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Participação do bibliotecário   na criação de softwares  Profa. Gisele Dziekaniak DBH/ Furg Grupo de Pesquisa EDUTEC/CNPq ...
Agenda <ul><li>Alguns conceitos... </li></ul><ul><li>Interdisciplinaridade/ Transdisciplinaridade </li></ul><ul><li>Histór...
Alguns conceitos <ul><li>Informática </li></ul><ul><li>Todo recurso que manipula a informação de  </li></ul><ul><li>maneir...
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...Conceitos <ul><li>Sistemas de informação </li></ul><ul><li>“ ...é uma entidade complexa, organizada, que capta, armazen...
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TI ou CI <ul><li>Sistemas de informação  </li></ul><ul><li>Superação = necessidades organizacionais </li></ul><ul><li>Meca...
Automação bibliotecas Brasil Adaptado de Gusmão (2001- UFPB) Biblioteca COOPE - UFRJ -1970 Biblioteca da UFRGS - 1975 Cria...
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Automação bibliotecas Brasil Instituição Características Déc. <ul><li>Biblios Peq. Porte </li></ul><ul><li>Biblios Novas <...
O que esperar? Lembram daquelas que não fizeram a diferença na década passada? Pois é, não chegaram aqui! Provavelmente bi...
Tipologia de softwares <ul><li>Proprietário (comercial, “caixa preta”, $) </li></ul><ul><ul><li>Windows, Pergamum, Aleph, ...
Bibliotecário hoje X TI <ul><li>Temeridade </li></ul><ul><li>Falta de informação </li></ul><ul><li>Falta de formação </li>...
Necessidades da área <ul><li>Tornar acessível acervo crescente de informações (cuidado: lixo informacional) </li></ul><ul>...
...necessidades da área <ul><li>Software livre (quebra monopólios) </li></ul><ul><li>Incentivo à pesquisa nas escolas de C...
Sabem por quê? <ul><li>Visão crítica fundamentada traz capacidade de avaliação que traz decisões acertadas </li></ul><ul><...
...Sabem por quê? <ul><li>Para possuir autonomia </li></ul><ul><li>Para se tornar agente ativo nos processos de escolha de...
Referências <ul><li>CANDIDO, G. A ;  et al. Arquitetura tecnológica de informações e suas implicações na forma de gestão e...
<ul><li>Obrigada   </li></ul><ul><li>g [email_address]   </li></ul>
Autores da área: que dizem? <ul><li>Rowley (2002, p. 133) diz: </li></ul><ul><li>“ (...) a opção mais conveniente é um pac...
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Participação do Bibliotecário na criação de softwares Xii Seab 2007

Palestra apresentada na XI Semana Acadêmica de Biblioteconomia da FURG em Rio Grande, RS (2007)

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Participação do Bibliotecário na criação de softwares Xii Seab 2007

  1. 1. Participação do bibliotecário na criação de softwares Profa. Gisele Dziekaniak DBH/ Furg Grupo de Pesquisa EDUTEC/CNPq XII SEMANA ACADÊMICA DE BIBLIOTECONOMIA – AGO 2007
  2. 2. Agenda <ul><li>Alguns conceitos... </li></ul><ul><li>Interdisciplinaridade/ Transdisciplinaridade </li></ul><ul><li>Histórico automação bibliotecas - Brasil </li></ul><ul><li>Tipologia de softwares </li></ul><ul><li>Postura do bibliotecário diante da TI </li></ul><ul><li>Necessidades da área </li></ul>
  3. 3. Alguns conceitos <ul><li>Informática </li></ul><ul><li>Todo recurso que manipula a informação de </li></ul><ul><li>maneira automática </li></ul><ul><li>Tecnologia da Informação </li></ul><ul><li>Requisitos tecnológicos que integram necessidades organizacionais e desenvolvem mecanismos para dar suporte à tomada de decisão </li></ul><ul><li>(não é um fim em si mesma) </li></ul><ul><li>(CANDIDO, et al., 2001) </li></ul>
  4. 4. ...Conceitos <ul><li>Ciência da Informação </li></ul><ul><li>O desenvolvimento da produção de informações e dos Sistemas de Informação tornou necessária uma ciência com o objeto de estudo a I nformação, a CI , bem como uma tecnologia e técnicas resultantes das descobertas feitas por tal ciência . </li></ul><ul><li>(CANDIDO , et al., 2001) </li></ul>
  5. 5. ...Conceitos <ul><li>Sistemas de informação </li></ul><ul><li>“ ...é uma entidade complexa, organizada, que capta, armazena, processa, fornece, usa e distribui informação. Considera-se que inclui recursos (...) como humanos, tecnológicos e financeiros. É (...) um sistema humano, que inclui (...) recursos computacionais para automatizar determinados elementos do sistema.” (ROBREDO, 2003, P.110) </li></ul>
  6. 6. Inter e Transdisciplinaridade <ul><li>Interdisciplinaridade: </li></ul><ul><li>Ligação e interação entre 2 ou mais áreas </li></ul><ul><li>Transdisciplinaridade: </li></ul><ul><li>Extensão destas áreas e de seus limites de atuação, superando conceitos, reconstruindo-os sobre enfoque inovador, ruptura com limites pré-estabelecidos de uma única disciplina </li></ul>
  7. 7. TI ou CI <ul><li>Sistemas de informação </li></ul><ul><li>Superação = necessidades organizacionais </li></ul><ul><li>Mecanismos tomada de decisão </li></ul><ul><li>Informance – performance + informação </li></ul><ul><li>TI dinamiza a CI </li></ul><ul><li>Agiliza processos e amplia acesso! </li></ul><ul><li>Simbiose! </li></ul>
  8. 8. Automação bibliotecas Brasil Adaptado de Gusmão (2001- UFPB) Biblioteca COOPE - UFRJ -1970 Biblioteca da UFRGS - 1975 Criação formato CALCO por Barbosa (1972) Atualização em batch Empréstimo on-line 1970 Pioneiro IBBD - 1967 INPE – 1969 Bibl. Câmara Deputados - 1969 Uso mainframes Bibliotecas federais Cartão perfurado 1960 Instituição Características Déc.
  9. 9. Automação bibliotecas Brasil Instituição Características Déc. Bibl. UFES (SAB-2) -1992 Bibl. UNICAMP - 1982 Base Dedalus (acervo) (USP) – 1985 Uso mainframes Limite de registros, usuários Sfws não padronizados 1980 Bibl. FRANCA (SP) – 1997 Muitas bibliotecas médio porte $ sistemas bibliotecas Interface gráfica, OPACs , compartilhamento: redes, atualização tempo real, bases de dados referenciais Desenvolvimento websites 1990
  10. 10. Automação bibliotecas Brasil Instituição Características Déc. <ul><li>Biblios Peq. Porte </li></ul><ul><li>Biblios Novas </li></ul><ul><li>Biblios escolares </li></ul><ul><li>- Minibibli </li></ul><ul><li>- Openbibli </li></ul><ul><li>Winisis </li></ul><ul><li>PHL </li></ul>Internet! Websites não acompanham Diversos tipos sfws, Redes de cooperação Bases de dados textos completos Falta tratamento doc. eletrônico Softwares de grande porte barateados pela chegada gratuitos de pequeno e médio porte 2000
  11. 11. O que esperar? Lembram daquelas que não fizeram a diferença na década passada? Pois é, não chegaram aqui! Provavelmente biblioteca será usada através de PC (de casa, escritório,...) Instituição relativizada! 2020 Que abrigam bibliotecários ávidos por conhecimento e equipe de apoio tecnológico (mesma língua) Mecanismos busca potentes Uso de IA, doc. digitalizado, Uso de tecnologias de aplicação (metadados, ontologias) 2010 Instituições Características Déc.
  12. 12. Tipologia de softwares <ul><li>Proprietário (comercial, “caixa preta”, $) </li></ul><ul><ul><li>Windows, Pergamum, Aleph, Sophia </li></ul></ul><ul><li>Gratuito ou freeware (Não $, código-fonte fechado, não alterações ) </li></ul><ul><ul><li>Winisis, Biblivre, PHL </li></ul></ul><ul><li>Livre (Cooperação, liberdade criação, avanço, código-fonte aberto , licença de uso, possuem copyright, rompem monopólios, pode ser $) </li></ul><ul><ul><li>Gnuteca, Mozilla, Moodle </li></ul></ul>
  13. 13. Bibliotecário hoje X TI <ul><li>Temeridade </li></ul><ul><li>Falta de informação </li></ul><ul><li>Falta de formação </li></ul><ul><li>Entendem necessidade </li></ul><ul><li>Envolvem-se com programação visual </li></ul><ul><li>E...pouco com desenvolvimento de softwares ou avaliação </li></ul>
  14. 14. Necessidades da área <ul><li>Tornar acessível acervo crescente de informações (cuidado: lixo informacional) </li></ul><ul><li>Democratizar a informação e seu acesso ( gap tecnológico, cultural e social) </li></ul><ul><li>Projetos de desenvolvimento/ avaliação de softwares (desestimulados por autores da área ) </li></ul>
  15. 15. ...necessidades da área <ul><li>Software livre (quebra monopólios) </li></ul><ul><li>Incentivo à pesquisa nas escolas de CI (combate ao tecnicismo) </li></ul><ul><li>Estudar teoria avaliação de software </li></ul><ul><li>Sabem por quê? </li></ul>
  16. 16. Sabem por quê? <ul><li>Visão crítica fundamentada traz capacidade de avaliação que traz decisões acertadas </li></ul><ul><li>Para não ficar a mercê dos desenvolvedores e fornecedores de softwares </li></ul><ul><li>Para adquirir poder de decisão através da demonstração de competência </li></ul>
  17. 17. ...Sabem por quê? <ul><li>Para possuir autonomia </li></ul><ul><li>Para se tornar agente ativo nos processos de escolha de sistemas de informação dentro das instituições em que trabalham e dirigem. A maioria delas ainda vê o bibliotecário como mero usuário e não como gerenciador do sistema...isso precisa mudar e só acontecerá quando o bibliotecário demonstrar o conhecimento exigido tanto pela instituição como pela sociedade da informação (para não dizer pelo mercado de trabalho e pelos usuários) </li></ul>
  18. 18. Referências <ul><li>CANDIDO, G. A ; et al. Arquitetura tecnológica de informações e suas implicações na forma de gestão e na competitividade das organizações. Informação & Sociedade: estudos. João Pessoa, v.10, n. 1, 2002. </li></ul><ul><li>CÔRTE, A. R. ; ALMEIDA, I. M. de. (Orgs.). Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos . São Paulo: Polis/APB, 2002. </li></ul><ul><li>GUSMÃO, A. O. de M. Avaliação da qualidade e determinantes de desempenho do ALEPH..., João Pessoa, 2001. Dissertação (Mestrado em Ci. Inf.) – UFPB. </li></ul><ul><li>ROBREDO, J. Da ciência da informação revisitada aos sistemas humanos de informação . Brasília: Thesaurus, 2003. </li></ul><ul><li>ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica . Brasília: Briquet de Lemos, 2002. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Obrigada  </li></ul><ul><li>g [email_address] </li></ul>
  20. 20. Autores da área: que dizem? <ul><li>Rowley (2002, p. 133) diz: </li></ul><ul><li>“ (...) a opção mais conveniente é um pacote ou sistema pronto” </li></ul><ul><li>Côrte e Almeida (2000,p 89) dizem: </li></ul><ul><li>“ (...) É inviável, hoje, adotar uma solução caseira para o processo de automação (...) que a equipe interna desenvolva sistemas...” </li></ul><ul><li>Visão anti-ciência, anti-descoberta </li></ul>

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