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HOSPITAL UNIVERSITARIO   ÁREA DEREINA SOFÍA ENFERMERÍAManual de exploracionesen Medicina Nuclearpara enfermería           ...
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  1. 1. HOSPITAL UNIVERSITARIO ÁREA DEREINA SOFÍA ENFERMERÍAManual de exploracionesen Medicina Nuclearpara enfermería Consejería de Salud
  2. 2. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A Autor D. Angel Benedit Gómez D. U. E. del Servicio de Medicina Nuclear Colaboradores Dña. Isabel Alvarez Medina D. U. E. del Servicio de Medicina Nuclear Dña. Cristina Quesada Burón D. U. E. del Servicio de Medicina Nuclear Dña. M.ª Isabel Arévalo García D. U. E. del Servicio de Medicina Nuclear D. Pablo Montero Monterroso D. U. E. del Servicio de Medicina Nuclear Dña. M.ª José de La Torre Barbero Supervisora del Servicio de Medicina Nuclear Dña. Matilde Membrillo Fuentes Supervisora del Servicio de Neumología Prólogo Dr. D. José M.ª Latre Romero Jefe del Servicio de Medicina Nuclear HOSPITAL UNIVERSITARIO REINA SOFÍA. CÓRDOBA Edita Dirección de Enfermería Unidad de Calidad, Docencia e Investigación de Enfermería División de Enfermería HOSPITAL UNIVERSITARIO REINA SOFÍA CÓRDOBA Imprime Imprenta Vistalegre Teléfono 957 421 616 CÓRDOBA Depósito Legal CO-598/99 2
  3. 3. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A MANUAL DE EXPLORACIONES EN MEDICINA NUCLEAR PARA ENFERMERÍA A. Benedit GómezAgradecimientos; Quisiera dar las gracias a todos los que componen el Servicio deMedicina Nuclear del Hospital “Reina Sofía” por su apoyo. Especialmente anuestro Jefe de Servicio Dr. D. José M.ª Latre por sus comentarios y suoportuno prologo. Así como a los Dres. D. F. M. González, D. J. A. Vallejoy D. M. Torres por su colaboración desinteresada, contribuyendo a solven-tar los muchos escollos que han ido surgiendo durante la elaboración delpresente manual. También a la Unidad de Docencia, Calidad e Investigación de Enfer-mería de nuestro Hospital, por el interés mostrado en la publicación de estemanual, pues sin su colaboración no habría podido tener la divulgacióndeseada. Y por supuesto a mi mujer y a mis hijos, por haberme permitido ocu-par las horas que le pertenecían en la elaboración de este trabajo. 3
  4. 4. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 4
  5. 5. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A ÍNDICEPROLOGO .......................................................................................................................................................................................... 9INTRODUCCION ........................................................................................................................................................................ 11LAS EXPLORACIONES EN MEDICINA NUCLEAR ........................................................................... 13ACTUACION DE ENFERMERIA EN MEDICINA NUCLEAR .................................................. 15RECOMENDACIONES ........................................................................................................................................................ 17EXPLORACIONES EN CARDIOLOGÍA: ................................................................................................. 19Ventriculografia isotópica de equilibrio (reposo) .......................................................................... 19Ventriculografia isotópica de equilibrio (esfuerzo) .................................................................... 20Ventriculografia isotópica de primer paso ............................................................................................ 21Gammagrafía miocárdica con anticuerpos antimiosina ..................................................... 22Gammagrafía miocárdica con pirofosfato ............................................................................................ 23Gammagrafía de cortocircuitos cardíacos ............................................................................................. 24Gammagrafía miocárdica de perfusión (esfuerzo) .................................................................... 25Gammagrafía miocárdica de perfusión (reposo) .......................................................................... 26Gammagrafía miocárdica de perfusión tras intervención farmacológica .. 27Gammagrafia de cortocircuito derecha - izquierda ................................................................. 28EXPLORACIONES EN NEUMOLOGÍA: ................................................................................................. 29Gammagrafía de perfusión pulmonar ........................................................................................................ 29Gammagrafía pulmonar de cuantificación .......................................................................................... 30Gammagrafía pulmonar con citrato de galio ................................................................................. 31EXPLORACIONES EN VASCULAR: .............................................................................................................. 32Flebogammagrafia ................................................................................................................................................................. 32Linfogammagrafia .................................................................................................................................................................. 33EXPLORACIONES EN OSTEOARTICULAR: .................................................................................... 34Gammagrafía ósea ................................................................................................................................................................ 34 5
  6. 6. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGammagrafía ósea en tres fases ........................................................................................................................ 35Gammagrafía ósea con galio .................................................................................................................................. 36EXPLORACIONES EN ENDOCRINOLOGÍA: ................................................................................... 37Gammagrafía tiroidea ....................................................................................................................................................... 37Gammagrafía de paratiroides ................................................................................................................................ 38Gammagrafía suprarrenal cortical .................................................................................................................... 39Rastreo Gammagráfico con I 131 .......................................................................................................................... 40EXPLORACIONES EN GASTROENTEROLOGÍA: ..................................................................... 41Gammagrafía de mucosa gástrica ectópica ....................................................................................... 41Gammagrafía de hemorragia digestiva .................................................................................................... 42Gammagrafía salivar ........................................................................................................................................................... 43Gammagrafía de transito esofágico .............................................................................................................. 44Gammagrafía de reflujo gastroesofágico ............................................................................................... 45Gammagrafía con leucocitos marcados ................................................................................................... 46Gammagrafía hepatoesplénica ............................................................................................................................ 47Gammagrafía hepatobiliar ......................................................................................................................................... 48Gammagrafía de hemangiomas ......................................................................................................................... 49Gammagrafía de vaciamiento gástrico ..................................................................................................... 50EXPLORACIONES EN NEUROLOGÍA: .................................................................................................... 51Angiogammagrafia cerebral .................................................................................................................................... 51Gammagrafía de perfusión cerebral ............................................................................................................. 52Cisternogammagrafía ....................................................................................................................................................... 53Tomogammagrafia cerebral (SPECT)con radiotrazadores de afinidad tumoral ............................................................................................... 54Tomogammagrafia (SPECT) cerebral con radiotrazadores difusibles ................ 55EXPLORACIONES EN NEFROUROLOGÍA: ...................................................................................... 56Renograma ....................................................................................................................................................................................... 56Renograma diurético .......................................................................................................................................................... 57Renograma pre / post-IECA ...................................................................................................................................... 58 6
  7. 7. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ACistogammagrafía directa ........................................................................................................................................... 59Gammagrafía renal ............................................................................................................................................................... 60Gammagrafía escrotal ...................................................................................................................................................... 61EXPLORACIONES EN ONCOLOGÍA: ....................................................................................................... 62Rastreo gammagráfico con MIBG .................................................................................................................. 62Rastreo gammagráfico con cloruro de talio ..................................................................................... 63Rastreo gammagráfico con citrato de galio ...................................................................................... 64Rastreo gammagráfico con anticuerpos monoclonales .................................................... 65Rastreo gammagráfico de receptores de somatostatina ................................................... 66Gammagrafía con MIBI ................................................................................................................................................... 67EXPLORACIONES EN HEMATOLOGÍA: .............................................................................................. 68Test de Schilling ......................................................................................................................................................................... 68Masa eritrocitaria ................................................................................................................................................................... 69Gammagrafía esplénica .................................................................................................................................................. 70TRATAMIENTOS CON RADIOISÓTOPOS: ...................................................................................... 71Tratamiento radioisotópico del dolor óseo metastásico ..................................................... 71Sinoviortesis radioisotópica ....................................................................................................................................... 72Tratamiento radioisotópico del hipertiroidismo ............................................................................. 73Tratamiento radioisotópico de las neoplasias diferenciadas tiroideas ............. 74Tratamiento radioisotópico de las policitemias esenciales .............................................. 76BIBLIOGRAFÍA ............................................................................................................................................................................... 77 7
  8. 8. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 8
  9. 9. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A PRÓLOGO Siento tener que empezar este prologo por la ironía y corrigiendo alautor, ya que la verdadera definición de Medicina Nuclear no es la que élrefleja en su introducción. La Medicina Nuclear es una entelequia, ¿magia?, ¿adivinación?, reali-zada por “locos del sótano”, que trabajan poco, a la que se suele acudircomo último recurso cuando los pacientes se obstinan en no responder a lostratamientos clásicos o en no dejarse diagnosticar como es su obligación . Nodebemos olvidar tampoco su acendrada fama en la fácil obtención de tesis ytrabajos publicables. Actualmente la Medicina Nuclear es una especialidad consolidada,con un amplio cuerpo de doctrina y cuyas indicaciones de uso se encuen-tran en todas las Guías de Práctica Clínica de patologías tan prevalentescomo las Oncológicas, Cardiovasculares, etc.; por ello actualmente un Hos-pital de tercer nivel no podría ejercer correctamente su labor asistencial,docente e investigadora sin la existencia de un Servicio de Medicina Nu-clear bien dotado. Otra idea falsa pero de amplio predicamento, tanto entre los propiosprofesionales como entre la población, es la “peligrosidad” de las exploracio-nes médico-nucleares; las dosis de radiación de la inmensa mayoría de nues-tras exploraciones son comparables, cuando no menores, a las que suminis-tra la radiología convencional, y sin embargo a nadie parece preocuparle quele hagan una radiografía o una TAC. Hay que denunciar así mismo la creencia de que realizamos técnicasmuy caras, “de lujo “, las técnicas que utilizan radioisótopos soportan perfec-tamente el análisis costo/eficiencia con muchas otras exploraciones considera-das como “estándar oro”, y que carecen de valor diagnóstico o terapéutico. Desde hace mucho tiempo se ha demostrado que uno, si no el princi-pal, aspecto incentivador de cualquier profesional es saberse valorado por sutrabajo; en este sentido los profesionales de Enfermería de los Servicios deMedicina Nuclear siempre se han sentido desincentivados, ya que ni sus pro-pios compañeros reconocen o valoran su trabajo como algo necesario y útil.Esto es tanto mas acusado en el contexto de un Hospital como en el nuestroen el que se realizan otras actividades de un indudable mayor prestigio social. 9
  10. 10. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A Es por ello por lo que iniciativas como la del Autor, excelente profesio-nal de Enfermería (la excelencia profesional supone actualmente la necesi-dad ineludible de sobrepasar los limites del mero trabajo asistencial) son loa-bles y encomiables, ya que cumplen de una forma perfecta el propósito deinfundir los contenidos e indicaciones principales del trabajo que se realiza. Dr. D. José M.ª Latre Romero Jefe de Servicio de Medicina Nuclear Hospital Universitario “Reina Sofía”. Córdoba10
  11. 11. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A INTRODUCCIÓNLa O.M.S. define la Medicina Nuclear como la especialidad medica que confines asistenciales, docentes e investigadores, emplea las fuentes radiactivasno encapsuladas.Atendiendo al aspecto asistencial, la M. Nuclear posibilita aplicaciones me-dicas tan diversas como: - el estudio de la morfología de un órgano - la evolución de una función fisiológica - el análisis de un componente biológico - el tratamiento de un proceso patológicoA diferencia de otras unidades del hospital, el Servicio de Medicina Nuclearsigue siendo un misterio para la mayoría del personal de Enfermería y de lospacientes.El propósito de este manual es dar a conocer a los profesionales de Enfer-mería en que consisten las exploraciones a las que van a ser sometidos en elServicio de M. Nuclear. Con esto se intenta que tengáis la información nece-saria para dar respuesta a preguntas esenciales que os harán los pacientessobre dichas exploraciones: - el objetivo - la preparación - el procedimiento - la duraciónSi conseguimos que los pacientes disminuyan la aprensión que sienten anteeste tipo de técnicas diagnosticas y que acudan con una adecuada prepara-ción, habremos alcanzado nuestro propósito. 11
  12. 12. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A12
  13. 13. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A LAS EXPLORACIONES EN MEDICINA NUCLEARLas exploraciones constan siempre de dos partes:En la primera se administra una pequeña dosis de un material radioactivo(radiofármaco, isótopo) que se dirigirá al órgano de estudio donde será utili-zado en su funcionamiento y luego eliminado por las vías naturales. Siendo lavía urinaria la forma más frecuente de eliminación.Un radiofármaco se define como un compuesto en el que uno de sus átomoses un elemento radiactivo, el cual puede ser administrado con fines diagnós-ticos o terapéuticos. Los mas utilizados son los compuestos marcados conTecnecio (99mTc), por ofrecer una facilidad de marcaje (unión de un isótoporadiactivo a compuestos no radiactivos) con gran cantidad de moléculas ypor su fácil obtención, mediante la elución de un generador de Molibdeno (99Mo). Este es un sistema automático y de fácil disponibilidad que permite laobtención de una solución estéril y apirógena de tecnecio en forma de per-tecnetato sódico.La segunda es la exploración propiamente dicha, consiste en la realiza-ción de un numero variable de “tomas” o imágenes de diferentes regio-nes del cuerpo con un sistema de detección que se denomina Gammacá-mara. La gammacámara es el equipo fundamental de detección en medi-cina nuclear, esta formado principalmente por un cabezal detector, únicoo múltiple, y conectado a un ordenador, que sirve para almacenar y pro-cesar las imágenes obtenidas, y para controlar el funcionamiento de lagammacámara. Este es un sistema que no emite ningún tipo de radiacióny con el que se localiza, se registra y se mide la distribución del radiofár-maco en el organismo.Es importante que el paciente permanezca inmóvil durante la adquisición deimágenes. Por regla general la exploración se realiza en una sola sesión, aun-que en algunas ocasiones se requiere dos o más sesiones. 13
  14. 14. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A14
  15. 15. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A ACTUACIÓN DE ENFERMERÍA EN MEDICINA NUCLEARUna vez que el paciente llega a la unidad de Medicina Nuclear nuestro primerdeber es informarle y tranquilizarle, explicándole de forma clara y sencilla enque consiste la prueba y los pasos a seguir. Con ello intentaremos disminuir lanatural reticencia que sienten la mayoría de los pacientes ante este tipo deexploraciones y lograr su cooperación. A continuación solicitaremos el con-sentimiento por parte del paciente o bien de un familiar. En el caso de que elpaciente sea una mujer en edad fértil se le realizará siempre un test de gesta-ción, ya que el embarazo supone una contraindicación formal a la realizaciónde las pruebas no urgentes.En ningún momento el paciente estará confinado en un espacio cerrado ysiempre se encontrará acompañado por personal de enfermería de la unidad.El personal de enfermería del Servicio de M. Nuclear es el responsable de loscuidados de los pacientes mientras éste permanezca en la unidad, atendiendosus necesidades físicas, psíquicas y sociales, las cuales procuraremos satisfacery así garantizar la continuidad de los cuidados, para ello sería deseable que enlos pacientes ingresados, se nos enviara el plan de cuidados del paciente.También somos los encargados de la preparación y administración de losradiofármacos. Los radiofármacos pueden ser administrados por diversas víasal paciente, excepto las vías intramuscular y la cutánea. En la mayoría de loscasos se suele usar la vía intravenosa para su administración y en menornumero la vía oral, inhalatoria, etc.En algunas ocasiones podremos usar la vía que traiga el paciente, pero enotras, dependiendo del radiofármaco a inyectar, puede que sea necesarioobtener una nueva vía de administración o bien que se le administre directa-mente mediante inyección intravenosa, ya que determinados radiofármacosno pueden ser administrados a través de catéteres. La vía de acceso optimapara la inyección del radiofármaco es la vena anterocubital derecha, siendo elcalibre del catéter mas utilizado el n.º 20, utilizando además en la mayoría delas ocasiones una llave de tres vías.Normalmente despediremos al paciente evitando dar información directa sobrelos resultados de la exploración, pero si facilitando la información acerca decuando y donde podrá recoger dichos resultados. 15
  16. 16. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A16
  17. 17. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A RECOMENDACIONESLas exploraciones de Medicina Nuclear están contraindicadas en mujeresembarazadas o en período de lactancia. En el caso de que la exploración nopueda ser diferida, la madre lactante deberá interrumpir la lactancia tras lainyección del radiofármaco por un periodo de tiempo que dependerá delisótopo administrado.En el caso de niños o pacientes jóvenes las dosis empleadas se adecuarán asu peso o superficie corporal, para asegurar una irradiación mínima. Es lo quese conoce como “ Filosofía A.L.A.R.A. “ que son las iniciales inglesas de TanBaja Como Sea Razonablemente Posible, referidas a la dosis de radiaciónadministrada.A los pacientes que acuden a nuestro servicio, para la realización de algúnestudio, seria importante que se les recomendara que se abstuvieran de veniracompañados por mujeres embarazadas o niños de corta edad, siempre queesto sea posible.Es aconsejable para el paciente que se le ha realizado una exploración en M.Nuclear, que beba abundantes de líquidos para facilitar la eliminación delradiofármaco y que vacíe con frecuencia la vejiga para minimizar la radiaciónen la misma.Las medidas de radioprotección que el personal de las unidades de hospitali-zación deben poner en práctica, cuando a alguno de sus pacientes se le hayarealizado una prueba en Medicina Nuclear, incluyen tres factores importantesque son: Blindaje: No es aconsejable dadas las dosis tan pequeñas que se ad- ministran y lo extraordinariamente engorroso que es el traje. Distancia: no es necesario aislar al paciente, los cuidados de enferme- ría y de hostelería se deben de realizar con normalidad. Tiempo: este es el factor que podemos emplear con mayor facilidad para disminuir la irradiación. De este modo se recomienda que se evite permanecer con el paciente innecesariamente.Se recomienda al personal de enfermería que debe eludir el permanecer in-necesariamente cerca del paciente y evitar la posibilidad de contaminacióncon sus fluidos corporales (sangre, orina y heces), con hábitos normales quese deben de practicar siempre en nuestra profesión, como son el uso deguantes y el lavado de manos después del contacto con los pacientes. 17
  18. 18. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AEn el caso de que hubiera contaminación, sencillamente lavar con abundanteagua y jabón sin utilizar abrasivos (cepillos, etc.). También es recomendable elque no atiendan a estos pacientes personal en estado de gestación.En verdad no es necesario adoptar precauciones especiales para la atenciónde enfermería habitual en las unidades de hospitalización, ante el riesgo deirradiación externa o contaminación por utensilios o vertidos, debido a queestos pacientes han recibido mínimas dosis de material radiactivo18
  19. 19. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A EXPLORACIONES EN CARDIOLOGÍAVENTRICULOGRAFÍA ISOTÓPICA DE EQUILIBRIO (reposo)ObjetivoEvaluar la función ventricular mediante la determinación de la fracción deeyección de ambos ventrículos y de la movilidad parietal regional.PreparaciónNo es necesario preparación de ningún tipo para la realizacion de esta exploración.Radiofármaco99m Tc – HSA; disolución inyectable de seroalbúmina humana marcada contecnecio (99mTc).ProcedimientoPreviamente a la administración de radiofármaco se le tomara al pacientela tensión arterial y el pulso. Para la administración del radiofármaco uti-lizaremos la vía intravenosa. A continuación pasara a la gammacámaradonde permanecerá acostado y monitorizado para la adquisición de imá-genes. El ritmo cardiaco debe ser lo mas constante posible mientras durela exploración.DuraciónLa obtención de imágenes. viene a durar entre 15 y 20 minutos.ObservaciónEsta exploración también se puede realizar utilizando la técnica del marcaje dehematíes. En ese caso comenzaremos por canalizar al paciente una vía, a continua-ción le administraremos un fármaco y transcurridos unos 30 minutos realizaremosuna extracción de sangre. Con la cual procederemos al marcaje de los hematíes, enlo que tardaremos otros 30 minutos. Una vez realizados los controles de calidad delmarcaje con el paciente en la gammacámara, procederemos a su administración.La duración de la exploración es la misma que con la otra técnica. 19
  20. 20. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AVENTRICULOGRAFÍA ISOTÓPICA DE EQUILIBRIO (esfuerzo)ObjetivoPara evaluar la respuesta de la fracción de eyección y la motilidad parietaldurante un esfuerzo en pacientes con patologías cardiacas.PreparaciónPara este método diagnostico no es necesario ningún tipo de preparaciónprevia al estudio.Radiofármaco99m Tc – HSA; disolución inyectable de seroalbúmina humana y tecnecio (99mTc).ProcedimientoEn primer lugar se le tomaran controles de tensión arterial y pulso. Posterior-mente se le administrara el radiofármaco mediante inyección intravenosa.Inmediatamente y ya en la gammacámara lo colocaremos sobre un cicloer-gómetro (bicicleta) y lo monitorizaremos. Se le hará una primera toma deimágenes, que servirán para valorar la función ventricular basal. Posterior-mente realizara el esfuerzo hasta alcanzar la frecuencia que le correspondapor su edad, y en ese mismo momento se le realizara una nueva toma deimágenes procurando que el paciente mantenga el ritmo de pedaleo.DuraciónEl tiempo aproximado para la adquisición de las imágenes es de entre 20 y 40minutos.ObservaciónEsta exploración también se puede realizar utilizando la técnica del marcajede hematíes.Algunos pacientes no consiguen adaptarse al ejercicio en decúbito y no esvalido el estudio20
  21. 21. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AVENTRICULOGRAFÍA ISOTÓPICA DE PRIMER PASOObjetivoLa detección de la circulación de un trazador a su paso por las cavidades cardia-cas, los pulmones y los grandes vasos, para valorar la función ventricular.PreparaciónNo es necesaria ningún tipo de preparación, en el caso de que los pacientessean niños pequeños si es aconsejable que acudan en ayunas.Radiofármaco99m Tc – HSA; disolución inyectable de albúmina humana y tecnecio (99mTc).ProcedimientoPara esta técnica solemos canalizar una yugular externa, siempre que seaposible, en caso de que no se pueda lo intentaremos en una vena del ante-brazo derecho. La administración se realiza en la gammacámara, medianteembolada, y el comienzo de la adquisición de las imágenes es en el mismomomento de la inyección del trazador.DuraciónLa adquisición de imágenes suele durar un par de minutos. 21
  22. 22. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA MIOCARDICA CON ANTICUERPOSANTIMIOSINAObjetivoLocalización y extensión de lesión inflamatoria miocárdica, como pueden serlas miocarditis y en el rechazo en el trasplante cardiaco.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación para la realización de esta explo-ración.RadiofármacoFAB – 111In – DTPA; disolución inyectable de 111 In – fragmento Fab de anti-cuerpo monoclonal y DTPA.ProcedimientoLa administración del trazador se realiza por vía intravenosa en infusión len-ta. La adquisición de imágenes se realiza unas 48 horas posteriores a la admi-nistración del radiofármaco.DuraciónLa toma de imágenes viene a durar entre 15 a 45 minutos.22
  23. 23. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA MIOCÁRDICA CON PIROFOSFATOObjetivoValorización de la extensión y localización de necrosis en el infarto agudo demiocardio y en procesos inflamatorios miocárdicos.PreparaciónNo es necesaria ninguna preparación previa para esta prueba.Radiofármaco99m Tc – PYP; disolución inyectable de pirofosfato de estaño y de tecnecio (99mTc).ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realiza por vía intravenosa y la adquisi-ción de imágenes da comienzo transcurridas 4 a 5 horas.DuraciónLa duración de la toma de imágenes oscila entre 15 a 45 minutos.ObservacionesLa sensibilidad de la prueba es máxima entre el 2 y 4 día de la aparición de lapatología coronaria. 23
  24. 24. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE CORTOCIRCUITOS CARDÍACOSObjetivoCuantificación y valoración de alteraciones morfológicas en las cavidadescardiacas, como los cortocircuitos izquierda - derecha.PreparaciónNo es necesaria ningún tipo de preparación.Radiofármaco99m Tc – DTPA; disolución inyectable de pentetato de tecnecio (99mTc).99m Tc – HSA; disolución inyectable de albúmina humana y tecnecio (99mTc).ProcedimientoPara la administración del trazador solemos canalizar una yugular externa,siempre que sea posible, en caso de que no se pueda lo intentaremos en unavena del antebrazo derecho. La administración se realiza en la gammacáma-ra, mediante embolada, y el comienzo de la adquisición de las imágenes esen el mismo momento de la inyección del trazador.DuraciónLa toma de imágenes viene a durar un par de minutos.RecomendacionesSi es recomendable cuando el paciente es de corta edad el que no hayacomido recientemente, para evitar el vómito.24
  25. 25. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA MIOCÁRDICA DE PERFUSIÓN (esfuerzo)ObjetivoReflejar las alteraciones de la perfusión miocárdica, y en el diagnostico, pro-nostico, evolución y respuesta de cardiopatía isquémica.PreparaciónEs aconsejable suspender los betabloqueantes, calcioantagonistas y nitratos48 horas antes de la exploración.Radiofármaco99m Tc – tetrofosmina; preparación inyectable de tetrofosmina de tecnecio (99mTc).99m Tc – sestamibi; disolución inyectable de tecnecio (99mTc) y sestamibi.ProcedimientoEn primer lugar procederemos a canalizar una vía al paciente, a continuaciónrealizara una prueba de esfuerzo electrocardiográfrica convencional, limitadapor sintomatología, sobre tapiz rodante. Se administrara el radiofármaco enel momento que el paciente alcance su máximo esfuerzo , procurando que lomantenga un minuto mas, o bien ante la aparición de sintomatología. Laadquisición de imágenes se realiza habitualmente a los 60 minutos de haber-se administrado el radiofármaco, en este periodo de tiempo de espera elpaciente puede y debe de tomar alimentos, a ser posible ricos en grasas.DuraciónLa toma de imágenes viene a durar entre 20 y 40 minutosRecomendacionesEs aconsejable que el paciente se encuentre en ayuno previo a la prueba deesfuerzo unas cuatro horas.ObservacionesSuele suceder que el paciente tenga que volver otro día para la realizacion deuna gammagrafía de perfusión miocárdica en reposo y así poder realizar unestudio comparativo. 25
  26. 26. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA MIOCÁRDICA DE PERFUSIÓN (reposo)ObjetivoReflejar las alteraciones de perfusión del miocardio cuando el paciente seencuentre en reposo.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación.Radiofármaco99m Tc – tetrofosmina; preparación inyectable de tetrofosmina de tecnecio (99mTc).99m Tc – sestamibi; disolución inyectable de tecnecio (99mTc) y sestamibi.ProcedimientoEl radiofármaco se administrara directamente en vena, previa canalización deuna vía. La toma de imágenes se realiza habitualmente a los 60 minutos dehaberse administrado el radiofármaco, en este periodo de tiempo de esperael paciente puede y debe de tomar alimentos, a ser posible ricos en grasas.DuraciónEl tiempo de la adquisición de imágenes suele ser entre 20 y 40 minutos.RecomendacionesQue el paciente se encuentre en reposo relativo previo a la administración deltrazador.26
  27. 27. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA MIOCÁRDICA DE PERFUSIÓN TRASESTIMULACIÓN FARMACOLÓGICAObjetivoReflejar las alteraciones de la perfusión miocárdica, y en el diagnostico, pro-nostico, evolución y respuesta de cardiopatía isquémica, en pacientes que nopueden realizar un esfuerzo convencional.PreparaciónEl paciente debe encontrarse en ayuno previo de 4 horas (excepto los diabé-ticos). Debe eliminar desde 24 horas antes de la realización de la prueba el té,café, colas, cacao y sus derivados. Se suspenderán por lo menos 48 horasantes la toma de los betabloqueantes y 24 horas los nitritos y calcioantago-nistas.Radiofármaco99m Tc – tetrofosmina; preparación inyectable de tetrofosmina de tecnecio (99mTc).99m Tc – sestamibi; disolución inyectable de tecnecio (99mTc) y sestamibi.ProcedimientoVerificar que se dispone de todo el material necesario, se realiza una recogidade datos de interés, monitorizaremos al paciente y se canalizan dos vías, debuen calibre, a ser posible en distinto brazo. Se administrara el radiofármacoen el momento protocolizado, dependiendo del fármaco (DOBUTAMINA oADENOSINA) que se utilice para la estimulación o bien en el caso de tenerque interrumpir la prueba ante la aparición de sintomatología. La adquisiciónde imágenes se realiza habitualmente a los 60 minutos de haberse adminis-trado el radiofármaco, en este periodo de tiempo de espera el paciente pue-de y debe de tomar alimentos, a ser posible ricos en grasas.DuraciónLa toma de imágenes viene a durar entre 20 y 40 minutos.ObservacionesSuele suceder que sea necesario que el paciente tenga que volver otro díapara la realizacion de una gammagrafía de perfusión miocárdica en reposo yasí poder realizar un estudio comparativo. 27
  28. 28. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE CORTOCICUITOS DERECHA -IZQUIERDAObjetivoValorar la existencia y cuantificarla de cortocircuitos derecha - izquierda,mediante la visualización de actividad en órganos como el cerebro, riñonesy bazo.PreparaciónPara este método diagnostico no es necesario ningún tipo de preparación.Radiofármaco99m Tc-MAA Preparación inyectable de macroagregados de albúmina y de tec-necio (99mTc).99m Tc-MEA Preparación inyectable de microesferas de albúmina y de tecnecio(99mTc).ProcedimientoLa administración del trazador se realiza mediante inyección intravenosa, conel paciente en decúbito supino y realizando inspiraciones profundas. Tras laadministración del radiofármaco comienza la exploración.DuraciónLa exploración viene a durar entre 15 y 20 minutos.28
  29. 29. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A EXPLORACIONES EN NEUMOLOGÍAGAMMAGRAFÍA PULMONAR DE PERFUSIÓNObjetivoDiagnostico del tromboembolismo pulmonar, mediante la visualización de ladistribución de la perfusión pulmonar.PreparaciónEn este método diagnostico no es necesario ningún tipo de preparación pre-via. Pero si es imprescindible contar con una radiografía de tórax lo mas re-ciente posible (máximo 12 horas).Radiofármaco99m Tc-MAA Preparación inyectable de macroagregados de albúmina y de tec-necio (99mTc).99m Tc-MEA Preparación inyectable de microesferas de albúmina y de tecnecio(99mTc).ProcedimientoLa administración del trazador se realiza mediante inyección intravenosa, conel paciente en decúbito supino y realizando inspiraciones profundas. Tras laadministración del radiofármaco comienza la exploración.DuraciónLa duración media de la misma es de entre 20 y 40 minutos.ObservacionesExisten dos patologías que podrían hacer que esta exploración estuvieracontraindicada. Estas patologías son: la hipertensión pulmonar (aguda ocrónica) y los cortocircuitos cardiacos (derecha- izquierda), aunque en lamayoría de los casos se realiza la exploración inyectando un menor numerode partículas. 29
  30. 30. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA PULMONAR DE CUANTIFICACIÓNObjetivoEvaluación de la perfusión pulmonar porcentual de cada pulmón en patolo-gías pulmonares que deben ser sometidas a intervención quirúrgica (neumo-nectomias). También en la valoración y seguimiento de los pacientes tras-plantados de pulmón.PreparaciónEl paciente no tiene que suspender su tratamiento ni permanecer en ayunas.Radiofármaco99m Tc-MAA Preparación inyectable de macroagregados de albúmina y de tec-necio (99mTc).99m Tc-MEA Preparación inyectable de microesferas de albúmina y de tecnecio(99mTc).ProcedimientoLa administración del trazador se realiza mediante inyección intravenosa, conel paciente en decúbito supino y realizando inspiraciones profundas. Tras laadministración del radiofármaco comienza la exploración.DuraciónEste procedimiento diagnostico tiene una duración aproximada de 5 a 15minutos.ObservacionesExisten dos patologías que podrían hacer que esta exploración estuvieracontraindicada. Estas patologías son: la hipertensión pulmonar (aguda ocrónica) y los cortocircuitos cardiacos (derecha- izquierda), aunque en lamayoría de los casos se realiza la exploración inyectando un menor númerode partículas.30
  31. 31. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA PULMONAR CON CITRATO DE GALIOObjetivoLocalización de tumores, procesos inflamatorios e infecciosos.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación previa a la exploración.RadiofármacoSolución inyectable de citrato de galio (67 Ga).ProcedimientoSe inyecta el radiofármaco directamente por vía intravenosa. La exploraciónse realiza 48 o 72 horas después de la administración del citrato de galio.DuraciónLa duración aproximada de la adquisición de imágenes es de 20 a 40minutos. 31
  32. 32. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A EXPLORACIONES EN VASCULARFLEBOGAMMAGRAFÍAObjetivoBuscar signos de trombosis venosas profundas en extremidades inferiores ypelvis. Se suele realizar antes de la gammagrafía de perfusión pulmonar.PreparaciónNo es necesario que el paciente tenga que suspender su tratamiento, ni quepermanezca en ayunas.RadiofármacoAunque se puede utilizar cualquier trazador lo mas usuales son:99m Tc-MAA Preparación inyectable de macroagregados de albúmina y de tec-necio (99mTc).99m Tc-MEA Preparación inyectable de microesferas de albúmina y de tecnecio(99mTc).ProcedimientoLa administración del trazador se realiza por vía intravenosa en venas dorsa-les de ambos pies y de forma simultánea (esta exploración también se puederealizar para miembros superiores). Durante la administración del trazador sevan obteniendo imágenes.DuraciónLa duración aproximada de este estudio es entre 30 y 45 minutos.ObservacionesEste procedimiento diagnostico se suele realizar antes de la gammagrafía deperfusión pulmonar, en ese caso hay que tener en cuenta las dos patologíasque podrían hacer que esta exploración estuviera contraindicada: la hiper-tensión pulmonar (aguda o crónica) y los cortocircuitos cardiacos (izquierda-derecha), aunque en la mayoría de los casos se realiza la exploración inyec-tando un menor numero de partículas.32
  33. 33. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ALINFOGAMMAGRAFÍAObjetivoEs mostrar una imagen funcional del retorno linfático en condiciones fisioló-gicas. También identificación de drenaje linfático en neoplasias, para la loca-lización del ganglio centinela.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación especial para la realización de laprueba.Radiofármaco99m Tc – sulfuro de renio; preparación inyectable coloidal de sulfuro de renio yde tecnecio (99mTc).99m Tc – nanocoloide; preparado inyectable de nanocoloide de albúmina y tec-necio (99mTc).ProcedimientoLa administración del trazador se realiza inyectándose varias dosis del traza-dor (entre 2 o 6) por vía subcutánea o por vía intradérmica dependiendo de lapatología del paciente, con la intención de que pase al espacio intersticial yascienda por las cadenas linfáticas. La adquisición de imágenes se suele rea-lizar en dos sesiones, una precoz a los 20 minutos y otra tardía a las 2 horas,en alguna ocasión ha sido necesario la toma de imágenes a las 8 – 12 horasde la administración del radiofármaco.DuraciónLa adquisición de imágenes en cada una de las sesiones viene a durar unos10 a 20 minutos. 33
  34. 34. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A EXPLORACIONES EN OSTEOARTICULARGAMMAGRAFÍA OSEAObjetivoBúsqueda de lesiones óseas, por cualquier tipo de patología (benigna o ma-ligna), así como para el seguimiento de las patologías de estos pacientes.PreparaciónNo es necesario el ayuno ni preparación previa.Radiofármaco99m Tc – HMDP; disolución inyectable de oxidronato de tecnecio (99mTc).99m Tc – MDP; disolución inyectable de medronato de tecnecio (99mTc).ProcedimientoLa administración del trazador se realiza mediante inyección intravenosa. Elpaciente volverá a las 3 horas aproximadamente para la obtención de lasimágenes. El paciente debe vaciar la vejiga justo antes de comenzar la explo-ración.DuraciónAproximadamente entre 15 y 30 minutosRecomendacionesIngesta abundante de líquidos (entre 1 y 1,5 litros) y que el paciente orinecon frecuencia, en el tiempo de espera entre la administración del radioisóto-po y la adquisición de imágenes.Para una correcta valoración de las imágenes adquiridas es recomendabletraer (si es posible) la ultima radiografía de la zona a estudiar.34
  35. 35. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA ÓSEA EN TRES FASESObjetivoBúsqueda de anormalidades en la captación del trazador en las distintas pa-tologías óseas, obteniendo imágenes de la vascularización del área de inte-rés, en hueso o en tejidos blandos perilesionales.PreparaciónNo necesita preparación previa, suele ser importante traer radiografías delárea de interés.Radiofármaco99m Tc – HMDP; disolución inyectable de oxidronato de tecnecio (99mTc).99m Tc – MDP; disolución inyectable de medronato de tecnecio (99mTc).ProcedimientoPreviamente canalizaremos una vía e inyectaremos la dosis del trazador se-guida de bolo de suero fisiológico, obteniendo imágenes inmediatamente. Elpaciente volverá a las 3 horas, aproximadamente, para obtener nuevas imá-genes.Duración1.ª y 2.ª fase de 10 a 15 minutos3.ª fase entre 15 y 30 minutosRecomendacionesQue ingiera abundante de líquidos en el tiempo de espera hasta la explora-ción y que orine con frecuencia. 35
  36. 36. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA ÓSEA CON GALIOObjetivoColaborar en el diagnostico de focos de inflamación – infección y para lalocalización de lesiones neoplásicas que acumulan este tipo de trazador.PreparaciónNo es necesario preparación previa ni posterior a la prueba. Lo habitual esque previamente se haya realizado al paciente una gammagrafía ósea.RadiofármacoSolución inyectable de citrato de galio (67Ga).ProcedimientoSe administra el radiofármaco mediante inyección intravenosa. El pacientevolverá a las 48 ó 72 horas para la obtención de las imágenes.DuraciónDependerá de la zona a estudiar, suele oscilar entre 15 y 60 minutos.RecomendacionesEs aconsejable que el paciente vacíe la vejiga justo antes de la adquisición delas imágenes.36
  37. 37. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A EXPLORACIONES EN ENDOCRINOLOGÍAGAMMAGRAFÍA TIROIDEAObjetivoEstudiar la glándula tiroidea desde un punto de vista morfológico y funcional.PreparaciónNo es necesario que el paciente se encuentre en ayunas. En el caso de que elpaciente este con tratamiento hormonal es necesario que lo suspenda.Radiofármaco99m Tc; solución inyectable de pertecnetato sódico - 99mTc.ProcedimientoExtracción de una muestra de sangre para la determinación de hormonas einyección IV del isótopo. Esperaremos de 20 a 30 minutos para la obtenciónde imágenes. Previamente a la obtención de las imágenes invitaremos al pa-ciente a beber un vaso de agua para lavar actividad en la boca.DuraciónEntre 10 y 15 minutos en la adquisición de las imágenes.RecomendacionesEl paciente puede reiniciar su tratamiento habitual, en el caso de que porindicación nuestra lo hubiera suspendido.Notificar si ha recibido contraste yodados en los tres meses anteriores a laexploración.Notificar tratamiento con Amiodarona y productos y/o fármacos yodados.Evitar sal yodada. 37
  38. 38. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE PARATIROIDESObjetivoValorar la presencia de adenoma paratiroideo o hiperplasia en pacientes conhiperparatiroidismo primario o secundario.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación previo a la realización de la ex-ploración.Radiofármaco99m Tc – sestamibi; disolución inyectable de tecnecio y sestamibi.ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realiza por vía intravenosa. Tras 20minutos de espera se le realiza una primera adquisición de imágenes. El pa-ciente volverá a las 2 horas para una nueva toma de imágenes. En algunasocasiones es necesario alguna sesión más.DuraciónCada sesión viene a durar entre 10 a 20 minutos.38
  39. 39. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA SUPRARRENAL CORTICALObjetivoComprobación y diagnostico diferencial de sindrome de Cushing, y en hipe-raldosterismos primarios e hiperandrogenismos.PreparaciónEs necesario preparar al paciente, administrando desde 2 días antes de laprueba y hasta 7 días después una solución de Lugol.Radiofármaco75 Se – colesterol; disolución inyectable de (75 Se)-selenometil-norcolesterol.ProcedimientoEl radiofármaco se administra mediante inyección intravenosa lenta y la ad-quisición de imágenes comienza 4 días después.DuraciónA partir del cuarto día después de la administración del radiofármaco co-mienza la obtención de imágenes, las cuales se puede prolongar durante 4 o5 días consecutivos. Vienen durando entre 20 y 40 minutos.RecomendacionesEs importante conocer el tratamiento que tiene el paciente, ya algunos pue-den impedir la captación del radiofármaco (corticoides). 39
  40. 40. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A 131RASTREO GAMMAGRÁFICO CON IObjetivoValorar la captación de restos tiroideos y extratiroideos postcirugía en pacien-tes con Ca. diferenciado de tiroides.PreparaciónEl paciente acudirá en ayunas el día de la toma del isótopo, la vía de adminis-tración es la oral y presentación en cápsulas. Tres semanas antes deberá reti-rar pautadamente el tratamiento sustitutivo hormonal y seguirá una dietapobre en yodo .Radifármaco131 I – sódico; cápsulas de yoduro (131I) sódico.ProcedimientoPreviamente a la administración del isótopo realizaremos una extracción desangre para determinación hormonal. A continuación y a solas con el pacien-te, depositándole la cápsula de radioyodo en su boca para su deglución,ayudado de un vaso de agua. El paciente no comerá nada durante la hora ymedia siguiente a la administración de la dosis. El paciente volverá a las 48horas para el rastreo, previo a ello el paciente debe orinar y enjuagarse laboca con un vaso de aguaDuraciónLa toma de imágenes dura aproximadamente unos 60 minutos.RecomendacionesQue ingiera abundantes líquidos y que vacíe con frecuencia la vejiga, y quetire dos veces de la cisterna. También se le recomienda que utilice cubiertosde un sólo uso en las comidas y que su ropa deberá lavarla separada del restode la familia durante una semana40
  41. 41. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A EXPLORACIONES EN GASTROENTEROLOGÍAGAMMAGRAFÍA DE MUCOSA GASTRICA ECTÓPICAObjetivoDetección de mucosa gástrica fuera de los limites del estomago, como puedeser en el divertículo de Meckel, duplicaciones del tracto alimentario y en elesófago de Barrett.PreparaciónEs necesario ayuno de 5 ó 6 horas antes de la realización de la exploración.En el caso de que el paciente no tenga en su tratamiento actual cimetidina,será necesario premedicarlo para disminuir la secreción gástrica y así aumen-tar la posibilidad de detección.Radiofármaco99m Tc; solución inyectable de pertecnetato sódico - 99mTc.ProcedimientoEs necesario canalizar una vía venosa previamente al comienzo del estudio.Deberá orinar justo antes de comenzar la exploración y posiblemente duran-te la misma. La administración del isótopo se realiza justo en el comienzo delestudio mediante inyección intravenosa en embolada, estando el pacienteacostado en posición supino.DuraciónEntre 30 y 40 minutos se realizan imágenes secuenciales del abdomen.RecomendacionesDeben evitarse durante 2 ó 3 días antes estudios radiológicos con bario yfactores que puedan irritar la mucosa intestinal (laxantes, rectoscopia, etc.) 41
  42. 42. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE HEMORRAGIA DIGESTIVAObjetivoDetección y localización de una hemorragia digestiva, por sospecha clínica oanalítica de sangrado intestinal.PreparaciónEs recomendable que el paciente permanezca en ayunas al menos 5 horasantes del comienzo de la exploración.Radiofármaco99m Tc – sulfuro coloidal; preparado inyectable coloidal de azufre y de tecnecio(99m Tc).99m Tc – PYP; disolución de pirofosfato de estaño y de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoExisten dos técnicas para realizar la exploración:• con sulfuro coloidal en el caso de que exista sangrado activo, se realiza,canalizando una vía , en el caso de que el paciente no traiga ninguna, por laque se administraran dosis fraccionadas del isótopo a lo largo del estudio.• con hematíes marcados si es una hemorragia intermitente, lo primeroque haremos es canalizar al paciente una vía , a continuación le administrare-mos un radiofármaco y transcurridos unos 30 minutos realizaremos una ex-tracción de sangre. Con la cual procederemos al marcaje de los hematíes, enlo que tardaremos otros 30 minutos. Una vez realizados los controles de ca-lidad del marcaje y con el paciente en la gammacámara procederemos a suadministración.DuraciónLa adquisición de imágenes:• cuando se realiza con sulfuro coloidal suele durar entre 30 y 60 minutos.• en el caso del marcaje de hematíes, se suelen realizar la toma de imágenesdurante los primeros 30 o 60 minutos , en el caso de no ver sangrado, serealizan otras tomas tardías entre las 2 y 24 horas de la administración. Cadatanda de imágenes de una duración de entre 15 y 30 minutos.42
  43. 43. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA SALIVARObjetivoEvaluar las alteraciones del funcionamiento de las glándulas salivares.PreparaciónEs recomendable que el paciente se encuentre en ayunas al menos 4 horasprevias a la prueba.Radiofármaco99m Tc; solución inyectable de pertecnetato sódico - 99mTc.ProcedimientoSe le administra el isótopo mediante inyección intravenosa en embolada einmediatamente se comienza con la toma de imágenes. Durante el estudiose le administra zumo de limón para estimular el vaciamiento de las glándu-las. La exploración se realiza con el paciente acostado en decúbito supino.DuraciónLa toma de imágenes tiene una duración de entre 40 a 60 minutos. 43
  44. 44. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE TRÁNSITO ESOFÁGICOObjetivoVisualizar y cuantificar el transito por el esófago.PreparaciónEs necesario el ayuno de al menos 4 horas. Suele ser recomendable realizarun ensayo previo con un placebo para instruir al paciente en la forma dehacerlo, ya que es muy importante que la deglución se haga en una sola vezy en el momento adecuado.Radiofármaco99m Tc – sulfuro coloidal; preparado inyectable coloidal de azufre y de tecnecio(99m Tc).ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realiza por vía oral, mezclando el ra-diofármaco con una pequeña cantidad de agua (10 - 15 ml). La administra-ción se realiza simultáneamente con la toma de imágenes, la dosis se fraccio-na en dos; una con el paciente en decúbito supino y otra con el paciente enbipedestación.DuraciónLo normal es que el estudio se realice en 10 ó 15 minutos.44
  45. 45. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA DE REFLUJO GASTROESOFAGICOObjetivoLa detección y cuantificación del reflujo gastroesofágico o la respuesta a laterapia aplicada a un reflujo gastroesofágico.PreparaciónEl paciente se debe encontrar en ayunas de al menos 4 o 5 horas. Lo habitualen este método diagnostico es que previamente se le realice al paciente unagammagrafía de tránsito esofágico.Radiofármaco99m Tc – sulfuro coloidal; preparado inyectable coloidal de azufre y de tecnecio(99m Tc).ProcedimientoSi al paciente se le ha realizado previamente la G. de transitoesofágico no esnecesario el volver administrar dosis de radiofármaco. En caso contrario se leadministrara la dosis del radiofármaco por vía oral, ingiriendo a continuaciónentre 300 y 500 ml de liquido.DuraciónLa toma de imágenes tiene una duración aproximada de 60 minutos. 45
  46. 46. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA CON LEUCOCITOS MARCADOSObjetivoLocalización de patología abdominal inflamatoria o infecciosa.PreparaciónPara este método diagnostico no es necesario ninguna preparación previa,aunque sí aconsejable el acudir en ayunas de al menos 4 horas.Radiofármaco99m Tc – HMPAO; preparación inyectable de exametazina de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoEs necesario tener canalizada una vía venosa, la cual nos servirá para extraeraproximadamente unos 80- 90 ml de sangre. De la muestra separaremos losleucocitos, a los que realicemos el marcaje in vitro. Durante dicho marcaje,aproximadamente entre 90 y 120 minutos) el paciente puede tomar alimen-tos Una vez marcados los leucocitos serán inyectados al paciente. Se comen-zara la adquisición de imágenes a los 20 – 30 minutos.DuraciónLo habitual es que se realice el estudio en 2 o 3 sesiones de tomas de imáge-nes, de una duración cada una de 30 minutos.46
  47. 47. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMAMGRAFÍA HEPATOESPLÉNICAObjetivoValorar el tamaño del hígado y el bazo, la morfología y situación del hígado,así como los procesos que afecten a su función.PreparaciónNo es necesario ninguna preparación previa a la exploración.Radiofármaco99m Tc – sulfuro coloidal; preparado inyectable coloidal de azufre y de tecnecio(99m Tc).99m Tc –coloide; preparado inyectable coloidal de estaño y de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realiza mediante inyección intraveno-sa. Y pasados 20 minutos puede comenzar la adquisición de las imágenes.DuraciónEntre 15 y 20 minutos suele durar la toma de imágenes. 47
  48. 48. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA HEPATOBILIARObjetivoEs el estudio morfológico y funcional del hígado y las vías biliares.PreparaciónEl paciente debe encontrarse en ayunas 4 horas (tiempo mínimo de ayuno esde 2 horas) antes de la exploración.Radiofármaco99m Tc – HIDA E; disolución inyectable de etifenina y tecnecio (99mTc).99m Tc – HIDA M; disolución inyectable de mebrofenina y tecnecio (99mTc).ProcedimientoLo habitual es canalizar una vía previamente, y comenzar la toma de imáge-nes en el mismo momento de la administración, mediante embolada del ra-diofármaco.En algunas ocasiones puede ser necesario una intervención farmacológicapara reforzar el valor diagnostico de la exploración:con Sincalide: en el caso de pacientes en ayuno por un tiempo superior de 24horas o bien con nutrición parenteralcon Cloruro Mórfico: cuando hay sospecha de colecistitis y no se visualiza lavesícula en los 40 o 60 minutos tras la administración del radiofármacocon comida rica en grasas: para acelerar el vaciamiento biliarDuraciónLa exploración consta de una serie inicial de imágenes (angiogammagrafía),seguido de tomas secuenciales de imágenes estáticas en un periodo de tiem-po de 1 a 2 horas. Siendo necesario en algunas ocasiones prolongar el estu-dio con imágenes adicionales incluso a las 12, 24 o 36 horas.RecomendacionesEl paciente permanecerá en ayunas hasta indicación facultativa.48
  49. 49. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA DE HEMANGIOMASObjetivoEsta técnica visualiza la vascularización hepática, siendo de interés en el diag-nostico diferencial entre procesos poco vascularizados (abscesos, hemato-mas, quistes, etc.), con procesos medianamente vascularizados (hepatomas,hiperplasia nodular) y con procesos muy vascularizados (hemangiomas).PreparaciónAunque no es imprescindible el ayuno, se le suele pedir al paciente que guar-de 2 ó 3 horas sin haber hecho una comida copiosa.Radiofármaco99m Tc – PYP; disolución de pirofosfato de estaño y de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoPara esta exploración solemos utilizar la técnica del marcaje de hematíes. Loprimero que haremos es canalizar al paciente una vía, a continuación le ad-ministraremos un fármaco y transcurridos unos 30 minutos realizaremos unaextracción de sangre. Con la cual procederemos al marcaje de los hematíes,en lo que tardaremos otros 30 minutos. Una vez realizados los controles decalidad del marcaje y con el paciente en la gammacámara procederemos a suadministración.DuraciónSe suelen realizar dos tandas de imágenes; la primera viendo entrar los he-matíes marcados y otra tardía a las 2 horas de la administración. Cada tandade imágenes suele tener una duración de entre 15 y 30 minutos. 49
  50. 50. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE VACIAMIENTO GÁSTRICOObjetivoEvaluar y cuantificar el vaciamiento gástrico, en pacientes con signos o sínto-mas de vaciamiento gástrico retrasado.PreparaciónLa única preparación necesaria por parte del paciente es el ayuno de al me-nos 5 ó 6 horas.Radiofármaco99m Tc – sulfuro coloidal; preparado inyectable coloidal de azufre y de tecnecio(99m Tc).ProcedimientoPara esta técnica diagnostica es necesario el unir el isótopo a un alimentopara su administración por vía oral. Para esta técnica pueden ser utilizadosalimentos sólidos (hígado de pollo, tortilla, etc.) y líquidos (agua, zumo denaranja, etc.), bien aisladamente o simultáneamente. El paciente puede in-gerir los alimentos cómodamente pero lo mas rápido que pueda. A continua-ción se comienza la obtención de imágenes, lo normal con el paciente dedecúbito supino, aunque en algunos casos puede ser con el paciente senta-do o bien de pie.DuraciónLa adquisición de imágenes suele durar entre 1 y 3 horas aproximadamente.50
  51. 51. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A EXPLORACIONES EN NEUROLOGÍAANGIOGAMMAGRAFÍA CEREBRALObjetivoEs la opción primera en una gammagrafía cerebral, donde visualizaremos elpaso del trazador por los vasos sanguíneos intra y extracraneales para valorarsu perfusión. Es la primera fase de un estudio de muerte encefálicaPreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación para la realización de este mé-todo diagnostico. Se debe disponer de una vía venosa, preferiblemente enmiembros superiores. En neonatos, no sirven la vena umbilical ni venas epi-cranealesRadiofármaco99m Tc – HMPAO; preparación inyectable de exametazina de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoEs necesario canalizar una vía venosa previamente al comienzo del estudio.La administración del isótopo será brusca ( en bolo) y se realiza justo en elcomienzo del estudio, estando el paciente acostado en posición supino y conel detector justo encima de la cabeza.DuraciónEl tiempo medio que dura este método diagnostico es de 10 minutos. 51
  52. 52. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE PERFUSION CEREBRALObjetivoDemostrar la persistencia de flujo sanguíneo encefálico o confirmar su au-sencia en pacientes con sospecha de Muerte CerebralPreparaciónNo es necesario ninguna de preparación. Se debe disponer de una vía veno-sa, preferiblemente en miembros superiores. En neonatos, no sirven la venaumbilical ni venas epicranealesRadiofármaco99m Tc – HMPAO; preparación inyectable de exametazina de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realiza en bolo por vía intravenosa conel paciente bajo la gammacámara. Todo esto si previamente no se le ha rea-lizado la Angiogammagrafía.DuraciónDepende del numero de tomas que se realice, pero suele oscilar entre 20 a40 minutos.52
  53. 53. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ACISTERNOGAMMAGRAFÍAObjetivoEstudiar el flujo del L.C.R. a través del espacio subaracnoideo, sus aplicacio-nes clínicas más importantes son: detección de fístulas, bloqueo del flujo delL.C.R. y en el estudio de hidrocefalias.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación.Radiofármaco111 In – DTPA; disolución inyectable de cloruro de indio (111In) y pentetato.Fabricado expresamente para uso intratecalProcedimientoEl trazador se administra mediante inyección intratecal, tras punción lumbar,a continuación se le ocluirán con torundas de algodón ambas fosas nasales ylos dos conductos auditivos. Cada 3 horas mediante unas pinzas y utilizandoguantes, se retiraran los algodones y se introducirán en botes perfectamenteidentificados, durante la noche se pueden realizar los cambios cada 6 horas.El paciente permanecerá con la cabeza mas baja que los pies (en posición deTrendelemburg ) durante 24 horas. En este periodo de tiempo al paciente sele realizaran tomas de imágenes a los 20 minutos, 2, 6 y 24 horas de laadministración del trazador.DuraciónLas distintas sesiones de tomas de imágenes pueden durar entre 15 y 30minutos.ObservacionesTanto los guantes como las pinzas utilizadas se guardaran en una bolsa debasura y serán retiradas por el personal del S. de M. Nuclear. 53
  54. 54. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B ATOMOGAMMAGRAFÍA (SPECT) CEREBRAL CONRADIOTRAZADORES DE AFINIDAD TUMORALObjetivoEs la localización de tumores en el cerebro y su diferenciación de radionecro-sis o abcesosPreparaciónEn este método diagnostico no es necesario ninguna preparación previa.Radiofármaco201 Tl - Cloruro; disolución inyectable de cloruro de talio (201Tl).ProcedimientoAl paciente se le canalizara una vía, se le administrara el trazador lavandoposteriormente la vía mediante embolada con suero fisiológico. Y pasadosunos 20 minutos el paciente pasara a gammacámara y en posición supina ,con la cabeza sujeta parar que no tenga movimiento mientras dure la explo-ración.DuraciónLa adquisición de la tomogammagrafía tiene una duración de entre 30 y 40minutos.54
  55. 55. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ATOMOGAMMAGRAFÍA (SPECT) CEREBRAL CONRADIOTRAZADORES DIFUSIBLESObjetivoEstudiar la perfusión del cerebro para detectar y localizar posibles lesionesque no suelen dar afectación morfológica en TAC o RMNPreparaciónNo es necesario ninguna de preparación. Tras canalizar una vía al paciente esaconsejable que espere en una habitación donde se encuentre tranquiloRadiofármaco99m Tc – HMPAO; preparación inyectable de exametazina de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realizan bolo por vía intravenosa. El pa-ciente pasará a la gammacámara a los 30 minutos de inyectado el Radiofárma-co. Todo esto si previamente no se le ha realizado la Angiogammagrafía.DuraciónDepende del numero de tomas que se realice, pero suele oscilar entre 30 a40 minutos. 55
  56. 56. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A EXPLORACIONES EN NEFROUROLOGIARENOGRAMAObjetivoEs el estudio de la morfología y de la función renal mediante la representa-ción gráfica de curvas del paso del trazador por el riñón.PreparaciónPara esta prueba es fundamental que el paciente venga muy bien hidratado,empezando a hacerlo desde el día anterior a la exploración. No es necesarioque suspenda su tratamiento habitual, pero si es importante que nos traigaanotada la medicación que este tomando.Radiofármaco99m Tc - MAG-3; disolución inyectable de tecnecio (99m Tc) y tiatida.ProcedimientoPreviamente a que el paciente pase a la gammacámara se habrá canalizadouna vía venosa y comprobado la correcta hidratación del paciente. En casode que no lo este procederemos a su hidratación tanto por vía oral comoparenteral. La administración del trazador se realiza mediante inyección in-travenosa en embolada, esta técnica es conocida como angiogammagrafía,que consiste en la obtención de imágenes de la llegada del trazador a losriñones, perfusión renal, captación parenquimatosa y fase de eliminación avejigaDuraciónUna vez comenzado el estudio suele durar unos 30 minutos.56
  57. 57. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ARENOGRAMA DIURÉTICOObjetivoEl estudio de la función renal, realizando un diagnostico diferencial entredilatación y obstrucción en las vías excretoras mediante la administración deun diurético (furosemida).PreparaciónEs fundamental una perfecta hidratación previa del paciente. No es necesarioque suspenda su tratamiento habitual ni que guarde ayuno.Radiofármaco99m Tc - MAG-3; disolución inyectable de tecnecio (99m Tc) y tiatida.ProcedimientoEs el mismo que en el caso del renograma con la única diferencia de que se leadministra furosemida en una dosis dependiendo de su peso y que su dura-ción es mayorDuraciónEntre 45 y 60 minutos en la toma de imágenes.ObservacionesEn el caso de pacientes entre 1 y 4 años suele ser necesario realizar la explo-ración con el paciente anestesiado, por lo cual será necesario su ingreso eldía anterior y que se encuentre en ayunas al menos 10 horas antes de laexploración. 57
  58. 58. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B ARENOGRAMA PRE/POST-IECAObjetivoEl diagnóstico y valoración de la hipertensión arterial de origen vasculorrenal.PreparaciónCon el fin de conseguir una preparación adecuada para este procedimientodiagnostico se le envía a los pacientes una carta donde se le explica las pau-tas a seguir con su medicación (*).Radiofármaco99m Tc - MAG-3; disolución inyectable de tecnecio (99m Tc) y tiatida.ProcedimientoEn primer lugar controlaremos la tensión arterial basal del paciente, anotán-dola en la hoja de registro. A continuación canalizamos una vía y nos asegu-raremos de la perfecta hidratación del paciente. La exploración consiste en larealización de dos sesiones. Entre ambas se le administra 50 mg de captoprilvía oral y durante 90 minutos se realiza una serie de tomas de tensionesarteriales cada 15 minutos. La tensión nuca debe bajar de 140/70 mmHgdurante el estudio La administración del radiofármaco se realiza mediante latécnica de angiogammagrafía en ambas sesiones del estudio.DuraciónLas sesiones de toma de imágenes tienen una duración de entre 20 a 25minutos y a esto hay que sumarle los 90 minutos, mínimos, entre sesión.RecomendacionesUna vez terminado el estudio el paciente reanudara su tratamiento habitual.Excepto los IECAS que comenzará al día siguiente58
  59. 59. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ACISTOGAMMAGRAFÍA DIRECTAObjetivoEl objetivo de este estudio es comprobar la existencia de flujo retrogrado deorina desde la vejiga al riñón.PreparaciónNo se requiere ninguna preparación previa para este método diagnostico. Elpaciente debe de estar en protección antibióticaRadiofármaco99m Tc - MAG-3; disolución inyectable de tecnecio (99m Tc) y tiatida.ProcedimientoPara esta prueba es necesario la cateterización de la vejiga, a continuaciónextraeremos toda la orina de la vejiga. En este momento administraremos elradiofármaco a través de la sonda y comenzaremos a infundir suero salino(previamente calentado a unos 37 º C) hasta llenar la vejiga. Posteriormentepediremos al paciente que una vez retirada la sonda orine. Durante estasmaniobras se habrán tomado las imágenes.DuraciónLa prueba viene a durar entre 30 a 45 minutos.RecomendacionesEs conveniente que el paciente mantenga cobertura antibiótica para evitaralgún tipo de infección y realizar un cultivo de control 59
  60. 60. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA RENALObjetivoEstudiar la morfología de la corteza renal para la localización de riñones ectó-picos y detectar pielonefritis o cicatrices corticales. Cuantificar la función decasa unidad renalPreparaciónPara esta técnica no es necesaria ninguna preparación.Radiofármaco99m Tc – DMSA; disolución inyectable de succímero de tecnecio (99m Tc).ProcedimientoEl radiofármaco se administra mediante inyección intravenosa. Las tomas deimágenes pueden realizarse entre 2 y 3 horas después de la administracióndel trazador.DuraciónSe realizan dos tandas de imágenes, consecutivas, que en total suelen durarentre 40 y 60 minutos.RecomendacionesDurante el tiempo de espera para la adquisición de imágenes es aconsejableaumentar la ingesta de líquidos.60
  61. 61. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA ESCROTALObjetivoAyudar a establecer el diagnostico diferencial entre un proceso inflamatorio yuna torsión aguda testicular.PreparaciónPara el desarrollo de esta técnica no es necesario ningún tipo de preparación.Radiofármaco99m Tc; disolución inyectable de pertecnetato sódico 99m Tc.99m Tc – DTPA; disolución inyectable de pentetato de tecnecio (99mTc).ProcedimientoEs necesario la canalización previa de una vía para la administración del ra-diofármaco, que será administrado en forma de embolada. Previamente conel paciente ya tendido en la gammacámara, procederemos a fijar su pene (con esparadrapo) sobre el abdomen y a separar el escroto de los muslos, asícomo a delimitar ambos hemiescrotos mediante marcadores de plomo.DuraciónEsta técnica viene a durar entre 30 y 40 minutos.ObservacionesRecordar que tanto él diagnostico como el tratamiento en una torsión testi-cular deben de ser lo más rápidos posibles (límite 6 horas desde el inicio de laclínica), pues corre peligro la viabilidad del testículo. 61
  62. 62. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A EXPLORACIONES EN ONCOLOGÍARASTREO GAMMAGRÁFICO CON MIBGObjetivoSu principal utilidad es en el diagnostico de tumores derivados de la crestaneural, tipo feocromocitomas y neuroblastomas.PreparaciónEs necesaria información de la medicación que sigue el paciente para retirarlos medicamentos que puedan interferir en la exploración.Radiofármaco123 I – MIBG; disolución inyectable de iobenguano (123I).ProcedimientoEl radiofármaco se inyecta por vía intravenosa, aunque previamente se hacanalizado una vía periférica.DuraciónLa adquisición de imágenes da comienzo a partir de 8 ó 10 horas de la admi-nistración del radiofármaco, y suelen durar entre 45 y 60 minutos. En algu-nos casos son necesarias tomas de imágenes a las 24 horas.ObservacionesEs conveniente que el paciente vacíe la vejiga antes de la adquisición de lasimágenes.62
  63. 63. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ARASTREO GAMMAGRÁFICO CON CLORURO DE TALIOObjetivoEn la valoración y diagnostico de recidivas y metástasis a distancia de tumo-res cerebrales, carcinoma de pulmón, cáncer de mama, linfomas, etc.PreparaciónPara esta prueba diagnostica no es necesario ningún tipo de preparación.Radiofármaco201 Tl – cloruro; disolución inyectable de cloruro de talio (201Tl).ProcedimientoLa administración del isótopo se realiza mediante inyección intravenosa encualquier vena del antebrazo.DuraciónLa obtención de imágenes se realiza a partir de 20 minutos tras la administra-ción del isótopo y suele durar entre 20 y 60 minutos.ObservacionesEs conveniente que el paciente miccione antes de la toma de imágenes. 63
  64. 64. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B ARASTREO GAMMAGRÁFICO CON CITRATO DE GALIOObjetivoValoración de la extensión y localización de localización de linfomas, melano-mas y de carcinomas: pulmonar, testicular, hepáticos, etc.PreparaciónNo es imprescindible ningún tipo de preparación previa a la administracióndel isótopo. Pero en la mayoría de las ocasiones se le aconseja al paciente latoma de laxantes como preparación antes de la obtención de imágenes.Radiofármaco67 Ga ; solución inyectable de citrato de galio (67Ga).ProcedimientoLa administración del isótopo se realiza mediante inyección intravenosa y elpaciente volverá a las 48 ó 72 horas para la adquisición de las imágenes.DuraciónLa exploración suele durar entre 30 y 60 minutos.ObservacionesEs conveniente que el paciente vacíe la vejiga antes de la adquisición de lasimágenes.64
  65. 65. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ARASTREO GAMMAGRÁFICO CON ANTICUERPOSMONOCLONALESObjetivoEsta técnica está indicada en pacientes con carcinoma de colon o recto paradeterminar la extensión de su enfermedad o para la valoración de recidivas ometástasis.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación, pero si es aconsejable la admi-nistración de un laxante antes de la obtención de imágenes. El radiofármacoa administrar está contraindicado en pacientes con alergias o hipersensibili-dad conocidas a proteínas de ratón. Ante la posibilidad de que puedan desa-rrollarse reacciones de hipersensibilidad, este procedimiento diagnóstico estacontraindicado que se realice por segunda vez al mismo paciente.RadiofármacoCEA-Scan – 99mTc; disolución inyectable de fragmentos de del anticuerpomonoclonal anti-CEA IMMU-4 Fab y tecnecio (99mTc).Oncoscint – 111 In; disolución inyectable de satumomab (Mab B72.3, anti-cuerpo monoclonal murino) pendétido y cloruro de indio (111In).ProcedimientoLa administración del radiofármaco se realiza mediante inyección intraveno-sa lenta y no debe mezclarse con ningún líquido para infusión.DuraciónLa adquisición de imágenes da comienzo a partir de 5 o 7 horas de la admi-nistración del radiofármaco, en el caso del CEA-Scan – 99mTc y a las 24 ó 48horas en el caso de haberle administrado Onconscint. La obtención de lasimágenes suelen durar en ambos casos entre 45 y 60 minutos.ObservacionesEs conveniente que el paciente miccione antes de la adquisición de las imá-genes. 65
  66. 66. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA DE RECEPTORES DE SOMATOSTATINAObjetivoColaborar en diagnostico y seguimiento de tumores carcinoides y tumoresneuroendocrinos, gástroentero pancreáticas.PreparaciónSuele ser necesario la administración de un laxante previamente a la adquisi-ción de las imágenes.Radiofármaco111 In – pentetreotida; disolución inyectable de 111In pentetreotrida.ProcedimientoPreviamente a la administración del radiofármaco habremos canalizado unavía al paciente y la mantendremos con un suero de mantenimiento hasta suadministración, la cual la haremos de forma lenta. Pasadas 24 horas de dichaadministración puede dar comienzo la toma de imágenes.DuraciónLa adquisición de imágenes suele durar entre 60 y 90 minutos.ObservacionesEs conveniente que el paciente orine antes de la adquisición de las imágenes.66
  67. 67. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AGAMMAGRAFÍA CON MIBIObjetivoColaborar en el diagnostico de malignidad en pacientes con sospecha decáncer de mama.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación para esta exploración.Radiofármaco99m Tc – sestamibi; disolución inyectable de tecnecio (99mTc) sestamibi.ProcedimientoLa administración del trazador se realiza mediante inyección intravenosa y laobtención de imágenes puede dar comienzo pasados 5 ó 10 minutos. Unasse realizan con el paciente en decúbito supino y otras con el paciente endecúbito prono, sobre una camilla especial, para que la mama quede colgan-do y así obtener una imagen lateral.DuraciónLa adquisición de imágenes suele durar entre 40 y 60 minutos. 67
  68. 68. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A EXPLORACIONES EN HEMATOLOGÍATEST DE SCHILLINGObjetivoMedir la absorción de la vitamina B12 a nivel gastrointestinal.PreparaciónPaciente en ayunas de 12 horas.Radiofármaco57 Co / 58Co – cianocobalamina; cápsulas de cianocobalamina (58Co) y (57Co).ProcedimientoEl paciente debe orinar antes de la administración del trazador, que se admi-nistra por vía oral en forma de dos cápsulas. Transcurridos 30 minutos se leinyecta 1 ampolla de vit. B12 por vía intramuscular. Para finalizar se le entregaun frasco para la recogida de orina durante 24 horas, el frasco con la orinaserá devuelto a nuestro servicio, a ser posible, antes de las 12 horas del díasiguiente.RecomendacionesEl paciente debe de permanecer en ayunas durante 2 horas más a partir de laadministración del trazador.Es importante que el paciente traiga anotada la medicación que tenga en laactualidad.68
  69. 69. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í AMASA ERITROCITARIAObjetivoLa indicación clínica de la determinación del volumen globular es para eldiagnostico diferencial de la poliglobulia.PreparaciónNo es necesario ninguna preparación especial, aunque si es recomendableque el paciente no realice una comida copiosa previamente a la prueba.Radiofármaco57 Cr – EDTA; disolución inyectable edetato de cromo (57Cr).ProcedimientoAl paciente se le canaliza una vía con un catéter con un buen calibre, serealiza una extracción de 50 cc. Tras 35 minutos, marcando los hematíes conun trazador, se inyecta al paciente una alícuota de la sangre que se le extrajoa través de la vía previamente canalizada y posteriormente se retira dicha vía.A los 30 minutos se le vuelve a realizar al paciente una extracción, en el brazocontrario de la primera, y se da por terminada la prueba.DuraciónLa técnica suele durar entre 60 y 75 minutos. 69
  70. 70. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B AGAMMAGRAFÍA ESPLENICAObjetivoEn el estudio de traumatismos, valoración de autotrasplantes y lesiones ocu-pantes del bazo.PreparaciónPara la realizacion de esta técnica no requiere una preparación previa, aun-que solemos recomendar un ayuno de 3 o 4 horas.RadiofármacoPirofosfato de sodio reconstituido con pertecnetato sódico 99mTc.ProcedimientoPara esta exploración se utiliza la técnica del marcaje de hematíes (desnatura-lizados). Lo primero que haremos es canalizar al paciente una vía, a continua-ción le administraremos un fármaco y transcurridos unos 30 minutos realiza-remos una extracción de sangre. Con la cual procederemos al marcaje de loshematíes, en lo que tardaremos otros 30 minutos. Una vez realizados loscontroles de calidad del marcaje y con el paciente en la gammacámara don-de procederemos a su administración y a la adquisición de las imágenes.DuraciónSe suelen realizar dos series de imágenes; la primera valorando perfusiónentrar los hematíes marcados y otra tardía a las 2 horas de la administración.Cada tanda de imágenes de una duración de entre 15 y 30 minutos.70
  71. 71. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í A TRATAMIENTOS CON RADIOISÓTOPOSTRATAMIENTO RADIOISOTÓPICO DEL DOLOR ÓSEOMETASTÁSICOObjetivoTratamiento paliativo del dolor óseo, causado por metástasis de carcinomade próstataPreparaciónEs necesaria una analítica previa (recuento de plaquetas y leucocitos).Radiofármaco89 Sr – cloruro; disolución inyectable de cloruro de estroncio (89Sr).ProcedimientoLa administración del radioisótopo se realiza por vía intravenosa lentamente,usando una vía previamente canalizada. Lo normal es que al cabo de unasdos semanas el paciente comience a notar una reducción del dolor. El trata-miento no le impedirá que el paciente realice su vida normal.RecomendacionesPuede ir reduciendo la dosis de los analgésicos gradualmente.Es recomendable usar mejor el retrete que un orinal.Es importante el lavado de manos después del contacto con el paciente.En el caso de pacientes con incontinencia urinaria, es necesario efectuar son-daje vesical. 71
  72. 72. H o s p i t a l U n i v e r s i t a r i o R e i n a S o f í a - C Ó R D O B A SINOVIORTESIS RADIOISOTÓPICAObjetivoTratamiento de la artritis inflamatoria y reumatoide, sobre todo en grandesarticulaciones, cuando no responde al tratamiento convencional.PreparaciónNo es necesario ningún tipo de preparación para la realización del trata-miento.Radiofármaco90 Y – silicato; disolución inyectable de silicato de itrio (90 Y).ProcedimientoColocaremos al paciente en una camilla, a continuación desinfectaremos lazona a tratar y procederemos a la administración del isótopo mediante inyec-ción intraarticular del coloide de itrio, el cual permanece en la cavidad articu-lar, destruyendo la membrana sinovial . Simultáneamente se le inyecta siem-pre un corticoide de larga actividad y por ultimo se le practica un vendajecompresivo de la articulación.RecomendacionesReposo de la extremidad durante 48 horas.72
  73. 73. M A N U A L D E E X P L O R A C I O N E S E N M E D I C I N A N U C L E A R PA R A E N F E R M E R Í ATRATAMIENTO RADIOISOTÓPICO DEL HIPERTIROIDISMOObjetivoEs la utilización del radioyodo como medio terapéutico en pacientes con hi-pertiroidismo. El I 131 causa un daño celular que provoca la diminución de laproducción de hormonas.PreparaciónEl paciente acudirá en ayunas de al menos 4 ó 5 horas. Lo habitual es quepreviamente a la administración del radioyodo al paciente se le habrá realiza-do una gammagrafía tiroidea y una determinación hormonal. Tres días antesde la administración es necesario que el paciente suspenda el tratamientoantitiroideo, que se volverá a instaurar pasadas una semana del tratamientocon radioyodo.Radiofármaco131 I – sódico; cápsulas de yoduro (131I) sódico.ProcedimientoEl radioyodo se administra por vía oral en forma de cápsula. Una vez adminis-trado el tratamiento, el paciente debe de continuar en ayunas 1 hora maspara que la absorción del radioyodo sea mayor.RecomendacionesIngerir abundantes líquidos y que vacíen con frecuencia la vejiga, y que tiredos veces de la cisterna cada vez.Es preferible que los cubiertos y utensilios usados en las comidas sean de unsólo usoSu ropa personal y de cama deberá lavarla separada del resto y con aguaabundanteDebe dormir en camas separadas al menos 15 días.Evitar la proximidad a embarazadas y niños pequeños.A la semana de tomar el tratamiento comenzara a tomar de nuevo trata-miento antiroideo, debiendo ajustarle la dosis su endocrino. 73

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