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Vania baldi felizes_e_explorados

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Publicado en: Educación
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Vania baldi felizes_e_explorados

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  6. 6. Frases do livro “O culto do amador” de Andrew Keen. Na Web se encontrammuitas entrevistas com o autor, confirmando assim que não se proporciona oregresso a uma cultura pré-digital mas que é perigoso suspender a descrençasobre o funcionamento do universo on line.http://andrewkeen.typepad.com/ 6
  7. 7. “O pedaço de carne suculento” tem muitas facetas. O que se questiona não éque ele possa ser “gostoso”, ele é bem-vindo! O que se questiona é que elese torne um fetiche, e que hajam ladrões que se aproveitam disso para outrosinteresses.http://networkcultures.org/wpmu/portal/publications/geert-lovink-publications/zero-comments/ 7
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  9. 9. Críticas expostas no último livro de Nicholas Carr!http://www.nicholasgcarr.com/ 9
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  11. 11. Os alvos concretos desta crítica são muitos, mas o que é importante sublinharé que não existe nenhuma equivalência entre potencialidade tecnológica ereal efetuação dum poder horizontal, dentro e fora da Rede. Aliás, acaba porser mais difícil individuar (e eventualmente criticar) os dispositivos devalorização dos conteúdos e as formas de “agenda setting” num panoramaaparentemente gerido apenas por algoritmos e processos informáticos. Nestesentido uma Sociologia não se pode reduzir numa mediologia. 11
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  13. 13. Mais um mito de democracia, neutralidade e abertura a ser desmentido:Apple, AT&T, majors da industria cultural…iTunes; Facebook….são lugaresque ambicionam a substituir-se à Rede. Os seus serviços são sempre maiscentrípetos e excludentes. Por exdmplo, quando a Apple vende um seuproduto (iPhone, iPade..) vende ao mesmo tempo um acordo com outrasempresas que trabalham para fechar e solidificar os seus confins com umconjunto específico de serviços e conteúdos. Também esta é a lógica do“Pedaço de carne suculento”.http://timwu.org/ 13
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  15. 15. http://www.jaronlanier.com/ 15
  16. 16. Como no caso dos programas criados pela Microsoft: com Windows, uma vezconstituído um nicho de mercado que partilha a mesma tecnologia intervém odispositivo do lock in. Não se pensa numa outra forma alternativa de sistemaoperativo 16
  17. 17. Neste sentido vai também a (arrependida) critica de Sherry Turkle: por ela, nolivro Alone Together, a cultura digital acabou por desafiar a ilusão que oscomputers sejam pessoas e que as pessoas sejam máquinas de carne. 17
  18. 18. Invés que expandir a voz do verbo “todos jornalistas, todos criativos, todosintelectuais”, seria necessário expandir outra convicção: a de profissionalizare organizar os diletantes para se defenderem da ingenuidade estimuladapelas companhias Web.2.0 18
  19. 19. Como já sabido, por McLuhan os media são ambientes complexos queafectam em profundidade os indivíduos, no corpo e na psique. Se a técnicaalfabética inscreveu no homem moderno uma atitude individualista, umpensamento sequencial e abstracto, uma separação entre racionalidade eemotividade, ao contrario os meios eléctricos impulsionaram uma mentalidadeempática, emocional e comunitária. 19
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  27. 27. http://www.amazon.com/Homo-Zappiens-Growing-digital-age/dp/1855392208 27
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