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Progressão e escala espírita

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Progressão e escala espírita

  1. 1. CENTRO DECENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITATRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZANA LUZ BANCO DE AULAS ROTEIRO 4 PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS
  2. 2. 1804-1869
  3. 3. 1. Perispírito: Conceito 2. Origem e Natureza do2. Origem e Natureza do EspíritoEspírito 3. Provas da Existência do Espírito 4. Progressão dos Espíritos4. Progressão dos Espíritos
  4. 4.  Progressão dosProgressão dos EspíritosEspíritos Objetivos EspecíficosObjetivos Específicos  Explicar, em linhas gerais, como seExplicar, em linhas gerais, como se dá a progressão dos Espíritos.dá a progressão dos Espíritos.  Identificar a hierarquia dosIdentificar a hierarquia dos Espíritos, segundo a escala espírita.Espíritos, segundo a escala espírita.
  5. 5. ConteúdoConteúdo BásicoBásico
  6. 6. Os Espíritos são bons ou maus por natureza, ou são eles mesmos que procuram melhorar-se? - Os Espíritos mesmos se melhoram; melhorando-se, passam de uma ordem inferior para uma superior. Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 114. Os Espíritos são iguais, ou existe entre eles alguma hierarquia? - São diferentes ordens, segundo o grau de perfeição a que tenham chegado. Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 96.
  7. 7. Há um número determinado de ordens ou de graus de perfeição entre os Espíritos? - É ilimitado o número dessa ordem, pois que não há entre elas uma linha de demarcação traçada como barreira, de maneira que se podem multiplicar ou restringir as divisões, à vontade. Não obstante, se considerarmos os caracteres gerais, poderemos reduzi-las a três ordem principais. Na primeira ordem podemos colocar os que já chegaram à perfeição: Os puros Espíritos.
  8. 8. Na segunda estão os que chegaram ao meio da escala: O desejo do bem é a sua preocupação. Na terceira, os que estão ainda na base da escala: Os Espíritos imperfeitos: Se caracterizam pela ignorância, o desejo do mal e todas as más paixões que lhes retardam o desenvolvimento. Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 97.
  9. 9. SubsídiosSubsídios
  10. 10. Progressão dos Espíritos Plenitude Humana
  11. 11. 1.1. ProgressãoProgressão dosdos EspíritosEspíritos
  12. 12. 115 – Uns Espíritos foram criados bons e outros maus? — Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimento. Deu a cada um deles uma missão, com o fim de os esclarecer e progressivamente conduzir à perfeição, pelo conhecimento da verdade e para os aproximar dele. A felicidade eterna e sem perturbações, eles a encontrarão nessa perfeição. Os Espíritos adquirem, o conhecimento passando pelas provas que Deus lhes impõe.
  13. 13. Uns aceitam essas provas com submissão e chegam mais prontamente ao seu destino; Outros não conseguem sofrê-las sem lamentação, e assim permanecem, por sua culpa, distanciados da perfeição e da felicidade prometida (14). 25 – A materialização é uma punição, e somente os Espíritos culpados é que lhe estão sujeitos? A passagem dos Espíritos pela vida corpórea é necessária, para que eles possam realizar, com a ajuda do elemento material, os propósitos cuja execução Deus lhes confiou.
  14. 14. É ainda necessária por eles mesmos, pois a atividade que então se veem obrigados a desempenhar ajuda-os a desenvolver a inteligência. Deus, sendo soberanamente justo, deve aquinhoar (distribuir) equitativamente a todos os seus filhos. É por isso que Ele concede a todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de ação. Todo privilégio seria uma preferência, e toda preferência uma injustiça.
  15. 15. Mas a materialização, para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, no princípio da existência, como primeira prova do uso que farão do seu livre arbítrio. Os que executam essa tarefa com zelo, sobem rapidamente, e de maneira menos penosa, os primeiros degraus da iniciação, e gozam mais cedo o resultado do seu trabalho. Os que, ao contrário, fazem mau uso da liberdade que Deus lhes concede, retardam o seu progresso.
  16. 16. E é assim que por sua obstinação, podem prolongar indefinidamente a necessidade da sua rematerialização. E é então que a materialização se torna um castigo (1)      Decorre desses ensinamentos a importância do livre-arbítrio para a progressão dos Espíritos. 122 – Como podem os Espíritos, em sua origem, quando ainda não têm a consciência de si mesmos, ter a liberdade de escolher entre o bem e o mal? Há neles um princípio, uma tendência qualquer que os leve mais para um lado que para outro?
  17. 17. O livre-arbítrio se desenvolveu à medida que o Espírito adquiri consciência de si mesmo. Não haveria liberdade, se a escolha fosse provocada (determinada) por uma causa estranha à vontade do Espírito. A causa não está nele, mas no exterior (fora dele), nas influências a que ele cede em virtude de sua espontânea vontade. Esta é a grande figura da queda do homem e do pecado original. Uns cederam à tentação e outros resistiram(15).     
  18. 18. 122-b – Esta influência só se exerce sobre o Espírito na sua origem? - Segue-o na vida de Espírito, até que ele tenha de tal maneira adquirido o domínio de si mesmo que os maus desistam de obsediá-lo (1).     
  19. 19. ☼ Kardec assinala: 100 - Observações preliminares. – A classificação dos Espíritos funda-se no seu grau de desenvolvimento, nas qualidades por eles adquiridas e nas imperfeições de que ainda terão de despojar (despir-se – desembaraçar-se). Esta classificação nada tem de absoluta. Nenhuma categoria apresenta caráter bem definido, a não ser no conjunto. De um grau a outro, a transição é insensível, pois, nos limites, as diferenças se apagam, como nos reinos da natureza, nas cores do arco-íris, ou ainda nos diferentes períodos da vida humana.
  20. 20. Pode-se, portanto, formar um número maior ou menor de classes, de acordo com a maneira porque se considerar o assunto (a questão). Acontece, nisto, como em todos os sistemas de classificação científica, que podem ser mais ou menos completos, mais ou menos racionais, mais ou menos cômodos para a inteligência; mas, seja como for, nada alteram quanto as bases da ciência (2). [...] Os Espíritos admitem, geralmente, três categorias (ordens) principais ou três grandes divisões.
  21. 21. EspíritosEspíritos ImperfeitosImperfeitos 3ª ordem3ª ordem EspíritosEspíritos BonsBons 2ª ordem2ª ordem EspíritosEspíritos PurosPuros 1ª1ª ordemordem
  22. 22. ● Terceira Ordem – Espíritos Imperfeitos. Caracterizados pela predominância da matéria sobre o espírito e pela propensão ao mal. ● Segunda Ordem – Bons Espíritos. Caracterizados pela predominância do Espírito sobre a matéria e pelo desejo de praticar o bem. ● Primeira Ordem – Espíritos Puros. São os que atingiram o supremo grau da perfeição – nenhuma influência da matéria (3). ☼ Essas três categorias principais ou ordens podem ser subdivididas em classes, como veremos a seguir:
  23. 23.  10ª - Impuros;  9ª - Levianos;  8ª - Pseudossábios;  7ª - Neutros;  6ª - Batedores e perturbadores  10ª - Impuros;  9ª - Levianos;  8ª - Pseudossábios;  7ª - Neutros;  6ª - Batedores e perturbadores
  24. 24. 102 - Décima Classe - Espíritos impuros: ● São inclinados para ao mal e o fazem objeto de suas preocupações. Como Espíritos, dão conselhos pérfidos (falsos), insuflam (instigam, despertam) a discórdia e a desconfiança, e usam todos os disfarces, para melhor enganar. Apegam-se às pessoas de caráter bastante fraco para cederem às sus sugestões, a fim de as levar à perda, satisfeitos de poderem retardar o seu adiantamento, ao fazê-las sucumbir ante as provas que sofrem.
  25. 25. [...] Alguns povos os transformaram em divindades malfazejas (Fazedoras do mal – destruidoras), outros os designam como demônios, gênios maus, Espíritos do mal (4). 103 - Nona Classe - Espíritos levianos: ● São ignorantes, malignos, inconsequentes e zombeteiros. Metem-se em tudo e a tudo respondem sem se importarem com a verdade. Gostam de causar pequenas contrariedades e pequenas alegrias, de fazer intrigas, de induzir maliciosamente ao erro, por meio e mistificações e de espertezas.
  26. 26. A esta classe pertencem os Espíritos vulgarmente designados pelos nomes de duendes, diabretes, gnomos, trasgos (5). 104 - Oitava Classe - Pseudossábios: ● Seus conhecimento são bastante amplos, mas julgam saber mais do que realmente sabem. Tendo realizado alguns progressos em diversos sentidos, sua linguagem tem um caráter sério, que pode iludir quanto à sua capacidade e às suas luzes (6). 105 - Sétima Classe – Espíritos Neutros: ● Nem são bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal;
  27. 27. Tendem tanto para um como para outro, e não se elevam sobre condição vulgar da humanidade, quer pela moral ou pela inteligência. Apegam-se às coisas deste mundo, saudosos de suas grosseiras alegrias (7) 106 - Sexta Classe - Batedores e Perturbadores: ● Estes Espíritos não formam, propriamente falando, uma classe distinta, quanto às suas qualidades pessoais, e podem pertencer a todas as classes da terceira ordem. Manifestam frequentemente sua presença por efeitos sensíveis e físicos, como golpes (pancadas), movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do ar, etc.
  28. 28.  5ª - Espíritos Benévolos;5ª - Espíritos Benévolos;  4ª - Espíritos Sábios;4ª - Espíritos Sábios;  3ª - Espíritos Prudentes;3ª - Espíritos Prudentes;  2ª - Espíritos Superiores.2ª - Espíritos Superiores.  5ª - Espíritos Benévolos;5ª - Espíritos Benévolos;  4ª - Espíritos Sábios;4ª - Espíritos Sábios;  3ª - Espíritos Prudentes;3ª - Espíritos Prudentes;  2ª - Espíritos Superiores.2ª - Espíritos Superiores.
  29. 29. 108 – Quinta Classe – Espíritos Benévolos: ● Sua qualidade dominante é a bondade. Gostam de prestar serviços aos homens e de os proteger. Porém, seu saber é limitado: seu progresso realizou-se mais no sentido moral que no intelectual (9). 109 - Quarta Classe – Espíritos Sábios: ● O que especialmente os distingue é a amplitude dos conhecimentos. Preocupam-se menos com as questões morais do que as científicas, para as quais têm mais aptidão;
  30. 30. Mas só encaram a ciência pela sua utilidade, livres das paixões que são próprias dos Espíritos imperfeitos (10). 110 - Terceira Classe – Espíritos Prudentes: ● Caracterizam-se pelas qualidades morais da ordem mais elevada. Sem possuir conhecimentos ilimitados, são dotados de uma capacidade intelectual que lhes permite julgar com (analisar) com precisão os homens e as coisas (11). 111 - Segunda Classe - Espíritos Superiores: ● Reúnem a ciência, a sabedoria e a bondade.
  31. 31. Sua linguagem, que só transpira benevolência, é sempre digna, e frequentemente sublime. Sua Superioridade os torna, mais que os outros, aptos a nos proporcionar as mais justas noções sobre as coisas do mundo incorpóreo dentro dos limites do que nos é dado a conhecer. Materializam-se na Terra apenas em missão de progresso e caracterizam o tipo de perfeição a que podemos aspirar neste mundo. Comunicam-se voluntariamente com os que procuram de boa-fé a verdade, e cujas almas estejam bastantes libertas dos liames terrenos, para compreender.
  32. 32. Afastam-se dos que são movidos apenas pela curiosidade, ou que, pela influência da matéria, desviam-se da prática do bem. Quando, por exceção, se materializam na Terra, é para cumprir uma missão de progresso, e então nos oferecem o tipo de perfeição que a humanidade pode aspirar neste mundo (12). 113. Primeira Classe. Classe Única: ● Percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria. Havendo alcançado a soma de perfeições de é suscetível a criatura, não têm provas nem expiações a sofrer.
  33. 33. Não estando mais sujeitos à rematerialização em corpos perecíveis, vivem a vida eterna, que desfrutam no seio de Deus. Gozam de uma felicidade inalterável, porque não estão sujeitos nem às necessidade nem às vicissitudes da vida material, mas essa felicidade não é a de uma ociosidade monótona, vivida em contemplação perpétua. São mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam, para a manutenção da harmonia universal. [...] São às vezes designados pelos nomes de anjos, arcanjos ou serafins.
  34. 34. O cultivo de bons pensamentos enobrece o ser e saneia a mente. "Há corpos de agora com almas de outrora. Corpo é vestido. Alma é pessoa”. Eça de Queirós.
  35. 35. ReferênciaReferência BibliográficaBibliográfica
  36. 36. 1. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 – Cap. IV – NINGUÉM PODE VER O REIONO DE DEUS, SE NÃO NASCER DE NOVO – Item: A Necessidade da Materialização – Questão 25 - Pág. 94-95. 2. KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos. Tradução de J. Herculano Pires. 68ª ed. São Paulo: LAKE, 2009. Livro Segundo – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS - Cap. I – DOS ESPÍRITOS – Item VI – Escala Espírita – Questão 100 - Pág. 82. 3. ______. Pág. 83. 4. ______. Questão 102 – Pág. 84-85. 5. ______. Questão 103 - Pág. 85. 6. ______. Questões 104 – Pág. 85. 7. ______. Questões 105 – Pág. 85-86.
  37. 37. 8. ______. Questões 106 – Pág. 86. 9. :______.Item: Segunda Ordem: Bons Espíritos - Quinta Classe: Espíritos Benévolos - Questão 108 – Pág. 87. 10.______.Quarta Classe: Espíritos Sábios - Questão 109 – Pág. 87. 11.______.Terceira Classe: Espíritos Prudentes - Questão 110 – Pág. 87. 12.______.Segunda Classe: Espíritos Superiores - Questão 111 – Pág. 87. 13.______.Item: Primeira Ordem: Espíritos Puros – Primeira Classe: Classe Única - Questão 113 – Pág. 87-88. 14.______.Item VII – Progressão dos Espíritos - Questão 115 – Pág. 88.
  38. 38. 15.______. Questões 122 – Pág. 89. 16.______. Questão 122-b. - Pág. 89.

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