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Arquitetura de informação para infografia estática

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Apresentação desenvolvida para oficina sobre infografia no Congresso Gampi Design que aconteceu na Universidade Regional de Joinville - Univille. A estrutura foi elaborada para apresentar os conceitos que, posteriomente, foi aplicado em um exercício prático de construção infográfica.

Publicado en: Datos y análisis
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Arquitetura de informação para infografia estática

  1. 1. ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO PARA INFOGRAFIA ESTÁTICA PATRICIA PRADO | DESIGNER DE INFORMAÇÃO ANA ELISA ALTHOFF | DESIGNER DE INFORMAÇÃO 2014
  2. 2. ETAPAS CONCEITO HISTÓRIA AI ANÁLISE E ATIVIDADE DIFERENÇA AI E VD 3 HORAS = 100% 10% 15% CONSTRUÇAO 35% TIPOS DE INFOS 10% 10%5% 15% INFOGRAFIA MELHOR DEFINIR INFOGRAFIA ANTES DE PARTIR PARA A ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO TÓPICOS QUE PODEM AUXILIAR NA CONSTRUÇÃO DE UMA ARQUITETURA HEYHOLET'SGO BORATRABALHAR?
  3. 3. Alberto Cairo [...] tem o objetivo de organizar, estruturar e exemplificar visualmente qualquer tipo de informação, transmitindo a mensagem de uma maneira didática e concisa.
  4. 4. Antônio F. Costella A escrita pictográfica consistiu na representação desenhada de objetos concretos, figuras de animais, etc., formando em sucessão, um relato coerente. [...]
  5. 5. Passos e Moura [...] o tratamento da informação pode se dar pelo processo de agrupamento das informações semelhantes, e seus acessos devem ser configurados de acordo com as características almejadas pelos usuários e suas forma de navegação.
  6. 6. Concluindo A Infografia ou Design de informação (DI) auxilia a construção de narrativas, organiza ideias, estrutura trajetos, transforma linguagem textual em visual e, acima de tudo, busca transmitir informação de uma maneira rápida, didatica e inteligível.
  7. 7. sol dado soldado
  8. 8. Migalhas de pão
  9. 9. TÁIX ME ENTENDENDO, MÔ QUIRIDO?
  10. 10. 2345636485968473648693726205847362103958234563 6485968473648693726205847362039582345636485968 4736486937261205847362103958234563648596847364 8693726205847362039582345636485916847364869372 6205847362039582345636485968473648691372620584 7362039583456364859684736486937262058473621039 5823456364859684736486937262058473621039582345 6364859684736481693726205 9582345636486 Migalhas de pão | abstração da informação
  11. 11. 2345636485968473648693726205847362103958234563 6485968473648693726205847362039582345636485968 4736486937261205847362103958234563648596847364 8693726205847362039582345636485916847364869372 6205847362039582345636485968473648691372620584 7362039583456364859684736486937262058473621039 5823456364859684736486937262058473621039582345 6364859684736481693726205 9582345636486
  12. 12. 2345636485968473648693726205847362103958234563 6485968473648693726205847362039582345636485968 4736486937261205847362103958234563648596847364 8693726205847362039582345636485916847364869372 6205847362039582345636485968473648691372620584 7362039583456364859684736486937262058473621039 5823456364859684736486937262058473621039582345 6364859684736481693726205 9582345636486
  13. 13. 8
  14. 14. SENTA, QUE LÁ VEM A HISTÓRIA
  15. 15. O registro do primeiro mapa, reproduzido na figura 10, foi a representação, por meio da escavação de uma pedra em 6200 a.C., de uma cidade da Babilônia encontrada na região de Kirkuk, Iraque.
  16. 16. The Times, abril de 1806
  17. 17. A era de ouro da estatística. Considerada importante pelo fator científico, é a gravação do movimento dos cavalos durante uma corrida por meio de câmeras, imagens feitas por Eadweard Muybridge, nos EUA
  18. 18. Mapa do Metrô de Londres
  19. 19. Mapa do Metrô de Londres, criado por Henry Beck. Foi baseado nos sistemas de circuitos elétricos
  20. 20. BEM DO TIPINHO DA INFOGRAFIA
  21. 21. Cronologia
  22. 22. Passo a passo
  23. 23. Processos
  24. 24. Trajetos e localização
  25. 25. Gráficos
  26. 26. FAÇA A PERGUNTA CERTA. MINHAS RESPOSTAS SÃO LIMITADAS EUROBÔ
  27. 27. QUANDO? COMO? PORQUE? ONDE? A hierarquia é organizada pela pergunta mais importante
  28. 28. Faça o tempo do leitor valer a pena Conte uma boa história O texto não é a coisa mais importante, nem a foto, nem gráficos e sim o leitor. Se o texto não prende a atenção ou não é intuitivo para ele será uma perda de tempo. Uma boa prática é sem- pre imaginar como o leitor pensaria: qual a novidade? Por que eu devo ler isso?. Contar uma boa narrativa com início, meio e fim é desafio para quem trabalha com comunica- ção. Construa um texto que leve o leitor para ações recomendadas e com sessões muito bem estruturadas. 1 2 Pense em como você contaria esta história Rapidamente tente contar parte deste texto para um amigo ou um colega. Ficaria mais fácil se tivesse um gráfico, um esquema ou mapa para ajudar a explicar?. Aumento/queda, lugar, porcentagem, pontos chave, personagens, esquemas, etc, são sinais que o texto pede um infográfico. 3
  29. 29. Dê nome aos bois Após pensar em como você contaria sua história, crie o hábito de nomear cada sessão. Exemplo: [Página 1] [Destaque] [Citação] [Gráfico comparativo] [Mapa]. É claro que a análise final para infografia será do designer mas fazendo esta prática você vai analisando mais o texto e deixando a arquitetura cada vez mais intuitiva. 4 Pratique o poder da síntese Se você tentar mostrar tudo, é provável que o leitor não entenda nada. Use apenas informa- ções que realmente interessam, a mensagem mais forte, os números mais relevantes, textos curtosedidáticos.Trechosrepetitivosnãosãobemvindosparaumaarquiteturaenxuta.Quan- do possível, utilize textos de citção como fonte deixando sempre a informação principal para o em primeiro plano do conteúdo. 5
  30. 30. Agrupe as informações em blocos Escrever para arte é muito diferente que escrever um texto normal, além dos textos serem cur- tos e dinâmicos é importante o agrupamento das informações por similares, ou por um mesmo subtítulo, isso ajuda o leitor a ir direto ao que interessa. Se tiver vários blocos de textos é me- lhor ainda que eles estejam do mesmo tamanho, fica mais fácil de deixar a arte bonita. Evitar palavras longas que ocupem uma linha toda como exemplo: respectivamente, principalmente. 6 Usepalavrasqueajudamafocarapartegráfica Considereanaturezadainformação Estamos sim falando dos títulos. Se sua arte vai mostrar um trem, você ajuda os leitores se “trem”ou “ferrovia estiverem no título. Seja claro, indo direto ao assunto. Bons títulos podem brincar com palavras mas sem perder o a clareza da informação. Os números dizem tudo e dados bem estruturados mais ainda, por isso valide sempre as infor- mações que irão gerar alguma infografia. 7 8
  31. 31. IXTRUTURA ESSA TRECO AGORA?
  32. 32. Organize a estrutura no papel
  33. 33. IN X VS FIGHT
  34. 34. VAMOS ANALISAR
  35. 35. REFERÊNCIAS
  36. 36. CAIRO, Alberto. Infografia 2.0: Visualización interactiva de información em prensa. Madrid: Alamut, 2008. COSTELLA, Antônio F. Comunicação – do grito ao satélite. 5a. ed. São Paulo: Mantiqueira, 2002. MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. Apontamentos por uma metodologia projetual. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1983. MUNARI, Bruno. Design e Comunicação visual. Tradução Daniel Santana, São Paulo: Martins Fontes, 1982 (©1968). PANIZZA, Janaína Fuentes. Metodologia e processo criativo em projetos de comunicação visual. São Paulo: ECA/USP, 2004. SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1985. Tim, BROWN. Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias. Tradução Cristina Yamagami. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. Tradução: Alvamar Helena Lamparelli. São Paulo: Martins Fontes, 1998. OBS.: se der tempo apresente o vídeo: http://vimeo.com/29684853#
  37. 37. VAMOS EXPERIMENTAR! IMAGENS COLETADAS DA INTERNET

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