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Cintilografia ossea instrumentação

Fluminense Federal University
5 de May de 2016
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Cintilografia ossea instrumentação

  1. CINTILOGRAFIA ÓSSEA- INSTRUMENTAÇÃO Rodrigo Pina Monitor de Medicina Nuclear e Imagem Molecular Universidade Federal Fluminense
  2.  Fundamentos do diagnóstico em Medicina Nuclear - Localização dos radionuclídeos - Medida dos acúmulos dos radionuclídeos  Para tal, são necessários: - Radiofármaco com tropismo pelo órgão-alvo - Sistema capaz de localizar e medir a radiação
  3.  Na cintilografia óssea, os radiofármacos mais utilizados são do tipo fosfonatos, marcados com tecnécio (99mTc) - Principal representante: MDP  A câmara de cintilação detecta as medidas absolutas e relativas de radiação proveniente do acúmulo do radiofármaco  A integração da câmara de cintilação com computadores permite: - Produzir gráficos - Construir imagens em 2 e 3 dimensões - Gerar animações cinematográficas
  4.  Animações cinematográficas
  5. Gama Câmara Compreende 3 componentes: -Sonda de cintilação -Maca -Sistema de computação
  6. Sonda de cintilação Inclui: Colimador: seleciona o feixe de radiação útil ao diagnóstico Cristal: conversão da radiação em luz Tubos fotomultiplicadores: conversão da luz em sinais elétricos
  7. Conversão da Radiação em Imagem
  8. Movimentos da Câmara  Na aquisição das informações, a sonda pode: - Permanecer imóvel - Movimentar-se ao longo da maca - Realizar movimento circular tendo a maca como eixo
  9. Câmara Estacionária  A sonda pode ser colocada sobre a área de interesse, permitindo a aquisição de imagens - Anteriores - Posteriores - Perfil - Oblíquas  As imagens adquiridas podem ser estáticas ou dinâmicas
  10. Câmara e Objeto parados  Gera imagens estáticas  Método utilizado para estudar detalhes de uma lesão já identificada na cintilografia de varredura de corpo inteiro  Permite localizar a lesão com maior precisão, desfazendo superposições entre lesões e entre tecidos captantes adjacentes
  11. Osteomielite do joelho esquerdo Hipercaptação difusa em grau acentuado no terço distal do fêmur esquerdo
  12. Câmara parada e Objeto em movimento  Registro de imagens sequenciais em tempos curtos de aquisição - E.g. avaliação do fluxo sanguíneo  Angiografia radioisotópica  Gera imagens dinâmicas que podem ser projetadas em sequência  efeito cinemático  Curva de distribuição do radiotraçador
  13. Câmara em Movimento Circular  A sonda executa movimento circular em torno do paciente  O computador constrói imagens tomográficas da região de interesse  Tomografia radioisotópica ou SPECT  Melhor sensibilidade, identifica pequenas lesões, desfaz superposições e estabelece localização mais precisa
  14. Câmara ou Maca em Movimento de Varredura  Aquisição de imagens de todo o esqueleto  Varredura anterior e posterior  A visão panorâmica é fundamental para: - Classificação dos processos como mono/poliostóticos - Identificação precoce de lesões assintomáticas
  15. Posições Adicionais para Cintilografia Óssea  Imagens após urinar – eliminam a atividade na bexiga que pode obscurecer os ossos da pelve  Imagem Perineal ou de Cócoras – Examinar pelve separadamente da bexiga  Imagem Ortostática – A descida de órgãos e tecidos ajuda na diferenciação de lesões ósseas das não ósseas  Gaze ou algodão entre os dedos – separá-los e melhorar a visualização das falanges
  16. Sarcoidose óssea. Cintilografia óssea com 99Tc mostrando hipercaptação em mãos
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