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Integridade em tempos de crise

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Integridade em tempos de crise

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Integridade em tempos de crise

  1. 1. INTEGRIDADE EM TEMPOS DE CRISE 4º Trimestre de 2014 Lição 7 Pr. Moisés Sampaio de Paula
  2. 2. Pr. Moisés Sampaio de Paula 2 Pr. Moisés Sampaio de Paula
  3. 3. Pr. Moisés Sampaio de Paula 3
  4. 4. Uma pergunta Tem você, professor, também uma vida devocional como Daniel? Pr. Moisés Sampaio de Paula 4
  5. 5. OBJETIVOS Pr. Moisés Sampaio de Paula 5 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: • Saber que Daniel era um homem íntegro, mesmo vivendo em um meio corrompido. • Analisar o caráter íntegro de Daniel. • Compreender porque Daniel foi parar na cova dos leões.
  6. 6. OS REIS A QUEM DANIEL SERVIU Nome Império Relato da História Acontecimentos memoráveis Nabucodonosor Medo-Persa Capítulos 1-4 Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram lançados na fornalha ardente; Nabucodonosor tornou-se insano por 7 anos. Belsazar Babilônia Capítulos 5, 7, 8 Daniel leu a escritura na parede, a qual avisava sobre o fim do Império Babilônico Dario Medo-Persa Capítulos 6, 9 Daniel é lançado na cova dos leões. Ciro Medo-Persa Capítulos 10-12 Os exilados retornam a sua terra natal, em Judá, e à capital Jerusalém Pr. Moisés Sampaio de Paula 6
  7. 7. Palavra chave Pr. Moisés Sampaio de Paula 7
  8. 8. Esboço da Lição I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1-6) 1. Dario reorganiza o governo e delega autoridade administrativa (Dn 6.1-3). 2. Daniel se torna alvo de uma conspiração (Dn 6.4,5). 3. O perigo das confabulações políticas. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10-16) 1. Nenhuma trama política mudaria em Daniel o seu hábito devocional de oração (Dn 6.10). 2. A momentânea vitória dos conspiradores. 3. Preservando a integridade (Dn 6.18-22). III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) 1. Daniel preferiu morrer a se dobrar diante de um edito maligno (Dn 6.16,17). 2. Daniel foi protegido da morte pelo anjo de Deus (Dn 6.22,23). 3. Deus mais uma vez foi glorificado através da vida de Daniel (Dn 6.22,23,25-28). Pr. Moisés Sampaio de Paula 8
  9. 9. INTRODUÇÃO • O capítulo seis do livro de Daniel, objeto de estudo desta lição, destaca o valor da integridade moral e espiritual de Daniel e seus amigos durante o reinado de Dario. • Daniel agora era um homem idoso, todavia, sua fé em Deus e sua fidelidade permaneceram inabaláveis, mesmo diante das falsas acusações e da condenação que fizeram com que ele enfrentasse a cova dos leões. Pr. Moisés Sampaio de Paula 9
  10. 10. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) • 1. Dario reorganiza o governo e delega autoridade administrativa (Dn 6.1-3). • 2. Daniel se torna alvo de uma conspiração (Dn 6.4,5). • 3. O perigo das confabulações políticas. Pr. Moisés Sampaio de Paula 10
  11. 11. Pr. Moisés Sampaio de Paula 11 • Mais de sessenta anos já haviam se passado desde que Daniel e seus companheiros foram levados para o palácio babilônio. • Apesar disso, eles permaneceram íntegros, e mantiveram a fé inabalável no Deus vivo, mesmo vivendo em meio à idolatria e corrupção. • Eles não se corromperam com as ofertas palacianas.
  12. 12. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 1. Dario reorganiza o governo e delega autoridade administrativa (Dn 6.1-3). Pr. Moisés Sampaio de Paula 12 • Pareceu bem ao rei nomear 120 princípes para presidirem sobre todo o reino. Dentre estes, três seriam os principais. Os outros teriam que prestar contas a esses. • Daniel estava entre os três e, dentre eles, logo se destacou e chamou a atenção do rei Dario, pois tinha "um espírito excelente" (v.3).
  13. 13. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 1. Dario reorganiza o governo e delega autoridade administrativa (Dn 6.1-3). Pr. Moisés Sampaio de Paula 13 • Assim, não demorou muito para que o rei, devido à aptidão de Daniel, o constituísse sobre todo o reino (v.3). Daniel
  14. 14. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 1. Dario reorganiza o governo e delega autoridade administrativa (Dn 6.1-3). Pr. Moisés Sampaio de Paula 14 • Tal decisão despertou ciúme e inveja nos outros líderes, os quais logo se tornaram inimigos de Daniel (vv.4,5). Daniel
  15. 15. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) • A inveja e o ciúme fizeram com que homens malignos, sedentos de poder, tentassem derrubar Daniel. Pr. Moisés Sampaio de Paula 15 2. Daniel se torna alvo de uma conspiração (Dn 6.4,5).
  16. 16. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) Pr. Moisés Sampaio de Paula 16 2. Daniel se torna alvo de uma conspiração (Dn 6.4,5). • O problema era que por mais que os inimigos de Daniel procurassem um motivo, político ou moral, para acusá-lo, nada encontravam que pudesse manchar sua reputação.
  17. 17. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) Pr. Moisés Sampaio de Paula 17 2. Daniel se torna alvo de uma conspiração (Dn 6.4,5). • A integridade e a lealdade de Daniel eram tão imbatíveis que seus inimigos resolveram armar uma situação ardilosa contra ele, utilizando a própria fidelidade de Daniel a Deus (v.5).
  18. 18. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 3. O perigo das confabulações políticas. • A intenção do rei, de promover Daniel ao posto de maior destaque no governo, suscitou raiva nos outros princípes, pois um estrangeiro teria poder sobre eles. • Os princípes se utilizaram da vaidade e do ego do próprio monarca para estabelecer uma trama que prejudicasse Daniel. Pr. Moisés Sampaio de Paula 18
  19. 19. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 3. O perigo das confabulações políticas. • Invejosos se uniram e foram até o rei e propuseram que fosse feito um edito real determinando que: Pr. Moisés Sampaio de Paula 19 Durante o período de trinta dias, ninguém fizesse oração a outro deus, ou homem, que não fosse ao rei Dario.
  20. 20. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 3. O perigo das confabulações políticas. • Tal edito agradou o vaidoso monarca que desejava ser adorado como um deus (vv.6- 9). • Daniel não fora consultado sobre tal decreto, mas certamente sabia que o objetivo era atingir a sua vida devocional e prejudicar sua comunhão com Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 20
  21. 21. I. - DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO (Dn 6.1- 6) 3. O perigo das confabulações políticas. • Depois que o rei aprovou o edito, os inimigos de Daniel ficaram na espreita, esperando o momento em que ele estaria orando ao Senhor. Daniel seria apanhado em flagrante. • Entretanto, Daniel não ficou abalado ou preocupado com tal edito (v.10). Ele não permitiria que nada viesse atrapalhar sua comunhão com Deus e suas orações. Pr. Moisés Sampaio de Paula 21
  22. 22. SINOPSE DO TÓPICO (1) Pr. Moisés Sampaio de Paula 22 Mesmo vivendo em uma sociedade pagã, corrompida pelo pecado, Daniel se manteve íntegro.
  23. 23. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 23 1. Segundo a lição, o que destaca o capítulo seis de Daniel? R. O capítulo seis do livro de Daniel destaca o valor da integridade moral e espiritual de Daniel e seus amigos durante o reinado de Dario.
  24. 24. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 24 2. O que fez com que Daniel se destacasse entre os demais presidentes? R. Ele tinha "um espírito excelente".
  25. 25. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10-16) • 1. Nenhuma trama política mudaria em Daniel o seu hábito devocional de oração (Dn 6.10). • 2. A momentânea vitória dos conspiradores. • 3. Preservando a integridade (Dn 6.18- 22). Pr. Moisés Sampaio de Paula 25
  26. 26. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) 1. Nenhuma trama política mudaria em Daniel o seu hábito devocional de oração (Dn 6.10). • A palavra integridade pode ser definida como: Pr. Moisés Sampaio de Paula 26 • "solidez, ou estado de ser inteiro, isto é, completo".
  27. 27. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) 1. Nenhuma trama política mudaria em Daniel o seu hábito devocional de oração (Dn 6.10). • Ainda muito jovem Daniel entendera que sua vida dependia de sua relação com Deus. A oração era a maneira de ele ser orientado em suas decisões pessoais e políticas. Da mesma forma, Deus nos orienta e revela a sua vontade por intermédio das nossas orações. Pr. Moisés Sampaio de Paula 27
  28. 28. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) • Daniel soube do edito real, mas não abriria mão da sua fé, mesmo que tal resistência lhe custasse a vida (v.10). • Cientes da integridade de Daniel, os inimigos apenas esperaram o horário costumeiro para fazer o flagrante do "infrator" (v.11). Pr. Moisés Sampaio de Paula 28 2. A momentânea vitória dos conspiradores.
  29. 29. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) • De posse das provas, foram ao rei e reivindicaram que a lei dos medos e dos persas fosse cumprida (vv.12,13). • Só então Dario percebeu que havia sido usado para que os inimigos de Daniel conseguissem o seu intento (vv.13-15) Pr. Moisés Sampaio de Paula 29 2. A momentânea vitória dos conspiradores.
  30. 30. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) • Daniel nos deixou o exemplo de que é possível permanecer íntegro mesmo vivendo em meio a corrupção. • Os servos de Deus são chamados para que sejam luz em meio às trevas. Pr. Moisés Sampaio de Paula 30 3. Preservando a integridade (Dn 6.18- 22).
  31. 31. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) • Uma pessoa íntegra: Pr. Moisés Sampaio de Paula 31 3. Preservando a integridade (Dn 6.18- 22). não é dividida, não age com duplicidade, não finge, não faz de conta e, mesmo diante do perigo, não nega a sua fé.
  32. 32. II. DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM SUA FÉ EM DEUS (Dn 6.10- 16) • Daniel nunca escondeu sua fé e o fato de que orava a Deus, pois segundo o texto bíblico, ele orava em seu quarto com as janelas abertas (v.10). • As pessoas íntegras não escondem nada de ninguém. Suas vidas são transparentes. Pr. Moisés Sampaio de Paula 32 3. Preservando a integridade (Dn 6.18- 22).
  33. 33. SINOPSE DO TÓPICO (2) Pr. Moisés Sampaio de Paula 33 A fé de Daniel contribuiu para que ele tivesse uma vida devocional bem-sucedida.
  34. 34. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 34 3. Os inimigos de Daniel confabularam contra ele buscando que tipo de falha? R. Falhas políticas ou morais.
  35. 35. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 35 4. Defina a palavra integridade. R. A palavra integridade pode ser definida como "solidez, ou estado de ser inteiro, isto é, completo"
  36. 36. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) • 1. Os jovens hebreus foram acusados e denunciados (vv.8-12). • 2. A resposta corajosa dos jovens hebreus (Dn 3.16-18). • 3. Reação à intimidação (Dn 3.16-18). Pr. Moisés Sampaio de Paula 36
  37. 37. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) 1. Daniel preferiu morrer a se dobrar diante de um edito maligno (Dn 6.16,17). • Daniel não discutiu nem questionou com o rei o seu edito. Quando soube da lei real, foi para o seu quarto e, como de costume, orou a Deus (v.10). Pr. Moisés Sampaio de Paula 37
  38. 38. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) 1. Daniel preferiu morrer a se dobrar diante de um edito maligno (Dn 6.16,17). • Na verdade, Daniel tinha certeza de que Deus poderia livrá-lo se assim o quisesse. • A grande lição é que sua integridade não o livrou da maldade e da inveja dos seus inimigos, pois foi denunciado, preso e lançado na cova dos leões (vv.16,17). Pr. Moisés Sampaio de Paula 38
  39. 39. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) • A firmeza de Daniel estava acima de qualquer trama diabólica. Com essa confiança, resignadamente aceitou a sua arbitrária condenação (vv.16,17). • Porém, na cova, Daniel constatou o livramento do Senhor, que enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões, os quais não puderam devorá-lo (v.22). Pr. Moisés Sampaio de Paula 39 2. Daniel foi protegido da morte pelo anjo de Deus (Dn 6.22,23).
  40. 40. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) • O rei Dario ficou temeroso e triste ao ver que não poderia livrar seu fiel súdito daquela situação (v.14). Porém, no seu íntimo, o rei sabia que o Deus de Daniel poderia operar um milagre. • Por isso, foi à cova para constatar o livramento (vv.18-20). Ali, o monarca foi surpreendido pelos feitos do Todo-Poderoso. • Pr. Moisés Sampaio de Paula 40 2. Daniel foi protegido da morte pelo anjo de Deus (Dn 6.22,23).
  41. 41. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) • Daniel foi retirado da cova sem nenhum ferimento (vv.22,23). Então, o rei ordenou que todos aqueles que haviam tramado contra Daniel fossem lançados na cova (v.24). Os inimigos experimentaram o castigo que eles mesmos haviam preparado. Pr. Moisés Sampaio de Paula 41 2. Daniel foi protegido da morte pelo anjo de Deus (Dn 6.22,23).
  42. 42. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) 3. Deus mais uma vez foi glorificado através da vida de Daniel (Dn 6.22,23,25- 28). • Daniel não saiu da cova esbravejando e amaldiçoando os conspiradores. • Ao contrário, ele reafirmou sua inocência e disse que Deus havia enviado o seu anjo para livrá-lo (v.22). Pr. Moisés Sampaio de Paula 42
  43. 43. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) 3. Deus mais uma vez foi glorificado através da vida de Daniel (Dn 6.22,23,25- 28). • Mediante a fidelidade de Daniel, o rei Dario aprendeu uma importante lição e, por isso, decidiu honrar o Deus de Daniel com um edito. • Portanto, não há e nem houve um Deus como o da Igreja. Pr. Moisés Sampaio de Paula 43
  44. 44. III. DANIEL NA COVA DOS LEÕES (Dn 6.16-24) 3. Deus mais uma vez foi glorificado através da vida de Daniel (Dn 6.22,23,25- 28). Este decretava que todos os habitantes do império babilônico temessem ao Deus de Daniel "porque ele é o Deus vivo e para sempre permanente, e o seu reino não se pode destruir; o seu domínio é até ao fim. Ele livra, e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões" (vv.26,27). Pr. Moisés Sampaio de Paula 44
  45. 45. SINOPSE DO TÓPICO (3) Pr. Moisés Sampaio de Paula 45 Daniel não se dobrou diante de um edito maligno. Ele foi fiel e o Senhor o livrou dos leões.
  46. 46. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 46 5. Quem Deus enviou para fechar a boca dos leões? R. Deus enviou seu anjo
  47. 47. Conclusão • Daniel foi próspero e abençoado durante todo o reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa (v.28). • Deus honrou a fé do seu servo. Ele também vai honrar a sua fé e o livrará de todo o mal. Confie! Pr. Moisés Sampaio de Paula 47
  48. 48. Conclusão • Atualmente, os inimigos dos servos de Deus também procuram, mediante articulações ardilosas, caluniar e mentir contra aqueles que servem ao Senhor fielmente e se destacam no cenário político e eclesiástico. Pr. Moisés Sampaio de Paula 48
  49. 49. Conclusão • Estes lançam calúnias a fim de denegrir a integridade daqueles que legislam e realizam seu trabalho com excelência. Muitas vezes os íntegros também padecem diante de leis injustas. • A fé do profeta fez com que ele mantivesse sua comunhão com Deus mesmo em tempo de crise. Pr. Moisés Sampaio de Paula 49
  50. 50. Conclusão • A fé em Deus nos dá paz e convicção interior para enfrentar as situações adversas da vida. Como crentes, estaríamos dispostos a sacrificar nossa vida e até morrer pelo nome de Jesus? O Mestre declarou que no final dos tempos os verdadeiros discípulos seriam odiados, atormentados e levados à morte. Temos pessoas como Daniel? Oremos a Deus para que sejamos como este profeta. Pr. Moisés Sampaio de Paula 50
  51. 51. Subsídio Bibliológico Pr. Moisés Sampaio de Paula 51 A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O Subsídio Bibliológico "Os males da inveja (6.4) Os companheiros de cargo de Daniel, movidos por amarga inveja, tinham más intenções contra o servo de Deus. Todos têm de vigiar contra este mostro destruidor: a inveja. Ainda neste versículo vemos outra virtude de Daniel: integridade de caráter 'nenhum erro nem culpa'. O plano diabólico de matar Daniel seria executado através dos dirigentes do povo, e da vaidade do rei. Em Daniel 2.12, o Diabo, em seu plano anterior de matar Daniel, agiu através da ira do rei Nabucodonosor. Agora ele usou outro rei e outras armas: a presunção, a vaidade, o orgulho, a vanglória pessoal. O Diabo percebeu que Daniel seria o homem que intercederia junto a Deus, com oração e jejum, para que os cativos de Israel retornassem à sua terra. O rei seria um deus por trinta dias (v. 7). Assim, movido por orgulho e vaidade, assinaria o decreto de morte (v. 9). Ainda hoje, muitos decretos, leis, estatutos, resoluções, decisões, votações e reuniões são feitas para prejudicar os outros" (GILBERTO, Antonio. Daniel & Apocalipse: Como entender o plano de Deus para os últimos dias. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.38).
  52. 52. Subsídio Bibliológico Pr. Moisés Sampaio de Paula 52 A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O I I Subsídio Bibliológico "Avanço Político de Daniel (6.1-3) Na reorganização do governo, Dario seguiu a política liberal de Ciro e logo dividiu a responsabilidade da administração. A nomeação de 120 presidentes, sobre os quais foram colocados três príncipes, pode ter sido um arranjo temporário para assegurar a coleta regular dos impostos e manter um sistema de arrecadação e contabilidade. A breve explicação do versículo 2 parece indicar isso: aos quais esses presidentes dessem conta, para que o rei não sofresse dano. Dos três presidentes, Daniel se distinguiu. E Dario encontrou nele um espírito excelente e planejava estender sua autoridade sobre todo o reino. Daniel devia ter em torno de 85 anos ou talvez se aproximasse dos 90 anos. Ele tinha passado diversas crises políticas. Agora, a sua reputação de homem íntegro e honesto chegara ao conhecimento dos novos governantes. Talvez informantes tenham aconselhado os novos governantes acerca da posição de Daniel na noite fatal da queda de Belsazar. Quaisquer que fossem as circunstâncias, o homem de Deus estava pronto para servir onde fosse necessário. Um homem de fidelidade e honestidade é desconcertante para maquinadores desonestos. Ver Daniel prestes a receber uma promoção que o colocaria acima deles era mais do que os príncipes e os presidentes podiam tolerar. Eles precisavam destruir Daniel a qualquer custo. O fracasso em encontrar falhas na administração de Daniel os fez buscar uma maneira de atacá-lo no seu ponto mais forte sua religião e a lei do seu Deus. O rei foi ingênuo no que tange à sugestão dos inimigos de Daniel. Era bastante comum para os governantes dos medos e persas colocar-se no lugar de um dos seus deuses e requerer a adoração do povo. Dario sentiu-se lisonjeado em ser o centro da devoção religiosa por um mês, assim, assinou esta escritura e edito" (PRICE, Ross E.; GRAY, Paul C. (Eds.). Comentário Bíblico Beacon. Vol. 4. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.518-9).
  53. 53. Pr. Moisés Sampaio de Paula 53 Pr. Moisés Sampaio • Pastor auxiliar da Igreja Assembleia de Deus em Rio Branco, AC, Brasil. • Palestrante de seminários e pregador no Brasil e exterior. • Contato

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