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Cristiane Pavanello R Silva Serviço Profissional 3M para Soluções em Centro Cirúrgico Mestre e Doutora em Ciências da Saúd...
CENÁRIO ATUAL <ul><li>234 milhões de cirurgias por ano </li></ul><ul><li>Países industrializados </li></ul><ul><ul><li>Com...
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<ul><li>SHEA Position Paper </li></ul><ul><li>(fevereiro de 2010) </li></ul><ul><li>As Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC):...
<ul><li>Segundo IBEAS: </li></ul><ul><li>Uma Infecção de Sítio Cirúrgico na América Latina (2002): </li></ul><ul><ul><li>M...
<ul><li>60% das ISC  são  evitáveis  com boas práticas Peri Operatórias !!!! </li></ul><ul><li>Macro Objetivo de Segurança...
As cirurgias não ocorrem em condições absolutamente estéreis!!! <ul><li>Mesmo sob Condições Rigorosas: </li></ul><ul><ul><...
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Controle de Contaminação de Sítio Cirúrgico !!!! <ul><li>Preparo da pele cirúrgica é fundamental: </li></ul><ul><ul><li>Pa...
Preparo de Pele Cirúrgica <ul><li>Recomendações da AORN 10 passos para o sucesso !!!! </li></ul>
Recomendação 1 Pacientes de Cirurgias limpas devem receber 2 banhos pré-operatórios como CHG antes da cirurgias.
Recomendação 1 <ul><li>Afim de reduzir nº de microorganismos: </li></ul><ul><ul><li>Redução colonização; </li></ul></ul><u...
Recomendação 1 <ul><li>Cuidados: </li></ul><ul><ul><li>Enxágüe adequado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Secagem com toalhas li...
Recomendação 2 Pêlos no local do sítio cirúrgico não devem ser removidos, sempre que possível.
Recomendação 2 <ul><li>O paciente deve ser instruído para não utilizar lâminas de barbear ou creme depilatório. </li></ul>...
<ul><li>“ Economia de $270 por paciente quando lâminas são trocadas por clipping” </li></ul>Recomendação 2 -Alexander JW, ...
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Recomendação 3 O anti-séptico para preparo da pele cirúrgica deve ser selecionado de acordo com as necessidades dos pacien...
 
GHG no Preparo de Pele Cirúrgica <ul><li>CHG baixa concentração  – inibe o crescimento bacteriano ( bacteriostático ) </li...
Importance of Alcohol in Skin Preparation Protocols.  Brian R. Swenson, MD, MS; Robert G. Sawyer, MD Infection Control and...
Recomendação 3 <ul><li>Devemos abandonar a prática do preparo de pele para assepsia cirúrgica sem álcool. </li></ul><ul><l...
<ul><ul><li>Fatores que devem ser considerados na escolha: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tamanho da área de pele a ser tr...
CHG + PVPI: é possível? Recomendação 3
Recomendação 3
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Recomendação 4 A pele ao redor do sítio cirúrgico deve estar livre de óleo, debris, exsudatos e microorganismos transitóri...
Recomendação 4 <ul><li>A eficácia do agente anti-séptico cirúrgico depende da limpeza da pele. </li></ul><ul><li>A degerma...
Recomendação 5 Medidas de proteção devem ser implementadas para prevenir lesões devido contato prolongado com agentes anti...
Recomendação 5 <ul><li>Aguardar secar completamente o anti-séptico para prevenir queimaduras e irritações. </li></ul><ul><...
Recomendação 6 O agente anti-séptico deve ser aplicado a pele para além da área cirúrgica para minimizar a contaminação du...
Recomendação 6 <ul><li>HM antes de iniciar o preparo de pele. </li></ul><ul><li>Aplicação com material estéril. </li></ul>...
Recomendação 7 Ao final do procedimento cirúrgico o anti-séptico deve ser retirado da pele.
Recomendação 8 Colaboradores devem receber educação inicial, treinamentos e validação da sua competência na seleção do ant...
Recomendação 9 O preparo cirúrgico deve ser registrado
Recomendação 10 Padronização, políticas e procedimentos devem ser  revisados periodicamente e deve haver um programa de me...
Boas Práticas, Conscientização e Colaboração Ativa é a Chave do Sucesso! Nós 3M Podemos Contribuir!!
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NO CENTRO CIRÚRGICO CERTEZA DE SEGURANÇA E QUALIDADE 
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Aula SOBECC 2011 Cristiane Pavanello

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Preparo de Pele Cirúrgica como estratégia de prevenção de infecção de sítio cirúrgico.
Sala do Conhecimento SOBECC 2011

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Aula SOBECC 2011 Cristiane Pavanello

  1. 1. Cristiane Pavanello R Silva Serviço Profissional 3M para Soluções em Centro Cirúrgico Mestre e Doutora em Ciências da Saúde Preparo de Pele como Estratégia de Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico SOBECC 2011
  2. 2. CENÁRIO ATUAL <ul><li>234 milhões de cirurgias por ano </li></ul><ul><li>Países industrializados </li></ul><ul><ul><li>Complicações perioperatórias: 3 a 17% </li></ul></ul><ul><ul><li>Mortes perioeratórias: 0,4 a 0,8% </li></ul></ul><ul><li>Ainda maiores em países em desenvolvimento!!! </li></ul>
  3. 3. CENÁRIO ATUAL <ul><li>OMS: </li></ul><ul><ul><li>1,4 MILHÕES DE PESSOAS COM INFECÇÕES RELACIONADAS A ASSITENCIA A SAÚDE (IRAS) </li></ul></ul><ul><ul><li>EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO O RISCO É 20x MAIOR </li></ul></ul>World Health Organization. WHO guidelines on hand hygiene in health care. The first global patient safety challenge: clean care is safer care. Geneva: World Health Organization; 2009.
  4. 4. <ul><li>SHEA Position Paper </li></ul><ul><li>(fevereiro de 2010) </li></ul><ul><li>As Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC): </li></ul><ul><ul><li>Uma das complicações mais comuns </li></ul></ul><ul><ul><li>Representam 20% das Infecções Relacionadas a Assistência em Saúde (IRAS) </li></ul></ul><ul><ul><li>Custam aos cofres públicos nos EUA: 4 bilhões $$$$$$ </li></ul></ul><ul><ul><li>Pagamento por performace </li></ul></ul>CENÁRIO ATUAL
  5. 5. <ul><li>Segundo IBEAS: </li></ul><ul><li>Uma Infecção de Sítio Cirúrgico na América Latina (2002): </li></ul><ul><ul><li>Média $ 25.546 !! </li></ul></ul><ul><li>Eventos Adversos representam: </li></ul><ul><ul><li>10 a 15% dos custos operacionais da instituição </li></ul></ul><ul><ul><li>Prolonga a estádia hospitalar </li></ul></ul>CENÁRIO ATUAL
  6. 6. <ul><li>60% das ISC são evitáveis com boas práticas Peri Operatórias !!!! </li></ul><ul><li>Macro Objetivo de Segurança da OMS </li></ul><ul><li>Meta de Segurança Internacional - JCI </li></ul>- CDC. Guideline for Prevention of Surgical Site Infection, 1999. Infection Control and epidemiology, v.20, p. 247-280. - Joint Commission International Center for Patient Safety. 2008 International Patient Safety Goals. Disponível em www.jcipatientsafety.org/29083/
  7. 7. As cirurgias não ocorrem em condições absolutamente estéreis!!! <ul><li>Mesmo sob Condições Rigorosas: </li></ul><ul><ul><li>Controle Ambiente </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso de Barreira de Anti-sepsia </li></ul></ul><ul><li>Há possibilidades de penetração de microorganismos: </li></ul><ul><ul><li>Exógenos (ar, ambiente, profissionais, equipamentos); </li></ul></ul><ul><ul><li>Endógenas (paciente). </li></ul></ul>Lacerda RA. Controle de Infecção em Sítio Cirúrgico: fatos, mitos e controvérsias. SP: Atheneu, 2003
  8. 8. Controle de Contaminação de Sítio Cirúrgico !!!! <ul><li>Condições de mecanismos de defesa do paciente </li></ul><ul><li>Controle da Técnica Operatória </li></ul><ul><li>Minimização quantitativa da penetração de microorganismos </li></ul>Lacerda RA. Controle de Infecção em Sítio Cirúrgico: fatos, mitos e controvérsias. SP: Atheneu, 2003
  9. 9. Controle de Contaminação de Sítio Cirúrgico !!!! <ul><li>Minimização quantitativa da penetração de microorganismos está em nossas mãos!!! </li></ul>S. Aureus e S. coagulase Colonizantes da Pele do Paciente é um fator conhecido de Risco para Infecção do Sítio Cirúrgico
  10. 10. Controle de Contaminação de Sítio Cirúrgico !!!! <ul><li>Preparo da pele cirúrgica é fundamental: </li></ul><ul><ul><li>Pautada em evidências científicas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Perioperative Standards Recomended Pratices – AORN 2010 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Guideline” do Centers for Diseases Control (CDC) 1999. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Compendium of Strategies to Prevent Healthcare- Associated Infections in Acute Care Hospitals – SHEA 2008 </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Cirurgias Seguras Salvam Vidas – ANVISA - 2009 </li></ul></ul></ul></ul>
  11. 11. Preparo de Pele Cirúrgica <ul><li>Recomendações da AORN 10 passos para o sucesso !!!! </li></ul>
  12. 12. Recomendação 1 Pacientes de Cirurgias limpas devem receber 2 banhos pré-operatórios como CHG antes da cirurgias.
  13. 13. Recomendação 1 <ul><li>Afim de reduzir nº de microorganismos: </li></ul><ul><ul><li>Redução colonização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução do risco de ISC. </li></ul></ul><ul><li>Estudos demonstraram: </li></ul><ul><ul><li>CHG degermante 4% é mais satisfatório que PVPI e sabão comum; </li></ul></ul><ul><ul><li>2 banhos (véspera e dia) são mais efetivos. </li></ul></ul><ul><li>Cirurgia crânio – 2 “Shampoos” </li></ul>
  14. 14. Recomendação 1 <ul><li>Cuidados: </li></ul><ul><ul><li>Enxágüe adequado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Secagem com toalhas limpas e secas a cada banho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Troca de roupa pessoal e de cama; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cuidados com olhos, ouvidos e outras mucosas; </li></ul></ul><ul><ul><li>CHG não deve ser utilizado (cabeça) em paciente com membrana timpânica não integra. </li></ul></ul>
  15. 15. Recomendação 2 Pêlos no local do sítio cirúrgico não devem ser removidos, sempre que possível.
  16. 16. Recomendação 2 <ul><li>O paciente deve ser instruído para não utilizar lâminas de barbear ou creme depilatório. </li></ul><ul><li>Pêlos não devem ser removidos com lâminas de barbear de forma alguma. </li></ul><ul><li>Tricotomizadores elétricos e de uso único devem ser utilizados e o corpo do aparelho deve ser desinfetado entre pacientes! </li></ul>
  17. 17. <ul><li>“ Economia de $270 por paciente quando lâminas são trocadas por clipping” </li></ul>Recomendação 2 -Alexander JW, et al. The Influence of Hair-removal, methods on wound infections. Arch Surg. 1983, 118:347-352. -De Geest S, et al. Clinical and Cost Comparison of three postopertaive skin preparation protocol in CABG patients. Prog Cardiovasc Nurs, 1996, 11: 4-16. “ NO SHAVE ZONE” <ul><li>Remoção de Pelos: tonsura/ corte = tricotomia </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Preparo adequado da pele com tricotomia segura reduz em 50% as ISC!!! </li></ul>Recomendação 2 - BALTHAZAR,E.R. Southern Medical Journal, 75(7):799-801,1982
  19. 19. Recomendação 3 O anti-séptico para preparo da pele cirúrgica deve ser selecionado de acordo com as necessidades dos pacientes.
  20. 21. GHG no Preparo de Pele Cirúrgica <ul><li>CHG baixa concentração – inibe o crescimento bacteriano ( bacteriostático ) </li></ul><ul><li>CHG alta concentração – morte bacteriana ( bactericida ) </li></ul><ul><li>CHG 2% a 4% mantém valores adequados de Concentração Inibitória Mínima ( MIC ) </li></ul><ul><li>CHG aplicado a pele mantém atividade de redução bacteriana persistente maior que o PVPI </li></ul>Edmiston CE, et al. Evidence for Using Chlorhexidine Gluconate Perioperative Cleasing to Reduce the risk of Surgical Site Infection. AORN Journal, v.92, n.5, nov.2010
  21. 22. Importance of Alcohol in Skin Preparation Protocols. Brian R. Swenson, MD, MS; Robert G. Sawyer, MD Infection Control and Hospital Epidemiology September 2010, vol. 31, no. 9 Surgical Site Infection (SSI) Rates (All Types) after Clean-Contaminated Surgical Procedures Study, solution Rate of SSI, Proportion (%) Darouiche et al(1) Povidone-iodine (without alcohol) Chlorhexidine-alcohol 71/440 (16.1) 39/409 (9.5) Swenson et al(2) Povidone-iodine-alcohol Iodine povacrylex–alcohol Chlorhexidine-alcohol 44/541 (8.1) 27/414 (6.5) 46/454 (10.1)
  22. 23. Recomendação 3 <ul><li>Devemos abandonar a prática do preparo de pele para assepsia cirúrgica sem álcool. </li></ul><ul><li>A questão do preparo de pele não pode ser solucionada sem um estudo bem conduzido comparativo entre protocolos com o uso de idoforos e CHG que também inclua a avaliação da atividade bactericida crítica do álcool. </li></ul>
  23. 24. <ul><ul><li>Fatores que devem ser considerados na escolha: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tamanho da área de pele a ser tratada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tempo de contato necessário com a pele </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Duração do procedimento cirúrgico </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Método de Aplicação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Volume de anti-séptico aplicado </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Impacto de sangue, soro, etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Localização (zona úmida ou seca) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Carga microbiana inicial do paciente sobre a pele </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sensibilidade do paciente alergia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Neonatos com extrato córneo imaturo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Preferências do cirurgião </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Restrições: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>EX: álcool e GIN; CHG e olho </li></ul></ul></ul></ul>Recomendação 3
  24. 25. CHG + PVPI: é possível? Recomendação 3
  25. 26. Recomendação 3
  26. 27. Recomendação 3
  27. 28. Recomendação 3
  28. 29. Recomendação 3
  29. 30. Recomendação 4 A pele ao redor do sítio cirúrgico deve estar livre de óleo, debris, exsudatos e microorganismos transitórios para minimizar a contaminação da ferida operatória antes da aplicação do anti-séptico.
  30. 31. Recomendação 4 <ul><li>A eficácia do agente anti-séptico cirúrgico depende da limpeza da pele. </li></ul><ul><li>A degermação prévia é imprescindível!! </li></ul><ul><ul><li>Estomas urinários ou intestinais além de limpos gentilmente devem ser isolados da área preparada (campos). </li></ul></ul><ul><ul><li>Lesões traumáticas devem ser lavadas com SF 0,9% sob pressão. </li></ul></ul><ul><ul><li>Cirurgias mãos e punhos: unhas curtas, naturais e sem esmalte. </li></ul></ul>
  31. 32. Recomendação 5 Medidas de proteção devem ser implementadas para prevenir lesões devido contato prolongado com agentes anti-sépticos.
  32. 33. Recomendação 5 <ul><li>Aguardar secar completamente o anti-séptico para prevenir queimaduras e irritações. </li></ul><ul><li>Evitar excesso de anti-sépticos que podem molhar campos, fitas, eletrodos, placas de eletrocirurgia e equipamentos. </li></ul><ul><li>Proteger eletrodos, placas e torniquetes. </li></ul>
  33. 34. Recomendação 6 O agente anti-séptico deve ser aplicado a pele para além da área cirúrgica para minimizar a contaminação durante a manipulação cirúrgica, preservando a integridade da pele e lesões tissulares.
  34. 35. Recomendação 6 <ul><li>HM antes de iniciar o preparo de pele. </li></ul><ul><li>Aplicação com material estéril. </li></ul><ul><li>Esponjas e aplicadores descartáveis devem ser descartados. </li></ul><ul><li>Aplicação do centro para periferia. </li></ul><ul><li>Isolar áreas contaminadas (campos plásticos e adesivos). </li></ul><ul><li>Campos adesivos incisionais podem ser utilizados para minimizar pequenos furos dos campos cirúrgicos e conter a flora residual da pele. </li></ul><ul><li>Campos incisionais impregnados podem ser vantajosos para vedar o campo operatório. </li></ul>
  35. 36. Recomendação 7 Ao final do procedimento cirúrgico o anti-séptico deve ser retirado da pele.
  36. 37. Recomendação 8 Colaboradores devem receber educação inicial, treinamentos e validação da sua competência na seleção do anti-séptico.
  37. 38. Recomendação 9 O preparo cirúrgico deve ser registrado
  38. 39. Recomendação 10 Padronização, políticas e procedimentos devem ser revisados periodicamente e deve haver um programa de melhoria contínua da qualidade da assistência peri-operatória.
  39. 40. Boas Práticas, Conscientização e Colaboração Ativa é a Chave do Sucesso! Nós 3M Podemos Contribuir!!
  40. 41. SOLUÇÕES 3M PARA REMOÇÃO DE PELOS: CLIPPER – TRICOTOMIZADORES ELÉTRICOS ©3M 2009. Todos os direitos reservados. 9661 9671
  41. 42. SOLUÇÕES 3M PARA MANUTENÇÃO DA ANTI-SEPSIA DO CAMPO OPERATÓRIO: CAMPOS PLÁSTICOS ESPECIAIS ©3M 2009. Todos os direitos reservados.
  42. 43. SOLUÇÕES 3M PARA MANUTENÇÃO DA ANTI-SEPSIA DO CAMPO OPERATÓRIO: CAMPOS PLÁSTICOS ADESIVOS INCISIONAIS. ©3M 2009. Todos os direitos reservados.
  43. 44. SOLUÇÕES 3M PARA MANUTENÇÃO DA ANTI-SEPSIA DO CAMPO OPERATÓRIO: CAMPOS PLÁSTICOS ADESIVOS INCISIONAIS IMPREGNADOS. ©3M 2009. Todos os direitos reservados.
  44. 45. NO CENTRO CIRÚRGICO CERTEZA DE SEGURANÇA E QUALIDADE 
  45. 46. By Ana Sandra Santos OBRIGADA [email_address] 011-9629-8643

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