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CLASUR 2016 - BRASIL sudeste - "Teresa de Los Andes, servidora dos pobres"

CLASUR 2016 - BRASIL sudeste - "Teresa de Los Andes, servidora dos pobres"

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CLASUR 2016 - BRASIL sudeste - "Teresa de Los Andes, servidora dos pobres"

  1. 1. ORACION Teresa de Los Andes, que de la mano de María te convertiste en una joven enamorada de Jesucristo, eres modelo de santidad y camino de perfección para la iglesia. Tú supiste reír, amar, jugar y servir. Tú fuiste fuerte para asumir el dolor y generosa para amar. Tú supiste contemplar a Dios en las cosas sencillas de la vida. Muéstranos el amor del Padre para vivir la amistad con alegría y con ternura en la familia. Ayuda a los débiles y a los tristes para que el Espíritu los anime en la esperanza. Intercede por nosotros y pide para Chile el amor y la paz. Teresa de Los Andes, hija predilecta de la Iglesia Chilena, Religiosa del Carmelo, amiga de los jóvenes, servidora de los pobres, ruega por nosotros cada día. Amén. TERESA DE LOS ANDES – SERVIDORA DOS POBRES Luciano Dídimo, ocds (Província São José – Brasil) Em sua oração oficial, Santa Teresa de Los Andes é invocada, entre outros títulos, como SERVIDORA DOS POBRES. E de fato, Juanita sempre foi servidora dos pobres. Porém, quem serve aos pobres, primeiramente se faz pobre. E Teresa dos Andes se fez pobre porque amava a pobreza. Apesar das posses que sua família possuía, ela sempre foi totalmente desapegada dos bens materiais. E se lamentava por não ter nascido pobre como Jesus: "Jesús no quiso que naciese como El, pobre. Y nací en medio de las riquezas,regalona de todos." Tudo que Juanita queria na vida era ser como Jesus: pobre, humilde, obediente e puro. Juanita já vivia portanto em sua infância e adolescência os pilares do carisma do Carmelo teresiano: humildade, desapego e amor fraterno. “Jesús querido, quiero ser pobre, humilde, obediente, pura, como era mi Madre y como Tú, Jesús. Haz de tu casita un palacio, un cielo. Anhelo vivir adorándote como las ángeles, sentir mi nada en tu presencia. Soy tan imperfecta. Quiero ser pobre como Tú y, ya que no puedo serlo, quiero no amar nada las riquezas, etc.”
  2. 2. Teresa dos Andes tinha o desejo de ser como Jesus, mas em oração em seu retiro espiritual, descobriu que essa também era a vontade de Jesus para ela. “El elige la pobreza, las humillaciones, la Cruz y exige para mí todos estos dones.” Em suas orações Jesus falava a Teresa sobre a pobreza. Después me habló de la pobreza. Cómo salí de El sin nada. Que todo es de El. Que todo pasa, es vanidad. A pobreza a atraía e Juanita sabia que só seria feliz se abraçasse a pobreza de uma forma mais radical. Foi por isso que escolheu o Carmelo de Los Andes para viver sua vocação carmelita. “Cuando llegamos allá me encontré con una casa pobre y vieja. Ese iba a ser mi convento. Su pobreza me habló al corazón. Me sentí atraída hacia él.” A pobreza do Carmelo a fascinava e a realizava, pois quanto mais pobre fosse, mais poderia amar e com esse amor enriquecer a Deus. “La carmelita es pobre. No posee nada. Tiene que trabajar para vivir. Su lecho es un jergón. Su túnica es áspera. No tiene ni una silla donde sentarse. Su alimento es grosero y escaso. Mas ama, y el amor la enriquece, le da a su Dios.” Que contradição para o mundo de hoje o pensamento de Teresa dos Andes. Neste mundo egoísta e consumista, onde as pessoas tem suas atenções voltadas a adquirir riquezas, adquirir poder e prazer, ela escolheu livremente e espontaneamente a pobreza para viver. “Todo lo que el mundo estima no vale nada. Jesucristo lo desprecia. Ahora quiero ser pobre, pues las riquezas, la plata, los vestidos, las comodidades, las buenas comidas, ¿de qué me servirán en mi lecho de muerte? De turbación, nada más. ¿De qué sirve un gran nombre, los aplausos, los honores, la adulación y estima de las criaturas? A la hora de la muerte, todo desaparece con ese cuerpo que va a ser muy pronto vaso de podredumbre y corrupción.” Fazer a vontade de Deus para Teresa de Los Andes era se fazer pobre e obediente, pois assim estaria cada vez mais próxima Dele. “Quiero que todas mis acciones sean según tu voluntad. Ya no me importa la pobreza, los desprecios, pues esto me lleva a Ti.”
  3. 3. Em suas orações Santa Teresa de Los Andes gostava de meditar sobre o voto de pobreza: “Medité sobre el voto de pobreza, que consiste en no poseer nada, ni aun nuestra voluntad ni juicio. En no desear nada. Ninguna comodidad. Rechazar todo pensamiento de ambición. Desear ser tratada como pobre esclava. Ser pobre de manera que aparezcamos así ante todos. No quejarnos nada. Dar gracias a Dios cuando nos falta algo. Dios me dio a entender que yo estaba apegada a los consuelos y gustos sensibles de la unión divina.” E assim, em suas orações, ela fazia os seus propósitos e amar e servir a Deus. “PROPÓSITOS.- Mi fin es amar y servir a Dios. Luego, si amo a Dios, cumplo su divina voluntad. ¿Cuál es su voluntad? Que le siga y que sea perfecta. ¿Cómo alcanzaré más fácilmente la perfección? Por medio de los consejos evangélicos: obediencia, castidad, pobreza. Debo seguir a Jesucristo donde me llame, pues en ello va mi salvación.” Portanto, Teresa de Los Andes fazia a vontade de Deus fazendo-se pobre e servindo aos pobres. E Já fazia isso antes mesmo de entrar no Carmelo. Após a sua primeira comunhão, a primeira coisa que fez foi dar presentes aos pobres. “Después que dimos acciones de gracias, fuimos al patio a repartir cosas a los pobres y a abrazar [cada una] a su familia. Mi papacito me besaba y me levantaba en sus brazos feliz.” Juanita adolescente ensivana catecismo às crianças pobres. Portanto, como autêntica católica leiga exercia seu apostolado como catequista. “Hacía catecismo a los niños pobres de nuestro colegio, y yo fui catequista con ella, al preparar a esos niños a la Primera comunión” Sua grande alegria sempre foi ajudar os mais pobres. Despojada das coisas materiais, rifou seu relógio para comprar os sapatos para Juanito usar na Primeira Eucaristia dele. “Junté treinta pesos para mi día. Voy a comprarle zapatos a Juanito y lo demás le diré a mi mamá que me lo tenga para dárselo a los pobres. Es tan rico darles. Le di mis zapatos a la mamita de Juanito.” Como carmelitas seculares, somos convidados a seguir o exemplo deixado por Santa Teresa de Los Andes. Amar a pobreza e amar os pobres. Fazer-se pobre e se fazer servidor dos pobres.
  4. 4. Conseguiremos fazer-nos pobres se vivermos com amor a promessa de pobreza que fazemos. A promessa de pobreza é diferente do voto de pobreza feito pelos religiosos. Este não permite que você tenha bem algum. Já o leigo que faz sua promessa de pobreza pode ter seus bens e deve trabalhar para prosperar na vida, entretanto deve viver desapegado desses bens, como se não os tivesse, disponibilizando esses bens a quem precisar. Conforme Constituições da OCDS, art. 14, a promessa da pobreza expressa o desejo de viver segundo os valores do evangelho. Na pobreza evangélica se encontra a riqueza da generosidade, da negação de si mesmo, da liberdade interior e o depender dAquele que “embora rico, se fez pobre, para enriquecer-nos com sua pobreza” (2Cor 8,9) e que “esvaziou-se a si mesmo” (Fil 2,7) para colocar-se a serviço de seus irmãos e irmãs. A promessa da pobreza busca o uso evangélico dos bens deste mundo e dos talentos pessoais e o exercício das próprias responsabilidades na sociedade, na família e no trabalho, colocando-se com confiança nas mãos de Deus. Implica também em um compromisso em favor da justiça no mundo, para que este responda ao projeto de Deus. A pobreza evangélica é igualmente um exercício de esperança, que reconhece as limitações pessoais e se abandona com confiança à bondade e à fidelidade de Deus. Vejam que esse artigo de nossas Constituições OCDS afirma que a vivência da promessa de pobreza implica também em um compromisso em favor da justiça no mundo. Assumindo esse compromisso com a justiça, conseguiremos servir aos pobres, mas apenas se eles ocuparem um lugar preferencial em nosso coração, pois os pobres ocupam lugar preferencial no coração de Deus, que se fez pobre. A Igreja em Medellín assume a opção pelos pobres, em Puebla proclama solenemente a opção preferencial pelos pobres, reiterada nas Conferências seguintes. A Evangelii Gaudium também a reafirma: “A Igreja que queremos é pobre, para os pobres, com os pobres e os que se encontram nas periferias existenciais.” Toda a Igreja deve renovar seu compromisso com os pobres e com a justiça. Um apelo do Papa Francisco aos leigos: “ninguém pode sentir-se exonerado da preocupação pelos pobres e pela justiça social”. Que Santa Teresa de Los Andes interceda por nós, para que possamos, como carmelitas seculares, viver com fidelidade a nossa promessa de pobreza, fazendo- nos pobres e servindo aos pobres!
  5. 5. Santa Teresa de Los Andes Jovem santa da alegria Amante da Eucaristia Da juventude modelo e guia Do Chile a primeira flor Testemunho alegre na dor Louca de amor pelo Amor Dezenove anos de idade De amor, de docilidade Alegre testemunha da caridade Pequena Juanita, descalça carmelita Curta vida intensamente vivida Hóstia imaculada oferecida De todas as coisas despojada Na primavera da vida, arrebatada Uma jovem por Deus apaixonada Luciano Dídimo
  6. 6. LOS POBRES (SANTA TERESA DE LOS ANDES, P. ÁNGEL PEÑA O.A.R.) Desde muy niña Juanita tenía preocupación por los pobres. En las haciendas donde iba de vacaciones se esforzaba por dar catecismo a los niños y entronizar la imagen del Corazón de Jesús en sus casas. Pero eso lo hacía también en Santiago. Los domingos daba catecismo a los niños pobres. Graciela Espinoza manifiesta: Sé que para los catecismos dominicales ella ahorraba, de los pocos pesos que le daba su madre para sus gastos personales, una pequeña suma para comprar caramelos y dárselos a los niños del catecismo. Esto lo sé porque nosotras no llevábamos esos caramelos y nos contentábamos con ofrecer a los niños las estampitas que nos daban las religiosas para este fin38 . Sor Carmen Teresa del Niño Jesús cuenta que, cuando Juanita tenía unos 13 años, le trajeron una mañana un chico quemado. Juanita lo bañó en 37 Diario, pp. 166- 167. 38 Sum p. 259. 16 bicarbonato y aceite. En la tarde ya estaba muy mejorado de sus llagas gracias a sus desvelos 39 . Ayudaba a curar a los enfermos hasta el punto de que los pobres creían que Juanita era la única indicada para ayudarles en todo. A una pobre le daba personalmente el desayuno y, si faltaba leche, se privaba de la suya para dárselo40 . Sor María Josefina Salas declara: Tenía amor a los pobres e hizo muchas obras de caridad con los que golpeaban la puerta de su casa. En una ocasión llegó un niño de unos 10 años, sucio, andrajoso y huérfano a pedir limosna. Juanita lo lavó, le dio de comer con sus propias manos, le hizo ropas de los trajes que ya no usaban sus hermanos. Le enseñó el catecismo, a rezar y lo llevó a la parroquia de San Lázaro para ser bautizado bajo condición, siendo madrina la Juanita; y le pusieron el nombre de Juan. Lo llevó donde una señora que conocía la familia de Juanita para que le diera alojamiento. Todos los días el niño protegido iba a almorzar a casa de Juanita y ella se privaba del postre para dárselo 41 . En una ocasión rifó su reloj entre sus tíos y personas de la casa para socorrer a un pobrecito. Con sus manos le cosía la ropa y al mismo tiempo le enseñaba todo lo que estaba a su alcance. Este niño costó a Juanita algunos sinsabores que fueron parte para que con más empeño trabajara por él. Habiendo éste sustraído una pieza de género de una tienda en que servía, al ser descubierto, temió perder para siempre el favor de su bienhechora. Tal idea le apenó y ofuscó tanto que resolvió estrangularse, y ya estaba con la lengua fuera cuando fue sorprendido en su horrible atentado, que afortunadamente pudo remediarse. Fácil es imaginar cuál sería la pena de Juanita al tener conocimiento de los desvíos de su protegido. Con el celo y bondad que la caracterizaban, le hizo comprender sus faltas y, después de disponerlo para una buena confesión, lo acompañó a restituir lo hurtado y pedir
  7. 7. perdón de su mala conducta. Más tarde, se hizo protectora de toda la familia, y, sabiendo, que el padre del niño era aficionado al licor en demasía, lo mandó llamar y, con sus amonestaciones y buenas palabras, consiguió que se confesara y, para coronamiento de estos beneficios, le consagró la casa al Sagrado Corazón 42 . 39 Sum p. 140. 40 Sum pp. 4-5. 41 Sum p. 178. 42 Lirio pp. 26-27. 17 Isabel Espinoza, compañera del colegio, refiere: En la hacienda atendía a los hijos de los inquilinos y contribuía a su sano esparcimiento. Organizaba carreras de sacos y carreras en burro, dando golosinas o un objeto de piedad, como premio a los triunfadores. Quedaba Juanita llena de tierra por los juegos y era la más alegre y entusiasta 43 . La misma Isabel añade: Tenía devoción especial al Sagrado Corazón y se preocupaba de consagrar las casas de los inquilinos del fundo San Pablo al Sagrado Corazón de Jesús. Llevaba las imágenes y se las regalaba. Les hablaba del santo rosario y les enseñaba a rezarlo. Les suplicaba que la encomendaran al Señor, antes de irse al convento. Todos la obedecían y rezaban tres avemarías por ella 44 . Al despedirse les decía: Aquí les dejo al nuevo dueño de la casa 45 . En todas sus vacaciones aprovechaba para enseñar el catecismo y parece que sentían (los niños) una atracción hacia ella y ella los quería 46 . El padre Francisco Lyon expresa: Daba gusto escucharla cómo explicaba el catecismo y hablaba de Dios a los niños pobres de Algarrobo, cuando los preparaba para la primera comunión o en las misiones de la hacienda Chacabuco. De esto soy testigo ocular 47 . Los preparaba con abnegación para la primera comunión que se celebraba alrededor de la fiesta de la Candelaria, patrona de la región 48 . Antes de entrar en el convento, en el fundo San Pablo de Loncomilla, se despidió de todos los inquilinos. Fue de casa en casa y les pidió que rezaran cada día tres padrenuestros y tres avemarías por ella, y les pidió perdón a todos hincándose de rodillas 49 .

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  • cmelladod

    Oct. 10, 2016

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