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Arte ecletica e vanguardas 4º período

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Ecletismo e Vanguardas

Publicado en: Educación
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Arte ecletica e vanguardas 4º período

  1. 1. Arquitetura Eclética 1) Caracterize a arquitetura eclética. 2) Sobre o ecletismo e a construção de catedrais responda: Sagrada Família, Antoni Gaudí, Barcelona (Espanha) Sacré Couer, Paul Abadie, Paris (França) a) Analisando as imagens das catedrais acima indique os elementos arquitetônicos e decorativos que foram utilizados na sua construção. b) Quais os estilos artísticos originais foram utilizados pelos arquitetos Antoni Gaudí e Paul Abadie na mistura dos elementos arquitetônicos de suas construções? c) Identifique as peculiaridades do arquiteto Antoni Gaudí e seu traço estilístico pessoal. d) Indique as formas geométricas encontradas na natureza que inspirou Antoni Gaudí na edificação da Catedral da Sagrada Família. 3) Indique os elementos decorativos utilizados na construção das casas de ópera abaixo: Ópera Garnier, Charles Garnier, Paris (França) Teatro Amazonas, Crispim do Amaral, Manaus (Brasil)
  2. 2. 4) Liste as dez maiores catedrais cristãs do mundo. 5) Identifique as principais construções brasileiras de arquitetura eclética. 6) Quais as principais críticas ao estilo arquitetônico eclético. 7) Descreva os elementos arquitetônicos de “contos de fadas” utilizados na construção dos castelos ecléticos abaixo: Palácio da Pena, Ludwig Von Eschwege, Sintra (Portugal) Neuschwanstein, Edward Riedel & Georg Von Dollman, Baviera (Alemanha)
  3. 3. Romantismo na Música Piotr Illitch Tchaikovsky: Abertura 1812, Opus 49 (15’32’’) Nikolai Rubinstein, notável pianista e diretor do Conservatório de Moscou, foi um amigo pelo qual Tchaikovsky alimentava sentimentos de ambiguidade: lúcido, era absolutamente frio com Tchaikovsky, mas bêbado era um admirador esparramado da obra do amigo. Pois Rubinstein encomendou-lhe uma obra a ser estreada na abertura da Exposição Industrial e Artística. Recebeu a incumbência com má vontade. “O que é que se pode escrever para a inauguração de uma exposição, afora ruidosos clichês?”, escreveu à Madame Nadezhda Von Meck. Ruidosa mesmo. O aparato sinfônico inclui sinos, uma fanfarra militar e até um bombardone. A obra comemora os 70 anos da derrota que o exército russo impôs a Napoleão em 1812. Inicia- se com o coral russo “Deus salve o teu povo”, nas cordas. Cinco episódios se encadeiam: os preparativos para a batalha, ecos da Marselhesa evocam o lado francês, a volta para as tropas russas, com dois temas de canções populares, o desenvolvimento opõe as duas partes, com os temas duelando até a apoteose final, que é a repetição, na coda, do coral inicial fortíssimo, conduzindo ao hino “Deus salve o czar”. Guia de Audição: a minutagem abaixo indica suas principais variações de andamento, o momento de entrada de diferentes instrumentos e a maneira como a peça está estruturada, entre outras informações. As cores da mesma família indicam seções ou elementos musicais afins, e cores contrastantes, o contrário. 00’00’’ Violoncelos e violas solistas apresentam de forma plangente o hino ortodoxo Deus Salva o Teu Povo. 02’07’’ Após uma breve passagem em fortíssimo, o oboé apresenta uma segunda ideia musical, respondida pelos violoncelos e contrabaixos. Esses elementos irão se intensificar com a gradual inserção dos demais instrumentos. 03’07’’ Metais começam a evocar o caráter militar da música, com ritmos marcantes e precisos. 03’55’’ Aparição do tema das forças russas, com franca inspiração militar, é apresentado pelas trompas e madeiras, acompanhados pela rítmica do tambor militar. 04’51’’ Inicia-se uma seção imitativa, no qual um novo tema, apresentado primeiramente pelos violinos, torna-se cada vez mais tenso. 05’34’’ A iminência do ataque napoleônico é evidenciada pela aparição do hino francês, A Marselhesa, nos metais. 06’59’’ Novo tema, associado à esperança, surge primeiro nas cordas e depois nas madeiras. 08’28’’ Tema folclórico russo (“No portão, no portão paizinho”) é apresentado pela flauta e pelo clarinete, acompanhado pelas cordas. 09’07’’ A aparente calmaria é quebrada pela intricada escritura orquestral. Ouve-se fragmentos de A Marselhesa. 10’45’’ Ressurge o tema da esperança nos violinos. 11’28’’ Retomada do tema folclórico. 11’49’’ Volta-se ao tenso ambiente de batalha. Fragmentos de A Marselhesa reaparece nas trompas, em que se ouvirão as primeiras salvas de canhão. 13’19’’ O triunfo russo: o hino ortodoxo é retomado em meio às badaladas de sinos num grandiloquente tutti orquestral, reforçado por uma banda militar. 14’26’’ O tema das forças russas reaparece e, em contracanto, no grave, surge o hino Deus Salve o Czar, conduzindo a peça para sua monumental conclusão. (Grandes Compositores da Música Clássica: Tchaikovsky. São Paulo: Abril Coleções, 2009.)
  4. 4. Impressionismo 1) Analisando as obras de arte do movimento Impressionista abaixo responda: A Aula de Dança: Edgar Degas Museu d’Orsay, Paris, França Gioventú: Eliseu Visconti Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil Baile no Moulin de la Galette: Pierre-Auguste Renoir Museu d’Orsay, Paris, França O Bar do Folies-Bergère: Édouard Manet Courtauld Institute of Art, Londres, Inglaterra Almoço no Barco: Auguste Renoir Coleção Phillips, Washington D.C., EUA Almoço na Relva: Édouard Manet Museu d’Orsay, Paris, França
  5. 5. Impressão: Sol Nascente: Claude Monet Musée Marmottan, Paris, França As Duas Irmãs ou No Verão: Eliseu Visconti a) Explique a origem do movimento impressionista. b) Indique as principais características da pintura impressionista. c) Identifique os principais pintores impressionistas na Europa e no Brasil. d) Relacione o uso das cores e da luz no Impressionismo. 2) Sobre a escultura impressionista e a obra de Auguste Rodin responda: O Beijo: Auguste Rodin Tate Caollection, Londres, Inglaterra O Pensador: Auguste Rodin Rodin Museum, Filadélfia, EUA a) Indique os elementos da arte impressionista presentes nas esculturas de Rodin. b) Caracterize as duas esculturas de Auguste Rodin: O Beijo e O Pensador.
  6. 6. Impressionismo na Música Maurice Ravel: Bolero Tempo di Bolero, Moderato Assai (16’13) Ravel escreveu o Bolero em 1928 para a bailarina Ida Rubinstein. Esse enorme crescendo orquestral baseado no ritmo imutável da percussão, repete incessamente uma melodia espanhola que conquistou popularidade imediata. O escritor francês Jean Echenoz publicou um pequeno e encantador romance intitulado Ravel, em que ficcionaliza os últimos dez anos de vida do compositor. Veja como Echenoz capta poeticamente o espírito dessa subversiva obra-prima que é o Bolero: “Ele sabe muito bem o que fez, não se pode falar de forma nem de desenvolvimento ou modulação. Em resumo, é uma coisa que se autodestrói, uma partitura sem música, uma fábrica orquestral sem objeto, um suicida cuja arma é apenas o alargamento, a ampliação do som. Algo que as orquestras em seus concertos domingueiros não terão coragem de programar. Mas isso tudo não tem importância. Esta música foi feita somente para ser dançada. A coreografia, a luz e o cenário tornarão suportáveis as repetições da mesma frase musical. (...) O problema é que em concerto ela funciona admiravelmente. Este objeto sem música conhece um triunfo que deixa espantado todo mundo – a começar por seu autor. É verdade que, ao final de uma das primeiras execuções, uma senhora no fundo da sala grita como louca. E Ravel diz ao irmão, Edouard: ‘Pelo menos alguém entendeu esta música’. Mas ele inquietou-se com tamanho sucesso. É intrigante como um projeto tão pessimista como este conquista uma acolhida popular universal e durante muito tempo. Afinal, diz ele mesmo, o Bolero é o vazio em música”. “Ravel me disse um dia com a afetação série e objetiva característica dele: ‘Escrevi só uma obra-prima: Bolero’. Mas, infelizmente, não há música nela’”, lembra o compositor Arthur Honegger. Em outra ocasião, ao entrar no salão de jogo do cassino de Monte Carlo, o maestro Paul Paray perguntou-lhe se queria apostar. Ravel respondeu-lhe: “Escrevi Bolero e ganhei. Fico por aqui mesmo”. Guia de Audição: a minutagem abaixo indica suas principais variações de andamento, o momento de entrada de diferentes instrumentos e a maneira como a peça está estruturada, entre outras informações. As cores da mesma família indicam seções ou elementos musicais afins, e cores contrastantes, o contrário. Os termos grafados em negrito está no Glossário. 00’00’’ Após três compassos introdutórios, nos quais o motivo rítmico da peça é apresentado na caixa-clara (com o discreto acompanhamento de cordas em pizzicato), a flauta expõe o primeiro tema da peça. 01’02’’ Clarineta reexpõe o primeiro tema. Flauta soma-se ao acompanhamento rítmico. 01’54’’ Fagote expõe o segundo tema. 02’48’’ Clarineta piccolo reexpõe o segundo tema. A harpa soma-se ao acompanhamento. 03’42’’ Oboé d´amore retoma o primeiro tema. Fagotes somam-se ao acompanhamento. 04’34’’ Flauta e trompete com surdina reexpõem o primeiro tema. 05’26’’ Saxofone tenor retoma o segundo tema, reposto em seguida pelo saxofone sopranino. 07’11’’ O primeiro tema é retomado numa combinação de flautim, flauta (ambos tocam em outra tonalidade), trompa e celesta. 08’02’’ Com o acompanhamento reforçado, oboé, oboé d´amore, corne-inglês e clarinetes reexpõem o primeiro tema. 08’52’’ Trombone retoma o segundo tema, em uma das passagens mais difíceis do repertório desse instrumento. 09’45’’ A peça chega à dinâmica forte. No acompanhamento, pela primeira vez violinos são tocados com arco, enquanto as madeiras reexpõem o segundo tema.
  7. 7. 10’37’’ Primeiros violinos com arco, juntamente com as madeiras, retomam o primeiro tema. O acompanhamento é encorpado com fagotes, contrafagote, trompas e tímpanos. O tema é repetido com os segundos violinos adicionados à orquestração. 12’19’’ Violinos e madeiras retomam o segundo tema, em que trombones conferem ainda mais corpo à orquestração. O segundo tema é reexposto com o acréscimo de trombone, violas e violoncelos. 13’59’’ Retomada do primeiro tema, com violinos dobrados por flautas, saxofones e trompetes, enquanto o acompanhamento é reforçado pelo restante da orquestra. 14’48’’ Quebrando a lógica das repetições, o primeiro tema não é reexposto e o segundo tema é retomado em tutti. 15’32’’ Grandiosa coda de encerramento, com base em elementos dos temas da peça. Glossário Caixa-Clara: também chamada de tambor militar. Instrumento de percussão, que tem uma esteira de metal presa rente à membrana inferior, responsável pelo seu som característico. Celesta: instrumento de percussão em que pequenas lâminas de metal são percutidas de um teclado semelhante ao do piano. Clarineta Piccolo ou Requinta: instrumento aguda da família dos clarinedes. Coda: palavra italiana “cauda” que designa o trecho de encerramento de uma obra musical, baseado na repetição de parte de um tema principal u numa melodia indepentende. Compasso: medida musical rítmica e métrica que se reproduz simetricamente. É marcado na pauta por meio de barras ou travessões. Em estreita correlação com o ritmo e o tempo, o compasso é classificado em três tipos básicos: binário, ternário e quaternário, respectivamente de dois, três e quatro tempos. Corne-Inglês: instrumento da família do oboé. Contrafagote: instrumento grave da família dos fagotes. Flautim: também chamado piccolo. É o instrumento mais agudo da família das flautas transversais. Naipes Orquestrais: conjunto de instrumentos musicais que, juntamente com outros naipes, integra uma orquestra sinfônica. Os principais naipes de uma orquestra são: cordas (integrado por violinos, violas, violoncelos e contrabaixos), sopros-madeiras (ou simplesmente “madeiras”, integrado por flautas, oboés, clarinetas e fagotes), sopros-metais (composto de trompas, trompetes, trombones e tubas) e percussão (tímpanos, pratos, bumbo e afins). Oboé d’amore: instrumento da família do oboé, muito utilizado no barroco e que foi resgatado no século XX. Orquestração: a arte de distribuir as notas de uma partitura entre os instrumentos de uma orquestra para conseguir o equilíbrio na interpretação. Integra o processo de composição e pressupõe o conhecimento, por parte do compositor, das características de cada instrumento e do efeito de sua combinação com os demais. Surdina: dispositivo mecânico ou acessório que, ao ser acoplado ao instrumento, torna o seu som mais suave. Tutti: expressão italiana que indica o momento em que todos os elementos do coro ou da orquestra devem entrar em ação. (Grandes Compositores da Música Clássica: Ravel. São Paulo: Abril Coleções, 2009.)
  8. 8. Neue Sachlichkeit “Nova Objetividade” Os Pilares da Sociedade (1926) Autor: George Grosz 1893-1959 Técnica: Óleo sobre tela. Dimensões: 2,00 m x 1,08 m Localização: Staatliche Museen (Berlim, Alemanha) Descreva os personagens do quadro de George Grosz “Os Pilares da Sociedade”: o Clérigo, Líder Político, o Nacionalista e o Jornalista.

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