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Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios

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Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios

  1. 1. Prof. Leonardo Rocha Plano de Negócio
  2. 2. O Plano de Negócio é um documento que reúne informações sobre as características, condições e necessidades do futuro empreendimento, com o objetivo de analisar sua potencialidade e viabilidade, facilitando sua implantação. O Plano de Negócio também é um importante instrumento de ajuda ao empresário para enfrentar obstáculos e mudanças de rumos na economia ou no ramo em que atua. Para os empreendedores, que costumam ser mais realizadores do que redatores de propostas, uma ferramenta extremamente útil. Um bom plano é uma peça indispensável para o sucesso de qualquer negócio.
  3. 3. "Não podemos utilizar velhos mapas, para descobrir novas terras"
  4. 4. PARA QUE SERVE O PLANO DE NEGÓCIO? A) EXAMINA A VIABILIDADE DO EMPREENDIMENTO NOS ASPECTOS MERCADOLÓGICO, FINANCEIRO E OPERACIONAL. O PN permite desenvolver idéias a respeito de como o negócio deve ser conduzido. É uma oportunidade para refinar estratégias e cometer erros no papel em lugar da vida real, examinando a viabilidade da empresa sob todos os pontos de vista, tais como o mercadológico, o financeiro e o operacional.
  5. 5. B) INTEGRA O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O PN é uma ferramenta pela qual o empresário pode avaliar o desempenho atual da empresa ao longo do tempo. Por exemplo: a parte financeira de um plano de negócios pode ser usada como base para um orçamento operacional e ser cuidadosamente monitorada, para se verificar o quanto a empresa está se mantendo dentro do orçamento. A esse respeito, o Plano pode e deve ser usado como base para um planejamento estratégico. Depois de decorrido algum tempo e, a partir de então, periodicamente, o PN deve ser examinado, para se ver onde a empresa se desviou do rumo e se esse desvio foi benéfico ou danoso e como ela deverá operar no futuro. PARA QUE SERVE O PLANO DE NEGÓCIO?
  6. 6. C) É FERRAMENTA DE NEGOCIAÇÃO E AJUDA A LEVANTAR RECURSOS A maior parte dos financiadores ou investidores não colocarão dinheiro em uma empresa sem antes ver o seu plano de negócio. O empreendedor poderá não ser levado a sério, nem mesmo convidado a voltar. O plano pode ser usado como uma ferramenta de negociação e contribui para aprovação de empréstimos nos bancos e acesso a linhas de financiamento. Um velho axioma ensina que se deve “ser claro a respeito do que se deseja do investidor, mas vago a respeito naquilo que está disposto a ceder”. PARA QUE SERVE O PLANO DE NEGÓCIO?
  7. 7. O Plano de Negócio é um documento confidencial. Deve ser distribuído somente àqueles que têm necessidade de vê-lo, tais como a equipe gerencial, conselheiros profissionais e fontes potenciais de recursos. 3.1 PÚBLICO-ALVO (DO PN) • MANTENEDORES DE INCUBADORAS: iniciação de empresas, com condições operacionais facilitadas, mantidas por instituições de classe, centros de pesquisas, órgãos governamentais; • PARCEIROS: para definição de estratégias e discussão sobre formas de interação entre as partes; • BANCOS: para pleitos de financiamentos de equipamentos e instalações, capital de giro, expansão da empresa, etc. A QUEM SE DESTINA?
  8. 8. • INVESTIDORES: entidades de capital de risco, pessoas jurídicas, bancos de investimento etc. • FORNECEDORES: para negociação na compra de mercadorias, matéria- prima e formas de pagamentos; • A PRÓPRIA EMPRESA: para comunicação, interna, da gerência com o conselho de administração e com os empregados (comprometimento mútuo de metas e resultados); •CLIENTES: para venda do produto e/ou serviço e publicidade da empresa; •SÓCIOS: para convencimento em participar do empreendimento e formalização da sociedade; A QUEM SE DESTINA?
  9. 9. Ao determinar a quem enviar o plano, pesquise cuidadosamente que espécies de fontes estão interessadas no campo em que eles estão. Espere a resposta de cada instituição, antes de passar à seguinte. Alguns bancos somente emprestam em certas áreas geográficas; alguns investidores só investem em determinados tipos de empresas. Dentro de uma organização, algumas pessoas ou departamentos podem lidar com planos de negócios. Eles também podem ser divididos por critérios geográficos, por grupo de negócios ou de alguma outra forma. A QUEM SE DESTINA?
  10. 10. É importante fazer com que o Plano chegue ao grupo certo e, melhor ainda, à pessoa certa. Se houver dúvidas sobre o destino dado ao documento, pode-se solicitar que o destinatário assine um termo confidencial para minimizar as chances de que informações-chave da empresa ou da idéia sejam utilizadas ou divulgadas a terceiros. Não se recomenda a produção de grande quantidade de cópias, nem que sejam confeccionadas de forma diferenciada do usual. A QUEM SE DESTINA?
  11. 11. O sucesso na criação de um negócio próprio depende basicamente do desenvolvimento, pelo empreendedor, de três etapas: a) Identificar a oportunidade de negócio e levantar informações. b) Desenvolver o conceito do negócio, com base nas informações coletadas na primeira, identificar experiências similares e avaliar os riscos, quantificar o potencial de lucro e crescimento e definir a estratégia competitiva. c) Detalhar o empreendimento, definir as necessidades de recursos, calcular a viabilidade econômica, completar o plano. O QUE DEVE CONTER EM UM PN?
  12. 12. ESTRUTURA DE UM PLANO DE NEGÓCIO
  13. 13. CUIDADOS A TOMAR EM UM PLANO DE NEGÓCIO As informações de um Plano de Negócios devem ser precisas, mas transmitindo uma sensação de otimismo e entusiasmo. Ao preencher o Plano, tenha sempre em mente o objetivo para o qual ele está sendo escrito. O tom deve ser empresarial, sem sentimentalismo, para ser levado a sério. Os possíveis investidores reagirão bem a uma apresentação positiva e interessante, mas reagirão com indiferença diante uma apresentação vaga, prolongada, ou que não tenha sido bem ponderada e organizada.
  14. 14. Não exagere! Seja claro e legível! Seja real! Abrangente mas resumido! Ênfase na auto sustentabilidade do negócio! Atenção a erros ortográficos! Reveja todos os aspectos! (inclusive legais) CUIDADOS A TOMAR EM UM PLANO DE NEGÓCIO
  15. 15. Resumo executivo Descrição da atividade: Comércio de roupas femininas. Localização: São Paulo. Sócios: José Paulino e Márcia Nogueira. Equipe de trabalho: Três vendedoras. Mercado: O público-alvo é composto de consumidoras de classe alta e moradoras da capital paulista. A loja mais próxima fica a 5 km de distância. Instalações: A loja tem 650 m2 em ponto de excelente localização. Nome da loja: La Bella Donna. Faturamento: Estimativa de R$ 600 mil para o primeiro ano e de R$ 900 mil para o segundo ano. Exemplo
  16. 16. Financiamento: O capital necessário é estimado em R$ 300 mil, dos quais os sócios contam com R$ 150 mil. O restante será integralizado por meio de financiamento bancário de R$ 100 mil financiados em dois anos, mais um investimento inicial de R$ 50 mil para formação de estoque. Cronograma: O início das atividades será em junho, para ofertar moda típica de inverno. O pedido dos produtos será feito com antecedência de 60 dias. Introdução: O objetivo é montar uma loja de roupas femininas em bairro de classe A. Os produtos oferecidos se diferenciam pela alta qualidade para clientes de alto poder aquisitivo. O objetivo deste plano de negócio é obter recursos financeiros para a implantação do empreendimento. Pesquisa de mercado: Durante sua longa experiência no setor, os sócios perceberam que a maior parte das clientes de alto nível se desloca até outros bairros para encontrar boas lojas de roupas. A pesquisa de mercado constatou que existe forte expectativa para uma loja desse nível no bairro. Além disso, o mercado abrange clientes de bairros próximos. A concorrência direta de lojas similares é muito pequena. Os principais concorrentes atuam em outros bairros da capital. O preço está ajustado a um público com alto poder aquisitivo, que se preocupa mais com estilo, qualidade e caimento que apenas com o preço das roupas. Exemplo
  17. 17. Instalações: O empreendimento requer uma loja a ser alugada com cerca de 650 m2 no bairro de Moema. Quatro imóveis estão sendo cogitados e a previsão do fluxo de caixa será condizente com o aluguel e impostos. Os proprietários propõem um contrato de locação de três anos. Gerenciamento: A loja ficará sob a gestão direta dos dois sócios. José Paulino é engenheiro químico e possui ampla experiência no setor de tecidos e tecelagem. Márcia Nogueira é modelista e recebeu o Prêmio Nacional por seus trabalhos no setor. Equipe: É formada por três vendedoras a serem recrutadas, selecionadas e treinadas com 60 dias de antecedência à abertura da loja. Fornecedores: Márcia Nogueira participou de várias feiras de moda e conhece profundamente o mercado fornecedor. Os principais fornecedores oferecem prazo de 30 dias. Esse crédito está previsto no planejamento de fluxo de caixa. Aspectos jurídicos: A sociedade será de responsabilidade limitada, com capital inicial acima mencionado, com participação de 50% para cada sócio. Anexos: Utilização do capital inicial Projeção de lucros e perdas Exemplo

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