filoaulaKant

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  1. 1. Emanuel Kant A Crítica Da Razão Pura
  2. 2. Kant parte do sujeito É o sujeito que vai dar forma ao objeto. Ao sujeito se apresentarão coisas em sua experiência, o que faz o sujeito é conhecer o objeto e conhecendo-o lhe da forma. O ato de conhecer molda o objeto. Portanto Só há objetos para o sujeito conhecedor.
  3. 3. Todos os objetos se apresentam no espaço e no tempo, dentro destes é que o homem pode conhecer o objeto . O sujeito é o constituinte da realidade. A realidade é aquilo que o sujeito constrói a parti de si. Esta é a “Revolução copernicana de Kant”.
  4. 4. Nós nascemos com capacidades e habilidades inatas. A mente processa e trabalha o conhecimento que nos vem através dos sentidos e das experiências. Nosso corpo e mente são limitados, mas temos a capacidade de analisar o conhecimento e potencializar nossas capacidades através de artefatos e máquinas.
  5. 5. Se não sabemos as verdades sobre o mundo "como ele é em si", podemos saber com certeza um grande número de coisas sobre "o mundo como ele nos aparece”, como nós o percebemos.
  6. 6. Para Kant, a filosofia é vista como uma teoria do conhecimento. No entanto, Kant fala de uma ciência físico-matemática pré- estabelecida, e ao falar de conhecimento Kant se refere ao conhecimento matemático- científico da Natureza.
  7. 7. A ciência físico-matemática da natureza é composta de juízos. Os juízos não são vivências psicológicas, não são fatos da consciência subjetiva. Os juízos são enunciações objetivas acerca de algo; teses de caráter lógico que são verdade ou erro. Todo juízo consiste em um sujeito lógico, do qual se diz algo, e de um predicado, aquilo que se diz de um sujeito.
  8. 8. Os juízos podem ser divididos em dois grupos: juízos analíticos e juízos sintéticos.
  9. 9. Analíticos: São aqueles onde o predicado do juízo está contido no conceito do sujeito. Exemplo: “o triângulo tem três ângulos” – ao verificar mentalmente o conceito de triângulo e analisá-lo logicamente verifica-se que dentro do sujeito (triângulo) está o ter de três ângulos.
  10. 10. O fundamento da legitimidade dos juízos analíticos está no princípio de identidade. Por serem verdadeiros, necessários e universais, os juízos analíticos não tem sua origem na experiência, mas na análise mental do conceito de sujeito, a priori: não têm origem na experiência.
  11. 11. Sintéticos: São aqueles nos quais o conceito do predicado não está contido no conceito de sujeito. O juízo consiste em unir sinteticamente elementos no sujeito e no predicado: “o calor dilata os corpos”, ao analisar o conceito de calor, não encontramos nele, incluído nele, o conceito de dilatação dos corpos.
  12. 12. São verdadeiros enquanto a experiência (neste caso, a percepção sensível). A validez destes juízos é limitada à experiência sensível. São juízos que são apenas verdadeiros “aqui” e “agora”. Particulares e contingentes, a posteriori: têm origem na experiência.
  13. 13. O conhecimento científico não pode ser constituído por juízos analíticos pois estes não acrescentam nada ao nosso saber. Ao explicitar no predicado o que está contido no sujeito não há descoberta. A ciência tampouco pode ser constituída por juízos sintéticos, pois a ciência afirma acerca de objetos juízos verdadeiros, universais e necessários, e não juízos particulares e contingentes.
  14. 14. Deve haver na ciência juízos que tenham a virtude de ser a priori. No entanto, os juízos da ciência não devem ser analíticos, pois nesse caso não aumentaria em nada nosso conhecimento. Devem então ser sintéticos, ou seja, objetivos, aumentando nosso conhecimento sobre as coisas. Os juízos científicos devem ser então juízos sintéticos a priori.
  15. 15. Juízos sintéticos a priori: “à primeira vista, que a proposição 7 + 5 = 12 é puramente analítica, resultante, segundo o princípio de contradição, do conceito de uma soma de sete e cinco ...
  16. 16. ... o conceito de soma de sete e cinco não contém mais do que a união dos dois números em um só, o que não faz pensar qual seja esse número único que compreenda aos outros dois. O conceito de 12 não é de modo algum percebido só pelo pensamento da união de cinco e sete, e posso decompor todo meu conceito dessa soma tanto quanto quiser, sem que por isso encontre o número 12."
  17. 17. Nos juízos sintéticos apriori estão compreendidos dois elementos, a saber, as intuições apriori puras e os conceitos apriori puros. Só se consideram tais juízos possíveis no caso de se poder demonstrar que os dois elementos a priori podem ser sintetizados num juízo.
  18. 18. Para mostrar que tais juízos são possíveis, Kant deve estabelecer primeiro que existem conceitos e intuições apriori e que estes são suscetíveis de síntese. As duas tarefas abrangem grande parte da análise na "Doutrina transcendental dos elementos".
  19. 19. Essa relação entre intuições, conceitos e a apresentação de conceitos à intuição através da imaginação é a resposta à questão de como são possíveis os juízos sintéticos apriori, uma resposta que forma o núcleo da filosofia crítica e está resumida na fórmula: "As condições da possibilidade da experiência em geral são, ao mesmo tempo, condições da possibilidade dos objetos da experiência" .
  20. 20. Para Kant, transcendental é uma forma de conhecimento, não dos próprios objetos mas dos modos como somos capazes de conhecê- los, ou seja, as condições da experiência possível. considerado em função de suas condições de possibilidade.
  21. 21. Assim, ele “intitula transcendental todo o conhecimento que está ocupado não tanto com os objetos quanto com o modo de nosso conhecimento de objetos, na medida em que esse modo de conhecimento é possível a priori.”
  22. 22. Transcendental é um termo ubíquo, usado para qualificar substantivos como lógica, estética, unidade de apercepção, faculdades, ilusão; em cada caso, assinala que o substantivo que ele qualifica está sendo considerado em função de suas condições de possibilidade.
  23. 23. Transcendente é o termo usado para descrever aqueles princípios que "reconhecem transpor" os limites da experiência, em oposição aos princípios imanentes "cuja aplicação está inteiramente dentro dos limites da experiência possível.”
  24. 24. “Revolução copernicana de Kant”.

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