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Mercado financeiro brasileiro Artigo

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Artigo sobre o Mercado Financeiro Brasileiro.

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Mercado financeiro brasileiro Artigo

  1. 1. MERCADO FINANCEIRO BRASILEIRO Manuela Della Rocca Klöppel Prof. Jairo José Assumpção Centro Universitário Leonardo Da Vinci – UNIASSELVI Bacharelado em Administração (ADG0186) Trabalho apresentado como pré-requisito à atividade prática do terceiro semestre do curso da Administração de 2012 12/06/2013 RESUMO O mercado financeiro brasileiro é um composto de entidades divididas em mercados no qual movimentam ações de várias empresas cadastradas na bolsa de valores. Essas ações são compradas e vendidas a valores negociáveis. Qualquer pessoa pode ter uma ação de uma determinada empresa na bolsa de valores, desde que esteja devidamente cadastrado. Existem regras que devem ser seguidas para a movimentação no mercado financeiro no qual a Comissão de Valores Monetários tem a finalidade de fiscalizar e aplicar as devidas punições. Existem inúmeros tipos de negociações para compra e venda de ações na bolsa. A bolsa de valores brasileira é a BOVESPA, situada em São Paulo, e está entre as dez maiores do mundo movimentando um montante de US$ 20,340 milhões. Palavras-chave: Mercado Financeiro Brasileiro, Bolsa de Valores, Ações. INTRODUÇÃO O mercado financeiro brasileiro é onde as pessoas negociam dinheiro através de ações (sendo elas ON ou PN), moedas e créditos para financiar atividades produtivas ou gerar lucros. Geralmente as negociações são feitas através da bolsa de valores, onde se é efetuada a compra e venda das ações das empresas sendo negociados através de fundos de investimentos, clubes de investimentos ou individualmente. As negociações são efetuadas através de poupadores (superavitários) e tomadores (deficitários), no qual os intermediários financeiros fazem a ponte para que a negociação seja concluída. Essas ações são negociadas também dentro dos mercados que são divididos em mercado monetário, de crédito, de câmbio e de capitais, cada um com uma negociação diferente. Pode-se usar nas negociações as debêntures e notas promissórias para uma maior segurança. Existem ainda as opções de start e stop para uma maior comodidade na hora da negociação. Pode-se usar também as negociações Daytrade que são iniciadas e encerradas no mesmo dia. Temos também os ETF’s que são negociadas da mesma forma que as ações.
  2. 2. 2 DESENVOLVIMENTO MERCADO FINANCEIRO BRASILEIRO A formação do sistema financeiro teve seu início com a vinda da Família Real portuguesa, em 1808, quando foi criado o Banco do Brasil. O mercado financeiro brasileiro é onde as pessoas negociam dinheiro, é o setor da economia responsável pela captação de recursos entre investidores para financiar atividades produtivas ou simplesmente gerar lucros para quem empresta dinheiro. Tanto o governo quanto as instituições privadas podem fazer a captação. Mas, em geral, a captação acontece nas diversas bolsas de valores, corretoras, bancos e seguradoras. O gerenciamento dessa prática é regulado pelo governo dos países por meio de uma rede de instituições, em que se destaca o banco central. O mercado financeiro brasileiro é formado por um conjunto de instituições, financeiras ou não, voltadas para a gestão da política monetária do governo federal. É composto por entidades supervisoras e por operadores que atuam no mercado nacional e orientado por três órgãos normativos: o Conselho Monetário Nacional (CMN), o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNPS) e o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) e é dividido em mercado de crédito que cuida dos empréstimos bancários, mercado de câmbio que cuida da relação justa entre as moedas dos países e mercado aberto que se refere as empresas que tem capital aberto. No mercado financeiro, são efetuadas transações com títulos de prazos médios, longos e indeterminado. O Sistema Financeiro Brasileiro é formado pelo conjunto de instituições dedicadas a proporcionar condições satisfatórias para a manutenção de um fluxo de recursos entre poupadores e investidores, no País. Seu principal objetivo é viabilizar a intermediação entre poupança e investimento, possibilitando ao setor produtivo maior eficiência. POUPADORES E TOMADORES Os poupadores são os agentes econômicos superavitários dispostos a transformar suas disponibilidades monetárias em ativos financeiros, através da oferta de recursos, sujeitando-se aos riscos de mercado, com a finalidade de obter retornos reais positivos. São os criadores de fundos para o financiamento do crescimento econômico. Os tomadores são os agentes econômicos deficitários, que demandam recursos e estão dispostos a financiar seu déficit a custo de mercado. São aqueles que, necessitam de dinheiro além de suas disponibilidades, dispõem-se a pagar por esses recursos. Cabe aos intermediários financeiros efetuar a ponte entre os dois seguimentos. Ao concentrar os recursos dos agentes superavitários, os intermediários financeiros viabilizam a ampliação das escalas de produção, financiando investimentos de maior vulto.
  3. 3. 3 O Sistema Financeiro Nacional está dividido em dois grandes subsistemas: o normativo que regulamenta e fiscaliza, e o de intermediação e instituições auxiliares, que recebe o dinheiro dos poupadores e os repassa para os tomadores. MERCADO O mercado por sua vez é o local no qual agentes econômicos procedem à troca de bens por uma unidade monetária ou por outros bens e até mesmo comprar e vender mercadorias. A palavra mercado remonta a períodos anteriores a existência da moeda. Com o passar do tempo, o termo mercado foi evoluindo para um conceito de conjunto de elementos envolvidos no comércio de determinado produto: produtores, consumidores, intermediários, regulamentos, preços, etc. Existem tanto mercados genéricos como especializados, onde apenas uma mercadoria é trocada. Os mercados funcionam ao agrupar muitos vendedores interessados e ao facilitar que os compradores potenciais os encontrem. A definição de mercado pode ser entendida de duas formas distintas: em sentido amplo, cujo conjunto de pessoas individuais ou coletivas capazes de influenciar as vendas de um determinado produto e em sentido restrito, cujo conjunto de dados sobre a importância e evolução das vendas de um produto. Quando nos referimos ao mercado, em sentido amplo ou restrito, existem três classificações de mercado: o real que se denomina pelo volume de vendas efetivo de um determinado produto ou número de consumidores que compram o produto, o potencial que é a estimativa do volume a atingir pelas vendas de um determinado produto ou conjunto de compradores que estão em condições de adquirir esse produto e o total que engloba o mercado potencial de um determinado produto e o mercado dos que não consomem esse produto. Um mercado é o sistema que evolui no tempo, sob o efeito de variáveis cuja influência se verifica a curto, médio e longo prazo. É importante verificar esses fatores, os quais o ajudarão a perceber o que de mais importante se vai passando no mercado e assim adotar as estratégias e políticas mais indicadas. MERCADO MONETÁRIO Muito se fala nos jornais, televisão e internet sobre o Mercado Monetário, mas poucos sabem o que ele é. Mercado monetário ou “mercado de moeda” é um componente, uma subdivisão do mercado financeiro, relativo a concessão de empréstimos de curto prazo, com prazos de vencimento inicial de um ano ou menos, onde ocorrem as captações de recursos à vista. A
  4. 4. 4 negociação, nos mercados monetários, feita pelos intermediadores financeiros, envolve títulos do Tesouro, papel comercial, aceitação dos banqueiros, certificados de depósito, dos fundos do banco central, hipotecas de curto prazo, todos negociados dentro do parâmetro médio para as taxas de juros do mercado, é o Mercado Monetário o grande responsável pela formação das taxas de juros. O Mercado Monetário é constituído pelas instituições do mercado financeiro que possuem excedentes monetários e que estejam interessadas em emprestar seus recursos em troca de uma taca de juros. Também é composto pelos agentes econômicos com pouco recursos, que precisam de dinheiro emprestado para manter seu giro financeiro em ordem. É aí que se definem os prazos. As negociações com títulos e outros ativos no mercado monetário não ultrapassam os 12 meses, com isso figuram no mercado, os Certificados de Depósitos Interbancários e as operações de empréstimos de curto prazo feitas com títulos públicos. O Mercado Monetário é marcado também pelo volume de papel moeda em circulação, ou seja, o dinheiro que está transitando livremente pela economia, sendo bem controlado pelo COPOM através de sua política monetária bem estabelecida. MERCADO DE CRÉDITO O Mercado de Crédito é o nome dado a parte do sistema financeiro onde ocorre o processo de concessão e tomada de crédito. Ele envolve duas partes, uma credora e outra devedora, que normalmente estabelecem uma relação contratual entre si, podendo ser formal ou informal. Esta situação sugere que a parte credora ofereça um bem a parte devedora, que na sociedade capitalista é a moeda fiduciária ou escritural, concedendo assim a liquidez a outra. Crédito é definido como cessão de mercadoria, serviço ou importância em dinheiro, para pagamento futuro. Se dispormos a terceiro uma mercadoria mediante ao compromisso, formal (contrato) ou informal, de reembolso futuro, estamos vendendo a crédito. O mesmo se procede quando dispomos a terceiros uma importância em dinheiro mediante o compromisso, formal ou informal, de pagamento no futuro, gerando assim um empréstimo a credito. O mercado de crédito no Brasil ainda tem pouca expansão, devido a taxa de juros do Brasil ser uma das mais altas do mundo, diferente de outros países onde o crédito está em grande expansão. As instituições financeiras são os principais agentes de concessão de crédito no sistema capitalista, pelo seu poder de agrupar recursos e pelo grau de especialização que alcançam no processo de emprestar e receber seus empréstimos. Existem várias modalidades de crédito disponíveis atualmente, entre elas estão: cheque- especial (crédito automático que o banco possibilita ao cliente caso ele necessite para efetuar
  5. 5. 5 pagamentos ou transferências em sua conta quando não há saldo positivo), cartão de crédito (forma de pagamento eletrônica, onde é enviado mensalmente uma fatura a ser paga, possibilitando o pagamento total ou mínimo estipulado na mesma, podendo deixar para o próximo mês o pagamento restante, mediante juros), empréstimo pessoal (serviço de financiamento prestado pelos bancos, efetuado em depósito em conta correte ou cheque nominal, encaminhado para aquisição de bens de consumo ou outros produtos, incluindo imóveis permanentes), crédito direto ao consumidor (CDC) (operação de crédito concedida a pessoas físicas ou jurídicas, para aquisição de bens ou serviços, os cartões de crédito também podem conceder crédito direto), crédito consignado (empréstimo com pagamento indireto, cuja as parcelas são deduzidas diretamente da folha de pagamento da pessoa física), crédito habitacional (tipo especial de crédito concedido geralmente por instituições financeiras com a finalidade específica de construção, reforma ou aquisição de habitação), e leasing (contrato através do qual a arrendadora ou locadora adquire um bem escolhido por seu cliente para, em seguida, alugá-lo a este último, por um prazo determinado). MERCADO DE CÂMBIO O Mercado de câmbio é o ambiente onde se realizam as operações de câmbio entre os agentes autorizados pelo Banco Central, este responsável pela regulamentação e fiscalização, e entre estes e seus clientes, diretamente ou por meio de seus correspondentes. O mercado de câmbio compreende as operações de compra e venda de moeda estrangeira, as operações em moeda nacional entre residentes, domiciliados ou com sede no País e residentes, domiciliados ou com sede no exterior e as operações com ouro-instrumento cambial, realizadas por intermédio das instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio pelo Banco Central, diretamente ou por meio de correspondentes. No mercado de câmbio incluem-se as operações relativas aos recebimentos, pagamentos e transferências do e para o exterior mediante a utilização de cartões de uso internacional, as operações referentes à transferências financeiras postais internacionais, inclusive vales postais e reembolsos postais internacionais. É ilegal negociar no mercado paralelo, bem como a posse da moeda estrangeira vinda de atividades ilícitas. Qualquer pessoa pode comprar e vender moeda estrangeira desde que uma das partes seja agente autorizado pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio. As instituições que estão autorizadas pelo Banco central a operar no mercado de câmbio são: bancos múltiplos, bancos comerciais, caixas econômicas, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento, bancos de câmbio, agências de fomento, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, sociedades distribuidoras de
  6. 6. 6 títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de câmbio. Os bancos, exceto de desenvolvimento, e a Caixa Econômica Federal podem realizar todas as operações previstas para o mercado de câmbio. Os bancos de desenvolvimento, sociedades de crédito, financiamento e investimento e agências de fomento podem realizar operações específicas autorizadas pelo Banco Central. As sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de câmbio podem realizar operações de câmbio com clientes para liquidação pronta de até US$ 100 mil ou seu equivalente em outras moedas e também operações no mercado interbancário, arbitragens no País e, por meio de banco autorizado a operar no mercado de câmbio, arbitragem com o exterior. MERCADO DE CAPITAIS Mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabiliza o processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores (mercado organizado onde se negociam ações de capital aberto ‘públicas ou privadas’ e outros instrumentos financeiros como ações e opções), sociedades corretoras (instituição financeira que intermedia transações entre os investidores e a bolsa) e outras instituições financeiras autorizadas. O mesmo é dividido em Mercado Primário (onde se negocia a subscrição de novas ações ao público, isto é, onde os valores mobiliários circulam pela primeira vez e onde a empresa obtém o capital para seus empreendimentos, pois o dinheiro da venda vai para a empresa) e Mercado Secundário (onde se encontram as demais negociações com esses títulos, como simples trocas de possuidores, pois a empresa emissora já não terá mais contato com o dinheiro proveniente dessas trocas). Esse último mercado se caracteriza também pelas negociações realizadas fora da bolsa, em negociações denominadas como mercado de balcão, trazendo dessa forma mais liquidez para esses ativos financeiros. Mercado de Balcão é um mercado sem local físico determinado para a realização das transações. Elas são realizadas por telefone, entre as instituições financeiras. Neste mercado, normalmente, são negociadas ações de empresas não registradas na BOVESPA, além de outras espécies de títulos. O mercado de balcão é dito organizado quando se estrutura como um sistema de negociações de títulos e valores mobiliários administrados por entidade autorizada pela CVM. (Fortuna 2005) No mercado de capitais podem ser negociados os direitos e recibos de subscrição de valores mobiliários, certificados de depósitos de ações e outros contratos autorizados à negociação. Os títulos negociados representam o capital social da empresa, que por fim permite a circulação de capital e custeia o desenvolvimento econômico.
  7. 7. 7 O mercado de capitais tem como objetivo canalizar as poupanças da sociedade para o comércio, a indústria e outras atividades econômicas. Distingui-se do mercado monetário apesar de terem muitas instituições em comum. Os mercados de capitais são mais fortes nos países já desenvolvidos, enquanto nos países em desenvolvimento eles são mais fracos, dificultando assim a formação de poupança, sendo um sério obstáculo ao desenvolvimento, obrigando esses países a recorrerem ao mercado de capitais internacionais. CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL Conselho Monetário Nacional (CMN) é um órgão do Sistema Financeiro Nacional. Ele foi criado pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, mas sofreu algumas alterações ao longo dos anos. O Conselho Monetário Nacional é o órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional. Ao Conselho compete: estabelecer as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e de crédito; regular as condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras e disciplinar os instrumentos de política monetária e cambial. O Conselho Monetário Nacional tem como responsabilidade formular a política da moeda e do crédito, objetivando o desenvolvimento econômico e social do País e a estabilidade da moeda. Sua composição atualmente é o Ministério da Fazenda (como Presidente do Conselho), o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco Central do Brasil. Os Membros do Conselho se reúnem uma vez no mês para discutirem assuntos relacionados com as competências do Conselho Monetário Nacional. Em casos isolados podem acontecer mais de uma reunião por mês. Em caso de matérias aprovadas, as mesmas passam por uma regulamentação por meio de Resoluções, normativo de caráter público, sempre divulgado no Diário Oficial da União e na página de normativos do Banco Central do Brasil. De todas as reuniões são publicadas atas no site do Banco Central do Brasil. Junto ao Conselho Monetário Nacional funciona a Comissão Técnica da Moeda e do Crédito (Comoc), este formado pelo presidente e quatro diretores do Banco Central do Brasil e o presidente da comissão de Valores Mobiliários. A Comissão Técnica da Moeda e do Crédito tem a utilidade de regulamentar matérias de responsabilidade do Conselho Monetário Nacional. Além da Comissão, a legislação prevê o funcionamento de mais sete comissões consultivas, sendo elas: de Normas e Organização do Sistema Financeiro, de Mercado de Valores mobiliários e Futuros, de Crédito Rural, de Crédito Industrial, de Crédito Habitacional e para Saneamento e Infra-Estrutura Urbana e de Política Monetária e Cambial.
  8. 8. 8 O Banco Central do Brasil é a Secretaria-Executiva do Conselho Monetário Nacional e da Comissão Técnica da Moeda e do Crédito. O Banco Central é responsável por organizar e assessorar as sessões deliberativas (preparar, assessorar e dar suporte durante as reuniões, elaborar as atas e manter seu arquivo histórico). COMISSÃO DE VALORES MONETÁRIOS A Comissão de Valores Monetários foi criada em 07 de dezembro de 1976 pela Lei nº 6.385 para fiscalizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil. A Comissão tem o poder de aplicar punições àqueles que descumprem as regras estabelecidas. A Comissão de Valores Monetários tem a finalidade de fiscalizar e disciplinar o mercado de valores mobiliários, aplicando punições aqueles que descumprem as regras estabelecidas. O mercado é representado por um conjunto de produtos de investimento oferecidos ao público, tais como ações de empresas negociadas em bolsa e fundos de investimento, entre outros. É um mercado onde podem haver perdas e a rentabilidade não é assegurada, nesse caso, não se dá contra perdas nominais decorrentes, como por exemplo, de variações no preço de uma ação, mas por meio da ação de fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários, assegurando que as regras sejam cumpridas e oferecendo um conjunto de informações que permita a pessoa tomar decisões de investimento consciente. Em 1998 a Comissão de Valores Monetários desenvolveu o PRODIN (Programa de Orientação e Defesa do Investidor), que tem como responsabilidade atender a pessoa, acolhendo consultas, reclamações e denúncias, e pelas ações de educação de investidores. Sempre que tiver dúvidas ou enfrentar problemas, a pessoa poderá recorrer aos canais de atendimento do Programa, mas a melhor forma de se proteger de decisões que não sejam adequadas ainda é a informação. A Comissão de Valores Monetários não tem competência para determinar o ressarcimento de eventuais prejuízos sofridos pelos investidores em decorrência da ação ou omissão de agentes do mercado. Em 31 de outubro de 2001, o governo federal editou a Medida Provisória nº 8 (convertida na Lei 10.411 de 26/02/02), pela qual a Comissão de Valores Monetários passaria a ser uma “entidade de autocomando em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprio, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabelecido de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária”. A Comissão de Valores Monetários tem poderes de estimular a formação de poupanças e sua aplicação em valores mobiliários; promover a expansão e o funcionamento correto, eficiente e
  9. 9. 9 regular do mercado de ações; assegurar e fiscalizar o funcionamento das bolsas de valores, do mercado de balcão e das bolsas de Mercadorias e Futuros; proteger os titulares de valores mobiliários e investidores do mercado contra irregularidades e atos ilegais; evitar fraude ou manipulação de oferta ou preço dos valores mobiliários negociados no mercado; assegurar o acesso do público a informações sobre os valores imobiliários negociados e sobre as companhias que os tenham emitido; assegurar o cumprimento de práticas comerciais equitativas no mercado de valores mobiliários; realizar atividades de credenciamento e fiscalização de auditores independentes, administradores de carteiras de valores mobiliários, agentes autônomos, entre outros; fiscalizar e inspecionar as companhias abertas e os fundos de investimento; apurar atos legais e práticas não- equitativas de administradores de companhias abertas e de quaisquer participantes do mercado de valores mobiliários e fiscalizar e disciplinar as atividades dos auditores independentes, consultores e analistas de valores mobiliários. BOLSA DE VALORES A bolsa de valores é o mercado organizado onde se negociam ações de capital aberto (públicas ou privadas) e outros instrumentos financeiros como Ações (menor fração do capital social de uma empresa) e Opções (instrumentos financeiros utilizados no mercado financeiro). A regra número 1 para entender melhor o mercado de ações é saber o que é uma Bolsa de Valores e para que ela serve. Pode-se dizer que a Bolsa é um ambiente onde ações de diferentes empresas são compradas e/ou vendidas. Quem concretiza as operações do mercado acionário são as Corretoras de Valores, que recebem ordens diretamente de seus clientes. (Publicação Especial do Programa Educacional Bovespa 2) A primeira bolsa de valores situava-se em Amsterdã, em 1602. A primeira empresa a comercializar as primeiras ações dentro de um estabelecimento financeiro foi a Companhia Holandesa das Índias Orientais. Os negócios aconteciam fisicamente no próprio recinto da bolsa. Hoje, são cada vez mais realizadas por meios eletrônicos e em tempo real. Uma bolsa de valores funciona como um mercado organizado, que promove encontro entre investidores interessados em negociar valores e mercadorias. A bolsa de valores também é responsável por estabelecer as regras de negociação e por criar um ambiente seguro e transparente para a realização dos negócios, deve também preservar elevados padrões éticos de negociação, divulgando – com rapidez, amplitude e detalhes – as operações executadas. É por meio de sua plataforma de negociações que a bolsa de valores realiza o registro, a compensação, a liquidação e a listagem de todos os ativos e valores mobiliários negociados, bem como divulga diversas informações de suporte ao mercado. Ela também atua como depositária
  10. 10. 10 central dos ativos negociados em seu ambiente, exerce atividades de gerenciamento de riscos das operações realizadas por meio de seus sistemas, além de licenciar softwares e índices. Cada bolsa de valores possui seus próprios índices, compostos pela performance das cotações de um número pré-estabelecido de ações de empresas. A seleção das ações possuem regras que formam um determinado índice que são definidas pela própria bolsa de valores. A variação destes índices funciona como um termômetro para se aliviar o desempenho médio dos ativos negociados na bolsa de valores. TIPOS DE AÇÕES A bolsa de valores atua como S/A’s visando lucro através de seus serviços. Seu patrimônio é representado por títulos pertencentes às sociedades corretoras que a compõem. No caso das S/A’s, este patrimônio é composto por ações. Existem dois tipos de ações na bolsa de valores, a Ordinária Normativa (ON) que dá direito a voto em assembleia sobre definições da empresa e a Preferencial Normativa (PN) que não da direto a voto, mas preferencia no recebimento de dividendos. Os dividendos dados a quem tem ONs nem sempre são iguais aos dados a quem tem PNs. Nesses casos, as PNs recebem valores mais altos e também são vendidas e compradas com maior facilidade, porém, algumas empresas disponibilizam apenas ONs. As ações são negociadas na bolsa de valores, no Brasil acontece na BOVESPA, situada em São Paulo. Para começar a comprar e vender ações é necessário efetuar um cadastro na corretora informando nome, profissão, endereço e entregando cópias de RG, CPF e comprovante de residência. Assim, a corretora abre uma conta desse investidor na Bovespa. Cada instituição determina qual a quantia mínima para a abertura da conta. As ações podem ser compradas através de fundos de investimento, clubes de investimentos e individualmente. A compra através de fundos de investimento funciona como um condomínio. Cada investidor possui uma cota, no qual corresponde a uma porção do total de ações que o fundo tem. Cada um desses fundos tem seu próprio estatuto informando suas regras e o grau de risco de seus investimentos. Todo fundo precisa de um gestor certificado pela Comissão de Valores Monetários, que coordena as compras e vendas das ações. Já a compra através de clubes de investimentos tem um caráter menos formal que um fundo. Um grupo de amigos ou familiares pode formar um clube, que pode ser aberto com o mínimo de três pessoas e chegar a um limite de cento e cinquenta pessoas. Diferente dos fundos, os clubes não
  11. 11. 11 precisam de um gestor certificado pela Comissão de Valores Monetários, basta apenas um representante que dê a corretora a ordem de compra ou venda de ações, com isso, os integrantes dos clubes tem maior liberdade em decidir sobre quanto e onde será o investimento. Na compra individual a pessoa controla as ordens de compra e venda de suas ações. Para escolher quais ações comprar pode pedir auxilio aos consultores da corretora, que irão tirar dúvidas e ajudar a identificar quais são os bons investimentos para aquele momento. O investidor pode acompanhar sua conta, acessar os custos de operação e comprar e vender ações pela internet (com exceção dos fundos, onde quem compra e vende é o gestor). O nome desse serviço é Home Broker e pode ser acessado pelo site de uma corretora que oferece este sistema. As ordens de compra e venda também podem ser dadas pelo investidor pelo telefone, ligando para sua corretora e informando o que deseja fazer. O período para que o dinheiro saia ou entre na conta do investidor após a compra é de três dias úteis. No caso dos fundos ou clubes, cada um tem um regulamento próprio que indica quanto tempo o dinheiro poderá ser retirado após uma ordem ser efetuada. Não existe um valor mínimo a ser investido em ações, eles variam de acordo com a corretora e o valor das ações que serão compradas. Para aqueles que investem valores pequenos como R$ 1.000,00, optar por um fundo de clube pode ser uma maneira de aumentar o total investido. Contudo, quando a quantidade de ações compradas por meio de um fundo for a mesma que a pessoa pode comprar investindo sozinha, vale mais a pena comprar sozinho, pois a vantagem de investir individualmente é que neste caso não se paga a taxa de administração. A compra de ações é considerada um investimento de alto risco devido a variações nos preços das ações, onde não há garantia de retorno do que foi investido. As altas e baixas podem acontecer devido a alterações no setor de atuação da empresa. Chamamos de risco de mercado. Temos também o risco de liquidez, onde o problema é não conseguir vender uma ação que tenha sido comprada. Com isso, o ideal é não investir em ações valores que sejam necessários em curto prazo. Para a venda e compra de ações existem algumas taxas. São elas: taxa de operação (cobra cada vez que é emitida uma ordem de compra ou venda), taxa de custódia (cobrada mensalmente pela guarda das ações, porém a corretora pode escolher não cobra-la nos meses em que o investidor comprou ou vendeu ações), taxa de corretagem (paga quando a ordem de compra ou venda é feita por telefone, é calculada em relação ao valor da operação), taxa de emolumentos (paga a Bovespa e calculada em relação ao valor que envolve a compra ou venda das ações), taxa de administração (cobrada nos fundos do clubes, é calculada anualmente em relação ao valor aplicado no fundo e cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor manteve operações, porém, se o investidor retirar o dinheiro em seis meses, pagará uma taxa proporcional ao período), taxa de
  12. 12. 12 performance (cobrada quando o fundo supera a rentabilidade esperada). Todas as taxas tem valores de acordo com as corretoras, exceto a taxa de emolumentos, que é cobrada pela Bovespa. PRINCIPAIS BOLSAS DO MUNDO A Bovespa está entre as maiores bolsas de valores do mundo. Entre as dez maiores destacam-se a de Frankfurt (US$ 34,383 bilhões), Chicago – CME (US$ 27,767 bilhões), Hong Kong (US$ 21,624 bilhões), Bovespa (US$ 20,340 bilhões), Nova York – Nyse Euronext (US$ 17,919 bilhões), Internacional – ICE-EUA (US$ 9,420 bilhões), Mymex – EUA (US$ 8,940 bilhões), Londres (US$ 9,408 bilhões), Austrália (US$ 6,617 bilhões) e a OMX – países bálticos e nórdicos (US$ 5,036 bilhões). DEBÊNTURE E NOTA PROMISSÓRIA Na bolsa de valores de São Paulo, mais precisamente na BOVESPA FIX, são negociadas as debêntures. As debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazo emitido por sociedades anônimas (SA), que conferem aos debenturistas um direito de crédito contra a mesma, de acordo com as características constantes do documento legal que declara as condições sob as quais a debênture foi emitida (prazo, remuneração, garantias, periodicidade de pagamento de juros, etc.). Ao adquirir debêntures, você estará fazendo um empréstimo a determinada empresa que garantirá o pagamento através de hipoteca de seu patrimônio. Os recursos capitados com a emissão de debêntures são geralmente utilizados em financiamentos de projetos, reestruturação de passivos ou aumento de capital de giro. Cada debênture emitida representa uma fração do total da dívida obtida pela companhia no ato da emissão, e pode ser negociada no mercado secundário. As debêntures podem ter características de renda variável (prêmios, participações no lucro da empresa, conversibilidade em ações da companhia) mesmo sendo classificadas como renda fixa. Diferentemente da debênture, a nota promissória é um título de curto prazo emitido pelas empresas para financiar seu capital de giro. A nota promissória é uma promessa de pagamento, e para isso são necessárias duas partes, sendo o emitente (devedor), criador da promissória no mundo jurídico, e o beneficiário que é o credor do título. A nota promissória pode ser transferida a terceiros por endosso. No mercado secundário, as notas promissórias registradas na Bolsa podem ser compradas e vendidas na BOVESPA FIX e no SOMA FIX, mediante orientação de uma corretora.
  13. 13. 13 Se por algum motivo a nota promissória não for paga até seu vencimento, poderá ser protestada e ainda será possível o beneficiário efetuar a cobrança judicialmente, esta ocorre por meio da ação cambial que é executiva. Entretanto, quando a quantia for maior que 20 salários mínimos, a parte só poderá agir em juízo representado por seu advogado legalmente habilitado. A nota promissória também é conhecida no Brasil como “Papagaio” (palavra empregada para notas promissórias de valor duvidoso). MERCADO A TERMO E MERCADO A FUTURO Dentro da Bovespa temos o mercado a Termo e o mercado a Futuro. No mercado a Termo é efetuada a compra ou venda, em mercado, de uma determinada quantia de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado, a contar da data de sua realização no pregão, resultando em um contrato entre as partes. Este contrato tem um prazo preestabelecido de no mínimo 16 dias e no máximo 999 dias corridos. Todas as ações negociáveis na BOVESPA podem ser objetos de um contrato a Termo. Título-objeto é a ação negociada a termo. Os valores a termo de uma ação são resultantes de uma ação, ao valor cotado no mercado a vista, de uma parcela correspondente aos juros, que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. É possível o acompanhamento do mercado a termo, durante todo o pregão, pela rede de terminais da Bovespa. Toda transação a termo requer um depósito de garantia na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), esta responsável pela liquidação e controle de risco de todas as operações realizadas na Bovespa. A liquidação de uma operação a termo é a realizada na CBLC, no vencimento do contrato ou antecipadamente, implicando na entrega dos títulos pelo vendedor e o pagamento do valor estipulado no contrato pelo comprador. Para realizar uma operação a termo, o aplicador incorre nos seguintes custos: taxa de corretagem, taxa de registro, taxa de liquidação, emolumentos e tributação. Já no mercado a Futuro é uma evolução do mercado a Termo. Os participantes se comprometem a comprar ou vender certa quantidade de um ativo por um preço estipulado para a liquidação em data futura. A principal diferença é a liquidação de seus compromissos. Toda negociação de compra ou venda no mercado a futuro de ações são intermediadas por Corretoras. No mercado a termo o pagamento ocorre somente no vencimento do contrato, enquanto no mercado a futuro os compromissos são ajustados diariamente. Todos os dias são verificadas as alterações de preços dos contratos para apuração das perdas de um lado e dos ganhos do outro, realizando-se a liquidação das diferenças do dia. Além disso, os contratos futuros são negociados somente em bolsas. Geralmente, é esperado que o valor do contrato futuro de uma determinada ação seja equivalente ao valor a vista, acrescido de uma fração correspondente a expectativa de taxas de juros
  14. 14. 14 entre o momento da negociação do contrato futuro de ações e a respectiva data de liquidação do contrato. O mercado a futuro exibe algumas características, tais como a padronização acentuada, elevada liquidez, negociação transparente em bolsa mediante pregão, possibilidade de encerramento da posição com qualquer participante em qualquer momento, graças ao ajuste diário do valor dos contratos, utilização do mecanismo das margens depositadas em garantia e do ajuste diário para evitar a acumulação de perdas, porém ele tem suas desvantagens também, como por exemplo, exigir elevada movimentação financeira devido aos ajustes diários (instabilidade no fluxo de caixa), custo mais elevado do que os contratos a termo e necessidade de depósito de garantias. Essas garantias podem ser prestadas de duas formas: cobertura (o vendedor que possui os títulos-objeto pode depositá-los na CBLC, como garantia de sua obrigação) e a margem (corresponde à perda potencial da carteira de ativos do investidor, para isso, projeta-se o valor de liquidação do portfólio do investidor, sendo o movimento do mercado estimado com base na volatilidade histórica do papel). Todas as negociações de compra e venda no mercado futuro de ações são intermediadas por Corretores. As operações realizadas no mercado a futuro estão sujeitas a taxa de corretagem, taxa de registro, emolumentos, taxas de liquidação. EMOLUMENTO, CUSTÓDIA E DIVIDENDO Emolumento é uma taxa cobrada pela BM&BOVESPA que incide sobre o volume financeiro negociado e depende da classificação da operação. Os Emolumentos só serão cobrados caso a ordem seja executada. Já a custódia é um serviço de guarda das ações do cliente que a bolsa e corretoras prestam aos seus clientes. É uma taxa mensal criada pelas corretoras para manter seu cadastro e suas operações registradas em seus sistemas. ela cobre custos mas não é de cobrança obrigatória. Os dividendos são valores em dinheiro distribuídos aos acionistas, na proporção da quantidade de ações possuídas. Geralmente, é o resultado dos lucros obtidos pela empresa, no exercício corrente ou em exercícios passados. DAYTRADE Na bolsa de valores ainda temos as chamadas negociações Day trade. São as operações iniciadas e encerradas no mesmo dia. As operações de compra e venda realizadas no mesmo pregão, por um mesmo investidor e uma mesma corretora também podem ser consideradas Day trade.
  15. 15. 15 O investidor que faz esse tipo de operação tem por objetivo os pequenos ganhos em numerosas operações. Para somas os ganhos, calcula-se a diferença da compra e da venda, menos os custos. Não podemos esquecer que todo Day trade é sujeito a tributação. ORDEM START E STOP Na bolsa temos as ordens start e stop. A ordem start permite programar a compra de ações, enquanto na ordem stop o investidor consegue programar o registro de uma solicitação de venda de ações. Na ordem start a ordem de compra é disparada, assim que o ativo atingir o valor pré- determinado pelo cliente. Após a disparada, a solicitação passa a ter o mesmo tratamento de uma ordem de compra convencional. A ordem stop é usada como uma proteção para o investidor. A ordem venda é enviada à Bolsa quando o valor da ação atingir os parâmetros do valor de disparo determinado pelo investidor. Após a disparada, a solicitação também passa a ter o mesmo tratamento de uma ordem de venda convencional. ETF’s Na Bolsa podemos encontrar os ETF’s – Fundos de Índices – eles são fundos espalhados em índices e suas cotas são negociadas em Bolsa da mesma forma que as ações. É um tipo de fundo inovador no Brasil mas que vem trazendo resultados positivos. Os fundos de Índices podem proporcionar maior praticidade, rapidez e eficiência no momento de investir, além de facilitar o acompanhamento de seu desempenho. Ao adquirir cotas de um Fundo, o investidor passa a ter todas as ações componentes do índice que foi relacionado a ele, sem ter de comprar separadamente os papéis de cada empresa. Mas vale reforçar que investir em ações faz parte da categoria de renda variável de investimentos que está relacionado a fatores externos, podendo assim trazer algum risco para o seu negócio. Consequentemente, a rentabilidade do seu investimento não pode ser garantida.
  16. 16. 16 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste trabalho estudou-se o mercado financeiro brasileiro e como ele funciona. Como as ações são negociadas na bolsa de valores. As ações, que podem ser ON ou PN, são de empresas privadas que negociam na bolsa de valores, emprestando dinheiro para gerar lucros ou financiando atividades produtivas. Toda a negociação é feita através da bolsa de valores, pois ela da uma garantia de que a transação seja sempre segura. Ela impõe regras e intermedia toda negociação entre os poupadores e os tomadores. Podemos usar as ordens Start e Stop para que a negociação seja efetuada ou encerrada automaticamente ao chegar no valor escolhido. A bolsa de valores brasileira é a BOVESPA, e é a quarta maior bolsa do mundo. Além das ações, podemos negociar também as debêntures. Ao comprar uma debênture você estará fazendo um empréstimo que garantirá um pagamento através de hipoteca ou patrimônio. Temos a nota promissória também, que caso não seja paga até o vencimento poderá ser protestada em cartório. Os Daytrades são negociações que se iniciam e se encerram no mesmo dia. Na bolsa de valores temos os emolumentos (taxas cobradas quando a ordem de compra é executada), as custódias (taxa mensal para manter o cadastro e as operações realizadas) e temos também os dividendos (resultado dos lucros obtidos distribuídos em dinheiro na proporção de suas ações). O mercado financeiro brasileiro é composto pelo CMN, CNPS e CNPC e é dividido em mercados. Cada mercado tem sua função. Podemos efetuar transações com títulos de prazo médio, longo e indeterminado.
  17. 17. 17 EXTRATO – FOLHA INVEST Data Operação Crédito Débito Saldo 22/04 Crédito inicial. 200.000,00 200.000,00 22/04 Taxa de custódia 04/2013 (10,80) 199.989,20 24/04 Compra 100 ações BBDC4 (3.269,00) 196.720,20 24/04 Emolumentos (1,14) 196.719,06 24/04 Corretagem (41,56) 196.677,50 24/04 Compra 150 ações BBDC3 (5.107,50) 191.570,00 24/04 Emolumentos (1,79) 191.568,21 24/04 Corretagem (50,75) 191.517,46 25/04 Compra 100 ações BVMF3 (1.348,00) 190.169,46 25/04 Emolumentos (0,47) 190.168,99 25/04 Corretagem (22,71) 190.146,28 25/04 Compra 150 ações AEDU3 (5.464,50) 184.681,78 25/04 Emolumentos (1,91) 184.679,87 25/04 Corretagem (52,53) 184.627,34 25/04 Compra 120 ações AEDU3 (4.371,60) 180.255,74 25/04 Emolumentos (1,53) 180.254,21 25/04 Corretagem (47,07) 180.207,14 25/04 Compra 200 ações CIEL3 (12.662,00) 167.545,14 25/04 Emolumentos (4,43) 167.540,71 25/04 Corretagem (88,52) 167.452,19 25/04 Compra 500 ações OGXP3 (775,00) 166.677,19 25/04 Emolumentos (0,27) 166.676,92 25/04 Corretagem (14,12) 166.662,80 25/04 Compra 150 ações AMBV4 (11.970,00) 154.692,80 25/04 Emolumentos (4,19) 154.688,61 25/04 Corretagem (85,06) 154.603,55 25/04 Compra 100 ações BRFS3 (4.831,00) 149.772,55 25/04 Emolumentos (1,69) 149.770,86 25/04 Corretagem (49,37) 149.721,49 25/04 Compra 200 ações CRUZ3 (6.018,00) 143.703,49 25/04 Emolumentos (2,11) 143.701,38 25/04 Corretagem (55,30) 143.646,08 25/04 Compra 200 ações SULA11 (2.952,00) 140.694,08 25/04 Emolumentos (1,03) 140.693,05 25/04 Corretagem (39,58) 140.653,47 25/04 Compra 200 ações AMBV3 (15.640,00) 125.013,47 25/04 Emolumentos (5,47) 125.008,00 25/04 Corretagem (103,41) 124.904,59
  18. 18. 18 25/04 Compra 200 ações ARTR3 (4.508,00) 120.396,59 25/04 Emolumentos (1,58) 120.395,01 25/04 Corretagem (47,75) 120.347,26 25/04 Venda 200 ações AMBV3 15.756,00 136.103,26 25/04 Emolumentos (3,94) 136.099,32 25/04 Corretagem (103,99) 135.995,33 25/04 Estorno de emolumentos devido a day-trade 1,56 135.996,89 25/04 Venda 150 ações AMBV4 11.994,00 147.990,89 25/04 Emolumentos (3,00) 147.987,89 25/04 Corretagem (85,18) 147.902,71 25/04 Estorno de emolumentos devido a day-trade 1,20 147.903,91 25/04 Venda 100 ações BRFS3 4.845,00 152.748,91 25/04 Emolumentos (1,21) 152.747,70 25/04 Corretagem (49,44) 152.698,26 25/04 Estorno de emolumentos devido a day-trade 0,48 152.698,74 25/04 Venda 200 ações ARTR3 4.544,00 157.242,74 25/04 Emolumentos (1,14) 157.241,60 25/04 Corretagem (47,93) 157.193,67 25/04 Estorno de emolumentos devido a day-trade 0,45 157.194,12 25/04 Compra 200 ações AEDU3 (7.286,00) 149.908,12 25/04 Emolumentos (2,55) 149.905,57 25/04 Corretagem (61,64) 149.843,93 25/04 Compra 200 ações CESP6 (4.304,00) 145.539,93 25/04 Emolumentos (1,51) 145.538,42 25/04 Corretagem (46,73) 145.491,69 25/04 Compra 200 ações CCXC3 (736,00) 144.755,69 25/04 Emolumentos (0,26) 144.755,43 25/04 Corretagem (13,53) 144.741,90 25/04 Compra 200 ações FIBR3 (4.430,00) 140.311,90 25/04 Emolumentos (1,55) 140.310,35 25/04 Corretagem (47,36) 140.262,99 25/04 Compra 100 ações LREN3 (7.410,00) 132.852,99 25/04 Emolumentos (2,59) 132.850,40 25/04 Corretagem (62,26) 132.788,14 25/04 Compra 200 ações NATU3 (9.600,00) 123.188,14 25/04 Emolumentos (3,36) 123.184,78 25/04 Corretagem (73,21) 123.111,57 25/04 Compra 200 ações RENT3 (7.158,00) 115.953,57 25/04 Emolumentos (2,51) 115.951,06 25/04 Corretagem (61,00) 115.890,06 25/04 Venda 100 ações AMBV4 8.001,00 123.891,06 25/04 Emolumentos (2,80) 123.888,26 25/04 Corretagem (65,22) 123.823,04
  19. 19. 19 25/04 Venda 100 ações BRFS3 4.860,00 128.683,04 25/04 Emolumentos (1,70) 128.681,34 25/04 Corretagem (49,51) 128.631,83 25/04 Venda 200 ações FIBR3 4.478,00 133.109,83 25/04 Emolumentos (1,12) 133.108,71 25/04 Corretagem (47,60) 133.061,11 25/04 Estorno de emolumentos devido a day-trade 0,44 133.061,55 25/04 Venda 100 ações BBAS3 2.593,00 135.654,55 25/04 Emolumentos (0,91) 135.653,64 25/04 Corretagem (35,99) 135.617,65 25/04 Venda 200 ações BBDC3 6.840,00 142.457,65 25/04 Emolumentos (2,39) 142.455,26 25/04 Corretagem (59,41) 142.395,85 25/04 Venda 50 ações BVMF3 682,50 143.078,35 25/04 Emolumentos (0,24) 143.078,11 25/04 Corretagem (12,73) 143.065,38 25/04 Compra 300 ações VAGR3 (117,00) 142.948,38 25/04 Emolumentos (0,04) 142.948,34 25/04 Corretagem (2,70) 142.945,64 30/04 Venda 200 ações NATU3 9.746,00 152.691,64 30/04 Emolumentos (3,41) 152.688,23 30/04 Corretagem (73,94) 152.614,29 30/04 Venda 100 ações PETR3 1.883,00 154.497,29 30/04 Emolumentos (0,66) 154.496,63 30/04 Corretagem (28,89) 154.467,74 30/04 Venda 100 ações VALE3 3.375,00 157.842,74 30/04 Emolumentos (1,18) 157.841,56 30/04 Corretagem (42,09) 157.799,47 30/04 Venda 100 ações VALE5 3.215,00 161.014,47 30/04 Emolumentos (1,13) 161.013,34 30/04 Corretagem (41,29) 160.972,05 30/04 Venda 500 ações OGXP3 1.100,00 162.072,05 30/04 Emolumentos (0,39) 162.071,66 30/04 Corretagem (18,99) 162.052,67 30/04 Venda 100 ações PETR4 1.967,00 164.019,67 30/04 Emolumentos (0,69) 164.018,98 30/04 Corretagem (29,73) 163.989,25 30/04 Venda 200 ações CCXC3 796,00 164.785,25 30/04 Emolumentos (0,28) 164.784,97 30/04 Corretagem (14,43) 164.770,54 30/04 Venda 150 ações BVMF3 2.044,50 166.815,04 30/04 Emolumentos (0,72) 166.814,32 30/04 Corretagem (30,51) 166.783,81
  20. 20. 20 30/04 Venda 200 ações SULA11 3.006,00 169.789,81 30/04 Emolumentos (1,05) 169.788,76 30/04 Corretagem (40,12) 169.748,64 30/04 Venda 100 ações LREN3 7.463,00 177.211,64 30/04 Emolumentos (2,61) 177.209,03 30/04 Corretagem (62,53) 177.146,50 30/04 Venda 200 ações CRUZ3 6.052,00 183.198,50 30/04 Emolumentos (2,12) 183.196,38 30/04 Corretagem (55,47) 183.140,91 30/04 Venda 200 ações BBDC4 6.532,00 189.672,91 30/04 Emolumentos (2,29) 189.670,62 30/04 Corretagem (57,87) 189.612,75 30/04 Venda 100 ações ITUB4 3.338,00 192.950,75 30/04 Emolumentos (1,17) 192.949,58 30/04 Corretagem (41,90) 192.907,68 30/04 Venda 100 ações ITSA4 986,00 193.893,68 30/04 Emolumentos (0,35) 193.893,33 30/04 Corretagem (17,28) 193.876,05 30/04 Venda 300 ações CIEL3 15.837,00 209.713,05 30/04 Emolumentos (5,54) 209.707,51 30/04 Corretagem (104,40) 209.603,11 30/04 Venda 470 ações AEDU3 16.887,10 226.490,21 30/04 Emolumentos (5,91) 226.484,30 30/04 Corretagem (109,65) 226.374,65 30/04 Venda 200 ações RENT3 7.124,00 233.498,65 30/04 Emolumentos (2,49) 233.496,16 30/04 Corretagem (60,83) 233.435,33 30/04 Venda 100 ações UGPA3 5.325,00 238.760,33 30/04 Emolumentos (1,86) 238.758,47 30/04 Corretagem (51,84) 238.706,63 30/04 Venda 300 ações VAGR3 114,00 238.820,63 30/04 Emolumentos (0,04) 238.820,59 30/04 Corretagem (2,70) 238.817,89 30/04 Venda 200 ações CESP6 4.240,00 243.057,89 30/04 Emolumentos (1,48) 243.056,41 30/04 Corretagem (46,41) 243.010,00 03/05 Compra 200 ações BBAS3 (5.030,00) 237.980,00 03/05 Emolumentos (1,76) 237.978,24 03/05 Corretagem (50,36) 237.927,88 03/05 Venda 100 ações CCRO3 1.983,00 239.910,88 03/05 Emolumentos (0,69) 239.910,19 03/05 Corretagem (29,89) 239.880,30 03/05 Compra 150 ações ARTR3 (3.334,50) 236.545,80
  21. 21. 21 03/05 Emolumentos (1,17) 236.544,63 03/05 Corretagem (41,88) 236.502,75 03/05 Venda 50 ações BBDC3 1.744,00 238.246,75 03/05 Emolumentos (0,61) 238.246,14 03/05 Corretagem (27,50) 238.218,64 03/05 Venda 150 ações ARTR3 3.360,00 241.578,64 03/05 Emolumentos (0,84) 241.577,80 03/05 Corretagem (42,01) 241.535,79 03/05 Estorno de emolumentos devido a day-trade 0,33 241.536,12 03/05 Venda 200 ações BBAS3 5.002,00 246.538,12 03/05 Emolumentos (1,25) 246.536,87 03/05 Corretagem (50,22) 246.486,65 03/05 Estorno de emolumentos devido a day-trade 0,50 246.487,15 13/05 Compra 100 ações ALLL3 (1.072,00) 245.415,15 13/05 Emolumentos (0,38) 245.414,77 13/05 Corretagem (18,57) 245.396,20 13/05 Venda 100 ações ALLL3 1.070,00 246.466,20 13/05 Emolumentos (0,27) 246.465,93 13/05 Corretagem (18,54) 246.447,39 13/05 Estorno de emolumentos devido a day-trade 0,11 246.447,50 03/06 JRS CAP PROPRIO BBDC3 1,00 246.448,50
  22. 22. 22 REFERÊNCIAS CONSELHO Monetário Nacional. Wikipédia. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Monet%C3%A1rio_Nacional>. Acesso em 01 maio 2013. ENTENDA o CMN. Disponível em: <http://www.bcb.gov.br/?CMNENTENDA>. Acesso em 01 maio 2013. CONSELHO Monetário Nacional. Disponível em: <http://www.fazenda.gov.br/portugues/orgaos/cmn/cmn.asp>. Acesso em 01 maio 2013. AMBIENTE Financeiro. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAozAAJ/apostila-financeira>. Acesso em 31 março 2013. SISTEMA Financeiro Nacional. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAMAQAE/sistema-financeiro-nacional> Acesso em 31 março 2013. BOLSA de valores. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Bolsa_de_valores> Acesso em 01 maio 2013. DEBÊNTURES. Disponível em: <https://www.citicorretora.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=101>. Acesso em 01 maio 2013. BOLSA de valores. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/economia/bolsa-de- valores.htm>. Acesso em 01 maio 2013. DEBÊNTURES. Wikipédia. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Deb%C3%AAnture>. Acesso em 01 maio 2013. NOTA Promissória. Wikipédia. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Nota_promiss%C3%B3ria>. Acesso em 01 maio 2013. AÇÕES. Disponível em: <http://www.guiadeinvestimento.com.br/como-comprar-acoes/>. Acesso em 01 maio 2013. BOLSA de valores e ações. Disponível em: <http://economia.uol.com.br/financas- pessoais/guias-financeiros/guia-como-funciona-a-bolsa-de-valores-e-como-aplicar-em-acoes-na- bovespa.htm>. Acesso em 01 maio 2013. SISTEMA financeiro nacional. Disponível em: <http://www.algosobre.com.br/conhecimentos-bancarios/estrutura-do-sistema-financeiro- nacional.html>. Acesso em 31 março 2013. BOLSA de valores. Disponível em: <http://www.bolsasmundiais.com.br/>. Acesso em 01 maio 2013.
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