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PERSPECTIVAS HISTÓRICOCULTURAIS DA MORTE
“Nas consciências arcaicas em que
experiências elementares do mundo
são
as
metamo...
A MORTE E O MORRER
NA IDADE MÉDIA

A Influência da Igreja
(Concílio de Niceia 325 d. C)

“A Morte Domada”
“O Livro da Vida...
(INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
O Início da
Medicalização da
Morte

A Revolução
Industrial

(INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
“O tempo de morte alongouse à vontade do médico:
este não pode suprimir a
morte, mas pode regular a
sua duração. (...) A m...
AS CORRENTES
FILOSÓFICAS

O Positivismo
O Nihilismo
O Existencialismo

(INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Mo...
“(...)
Essa
corrente
filosófica (existencialismo)
tentará, no seu esforço
mais notável, manter-se
na angústia, a fim de
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O TEMOR DA MORTE
A Cultura de Massas
Descrença na Vida
Futura
Distorções Ritualistas do
Morrer
A Cadaverização do Ser
(Per...
“Toda a morte é um
parto, um renascimento;
é a manifestação de uma
vida até aí latente em
nós, vida invisível na
Terra, qu...
ATITUDES DIANTE DA MORTE
E DO MORRER

(ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
Choque,
Torpor
Negação

(ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
“(...) Não, eu não, não pode ser
verdade.” Esta negação inicial
era palpável tanto nos pacientes
que recebiam diretamente ...
Isolamento

“Em geral, só muito mais
tarde é que o paciente
lança mão mais do
isolamento do que da
negação. (...)”
(ROSS, ...
Raiva
“Quando não é mais possível
manter firme o primeiro estágio da
negação, ele é substituído por
sentimentos de raiva, ...
Barganha

“A maioria das barganhas são
feitas com Deus, são mantidas
geralmente em segredo, ditas nas
entrelinhas ou no co...
Depressão

•Reativa
•Preparatória

(ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
“(...) No pesar preparatório há
pouca e nenhuma necessidade
de palavras. É mais um
sentimento
que
exprime
mutuamente, trad...
Aceitação
“Não se confunda aceitação com um
estágio de felicidade. É quase uma
fuga de sentimentos. É como se a dor
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ESPERANÇA
“O que os sustenta através dos dias, das
semanas ou dos meses de sofrimento é
este tipo de esperança. É a sensaç...
VISÃO ESPÍRITA DA MORTE
Morte

Desencarnação
“A alma se
desprende
gradualmente (do
corpo) e não
escapa como um
pássaro cativo
subitamente
libertado.”
(“O Livro dos Esp...
Perturbação
Espiritual

“Consciência

imediata
não é o termo: ela (a
alma) fica perturbada
por algum tempo.”
(“O Livro dos...
O ESPÍRITA ANTE À MORTE
“Eis aí por que os espíritas encaram a
morte calmamente e se revestem de
serenidade dos últimos mo...
O ETERNO ENIGMA
Se a vida é ter a gente a alma retida
no cárcere do corpo, de tal sorte

que a ele fique, assim, sempre re...
Se morte é o eximir-se a alma, do forte
grilhão da carne, alando-se em seguida
para o alto céu, num rápido transporte,

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Se a vida é da alma a escravidão que a
humilha,

treva que envolve a estrada que palmilha,
se a morte é a mutação da sua s...
e a volta sua, livre, à luz perdida...
- Por que esse apego que se tem à vida?
- Por que esse medo que se tem da
morte?

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SOBRE A MORTE E O MORRER

Palestra Espírita realizada por Jorge Luiz, Fortaleza, Ceará, Brasil.
e-mail: jorge.grauca@gmail.com
Visite o blog: www.canteiroideias.blogspot.com.br

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SOBRE A MORTE E O MORRER

  1. 1. PERSPECTIVAS HISTÓRICOCULTURAIS DA MORTE “Nas consciências arcaicas em que experiências elementares do mundo são as metamorfoses, das desaparições e das reaparições das transmutações, toda morte anuncia um renascimento, todo renascimento provém de uma morte – e o ciclo da vida humana inscreve-se nos ciclos naturais de morte-renascimento” (MORIN apud, INCONTRI, D. e SANTOS, F. A Arte de Morrer)
  2. 2. A MORTE E O MORRER NA IDADE MÉDIA A Influência da Igreja (Concílio de Niceia 325 d. C) “A Morte Domada” “O Livro da Vida”
  3. 3. (INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
  4. 4. O Início da Medicalização da Morte A Revolução Industrial (INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
  5. 5. “O tempo de morte alongouse à vontade do médico: este não pode suprimir a morte, mas pode regular a sua duração. (...) A morte deixou de ser admitida como um fenômeno natural necessário. É um business lost. (...)” (INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
  6. 6. AS CORRENTES FILOSÓFICAS O Positivismo O Nihilismo O Existencialismo (INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
  7. 7. “(...) Essa corrente filosófica (existencialismo) tentará, no seu esforço mais notável, manter-se na angústia, a fim de procurar nela a verdade da vida e da morte. (...)” (INCONTRI, Dora e SANTOS, Franklin in “A Arte de Morrer”)
  8. 8. O TEMOR DA MORTE A Cultura de Massas Descrença na Vida Futura Distorções Ritualistas do Morrer A Cadaverização do Ser (Perispírito) O Instinto de Conservação
  9. 9. “Toda a morte é um parto, um renascimento; é a manifestação de uma vida até aí latente em nós, vida invisível na Terra, que vai reunir-se à vida invisível do Espaço.” (DENIS, Léon in “O Problema do Ser, do Destino e da Dor)
  10. 10. ATITUDES DIANTE DA MORTE E DO MORRER (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  11. 11. Choque, Torpor Negação (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  12. 12. “(...) Não, eu não, não pode ser verdade.” Esta negação inicial era palpável tanto nos pacientes que recebiam diretamente a notícia no começo das suas doenças quanto naqueles a quem não havia sido dito a verdade, e ainda naqueles que vinham saber mais tarde por conta própria.” (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  13. 13. Isolamento “Em geral, só muito mais tarde é que o paciente lança mão mais do isolamento do que da negação. (...)” (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  14. 14. Raiva “Quando não é mais possível manter firme o primeiro estágio da negação, ele é substituído por sentimentos de raiva, de revolta, de inveja e ressentimento. Surge, lógica, uma pergunta: Por que eu?” (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  15. 15. Barganha “A maioria das barganhas são feitas com Deus, são mantidas geralmente em segredo, ditas nas entrelinhas ou no confessionário do capelão. (...)” (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  16. 16. Depressão •Reativa •Preparatória (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  17. 17. “(...) No pesar preparatório há pouca e nenhuma necessidade de palavras. É mais um sentimento que exprime mutuamente, traduzindo, em geral, por um toque carinhoso de mão, um afago nos cabelos, ou apenas por um silencioso ‘sentar-se ao lado’. (...)”. (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  18. 18. Aceitação “Não se confunda aceitação com um estágio de felicidade. É quase uma fuga de sentimentos. É como se a dor tivesse esvanecido, a luta tivesse cessado e fosse chegado o momento do ‘repouso derradeiro antes da longa viagem’.” (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  19. 19. ESPERANÇA “O que os sustenta através dos dias, das semanas ou dos meses de sofrimento é este tipo de esperança. É a sensação de que tudo deve ter algum sentido, que pode compensar, caso suportem por mais algum tempo. (...)” “(...) Quando um paciente não dá mais sinal de esperança, geralmente é prenúncio de morte iminente. É possível que diga: (...) ‘Acho que chegou a hora’, (...)” (ROSS, Elisabeth K. in “Sobre a Morte e o Morrer”)
  20. 20. VISÃO ESPÍRITA DA MORTE Morte Desencarnação
  21. 21. “A alma se desprende gradualmente (do corpo) e não escapa como um pássaro cativo subitamente libertado.” (“O Livro dos Espíritos”, questão 115-a)
  22. 22. Perturbação Espiritual “Consciência imediata não é o termo: ela (a alma) fica perturbada por algum tempo.” (“O Livro dos Espíritos”, questão 163)
  23. 23. O ESPÍRITA ANTE À MORTE “Eis aí por que os espíritas encaram a morte calmamente e se revestem de serenidade dos últimos momentos sobre a Terra. Já não é só a esperança, mas a certeza que os conforta; sabem que a vida futura é a continuação da vida terrena em melhores condições e aguardam-na com a mesma confiança com que aguardariam o despontar do Sol após uma noite de tempestade.” (O Céu e o Inferno – 1ª parte – Cap. II – item 10)
  24. 24. O ETERNO ENIGMA Se a vida é ter a gente a alma retida no cárcere do corpo, de tal sorte que a ele fique, assim, sempre rendida, então a vida não é vida, é morte.
  25. 25. Se morte é o eximir-se a alma, do forte grilhão da carne, alando-se em seguida para o alto céu, num rápido transporte, então a morte não é morte, é vida.
  26. 26. Se a vida é da alma a escravidão que a humilha, treva que envolve a estrada que palmilha, se a morte é a mutação da sua sorte,
  27. 27. e a volta sua, livre, à luz perdida... - Por que esse apego que se tem à vida? - Por que esse medo que se tem da morte? Espírito Índio do Prado

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