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Arquétipos de Jung e Imaginário de Durand - aplicado na Comunicação e Marketing

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Seminário apresentado na Universidade Metodista/SP, no mês de Setembro de 2017, baseado no artigo do Doutor Vitor Hugo Lima Alves na matéria da Professor Magali do Nascimento Cunha (Mestrado).

Publicado en: Educación
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Arquétipos de Jung e Imaginário de Durand - aplicado na Comunicação e Marketing

  1. 1. ><Artigo: Victor Hugo Lima Alves ENTRE ARQUÉTIPOS E IMAGINÁRIOS: considerações acerca das possibilidades socioculturais da constituição de sentido 1Apresentação: Reinaldo de Sá Cirilo Profa. Magali do Nascimento Cunha
  2. 2. ><NEMO ENIM IPSAM VOLUPTATEM QUIA VOLUPTAS 01 02 03 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 04 05 06 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 2 …todo e qualquer consumo é essencialmente cultural, pois inclusive as atividades mais triviais e cotidianas reproduzem e estabelecem mediações entre estruturas de significados e o fluxo da vida social por meio das quais identidades, relações e instituições são formadas, mantidas e alteradas ao longo do tempo (BARBOSA, 2010, p. 13)
  3. 3. ><NEMO ENIM IPSAM VOLUPTATEM QUIA VOLUPTAS 01 02 03 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 04 05 06 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 3 Deste modo, o consumo pode ser apreendido como uma prática cultural constituidora de sentido, comunicação em sua acepção mais elementar, a partir do ponto de vista da característica de partilha destes sentidos e significados.
  4. 4. ><ARQUÉTIPOS Arquétipos Carl Jung São um conjunto de “imagens primordiais” que se originam da repetição de uma mesma experiência através das gerações. Estes vão se formando e se “alojando” no inconsciente coletivo
  5. 5. ><ARQUÉTIPOS Arquétipos Carl Jung • Arquétipos são elementos importantes da psique humana • São figuras simbólicas da cosmo-visão primitiva • Fazem parte do nosso conteúdo insconsciente
  6. 6. ><ARQUÉTIPOS Arquétipos • Modelos mentais, não imagens • Variam de acordo com a consciência individual • Ativam a memória insconsciente • A partir deles, cria-se o enredo de um sonho, de uma lenda ou de um mito Carl Jung
  7. 7. >< JungArquétipo O Arquétipo em si não torna-se um personagem ou imagem Esta pré-condição está explicitamente reiterada em Jung (2002, p. 15-17) para o qual o inconsciente coletivo repousa sobre uma camada mais profunda, em que não tem sua origem em experiências ou formulações pessoais, sendo inata. "Em outras palavras, são idênticos em todos os seres humanos, constituindo portanto um substrato psíquico comum de natureza psíquica suprapessoal que existe em cada indivíduo" (JUNG, 2002, p, 15).
  8. 8. ><ARQUÉTIPOS Jung (2002, p. 16) explana que os conteúdos do inconsciente coletivo tratam-se de tipos arcaicos, quer dizer, primordiais, no sentido de referirem-se à imagens universais que existiram desde os tempos mais remotos. Ocorre que os ensinamentos tribais primitivos transformam os conteúdos do insconsciente em fórmulas conscientes, transmitidas segundo a tradição, geralmente sob forma de ensinamentos esotéricos, mitos e contos de fadas.
  9. 9. ><NEMO ENIM IPSAM VOLUPTATEM QUIA VOLUPTAS 01 02 03 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 04 05 06 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 9 Por isso devemos ressaltar mais uma vez que os arquétipos são determinados apenas quanto à forma e não quanto ao conteúdo, e no primeiro caso, de um modo muito limitado (JUNG, 2002, p. 91)
  10. 10. >< JungArquétipos Nenhum arquétipo pode ser reduzido a uma simples fórmula. Trata-se de um recipiente que nunca podemos esvaziar, nem encher Os arquétipos são os elementos inabaláveis do inconsciente, mas mudam constantemente de forma. (JUNG, 2002, p. 179).
  11. 11. ><ARQUÉTIPOS ARQUÉTIPOS DE JUNG X ARQUÉTIPOS IMAGINÁRIOS DE DURAND
  12. 12. ><IMAGINÁRIO 12 [...] o Imaginário – ou seja, o conjunto das imagens e relações de imagens que constitui o capital pensado do homo sapiens – aparece-nos como o grande denominador fundamental onde se vêm encontrar todas as criações do pensamento humano. O imaginário é esta encruzilhada antropológica que permite esclarecer um aspecto de uma determinada ciência humana por um outro aspecto de uma outra. (DURAND, 2002, p. 18). Gilbert Durand
  13. 13. >< Durand Arquétipos Imaginários O arquétipo é… … um intermediário entre os esquemas subjetivos e as imagens fornecidas pelo ambiente perceptivo.
  14. 14. ><ARQUÉTIPOS X IMAGINÁRIO ImaginárioArquétipos • Conjunto de imagens • Universo da representação e do símbolo • "Alma", força vital dos fenômenos comunicacionais contemporâneos • Estrutura antropológica • Experiência consciente • Inconsciente coletivo • Conteúdo inconsciente • Determinados quanto a forma e não quanto ao conteúdo • Não pode encher e nem esvaziar • Elementos inabaláveis do inconsciente • Estrutura psíquica
  15. 15. ><NEMO ENIM IPSAM VOLUPTATEM QUIA VOLUPTAS 01 02 03 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 04 05 06 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 15 O arquétipo de Jung são estruturas psíquicas inatas inerentes a todos os indivíduos, de presença universal, por isto coletivo, que agem como estruturas de pensamento. É o conteúdo do inconsciente coletivo, contudo ele próprio não possui conteúdo, é um elemento vazio e formal em si, é uma pré-condição. Como faculdade pré- formativa de um modo de representação, é uma forma determinada, embora ainda assim o seja de modo muito limitado. Conclusão Jung
  16. 16. ><NEMO ENIM IPSAM VOLUPTATEM QUIA VOLUPTAS 01 02 03 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 04 05 06 Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. Perspiciatis unde. Sed ut perspiciatis unde omnis iste natus error sit voluptatem accusantium. 16 Conclusão Durand …decorre de uma estrutura antropológica, o imaginário. O imaginário coletivo que se estrutura em esquemas mentais, entendidos como formas ou figuras, geradores de formas de imaginação, as quais se consubstanciam em vários tipos imaginários, como os arquétipos e os mitos, símbolos, as imagens, dentre outras.
  17. 17. ><Autor: Victor Hugo Lima Alves Conclusão “…ambos são como estruturas de modos de representação, em que para o primeiro todo pensamento repousa em imagens primordiais – formas primitivas – que determinam inconscientemente o pensamento enquanto que para o segundo são representações mentais de um procedimento da imaginação que favorece a formação da imagem de um conceito vivido ou aprendido.”
  18. 18. ><EM RESUMO CHORÃO EXPLICA “As flores são bonitas em qualquer lugar do mundo, Muita gente tem forma, mas não tem conteúdo…”
  19. 19. ><VITOR HUGO LIMA ALVES Existe uma variedade de vetores para a constituição de sentido da comunicação do consumo na contemporaneidade, que buscam explicar como as mensagens revestem-se de sentido à medida que se reproduzem na sociedade. Uma delas é a vertente psicológica do arquétipo em que se pleiteia a identificação de narrativas inconscientes expressas por personagens ou imagens, que incorporadas à comunicação da empresa buscam ser identificadas pelos consumidores e conquistá-los. Esta é a expressão de como se têm pensado as relações de consumo acerca de sua comunicação. No Marketing
  20. 20. ><NO MARKETING - FONTE: HTTP://C2CPANETWORK.COM.BR/OS-12-ARQUETIPOS-DE-CARL-G-JUNG-PARA-CAMPANHAS-DE-CPA/
  21. 21. ><HARLEY DAVIDSON O FORA DA LEI • LEMA: “As regras são feitas para serem quebradas” • DESEJO (aspiracional): revolução ou vingança • MEDO: ser comum ou não ter poder • GOSTA DE: quebrar, destruir ou chocar
  22. 22. Percebem?
  23. 23. ><BIBLIOGRAFIA Referências
 BARBOSA, Lívia. Sociedade de Consumo. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. BAUDRILLARD, J. A sociedade de consumo. Rio de Janeiro: Edições70, 2007. BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. 33. ed. Petropólis, Vozes, 2011. CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário: introdução à arquetipologia geral. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. HALL, Stuart. Codificação/Decodificação. In Da diáspora. Identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: UFMG, 2003. JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. 2. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2002. LIMA, VENÍCIO A. Mídia: teoria e política. 2. ed. São Paulo: Perseu Abramo, 2004. McLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1995. RANDAZZO, Sal. A criação de mitos na publicidade: como os publicitários usam o poder do mito e do simbolismo para criar marcas de sucesso. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. WOLTON, Dominique. Pensar a Comunicação. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004.
  24. 24. ><REINALDO CIRILO Obrigado

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