Se ha denunciado esta presentación.
Utilizamos tu perfil de LinkedIn y tus datos de actividad para personalizar los anuncios y mostrarte publicidad más relevante. Puedes cambiar tus preferencias de publicidad en cualquier momento.

pauta do encontro do pacto 2° encontro do caderno 1

463 visualizaciones

Publicado el

estudo do 2° encontro do caderno 1

Publicado en: Educación
  • Sé el primero en comentar

pauta do encontro do pacto 2° encontro do caderno 1

  1. 1. PNAIC – PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA SANTA RITA DO ITUÊTO - MG 24/10/2015
  2. 2. 3° encontro – caderno 1 (CurrÍculo na3° encontro – caderno 1 (CurrÍculo na perspectiva da inclusão e da diversidade)perspectiva da inclusão e da diversidade) 1° momento - 7h às 11h1° momento - 7h às 11h
  3. 3. Leitura para Deleite: a história do lápis branco.(10 min.) Retomada das atividades do encontro anterior (socialização da tarefa de casa em grupo) ( 1h50min) REFLEXÕESREFLEXÕES
  4. 4. Como você faz para diagnosticar as aprendizagens e necessidades dos seus alunos? Como você acompanha o desenvolvimento das aprendizagens dos seus alunos ao longo do ano? O que você faz para reorientar as atividades propostas em sala mediante as necessidades de aprendizagens da turma?
  5. 5. Atividade em 2 grupos Leitura, discussão e socialização dos relatos “Majê Molê...” “ uma experiência com textos...” (1h50min.) Atividade em 2 grupos Leitura, discussão e socialização dos relatos “Majê Molê...” “ uma experiência com textos...” (1h50min.)
  6. 6. Considerando as sequências de atividades realizadas pelas professoras dos relatos de experiência (p. 80-91). Para isso, analise se os objetivos proposto pelas professoras foram atendidos e se as estratégias utilizadas favoreceram aprendizagens.  Considere os princípios de trabalho para uma escola inclusiva que leve em conta as especificidades e diferenças.  Registrar as principais conclusões . (2h 10min)
  7. 7. Realizar leitura observando: Conhecimentos da alfabetização; Práticas de leitura, oralidade e produção de textos; Perspectiva da escola inclusiva; Desenvolvimento da autonomia dos alunos . Análise de relatos de experiênciasAnálise de relatos de experiências
  8. 8. “Majê Molê: Conhecendo o balé afro de peixinhos.”
  9. 9. Quais conhecimentos da alfabetização são trabalhados com as crianças a partir das atividades? Quais conhecimentos da alfabetização são trabalhados com as crianças a partir das atividades? Como foi trabalhado a leitura, oralidade e produção de textos? As atividades favorecem o processo de alfabetização dos alunos?
  10. 10. As atividades proposta pela professora colabora para a construção de uma escola inclusiva? As atividades proposta pela professora colabora para a construção de uma escola inclusiva? Como se deu a construção da autonomia dos alunos no desenvolvimento das atividades?
  11. 11. Quais conhecimentos da alfabetização são trabalhados com as crianças a partir das atividades? Quais conhecimentos da alfabetização são trabalhados com as crianças a partir das atividades? Analisandoorelato:Umaexperiênciacomtextos datradiçãooralnociclodealfabetização” Analisandoorelato:Umaexperiênciacomtextos datradiçãooralnociclodealfabetização” LIMA (2015) p.88LIMA (2015) p.88 Segmentar palavras em textos, reconhecer e nomear letras, identificar semelhanças sonoras em rimas, compreender que palavras diferentes compartilham certas
  12. 12. Perceber que palavras diferentes compartilham certas letras. Perceber que palavras diferentes variam quanto ao número, repertório e ordem de letras. LIMA (2015) p.88LIMA (2015) p.88
  13. 13. Valorizar os textos de tradição oral reconhecendo-os como manifestações culturais.
  14. 14. Os conhecimentos trabalhados nas atividades descritas estão em consonância com os direitos de aprendizagens? Justifique Os conhecimentos trabalhados nas atividades descritas estão em consonância com os direitos de aprendizagens? Justifique
  15. 15. As atividades propostas contribuem para inserir as crianças em práticas de leitura e de produção textos? Explique As atividades propostas contribuem para inserir as crianças em práticas de leitura e de produção textos? Explique LIMA (2015) p.88LIMA (2015) p.88
  16. 16. Ler textos de tradição oral com autonomia. LIMA (2015) p.88LIMA (2015) p.88
  17. 17. LIMA (2015) p. 90LIMA (2015) p. 90 Apreender assuntos/ temas tratados em textos de diferentes gêneros lidos pelo professor ou outro leitor experiente.
  18. 18. LIMA (2015) p. 89LIMA (2015) p. 89 Escrever com a finalidade organizar informações, fazer síntese.
  19. 19. LIMA (2015) p. 89LIMA (2015) p. 89
  20. 20. A professora declara que “colocamos em foco o conhecimento sobre o sistema de escrita” (LIMA, p.91). No entanto, é importante refletirmos sobre como podemos romper com a lógica de trabalho que priorize uma dimensão ou outra, dicotomizando-as.
  21. 21. A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique LIMA (2015) p.90LIMA (2015) p.90
  22. 22. A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique A forma como os conhecimentos da alfabetização são trabalhados colaboram para a construção de uma escola inclusiva? Justifique LIMA (2015) p. 89LIMA (2015) p. 89
  23. 23. Que estratégias de avaliação da aprendizagem o relato permite inferir? Na sua opinião as estratégias didáticas/de avaliação favoreceram aprendizagens da turma? Justifique Que estratégias de avaliação da aprendizagem o relato permite inferir? Na sua opinião as estratégias didáticas/de avaliação favoreceram aprendizagens da turma? Justifique LIMA (2015) p.88LIMA (2015) p.88
  24. 24. LIMA (2015) p.89LIMA (2015) p.89
  25. 25. A estratégia de avaliação concentrada na digitação do trava-língua está focada no diagnóstico da aprendizagem do código, com vistas a testar habilidades de escrita desconsiderando o plano discursivo dos textos. As práticas nos dão a ler que são subsidiadas pela concepção de alfabetização relatada no texto. Pois acredita que a alfabetização é um processo de codificação e decodificação, sendo a avaliação focada na observação da aquisição da escrita puramente, ou seja, do código (dimensão linguística). Por isso, talvez não contemplar uma produção na perspectiva discursiva.
  26. 26. Que aspecto(s) que elege como importante(s) da atividade e que aspecto(s) considera que poderia(m) ser ampliado(s)? Que aspecto(s) que elege como importante(s) da atividade e que aspecto(s) considera que poderia(m) ser ampliado(s)?
  27. 27. 3° encontro – caderno 1 (Curriculo na3° encontro – caderno 1 (Curriculo na perspectiva da inclusão e da diversidade)perspectiva da inclusão e da diversidade) 2° momento - 12h às 16h2° momento - 12h às 16h
  28. 28. (1h) Análise dos textos da seção Compartinhando . Comparar as análises feitas pelo autor e as que foram discutidas pelo grupo. (Em grupo) 1h10min. Análise dos textos da seção Compartinhando . Comparar as análises feitas pelo autor e as que foram discutidas pelo grupo. (Em grupo) 1h10min.
  29. 29. AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DE UM CURRICULO INCLUSIVO. (1 h) AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DE UM CURRICULO INCLUSIVO. (1 h)
  30. 30. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31 Avaliação na perspectiva formativa e o princípio da inclusão Avaliação na perspectiva formativa e o princípio da inclusão
  31. 31. Uma avaliação com ênfase em seu aspecto processual, contínuo, que tem como finalidade compreender o que os alunos já sabem e que precisam aprender. Avaliação formativa concorrendo para o crescimento de todos os envolvidos no processo educativo. Se concorre para o crescimento de todos a perspectiva da INCLUSÃO está posta. É fundamental para a lógica do ciclo tendo em vista garantir o direito de alfabetização plena das crianças até o 3º ano.
  32. 32. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 38FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 38 Necessidade de incluir também as Altas Habilidades/ Superdotação Necessidade de incluir também as Altas Habilidades/ Superdotação
  33. 33. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31 Heterogeneidade de conhecimento é um fenômeno natural, outra coisa é a não consolidação de conhecimentos do processo de alfabetização previstos para uma determinada etapa de escolarização. Heterogeneidade de conhecimento é um fenômeno natural, outra coisa é a não consolidação de conhecimentos do processo de alfabetização previstos para uma determinada etapa de escolarização.
  34. 34. Integração X inclusãoIntegração X inclusão FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 38FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 38
  35. 35. Avaliação do sistema educacional (avaliações externas), avaliação do currículo, avaliação da escola (organização interna e monitoramento das ações e avaliação docente (FARIA; CAVALCANTE, 2005, p. 32). Avaliação do sistema educacional (avaliações externas), avaliação do currículo, avaliação da escola (organização interna e monitoramento das ações e avaliação docente (FARIA; CAVALCANTE, 2005, p. 32). FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 31 Obs: Na formação de outubro de 2013 essas avaliações foram detalhadas. No entanto, nem todos os municípios desenvolveram a temática por conta do tempo. Obs: Na formação de outubro de 2013 essas avaliações foram detalhadas. No entanto, nem todos os municípios desenvolveram a temática por conta do tempo.
  36. 36. O texto como unidade de ensino importante no processo avaliativo. O trabalho com reescrita dos textos reescrevendo e replanejando... O texto como unidade de ensino importante no processo avaliativo. O trabalho com reescrita dos textos reescrevendo e replanejando... FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 33FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 33
  37. 37. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 33FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 33 Sentem falta de alguma motivação importante para o planejamento da escrita? Sentem falta de alguma motivação importante para o planejamento da escrita?
  38. 38. Identificaram alguma fragilidade? Como elas podem ser trabalhadas com os professores alfabetizadores? Identificaram alguma fragilidade? Como elas podem ser trabalhadas com os professores alfabetizadores?
  39. 39. As autores sinalizam na prática da reescrita a importância de se perguntar para quem se dirige o convite. O que podemos observar na página 36. No entanto, é imprescindível dar todas as condições de produção no direcionamento da proposta de produção de texto.
  40. 40. Por mais banal que possa parecer uma produção de textos, é preciso que  a) se tenha o que dizer;  b) se tenha uma razão para dizer o que se tem a dizer;  c) se tenha para quem dizer o que se tem a dizer;  d) o locutor se constitua como tal, enquanto sujeito que diz o que diz para quem diz [...];  e) se escolham as estratégias para realizar (a), (c) e (d) (GERALDI, 1991, p.137)
  41. 41. Sobre a proposta de avaliação da escrita...Sobre a proposta de avaliação da escrita... FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 36FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 36 FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 37FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 37
  42. 42. No processo avaliativo já foi destacado a importância de compreender o que as crianças já sabem e o que ainda não consolidaram ou têm dúvidas. Apenas reescrevendo e dizendo qual palavra foi escrita desconsiderando a ortografia não ajuda na compreensão das complexas relações que envolvem a escrita. Necessidade de avaliar para sistematizar o que ensinar...
  43. 43. FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 35FARIA; CAVALCANTE (2015) p. 35 Importante refletir sobre a mediação pedagógica nas escritas que são grafadas considerando a fala.
  44. 44. Outro relato que contempla algumas possibilidades. A prática buscou avaliar diagnosticamente a partir do lúdico e dos jogos. Destaca-se que os jogos proporcionam conhecer como as crianças se relacionam e colocam em prática conhecimentos dos seus contextos sociais, além do diagnóstico de vários conhecimentos. Diferentes possibilidades para diagnosticar aprendizagens e dificuldades foram apresentadas ... Diferentes possibilidades para diagnosticar aprendizagens e dificuldades foram apresentadas ... Relato Professora Elis Beatriz. CRIARTE/UFES A turma é composta por crianças de 5 e 6 anos. Sendo 16 meninos e 4 meninas Relato Professora Elis Beatriz. CRIARTE/UFES A turma é composta por crianças de 5 e 6 anos. Sendo 16 meninos e 4 meninas
  45. 45. Apresentar o planejamento inicial e a temática do projeto que está sendo desenvolvido com as crianças se faz necessário porque nos slides seguintes serão relatadas atividades que foram desenvolvidas ora no início do ano letivo ora a partir do projeto sobre brinquedos e brincadeiras.
  46. 46. Como o ser humano fazia para contar o tempo antigamente? Sempre existiu o calendário e relógio? Fizemos uma ampulheta, conversamos sobre a contagem do tempo pela observação da lua. O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da matemático... O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da matemático...
  47. 47. Chegamos então ao calendário, instrumento para medir a passagem do tempo utilizado por nós. A prática do calendário (no qual são marcados eventos e outros acontecimentos, como o recesso de julho) foi iniciada em março como diagnóstico, sem intervenções. A partir dele as intervenções foram acontecendo, como as práticas com jogos. Em julho, novamente realizado sem intervenções para avaliar por exemplo, a escrita espelhada dos números.
  48. 48. A reorientação do trabalho...A reorientação do trabalho... O trabalho na rotina com o calendário é realizado com diferentes estratégias. Por exemplo, organizar as crianças em sequência numérica, na qual cada uma precisa escrever o seu número em um papel e afixar no calendário da sala. A prática tem contribuído para atender algumas necessidades identificadas acerca dos números e quantidades e sobre a passagem do tempo... O trabalho na rotina com o calendário é realizado com diferentes estratégias. Por exemplo, organizar as crianças em sequência numérica, na qual cada uma precisa escrever o seu número em um papel e afixar no calendário da sala. A prática tem contribuído para atender algumas necessidades identificadas acerca dos números e quantidades e sobre a passagem do tempo...
  49. 49. Como no planejamento foi objetivo vivenciar os números em sua função social, criamos na sala mercadinho com as embalagens trazidas por eles em outra atividade que explorava as escritas conhecidas por eles. Escolheram o nome do supermercado, colocaram preços nos produtos, simularam venda, calcularam, fizeram lista de compras, deram troco, simularam papeis sociais (embalador, caixa, dono, cliente)...
  50. 50. Jogo das operações (adaptado). Avaliando relação número e quantidade, noção de adição e a própria escrita dos numerais...
  51. 51. Jogo do boliche. Avaliando noção de adição e a utilização de material concreto ou não para a contagem.
  52. 52. Jogo das duas mãos (adaptado). Relação número e quantidade. Ao final de algumas rodadas as crianças estão com montinhos de 10 palitos. Foi possível diagnosticar crianças que não precisaram no material concreto, fizeram cálculo mental. (“Aqui eu tenho 30 palitos”) Costumo realizar o registro de acontecimentos e descobertas de habilidades assim em um caderno, pois são observações que integrarm o relatório das crianças. Costumo realizar o registro de acontecimentos e descobertas de habilidades assim em um caderno, pois são observações que integrarm o relatório das crianças.
  53. 53. Jogo Pizzaria maluca. Números e quantidade, adição e subtração. Precisam acrescentar ou retirar ingredientes.
  54. 54. Nas estratégias de leitura também destacamos a relação números e quantidade...
  55. 55. Tratamento da informação após realização de uma pesquisa. Atividade do projeto sobre brinquedos e brincadeiras. Na conversa sobre o projeto as crianças relataram que existiam brincadeiras para meninos e brincadeiras para meninas... Uma das brincadeiras citadas foi o futebol. Então, as crianças foram pesquisar em outra turma a opinião dos colegas.
  56. 56. Partida de futebol entre meninos e meninas no mesmo time...
  57. 57. Foi vivenciada com as crianças uma sequência didática sobre a História da escrita, que posteriormente incluiu a história dos números. Iniciamos assistindo o filme Os Croods. Foi vivenciada com as crianças uma sequência didática sobre a História da escrita, que posteriormente incluiu a história dos números. Iniciamos assistindo o filme Os Croods. O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da leitura e da escrita... O início do trabalho tendo como objetivo diagnosticar os conhecimentos do mundo da leitura e da escrita...
  58. 58. Escrita coletiva sobre o filme. Queríamos divulgar na escola para os demais colegas a sinopse do mesmo.
  59. 59. Abordamos que antigamente as pessoas não usavam letras para escrever e nem tinham cadernos e lápis, como temos hoje. Elas costumavam desenhar nas paredes das cavernas.
  60. 60. Brincamos de registrar como homens e mulheres da caverna...
  61. 61. Onde podemos encontrar placas como essas? Elas servem para quê? Podemos encontrá-las próximo à escola?
  62. 62. A sequência didática sobre a história da escrita culminou com a chegada do Bichinho diferente na sala. Cada dia sorteava-se o nome da criança que levaria o bichinho para passear em sua casa. Nesse momento observava quem reconhecia nomes dos colegas também. Destacava-se a letra inicial para adivinharem quem era o colega. Quem era sorteado escrevia seu nome no cartaz que constava a ordem os sorteado. O bichinho foi utilizado no diagnóstico inicial.
  63. 63. Instrumento utilizado para registro, que foi realizado individualmente com cada criança. Na leitura da poesia, foi apresentada uma versão sem o desenho do bichinho. As crianças foram solicitadas a ler as letras das patinhas do bichinho e em outro momento foram solicitadas a escrever as mesmas, mas sem consultar o bichinho. (próximo slide)
  64. 64. Essa criança foi muito criativa e inventiva. No momento de ler as letras do bichinho, como ficou em dúvida na leitura da letra V disse: “essa é um U diferente”. Ao chegar na letra W disse: “essa é dois U diferente”. Na escrita demonstrou muitas dúvidas em relacionar nome e formas das letras. Em um determinado momento disse: “eu não estou lembrando quais são as letras então vou inventar. Vou fazer uma letra japonesa”.
  65. 65. A atividade foi ponto de partida para o projeto sobre brinquedos e brincadeiras. Após a produção apresentaram para a turma e nós fizemos uma tabela sobre as brincadeiras preferidas delas. “Pique-esconde”
  66. 66. Após o período de trabalho relatado acima, recebemos uma criança que já sabia ler e escrever. Como diagnóstico foi solicitado que ela produzisse um texto instrucional sobre o brinquedo que fizemos na turma. A única intervenção foi dizer que era para escrever os materiais e o modo de fazer. A criança escreve obedecendo as regras ortográficas. O que vem demandando a realização de um trabalho diferenciado com ele.
  67. 67. Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante discussão do textodiscussão do texto Qual o papel da avaliação na escola? Quais os sentidos do processo avaliativo no ciclo de Alfabetização? Qual o papel da avaliação na escola? Quais os sentidos do processo avaliativo no ciclo de Alfabetização?
  68. 68. Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante Avaliação na alfabetização na perspectiva de um currículo inclusivo Evangelina Maria Brito de Faria Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante discussão do textodiscussão do texto Qual o papel da avaliação na escola? Quais os sentidos do processo avaliativo no ciclo de Alfabetização? Qual o papel da avaliação na escola? Quais os sentidos do processo avaliativo no ciclo de Alfabetização?
  69. 69. AssistindoofilmeAssistindoofilme “Avaliaçao no Ciclo de Alfabetização” Salto para o futuro (50min.) “Avaliaçao no Ciclo de Alfabetização” Salto para o futuro (50min.)
  70. 70. DebatendodofilmeDebatendodofilme Como a avaliação é tralhada no cotidiano escolar? Quais os instrumentos são utilizados na avaliação? Quais formas de registros são utilizadas para acompanhar o desenvolvimento dos estudantes? Como a avaliação é pensada nas vozes do diretor, professores, pais e alunos? Quais as contribuições dessa exeriência para pensar sobre o papel da avaliação no Ciclo de Alfabetização e na construção de currículo organizado por direitos de aprendizagem? Como a avaliação é tralhada no cotidiano escolar? Quais os instrumentos são utilizados na avaliação? Quais formas de registros são utilizadas para acompanhar o desenvolvimento dos estudantes? Como a avaliação é pensada nas vozes do diretor, professores, pais e alunos? Quais as contribuições dessa exeriência para pensar sobre o papel da avaliação no Ciclo de Alfabetização e na construção de currículo organizado por direitos de aprendizagem?
  71. 71.  Registrar as aprendizagens e discussões dessa Unidade (caderno 1) no caderno de acompanhamento da formação. Obs.: Cada cursista deve ter um caderno para fazer os registros das aprendizagens efetivadas relativas a cada Caderno de formação.  Registrar as aprendizagens e discussões dessa Unidade (caderno 1) no caderno de acompanhamento da formação. Obs.: Cada cursista deve ter um caderno para fazer os registros das aprendizagens efetivadas relativas a cada Caderno de formação.

×