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Inconfidência nº 223 de 31 de janeiro‏

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Inconfidência nº 223 de 31 de janeiro‏
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Inconfidência nº 223 de 31 de janeiro‏

  1. 1. BELO HORIZONTE, 31 DE JANEIRO DE 2016 - ANO XXI - Nº 223 AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR, A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. Site: www.jornalinconfidencia.com.br E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br ConviteConviteConviteConviteConvite POSSE DANOVADIRETORIA DA CASA DA FEB O General Rosendo, após o descerramento de sua foto na galeria de ex-presidentes, colocando o "botton" da Casa da FEB, usado pelos presidentes da ANVFEB, na lapela do empresário Breno Vinicius Amorim, que tomou posse a 21 de janeiro . LEIA NA PÁGINA 14 EduardoCunha RenanCalheiros LULA PT DILMA PMDB Internet VERGONHA DE SER BRASILEIRO Esse país chegou a tal ponto de depravação, que estamos dependendo de uns bandidos para ficarmos livres de outros. Os presidentes do Círculo Militar/BH, da ANVFEB/BH e do Inconfidência, têm o prazer de convidar seus associados/integrantes, como também a todos aqueles que desejarem, para assistir “A ESTRADA 47”, primeiro filme de guerra realizado no Brasil sobre a participação dos soldados brasileiros na Itália, durante a II Guerra Mundial. Um filme sobre fatos e heróis reais. Local: Círculo Militar de Belo Horizonte Av: Raja Gabaglia, 350 Data: 19 de fevereiro / 6ª feira Hora: 19:00 Estacionamento no local: R$ 5,00 COMPAREÇAECONVIDE SEUSPARENTESEAMIGOS “Conspira contra sua própria grandeza o povo que não cultua seus feitos heroicos” GENERAL MOURÃO PASSA O COMANDO MILITAR DO SUL Ao entardecer de 26 de janeiro, no aquartelamento do Regimento Osório, o General de Exército Antonio Hamilton Martins Mourão passou o Comando para o General de Exército Edson Leal Pujol. PPPPPÁGINAÁGINAÁGINAÁGINAÁGINA 1515151515 BOLSONARO PARA PRESIDENTE EXÉRCITO OCO A QUEBRA DA CERVIZ MILITAR REFERÊNCIAS ANÔNIMAS PÁGINA 23 PÁGINA 11 PÁGINA 5 PÁGINA 11 LEIA NA PÁGINA 12
  2. 2. 8Nº 223 - Janeiro/2016 2 *MarcoAntonio FelíciodaSilva * A. C. Portinari Greggio *General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército, Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista Com a derrubada do Muro de Berlim (1989), as esquerdas em todo o mundo se preocuparam com o futuro do movimento comunista. Passaram a buscar alternativas, internacionalmente, buscando apoios para a respectiva sobrevivência. Fidel Castro idea- lizou reconstruir uma “II Internacional” nas Américas, reunindo partidos e organizações marxistas-leninistas revolucionárias numa entidade supranacional. O Partido dos Tra- balhadores (PT), motivado por uma intelec- tualidade gramscista que o integrava e sim- patizantes, aproveitou a oportunidade para fortalecer suas posições no contexto do soci- alismo mundial, então, em reestruturação. A oportunidade, aproveitada pela cú- pula do PT, sob a pseudo liderança de Lu- la, congregando Estados e organizaçoes di- versas de orientação dita “socialista”, deu origem à organização supranacional, FORO DE SÃO PAULO (FSP), responsável pela disseminação do “socia- lismo bolivariano” na América Latina. Dez anos depois, o PT, após se integrar à de- nominada“Internacional Rebelde”, surgida na Fran- ça em 1999, concretizando trabalho liderado pelos mi- litantes petistas Oded Grajew e Chico Whitaker, apoiados por Bernard Cas- sen, do Le Monde Diplomatique, pelo dinhei- ro da Fundação Ford e pelos governadores petistas do Rio Grande do Sul, Olivio Dutra e Tarso Genro, ambos comunistas, difun- dindo a ideia de criar um contraponto ao elitista Fórum Econômico Mundial, escon- dendo a verdadeira finalidade de reerguer o comunismo em todo o mundo, seguindo a doutrina gramscista, lançam o maior tra- balho de conscientizacão de massas já ha- vido, principalmente de jovens, criando o FóRUM SOCIAL MUNDIAL (FSM). Sumamente significativo que, anteri- ormente ao primeiro evento do FSM, hou- ve, em Montevideo, um seminário - Os Co- munistas Refletem e Debatem Sobre Políti- cas de Alianças no Novo Século - com a participação de partidos comunistas de 13 paises da América do Sul, Europa Ociden- tal e Cuba. Aí, se fez um balanço da décima reunião do FSP, efetuada em Havana/Cuba, e se concretizou a estratégia que seria pos- ta em prática durante o I FSM. O Fórum Social Mundial (FSM) é um evento altermundialista, o que designa os que se opõem a uma globalização fundamentada no capitalismo e no liberalismo e propõem como solução o socialismo, o comunismo e a anarquia), organizado por movimentos soci- ais e por organizações dos diversos continen- O PT, a PETROBRAS e o INTRIGANTE FÓRUM SOCIAL MUNDIAL “Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade, traduzindo um País com projeção de poder e soberano, deve ser o nosso NORTE!” tes, com objetivo de ela- borar alternativas para uma transformação social global. Seu slogan é : “Um outro mundo é possível”. Os fóruns são realizados anualmente. Em 2001,2002 e 2003 foram em Porto Ale- gre, no Rio Grande do Sul. Em 2005, o Fó- rum voltou para Porto Alegre. Crescente, contou com 155 mil participantes, represen- tando 135 países e 6.588 organizações; 6.823 jornalistas; 2.900 voluntários, 2.580 traba- lhadores da Economia Popular e Solidária. Foram 2.500 atividades autogestionadas en- tre as quais: 130 shows; 115 filmes e vídeos e 96 exposições de artes. 12345 reuniões e debates. Na marcha de abertura, participaram mais de 200 mil pessoas. Decidiu-se, então, que o FSM seria iti- nerante, devendo ser sediado em várias cida- des diferentes a cada ano. Em 2006, foi po- licêntrico (Caracas, Karacki e Bamako) e em 2008 foi descentralizado. Em 2007 foi na África, Nairóbi (Quênia), e em 2009, em Be- lémdoPará.OFórumde2012 foi realizado no Brasil, em Porto Alegre, e teve como tema central Crise Capita- lista, Justiça Social e Am- biental. Se tudo isso já não fos- se intrigante quanto as suas finalidades e abrangência mundial, sob a direção do PT, o que exige muito dinheiro para se manter uma estrutura internacional ativa, sem qualquer alarde da Imprensa brasileira, como parte da programa- ção em defesa do mandato da inepta presiden- te Dilma, o Fórum Social Mundial ocorreu, em Porto Alegre, do último dia 19 ao dia 26 de Janeiro. Estranha-se que teve o patrocínio de duas empresas controladas pelo Governo, um Governo falido, com índices econômicos de- sastrosos. A Petrobras que patrocina o fórum, desde do seu primeiro evento, em 2001, es- tando atolada em corrupção e dívidas mons- truosas, doando 800 mil reais e a Itaipu Bi- nacional, destinando 180 mil reais. Durante o evento, estava prevista mesa composta pelo Presidente do PT, Rui Falcão, e aliados da Presidente, para discutirem o tema “Demo- cracia em tempos de golpismos”. A realidade que vivemos indica um outro tema: “Demo- cracia em tempos de gestão criminosa e de intensa corrupção”. Daí, uma simples per- gunta: onde estão as lideranças governamen- tais que se dizem responsáveis e anunciam que o País vive clima de estabilidade, com as instituições funcionando perfeitamente, en- quanto a Nação sangra lentamente e o País desce ladeira abaixo, impulsionado pela omis- são de uns, pela covardia de outros e pela falta de caráter de uma grande maioria? Tudo indica que Bol- sonaro está surfan- do uma curva exponen- cial ascendente. Seus índices de preferên- cia, embora inferiores a 10%, têm tudo para crescer em rápida aceleração nos próximos dois anos, talvez suficiente para garantir- lhe, cœteris paribus, um terço ou mais dos votos, na pior das hipóteses, ou a maioria absoluta, na melhor. Há dois conjuntos de fatores a apontar nessa direção: a catástro- fe interna do Brasil e a catástrofeinter- nacional. Usamos o termo catástrofe no sentido literal do grego , “vira- da de cabeça para baixo”. É isso mesmo o que acontece com o Brasil e o mundo neste momento. Como consequência formaram- se, em vários países, vácuos políticos em que a população rejeita todos os candi- datos chapas-brancas, inclusive das fal- sas oposições. Nessas situações, líderes carismáticos e descomprometidos como Bolsonaro têm reais possibilidades de ca- valgar o tsunami e, passando por cima de esquemas, espertezas e barreiras, chegar ao poder supremo. Haja tsunami. Se Bolso- naro continuar a crescer, todas as facções no poder se unirão em pânico, desesperadas, dispostas a tudo para barrar seu caminho. Manifestações de rua, terroris- mo, pelegada sindical, artistas, fefeleches, intelectualha, CNBB,índios,quilombeiros, xibungos e sapatonas, ongues, todos juntos. Não vai faltar di- nheiro: do Primeiro Mundo, mi- lhões de dólares dessas fundações que financiam as ongues e a quinta-coluna apátrida; e, é claro, do próprio governo federal – apesar da Lava-Jato. Desnecessário dizer que a mídia se engaja- rá mit dem Hand aufs Herz nessa campa- nha: afinal, Bolsonaro representa tudo o que os currupacos odeiam e temem na vida. Apesar de tudo, haverá limites. Os adversários de Bolsonaro terão de respeitar as regras da Constituição de 1988. Talvez tentem saídas pela tangente, como emen- das parlamentaristas ou outras improvisa- ções. Mas, dividido como está, em equilí- brio instável e enrascado na crise, o sistema políticoterádificuldadeemarticular-separa puxadas de tapete. E, é claro, nem cogitará de golpe de Estado, pois não pode contar com as Forças Armadas e as organizações policiais para a aventura. Sem mencionar que, sendo a constituição de 1988 a sua constituição, o instrumento criado sob medida para garantir seu poder, o siste- QUE ACONTECERÁ SE BOLSONARO FOR ELEITO Chegar à Presidência será difícil. Governar será muito, muito mais. ma político dificilmente consentirá em rasgá-la. Em vez disso, mudará de estratégia. Ao perceber que o jogo está perdido, aca- tará o resultado e, dentro das normas da constituição, empossará solenemente Sua Excelência,oPresidenteJairBolsonaro.Mas, enquanto isso, a conspiração para derrubá- lo já terá sido articulada, de modo que o novoPresidente,cercadodeinimigosecom seu governo infiltrado por agentes e infor- mantes hostis, assumirá um campo minado. Acampanhaeleitoralserádifícil,mas muitomaisdifícilserágovernar.Éimprová- vel que Bolsonaro possa contar com apoio no Congresso. Sem dúvida poderá eleger certo número de novos deputados, mas longe de constituir maioria. Não podendo contar com o sistema político, é óbvio que o apoio terá de vir de fora; e esse fato – confronto entre ruas e gabinetes – já prenuncia instabilidade. A mais imediata base de apoio do no- vo governo serão os seus eleitores, que de- nominaremos base eleitoral. Entre esses, haverá duas classes: os eleitores conscien- tes e os de ocasião. Os conscientes têm capacidade de mobilização e de auto- organização, e poderão formar qua- dros políticos confiáveis, que deno- minaremosestruturapolíticacivil. Outraestruturapotencialde apoio seria a Reserva das For- ças Armadas. Nesse aspecto, nenhum outro grupo se com- para. São irmãos de farda, cu- jas idéias, sentimentos e ideais em tudo coincidem com Bolsonaro. Além de tudo, são competentes e cultos; e grande número, cu- jas carreiras foram prema- turamente amputadas pelo cruel sistema de promoções, ainda está no auge de suas capacidades. A esta estrutura, chamaremos Reserva mobilizada. Haverá outros grupos, dependen- do do esforço dos organizadores: empre- sários, vítimas do crime, religiosos, atira- dores e – por que não? – intelectuais e artistas. Finalmente, uma instituição espe- cial, que não podemos chamar de apoio, mas desempenhará papel decisivo no que vier a acontecer: as próprias Forças Ar- madas. Eisaíelencoresumidododrama.Res- tasaberqualvaiseroenredo:ficatudocomo está ou revolução? E Bolsonaro, que papel pretende, e poderá, representar? Respostas no próximo INCONFI- DÊNCIA. 2
  3. 3. Nº 223 - Janeiro/2016 3 * Estão matriculados 160.000 sem- terrinhas nas 1800 escolas públicas dos assentamentos e acampamentos. São reco- nhecidas pelo MEC e mantidas, evidente- mente, com recursos que vêm do Governo. * Existem cursos exclusivos em cerca de 20 universidades para formação de sem- terra, por convênio. Esses cursos são, na maioria, pagos pelo Incra. Para se candidatar ao curso é preciso ser assentado, filho de assentado, não ter formação superior e tra- balhar como educador em escolas. * Uma universidade própria, a Flores- tan Fernandes, inaugurada em janeiro de 2005, em novembro do mesmo ano já for- mava 60 alunos em cursos de especializa- ção, com a presença do então secretário- geral da Presidência, ministro Luiz Dulci. Bem destacada no centro de cada diplo- ma estava a frase: “Contra a intolerância dos ricos, a intransigência dos pobres. Não se deixe cooptar. Não se deixe esma- gar. Lutar sempre” * Existe um projeto de escola sul-ameri- cana de agroecologia, cujo protocolo de intenções para sua implantação no Estado do Paraná foi assinado pelos governos do Brasil, Venezuela, Paraná e pela Via Cam- pesina. * Acaba de ser noticiado que, pela primeira vez no País, teremos estudan- tes saindo de universidades com o di- ploma de professor rural. O Ministério da Educação fechou con- vênio com cinco universidades para a for- mação desses cursos. Segundo o MEC, esses cursos são inspirados nos Cursos de graduação para os sem-terra. Há três anos existem esses cursos na UFMG – Universidade Federal de Mi- nas Gerais -. Na aula inaugural de 2005, discursou Armando Vieira, líder do MST em Minas. Sabem o que pregou? “As Universi- dades são latifúndio, e nossa presença aqui é uma ocupação”! Como se vê é pura luta de classes e sub- versão. Agora imaginem a doutrinação que será feita quando formarem os professores para as 96 mil escolas rurais, freqüentadas por 6 milhões de alunos. Por que essa exclusividade? A Revista Época, em reportagem que ficou famosa, escreveu: “Há 20 anos eles eram crianças colo- cadas pelos pais na linha de frente das O MST E A REVOLUÇÃO COMUNISTA NO BRASILHistoriador Carlos I. S. Azambuja Vejam as manchetes de jornais, extraídas do site: http://www.paznocampo.org.br:80/ * MST: 2 milhões de militantes e 1.800 escolas * 200.000 crianças no Brasil aprendem no Livro Vermelho de Mao * País terá graduação para assentados * Graduação na USP só para aluno assentado * MST forma professores e prega luta * Projeto (para professores da roça) é inspirado em graduação para sem-terra. NOSSO COMENTÁRIO Para onde vamos? Guerra civil? Guerrilha rural novamente? Organização pelo MST de um exército revolucionário nos moldes das FARC? Felizmente, as Forças Armadas estão acompanhando através de seus serviços de Informação. Tudo isso devidamente comprovado pelas declarações de Lula e Stédile. "Em vez de ficarmos chorando, vamos defender o que é nosso... Também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile (chefe do MST) colocar o exército dele nas ruas". Lula, discursando na noite do dia 24 de fevereiro de 2015, em ato na ABI, no Rio, para tentar obstruir as investigações do Petrolão, parecendo um corrupto desesperado. LULA QUER EXÉRCITO DO MST NAS RUAS NÃO É ASSUSTADOR? invasões, para constranger a polícia e suas baionetas. Hoje eles são o comando de ocupações, marchas e saques pelo Bra- sil afora. A nova geração do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a primeira nascida nos acampamen- tos e formada nas escolas da organização, chegou ao poder.” Eis o que pregam alguns desses alunos: • “Quando boa parte do povo estiver pronta para pegar na enxada, a gente faz uma revolução socialista no Brasil”. • “Meus pais só queriam um pedaço de terra. Agora queremos mudar a sociedade, mesmo que não seja pela via institucional”. • “A gente precisa ir para a luta, acam- par e viver o desconforto para destruir o capitalista que vive dentro de nós”. • “Quando 169 milhões de pessoas no País quiserem o socialismo, não vai ter jei- to. Nem que seja pela força”. • “Queremos a socialização dos meios de produção. Vamos adaptar as experiên- cias cubana e soviética ao Brasil”. Eles querem a revolução! E pela edu- cação vão formar revolucionários para incendiar o campo... Essa é das piores e mais perigosas espa- das que estão sobre a cabeça do produtor rural. Acompanhe conosco essa ação. De- nuncie e esclareça seus amigos. Líder terrorista do MST, é condecorado com Medalha da Inconfidência 3
  4. 4. 8Nº 223 - Janeiro/2016 4 * Maria Lucia Victor Barbosa * Socióloga e articulista. mlucia@sercomtel.com.br www.maluvibar.blogspot.com.br * Ipojuca Pontes * Cineasta, escritor, ex-Secretário de Cultura e Jornalista Nos noticiários as TVs apre- sentam amenidades, acidentes, notícias do exterior, poucas notas políticas. Tu- do repetido à exaustão. O Brasil de férias quase não toma conhecimento dos recor- rentes assaltos à coisa pública, que vão sendo descortinados por delatores loucos para salvar a pele. Eles vendaram a alma ao “diabo” do PT e agora estão pagando com juros e correção monetária. Enquanto isto o melado com o qual o PT se lambuzou continua a percorrer distân- cias e vai envolvendo figuras do alto esca- lão governamental. Parece a lama sinistra que se abateu sobre o distri- to de Mariana soterrando tudo, matando gente, inva- dindo lonjuras, contaminan- do rios, confiscando o azul dos mares. Foi a maior ca- tástrofe ambiental já havida no País, assim como a ava- lanche de melado da corrup- ção da era PT não tem com- paração com as roubalheiras do passado, tal seu grau de institucionalização e volume. Interessante é que o autor da frase, “o PT se lambuzou”, ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, agora se encontra lambuzado, sendo que outros ministros co- meram também bastante do melado. Pelo menos é o que se lê no O Estado de S. Pau- lo, de 8 de janeiro de 2016: “Lava Jato – Além de Jaques Wagner, Edinho Silva (Comunicação) e Henrique Al- ves (Turismo) são citados em diálogos do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, conde- nado a 16 anos de prisão”. Também é mencionado no respectivo jornal o atual presidente da Petrobras, Alde- mir Bendine. Ao mesmo tempo, o notório Cerveró, ex-diretor da Petrobras, menciona Jaques Wagner em algumas grossas, como diria Lula da Silva, maracutaias. Nada acontece com o presidente de fato, que depôs pela quarta vez na Polícia Federal sobre uma generosa medida provi- sória que beneficiou um de seus filhos. E enquanto seus outrora “amigos íntimos”, aqueles que privaram de sua intimidade, que festejaram juntos em magníficos ban- quetes, que se divertiram com Brahma em suntuosas viagens estão vendo o sol nas- cer quadrado, “o pobre operário” segue in- diferente à desdita dos companheiros de partido e “das zelites”. Não sei se esse traço de personalidade é próprio da humanidade como um todo ou mais acentuado em certos indivíduos sem caráter. Em todo caso, o espertíssimo ex- presidente da República, grande benefici- ado da locupletação geral não sabe de nada, não viu nada e, se duvidar, não conhece ne- nhum imbecil que caiu na esparrela, confor- me taxou o senador petista e ora detento, Delcídio Amaral. Em todo caso, o espertíssimo ex-presidente da República, grande beneficiado da locupletação geral não sabe de nada, não viu nada e, se duvidar, não conhece nenhum imbecil que caiu na esparrela, conforme taxou o senador petista e ora detento, Delcídio Amaral. AVALANCHE DE MELADO Sem dúvida, o PT resiste diante do mar de melado que o submerge. LuladaSilvafogedos“imbecis”como o diabo da cruz. Eles podem contaminar seu projeto de poder. Afogá-lo no pote de me- lado. No momento vislumbra-se apenas um fiozinho de melado a lhe escorrer pela barba. Foi posto por Cerveró que o mencionou qua- se que de passagem, a lembrar de que até a sorte acaba um dia nesse mundo de finitudes. Nada, porém, de previsões açodadas por- que Brahma ou Boi até agora escapou. Ele conta com proteções internas e possivel- mente externas, como as do Foro de São Paulo. Há de se convir que o PT ainda detém força suficiente para evitar males piores. Exemplo disto foi o anteparo do STF que evitou por duas vezes o impeachment de Rousseff, com evidente e indevida intromissão no Legislativo. Ela ficará por mais três anos sem nenhu- ma condição de governabi- lidade, fazendo discursos que são peças de propa- ganda enganosa a se des- manchar na primeira ida das donas de casa ao su- permercado. Enquanto is- so o País afundará cada vez mais na recessão e na sua insignificân- cia de potência regional sul-americana, a ser suplantada pela Argentina sob a presidên- cia de Mauricio Macri. Seguem-se outros exemplos do po- der petista, como aqueles que tentam tor- pedear a extraordinária e inédita Operação Lava-Jato. É o caso do chamado desmonte da PF através do corte de R$ 133 milhões no seu orçamento. Foi votado no Congresso, mas tem evidente dedo do Executivo. Outro exemplo foi o da medida provisória assinada por Rousseff, que altera as bases da Lei An- ticorrupção. Desse modo, se aprovada no Congresso empresas corruptas poderão fa- zer acordos de leniência com a CGU sem precisar colaborar com as investigações nem prestar contas ao TCU. Também pode- rão fechar contratos com o governo e rece- ber verbas públicas. Não faltam também investidas do ministério da Justiça contra o competente e ilibado juiz Sérgio Moro. Sem dúvida, o PT resiste diante do mar de melado que o submerge. Seu gran- de teste, porém, será nas eleições munici- pais desse ano. Se o povo achar que são lí- citas as doçuras corruptas do poder, en- quanto amarga a inflação, o desemprego, a inadimplência, ótimo para os petistas. Se não Lula terá, em 2018, que pensar em ou- tro plano B. No passado escolheu José Dirceu, depois Antonio Palocci e deu no que deu. Agora Jaques Wagner era (ou é?) o plano B, mas comeu muito melado. Dilma, a “faxinei- ra”, vai mantê-lo no cargo? Certamente, mas nem tomando banho de ervas e sal grosso, Jaques Wagner, codinome compositor, se livrará do melado. Seria cômico se não fosse trágico. Nos últimos meses, numa prática que já se tornou rotina, o ex-presidente Lula da Silva, o Ogro Pi- lantrópico dono do PT, só aparece na Polícia Federal para depor na qua- lidade de “informante”. Desde logo, a pergunta que se impõe à nação é a seguinte: por que o Dr. Lula, mentor de um partido reconhecidamente criminoso, depõe apenas co- mo informante? Segundo a mídia amestrada, a trupe do Supremo Tribunal Federal, nomeada na vigência do arbítrio petista, não admite que o Ogro deponha na condição de inves- tigado ou mesmo que seja arrolado como testemunha (quem sabe para não ferir a reputação de Sua Excia ou talvez para evitar que ele seja levado, mais cedo do que se imagina, às barras dos tribunais). Mas não deixa de ser notável, para não dizer esdrúxulo, que um tipo que “nunca viu nada nem sabe de nada” seja convocado para dar ciência sobre escândalos nos quais se vê envolvido como eminência parda - embora ele seja considerado por muitos, tal qual o lúbrico cacique Paiakan, uma figura inimputável. De relance, são incontáveis as estripulias que envolvem Lula. As mais recentes, questionadas pela Policia Federal, são as seguintes: 1 -1 -1 -1 -1 - Foi mesmo por “gratidão” que o líder carismático indicou Nestor Cerveró diretor da BR Distribuidora, logo depois de o delator ter fechado contrato de R$ 1,300 bilhão com o enrolado Grupo Schahin, dos quais 12 milhões dee reais teriam abastecido o saco sem fundo do PT para financiar a reeleição do honorável Lula? 2 -2 -2 -2 -2 - Por que Léo Pinheiro, empreiteiro da 0AS condena- do pela Justiça Federal a 18 anos de prisão por negócios escu- sos com o PT, foi instado por Lula para dar apoio a Rosemary Noronha, sua amiga íntima, ex-secretária da Presidência da República-SP, curiosamente indiciada pela Polícia Federal por corrupção passiva, formação de quadrilha e tráfico de influ- ência? Detalhe: numa anotação, o empreiteiro, debochado, comenta, tratando Lula pe- lo apelido de “Brahma”: “O nosso amigo voltou a se queixar. Segundo ele, o assunto (apoio) não andou nada. Agradeceu e pediu para esquecer. Disse-lhe que encontra- ríamos uma solução”. Adendo: ainda que indiciada, Rose, amiga intima de Lula, está sendo resguardada por banca de advogados caros. 3 -3 -3 -3 -3 - Outro pepino de difícil digestão: os R$ 2 milhões que o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente e portador de passe livre para entrar a qualquer hora no Palácio do Planalto, repassou a uma das noras do ex-presidente. Para o delator Fer- nando Baiano, o dinheiro era proveniente de negócios escusos da Petrobras. De acordo com a mídia, por conta da amizade com Lula, Bumlai obteve empréstimo de R$ 101 milhões do BNDES para financiamento da problemática Usina São Fernando, hoje em processo de falência. 4 -4 -4 -4 -4 - Outro escândalo de clamor nacional: no rescaldo investigativo da Operação Zelotes sobre manipulações de medidas provisórias do governo, Luiz Cláudio Lula da Silva, o Lulinha II, dono da LFT Marketing Esportivo, é acusado de ter recebido R$ 2,400 milhões de lobista por consultoria copiada de material de livre circulação na Wikipedia. Em entrevista televisiva, Lula, o pai, disse que o filho é que tem de se ex- plicar (mas o fato recente é que Lulinha II foi expulso de restaurante em Angra dos Reis por clientes que exigiam para ele o uso de tornozeleira eletrônica). Lula e seu governo comunista transformaram o País num imenso bordel. Escândalos públicos e privados, fomentados pela prática de atos e projetos criminosos amparados na tessitura do chamado “Estado Forte” petista, atingiram proporções catastróficas. Nele, onde a Polícia Federal e o Ministério Público apertam, escorre pus em abundância. Para completar a obra, e deixar Lula de cabelo em pé, Marcos Valério, operador do esquema do mensalão, propôs acordo de delação premiada aos procuradores da Operação Lava Jato em troca da redução da pena de 37 anos a que foi condenado (“injustamente”, segundo ele). Para Valério, mensalão e petrolão são faces da mes- ma moeda e, se o procurador-geral da República Rodrigo Janot não impedir, promete fazer novas revelações que vinculam o amigo Bumlai, Lula, Zé Dirceu e Gilberto Carvalho ao rolo do assassinato de Celso Daniel, pre- feito de Santo André, em 2002. PS - No caso de Rose Noronha, a informação é de que o Tribunal Regional Federal (3ª Região) negou recurso que pedia o desbloqueio dos bens da hoje considerada ex-Segunda Dama. O INIMPUTÁVEL LULA“Não tem viva alma mais honesta do que eu” -- Lula da Silva Quando? Mais CPMF para nós pagarmos as despesas da amante do Lularápio? 4
  5. 5. Nº 223 - Janeiro/2016 5 *Aileda de Mattos Oliveira *Professora Universitária, ESG/2010 Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008 Vice-presidente da Academia Brasileira de Defesa. ailedamo@gmail.com IMPORTANTE Apoiamos, sim, a intervenção altiva dos Generais na defesa da Instituição Exército, constantemente humilhada por indivíduos sem escrúpulos, com vida pregressa criminosa, por uma presidente sem reputação, por jornalistas desfibrados e comprometidos por congressistas enlameados, sem que haja indignação e repúdio às calúnias dessa torpe gangue de esquerdistas e oportunistas. A QUEBRA DA CERVIZ MILITAR “É dever de cada soldado manter viva a memória daqueles que foram covardemente imolados pela mão insana da intolerância ideológica.” Gen. Ex. Sergio Westphalen Etchegoyen, 30/11/2012, JI 222, p. 23 O compromisso que assumi com a minha consciência foi de restringir- me, nos artigos, a três únicos temas, pa- ra mim, de fundamental importância: defender o Brasil, defender as Forças Armadas e atacar ideologias que se con- traponham à nossa formação. Portanto, quando me utilizo da arma da palavra na crítica às Forças, principalmente, ao Exército, não estou atirando na tropa, nem na Instituição, que continuam inatacáveis, mas na cúpula, nos Generais, que estão, buro- craticamente, vendo a “estabilidade” do Brasil por lunetas mágicas. É inaceitável, por incompreensí- vel, que estejam se perdendo os enaltecidos valores inerentes à caser- na, agora moldados ao jeito civil, pela clara adesão ao “politicamente corre- to” da sujeição, que lhes garante, sem prejuízo, a função que ocupam. Atitu- de decepcionante para o contingente da população que sempre aplaudiu a voz decidida e decisiva da caserna, ho- je afônica, sem vigor, irreconhecível. Não estamos apoiando a interven- ção militar e a dominação política do Es- tado pelos quartéis. Apoiamos, sim, a intervenção altiva dos Generais na de- fesa da Instituição Exército, constan- temente humilhada por indivíduos sem escrúpulos, com vida pregressa crimi- nosa, por uma presidente sem reputa- ção, por jornalistas desfibrados e com- prometidos, por congressistas enlame- ados, sem que haja indignação e repú- dio às calúnias dessa torpe gangue de esquerdistas e oportunistas. Apoiamos, sim, a presença dos Ge- nerais exigindo o cumprimento da letra constitucional, acintosa- mente desrespeitada por es- ses escravos do dinheiro, res- ponsáveis pela desmoraliza- ção internacional do país. A intervenção, sim, para se fazerem presentes e calarem aqueles que nos ameaçam com confronto ar- mado e ignoram a importân- cia das Forças Regulares, justamente, por elas se man- terem resignadas ao papel acessório que lhes impuseram. Trans- formaram seus co- mandados em ‘caça- traficantes da Maré” e, agora, em ‘caça- mosquitos da den- gue’, com a aquies- cência da alta hierar- quiamilitar. É uma afronta aos Antigos Gene- rais que, num passa- do recente, devolve- ram ao país a estabi- lidade das institui- ções, a verdadeira estabilidadequepos- sibilitou,inclusive,a formação dos Atuais Generais que, sem nenhum constrangimento, aceitam, de cerviz curvada, que os chacais da na- ção lhes digam como comandar. É uma vergonha! Não imaginávamos tão drásticas mudanças de atitudes, perceptíveis nas boas-vindas aos recém-promovidos Ge- nerais. A omissão do ‘Dia da Traição’ é o indício da nova tendência de adaptação às injunções governa- mentais, assumida pelos Chefes, mesmo diante da degradação intencional do país por um governo da mesma ideologia dos traidores. Em2012,oautorda frase em epígrafe consi- derouum“deverdecada soldado” trazer na me- mória a perfídia sofrida, pelas vítimas dos comu- nistas,em1935.Em2014, veio a público a sua in- dignação na defesa vee- mentedamemóriadopai,das acusações espúrias, lança- das pelos chicaneiros da Co- missão da Verdade. Porém, em 2015, na “Saudação aos Novos Oficiais-Generais”, citando as epopeias em que a espada de Caxias partici- pou ativamente, saltou eta- pas, sem dúvida, desagradá- veis aos ouvidos do minis- tro da Defesa e aos da co- mandante em chefe. De Rondon, chegou a Mascare- nhas de Moraes, ‘es- quecendo’ a decla- ração anterior de ser um “dever de man- ter viva” a maior traição sofrida por militaresbrasileiros, a Intentona Comu- nista, comandada pelo apátrida Pres- tes, a soldo da en- tão União Soviéti- ca. Foi apagada a insídia vermelha da cronologia. A es- pada de Caxias re- tornou à bainha, envergonhada. Uma notícia estranha foi divulgada. Militares chineses estariam recebendo instruções no CIGS, adestrando-se em sobrevivência na selva. Se verdadeira, não são os primeiros estrangeiros, como nos mostram os vídeos do CMA, mas pelo que saibamos, são os primeiros co- munistas a adentrarem no ambiente que seria, até então, o nosso trunfo para a salvaguarda da soberania brasileira. Transmitimos aos nossos poten- ciais inimigos as estratégias de defesa do nosso território, damos a eles a re- sistência física e psicológica de tão rigoroso treinamento, para nos comba- ter, em igualdade de condições, na sel- va, se um dia, isso acontecer. É inacredi- tável tanta ingenuidade! São acordos assinados no Planal- to, hoje, Central Comunista, onde uma caneta guerrilheira libera tudo o que res- peita à entrega de nossas riquezas e de nossa soberania, naturalmente, com o aval do ministro da Defesa, de igual linha doutrinária. A que ponto se deixaram le- var as nossas Forças Armadas que tudo aceitam, sem reação, com excessiva le- niência! Outra vergonha! Acordos de instrução compartilha- da fazem os países aliados. Jamais com comunistas!Comresponsabilidadenade- fesa da soberania de seus países, patrio- ticamente,limitaminformaçõeseadestra- mento, a fim de preservar seus territórios, mantendo em domínio secreto os recur- sos que se converterão, num conflito, em supremacia e em vitória contra o inimigo e na independência de suas nações. Por persistirem na equivocada crença de que em nome da disciplina devem despersonalizar-se, estão sen- do vistos, pelos olhos da devotada e leal parcela do povo, defensora cons- tante do Brasil, como indiferentes à depredação da pátria praticada pela canalha petista. Que estapafúrdia con- tradição nas hostes militares! Vemos o Brasil inerme, inerte, anê- mico, deixar-se destruir por um partido que o tornou seu patrimônio particular. Mesmo diante de tantas evidências, per- cebemos terem os Generais aderido à cô- moda tese da “estabilidade”, defendida pelo Comandante da Força Terrestre. De que lado estarão, no momento decisivo? Receio ter de voltar a dizer, como resposta: “Mais uma vergonha!” Quartel da Polícia Militar em Natal após o ataque dos insurretos Fachada do 3º RI, na Praia Vermelha, após o confronto entre as forças legais e os insurretos 5
  6. 6. 8Nº 223 - Janeiro/2016 6AIMPRENSANOTICIOU Prefeitos reclamam que repasse poderia ser destinado à compra de medicamentos, que estão em falta. O governador Fernando Pimentel atrasa o pagamento do funcionalismo estadual NR: Minas Gerais está SEM DINHEIRO para pagar servidor público e o governador Pilantrel, do PT, quer gastar R$ 3,4 milhões para pintar farmácias de VERMELHO! Só pode ser doença. http://www.oantagonista.com/posts/pimentel-e-um-doente OInstituto Olhar está acabando de apurar os resultados relativos à pesquisa Top of Mind – MercadoComum – Marcas de Sucesso de Minas Gerais, realizada durante o mês de de- zembro de 2015 e que teve como principal obje- tivo medir o grau de lembrança (recall espontâ- neo) das marcas dentre as diversas categorias de produtos existentes no mercado. A maioria dos entrevistados da pesquisa, quando pergunta- dos sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, respondeu ser favorável à saída dela da Presidência da República. MAIORIA DOS MINEIROS É FAVORÁVEL AO IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DILMA TRIPLEXTRIPLEXTRIPLEXTRIPLEXTRIPLEX EX-PRESIDENTE E SUA MULHER PRESTARÃO DEPOIMENTO PELA PRIMEIRA VEZ COMO INVESTIGADOS EM INQUÉRITO. LULA E MARIZA SÃO INTIMADOS A DEPOR SOBRE APARTAMENTO. PROMOTOR SUSPEITA QUE CASAL TENHA OMITIDO A PROPRIEDADE DO IMÓVEL. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ AGRADO ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ CONSTRUTORA COMANDOU OBRA, PAGOU FORNECEDORES E OPERÁRIOS EM PROPRIEDADE FREQUENTADA POR LULA. ODEBRECHT FEZ REFORMA EM SÍTIO. ENGENHEIRO DA EMPREITEIRA ADMITE QUE TRABALHOU, MAS, NÃO FOI PELA EMPRESA. Sítio em Atibaia que recebeu 111 visitas de Lula e família União alivia Samarco de pagar R$ 20 bilhões. Justificativa é que a mineradora precisará dos recursos para plano de recuperação após desastre em Mariana. AAdvocacia Geral da União abriu mão da exigência de depósito judi- cial de R$ 20 bilhões por parte da Sa- marco alegando que a empresa terá que apresentar e executar um plano de ação para os próximos dez anos. O objetivo da proposta é reverter os da- nos ao meio ambiente e às famílias provocados pelo rompimento de uma barragem, que deixou 19 mortos. LAVA JATO -LAVA JATO -LAVA JATO -LAVA JATO -LAVA JATO - DIRCEU FEZ 113 VIAGENS EMJATODOLOBISTAJÚLIOCAMARGO. Lobista e delator disse às autoridades que bancava viagens do ex-ministro. Total percorrido equivale a duas voltas e meia ao mundo. CERVERÓ –CERVERÓ –CERVERÓ –CERVERÓ –CERVERÓ – CAMPANHA DE LULA TEVE PROPINA DE ANGOLA Segundo ex-dirigente da Petrobras, campanha de 2006 recebeu R$ 50 milhões desviados de uma compra de R$ 300 milhões em blocos de exploração de petróleo na África. RETROCESSO. GOVERNO FEDERAL MUDA DISCURSO APÓS REUNIÃO COM REPRESENTANTES DA EMPRESA Oprefeito de São Paulo - Fernando Haddad, do PT cansado das estre- polias e vandalismos realizados pelos adeptos do Movimento Passe Li- vre, declarou de público que: “Tem tantas coisas que podiam vir na frente, podia ser almoço grátis, jantar grátis, ida para Disney grátis. E ironizou alegando que seria melhor o paulistano eleger um mágico”. ATÉ OS PETISTAS JÁ ESTÃO DE SACO CHEIO NR: A VALE é do PT e a Samarco também. Na última semana aconteceu uma reunião entre os representantes da União, Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e as empresas envolvidas. O que parece a ideia não é abrir mão do depósito, mas o seu escalonamento vinculado a projetos específicos. Fato preocupante é a retomada das operações, bem como a politização das medidas a serem adotadas. A Polícia Federal acha rombo de 5 BILHÕES DE REAIS em fundo de pensão dos Correios ( POSTALIS). OPOSTALIS é considerado o terceiro maior fundo de pensão do país, atrás da PETROS (da Petrobrás) e do PREVI ( do Banco do Brasil ). Esses desvios de dinheiro dos Correios foram realizados nas administrações de Alex Predtechensky, conhecido como Russo, indicado por políticos do PMDB e pelo seu sucessor Antônio Carlos Conquista, indicado por políticos do PT. O PRIMEIRO ESCÃNDALO DE 2016 FOLHA DE SÃO PAULO DE 02 DE JANEIRO DE 2016 NR: Meu carteiro, diariamente me entrega a correspondência e de vez em quando, conversamos. Uma ocasião, no ano passado, ele me disse: “Trabalho faça chuva faça sol, estou executando meu serviço e de outro carteiro, ganho pouco mais de mil reais e agora aumentaram o meu desconto para a pensão de aposentadoria (Postalis). Perguntei: por quê? Disse ele que havia um rombo muito grande e que seriam eles, funcionários de carreira, a tentar recuperar o fundo de pensão. Disse então: onde está o seu sindicato? Façam greve! Quem roubou vocês foram os próprios diretores da Postalis, ali aparelhados pelo PT/PMDB. E você é um dos responsáveis por ter votado no PT! Ele concordou e desde então, leva o Inconfidência para ler e entregar no sindicato. E me disse: o senhor tem razão! Internet 6
  7. 7. Nº 223 - Janeiro/2016 7 QUE PARTIDO É ESSE? P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL Desdejaneirode2003,quandoLulatrans- formou o Planalto no templo principal da seita que sonha com o pesadelo socialis- ta, o ministro encarregado de comandar a Casa Civil é escolhido não pelo currículo, mas pelo prontuário; não pelas raríssimas virtudes, mas pelos defeitos incontáveis. Isso explica por que, 13 anos e sete che- fes depois, o latifúndio situado no 4° an- dar do palácio presidencial mudou de nome. O que existe ali é uma Casa Covil. O desfile de casos de polícia começou com José Dirceu, devolvido recentemente à cadeia por ter reprisado no Petrolão o pape- lão desempenhado no Mensalão. O guer- rilheiro de festim repas- sou o gabinete à camarada de armas Dilma Rousseff, que hoje tenta escapar do impeachment fantasiada de pingo de honestidade no oceano de bandalheiras protagonizadas por delin- quentes de estimação. O que era péssimo fi- cou ainda pior quando o neurônio solitário indicou Erenice Guerra para substituí-la. Onde Dil- ma só enxergava a melhor amiga havia A CASA COVIL Os sete inquilinosJornalista Augusto Nunes uma mãe de quadrilha disfarçada de mãe de família. Impedida de manter Erenice no emprego, a sucessora de Lula mostrou que não havia perigo de melhorar com a no- meação de Antonio Pa- locci, estuprador de con- tas bancárias e médico especializado em opera- ções ilegais. Com o segundo des- pejo de Palocci, chegou a vez de Gleisi Hoffmann, que entrou para mostrar que Casa Civil não é bor- del e saiu transformada em forte candidata a Mu- sa do Petrolão. A sexta escolha contem- plou Aloizio Mercadante, general da tropa de larápios que Lula chama cari- nhosamente de “aloprados”. O conjunto da obra dos antecessores informa que Ja- ques Wagner mereceu tornar-se o séti- mo companheiro a chefiar a Casa Covil na Era Lulopetista. Ele é o homem num lugar cujo ocu- pante tem por missão fazer do jeito certo a coisa errada. www.alertatotal.net Erenice, a lobista substituta Palocci, Dilma e Zé Dirceu Jaques Wagner o atual chefe da Casa Covil Internet Muda, Brasil! 7
  8. 8. 8Nº 223 - Janeiro/2016 8 * Ernesto Caruso *Coronel, Administrador, Membro da AHMTB Publicado no Pampulha - BH - 23 a 29/01 ACORDA, BRASIL Segundo alguns colunistas com viés esquerdista, eu devo ser um ignorante ou um de- sonesto intelectual. Isso porque acho mais realista enxergar a economia através dos números dentro de um contexto sustentável, sem ufanismos ideológicos e longe do populismo do PT e dos partidos que o apoiam. Existem aqueles que ainda acreditam que as coisas foram muito bem durante o lulismo. Será? Onde estão os 40 milhões de brasileiros que o partido diz ter tirado da miséria? Por acaso oferecer crédito fácil para viver uma ilusão com o auxílio do governo é sair da miséria? E quanto aos bilhões de reais distribuídos pelo BNDES às empresas e ditaduras amigas, em um aporte 12% maior do que a soma de todo o investimento em saúde, educação, Programa de Ace- leração do Crescimento, incluindo o Minha Casa, Minha Vida e o Programa Brasil Sem Miséria? CONCLUSÃO: O PT, enquanto era vi- vo, não se constrangia em transferir a renda dos pobres para os amigos ricos e ditadores de esquerda. Em seu joguinho sujo pelo po- der, os governos petistas se incharam com os bilionários ganhos com commodities – no maior crescimento mundial dos últimos 30 anos – e não se preocuparam em aumen- tar os investimentos e fazer reformas estru- turais. Agora que a conta chegou, viram que deram com os burros n’água e, burros que são, querem aumentar a garfada dos impos- tos para custear sua farra populista, é paté- tico. Mas não vamos nos ater à absoluta in- capacidade do PT. Quando parte de um po- vo inverte os valores morais e insiste em de- fender governos desonestos e comprome- tidos com ideologias socialistas mequetre- fes, é sinal de que um comodismo idiotizado ainda nos assombra ONDE ESTÃO OS EMPRESÁRIOS comprometidos com a meritocracia, onde estão os membros da sociedade civil, pú- blica e militar, comprometidos com o bem- estar social, onde estão os intelectuais es- clarecidos – aqueles que têm uma visão real do mundo e entendem os benefícios do livre mercado – onde estão todos aqueles que percebem o aviltamento da democracia e a destruição de recursos públicos numa es- cala hecatômbica? Enquanto todos não acordarem e compreenderem que o gover- no e toda a sua máquina estatal limitam a liberdade e travam o progresso social, con- tinuaremos escravizados por uma elite po- lítica que se acha no direito de surrupiar 40% de nosso suor sem nos dar nada em troca. Aqui é assim, a renda fica concentra- da no Estado, e são os mais pobres que pa- gam a conta. Acorda, Brasil. No Brasil a renda fica concentrada no Estado, e são os mais pobres que pagam a conta Tirar o sofá, deixar como está, ou jul- gar a responsável? Como diria César, "à minha mulher não basta ser honesta, tem que parecer honesta." História ou estória com veste de verdade. Um marido tirou o sofá, César se divorciou. Há alguém que não vê corrupção no governo central? Em valores nunca antes vistos no Brasil? Há... Lula é um deles; até hoje considera inocentes J. Genoíno e J. Dirceu (preso pela segun- da vez). O PT, também. Em parte, o STF na versão "do B" quando desfez a condenação por forma- ção de quadrilha dos petis- tas condenados no mensa- lão. Na cena, várias cida- des,agênciasbancárias,che- quesemitidosesacados,em- presas de publicidade; "na- da combinado" entre os do- nos de banco, deputados, ministros e empresários cri- minosos. JáojuristaHélioBicu- do, em entrevista no Roda Viva, acres- centa: "... uma das coisas que me impres- sionou muito foi o enriquecimento ilícito do Lula... eu conheci o Lula quando mo- rava em uma casa de 40 m², hoje o Lula é uma das grandes fortunas do país, ele e os seus filhos. Quem está atrás disso? Quem está querendo que isso venha à tona? O que o Lula fez para ser o mi- liardário que ele é hoje?... O Lula se corrompeu e corrompe a sociedade...". Hélio Bicudo é o líder do pedido de impeachment. Integrou o PT e foi can- didato a vice-governador juntamente com o Lula. Vão dizer que o jurista faz parte da direita golpista? Lula, Dilma e o PT são um bloco monolítico de atua- ção sob a mesma bandeira? Ora, não se pode ignorar o julga- mento político que se faz necessário da "presidenta" pelo Congresso Nacional no processo de impeachment, e, do pre- sidente da Câmara, Eduardo Cunha, na Comissão de Ética. Do presidente do Senado Renan Calheiros pelo STF. O da Dilma e Temer no TSE. Cada um a seu tempo. O mais urgente possível para a estabilidade política e econômica. Chega de subterfúgio, como a última da "presi- denta" no apagar de 2015. Eis que a MP 703 (18/Dez) altera dispositivo da Lei 12.486/2013 com pre- juízos ao controle externo exercido pelo TCU no que concerne aos acordos de ACOMODAÇÃO COM A IMPUNIDADE Lula se corrompeu e corrompe a sociedade leniência.OTribunalcon- testa as referidas alterações. Leniência e delação podem até atenuar as penas privativas da liberda- de, por ampliar as teias da lei e alcançar toda a quadrilha, mas inadmissível quan- to aos prejuízos financeiros causados ao Estado. Há que se devolver até o úl- timo centavo com as respectivas mul- tas. Descalabro que se soma à repatri- ação de valores com anistia. Impeachment não tem nada a ver com a impopularidade da "presidenta" como afirma o ministro Jaques Wagner. Nem com incompetên- cia, punível pelo voto cons- ciente, não obrigatório, não estúpido, inconsequente, de- bochado, de protesto, no can- didato que não sabe dizer e o que fazer em proveito do cidadão, dele próprio eleito (a não ser o bônus/desvios), e do eleitor que não avalia a seriedade a pautar a admi- nistração pública. Dela — Administração Pública — a sociedade tudo depende, do nasci- mento das gentes à velhice assistida. Saúde, segurança, educação, transpor- te e emprego de que tanto pregam. Elei- tor conivente com a incompetência e desonestidade, próprias de políticos profissionais que se perpetuam nos po- dres Poderes e aparecem nas manche- tes e inquéritos policiais. Mas, a quem interessa tal tipo de formatação social? - Aos partidos que a usam quando recrutam candidatos sa- bidamente sem prática na vida pública, sem conhecimento e experiência no cam- po da Administração, mas famosos, que somarão votos na eleição de tantos quan- tos se juntem ao "rebanho tangido" no arremedo de democracia sob domínio do poder central e caciques. SON SALVADOR Vamos pra rua! Fora Dilma! Fora PT! 13 DE MARÇO ... Uma das coisas que me impressionou muito foi o enriquecimento ilícito do Lula... Hélio Bicudo "Alguns presos do mensalão en- traram de punho erguido na cadeia... Dilma achou a maneira simbólica de erguer o punho ao ser revelado o elo do petrolão com a sua campanha... Mesmo quando arruínam o país, que- rem passar por incompreendidos sal- vadores." Fernando Gabeira Osinconformadosintegramos90% que reprovam a "presidenta". A maioria repudia a solução de tirar o sofá. 8
  9. 9. Nº 223 - Janeiro/2016 9 * É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina. *Aristóteles Drummond *Graça Salgueiro * Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ aristotelesdrummond@mls.com.br - www.aristotelesdrummond.com.br No Brasil em que vi- vemos, os mais in- justiçados dos brasilei- ros são os militares. As- sistimos a um martelar incessante em re- lação a eventuais e mesmo que prováveis excessos na luta contra os militantes da chamada “luta armada”, que, como a deno- minação assume, se tratava de ações arma- das, sequestros, assaltos a bancos. Houve até três guerrilhas, no sul de São Paulo, Va- le da Ribeira, na Serra do Caparaó, no Es- pírito Santo e no Araguaia, no centro-oeste. O que se conclui é que desse enfrenta- mento só podemos lamentar as feridas de ambos os lados. Melhor seria o Brasil ter sido poupado desses embates, menores na dimensão, mas que causaram perdas de vi- das e muitos ressentimentos. AVALIAÇÃO SEM PAIXÃO Eliminando do debate, por naturais controvérsias, a questão da repressão e da subversão, podemos concluir, com segurança, que o Brasil viveu anos dourados e com um time de craques. No entanto, os 21 anos do regime, dez dos quais sob um ato de força, o AI- 5, muita coisa foi feita de positivo em termos de desenvolvimento econômico e social, de exemplos de austeridade e visão de fu- turo, como a construção, em parceria com o Para- guai,deItaipu, dopresiden- te Médici e da competência de nossos diplomatas, a época comandados pelo impecável Gibson Barbo- sa. Assim como o acordo nuclear com a Alemanha, Tucuruí, Balbina, a zona franca de Manaus, os aeroportos do Rio, Manaus e de Guarulhos, a estrada Cuiabá- Santarém – ainda dependendo de asfalto em boa parte – e outras obras que nos deram a infraestrutura que temos. Eliminando do debate, por naturais controvérsias, a questão da repressão e da subversão, podemos con- cluir, com segurança, que o Brasil viveu anos doura- dos e com um time de cra- ques. Nomes que a socie- dade reverencia e respeita. Para comprovar, basta ci- tar alguns com alto nível de reconhecimento, como, na economia, Roberto Cam- pos, Otávio Bulhões, Má- rio Henrique Simonsen, Ernane Galveas e o fantástico Delfim Netto, até hoje em atividade. Nas grandes obras, o campeão Mário Andreazza, mais Eliseu Resende, Cesar Cals e Costa Cavalcanti, en- tre outros. Na Educação, dois dos melho- res nomes passaram no setor, a professo- ra Ester Figueiredo Ferraz e o General Ru- ben Ludwig. E, em outros ministérios, ho- mens que compõem a galeria de brasilei- ros ilustres como Pedro Aleixo, Bilac Pin- to, Aureliano Chaves, José Maria Alkmin, Magalhães Pinto, Juraci Magalhaes, Eduar- do Portela, Leitão de Abreu, Marco Ma- ciel,GonzagaNascimentoeSilva,HélioBel- trão e tantos mais. Uma observação a ser meditada pelos que acompanham a política no Bra- sil contemporâneo. Sem saudosismo e sem volta ao passado. Itaipu - A segunda maior hidrelétrica do mundo Entre os dias 27 e 28 de janeiro celebrou-se a IV Cúpula da CELAC em Mitad del Mun- do, no Equador, cidade que leva esse no- me por ficar no marco zero da linha do Equa- dor que divide os hemisférios norte e sul. Seu anfitrião, o presidente Rafael Correa, abriu a sessão no prédio da UNASUR que leva o nome do ex-presidente argentino Néstor Kirchner, fazendo menção às me- mórias deste e de Hugo Chávez da Vene- zuela. A presidência pró tempore foi en- tregue por Correa ao presidente da Repú- blica Dominicana, Danilo Medina. Como nesses encontros de incon- táveis siglas criadas para dar apoio e refor- çar o plano estratégico do Foro de São Pau- lo, dos 33 países membros apenas 22 parti- ciparam.NaIICúpula,ocorridanoChile,Cu- ba foi a grande estrela do evento, talvez por- que já se impulsionava o reatamento de re- lações diplomáticas com os Estados Uni- dos mas este ano não foi mencionado o nome de qualquer representante da ilha- prisão. Os temas citados como pontos de discussão foram: trabalho, ciência, tecno- logia, desenvolvimento e mudança climá- tica, entretanto, o que estava em questão mesmo era o apoio irrestrito ao tal “acor- do de paz” entre Santos e o bando terro- rista FARC, além do respaldo à ditadura venezuelana. O tempo fechou-se quando a vice- presidenteargentina,GabrielaMichetti,men- cionou a preocupação do seu país e espe- cialmente do presidente Macri (que não pô- de ir em decorrência de restrições médicas) quanto à situação dos presos-políticos vene- zuelanos, uma vez que, atualmente, a Argen- IV CÚPULA DA CELAC, SANTOS, FARC E MADURO Rafael Correa fala, na abertura da IV Cúpula da CELAC, para um público desinteressado e sonolento tina tornou-se um peixe fora d’água nesses encontros. Mais cedo Michetti mencionou a possibilidade, já em estudo, da extradi- ção do terrorista chileno da FPMR Galva- rino Apablaza que vive em Buenos Aires na qualidade de “refugiado político”, que responde em seu país pelo assassinato de um senador em 1991. O traidor presidente da Colôm- bia, Juan Manuel Santos, pavonea- va-se como se fosse a cereja do bolo, pois além de contar com o apoio da quase unanimidade da CELAC ao seu intento de entregar o país às FARC, a ONU criou uma resolução instituindo uma “missão especial” para avaliar o “cessar fogo bilateral definitivo” e o abandono das armas, coisa que as FARC sempre anunci- aram que não vão cumprir. Ele afir- mou que “a resolução saiu nos ter- mos em que pedimos, exatamente como se acordou na Mesa de Con- versações”, quer dizer: conforme a vontade dos terroristas, uma vez que os representantes do Governo estão lá como convidados de pedra que não abrem a boca a não ser para dizer “sim senhor”. Ainda segundo Santos, as despe- sas e segurança dos membros dessa mis- são, que será durante um ano, correrão to- talmente por conta do governo colombia- no, isto é, pelos contribuintes que bancam a traição à revelia. No dia 30, através de uma vídeo- conferência ante a Euro-Câmara entre o negociador das FARC, Iván Márquez e o negociador do governo, Sergio Jaramillo, o Parlamento Europeu apoiou por unanimi- dade o acordo de impunidade que arquivará os crimes das FARC. Márquez aproveitou para pedir aos deputados que tirem o nome das FARC da lista de organizações terroris- tas, que provavelmente será acatado, tão- logo terminem o acordo final em Havana. Dias atrás as FARC propuseram ao Go- verno colombiano a “desmilitarização” das Forças Armadas e de Polícia, alegando que, sem conflito armado, não se justifica o alto custo que se tem com a manutenção das Forças, cobiçando, sem dúvida, o direito ex- clusivo de terem e usarem armas de todos os tipos e calibres. E para concluir, a nova Assembléia Nacional venezuelana está pondo em an- damento a investigação da real nacionali- dade de Nicolás Maduro, amparada em uma petição pública que conta com o apoio de inúmeras figuras de destaque da Venezue- la, tais como o ex-diplomata Diego Arria, o empresário Marcel Granier (da RCTV, expropriada por Chávez), o jornalista Na- poleón Bravo, entre outros. Na petição alegam que, “segundo o artigo 96 da Cons- tituição Política da Venezuela, Ni- colás Maduro é colombiano de nas- cimento, por ser filho de mãe co- lombiana e por ter vivido em ter- ritório colombiano durante sua juventude. Falta comprovar se ele é venezuelano. Em caso afirmati- vo, teria dupla nacionalidade o que o impediria de exercer o cargo de Presidente da República, segundo estipula o artigo 41 de nossa Cons- tituição”. Três anos atrás Maduro ne- gou ser colombiano, após acusa- ções do ex-embaixador do Panamá ante a OEA, Guillermo Cochez, que apresentou um documento supos- tamente emitido pelo Registro Ci- vil de Cúcuta, na Colômbia que res- palda essa acusação, motivo pelo qual dirigentes opositores insistem que Ma- duro usurpou o cargo. Como se pode ver, Argentina e Ve- nezuela estão retomando o caminho da democracia e a um passo de mandar para o quinto dos infernos o maldito totalita- rismo comunista. E o Brasil, quando che- gará a nossa vez? Na IV Cúpula da CELAC, o que estava em questão mesmo era o apoio irrestrito ao tal “acordo de paz” entre Santos e o bando terrorista FARC, além do respaldo à ditadura venezuelana. 9
  10. 10. 8Nº 223 - Janeiro/2016 10 * Manoel Soriano Neto “Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la.” A AMAZÔNIA E A HIDRELETRICIDADE * Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com (continua) General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970) (XXIV) Já pouco se fala na grave crise hídrica que assola o País. O governo federal, como sempre, tenta esconder o problema. Mas já ocorreram apagões e é consabido que a energia produzida não atende à demanda, apesar da ligação quase perma- nente das usinas termelétricas, caras e muito poluentes. E tal fato só não é mais calamitoso, porque o Brasil se encontra em recessão econômica (quase “depres- são”), ainda não se cogitando em racio- namento. O governo de São Paulo, de for- ma louvável, criou um bô- nus para estimular a modifi- cação de hábitos de desper- dício da população, que pas- sou a consumir o precioso líquidodemaneiramaisraci- onal; diga-se que os reser- vatórios que abastecem a ca- pital paulista recuperam-se lentamente após as recentes chuvas, estando com os seus volumes em situação ainda bastante crítica. E a conta da energia elétrica vai aumentar, segundo as pri- meiras projeções, em cerca de 45% no presente ano! Tal fato impactará violen- tamente na inflação, que já chega aos 12% (quando o centro da meta prevista é de 4,5%) e está fazendo com que estratos das classes “D” e “E”, que haviam ascen- dido à classe “C” (o que sempre foi con- troverso, porém assaz alardeado pela demagogia petista), retornem ao “status quo ante”. O povo brasileiro encontra-se desiludido e sem perspectivas, em vista da paralisação, melhor dizendo, do colap- sodaeconomia,tudoaliadoaumacorrup- ção desenfreada. Nas vésperas do Natal, o coitado do ministro da Fazenda “entre- gou o boné”, com o PIB recuando 4%; a produção industrial regredindo; o de- semprego atingindo o patamar dos 10%; e a inflação, repetimos, já beirando os 12% ao ano; isso além da queda das ações das principais empresas (como a Petrobras, v.g.) nas bolsas de valores e o rebaixamento do Brasil por duas reno- madas agências internacionais de avalia- ção de risco, à condição de país caloteiro, o que obstará o aporte de significativos investimentos estrangeiros. Muito gra- ve, aduza-se, é o abandono e/ou retardo de projetos estratégicos nacionais (aí in- cluídos os atinentes às FFAA) por ab- soluta falta de verbas, a par da seríssima crise política que pode redundar no impeachment da presidente (apesar da vergonhosa fraude jurídica perpetrada por ministros do STF, hoje muito mais pressurosos legisladores do que juízes) – agora tachado de “golpe” por incoe- rentes petistas, convenientemente des- memoriados ... A conjuntura que vi- venciamos é tão grave, que o incontro- lável aumento da dívida pública (ou seja: a dívida bruta da União, dos esta- dos e municípios) já se aproxima dos 70% do PIB, muito acima de índices semelhantes dos países emergentes. Tudo isso, fruto da adoção, em 2011, da fracassada “nova matriz econômica”, sonho ilusório da presunçosa e arro- gante presidente e de sua incompeten- te equipe econômica, que iludiram a nação com o estelionato de outubro de 2014. Que o Altíssimo permita que a partir deste ano eleitoral, o megalômano projeto hegemônico do partideco que se apossou do Poder, máxime pela corrupção, comece a desmoronar; e ve- jamos na cadeia o “pixuleco” Lula ... Caso sejam logo liberadas as licen- ças ambientais, finalmente a usina de Belo Monte produzirá energia, ainda que em proporções bem menores do que planejado inicialmente, mercê das ações deletérias de ambientalistas/indi- genistas que impuseram a construção da hidrelétrica (e de outras) pelo modelo ‘a fio d’água’, com diminuto reservatório de acumulação, o que foi apoiado pelas empresas construtoras, para não arca- rem com os custos de mudanças de lo- cal de trabalho. * TEN CEL PMERJ * Luiz Felipe Schittini Apopulação perplexa e grande parte inerte, assiste à gradual destruição do Es- tado Brasileiro, motivado pela incompetência, negligência, má gestão e cor- rupção desvairada dos que ocasionalmente detém o poder. Diante desses fatos as áreas mais afetadas são: 1 – A ECONOMIA Marcada pela diminuição do produto interno bruto (PIB); desemprego crescen- te com nove milhões de pessoas afetadas; inflação beirando os dois dígitos; endivi- damento público cada vez maior; aumento de pessoas inadimplentes chegando a ses- senta milhões, e o dólar atingindo maior valor, desde o Plano Real lançado em 1994. O Brasil cortou um milhão e quinhentos mil empregos com carteira assinada em 2015, e a indústria e a construção civil foram os setores que mais demitiram. A corrupção e a falta de credibilidade da presidente afastaram os investidores na- cionais e estrangeiros. Nota-se a diminuição da atividade industrial, o fechamento de lojas comerciais e o empobrecimento da população. 2 – A SAÚDE Colapso total dessa área, concomitantemente nas três esferas (federal, estadual e municipal). Há uma epidemia generalizada da dengue, chikungunya e zika em todo o país, com 860 óbitos devido a dengue em 2015 e 3.160 casos registrados de micro- cefalia pelo alastramento do vírus Zika. Como consequência teremos uma geração de “sequelados”. 3 – A SEGURANÇA PÚBLICA Face ao desemprego, leniência das leis penais e conivência com a entrada de armas e drogas diuturnamente pelas nossas fronteiras, a violência cresce em ní- veis alarmantes. Imaginem os países em conflitos bélicos tais como Síria, Iraque, Paquistão, Afeganistão, Turquia, Líbia,Congo, Nigéria e Burkina Faso. O soma- tório anual do número de mortos neles é inferior ao número de homicídios do Bra- sil, estimado em 56.000. Não podemos olvidar que o contingente de pessoas desa- parecidas por ano, cerca de 250.000 (fonte: Ministério da Justiça), não é levado em conta, na estatística relativa a de homicídios. 4 – INFRAESTRUTURA Está muito aquém do mínimo desejado. Há carência de meios de transporte principalmente para o agronegócio e a indústria (estradas, ferrovias e portos). No to- cante àquelas, as más condições de suas conservações, sinalizações e fiscaliza- ções, nos leva ao seguinte quadro atual, 57.000 óbitos por ano e 214.000 inválidos, segundo a Associação Brasileira de Seguros. 5 – A EDUCAÇÃO Preocupado em seguir a TEORIA GRAMSCIANA, de destruir valores, tra- dições e a própria história do país, os “intelectuais petistas” do Ministério da Edu- cação estão levando-a ao pior patamar já registrado no país. A mediocrização do ensino acarreta a emigração dos jovens mais promissores para outros países. 6 – O MEIO AMBIENTE Não há um plano estratégico de sua proteção. Desmatamentos, queimadas, megaengarrafamentos nas principais capitais contribuem para o aquecimento global e destruição do planeta. O maior desastre ambiental do planeta, o rompimento de bar- ragens de Mariana em Minas Gerais é uma grande prova de desleixo desse (des) go- verno. Como pode o destino de mais de duzentos milhões de brasileiros estar nas mãos de uma presidente cujo comportamento sugere sintomas de transtornos mentais como: esquizofrenia (ignora o que acontece na realidade), personalidade de Bordeline (tendência de agir de modo imprevisível não medindo consequências, além de comportamento briguento, principalmente quando os seus atos impulsivos são contrariados); dissonância cognitiva (diz algo e faz totalmente contrário. Exem- plificando: diz que é preciso cortar gastos, mas leva uma extensa comitiva em suas viagens internacionais, hospedando-se em hotéis luxuosos) e mitomaníaca (com- pulsão por mentir)! Não é por acaso que a Psiquiatria e a Psicologia têm dificuldades de explicar o comportamento de um petista, que é ao mesmo tempo a favor dos direitos hu- manos e do aborto. A DESTRUIÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO Como pode o destino de mais de duzentos milhões de brasileiros estar nas mãos de uma presidente cujo comportamento sugere sintomas de transtornos mentais?
  11. 11. Nº 223 - Janeiro/2016 11 CLUBE DE AERONÁUTICA * Luís Mauro Ferreira Gomes * Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do Clube de Aeronáutica e do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil. AEscola de Sargentos das Armas realizou a formatura anual dos novos sargentos no dia 27 de novembro de 2015. Portanto, em data há exatos 80 anos dos fatos que ficaram conhecidos como Intentona Comunista. Na solenidade e o que nela foi lido da ordem do dia, nada lembrou o pior atentado cometido contra o Exército Brasileiro, onde foram covardemente assassina- dos diversos militares por motivação política. Na solenidade esta- vam presentes o comandante e o chefe do Estado-Maior do Exército, hoje subordinados a um governo pró e a seu ministro comunista da Defesa. O nada dito naquela data e ocasião sobre a Intentona Co- munista, deixou-nos a alguns de nós, militares, diante de um vazio interpretativo muito perigoso. Estariam os sargentos prestigiando o comunismo, sob anuência de seus comandantes? Será que foi para não trazerem temas políticos para dentro do quartel? Estariam nossos chefes passivamente cumprindo ordens para se manterem calados, ignorando excelentes momentos para reafirmar os neces- sários respeito histórico e reforço motivacional que tanto necessita- mostodosnós milita- res da ativa, da re- serva e reformados? Sabe-se lá. Em qual- quer das hipóteses, certamente,também, medo do que a im- prensa amestrada exploraria nos exa- tos oitenta anos da Intentona Comu- nista. A imprensa, arma perigosíssima, com formidável poder de influenciar a opinião pública, exige muito cuidado no trato político. Só alguns poucos casos justificam silêncios convenientes. Entretanto, se o trato com a imprensa requer cuidados muito especiais, é fundamental que o Exército também possua poderosa comunicação social – os fatos sugerem-nos não crer que a tenha --, suficientemente eficiente para lidar com tais situações sem que se criem confrontos de ideais políticos e muito menos submeta-se o Exército a silêncios compro- metedores.OCentrodeComunicaçãoSocialdoExércitonãopoderia ter ficado ausente na formatura dos sargentos, como também deveria ter ficado poderosamente presente no enterro simbólico do ex-presidente João Goulart, quando uma simples, sincera e não ofensiva resposta dada a um repórter pelo general Carlos Bolivar Goellner, comandante militar do Sul, serviu para uma festa de tolices escritas por um obscuro jornalista, certamente em busca de notoriedade e de prestação de bons serviços a seus mecenas. Não se justificam silêncios de órgãos que existem justamente para preservar a imagem das organizações às quais pertencem. A continuar como estão, insuficientes ficarão sem- pre as participações informativas do nosso Exército. É funda- mental e jamais descartável o respeito à opinião pública, tanto a civil externa quanto a militar interna. Se a falta de conhecimento jornalístico, a prudência exagerada, o desprezo pelo passado e a indevida subordina- ção política comandarem os passos dos nossos generais -- que só à frente os manterão respeitáveis -- não poderemos esperar mais do que um Exército oco, vazio de determinação e de coragem, por maior que seja o poder bélico que exiba. EXÉRCITO OCO * Rodolpho Heggendorn Donner Um vazio informativo comprometeria seriamente o melhor dos exércitos. * Coronel QEMA - AMAN/1955 - Psicólogo formado pela UERJ REFERÊNCIAS ANÔNIMAS Temos sido muito pressionado a modificar os textos que escrevemos,paratorná-los,digamos,assim,mais “publicáveis” (por certo, não foi o Jornal Inconfidência). Algumaspoucasvezes,sucumbimosataispressões,eacei- tamos substituir os nomes das pessoas mencionadas pelos cargos que ocupam. Uma pequena concessão que não pre- judica o conteúdo nem a compreensão dos escritos, mas compromete mais a quem impõe do que a quem aceita. Cansado do desperdício de tempo precioso com es- sas discussões irrelevantes, resolvemos escrever um ar- tigo sem dizer a quem nos referimos. Falaremos de go- vernantes, políticos e administradores em geral. Frases de efeito colhidas da sabedoria popular ou cunhadas por respeitadíssimas personalidades podem ser usadas, com muita pertinência, em um contexto res- trito, para resumir todo um conjunto de argumentos ou para traduzir, com maior precisão, o pensamento do au- tor, mas jamais deveriam ser tomadas como verdades absolutas, para, como dogmas incontestáveis, substitu- írem todo o raciocínio lógico que le- varia à conclusão. Devemos tomar muito cuida- do com elas. Citações como a de Winston Churchill: Democracy is the worst form of government, ex- cept for all the others (*) encerram dois grandes riscos, tanto para quem as usa, quanto para quem as lê ou ouve. O primeiro decorre da gene- ralização sem qualquer amparo ci- entífico, e o segundo, da subjetivi- dade que encerram os conceitos de Democracia e de Tirania. O leitor pode considerar, sem medo de errar, que a maioria dos que se socorrem da referida citação têm, como Democracia, as mais sel- vagens Ditaduras. Ainda muito novo, aprendemos que o mereci- mento não está na relevância do cargo ocupado, mais na forma como ele é exercido. Aprendemos, também, que ser honesto é mui- to mais do que não desviar, pessoalmente, os recur- sos da Instituição. Ser honesto pressupõe, ainda, ser criterioso nas argumentações, ser verdadeiro nas afirmações e ser justo nos julgamentos. Muito se tem dito sobre o valor do voto e que quem é eleito tem o direito de exercer o mandato até o fim. Isso é uma grande verdade, em condições normais de pressão e temperatura, mas ninguém ganha, automaticamente, ao ser eleito, uma autorização para delinquir. Igualmente, ninguém se elege para fazer o quer, quando quer, monocraticamente. Quando candidatos, os mais tarde eleitos divulguem seus programas de trabalho com o objetivo de convencer os eleitores de que são a melhor opção. Mais tarde, se eleitos, comprometem-se, por ju- ramento verbalizado ou implícito pela assinatura do termo de posse, a cumprir e fazer cumprir a Constituição, as Leis, os Estatutos, os Regulamentos, as Normas e o que mais seja fundamental ao exercício do cargo. Para resguardar as Instituições de administrado- res que tenham fraudado suas eleições ou que pensem que delas são donos e não se sintam obrigados a cumprir os mandamentos constitucionais, legais, estatutários, regulamentares ou normativos,referentes ao cargo exer- cido, existem mecânicos para cassar-lhes o mandato. Neste ponto, gostaríamos de fazer umas pergunta ao leitor: merece ser eleito, reeleito, ou, mesmo, comple- tar o mandato quem se enquadra nos perfiz abaixo? • Quem não cumpriu nenhum dos itens do progra- ma divulgado na campanha; • Quem fez sérias críticas ao adversário e, depois de eleito, cometeu todos os erros a ele atribuídos e muitos mais; • Quem apresentou propos- tas orçamentárias de ficção, defici- tárias, ou as apresentou fora de pra- zo, ou, mesmo, simplesmente, não as apresentou; •Quem,sistematicamente,nãocumpriuoorçamento aprovado, para isso recorrendo a pedaladas fiscais ou orçamentárias,ou,ainda,meramente,ignorando-o; • Quem é sectário, maniqueísta e injusto na admi- nistração, permitindo aos “amigos” que cometam todas as irregularidades imagináveis, protegendo-os dos me- canismos de fiscalização e de punição, enquanto trata os demais com desprezo, difamando-os, caluniando-os ou, às vezes, eliminando-os politicamente; • Quem pretenda ser dono da vida e da morte de todos, não hesitando em “matar”, pelo menos, social- mente, quem tiver a ousadia de pensar diferente; •Quemnãotemnenhumcom- promisso com a verdade e mente, sem nenhum pudor, para atingir os seus objetivos; • Quem é contraditório, usan- do os mesmos argumentos para, ora, enaltecer os amigos, ora, satanizar os inimigos; •Queméindecisoeincoerente, custando muito a tomar decisões, ge- ralmente erradas, e, sistematicamen- te,mudando-as,logodepois,semcri- tério, ao sabor das circunstâncias; • Quem pretende ser autos- suficiente na administração, mas se deixa influenciar sempre pelos piores conselheiros; • Quem queira impor seus valores discutíveis, co- mo se fossem da sociedade, fixando-se em uns poucos aspectos da administração que lhe são caros, mas igno- rando todos os demais, por mais importantes que sejam; • Quem se considera o dono da verdade e sempre certo, e jamais reconhece um erro, para os quais, sempre encontraumadesculpaouummeiodeimputá-losaoutrem? • Quem se apossa de tudo que outros tenham fei- to, sem ter a decência de dar-lhes os créditos; • Quem quer exercer o poder pelo poder, e não se conforma em perdê-lo, mesmo que sua administração te- nha sedo desastrosa, e somente empolgue a quem não a conheça bem ou nela tenha interesses; • Quem lê mal os discursos que é incapaz de es- crever e, quando fala de improviso, torna-se quase im- possível entender o que é dito. Ocaroleitorconhecealguémque,dealgumaforma, seenquadreemtodosositensacima?E,seconhecesse,seria favorável a que tal pessoa continuasse a exercer o cargo? Acreditamos que não. Se faltassem seis meses para as eleições, seria razoável esperar-se que o democrático processo eleito- ral se encarregasse de afastar tal administrador. Mas, se faltassem, ainda, três longos anos, have- ria sentido em esperar-se tanto? Averdadeéqueosmausadministradoresdevemser afastados pelos mecanismos legais existentes, seja pela via eleitoral, seja por impeachment, ou por qualquer outro meio disponível, não se podendo criticar o uso de nenhum deles, muito menos classificá-los como golpe. (*) Democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as outras. Escola de Sargentos das Armas 27 de novembro de 2015 O caro leitor conhece alguém que, de alguma forma, se enquadre em todos esses itens? E, se conhecesse, seria favorável a que tal pessoa continuasse a exercer o cargo?
  12. 12. 8Nº 223 - Janeiro/2016 12 A “A Estrada 47”, de Vicente Ferraz, recebeu o Kikito de melhor longa metragem na 42ª edição do Festival de Gramado, a 16 de agosto de 2014, principal prêmio do cinema brasileiro. Conta a saga de quatro militares brasileiros da FEB, perdidos na terra de ninguém na Itália, em território ocupado pelo exército alemão. Apóssofreremumataquedepânico,próximoàlinhaGótica(linhadedefesanazi- fascista que cortava os Montes Apeninos, onde foi travada a Batalha de Monte Castello, com grandes baixas de soldados brasileiros) eles se vêm no meio do nada castigados pelo frio inclemente e divididos entre o medo de serem acusados de desertores e de enfrentar a Corte Marcial e o de encarar o inimigo alemão. OlongaéestreladoporDanieldeOliveira(Guim),FranciscoGaspar(Piauí),Julio Andrade(Tenente),Thogun Teixeira (Laurindo), o italiano Sergio Rubini (Roberto), o português Ivo Canelas (Rui) e o ator alemão Richard Sammel (Mayer). “Há 70 anos, mais de 25 mil brasileiros enfrentaram um frio de –30º C nos Apeninos italianos, combatendo os alemães. E é algo tão absurdo que me pergunto por que não filmaram antes? Não foi a vontade de fazer um filme de gênero, mas contar a história real dos heróicos pracinhas brasileiros. Este encontro de culturas, dos brasileiros tropicais, em guerra europeia é o que me moveu neste filme. E foi esta história, que é importante sobretudo para o Brasil, que me emocionou. Como ninguém a contou antes?” Declarou o premiado cineasta brasileiro Vicente Ferraz, a quem cumprimentamos e agradecemos pela apresen- tação dessa maravilhosa obra prima do cinema nacional. A ESTRADA 47 No ano passado, após a expedição da Edição História do Duque de Caxias, o major Daniel Vargas dos Santos, comandante do 1º Esquadrão de Cavalaria Leve, Esquadrão Tenente Amaro, levantou um erro que vinha sendo cometido pelo Inconfidência desde 2003 – o local do falecimento do Duque de Caxias, como em Vassouras, sendo o certo, na fazenda Santa Mônica, em Valença. A seguir, apresentou uma justifica- tiva da localização e histórico dessa fa- zenda que pertencia ao Marquês de Bae- pendi, tendo um de seus filhos casado com a filha do Duque de Caxias, onde este vi- veu seus últimos dias, publicada neste jornal (nº 219 de 04.out.2015). Como profundo conhecedor daque- la região fluminense e da História Militar, referente ao Duque de Caxias e à FEB, houve por bem convidar os integrantes do Inconfidência a visitar seu Esquadrão (única unidade de Cavalaria a participar da FEB durante a II Guerra Mundial, na Itália) e a conhecer o seu museu e os sítios históricos ali localizados. Em consequência, apresentamos um esboço da excursão que está sendo organizada pelo coronel Herbert Seixas Duarte (68seixasduarte278@gmail.com ), telefone(21)99609.7516. EXCURSÃO CULTURAL A VALENÇA, VASSOURAS E CONSERVATÓRIA QuartodeCaxias Fazenda Santa Mônica A pré-estréia do filme “A Estrada 47” aconteceu em 07 de maio de 2015 no Boulevard Shopping, em Belo Horizonte/MG. Estiveram presente ao lançamento: Vicente Ferraz (Diretor), Isabel Martinez (Produtora), Fran- cisco Gaspar (Soldado Piauí), Daniel de Oliveira (Guima -Personagem principal), Togum Teixeira (Sargento Laurindo), Veteranos FEB Rafael Inácio Brás e João Batista Moreira, Gen. Araújo, Comandante da 4ª RM e Coronéis Falcão e Mateus, Engº Marcos Renault, Presidente da ANVFEB/ BH e a Sra. Andreia Panisset (Boulevard Shopping). O filme foi exibido durante muito pouco tempo no circuito comercial de Belo Horizonte, com apresentação de somente uma sessão a tarde e com pouca divulgação. JAIR BOLSONARO DÁ UMA RESPOSTA CONTUNDENTE À REVISTA NOVA ESCOLA Éimpressionante como os esquerdopatas insistem em destruir os valores morais das famí- lias brasileiras. Após questionamento da revista Nova Escola sobre as críticas que Bol- sonaro vem fazendo nestes últimos anos sobre as cartilhas gays nas escolas, Bolsonaro da uma resposta contundente, um cala boca nesses esquerdopatas joga a pedra e esconde a mão. É do saber de todos que esses partidos de esquerda faz uma agressão contra a sociedade e depois nega tudo afirman- do que é intriga da oposição ou perseguição política. E ainda tem coragem de pousar de vítima! Com esse vídeo Bolsonaro desmascara de vez o projeto do PT em desconstruir as famí- lias brasileiras através das cartilhas gays nas escolas para crianças a partir de seis anos de idade. PROGRAMAÇÃOPROGRAMAÇÃOPROGRAMAÇÃOPROGRAMAÇÃOPROGRAMAÇÃO 18 de março- sexta-feira – 13:00h – Saída do Clube Militar/Lagoa 15:00h - Visita à Fazenda Santa Rosa - Cachaçaria - Fazenda do Período Imperial que conserva o imobiliário da época e é famosa pela publicação da Cachaça Santa Rosa. Após visita, check in no hotel. 20:00h - Pizzaria com música 19 de março - sábado - 09:00h - Visita à Fazenda Paraíso - Antiga propriedade do Vis- conde do Rio Preto, totalmente conservada com móveis originais. Confraternização com a AABB - Tênis (opcional) 13:30h - Visita ao Hotel Florença em Conservatória, com tour na sede da Fazenda, apre- sentação de seresta e de Sarau do Imperador. O proprietário guia pessoalmente desta- cando as peças adquiridas em leilão do Período Imperial. Lanche e jantar incluídos. A seguir, serestas em Conservatória. 20 de março - domingo - 09:00h - Visita ao Museu Capitão Pitaluga localizado no 1º Esquadrão de Cavalaria. Acervos importantes da participação do Esquadrão na Segunda Guerra Mundial destacando-se o trabalho executado em Valença pelas Legionárias, mulhe- res voluntárias que escreviam as cartas entre famílias e combatentes. A seguir, demonstração de Beach Tênis na quadra de areia do Esquadrão. Churrasco de confraternização. 16:00h - Retorno ao Rio. A estada será no Hotel Palmeira Imperial próximo ao Esquadrão. Fazem parte do pacote as refeições. Os interessados em participar da excursão deverão contatar o Cel Seixas, e ao confirmar a presença, depositar o valor de R$ 400 na conta nº 10828-6. agência 1826- 0 do Banco do Brasil, identificando-se ou não e enviando o comprovante do depósito por e-mail ou via postal. https://youtu.be/OUmbPYYdJdY Reportagem que confirma denúncias do Deputado Jair Bolsonaro - https://youtu.be/gac390Oid0I
  13. 13. Nº 223 - Janeiro/2016 13 * General de Brigada - Membro da Academia de Letras José de Alencar e da Academia de Cultura de Curitiba http://www.bonat.com.br * Hamilton Bonat Mais uma vez (a quinta, em menos de seis meses), lá estava o aviso. Uma vez mais, tive que procurar outra agência para pos- tar os livros que me haviam encomenda- do. Dessa vez, entendi a mensagem es- condida nas entrelinhas daquele pedaço de papel. Mensagem triste, que reflete a realidade nacional. Outra vez, a agência fora assaltada. Mais uma vez, a força do crime mostrou-se maior do que a força da sociedade em combatê-lo. Mas o que despertaria a atenção dos assaltantes num simples posto do correio? É que ele é também um banco, uma espécie de filial da Caixa e do Banco do Brasil, sem contar, entretanto, com a segurança de uma agência bancária. Infelizmente,avisoscomoaquelenão são únicos. Eles têm-se multiplicado, aos milhares,portodoopaís.Podemserencon- trados desde em pequenos comércios de bairro, até em caixas eletrônicos. Já chega- ramaoscofrespúblicos.Estão,mesmoque virtualmente,noedifíciosededaPetrobras, empresa que já foi de todos os brasileiros, mas agora pertence a alguns poucos em- poleirados no poder. Rouba-se como “nunca na história deste país”. Um rico país que empobrece. Tirar do rico para dar ao pobre. Eis a desculpa esfarrapada que os atuais po- derosos da política nacional precisam para justificar suas intenções totalitárias. Tentam fazê-la aceitável, a fimdemanipu- lar mentes. As sobras da rapinagem ofici- alizada vão parar, a título de distribuição de renda, no bolso de miseráveis, que re- cebem migalhas como forma de cabresto eleitoral. Com isso, comprometem sua perspectiva de futuro. Não apenas a sua, mas a da própria Nação, cada vez menos competitiva.Noscontentamosemserme- ros fornecedores de commodities. Não investimosemtecnologiaeinfraestrutura, muito menos em moralidade e ética. Sequer a poderosa Petrobras con- seguiu escapar das garras ávidas por ri- Roraima ainda padecia da tragédia da demarcação do Território Indígena Ra- posa/Serra do Sol quando nova persegui- ção começou a se abater sobre pioneiros ru- ralistas em outra região do Estado. Trata- va-se desta vez de expulsar da região da Serra da Lua os seus habitantes tradicio- nais, para dar lugar a um Parque Nacional do Lavrado. Emmeadosde2015,aveterináriaCris- tiane Thomé, dirigente da Associação dos Moradores e Produtores Rurais da região da Serra da Lua, nos relatou a situação dos proprietários que estavam para ser expul- sos de suas terras em virtude do Decre- to 6.754, de 2009 (ou seja, ainda no governo Lula), que transferia as terras da União para o novo Estado de Roraima. Tal decreto impunha a criação de um Parque Na- cional do Lavrado, e, para torná-lo realidade, o IBA- MA agia para expulsar 132 pecuaristas da região da Serra da Lua, a maior parte deles radicados ali há mais de 100 anos. Diante de ta- manha injustiça, regressa- mos a Roraima, onde haví- amos estado em 2008, por ocasião de outra iniquidade que foi a demarcação do território indígena Raposa/ Serra do Sol. Comoem2008,dare- cente viagem resultou tam- bém um livro-reportagem (Ed. Artpress, São Paulo, 2015), cuja pri- meira edição se esgotou em poucos dias, além de serem veiculadas várias matérias nas redes sociais. Dada a grande repercus- são obtida, isso certamente levou os polí- ticos a se moverem a fim de evitar o pior para o Estado. Inclusive fomos informa- dos de que o governo estadual se empe- nhou no sentido de impedir a demarcação, resultando na revogação pura e simples do decreto de 2009. Bastaram assim alguns meses de cam- panha de divulgação de nossa reportagem, feita através da entidade Paz no Campo – do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e dirigida pelo Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança – ao lado da Associação dos Mo- radores e Produtores Rurais da Serra da Lua, para que fosse obtida uma vitória bas- tante significativa. O livro-reportagem Roraima: cobiça internacional com novas perseguições aos produtores rurais, escrito a quatro mãos com Nelson Ramos Barretto, somado à forte resistência do povo roraimense, alcançou o seu primeiro objetivo: 1) a revogação do decreto que impu- * Paulo Henrique Chaves * Jornalista, Autor de "Agropecuária: Atividade de alto risco" e colaborador da Agência Boa Imprensa UMA FORÇA MAIOR “Por motivo de força maior, não estamos atendendo. Reabriremos quando possível” quezas dos que não as produzem, mas detêm o poder. Ferida em suas entra- nhas, descapitalizada e desacreditada, quase falida, ela não consegue mais caminhar com as próprias pernas. Sem contar a falta de visão estratégica dos que a comandam, que não enxergam que os combustíveis fósseis estão com os dias contados. Mas o que tem um simples posto de correio e seus funcionários a ver com is- so? Tudo! Quando os que mandam no país pregam a falsa apologia de uma cru- zada a Robin Hood, a criminalidade sen- te-se no direito de tirar do rico para dar ao pobre. No caso da agência em questão, seu dono é considerado um capitalista explorador do povo trabalhador. Um detalhe, porém, torna bizarro o caso em tela: a agência assaltada não é uma franquia. Pertence aos Correios mes- mo, cujo patrimônio já vem sendo dila- pidado há algum tempo. Ao que parece, a empresa vem sendo roubada tanto por ladrões engravatados quanto pelos sem gravata. Após sofrer o quarto ataque, o pos- to ficou fechado durante cerca de um mês. Estive lá quando reabriu. Daquela vez, havia um guarda na porta. Não sei para quê, pois estava desarmado. Dos três eficientes atendentes, só um perma- neceu. As duas simpáticas jovens tinham sido substituídas. Em depressão, foram parar num sofá de psicanalista. Agora, por ocasião do último assal- to, o bando fortemente armado obrigou que o guarda permanecesse humilhante- menteajoelhado.Mesmoassim,seaagên- cia reabrir, creio que ele estará lá nova- mente, desarmado como sempre. Mas tenho dúvidas se os demais funcionários voltarão. Devem estar aterrorizados. Se issoseconfirmar,logonosdeparemoscom um novo aviso: “Derrotada por uma força maior, esta agência foi definitivamente fechada. Para maiores informações ou reclamações, ligue para Brasília”. E vida que segue... Morro abaixo, mas segue. VITÓRIA EM RORAIMA, MASPERSEGUIÇÃOARURALISTASCONTINUA Basta! Os produtores rurais brasileiros não suportam mais tanto descaso com o seu direito natural à propriedade privada, ao trabalho e ao sustento familiar, direito esse concedido por Deus e anterior ao Estado. nha a desapropriação de larga faixa de terras junto à fronteira com a Guiana inglesa; 2) integrar o Estado de Roraima ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica. Com efeito, a liberação da licença do IBAMA, que permitirá a integração de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) através do linhão de Tucuruí, era condição necessária para o desenvolvi- mento do Estado, o único que não se acha- va unificado ao sistema por mero capri- cho da FUNAI, o que constituía um ver- dadeiro escândalo. Em nosso estudo, salientamos que tal interligação significava mais do que energia abundante e barata, pois se tratava de um imperati- vo para que Roraima saís- se da carapaça de gesso que o envolvia. A partir de agora, não faltará “mais luz”comonosúltimostem- pos, quando o Estado en- frentou diversas quedas de energia devido a falhas no fornecimento proveni- ente da Venezuela. Gostaria de chamar a atenção dos leitores para que não nos iludamos com este passo atrás do gover- no federal, pois ele nos pa- receu muito mais um recuo tático e circunstancial em busca de apoio político, do que persuasão de seu erro anterior, ao deixar praticamente 90% das terras de Roraima intocadas, à mercê das reservas indígenas e outras reservas. Por outro lado, a cobiça internacional sobre a Amazônia não deu mostras de arrefecimento. Em edição anterior de Inconfidência, tratei da febre de demarcações dos últimos governos que, para perseguir produtores, fazem surgir índios onde nunca os houve; transformam descendentes de negros em quilombolas onde jamais existiram quilom- bos; espalham favelas rurais em nossos campos com a famigerada Reforma Agrária; erigem parques ecológicos em terras com posses centenárias. Basta! Os produtores rurais brasi- leiros não suportam mais tanto descaso com o seu direito natural à propriedade pri- vada, ao trabalho e ao sustento familiar, direito esse concedido por Deus e anterior ao Estado. Quantas desapropriações in- justas de terras vêm sendo feitas nessas úl- timas décadas, não apenas em Roraima, mas em todo o País, simplesmente para dar continuidade a planos prenhes de utopia socialista!
  14. 14. 8Nº 223 - Janeiro/2016 14 CASA DA FEB EMPOSSA NOVA DIRETORIA*IsraelBlajberg ACasa da FEB viveu uma tarde memo rável na quinta-feira 21 de janeiro de 2016, com o General-de-Divisão R/1 Mar- cio Rosendo de Melo transmitindo a pre- sidência ao empresário Dr Breno Vinicius Amorim. Até então, somente veteranos ou filho de veterano haviam ocupado o cargo de presidente, que agora passa a ser exer- cido por um civil. Com a sua posse, já havendo reduzi- do número dos originais 25 mil veteranos entre nós, mantém-se a continuidade, com as novas gerações sus- tentando levantada a bandeira das glórias conquistadas pela FEB - Força Expedicionária Brasileira,duranteaSe- gunda Guerra Mundial. A Mesa Diretora estavaformadapeloPre- sidente que ora trans- mitia o cargo, Gen Div R/1 Marcio Rosendo de Melo, Veterano Tenen- te Dr Israel Rosenthal, Presidente do CD, que deu posse aos novos dirigentes, Vete- rano Cap FAB Osias Machado da Silva, Dr Breno Amorim, novo Presidente da Direção Central/ANVFEB,SraAdalgisaAndré,nova Presidente do Conselho Fiscal. Ao iniciar-se a cerimônia com o Mes- tre de Cerimônias Cel Herbert Seixas Duarte anunciando o Toque de Presença de Ex- Combatente e canto do Hino Nacional Bra- sileiro, o auditório já se encontrava comple- tamente lotado, com a presença expressiva de Veteranos, Familiares, Autoridades, Só- cios e Amigos da Casa da FEB. Em sua alocução, o Gen Rosendo conclamou aos presentes para continuar a desenvolver o trabalho realizado em prol da memória dos feitos gloriosos das armas nacionais na 2ª Guerra Mundial, e agrade- ceu a todos os que vem colaborando com es- te esforço, especialmente a empresa Tech- nolac, de Curitiba, na pessoa de seu Dire- tor,DrBrenoAmorim, pelo oferecimento dos recursos, móveis e materiais para a re- forma e moderniza- ção da Casa da FEB. Encerrando os trabalhos, e confor- me a tradição vigen- te, os presentes en- toaram as duas últi- mas estrofes da Canção do Expedicionário, eprestaramumminutodesilêncioemmemó- ria dos Veteranos que tombaram em comba- te na Itália, e dos companheiros falecidos. Uma confraternização no Salão No- bre encerrou este dia tão significativo pa- ra a Casa da FEB, marcando o início de uma nova gestão. A mesma já se inicia planejando in- tensos trabalhos para a divulgação cada vez maior da entidade e da nossa história, Em uma primeira fase, a Casa da FEB funcionará as terças e quintas das 13 as 17 ho- ras, estando o Museu aberto à visitação e a Bi- blioteca e arquivo dis- poníveis para consultas. Dentre o público que compareceu ao even- to, registramos as pre- senças que se seguem: Vet Cap Osias Machado da Silva, antigo inte- grante do 1º. GAv Caça - Senta-a-Pua; Veterano Tenente Médico Dr Carlos Henrique Bessa, antigo integrante do 1º. BS, Veterano Ten Melchisedc Afon- so de Carvalho, Diretor da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil; Vet José Cândi- do da Silva (Candinho), antigo integrante do Regimento Sampaio; CMG Roland Jean Jacques Melo Presidente da AFAC- Asso- ciation Française des Ancien Combattants; Sra Tamara Orleanska Ribeiro de Souza, veterana da Rússia; Dr Andei Maria Braiter M. D. Embaixador Extraordinário e Plenipo- tenciário da República da Polônia em Brasília; Gen Div Décio dos Santos Brasil, Chefe do CCFEx - Centro de Capacitação Fí- sica do Exercito e Comandante da Fortaleza de São João; Contra-Alte Antonio Fernando Garcez Faria, Diretor da Escola de Guerra Naval, representando o Comandante da Ma- rinha, Alte de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira; Gen Bda Fernando Soares, Chefe do EM do Comando Militar do Leste; Desembargador Egas Moniz de Aragão Da- quer, Diretor Jurídico do Conselho Nacio- nal de Oficiais da Reserva do Brasil; Gen Div Ref Armando Patrício; Gen Ex Clau- dio Barbosa de Figueiredo; Gen Ex Jorge Armando Felix, antigo Ministro do Gabi- nete de Segurança Institucional da Presi- dência da República; Gen Ex Renato Cesar Tibau da Costa, antigo Chefe do Estado- Maior do Exército; Gen Ex Renato Ferrare- zi, antigo integrante do Alto Comando do Exército; Major Brigadeiro do Ar Wilmar Terroso Freitas representando o Exmo Sr Diretor do INCAER Ten Brig Ar Ailton dos Santos Pohlmann.; Gen Juarez Genial, Diretor Executivo da FUNCEB; Gen Jose Antonio Barbosa de Moraes; Gen Lean- dro S. de Alcântara; Gen Mauro Barroso; Representantes da Turma AMAN 1970 – TURMAFEB:GenExR/1RenatoFerrarezi, Gen Juarez Genial, da FUNCEB, Cel Art R/1 Carlos Alberto Vizaco, Cel QEM R/1 José Carlos Vieira, Cel QEM R/1 Asterio Ta- naka, Cel Int R/1 Carlos Roberto da Silva, Professor José Mauro Batista; CMG FN Guilherme Vieira de Souza, Comandante do Gpt FNRJ; Coronel Carlos Alberto Fernandes, Comandante do 57º. BIMtz - Regimento Escola de Infantaria da Vila Mi- litar – RIO; Sr. Stefan Janczukowicz, Pre- sidente da Sociedade Polônia do Rio de Janeiro; Cel Roberto Mascarenhas, neto do Marechal Mascarenhas de Moraes; Cel Claudio Skora Rosty, CEPHIMEX; Dr Jose Antonio Souza Batista, Presidente da SOAMAR-RIO; Profª. Vera Figueiredo, Diretora da SOAMAR-RIO; CC Carla Cristina Daniel, Assessora de Imprensa do Comando do 1º. Distrito Naval; Ten Cel Claudio F. de Oliveira, Sub-Diretor do MNMSGM;TenCelOtávioDantasdeLima, representando o General de Brigada Kleber Nunes de Vasconcellos, Diretor do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército; Dr Miguel Grinspan, Decano dos Vetera- nos do Batalhão do Imperador - BG – 1946; Maj Apolinário, representando o Gen Bda Abrahão, Comandante da Bda Inf Pqdt; Tenente Carlos Fernando B. Coimbra, re- presentando o Comandante do 21º. GAC – Grupo Monte Bastione; Tenente Ricar- do Araujo Cordeiro, Presidente da Asso- ciação dos Oficiais da Reserva do Exérci- to – RIO; Vet Ulisses, Diretor de Assis- tência da AVCFN, Fuzileiro Naval Padrão do Brasil. OGeneral de Divisão Marcio Rosendo de Melo passou o cargo ao empresário Dr Breno Amorim, Diretor do CHGRUPO e da TECHNOLAC, empresa de Cu- ritiba que vem apoiando a Casa da FEB desde 2009. Pela segunda vez desde a fun- dação da ANVFEB em 1963, não será um Veterano o ocupante da Presidencia. Num quadro em que há muito poucos bravos ex-combatentes entre nós, o Dr Breno Amo- rim é o primeiro civil a ocupar a Presidencia, sucedendo ao Gen Marcio Rosendo de Melo, filho de Veterano. Em principios de 2009 a Casa da FEB che- gou a ser fechada, todos os empregados fo- ram demitidos e os telefones desligados. Foi quando se apresentou espontaneamente o ge- neroso oferecimento de apoio por parte da Technolac, materializado na completa renova- ção do prédio da Rua das Marrecas, suas ins- talações e mobiliário, em projeto que vem se desenvolvendo deste então, em diversas eta- pas nos últimos 7 anos, seja com novos apor- tes complementares, seja colaborando na formulação de estratégias e atividades pa- ra a Casa da FEB. Dr Breno é Bacharel em Direito e Empresário, 53 anos, ex-diretor e mantenedor do IPRA – Instituto de Prevenção da AIDS, mantenedor do INFA – Instituto da Fa- mília do Rio de Janeiro, sendo associado e conselheiro da Casa da FEB desde 2009. A Tecnolach planejou e executou a reforma e modernização da Casa da FEB, apor- tando todos os recursos necessários, móveis, equipamentos, serviços próprios e ter- ceirizados, desde meados de 2009. Pela sua atuação voluntária e relevantes servi- ços prestados, cumprindo com devoção o dever de memória da participação do Bra- sil na 2ª. Guerra Mundial, Dr Breno foi agraciado com a Medalha Marechal Masca- renhas de Moraes e Medalha do Pacificador. APRESENTAÇÃO DO NOVO PRESIDENTE * Professor e Ten R/2 ART Coquetel no Salão Nobre CMG Roland Melo e Veteranos Rosenthal e Melchisedec Breno com o Embaixador da Polônia Breno e sua esposa Flávia A Mesa Diretora: Vet Osias,Gen Rosendo,Vet Rosenthal, Dr Breno e Sra Adalgisa

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