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BAD: áreas de intervenção
BAD: dados complementares• Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e  Documentalistas• Data de criação: 1973• ...
Secções - BAD
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A BAD e a formação em arquivosaudiovisuais• “Indexação de conteúdos audiovisuais”;• “Arquivos de imagens em movimento“;• “...
BAD: Ligações internacionais • Ex. ICA/CIAhttp://www.ica.org/5671/paag-resources/publications-for-archivists-managing-phot...
A urgência da preservação digital dosarquivos audiovisuais• “Fundamental, porém, com estes arquivos é  reconhecer a precar...
Estratégias para a preservação digital• Recomendações UNESCO (selecção)  • Investigação sobre suportes e preservação digit...
Itens para um modelo – preservaçãodigital• 1. Necessidade imperiosa de estratégias de preservação  digital correctas para ...
Perspectivas BAD sobre os arquivosaudiovisuais – I• 1. Estimular a reactivação do seu GT de arquivos audiovisuais (ou  reu...
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Apresentação no Centro Nacional de Cultura em Abril de 2011

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A BAD e os arquivos audiovisuais

  1. 1. Jornal Falado – “Memórias audiovisuais” CNC (com BAD e Duvídeo) A BAD e os arquivos audiovisuais Pedro Penteado - APBAD ppenteado@netcabo.pt Lisboa, 13 de Abril de 2011
  2. 2. BAD: áreas de intervenção
  3. 3. BAD: dados complementares• Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas• Data de criação: 1973• Várias tipologias de associados • Inclui “associados colectivos” – entidades que detenham património documental e/ou contribuam com a sua acção para a preservação, o desenvolvimento e a divulgação desse património, bem como para a promoção das Ciências da Informação e Documentação.• Biblioteca especializada• Publicações: “Notícia BAD”, “Cadernos BAD”, actas de congressos, etc.• Ligações internacionais • Membro da IFLA, ICA/CIA, EBLIDA e IASL • Relações privilegiadas com as congéneres ABF, CILIP, FEBAB, ANABAD e FESABID
  4. 4. Secções - BAD
  5. 5. A BAD e os arquivos audiovisuais – I• ACTIVIDADES • CONTEXTO • 1991 – Port. 111/91 determina que RTP deve• 1992, Dezembro - Seminário “Audiovisuais Portugal conservar em arquivo e nas melhores 1993” (1.º ponto de situação) condições de utilização os registos • Tema 1 - Quem são as entidades que possuem classificados como de interesse público património audiovisual • Tema 2 – Formas de tratamento documental • 1992 - Início da TV privada - Portugal • Tema 3 – Pessoal especializado disponível • Com a presença do Vice-Presidente do Comité de arquivos audiovisuais do CIA e representantes da FIAT• 1993 – BAD pede rápida revisão do diploma que exclui do seu âmbito de aplicação os arquivos • 1993, Janeiro – DL 16/93 - Regime Geral de audiovisuais Arquivos (RGA)• 1993, Fevereiro – Início da revitalização do GT de audiovisuais – objectivos: • 1994, Maio, 11 – DL 14/94, Ratifica RGA, • Revisão do RGA considerando que integram património • Levantamento das necessidades de formação arquivístico protegido os arquivos públicos e (apoio FIAT e RTP) • Repertório de serviços de informação classificados. incluindo o património especializados fotográfico, fílmico e videográfico, • Publicação de terminologia e bibliografia da área fonográfico, informático e outros • 1995 - Criação do ANIM
  6. 6. A BAD e os arquivos audiovisuais – II• ACTIVIDADES BAD • CONTEXTO • 1996 – J. Sequeira (coord.) – “Guia dos• 1996 – Conferência “Produção arquivos audiovisuais em Portugal” (ed. RTP) audiovisual. As tecnologias do fim do século” (Eng. Carlos Alberto Henriques, RTP)• 1997 – Seminário “Audiovisuais • 1997 - FIAT – “Recommended standards and 97” – Política do audiovisual procedures for selection and preservation of (apoio à produção, funções do television programme material” Estado na preservação da memória – ex. ANIM)• 1998 – Seminário sobre informação e documentação • 1998 - “Uma filosofia para os arquivos audiovisual audiovisuais”, de Ray Edmondson e • Descrição/catalogação e membros de AVAPIN – PGI/Unesco Conservação/restauro
  7. 7. A BAD e os arquivos audiovisuais – III• ACTIVIDADES BAD • CONTEXTO• 2000 – Seminário “Arquivos audiovisuais: uma filosofia?” • 2000 – Conselho Superior de Arquivos • Apresentação da tradução do documento agenda a problemática dos arquivos “Uma filosofia para os arquivos audiovisuais” audiovisuais • Normas de descrição (ICA e AMIA)• 2000/2001 – GT- BAD – Arquivos audiovisuais • Tradução de “Recomendações para a protecção e • 2001 – Lei 107/2001 – art.º 84 – Património preservação de imagens em movimento” - UNESCO • Difusão do documento “Uma filosofia para os arquivístico audiovisual - digno de interesse arquivos audiovisuais” cultural, de produção nacional ou conservado • Visitas de estudo (arquivos RTP, SIC, TVI, ANIM, ANF, …) em instituições públicas • Formação • 2001 – EBU/UER – “Preservation and reuse• 2001 – “Cadernos BAD” sobre os arquivos of film material for television” audiovisuais (publica Terminologia, Bibliografia e Recomendações para a protecção e preservação de imagens em movimento – UNESCO (1980))
  8. 8. A BAD e os arquivos audiovisuais – II • CONTEXTO• ACTIVIDADES BAD • 2002 – “Encontro sobre preservação digital:• 2002 – Publicação nos Cadernos BAD experiências e estratégias” (BN) de um “Manifesto para a preservação • 2003 – Lei 32/2003 – Registos de emissões digital” (inclui arquivos audiovisuais) RTP de interesse público devem ser conservados a longo prazo • Urgência de políticas e • 2004 – Lei 42/2004 – Ao Estado compete incentivos/vantagens para criadores promover a preservação do património de recursos digitais, entidades de cinematográfico e audiovisual nacional depósito e órgãos de coordenação • nacional • 2007 - … - Produção científica e universitária sobre as experiências de digitalização/preservação dos arquivos audiovisuais (ex. de Ana Franqueira e do ARQDISIC-2006) • 2007 – Em cooperação com Conselho Coordenador das Associações de Arquivos Audiovisuais (CCAAA) (que envolve IFLA, IASA, FIAT, FIAF, ICA ), a UNESCO declara o Dia Mundial do Património Audiovisual - 27 de Outubro
  9. 9. A BAD e a formação em arquivosaudiovisuais• “Indexação de conteúdos audiovisuais”;• “Arquivos de imagens em movimento“;• “Gestão e organização de arquivos audiovisuais”;• Anos: • … / 2002 / 2003 / 2005 / 2006 / 2008 / 2009 / 2010 / 2011• Formadores: • Ana Franqueira/SIC; • João Sequeira/RTP; • Orlando Gonçalves/RTP e Ângelo Santana
  10. 10. BAD: Ligações internacionais • Ex. ICA/CIAhttp://www.ica.org/5671/paag-resources/publications-for-archivists-managing-photograph-and-film-collections.html
  11. 11. A urgência da preservação digital dosarquivos audiovisuais• “Fundamental, porém, com estes arquivos é reconhecer a precaridade dos suportes físicos e dos equipamentos e tecnologia que rapidamente se tornam obsoletos. É-nos exigida uma actuação imediata com estes arquivos.• (…) Pode dizer-se que a Recomendação da UNESCO para a Proteção e Preservação de Imagens em Movimento resume as acções a empreender e deveria quase ser seguida à letra”. • Ana Franqueira – 2001 – BAD – “I Encontro nacional de arquivos empresariais”• Não é possível perder mais tempo !!!
  12. 12. Estratégias para a preservação digital• Recomendações UNESCO (selecção) • Investigação sobre suportes e preservação digital • Programas de preservação envolvendo produtores, distribuidores e entidades de protecção patrimonial • Organização de actividades de informação/sensibilização pública • Preservação do material em arquivos com condições adequadas • Estados membros devem prestar atenção às normas recomendadas pelos organismos internacionais para armazenamento e tratamento • “Catálogos” nacionais sobre arquivos de imagens em movimento • Estados membros devem encorajar as entidades detentoras privadas a salvaguardar o seu património • Intercâmbio de informação • Aposta na formação • Cooperação internacional • Etc.
  13. 13. Itens para um modelo – preservaçãodigital• 1. Necessidade imperiosa de estratégias de preservação digital correctas para salvaguardar o património dos arquivos audiovisuais• 2. Solução-chave: Digitalização com metodologias e técnicas adequadas (ex. Metainformação, organização da informação,…)• 3. Armazenamento e acesso digital no longo curso• 4. Promoção de (re)utilizações rentáveis, em múltiplas plataformas e redes, num contexto de crise económica do país e de necessidade de afirmação de identidade.
  14. 14. Perspectivas BAD sobre os arquivosaudiovisuais – I• 1. Estimular a reactivação do seu GT de arquivos audiovisuais (ou reunião dos seus associados da área) com vista a diagnosticar e debater situação actual e as estratégias adequadas, particularmente em torno da preservação;• 2. Com outros parceiros, colocar na agenda pública a importância da preservação (foco principal) e utilização do património arquivístico audiovisual, através de: • 1) evento especializado (para 27-10-2011); • 2) agendamento do tema no Conselho Nacional de Cultura – Secção de arquivos• 3. Delinear os temas a aprofundar: • Questões de política e legislação • Situação actual dos arquivos audiovisuais (em entidades públicas e priavadas de referência) • Normas, orientações técnicas e boas práticas• 4. Produtos e serviços a oferecer na área: • Formação • Documentos técnicos a traduzir e publicar.
  15. 15. Jornal Falado – “Memórias audiovisuais” CNC (com BAD e Duvídeo) A BAD e os arquivos audiovisuais Pedro Penteado ppenteado@netcabo.pt apbad@apbad.pt Lisboa, 13 de Abril de 2011

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