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Ariane, miguel torga

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compreensão do sentido global do poema de Miguel Torga

Publicado en: Educación
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Ariane, miguel torga

  1. 1. “Ariane”, Miguel Torga TEXTO POÉTICO, Conto Contigo 7, p. 186
  2. 2. O 1.1 “Ariane é um navio.” ; “E chegou … a este rio”; “mastros…”; “era um navio”. O 1.2. “mastros”, ”velas”, “bandeira”, “proa”,, “rio”, “fundeou”, “âncora”, “veleiro”
  3. 3. O 2. O sujeito poético observa a chegada do navio através das grades de uma prisão: “dentro da claridade destas grades…”, “Sair desta prisão:”
  4. 4. O 3. O sujeito poético encontra-se privado de liberdade, logo não poderá ir ter com o navio que se “balança” à sua espera, ou seja, não poderá embarcar naquele navio.
  5. 5. O 4. A metáfora sugere os bens não materiais desejados pelo ser humano, como a liberdade, a evasão, o conhecimento, o contacto com outros seres e outras terras, o próprio amor.
  6. 6. O 5. Na última estrofe, o sujeito poético revela o desejo de se unir ao veleiro, “cair nos braços/ De Ariane”, recebendo o seu amor e a liberdade.
  7. 7. O 6. Tendo por base a informação, o título “Ariane” pode representar a única hipótese de salvação e de vitória do sujeito poético em direção à liberdade. O (continua no slide seguinte)
  8. 8. O (À semelhança de Teseu dentro do labirinto, o sujeito poético, dentro da prisão, sonha que o navio, metaforicamente Ariane, o ajudará a alcançar a liberdade. Esta liberdade é também conseguida através da própria poesia.)
  9. 9. O Escrita (Hipótese) O O poeta, enquanto está na prisão, observa um navio que fundeou no rio Tejo, num dia de frio. Dá a conhecer as embarcações que vão observar o sucedido, contrastando tal facto com a sua impossibilidade de se deslocar ao local.
  10. 10. O No final, revela o seu desejo de liberdade, de evasão e de sonho. Este desejo é reforçado pela data em que o poema foi escrito, o primeiro dia do ano, propício à formulação de desejos e de planos para o futuro.
  11. 11. O http://estudossobrecomunismo2.wordpress.co m/2006/09/04/miguel-torga-preso-no-aljube- em-1939/ O MIGUEL TORGA E O ALJUBE “Falta-lhe a liberdade. Só essa dor lhe dói. Mas só por ela há-de Não ser o ser que foi.” O Do poema CANÇÃO, escrito a 30 de Dezembro de 1939 na Cadeia do Aljube
  12. 12. “Um Poema por semana” O https://www.youtube.com/watch?feature=pl ayer_detailpage&v=v8FzqSqcmIM O ARIANE, Miguel Torga - Inês Nogueira O https://www.youtube.com/watch?feature=pl ayer_detailpage&v=NGDMCbAI0JM O ARIANE, Miguel Torga - Inês Veiga Macedo
  13. 13. Fuga à realidade, desenho de Agim Sulaj

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