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MÉTODOS DE EXTENSÃO RURAL
Professor Fábio Schwab do Nascimento
• VISITA
• CONTATO
• PALESTRA
• CURSO
• UNIDADE DE OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO (U.O.)
• UNIDADE DEMONSTRATIVA (CULTURA O...
VISITA (V)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
Método de alcance individual
Planejado;
Realizado no campo ou no escritório;
Envol...
VISITA (V)
• Visita com informação
• Visita com demonstração
• Visita para levantamentos
VISITA (V)
• FINALIDADE
Informar e/ou coletar dados;
Orientar a introdução ou melhoria técnicas
e práticas;
Motivar; di...
VISITA (V)
• PREPARO E EXECUÇÃO
Planejar época, conteúdo e duração, de acordo
com o objetivo;
Preparar material ou equip...
VISITA (V)
• Vantagens:
• Eficaz na introdução de novas técnicas ou práticas;
• Permitir a assistência técnica especializa...
CONTATO (C)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Individual ou em grupo;
• Não planejado;
• Realizado no campo e/ou no escritório;
•...
CONTATO (C)
• FINALIDADE
Informar, esclarecer problemas e/ou
dúvidas;
Motivar;
Convidar;
Oferecer e solicitar cooperaç...
CONTATO (C)
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Envolve um procedimento específico;
• Deve ter um objetivo definido;
• Almeja conseguir...
CONTATO (C)
 Ocorre em situações imprevistas para o Extensionista em
diferentes locais;
 Obter orientação técnica e/ou i...
PALESTRA (P)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
Método de comunicação verbal mediante o
qual um orador discorre sobre um assunto,
p...
PALESTRA (P)
• FINALIDADE
Permite transmitir muitas informações em
pouco tempo;
Pode tratar de temas abstratos ou que os...
PALESTRA (P)
• PREPARO E EXECUÇÃO
• A realização da palestra é relativamente
simples; mas o orador ao planejá-la deve
veri...
CURSO (CS)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
Método grupal; envolvimento pessoal em
situação de grupo;
Série planejada de palestr...
CURSO (CS)
• FINALIDADE
• Desenvolver habilidades e destrezas;
• Por meio de técnicas de ensino/
aprendizagem;
• Difundir ...
CURSO (CS)
• PREPARO E EXECUÇÃO
Definir o público (melhor mais homogêneo) e
os objetivos;
Planejar local, convites; cont...
CURSO (CS)
 Vantagens
– Facilita troca de experiência entre técnicos e
público
– Permite maior integração entre órgãos e
...
CURSO (CS)
 Planejamento
– Selecionar: conteúdo, participantes, local, meios e
métodos, instrutores, recursos
– Definir c...
UNIDADE DE
OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO
(U.O.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
De caráter experimental e demonstrativo,
serve p...
UNIDADE DE
OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO
(U.O.)
• FINALIDADE
Comprovar a viabilidade da aplicação de
técnicas (inovações)...
• PREPARO E EXECUÇÃO
Exige preparo acurado;
Escolha adequada do cooperador (produtor);
De preferência usar delineamento...
UNIDADE DEMONSTRATIVA (CULTURA
OU CRIAÇÃO
DEMONSTRATIVA)(U.D.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Trabalho executado com uma cultu...
• FINALIDADE
É um método de dupla finalidade: serve para
motivar e ensinar e deve fazer parte de uma
estratégia de médio ...
• PREPARO E EXECUÇÃO
 A escolha da UD deve se basear no conhecimento da
realidade rural e, principalmente, do público e s...
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
(D. R.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Condução e comparação (com testemunha),
de uma ou mais práti...
• FINALIDADE
Comprovar viabilidade e adequação de
práticas às condições locais, utilizando os
métodos da pesquisa;
Compa...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Escolher propriedade bem localizada;
• Fazer um planejamento criterioso;
• Instruir o proprietário;...
PROPRIEDADE DEMONSTRATIVA
(P. D.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Trabalho executado numa propriedade
representativa do municíp...
• FINALIDADE
• Servir como unidade de demonstração no
campo de administração rural;
• Identificar explorações e estratégia...
• PREPARO E EXECUÇÃO
 Seleção criteriosa da empresa rural ou propriedade;
 Estudo e planejamento da propriedade rural
(d...
SEMANA (S)
ESPECIAL
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Método complexo com atividades e
atenções dirigidas ao público em geral;
• ...
• FINALIDADE
• Dinamizar atividades prioritárias de um
programa de trabalho;
• Envolvimento da comunidade para solução
de ...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Organização exige formação de uma comissão
• Com divisão de tarefas e treinamento de
pessoal
• Sele...
 Tempo estimado:
 Entre 2 e 5 dias, denpendendo do número de atividades
definidas pelos participantes.
 Preparação:
 D...
 Preparação:
• O plano deve conter as responsabilidades dos envolvidos e prazos,
definidos em reunião, com o grupo partic...
ENCONTRO (ENC.)
CONGRESSO (CONG.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Assembléias, encontros, ou reuniões de
indivíduos ou represen...
 Execução:
 Assegurar a participação diversificada de público:
agricultores(as) familiares, jovens, idosos, crianças,
pr...
• FINALIDADE
• Dar conhecimento, despertar interesses,
permitir troca de experiências e conscientizar
sobre problemas;
• E...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Exige preparo cuidadoso;
• Planejar com antecedência: local, duração e
etapas;
• Exige um planejame...
 Método em que grupo de pessoas se reúne para
discutir problemas de interesse comuns. Utiliza a
combinação de outros méto...
EXCURSÃO
(EXC.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
Visita em grupo, realizada no campo e/ou na
cidade;
Deslocamento de um grupo de...
• FINALIDADE
Mostrar a aplicação prática, em escala, de
novas idéias;
Facilitar a compreensão de fatores de
produção;
P...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Planejar cuidadosamente: o público a ser
convidado, objetivo, local, duração, etapas,
transporte e ...
• Vantagens:
 Ampliar os horizontes dos excursionistas;
 Conhecer práticas e tecnologias recomendadas, em condições
seme...
DIA DE CAMPO
(D. C.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Realizado no campo; mostra uma série de
atividades, com ênfase naquelas de...
• FINALIDADE
Informar;
Motivar, ensinar/aprender uma prática;
Desenvolver habilidades e destrezas;
Treinamento de prod...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• De acordo com a sua finalidade, o dia de
campo poderá ter uma série de atividades
desde que sejam i...
 Vantagens
• Abrangência, motivação para adoção, envolvimento das
lideranças, autoridades . . .
 Limitações
• Exige efic...
DIA ESPECIAL
Destina-se a comemorar, inaugurar, iniciar ou
estimular determinados programas ou ações de
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REUNIÃO (R)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
• Contato interpessoal; grupal;
• Favorece multiplicidade de idéias, emergência de
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• FINALIDADE
Informar;
Motivar, desenvolver espírito associativista;
Exercitar habilidade de pensar e falar em
grupo e ...
• PREPARO E EXECUÇÃO
Planejar com antecedência: público alvo,
objetivo, conteúdo, tipo de reunião.
Escolher local, época...
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• Tipos de Reunião:
– Reunião com informação.
– Reunião com demonstração.
REUNIÃO (R)
• Vantagens:
 Racionalizar custo/benefício no atendimento;
 Possibilita a organização e a dinamização de grupos nas comu...
EXPOSIÇÃO EDUCATIVA
(E.E.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
Método de extensão completo e eficiente;
Possibilita uso simultâneo ...
• FINALIDADE
 Apresentar novos produtos ou idéias;
 Divulgar proposta ou trabalho realizado e/ou
resultados alcançados;
...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Exige senso de oportunidade na sua execução;
• Exige definição de público, local, mensagem,
época, ...
DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS
(D.T.)
• CARACTERÍSTICA BÁSICAS
Execução de uma prática com facilidade de
memorização e de apren...
• FINALIDADE
Ensinar/aprender uma prática;
Desenvolver habilidades e destrezas;
Estimular as atividades em grupo;
Comp...
• PREPARO E EXECUÇÃO
• Exige preparo orientado;
• Exige definição clara de objetivos em
termos educacionais;
• Deve prever...
Demonstrações
Tipos:
.Demonstração de Prática –DP
.Demonstração de Resultados – DR
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Demonstração Prática
 Utilização:
Ensinar na prática como dever ser executada.
 Vantagens:
Individual e grupal (homens, ...
 Ter conhecimento, habilidade e segurança, seguir o plano,
treinar bem, materiais/equipamentos ao alcance dos
participant...
 Repetição:
- Após o extensionista, alguns participantes devem repetir,
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Métodos de extensão rural

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Métodos de extensão rural

  1. 1. MÉTODOS DE EXTENSÃO RURAL Professor Fábio Schwab do Nascimento
  2. 2. • VISITA • CONTATO • PALESTRA • CURSO • UNIDADE DE OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO (U.O.) • UNIDADE DEMONSTRATIVA (CULTURA OU CRIAÇÃO DEMONSTRATIVA)(U.D.) • DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (D. R.) • PROPRIEDADE DEMONSTRATIVA (P. D.) • SEMANA(S) ESPECIAL • ENCONTRO (ENC.) CONGRESSO (CONG.) • EXCURSÃO (EXC.) • DIA DE CAMPO (D. C.) • DIA ESPECIAL • REUNIÃO (R) • EXPOSIÇÃO EDUCATIVA (E.E.) • DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS (D.T.)
  3. 3. VISITA (V) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS Método de alcance individual Planejado; Realizado no campo ou no escritório; Envolve relacionamento interpessoal; Dotado de eficácia e custo alto, por causa do alcance.
  4. 4. VISITA (V) • Visita com informação • Visita com demonstração • Visita para levantamentos
  5. 5. VISITA (V) • FINALIDADE Informar e/ou coletar dados; Orientar a introdução ou melhoria técnicas e práticas; Motivar; divulgar resultados; Planejar atividades e/ou preparar participação em outros métodos. Motivacional e informativo.
  6. 6. VISITA (V) • PREPARO E EXECUÇÃO Planejar época, conteúdo e duração, de acordo com o objetivo; Preparar material ou equipamentos necessários; Se possível deve ser combinada com outros métodos, como a demonstração de técnicas; Ser claro e objetivo; Saber ouvir; Complementar com entrega de materiais escritos (se for pertinente).
  7. 7. VISITA (V) • Vantagens: • Eficaz na introdução de novas técnicas ou práticas; • Permitir a assistência técnica especializada; • Facilita a obtenção da cooperação e participação. • Limitações: • Custo elevado; • Alcance restrito; • Concentração de visitas nas mesmas pessoas. Planejamento, Realização, Avaliação 7
  8. 8. CONTATO (C) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Individual ou em grupo; • Não planejado; • Realizado no campo e/ou no escritório; • Verbal (face a face, telefônico e conversa pela internet) e por escrito (correspondências e e- mails). • Pode ter caráter técnico ou de relações públicas.
  9. 9. CONTATO (C) • FINALIDADE Informar, esclarecer problemas e/ou dúvidas; Motivar; Convidar; Oferecer e solicitar cooperação. Motivacional e informativo.
  10. 10. CONTATO (C) • PREPARO E EXECUÇÃO • Envolve um procedimento específico; • Deve ter um objetivo definido; • Almeja conseguir persuasão, comunicação e influência pessoal.
  11. 11. CONTATO (C)  Ocorre em situações imprevistas para o Extensionista em diferentes locais;  Obter orientação técnica e/ou informação. • Vantagens:  Não exigir deslocamento do extensionista;  Permite a transmissão de informações e  Orientações técnicas simples;  Permite a divulgação dos trabalhos da Unidade Limitações, Realização... 11
  12. 12. PALESTRA (P) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS Método de comunicação verbal mediante o qual um orador discorre sobre um assunto, previamente determinado, para um grupo de pessoas. É provavelmente o método mais empregado, mas a proporção de informações retida pelo auditório é reduzida. “A eficácia de uma palestra não se mede pelo que fala o palestrante, mas pelo que retém e assimila o ouvinte” (Zuckerman).
  13. 13. PALESTRA (P) • FINALIDADE Permite transmitir muitas informações em pouco tempo; Pode tratar de temas abstratos ou que os participantes não estão familiarizados; É adequada para despertar a atenção e o interesse das pessoas, mas deve ser complementada por outros métodos. Motivacional e informativo.
  14. 14. PALESTRA (P) • PREPARO E EXECUÇÃO • A realização da palestra é relativamente simples; mas o orador ao planejá-la deve verificar a composição e número estimado de participantes, o tempo disponível e as condições do local (quais recursos audiovisuais o palestrante poderá usar?); • Durante a palestra, sempre que possível, deve estimular a participação do público.
  15. 15. CURSO (CS) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS Método grupal; envolvimento pessoal em situação de grupo; Série planejada de palestras, aulas e, freqüentemente, demonstrações práticas, sobre um ou vários temas, conexos ou não; Combinação de métodos e de trabalho em grupo.
  16. 16. CURSO (CS) • FINALIDADE • Desenvolver habilidades e destrezas; • Por meio de técnicas de ensino/ aprendizagem; • Difundir novas idéias e atividades; • Capacitação de produtores e de pessoal técnico; • Motivacional, informativo e instrucional.
  17. 17. CURSO (CS) • PREPARO E EXECUÇÃO Definir o público (melhor mais homogêneo) e os objetivos; Planejar local, convites; conteúdo, metodologia, etapas; duração e custos. Balancear aspectos teóricos e práticos; Associar métodos e técnicas; Preparar e executar planos de aula/atividades. Dimensionar número de participantes: no máximo 35 pessoas;
  18. 18. CURSO (CS)  Vantagens – Facilita troca de experiência entre técnicos e público – Permite maior integração entre órgãos e entidades – Atinge maior número de pessoas com economia de tempo e recursos.  Limitações – Exige local adequado – Envolve recursos e deslocamento – Exige instrutores qualificados 18
  19. 19. CURSO (CS)  Planejamento – Selecionar: conteúdo, participantes, local, meios e métodos, instrutores, recursos – Definir coordenador e elaborar programação  Organização – Divulgação do curso, inscrever e mobilizar os participantes, facilitadores e lideranças – Providenciar recursos financeiros, materiais e equipamentos, alojamento e alimentação.  Avaliação – Dos instrutores, do conteúdo, do material utilizado 19
  20. 20. UNIDADE DE OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO (U.O.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS De caráter experimental e demonstrativo, serve para auto-treinamento de técnicos; Não é usado para ensino direto aos produtores; Aplicado em pequena escala.
  21. 21. UNIDADE DE OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO (U.O.) • FINALIDADE Comprovar a viabilidade da aplicação de técnicas (inovações); Treinamento de pessoal técnico. Instrucional.
  22. 22. • PREPARO E EXECUÇÃO Exige preparo acurado; Escolha adequada do cooperador (produtor); De preferência usar delineamento estatístico. A avaliação deve ser técnico-econômica. UNIDADE DE OBSERVAÇÃO OU ENSAIO DE CAMPO (U.O.)
  23. 23. UNIDADE DEMONSTRATIVA (CULTURA OU CRIAÇÃO DEMONSTRATIVA)(U.D.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Trabalho executado com uma cultura ou uma criação, nas condições reais do produtor, visando a introduzir uma ou mais inovações que aumente os lucros da atividade ou facilite o trabalho; • Cria as condições para que o produtor compare mentalmente o que vê, as informações e os dados que recebe, com sua própria exploração ou com explorações que conhece, decidindo com maior segurança sobre a aplicabilidade ou não da inovação proposta. • Difere de demonstração de resultados pela ausência de testemunha para comparação direta no local.
  24. 24. • FINALIDADE É um método de dupla finalidade: serve para motivar e ensinar e deve fazer parte de uma estratégia de médio prazo. Deve ser usada, ao fim de um encadeamento de métodos, como reforço nas fases de ensaio e decisão do processo de adoção; É mais eficiente quando desenvolvida com acompanhamento de grupos (produtores, jovens ou famílias). Motivacional e instrucional. UNIDADE DEMONSTRATIVA (CULTURA OU CRIAÇÃO DEMONSTRATIVA)(U.D.)
  25. 25. • PREPARO E EXECUÇÃO  A escolha da UD deve se basear no conhecimento da realidade rural e, principalmente, do público e seus problemas.  O demonstrador deve ser capaz, interessado, cooperativo e conceituado perante o grupo de produtores rurais;  O local deve ser de fácil acesso e próximo de estrada, para permitir a visão dos transeuntes.  A execução deve ser planejada, prevendo o acompanhamento do grupo de produtores rurais e a metodologia adequada (demonstrações, excursões, etc.). UNIDADE DEMONSTRATIVA (CULTURA OU CRIAÇÃO DEMONSTRATIVA)(U.D.)
  26. 26. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (D. R.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Condução e comparação (com testemunha), de uma ou mais práticas, em uma propriedade rural, com orientação, acompanhamento e controle de um técnico; • Montada em local estratégico, para estimular a sua multiplicação (difusão), caso os produtores aprovem o resultado; podem ser de curta ou média duração.
  27. 27. • FINALIDADE Comprovar viabilidade e adequação de práticas às condições locais, utilizando os métodos da pesquisa; Comparar técnicas rotineiras e tradicionais com as novas recomendações; Motivacional e Instrucional. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (D. R.)
  28. 28. • PREPARO E EXECUÇÃO • Escolher propriedade bem localizada; • Fazer um planejamento criterioso; • Instruir o proprietário; • Criar sistema de controle das atividades e de divulgação; • Fazer cronograma de utilização (associação com outros métodos DC, EXC., V.). DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (D. R.)
  29. 29. PROPRIEDADE DEMONSTRATIVA (P. D.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Trabalho executado numa propriedade representativa do município, considerando os recursos naturais, o tamanho e o volume de produção; • Conduzir nas comunidades rurais/microbacias/assentamentos, com o acompanhamento de um ou mais grupos de produtores rurais do local.
  30. 30. • FINALIDADE • Servir como unidade de demonstração no campo de administração rural; • Identificar explorações e estratégias de trabalho e gestão que devem ser combinados para se obter melhores resultados econômicos; • Fornecer dados para definir índices econômicos de propriedades rurais na condução de seus negócios; • Servir de pólos de debate e motivação visando possíveis mudanças tecnológicas. PROPRIEDADE DEMONSTRATIVA (P. D.)
  31. 31. • PREPARO E EXECUÇÃO  Seleção criteriosa da empresa rural ou propriedade;  Estudo e planejamento da propriedade rural (descrição, análise e elaboração do plano).  Com base no plano de administração da propriedade, o extensionista deve dialogar e orientar o produtor quando este for executar os melhoramentos e as mudanças planejadas.  O plano deve prever a utilização da propriedade através de visitas, excursões e treinamentos de outros produtores. PROPRIEDADE DEMONSTRATIVA (P. D.)
  32. 32. SEMANA (S) ESPECIAL • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Método complexo com atividades e atenções dirigidas ao público em geral; • Duração de vários dias; • Realizado no campo e/ou na cidade; • Permite conjugação de vários métodos; • Custo baixo quando comparado com a execução dos métodos de forma isolada
  33. 33. • FINALIDADE • Dinamizar atividades prioritárias de um programa de trabalho; • Envolvimento da comunidade para solução de problemas. • Motivacional e informativo. SEMANA (S) ESPECIAL
  34. 34. • PREPARO E EXECUÇÃO • Organização exige formação de uma comissão • Com divisão de tarefas e treinamento de pessoal • Seleção de métodos a serem empregados • Preparação de recursos materiais e audiovisuais necessários • Levantamento de recursos financeiros • Plano de divulgação. • Prever formas de avaliação. SEMANA (S) ESPECIAL
  35. 35.  Tempo estimado:  Entre 2 e 5 dias, denpendendo do número de atividades definidas pelos participantes.  Preparação:  Decidir com os participantes, sobre o(s) tema(s) á epoca de realização, os contéudos a serem priorizados, o(s) local(ais) do evento junto ao público.  Eleger uma comissão organizadora, composta agricultores(as) familiares, extensionistas e colaboradores, deverá elaborar um plano de ação, organizar e definir os papéis de seus membros. 35 SEMANA (S) ESPECIAL
  36. 36.  Preparação: • O plano deve conter as responsabilidades dos envolvidos e prazos, definidos em reunião, com o grupo participante. • Matriz de planejamento sugerida: 36 O QUE FAZER ONDE QUANTO RESPOSÁVEL obs SEMANA (S) ESPECIAL
  37. 37. ENCONTRO (ENC.) CONGRESSO (CONG.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Assembléias, encontros, ou reuniões de indivíduos ou representações de classe ou associações; • ação grupal para se deliberar algum assunto; • Tomada de decisões e/ou discussão de idéias e/ou procedimentos, em grupo; • Série de conferências e/ou palestras; • Fluxo planejado de informações.
  38. 38.  Execução:  Assegurar a participação diversificada de público: agricultores(as) familiares, jovens, idosos, crianças, professores, políticos, técnicos de outras instituições, etc.  Avaliação:  Realizar com os participantes e organizadores, os impactos do evento e as propostas apresentadas 38 SEMANA (S) ESPECIAL
  39. 39. • FINALIDADE • Dar conhecimento, despertar interesses, permitir troca de experiências e conscientizar sobre problemas; • Estimular cooperação mútua e o associativismo; • Elaborar diretrizes e ações prioritárias para o desenvolvimento de projetos; • Informativo e Motivacional ENCONTRO (ENC.) CONGRESSO (CONG.)
  40. 40. • PREPARO E EXECUÇÃO • Exige preparo cuidadoso; • Planejar com antecedência: local, duração e etapas; • Exige um planejamento criterioso para as três fases: preparação, execução e avaliação; • Deve ser antecedido de um amplo trabalho de divulgação; • Permite associar vários métodos e técnicas. ENCONTRO (ENC.) CONGRESSO (CONG.)
  41. 41.  Método em que grupo de pessoas se reúne para discutir problemas de interesse comuns. Utiliza a combinação de outros métodos, como: palestras, fóruns, painel, grupo de trabalho. . .  Objetivo •Discussão de problemas, como resolver, estabelecendo as linhas de ações necessárias.  Planejamento / Organização •Constituir a comissão organizadora •Fazer o planejamento •Divulgar, convidar os participantes •Escolher o local, palestrantes, material ... 41 ENCONTRO (ENC.) CONGRESSO (CONG.)
  42. 42. EXCURSÃO (EXC.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS Visita em grupo, realizada no campo e/ou na cidade; Deslocamento de um grupo de pessoas para um local que proporcione contato com novas experiências ou que permita o reconhecimento de problemas não sentidos no local onde vivem; Atividade cooperativa por excelência; Caro e exige muito cuidado no planejamento e na execução.
  43. 43. • FINALIDADE Mostrar a aplicação prática, em escala, de novas idéias; Facilitar a compreensão de fatores de produção; Prever novas experiências ou vivências em grupos. Instrucional e Informativo. EXCURSÃO (EXC.)
  44. 44. • PREPARO E EXECUÇÃO • Planejar cuidadosamente: o público a ser convidado, objetivo, local, duração, etapas, transporte e facilidades para os participantes; • Dosar conteúdo e definir objetivos em termos educacionais; • Selecionar métodos e técnicas; • Preparar material de apoio necessário. EXCURSÃO (EXC.)
  45. 45. • Vantagens:  Ampliar os horizontes dos excursionistas;  Conhecer práticas e tecnologias recomendadas, em condições semelhantes às suas para aprendizagem e adoção. • Limitações :  Exige deslocamento;  Exigem recurso para transporte, alojamento e refeições;  Exige organização;  Exige local apropriado e colaboradores.  Planejamento  Avaliação 45 EXCURSÃO (EXC.)
  46. 46. DIA DE CAMPO (D. C.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Realizado no campo; mostra uma série de atividades, com ênfase naquelas de caráter prático, em uma mesma propriedade, • Método grupal composto de fases e/ou estações; • Eficiente por apresentar situações e vivências reais; • Combina os três princípios essenciais na aprendizagem: ver, ouvir e fazer;. • Apresenta custo elevado.
  47. 47. • FINALIDADE Informar; Motivar, ensinar/aprender uma prática; Desenvolver habilidades e destrezas; Treinamento de produtores e de pessoal técnico Divulgação de resultados de práticas agropecuárias. Motivacional, informativo e instrucional. DIA DE CAMPO (D. C.)
  48. 48. • PREPARO E EXECUÇÃO • De acordo com a sua finalidade, o dia de campo poderá ter uma série de atividades desde que sejam interligadas; • Deve-se formar uma comissão que coordene as atividades, pois exige planejamento cuidadoso e detalhado; • Nº ideal de participantes por grupo: 15 a 20. DIA DE CAMPO (D. C.)
  49. 49.  Vantagens • Abrangência, motivação para adoção, envolvimento das lideranças, autoridades . . .  Limitações • Exige eficiente organização, público heterogêneo e numeroso, custo elevado, exige local e colaboradores adequados 49 DIA DE CAMPO (D. C.)
  50. 50. DIA ESPECIAL Destina-se a comemorar, inaugurar, iniciar ou estimular determinados programas ou ações de caráter social, cívico ou de uma ação comunitária.
  51. 51. REUNIÃO (R) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS • Contato interpessoal; grupal; • Favorece multiplicidade de idéias, emergência de lideranças e pressões grupais, mas há possibilidade de conflitos; • Permite desenvolver técnicas de organização e associativismo; • Método econômico dado seu alcance e efeito multiplicador; • Apresenta-se sob diversos tipos, dependendo da natureza, do tamanho e dos objetivos dos grupos.
  52. 52. • FINALIDADE Informar; Motivar, desenvolver espírito associativista; Exercitar habilidade de pensar e falar em grupo e de liderança; Permitir trocas de idéias e experiências. Motivacional e Informativo. REUNIÃO (R)
  53. 53. • PREPARO E EXECUÇÃO Planejar com antecedência: público alvo, objetivo, conteúdo, tipo de reunião. Escolher local, época, duração, metodologia (técnicas), os recursos e os materiais necessários e o roteiro. Ser claro, atribuir papéis. REUNIÃO (R)
  54. 54. 54 • Tipos de Reunião: – Reunião com informação. – Reunião com demonstração. REUNIÃO (R)
  55. 55. • Vantagens:  Racionalizar custo/benefício no atendimento;  Possibilita a organização e a dinamização de grupos nas comunidades rurais  Facilita informação técnica;  Favorece a introdução de outros métodos, simples e complexos, de comunicação grupal;  Dá oportunidade ao extensionista de conhecer os reais problemas e aspirações da população, e assessorar na busca de soluções dos problemas. • Limitações:  Pouca oportunidade de atender interesses individuais;  Exige preparo do extensionista .  Planejamento / Organização / Realização / Avaliação 55 REUNIÃO (R)
  56. 56. EXPOSIÇÃO EDUCATIVA (E.E.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS Método de extensão completo e eficiente; Possibilita uso simultâneo de diferentes meios de comunicação; Permite aproveitamento integral dos fatores; repetição e visualização de idéias; Método de alcance massal; de cunho promocional e motivacional; Filosofia básica: educar mostrando.
  57. 57. • FINALIDADE  Apresentar novos produtos ou idéias;  Divulgar proposta ou trabalho realizado e/ou resultados alcançados;  Despertar a atenção e o interesse do público para problemas reais e atuais e para as suas soluções;  Desenvolver a capacidade de trabalho, o espírito de cooperação e/ou a competição sadia.  Motivacional e Informativo. EXPOSIÇÃO EDUCATIVA (E.E.)
  58. 58. • PREPARO E EXECUÇÃO • Exige senso de oportunidade na sua execução; • Exige definição de público, local, mensagem, época, divulgação e organização; • Planejar distribuição de quadros, „stands‟ e painéis; • Exige técnicas de arranjo e decoração; • Se for o caso: elaborar critérios de julgamento, distribuição de prêmios e avaliação. EXPOSIÇÃO EDUCATIVA (E.E.)
  59. 59. DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS (D.T.) • CARACTERÍSTICA BÁSICAS Execução de uma prática com facilidade de memorização e de aprendizagem (desenvolvimento de destrezas motoras). Método individual e/ou para grupos pequenos; Eficiente para apresentar situações e vivências reais, mas tende a ser caro em relação a outros métodos; Combina três princípios fundamentais: ver, ouvir e fazer.
  60. 60. • FINALIDADE Ensinar/aprender uma prática; Desenvolver habilidades e destrezas; Estimular as atividades em grupo; Comprovar a aplicabilidade de uma inovação tecnológica; Permite avaliar a identificar também possíveis problemas e dificuldades na operacionalização de uma técnica. Instrucional. DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS (D.T.)
  61. 61. • PREPARO E EXECUÇÃO • Exige preparo orientado; • Exige definição clara de objetivos em termos educacionais; • Deve prever a ordenação de idéias e passos (etapas) e pontos chaves, • Utilizar materiais impressos e outros recursos como apoio e reforço do aprendizado. DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS (D.T.)
  62. 62. Demonstrações Tipos: .Demonstração de Prática –DP .Demonstração de Resultados – DR 62
  63. 63. Demonstração Prática  Utilização: Ensinar na prática como dever ser executada.  Vantagens: Individual e grupal (homens, mulheres e jovens), desenvolve habilidades, melhora a aprendizagem, maior segurança ao técnico e produtor.  Exigência: Preparação técnica, local e época adequados, público homogêneo.  Fases: 1- Planejamento 2- Ensaio 3- Repetição 4- Avaliação 63
  64. 64.  Ter conhecimento, habilidade e segurança, seguir o plano, treinar bem, materiais/equipamentos ao alcance dos participantes.  Local, data e horário: . Adequados á prática e a presença dos participantes.  Realização. · O extensionista/demonstrador deve: . Chegar antes dos participantes, seguir o plano, nome, profissão, empresa, prática, justificativas, materiais equipamentos, passos e pontos chaves, resumo dos pontos mais importantes 64 Demonstração Prática
  65. 65.  Repetição: - Após o extensionista, alguns participantes devem repetir, passo a passo. O extensionista observa o aprendizado, fazendo perguntas sobre pontos importantes da demonstração.  Avaliação: - O extensionista/demonstrador avaliar em relação a: - Desenpenho do demonstrador, qualidade, alcance dos objetivos, adequação dos materiais/equipamentos, número e seleção dos participantes e impacto da prática demonstrada. 65 Demonstração Prática

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