de segurança à disposição dos usuários, portanto, devem-se adquirir aqueles que mais se adaptem às necessidades do condomínio. 13.3 Escadas de incêndio As escadas de incêndio em condomínios são palco de delitos e incivilidades, principalmente consumo e tráfico de drogas, entradas e saídas furtivas pela pouca visibilidade do que ocorre em seu interior. Tanto quanto possível a visibilidade deve ser preservada, como a pronta substituição de lâmpadas queimadas, vistorias frequentes e de inopino feitas por síndicos, funcionários, pessoal de segurança e até por moradores, limitando a possibilidade de fatos indesejáveis ocorrerem ali; 13.4 Centrais de gás As centrais de gás deveriam ser colocadas próximas ao limite do condomínio, para facilitar o acesso sem que os fornecedores tivessem que entrar em setores mais internos dele, pois mesmo quando a central for próxima ao limite do condomínio e houver entrada exclusiva para
  20. 20. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 20 esta finalidade, deve haver atenção dos funcionários não apenas com os entregadores, mas quanto a tentativas de invasão furtiva enquanto estiver o acesso estiver aberto; É importante também que evite horários de entrega muito tarde da noite. 13.5 Central interna de coleta de lixo Estas centrais criam a facilidade de que o trabalho de coleta de lixo possa ser feito de forma mais prática e segura. Uma central que fique no limite do imóvel, que permita colocar o lixo sem sair do condomínio e que pelo lado de fora a empresa de remoção possa acessá-lo, é o ideal; Em segunda análise, recolhê-lo num determinado ponto do interior do condomínio, para que entre um caminhão de lixo e o recolha é ainda mais seguro do que o depósito individual de lixo pelos moradores defronte ao condomínio; 13.6 Registo de Segurança E destinado à inscrição de ocorrências relevantes relacionados à segurança contra incêndio tais como:  Os Relatórios de Vistoria e de Inspeção ou Fiscalização de condições de segurança, realizadas pelas entidades competentes;  Informações sobre anomalias observadas nas operações de verificação, conservação ou manutenção das instalações técnicas, dos sistemas e equipamentos de segurança.  Os relatórios das ocorrências direta e indiretamente relacionadas com a segurança contra incêndio em edifícios, tais como falsos alarmes, princípios de incêndio ou atuação das equipas de intervenção da Utilização-Tipo;  Relatórios sucintos de ações de formação e de simulacros Outro fator de grande relevância sobre os registos de segurança e que devem ser arquivados pelo período de 10 anos, de maneira a facilitar as devidas auditorias pelas entidades competentes. A existência dos Registos de Segurança deve ser garantida pelo Responsável de Segurança. Este tem também a obrigação de fornecer à entidade competente, para efeitos de auditoria, as medidas de autoproteção, a documentação e franquear-lhe o acesso a todas as instalações.
  21. 21. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 21 13.7 Medidas de Prevenção São Medidas de Prevenção os Procedimentos de Prevenção e o Plano de Prevenção, que são os primeiros exigíveis em edifícios de menor categoria de risco de incêndio e o Plano de prevenção é obrigatório para edifícios com categoria de risco mais agravada, conforme artigo 198º, n.º1 13.8 Procedimentos de Prevenção É o conjunto de procedimentos para prevenção a se adaptadas pelos ocupantes, cuja finalidade e garantir a manutenção das condições de segurança. Logo deve ser do conhecimento geral de todos os colaboradores da organização em geral e especialmente da equipa de segurança.  Regras de exploração e de comportamento destinadas a garantir a manutenção das condições de segurança, nomeadamente no que se refere à acessibilidade de meios de socorro, desimpedimento de vias de evacuação, vigilância dos espaços de maior risco, segurança nos trabalhos de maior risco ou de manutenção, etc.  Procedimentos de exploração e de utilização das instalações técnicas, equipamentos e sistemas, os quais devem incluir as respetivas instruções de funcionamento, os procedimentos de segurança, a descrição dos comandos e de eventuais alarmes, bem como dos indicadores de avaria que os caracterizam.  Programas de manutenção das instalações técnicas, dispositivos, equipamentos e sistemas existentes. Os procedimentos de manutenção referidos devem ser os recomendados pelos respectivos fabricantes, pelas Normas Regulamentadoras. Das Normas aplicáveis destacam-se as seguintes:  NR23: Proteção contra incêndio;  NR 26 – Sinalização de Segurança. 13.9 Plano de Prevenção Deve conter os seguintes elementos:
  22. 22. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 22  Caracterização do edifício (implantação, construção, etc.), data da sua entrada em funcionamento;  Organograma de segurança (identificação do responsável de segurança, identificação de eventuais delegados de segurança) 13.10 Medidas de Emergência/Intervenção As Medidas de Intervenção assumem a forma de Procedimentos de Emergência ou de Plano de Emergência Interno, pressupondo a realização prévia de uma análise de risco de forma a poder organizar as respostas adequadas aos cenários de emergência previsíveis no edifício. 13.11 Procedimentos de Emergência Conjunto de procedimentos e técnicas a serem adotadas pelos ocupantes em caso de emergência:  Os procedimentos de alarme a cumprir em caso de detecção ou percepção de um alarme  Os procedimentos de alerta  Os procedimentos a adotar de modo a garantir a evacuação rápida e segura dos espaços em risco  As técnicas de utilização dos meios de primeira intervenção e de outros meios de atuação em caso de incêndio (no mínimo, dos extintores portáteis) 13.12 Plano de emergência interno Tem objetivo de sistematizar a evacuação dos ocupantes e limitar a propagação e as consequências dos incêndios, recorrendo a meios próprios, que são constituídos por: Organização a adotar em caso de emergência  Os organogramas hierárquicos e funcionais do Serviço de Segurança contra Incêndio (SSI), cobrindo as várias fases do desenvolvimento de uma situação de emergência  A identificação dos Delegados e Agentes de Segurança e respetivas missões e responsabilidades, a concretizar em situações de emergência 13.13 Plano de Atuação
  23. 23. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 23 Contempla a organização das operações a desencadear pelos responsáveis e Agentes de Segurança em caso de ocorrência de uma situação de emergência, 13.14 Plano de Evacuação Contempla as instruções e os procedimentos, a observar por todos os ocupantes da Utilização- Tipo, relativos à articulação das operações destinadas a garantir a evacuação ordenada, total ou parcial, dos espaços considerados em risco pelo responsável de segurança. Deve conter a indicação dos elementos que compõem a equipa de evacuação e das suas responsabilidades específicas aquando de uma evacuação.O plano de emergência interno deve estar permanentemente disponível no posto de segurança. Todos os edifícios, recintos e edifícios de habitação (parte comuns) das 1.as e 2.as categorias de risco não existem medidas específicas obrigatórias (artigo 198.º da Portaria n.º 1532/2008, de 29 de Dezembro). No entanto, quando numa dada utilização-tipo não forem exigíveis, nos termos do regime jurídico de segurança contra incêndios em edifícios, procedimentos ou plano de emergência interno, devem ser afixadas, nos mesmos locais, instruções de segurança simplificadas (artigo 199º, n.º 3 da Portaria n.º 1532/2008), incluindo: procedimentos de alarme, a cumprir em caso de detecção ou percepção de um incêndio, procedimentos de alerta e técnicas de utilização dos meios de primeira intervenção e de outros meios de atuação em caso de incêndio que sirvam os espaços da utilização-tipo. 14.Incremento e melhoria das áreas verdes As áreas verdes desempenham funções múltiplas e importantes na manutenção da qualidade de vida urbana como, por exemplo, na melhoria do conforto térmico, no controle da poluição atmosférica, no aumento da drenagem do solo, no controle da poluição sonora, além de servir como referencial histórico e identidade paisagística urbana. - Plantio de mais de 2500 árvores (incluindo frutíferas) nativas predominantes na região como ipê, pau pretinho assim, devido a alta temperatura da cidade de Manaus, priorizando o fator sombra no condomínio Residencial Allegro. As árvores com raízes pivotantes, localização e porte compatibilizados com a rede de energia elétrica;
  24. 24. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 24 - Implantação de um “muro verde” ao redor do muro do Residencial para reduzir ruído da avenida e “esconder” o muro; - Instalação de telhados verdes contribuirá com a redução das temperaturas elevadas contribuindo para a manutenção da umidade relativa do ar constante em torno da edificação; - Implantação de corredores verdes interligando as áreas de passeio do condomínio. - Tornar as áreas no entorno do Residencial Allegro em Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), uma vez que se trata de uma área ameaçada pela especulação imobiliária; - Introdução do paisagismo produtivo, que associa a atividade paisagística ao cultivo de alimento como ervas, hortaliças, legumes e frutas. Entre os tipos de jardins e plantios utilizados pode-se citar as hortas em formato de buraco de fechadura, as culturas de trepadeiras aplicadas nos pergolados e as espirais de ervas. - Construção de um estacionamento comunitário que fazendo referências aos princípios aqui defendidos, a cobertura em pergolado com trepadeiras (folhas permanentes - maracujá) e acabamento superior em superfície plástica removível (pet), que permite o acesso aos frutos e protege os pedestres e automóveis da chuva e sol. - A substituição do asfalto existente por blocos de concreto intertravados, os quais permitem que a água da chuva seja parcialmente absorvida pelo solo e reduza o escoamento superficial da mesma. - Recuperação da mata ciliar no entorno do condomínio minimizando os processos erosivos, com isso prevenindo de deslizamentos, voçorocas, ravinamento e perda de solos; - Implementação dos corredores ecológicos tem por objetivo mitigar os efeitos negativos de utilização de parte da área recoberta por vegetação e que será suprimida para a instalação do condomínio. Todos os corredores a serem propostos visam oferecer um direcionamento da fauna para os cursos hídricos, conforme a proposta da função dos corredores; - Propor o estacionamento independente para os automóveis na entrada do Condomínio, e a transformação das ruas em grandes calçadas, nas quais o paisagismo funciona como elemento de controle da velocidade do fluxo de carros. Vale destacar que o acesso às residências foi restringido a casos esporádicos como descarga de objetos pesados ou alguma emergência. - Quanto se trata de reduzir do ruído, deve ser observado é quanto à circulação de veículos dentro do condomínio. Os veículos devem circular o mínimo possível na parte interna do empreendimento, isto é, o percurso da rua para a garagem deve ser o mais curto possível;
  25. 25. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 25 - Construção de uma churrasqueira “ecológica” - possui o sistema de aquecimento a gás em rochas vulcânicas, não produz fuligem e não consome carvão vegetal; - Proporcionar a redução da poluição sonora, especialmente por espécies aciculiformes (pinheiros) que podem acusar redução de 6 a 8 decibéis; - Instalação de jardins de chuva, que filtram a e permitem que parte penetre no solo, onde as águas pluviais escoadas são direcionadas por valetas que cortam a calçada e direcionam a água; - Fazer o uso de pedregulhos ou cascalhos para áreas de estacionamento, ao invés de concreto ou asfalto, para aumentar a absorção de água pelo solo e reposição de água subterrânea; Neste trabalho, foram adotados como base conceitual para a definição de áreas verdes os seguintes instrumentos legais: Lei de Parcelamento do Solo Urbano (Lei nº 6.766, de 19 de Dezembro de 1979, alterada pela Lei nº 9.785, de 29 de Janeiro de 1999). A Resolução CONAMA n° 369/2006, em seu parágrafo primeiro, do artigo 8º, inova ao conceituar áreas verdes como “espaço de domínio público que desempenhe função ecológica, paisagística e recreativa, propiciando a melhoria da qualidade estética, funcional e ambiental da cidade, sendo dotado de vegetação e espaços livres de impermeabilização”. 15.Resumo das Principais propostas: Item Atividade Característica Prazo Monitoramento 1 Redução no diâmetro das tubulações Aumento da pressão de água nos apartamentos 180 dias Contínuo 2 Instalação de Redutores de Vazão em pias e chuveiros Redução no consumo mensal dos apartamentos 180 dias Contínuo 3 Implantação de um reservatório para utilização de águas pluviais Maior economia do consumo por parte do condomínio 90 dias Contínuo
  26. 26. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 26 4 Melhoramento nos processos de funcionamento da ETE Maior eficiência no tratamento de águas residuais 180 dias Contínuo 5 Implantação de um projeto de educação ambiental Aumentar a eficiência dos resíduos produzidos pelos condôminos. 60 dias Contínuo 6 Implantação de coletores celetistas de material residual Maior eficiência na destinação final dos resíduos 90 dias Contínuo 7 Implantação de placas de sinalização Maior segurança para os condôminos e visitantes 90 dias Contínuo 8 Cadastro e monitoramento das áreas verdes Manutenção de microclima no Residencial 180 dias Contínuo 9 Monitoramento do igarapé que faz divisa com os fundos do residencial Maior controle dos lançamentos oriundos do Residencial 180 dias Contínuo 10 Aumento das mudas em torno das torres de apartamento Maior sombreamento sobre as paredes, proporcionando redução do calor interno nos apartamentos 90 dias Contínuo
  27. 27. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 27 Referências Bibliográficas Regime Jurídico de Segurança contra Incêndio em Edifícios (Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de Novembro) Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndios em Edifícios (Portaria nº 1532/2008, de 29 de Dezembro) GODOY, José E. Técnicas de Segurança em Condomínios, São Paulo, 2ª Edição, SENAC, 2009. Nilton José Costa Ferreira é membro da ASIS – American Society for Industrial Security, Consultor de Segurança, Diretor da Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança – ABSG, constando no seu currículo 06 pós-graduações em Segurança.consultor@nilton.jose.nom.br BRASIL, CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Capítulo VI sobre o Meio Ambiente, Artigo nº 225.Brasília, 1988. Lei Federal nº 9.785, de 29.01.1999. Alterou a Lei Federal nº 6.766 - Lei Lehman. Resolução do CONAMA nº 369, de 28.03.2006. Lei Complementar No 002/2014 - Plano Diretor de Manaus. IPAAM – Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas. Disponível em: http://www.ipaam.am.gov.br/pagina_interna.php?cod=71, acessado em 23/05/2014. MANAUS, CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS. Lei Orgânica do Município de Manaus. Manaus, Câmara Municipal, 1990. 162p.
  28. 28. SELO VERDE DA AMAZÔNIA LTDA Av. Djalma Batista, 125 – Chapada CNPJ.: 02.123.432/0001-56 Manaus – Am 28 LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. Política Nacional Dos Resíduos Sólidos Resolução CONAMA nº275 de 25 de abril de 2001, que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores NBR 10.004/10 Classificação dos resíduos sólidos NBR 12.218 - Projeto de Rede de Distribuição de água para abastecimento publico, NBR 12.211- estudo de concepção de sistema publico de abastecimento de água e NBR 12.217- Projetos de reservatório de distribuição de água para abastecimento público NBR 15,527/2007, que trata do aproveitamento de águas pluviais. NBR 9648/1986-Estudo de Concepção de Sistemas de Esgoto Sanitário e; NBR 9649/1986-Projetos de Rede de Esgoto Sanitário. Fundação Nacional de Saúde – FUNASA, Orientação Técnica para apresentação de Projeto de Sistema de Esgotamento Sanitário.

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