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GT3 - Relevância dos Periódicos de Saúde Coletiva em informar a pesquisa,
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Moisés Goldbaum - GT3: Relevância dos Periódicos de Saúde Coletiva em informar a pesquisa, a educação, os serviços de saúde e a cidadania

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Os periódicos de saúde coletiva da Rede SciELO acumulam notável experiência na articulação de seus objetivos, interesses, funções, expectativas e sustentabilidade operacional e financeira, a partir de uma ampla diversidade de origens institucionais, áreas temáticas prioritárias, práticas editoriais e posicionamentos sobre o papel dos periódicos no progresso e comunicação da pesquisa. Essa condição dota a sistematização da gestão, operação e políticas editoriais dos periódicos de saúde coletiva com enorme potencial para contribuir para o avanço da discussão sobre o futuro dos periódicos e do próprio Programa SciELO, em especial no que se refere ao aperfeiçoamento editorial e o alinhamento com as boas práticas de comunicação da ciência aberta.

As propostas de aperfeiçoamento editorial e de adoção das inovações de comunicação preconizam o aumento da eficiência e desempenho dos periódicos no cumprimento das suas funções. Os periódicos de saúde coletiva abarcam um amplo leque de objetos de pesquisa, de públicos e de campos de influência e impacto, como são o avanço da pesquisa e do ensino no âmbito acadêmico, o avanço da atenção à saúde no âmbito dos sistemas e serviços de saúde públicos e privados incluindo a atenção individual por especialistas assim como na formulação de políticas públicas, e, finalmente, ao informar a cidadania no sentido de decisões baseadas nas melhores evidências da pesquisa científica.

O escopo proposto do Grupo de Trabalho de Periódicos de Saúde Coletiva abrange três dimensões importantes. Primeiro, a experiência da articulação entre periódicos. Segundo, a contribuição dos periódicos para o avanço da pesquisa, da atenção à saúde, para informar políticas, tomada de decisão de autoridades e da cidadania. Terceiro, estender [generalizar] a relevância dos periódicos temáticos de saúde coletiva para a função dos periódicos editados nacionalmente em geral por comunidades de pesquisadores, sem fins lucrativos, que, em diferentes condições, contribuem para o avanço do conhecimento e da capacidade nacional de criar, comunicar e usar conhecimento científico.

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Moisés Goldbaum - GT3: Relevância dos Periódicos de Saúde Coletiva em informar a pesquisa, a educação, os serviços de saúde e a cidadania

  1. 1. GT3 - Relevância dos Periódicos de Saúde Coletiva em informar a pesquisa, a educação, os serviços de saúde e a cidadania Relatório preliminar – pontos levantados Moisés Goldbaum Reunião da Rede SciELO - 20 anos 25 setembro 2018
  2. 2. Temas expostos Sustentabilidade e financiamento dos periódicos de Saúde Coletiva A participação feminina no meio editorial de saúde coletiva Qualis/Capes e o futuro da avaliação das revistas de saúde coletiva Artigos mais citados e não citados nos periódicos de saúde coletiva Disponibilização e compartilhamento das bases de dados dos estudos publicados nas revistas de saúde coletiva: qual a justa medida? Caminhos da internacionalização dos periódicos de saúde coletiva Contribuição dos periódicos de saúde coletiva para o planejamento e gestão dos serviços de saúde Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódicos para as práticas de comunicação de pesquisas da ciência aberta – o caso dos periódicos de saúde coletiva do SciELO Brasil
  3. 3. Sustentabilidade e financiamento – conceitos interdependentes. agências oferecem recursos financeiros insuficientes agências não dispõem de políticas mais evidentes exemplo; CNPq em 2015 colocou 0,06% para o apoio definidos a partir de políticas de C&T&I Necessidade de estabelecer definições objetivas no âmbito de políticas públicas SciELO como instância central na sustentabilidade/visibilidade ao lado dos recursos aos periódicos, apoio ao SciELO “evitando” o custoso pagamento aos publisher do exterior quase extinção de protagonismo da BIREME estimular aumento criterioso de indexação e manutenção da base Novas propostas de programas editoriais não devem contemplar aumento de custos, especialmente na atual conjuntura.
  4. 4. Dificuldades de editoração ausência de sistema profissional na editoração dificuldades de revisores – atenção aos periódicos estrangeiros de ponta valorizar o trabalho dos revisores (ex. Avaliação CAPES) avaliação de periódicos – dependente de financiamento Critérios SciELO atendimento aos critérios e ressalvas publicação em inglês (dificuldade para quem depende de licitação) corpo editorial com pesquisadores estrangeiros revisores estrangeiros publicação de artigos do exterior fluxo contínuo
  5. 5. Acesso aberto/Preprint proposta importante a merecer ampla difusão, debate e cuidadosa implementação ter uma única porta de entrada conjunto de periódicos estabelecer linhas temáticas de submissão prática existente do rito sumário parecer aberto – facultativo, indução a depender do autor, dar opção ao revisor abrir o parecer, publicação com repercussão no denominador buscar e promover experimentos
  6. 6. Acesso aberto/Preprint utilização dos dados big data disponível acesso somente aos dados para execução da análise questões éticas TCLE, aprovação da CONEP/CEPs exposição no repositório rotinas de estatísticas protocolo de pesquisa/metodologia questionário anexo web de artigo dados qualitaivos (coleta e complexidades) financiamento – quem paga a conta? exposição de dados não pode provocar danos, especialmente sociais
  7. 7. Last but not least Documento com “posições” do CTC/CAPES Retirada/diminuição de importância do SciELO como base de indexação para composição do WEBQUALIS Significado desvalorização da conquista de cunho regional, com perspectivas inegáveis de internacionalização e maior visibilidade da produção científica nacional desvalorização dos periódicos nacionais e de programas editoriais regionais ampla repercussão sobre os programas de pós-graduação. Grupo rejeita a proposição.

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