Se ha denunciado esta presentación.
Utilizamos tu perfil de LinkedIn y tus datos de actividad para personalizar los anuncios y mostrarte publicidad más relevante. Puedes cambiar tus preferencias de publicidad en cualquier momento.

Introdução à Gestão Financeira

Introdução à Gestão Financeira: terminologias, Gestão do Capital de Giro, Gestão de Investimentos, Gestão de Financiamentos. Princípios de Micro e Macroeconomia.

  • Inicia sesión para ver los comentarios

Introdução à Gestão Financeira

  1. 1. CONTABILIDADE PATRIMÔNIO BENS DIREITOS OBRIGAÇÕES Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980 RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
  2. 2. NOTA FISCAL FATURA DUPLICATA TRIPLICATA NOTA PROMISSÓRIA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980 RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
  3. 3. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980 REGIME DE CAIXA REGIME DE COMPETÊNCIA ATIVO CIRCULANTE / NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE / NÃO CIRCULANTE PATRIMÔNIO LÍQUIDO RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
  4. 4. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS... CONTAS PATRIMONIAIS CONTAS DE RESULTADOS DEPRECIAÇÃO AMORTIZAÇÃO EXAUSTÃO
  5. 5. RECEITAS – SÃO AS ENTRADAS DE CAIXA OU PERSPECTIVAS DE ENTRADAS QUE OCORREM NO DECORRER DA VIDA DAS EMPRESAS. DIVIDEM-SE EM: RECEITAS OPERACIONAIS E NÃO OPERACIONAIS. DESPESAS – SÃO TODAS AS SAÍDAS DE CAIXA OU INTENÇÃO DE SAÍDAS QUE OCORREM NAS EMPRESAS, CUSTEANDO SUAS ATIVIDADES. PODEM SER: DESPESAS OPERACIONAIS, ADMINISTRATIVA, COM VENDAS E NÃO OPERACIONAIS. RESULTADO – É A DIFERENÇA ENTRE AS RECEITAS E AS DESPESAS EM UM DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO. RECEITAS > DESPESAS = LUCRO RECEITAS < DESPESAS = PREJUÍZO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  6. 6. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO – É UM RELATÓRIO CONTÁBIL CONSAGRADO NA LEI 6.404/76 EM SEUS ART. 176 E 187. PARTINDO DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA E TERMINANDO NO LUCRO LÍQUIDO OU PREJUÍZO DO EXERCÍCIO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  7. 7. BALANÇO PATRIMONIAL – É O RELATÓRIO CONTÁBIL MAIS CONHECIDO, NO MEIO CORPORATIVO E FORA DELE. DEMONSTRA A SITUAÇÃO FINANCEIRA E ECONÔMICA DAS CIA’s. PREVISTO NA LEI 6.404/76 ART. 176 E 178-185, É UMA PEÇA CONTÁBIL TOTALMENTE ESTÁTICA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  8. 8. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONJUNTO DE TÉCNICAS CONTÁBEIS QUE PERMITE EXTRAIR, DOS RELATÓRIOS FINANCEIROS, INFORMAÇÕES IMPORTANTES QUANTO A TOMADAS DE DECISÕES, COMO TAMBÉM UMA ANÁLISE PROFUNDA DA SAÚDE FINANCEIRA E ECONÔMICA DAS EMPRESAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  9. 9. ANÁLISE VERTICAL "É A ANÁLISE DA ESTRUTURA DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS E DO BALANÇO PATRIMONIAL, BUSCANDO EVIDENCIAR AS PARTICIPAÇÕES DOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS E DE RESULTADOS DENTRO DO TOTAL". (PADOVEZE) TOTAL DO ATIVO 1.500.000 100% ATIVO CIRCULANTE 420.000 28,00% REALIZÁVEL LP 75.000 5% IMOBILIZADO 900.000 60% INTANGÍVEL 105.000 7%
  10. 10. ANÁLISE HORIZONTAL DEDICA-SE A ELUCIDAR COMO ESTÁ OCORRENDO A EVOLUÇÃO DE CADA ITEM OU CONJUNTO DE ITENS CONSTANTES DAS DEMONSTRAÇÕES NO DECORRER DOS TEMPOS. 2010 EM % 2011 EM % TOTAL ATIVO 2.000.000 100 2.250.000 112,50 ATIVO CIRCULANTE 800.000 100 930.000 116,25 REALIZÁVEL LP 320.000 100 200.000 62,50 IMOBILIZADO 800.000 100 1.000.00 125 INTANGÍVEL 80.00 100 120.000 150
  11. 11. EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO NO LABORATÓRIO
  12. 12. GESTÃO EMPRESARIAL → AS PRINCIPAIS ATIVIDADES DA GESTÃO DE UMA EMPRESA SÃO: ― ESTABELECER OS OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS; ― OBTER FINANCIAMENTO; ― REALIZAR INVESTIMENTO; ― EXECUTAR AS OPERAÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  13. 13. GESTÃO FINANCEIRA – DEFINIÇÃO “ COMPREENDE OS ESFORÇOS DESPENDIDOS, OBJETIVANDO A FORMULAÇÃO DE UM ESQUEMA QUE SEJA ADEQUADO À MAXIMIZAÇÃO DOS RETORNOS AOS PROPRIETÁRIOS DA EMPRESA, MAS AO MESMO TEMPO, PROPORCIONAR A MANUTENÇÃO DE UM CERTO GRAU DE LIQUIDEZ”. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  14. 14. BUSCAR A MAIOR RENTABILIDADE POSSÍVEL SOBRE O INVESTIMENTO EFETUADO. GESTÃO FINANCEIRA – OBJETIVOS BUSCAR A MELHOR LIQUIDEZ DA EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  15. 15. GESTOR FINANCEIRO – ATRIBUIÇÕES REALIZAÇÃO DE ANÁLISES E PLANEJAMENTO FINANCEIRO DECISÕES DE INVESTIMENTOS DECISÕES DE FINANCIAMENTOS DECISÕES DE DIVIDENDOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  16. 16. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DECISÃO DE CAPITAL DE GIRO DECISÃO DE INVESTIMENTO DECISÃO DE FINANCIAMENTOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  17. 17. OPERACIONAL INVESTIMENTOS TERCEIROS EQUITY FUNCIONÁRIOS GOVERNO FORNECEDORES LUCROS CAPITAL SOCIAL CAIXA / BANCOS ESTOQUE CLIENTES IMÓVEIS MAQ. / EQUIP. VEÍCULOS → TUDO QUE FOR OPERACIONAL E TERCEIROS É CAPITAL DE GIRO → JAMAIS TIRAR DINHEIROS DO AC E COLOCAR NO PC Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  18. 18. CAPITAL DE GIRO O CAPITAL DE GIRO DE UMA EMPRESA É O VOLUME DE RECURSOS DEMANDADOS PARA FINANCIAR AS NECESSIDADES OPERACIONAIS, MANTENDO LIQUIDEZ, QUE VÃO DESDE A AQUISIÇÃO DA MERCADORIA OU MATÉRIA-PRIMA ATÉ O RECEBIMENTO PELA VENDA, BEM COMO PODER HONRAR SEUS COMPROMISSOS DE CURTO PRAZO, MANTENDO ASSIM SUAS CONTAS EM DIA. A EMPRESA PRECISA MANTER UM NÍVEL SATISFATÓRIO DE CAPITAL DE GIRO. OS ATIVOS CIRCULANTES DA EMPRESA DEVEM SER SUFICIENTEMENTE CONSIDERÁVEIS, DE MODO A COBRIR OS SEUS RESPECTIVOS PASSIVOS CIRCULANTES, GARANTINDO- SE ASSIM RAZOÁVEL MARGEM DE SEGURANÇA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  19. 19. GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – OBJETIVO O OBJETIVO DA EMPRESA EM MANTER UM CAPITAL DE GIRO É GERIR ADEQUADAMENTE AS CONTAS DE ATIVO E PASSIVO CIRCULANTE NA EMPRESA, A FIM DE ALCANÇAR UM NÍVEL ADEQUADO DE CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO E O EQUILÍBRIO ENTRE LUCRATIVIDADE E RISCO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  20. 20. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – OBJETIVO O QUE DEVE SER FEITO Pagar funcionários Comprar / pagar fornecedores Vender / receber clientes Pagar impostos Pagar gastos da fábrica Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  21. 21. CAIXA / BANCOS CLIENTES ESTOQUES ATIVO NÃO CIRCULANTE COMPROMISSOS A PAGAR EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – DECISÃO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE 1ª - Liquidez dos ativos correntes em face da composição dos vencimentos de curto prazo; 2ª - Conflito entre Liquidez de Rentabilidade (já que ˃ Liquidez representa ˂ Rentabilidade); 3ª - Conciliação de Risco e Retorno. Saldos em excesso geram ˂ Risco- Retorno e saldos justos proporcionam ˃ Risco-Retorno. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  22. 22. CICLO OPERACIONAL E CICLO DE CAIXA AS ATIVIDADES OPERACIONAIS DAS EMPRESAS ENVOLVEM, DE FORMA REPETITIVA, OPERAÇÕES QUE REÚNEM DIVERSOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS DA EMPRESA. ELAS VÃO DA COMPRA DE MERCADORIAS, SUA PRODUÇÃO, PAGAMENTO DOS FORNECEDORES, RECEBIMENTO DAS VENDAS, INVESTIMENTOS, EQUIPAMENTOS, ETC. ESTAS ATIVIDADES NÃO SÃO TOTALMENTE SINCRONIZADAS, GERANDO PRAZOS ENTRE UMA ATIVIDADE E OUTRA. É DIANTE DESTA ÓTICA QUE SE CONFIGURA O QUE SE CHAMA DE CICLO OPERACIONAL DE UMA EMPRESA, QUE VAI DA COMPRA DE SUA MATÉRIA-PRIMA AO RECEBIMENTO DAS VENDAS. POR MEIO DE TÉCNICAS GERENCIAIS, TODO O CICLO OPERACIONAL PODE SER CALCULADO EM DIAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  23. 23. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  24. 24. OBSERVE, CONFORME MOSTRA A FIGURA, QUE A EMPRESA EFETUA A COMPRA DA MERCADORIA E, APÓS UM DETERMINADO PERÍODO, FAZ O PAGAMENTO DA MERCADORIA. PARA ESTE TEMPO, DÁ-SE O NOME DE “PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DE FORNECEDORES” (PMP). PASSADO OUTRO PERÍODO, A EMPRESA EFETUA A VENDA DESTE PRODUTO. A ESTE OUTRO PERÍODO DÁ-SE O NOME DE “PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM” (PME). E, APÓS UM NOVO PERÍODO, AO RECEBER O DINHEIRO REFERENTE À VENDA DO PRODUTO, DÁ-SE O NOME A ESTE TEMPO DE “PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DE CLIENTES” (PMR). Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  25. 25. CICLO DE CAIXA O CICLO DE CAIXA (CC) CONSISTE NO TEMPO DECORRIDO ENTRE O PAGAMENTO AO FORNECEDOR (PMP) E O MOMENTO DO RECEBIMENTO DAS VENDAS (PMR), ONDE O RESULTADO INDICA O VOLUME DE RECURSOS QUE A EMPRESA PRECISA CAPTAR DE FINANCIAMENTOS. É NESSE PERÍODO QUE A OPERAÇÃO ESTÁ SENDO FINANCIADA PELO CAPITAL DE GIRO. ENTÃO, QUANTO MENOR FOR ESTE PERÍODO, MENOS CAPITAL DE GIRO SERÁ NECESSÁRIO PARA O OPERACIONAL DA EMPRESA E, ASSIM, PODE-SE DIRECIONAR O CAPITAL PARA INVESTIMENTOS MAIS RENTÁVEIS NA EMPRESA. OS JAPONESES, POR EXEMPLO, DESENVOLVERAM UMA METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES, CHAMADA JUST IN TIME (JIT), QUE TEM COMO BASE FILOSOFAL A REDUÇÃO DE ESTOQUES A PRATICAMENTE ZERO. ESTA METODOLOGIA FAZ COM QUE O CICLO OPERACIONAL E DE CAIXA TENHAM UMA REDUÇÃO DRÁSTICA. COMO CONSEQUÊNCIA, SURGE UMA MENOR NECESSIDADE DE RECURSOS INVESTIDOS EM ESTOQUE. ISTO REQUER UMA SINCRONIA MUITO GRANDE NO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO, MAS TRAZ GANHOS SIGNIFICATIVOS PARA A EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  26. 26. CICLO OPERACIONAL O CICLO OPERACIONAL (CO) CONSISTE NO TEMPO DECORRIDO ENTRE O PERÍODO EM QUE A EMPRESA COMPROU O PRODUTO E O MESMO FICOU ARMAZENADO EM ESTOQUE ACRESCENTANDO O PERÍODO QUE A EMPRESA DEMOROU PARA RECEBER O VALOR PELO PRODUTO VENDIDO. PORTANTO, O CICLO OPERACIONAL (CO) INDICARÁ O PRAZO DE INVESTIMENTO, E SEMPRE QUE O PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO (PMP) FOR SUPERIOR AO PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM (PME), SIGNIFICA QUE OS FORNECEDORES FINANCIARÃO TAMBÉM UMA PARTE DAS VENDAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  27. 27. CONCLUSÃO CC = PME + PMR - PMP CO = PME + PMR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  28. 28. VALOR MÉDIO ESTOQUES PME = ------------------------------------ x 360 CUSTO MERC. VENDIDAS PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM – PME É O PERÍODO MÉDIO DE PRODUÇÃO E ESTOCAGEM DE MERCADORIAS. ESSE PERÍODO COMPREENDE O MOMENTO DA COMPRA DA MATÉRIA-PRIMA AO MOMENTO DA VENDA DO PRODUTO ACABADO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  29. 29. VALOR MÉDIO DUP. A PAGAR PMP = ---------------------------------------- x 360 COMPRAS ANUAL A PRAZO PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO – PMP É O PERÍODO MÉDIO PARA PAGAMENTO AOS FORNECEDORES. ESSE PERÍODO COMEÇA COM A COMPRA DA MATÉRIA-PRIMA E TERMINA NO MOMENTO DO PAGAMENTO DA DUPLICATA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  30. 30. VALOR MÉDIO DUP. A RECEBER PMR = ------------------------------------------- x 360 VENDAS ANUAL A PRAZO PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO – PMR É O PERÍODO MÉDIO PARA RECEBIMENTO DOS CLIENTES. ESSE PERÍODO COMPREENDE O MOMENTO DA VENDA DO PRODUTO AO MOMENTO DO RECEBIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  31. 31. REFLEXÃO PERGUNTA: COMO ESSES PERÍODOS SE RELACIONAM COM O CAPITAL DE GIRO (CG) DA EMPRESA? RESPOSTA: À MEDIDA QUE O PROCESSO DE PRODUÇÃO VAI EVOLUINDO, SÃO EMBUTIDOS FATORES DE PRODUÇÃO AOS NOSSOS PRODUTOS (MATÉRIA-PRIMA, MÃO-DE-OBRA, GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO, ENTRE OUTROS) E ESSE DINHEIRO TEM QUE SAIR DE ALGUM LUGAR. OU SEJA, É O CAPITAL DE GIRO O RESPONSÁVEL POR SUPRIR ESTAS NECESSIDADES DE RECURSOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  32. 32. CASO 1: SUPONDO QUE UMA EMPRESA OBTEVE UM PME DE 25 DIAS E UM PMR DE 30 DIAS, CHEGAMOS A UM CICLO OPERACIONAL DE 55 DIAS. SE ESTA EMPRESA OBTEVE PMP DE 25 DIAS ISSO SIGNIFICA QUE O SEU CICLO DE CAIXA FOI DE 30 DIAS, OU SEJA, A EMPRESA VAI RECEBER SUAS VENDAS COM 55 DIAS, MAS VAI PAGAR SEUS FORNECEDORES COM APENAS 25 DIAS, NESTE CASO A EMPRESA PRECISARÁ DE RECURSOS PARA FINANCIAR OS SEUS CLIENTES DURANTE 30 DIAS. QUANTO MENOR FOR O CICLO DE CAIXA MELHOR SERÁ PARA A EMPRESA, NO CASO EXPOSTO ACIMA, A EMPRESA PRECISA MELHORAR O SEU DESEMPENHO, REDUZINDO SEU PME E SEU PMR PARA ASSIM DIMINUIR SEU CICLO OPERACIONAL, OU CONSEGUIR COM OS FORNECEDORES UM PRAZO MAIS DILATADO PARA PAGAMENTO (PMP). Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  33. 33. CASO 2: SUPONDO QUE A EMPRESA OBTEVE PME DE 20 DIAS E PMR DE 20 DIAS, CHEGAMOS A UM CICLO OPERACIONAL DE 40 DIAS, SUPONDO QUE O PMP DA EMPRESA FOI DE 50 DIAS CHEGAMOS A UM CICLO DE CAIXA DE ( – ) 10 DIAS, SIGNIFICANDO QUE OS CLIENTE ESTÃO SENDO TOTALMENTE FINANCIADOS PELOS FORNECEDORES. A EMPRESA ESTÁ COMPRANDO, ESTOCANDO, VENDENDO E RECEBENDO O VALOR DE SUAS VENDAS PARA SÓ DEPOIS PAGAR SEUS FORNECEDORES. ESTE CASO APRESENTA A MELHOR SITUAÇÃO PARA A EMPRESA, MAS CASO NÃO SEJA POSSÍVEL TER UM CICLO DE CAIXA NEGATIVO, A EMPRESA PRECISA REDUZI-LO AO MÁXIMO POSSÍVEL. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  34. 34. EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO
  35. 35. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ DP. REC. 92000 88000 89000 91000 93000 87000 86000 94000 92000 88000 89000 91000 VD. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 DP. PAG 76000 84000 83000 77000 82000 78000 76000 84000 80000 80000 84000 76000 CP. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 VL. EST. 80000 80000 90000 70000 75000 85000 84000 76000 77000 83000 82000 78000 CPV 140000 130000 125000 145000 130000 140000 125000 140000 125000 140000 135000 125000 Calcular o PME, o PMP, o PMR, o CO e o CC. EXERCÍCIO 01
  36. 36. 80.000 PME = --------------- x 360 → 18 dias 1.600.000 80.000 PMP = --------------- x 360 → 40 dias 720.000 90.000 PMR = --------------- x 360 → 45 dias 720.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  37. 37. CO = PME + PMR CO = 18 + 45 CO = 63 CC = PME + PMR - PMP CC = 18 + 45 - 40 CC = 23 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  38. 38. HIPOTETICAMENTE, ESSA EMPRESA NECESSITA DE UM CG DE R$ 1.500.000,00 A UMA TAXA DE JUROS DE 18% A.A. QUANTO SERIA A DESPESA FINANCEIRA DESSA EMPRESA? VOCÊ, COMO GESTOR FINANCEIRO DA EMPRESA, QUAL SERIA UMA SOLUÇÃO PARA DIMINUIR ESSA DESPESAS? CASO A EMPRESA CONSIGA AUMENTAR EM 10 DIAS O PRAZO PARA PAGAMENTO, QUAL O IMPACTO NAS DESPESAS FINANCEIRAS? CASO A EMPRESA DIMINUA EM 5 DIAS O PME E DIMINUA O PMR EM 8 DIAS, QUAL SERIA O IMPACTO NAS DESPESAS FINANCEIRAS DA EMPRESA? IMAGINE, QUE O PMP AUMENTE EM 3 DIAS, O PME AUMENTE EM 8 DIAS EM O PMR DIMINUAM EM 10 DIAS, QUAL SERIA O REFLEXO NAS DESPESAS FINANCEIRAS? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  39. 39. EXERCÍCIO 02 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ DP. REC. 65000 55000 70000 50000 57000 63000 64000 56000 59000 61000 57000 63000 VD. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 DP. PAG 53000 47000 48000 52000 49000 51000 52000 48000 47000 53000 51000 49000 CP. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 VL. EST. 53000 47000 48000 52000 49000 51000 52000 48000 47000 53000 51000 49000 CPV 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 Calcular o PME, o PMP, o PMR, o CO e o CC. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  40. 40. 50.000 PME = --------------- x 360 → 12 dias 1.500.000 50.000 PMP = --------------- x 360 → 25 dias 720.000 60.000 PMR = --------------- x 360 → 30 dias 720.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  41. 41. CO = PME + PMR CO = 12 + 30 CO = 42 CC = PME + PMR - PMP CC = 12 + 30 - 25 CC = 17 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  42. 42. A EMPRESA DO EXERCÍCIO ANTERIOR, PRECISA DE R$ 2.000.000,00 PARA SUPORTAR O CICLO DE CAIXA E VAI AO MERCADO FINANCEIRO CAPTAR ESSE DINHEIRO A UMA TAXA DE 15% A.A. QUAL SERÁ A DESPESA FINANCEIRA DESSA EMPRESA? CASO A EMPRESA CONSIGA REDUZIR O SEU PME EM 5 DIAS, QUAL O REFLEXO NAS DESPESAS FINANCEIRAS? SE O PMP AUMENTAR EM 6 DIAS E O PMR DIMINUIR EM 15 DIAS, O QUE VAI ACONTECER? O QUE VOCÊ ENTENDE POR ESSE RESULTADO? CASO O PMR DIMINUA EM 3 DIAS, O PMP AUMENTE EM 5 DIAS E O PME AUMENTE EM 6 DIAS, QUAL O IMPACTO NAS FINANÇAS DA EMPRESA? IMAGINE QUE O PMR DIMINUA EM 15 DIAS E OS DEMAIS INDICADORES PERMANEÇAM IGUAL, O QUE ACONTECERÁ COM ESSA EMPRESA? QUAL SERIA SUA SUGESTÃO NESSE CASO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  43. 43. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DE INVESTIMENTOS – OBJETIVO O QUE DEVE SER FEITO Adquirir terreno Adquirir / alugar estabelecimento Adquirir / investir outra empresa Adquirir imóvel para aluguel Adquirir máquinas Adquiri equipamentos Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  44. 44. INVESTIMENTO – DEFINIÇÕES “SERIA UM GASTO REGISTRADO NO ATIVO, EM FUNÇÃO DE SUA VIDA ÚTIL OU DA EXPECTATIVA DE BENEFÍCIOS FUTUROS.” PAULO BREDA “O ATO DE INVESTIR IMPLICA EM APLICAR CAPITAL EM UM COMPONENTE PRODUTOR DE RESULTADO.” ANTÔNIO LOPES DE SÁ "... APLICAÇÕES DE RECURSOS VISANDO À GERAÇÃO DE RENDIMENTOS OU À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE SATISFAÇAM A UMA NECESSIDADE SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS.“ MILTON AUGUSTO WALTER Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  45. 45. SIMPLIFICANDO... INVESTIMENTO É TODO GASTO REALIZADO DA INTENÇÃO DE OBTER UM RETORNO, SEJA ELE IMEDIATO OU FUTURO. OS INVESTIMENTOS PODEM SER REALIZADOS NO ATIVO CIRCULANTE OU NO ATIVO NÃO CIRCULANTE DA EMPRESA. ENQUANTO ESSES GASTOS NÃO ESTÃO GERANDO RECEITA, PODEMOS DIZER QUE É UM INVESTIMENTO, MAS IMEDIATAMENTE A REALIZAÇÃO DE UMA RECEITA, DEVEM SER CONTABILIZADOS COMO PARTE DOS CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  46. 46. INVESTIMENTOS Gastos com recursos tangíveis ou intangíveis ATIVO CIRCULANTE Realizáveis em 360 dias e características circulante ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizáveis após 360 dias e Características permanentes NECESSIDADE DE CAPITAO DE GIRO É a diferença entre o AC e o PC operacionais SALDO DE TESOURARIA É a diferença entre os Ativos Financeiros e os Passivos Financeiros de curto prazo REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Acima de 360 dias INVESTIMENTOS Não destinados ao objeto social nem a venda IMOBILIZADO Destinados exclusivamente ao objeto social e não a venda DIFERIDO Gastos realizados antes do início das atividades
  47. 47. PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO TAMBÉM CONHECIDO COMO PRI, É O TEMPO QUE LEVARÁ PARA O SÓCIO OU ACIONISTA TER DE VOLTA O VALOR INTEGRAL DO INVESTIMENTO REALIZADO NA EMPRESA. Valor do Investimento PRI = ------------------------------ Lucro Líquido Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  48. 48. ENTENDI TUDO. SÓ FALTA UM EXEMPLO PRÁTICO
  49. 49. CERTA EMPRESA DECIDIU INVESTIR EM TREINAMENTOS PARA SEUS FUNCIONÁRIOS, BASEADA EM ESTUDOS QUE APONTARAM OS SEGUINTES DADOS: - INVESTIMENTO NO VALOR DE R$ 25.000,00; - AUMENTO DA PRODUÇÃO EM 200 UNIDADES; - RECEITA DE VENDAS POR UNIDADE R$ 15,00; - CUSTO DA UNIDADE VENDIDA R$ 7,50; - IMPOSTOS SOBRE O PREÇO DE VENDA É 20% - IMPOSTO DE RENDA É 15% CALCULE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO – PRI. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  50. 50. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS RECEITA DE VENDAS → 200 UNIDADES R$ 3.000,00 ( - ) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS R$ 1.500,00 ( - ) IMPOSTO SOBRE A VENDA (20%) R$ 600,00 ( =) LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA R$ 900,00 ( - ) IMPOSTO DE RENDA (15%) R$ 135,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO R$ 765,00 25.000 PRI = --------- = 32,68 MESES 765 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  51. 51. EXERCÍCIOS PRÁTICOS
  52. 52. A EMPRESA ALFA PRETENDE ADQUIRIR UMA NOVA MÁQUINA PARA DIVERSIFICAR SUA PRODUÇÃO E ESTA PRODUZIRÁ 500 UNIDADES CASO TRABALHE 220 HORAS DURANTE O MÊS. SERÁ NECESSÁRIO A CONTRATAÇÃO DE UM NOVO FUNCIONÁRIO CUJO SALÁRIO É DE R$ 1.200,00 MAIS OS ENCARGOS TRABALHISTAS (FGTS 8%) E SOCIAIS (INSS 27,8%). UM ESTUDO APONTOU AINDA: - INVESTIMENTO NO VALOR DE R$ 30.000,00; - DEPRECIAÇÃO DA MÁQUINA R$ 500,00 - ENERGIA ELÉTRICA CONSUMIDA/HORA R$ 1,50 - PREÇO DE VENDA DO PRODUTO R$ 35,00; - DEMAIS GASTOS DE FABRICAÇÃO R$ 200,00 - CUSTO DO PRODUTO VENDIDO R$ 20,00 - IMPOSTOS SOBRE A VENDA 20% - IMPOSTO DE RENDA 15% DETERMINE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  53. 53. DETERMINADA EMPRESA PRETENDE INVESTIR EM UMA NOVA MÁQUINA QUE VAI LHE CUSTAR R$ 50.000,00. PARA DIVULGAR O NOVO PRODUTO E EMPRESA DEVE TER UMA DESPESA DE R$ 2.500,00 EM PROPAGANDA E PUBLICIDADE. CONSIDERANDO QUE A MÁQUINA VAI TRABALHAR 720 HORAS/MÊS E CONSUMIR R$ 1,25/HORA DE ENERGIA ELÉTRICA, HÁ UM ESTUDO QUE APONTA UMA DEPRECIAÇÃO DE R$ 850,00/MÊS. OUTROS ESTUDOS EVIDENCIAM QUE SERÁ NECESSÁRIO A CONTRATAÇÃO DE 3 FUNCIONÁRIOS COM SALÁRIOS FIXOS DE R$ 1.500,00. ADEMAIS, CONSIDERE AS SEGUINTES INFORMAÇÕES: - AUMENTO NAS VENDAS EM 1000 UNIDADES; - PREÇO DE VENDA R$ 55,00/UNIDADE; - MATÉRIA-PRIMA R$ 25,00/UNIDADE; - GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO R$ 2,50/UNIDADE; - IMPOSTOS SOBRE A VENDA 25% - IMPOSTO DE RENDA 15% - ENCARGOS TRABALHISTA (FGTS 8%) E ENCARGOS SOCIAIS (INSS 27,8%) DETERMINE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  54. 54. PAYBACK SIMPLES E DESCONTADO PAYBACK, É UMA TERMINOLOGIA DA GESTÃO FINANCEIRA, SERVE PARA INDICAR O PERÍODO DE RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO, OU SEJA, QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA O EMPRESÁRIO OU INVESTIDOR TER DE VOLTA O MESMO VALOR DO INVESTIMENTO. PAYBACK SIMPLES – NÃO CONSIDERA O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO. PAYBACK DESCONTADO – CONSIDERA O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  55. 55. QUANDO DEVEMOS USAR O PAYBACK? USUALMENTE, O PAYBACK É UTILIZADO PARA ANÁLISE DE INVESTIMENTOS DE PEQUENO PORTE, E QUANDO O MAIS IMPORTANTE É CONHECER O TEMPO NECESSÁRIO PARA A RECUPERAÇÃO DO CAPITAL INVESTIDO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  56. 56. PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO 0 (500.000) (500.000) 1 120.000 (380.000) 2 140.000 (240.000) 3 160.000 (80.000) 4 180.000 100.000 80.000 PBS = 3 + ------------ = 3,44 anos 180.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  57. 57. PARA COMEÇO DE CONVERSA... O DINHEIRO TEM O SEU “VALOR” EM UM DETERMINADO MOMENTO. OU SEJA, O QUE COMPRAMOS HOJE POR UM VALOR X, COMPRAREMOS DAQUI UM ANO POR X + 1. ESSE 1, REFERE-SE AO ACRÉSCIMO INFLACIONÁRIO QUE QUALQUER PRODUTO OU SERVIÇO SOFRE NO DECORRER DO TEMPO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  58. 58. O VALOR DO DINHEIRO... DAQUI UM ANO, MEU EMPREENDIMENTO VAI GERAR UM CAIXA DE R$ 50.000,00. CONSIDERANDO QUE A SELIC (TAXA BÁSICA DE JUROS) SEJA 8,50% A.A., QUANTO TEREI EM MÃOS SE TRAZER ESSE VALOR PARA A DATA PRESENTE? FV PV = ---------- (1 + i)ⁿ Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  59. 59. ENTÃO... 50.000 PV = ----------------- (1 + 0,085)¹ 50.000 PV = ----------------- 1,085 PV = 46.082,95 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  60. 60. VOLTANDO AO PAYBACK DESCONTADO... UMA CONSTRUTORA INVESTE R$ 100.000,00 NA CONSTRUÇÃO DE UMA PONTE E VAI RECEBER MENSALMENTE UMA IMPORTÂNCIA NO VALOR DE R$ 25.000,00. CONSIDERANDO UMA TAXA DE JUROS DE 5% A.M., EM QUANTO TEMPO ELA TERÁ O SEU CAPITAL RECUPERADO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  61. 61. PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO 0 (100.000) (100.000) 1 23.809,52 (76.190,48) 2 22.675,74 (53.514,74) 3 21.595,94 (31.918,80) 4 20.567.56 (11.351,24) 5 19.588,15 8.236,91 11.351,24 PBD = 4 + ---------------- = 4,58 meses 19.588,15 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  62. 62. VANTAGENS DO PAYBACK − MÉTODO SIMPLES − FÁCIL DE ENTENDER − FÁCIL DE CALCULAR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  63. 63. DESVANTAGENS DO PAYBACK − APRESENTA O INCONVENIENTE DE NÃO TER EM CONTA OS “CASH FLOWS” GERADOS DEPOIS DO ANO DE RECUPERAÇÃO. PORTANTO, NÃO É ACONSELHADO PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE LONGA DURAÇÃO, − NÃO LEVA EM CONSIDERAÇÃO OS RISCOS DO PROJETO; − CONSIDERA SOMENTE O TEMPO DE RETORNO, IGNORANDO A RIQUEZA GERADA PELO PROJETO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  64. 64. É HORA DE PRATICAR E REFLETIR
  65. 65. UM GRUPO DE EMPRESÁRIOS PLANEJAM ABRIR UM NOVO EMPREENDIMENTO E OS ESTUDOS REALIZADOS APONTAM OS SEGUINTES DADOS: - INVESTIMENTO INICIAL: R$ 500.000,00; - GERAÇÃO DE CAIXA: R$ 125.000,00 / R$ 150.000,00 / R$ 175.000,00 / R$ 200.000,00 NO 1º, 2º, 3º E 4ª ANO RESPECTIVAMENTE. - TAXA DE JUROS: 10% A.A. QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA OBTEREM O RETORNO DO INVESTIMENTO NO PAYBACK DESCONTADO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  66. 66. PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO 0 (500.000) (500.000) 1 113.636,36 (386.363,64) 2 123.966,94 (262.396,70) 3 131.480,09 (130.916,61) 4 136.602,69 5.686,08 130.916,61 PBD = 3 + ----------------- = 3,96 136.602,69 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  67. 67. Período Investimento A Investimento B Investimento C 0 -100.000,00 -100.000,00 -100.000,00 1 25.000,00 40.000,00 30.000,00 2 25.000,00 30.000,00 30.000,00 3 30.000,00 30.000,00 30.000,00 4 30.000,00 25.000,00 30.000,00 5 40.000,00 25.000,00 30.000,00 UMA DETERMINADA EMPRESA POSSUI TRÊS OPÇÕES DE INVESTIMENTOS, COMO MOSTRADOS LOGO ABAIXO. VOCÊ, COMO GESTOR FINANCEIRO DESSA ORGANIZAÇÃO, QUAL DECISÃO DE INVESTIMENTOS FARIA, CONSIDERANDO O PAYBACK SIMPLES E O PAYBACK DESCONTADO A UMA TAXA DE JUROS DE 5%A.M. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  68. 68. VALOR PRESENTE LÍQUIDO – VPL NESTA METODOLOGIA, O CÁLCULO DO RETORNO DO INVESTIMENTO CONSISTE EM TRAZER TODA A PROSPECÇÃO DE ENTRADAS DE CAIXA PARA O VALOR PRESENTE, POSSIBILITANDO ASSIM, UMA RELAÇÃO ENTRE O VALOR DO INVESTIMENTO E O RETORNO QUE ELE VAI GERAR, CONSIDERANDO TANTO O DESEMBOLSO QUANTO OS RECEBIMENTOS EM UM SÓ MOMENTO. ― DIFERENTE DO PAYBACK, O VPL CONSIDERA TODO O FLUXO DE CAIXA PROJETADO, PERMITINDO ENTÃO, APURAR A VIABILIDADE DE UM INVESTIMENTO DE MÉDIO E LONGO PRAZO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  69. 69. FLUXO DE CAIXA – FC EM FINANÇAS, O FLUXO DE CAIXA, REFERE-SE AOS VALORES QUE ENTRAM E SAEM NO CAIXA DE UMA EMPRESA DURANTE UM PERÍODO DE TEMPO DEFINIDO, ALGUMAS VEZES LIGADO A UM PROJETO ESPECÍFICO. ― NAS NOSSA AULAS USAREMOS O CASH FLOW EM FORMA DE GRÁFICO, MAS PODEMOS VÊ-LO EM FORMA DE PLANILHAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  70. 70. EXEMPLO PRÁTICO A EMPRESA BRASIL S/A PRETENDE ADQUIRIR UMA NOVA MÁQUINA PARA AUMENTAR A PRODUÇÃO. A MESMA CUSTA R$ 250 MIL E AO FINAL DE CINCO PERÍODOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 30 MIL. CONSIDERANDO UMA TAXA DE 12% a.a E ANALISANDO A PROJEÇÃO DE CAIXA GERADO PELO EQUIPAMENTO, O PROJETO É VIÁVEL? POR QUÊ? PERÍODO ENTRADAS DE CAIXA 1 80.000 2 70.000 3 60.000 4 50.000 5 40.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  71. 71. EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO
  72. 72. A EMPRESA VGSUL S/A PRETENDE ADQUIRIR UM NOVO PARQUE INDUSTRIAL, PARA TANTO DEVERÁ INVESTIR R$ 500 MIL E A PROJEÇÃO DE ENTRADAS DE CAIXA ESTÁ DESCRIMINADA LOGO ABAIXO. OS PERÍODOS ESTÃO EM MESES E A TAXA DE JUROS DE 24% a.a. PODEMOS CONSIDERAR O INVESTIMENTO VIÁVEL? EM CASO POSITIVO, QUAL O PERCENTUAL DE LUCRO SOBRE ESSE INVESTIMENTO? PERÍODO ENTRADAS DE CAIXA 1 120.000 2 130.000 3 140.000 4 150.000 5 160.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  73. 73. A EMPRESA BRASIL S/A PRETENDE EXPANDIR SEUS NEGÓCIOS E PARA TANTO BUSCA O MELHOR INVESTIMENTO DENTRE AQUELES QUE ESTÃO LOGO ABAIXO: Período Investimento A Investimento B Investimento C 0 500.000,00 600.000,00 800.000,00 1 100.000,00 170.000,00 200.000,00 2 130.000,00 190.000,00 210.000,00 3 150.000,00 170.000,00 210.000,00 4 140.000,00 180.000,00 200.000,00 5 160.000,00 160.000,00 200.000,00 ESSES PERÍODOS ESTÃO EM MESES, PORÉM CONSIDERE UMA TAXA DE INFLAÇÃO DE 30% a.a E RESPONDA QUAL O INVESTIMENTO QUE PROPORCIONA O MELHOR RETORNO, APRESENTANDO O LUCRO E O PERCENTUAL DE LUCRO SOBRE O INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  74. 74. CERTA EMPRESA POSSUI AS SEGUINTES OPÇÕES DE INVESTIMENTOS: 1ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 50.000,00 QUE AO FINAL DE 7 ANOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 20.000,00. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 2ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 90.000,00 QUE AO FINAL DE 7 ANOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 45.000,00. 3ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 75.000,00 QUE AO FINAL DE 7 ANOS APRESENTA VALOR DE VENDA IRRELEVANTE.
  75. 75. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 INVESTIMENTO 1 INVESTIMENTO 2 INVESTIMENTO 3 PERÍ ODO ENTRADA DE CAIXA MANUTEN ÇÃO ENTRADA DE CAIXA MANUTEN ÇÃO ENTRADA DE CAIXA MANUTEN ÇÃO 1 18000,00 2000,00 29000,00 3000,00 30000,00 500,00 2 19000,00 3000,00 31000,00 4000,00 32000,00 600,00 3 20000,00 4000,00 33000,00 5000,00 34000,00 700,00 4 20000,00 5000,00 35000,00 6000,00 36000,00 800,00 5 19000,00 6000,00 33000,00 7000,00 38000,00 900,00 6 18000,00 5000,00 31000,00 8000,00 40000,00 1000,00 7 17000,00 4000,00 29000,00 90000,00 42000,00 1100,00
  76. 76. TODOS OS PERÍODOS ESTÃO EM ANOS, PORÉM CONSIDERE UMA TAXA DE JUROS DE 1,5% am. PEDE-SE: A)QUAL DOS INVESTIMENTOS É A MELHOR OPÇÃO? QUAL O RETORNO? B)CONSIDERANDO O VALOR INVESTIDO, QUAL O PERCENTUAL DE LUCRO DESSE INVESTIMENTO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  77. 77. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DE FINANCIAMENTOS – OBJETIVO O QUE DEVE SER FEITO Emp. e Financ. / bancários Lançar ações Tipo de ações Lançar títulos híbridos Aporte de Capital COMO LEVANTAR DINHEIRO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980
  78. 78. CAPTAÇÃO DE RECURSOS ― EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS; ― FINANCIAMENTOS BANCÁRIOS; ― APORTE DE CAPITAL; ― AÇÕES ORDINÁRIAS; ― AÇÕES PREFERENCIAIS; ― DEBÊNTURES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  79. 79. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ESTRUTURA DE CAPITAL DA EMPRESA CAPITAL DE TERCEIROS CAPITAL PRÓPRIO CAPITAL DE CURTO PRAZO CAPITAL PERMANENTE OU DE LONGO PRAZO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  80. 80. ENTENDI TUDO, MAS PODE DAR UM EXEMPLO?
  81. 81. CONSIDERE QUE UM INVESTIDOR TENHA R$ 1 MILHÃO APLICADO NO MERCADO FINANCEIRO A UMA TAXA DE 20% A.A. SURGE UMA OPORTUNIDADE DE INVESTIR EM UM EMPREENDIMENTO PRÓPRIO E ELE ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE TIRAR TODO O DINHEIRO DO MERCADO FINANCEIRO E APLICAR NO NEGÓCIOS OU DE APLICAR APENAS 50% NO NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR FINANCIAMENTOS JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE 15% A.A. ANALISE UMA PROJEÇÃO PARA A DRE DO NEGÓCIOS E EM SEGUIDA RESPONDA AS QUESTÕES: RECEITAS DE VENDAS 800.000,00 800.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 300.000,00 300.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 500.000,00 500.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 100.000,00 100.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 80.000,00 80.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 320.000,00 320.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 75.000,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 320.000,00 245.000,00 ( - ) Imposto de Renda (30%) 96.000,00 73.500,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 224.000,00 171.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  82. 82. 1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO? 3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL. 5) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  83. 83. RESPOSTA 200.000 1) RPL = ---------------- → 20% 1.000.000 224.000 2) RPL = ---------------- → 22,40% 1.000.000 3) Aumento de 2,40% ou R$ 24.000 1OO.OOO + 171.500 + 22.500 4) RPL = ----------------------------------------- → 29,40% 1.000.000 5) Aumento de 9,4% ou R$ 94.000
  84. 84. EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO
  85. 85. CONSIDERANDO QUE A EMPRESA BRASIL S/A TENHA UMA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE R$ 1,5 MILHÕES QUE LHE RENDA JUROS DE R$ R$ 250 MIL AO ANO E QUE TENHA UM PROJETO PARA AQUISIÇÃO DE UMA NOVA EMPRESA, A MESMA ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE RETIRAR TODO O DINHEIRO DA APLICAÇÃO OU RETIRAR SOMENTE 50% DA APLICAÇÃO PARA APLICAR NO NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR UM FINANCIAMENTO JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE JUROS DE 12% A.A. ANALISANDO A DRE PROJETADA DO NOVO NEGÓCIO, RESPONDA AS QUESTÕES A SEGUIR. RECEITAS DE VENDAS 1.000.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 550.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 450.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 100.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 80.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 270.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 270.000,00 ( - ) Imposto de Renda (15%) 40.500,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 229.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  86. 86. 1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO? 3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL. 5) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  87. 87. A EMPRESA ESTADO DE SÃO PAULO TEM UMA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE R$ 100 MIL QUE LHE RENDA JUROS DE R$ 15 MIL AO ANO E QUE TENHA UM PROJETO PARA AQUISIÇÃO DE UMA NOVA EMPRESA, A MESMA ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE RETIRAR TODO O DINHEIRO DA APLICAÇÃO OU RETIRAR SOMENTE 50% DA APLICAÇÃO PARA APLICAR NO NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR UM FINANCIAMENTO JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE JUROS DE 10% A.A. ANALISANDO A DRE PROJETADA DO NOVO NEGÓCIO, RESPONDA AS QUESTÕES A SEGUIR. RECEITAS DE VENDAS 500.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 250.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 250.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 20.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 20.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 210.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 210.000,00 ( - ) Imposto de Renda (15%) 31.500,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 178.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  88. 88. 1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO? 3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL. 4) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  89. 89. A EMPRESA 3º ADM DETÉM UM CAPITAL DE R$ 1.200.000,00 APLICADO NO MERCADO FINANCEIRO QUE RENDE JUROS DE R$ 360.000,00. SURGE UMA OPORTUNIDADE DE ADQUIRIR UMA NOVA EMPRESA PELO MESMO VALOR DO CAPITAL INVESTIDO, COM A SEGUINTE DRE PROJETADA: FATURAMENTO BRUTO 1.500.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 830.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 670.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 180.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 70.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 420.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 420.000,00 ( - ) Imposto de Renda (20%) 84.000,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 336.000,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  90. 90. 1) QUAL É O RETORNO DO INVESTIMENTO DEIXANDO TODO O CAPITAL NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO INVESTIMENTO APLICANDO TODO O CAPITAL NO EMPREENDIMENTO? 3) CASO APLIQUE APENAS 50% DO CAPITAL NA EMPRESA E O RESTANTE BUSQUE JUNTO AO BNDES A UMA TAXA DE JUROS DE 10% A.A, QUAL SERÁ O RETORNO TOTAL DOS INVESTIMENTOS? 4) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  91. 91. FLUXO DE CAIXA É UM INSTRUMENTO DE GESTÃO FINANCEIRA QUE PROJETA PARA PERÍODOS FUTUROS TODAS AS ENTRADAS E AS SAÍDAS DE RECURSOS FINANCEIROS DA EMPRESA, INDICANDO COMO SERÁ O SALDO DE CAIXA PARA O PERÍODO PROJETADO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  92. 92. VARIÁVEIS QUE COMPÕEM O FC FATURAMENTO CUSTOS INVESTIMENTOS EMPRÉSTIMOS / FINANCIAMENTOS DESPESAS OPERACIONAIS / ADMINISTRATIVAS / FINANCEIRAS
  93. 93. EXEMPLO O SALDO DE CAIXA DA EMPRESA “SOBREVIVÊNCIA” EM 02/01/2014 É DE R$ 1.000,00. CONSIDERE OS SEGUINTES DADOS E ELABORE O FLUXO DE CAIXA: → JANEIRO COMPRAS: R$ 30.000,00 – 30 / 60 / 90 DIAS FATURAMENTO: R$ 60.000,00 – 20% Á VISTA / 30 / 60 / 90 DIAS IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10% FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00 EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: R$ 10.000,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  94. 94. → FEVEREIRO COMPRAS: R$ 25.000,00 – 16% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS FATURAMENTO: R$ 51.000,00 – 30 / 60 / 90 DIAS IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10% FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00 JUROS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: 10% → MARÇO COMPRAS: R$ 30.000,00 – 10% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS FATURAMENTO: R$ 60.000,00 – 20% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10% FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00 JUROS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: 10% Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  95. 95. PRÁTICA E REFLEXÃO
  96. 96. ― POR QUE A EXPANSÃO DA MOEDA E DO CRÉDITO PODEM GERAR INFLAÇÃO? ― POR QUE O NORDESTINO POSSUI UMA RENDA PER CAPITA MUITO INFERIOR À DO PAULISTA? ― COMO PODE UMA DESVALORIZAÇÃO CAMBIAL CONDUZIR A UMA MELHORIA NA BALANÇA COMERCIAL? ― ATÉ ONDE JUROS ALTOS REDUZEM O CONSUMO E ESTIMULAM A POUPANÇA? PARA COMEÇO DE CONVERSA... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  97. 97. ― POR QUE A TAXA DE JUROS DE MERCADO E O PREÇO ESPERADO DE VENDA DO PRODUTO SÃO DADOS IMPORTANTES PARA AS DECISÕES DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ? ― POR QUE A RENDA DOS AGRICULTORES SE ELEVA QUANDO OCORRE UMA ESTIAGEM QUE REDUZ A PRODUÇÃO ? ― POR QUE A ALTA DE PREÇO DO CAFEZINHO REDUZ A DEMANDA DE AÇÚCAR ? PARA COMEÇO DE CONVERSA... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  98. 98. ― POR QUE O GOVERNO AUMENTA OU DIMINUI A TAXA BÁSICA DE JUROS? ― POR QUE O GOVERNO REDUZ IMPOSTOS SOBRE ALGUNS BENS DE CAPITAL E TORNA E INTRODUZI-LOS ― POR QUE, EM DETERMINADOS MOMENTOS, HÁ UMA AVALANCHE DE CRÉDITOS NO MERCADO; ― O QUE ACONTECE SE NA ECONOMIA NACIONAL HAVER DOLAR EM ABUNDÂNCIA. QUAL A MEDIDA DO GOVERNO? ― POR QUE ESTUDAR ECONOMIA QUANDO O LAZER É MAIS ATRAENTE? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  99. 99. ― A CIÊNCIA QUE ESTUDA A ESCASSEZ. ― A CIÊNCIA QUE ESTUDA O USO DOS RECURSOS ESCASSOS NA PRODUÇÃO DE BENS ALTERNATIVOS. ― O ESTUDO DA FORMA PELA QUAL A SOCIEDADE ADMINISTRA SEUS RECURSOS ESCASSOS. É UMA CIÊNCIA SOCIAL QUE ESTUDA A PRODUÇÃO, A CIRCULAÇÃO E O CONSUMO DOS BENS E SERVIÇOS QUE SÃO UTILIZADOS PARA SATISFAZER AS NECESSIDADES HUMANAS. ECONOMIA – DEFINIÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  100. 100. PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS NECESSIDADES HUMANAS → ILIMITADAS OU INFINITAS. FATORES DE PRODUÇÃO → FINITO E LIMITADO ESCASSEZ: A NATUREZA LIMITA OS RECURSOS DA SOCIEDADE. RESTRIÇÃO FÍSICA DOS RECURSOS.
  101. 101. O QUE E QUANTO PRODUZIR? A SOCIEDADE DEVE PRODUZIR MAIS BENS DE CONSUMO OU BENS DE CAPITAL, E QUANTO? COMO PRODUZIR? QUESTÃO DE EFICIÊNCIA PRODUTIVA. CAPITAL OU MÃO-DE-OBRA INTENSIVA. PARA QUEM PRODUZIR? COMO SERÁ A DISTRIBUIÇÃO DE RENDA GERADA PELA ATIVIDADE ECONÔMICA. QUAIS OS SETORES BENEFICIADOS. PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS
  102. 102. MICROECONOMIA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 É O RAMO DA ECONOMIA QUE ESTUDA O FUNCIONAMENTO DO MERCADO DE UM DETERMINADO PRODUTO OU GRUPO DE PRODUTOS, OU SEJA, O COMPORTAMENTO DOS CONSUMIDORES E PRODUTORES DE TAIS BENS.
  103. 103. MICROECONOMIA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ESTUDA O COMPORTAMENTO DE CONSUMIDORES E PRODUTORES E O MERCADO NO QUAL INTERAGEM. PREOCUPA-SE COM A DETERMINAÇÃO DOS PREÇOS E QUANTIDADES EM MERCADOS ESPECÍFICOS.
  104. 104. MICROECONOMIA ANALISA A FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO. MERCADO DE BENS E SERVIÇOS MERCADO DOS FATORES DE PRODUÇÃO PREÇOS DOS BENS E SERVIÇOS SALÁRIOS, JUROS, ALUGUÉIS E LUCROS REMUNERAÇÃO REMUNERAÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  105. 105. OFERTA E DEMANDA OFERTA É O VOLUME DE BENS OU SERVIÇOS QUE AS EMPRESAS COLOCAM A DISPOSIÇÃO DOS CONSUMIDORES. A OFERTA É UMA FUNÇÃO CRESCENTE, POIS, NO AUMENTO DOS PREÇOS, OS FORNECEDORES COLOCAM UMA QUANTIDADE MAIOR DO PRODUTO NO MERCADO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  106. 106. FATORES QUE INFLUENCIAM A OFERTA • O PREÇO DO PRÓPRIO BEM • O CUSTO DE INSUMOS • A TECNOLOGIA DISPONÍVEL PARA A PRODUÇÃO • O NÚMERO DE CONCORRENTES ATUANDO NO MERCADO • AS EXPECTATIVAS DO PRODUTOR SOBRE OS PREÇOS FUTUROS • OS IMPOSTOS OU SUBSÍDIOS DO GOVERNO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  107. 107. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 100 120 140 160 180 QTDDECELULARES PREÇO DO CELULAR LEI DA OFERTA
  108. 108. OFERTA E DEMANDA DEMANDA É O VOLUME DA PROCURA POR DETERMINADO BEM OU SERVIÇO. AUMENTANDO O PREÇO, A PROCURA DIMINUI E VICE-VERSA. A LEI DE DEMANDA, CARACTERIZA-SE POR UMA FUNÇÃO DECRESCENTE. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  109. 109. FATORES QUE INFLUENCIAM A DEMANDA • A RENDA DO CONSUMIDOR • PREÇO DOS CONCORRENTES • PRODUTOS SUBSTITUTOS • ENTRADA DE CONCORRENTES • AUMENTO DA POPULAÇÃO CONSUMIDORA • PREFERÊNCIA DO CONSUMIDOR – MUDANÇA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  110. 110. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 100 120 140 160 180 QTDDECELULARES PREÇO DO CELULAR LEI DA DEMANDA
  111. 111. POLÍTICAS MACROECONÔMICA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA MONETÁRIA POLÍTICA CAMBIAL POLÍTICA RENDAS POLÍTICA FISCAL
  112. 112. POLÍTICA CAMBIAL TEM COMO OBJETIVO ADMINISTRAR A TAXA DE CÂMBIO, PROMOVENDO O CONTROLE DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  113. 113. DIZ RESPEITO AO VALOR DA MOEDA NACIONAL FRENTE A ESTRANGEIRA (REAL VS DOLAR). QUANTOS REAIS É PRECISO PARA COMPRAR UM DOLAR? MOEDA NACIONAL BARATA AQUECE A EXPORTAÇÃO ESFRIA O MERCADO INTERNO PRODUTOS QUE DEPENDEM DE INSUMOS IMPORTADOS FICAM COM PREÇOS INFLADOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 T A X A D E C Â M B I O
  114. 114. MOEDA NACIONAL CARA AQUECE A IMPORTAÇÃO AQUECE MERCADO INTERNO INSUMOS E PRODUTOS ESTRANGEIROS FICAM COM PREÇOS MAIS ACESSÍVEIS T A X A D E C Â M B I O Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  115. 115. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA FISCAL FERRAMENTA UTILIZADA PARA ESTABELECER AS RECEITAS E AS DESPESAS PÚBLICAS. OU SEJA, COMO VAI SER ARRECADADO E ONDE VAI SER GASTO O DINHEIRO.
  116. 116. ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS ˃ GASTOS GOVERNAMENTAIS = SUPERÁVIT FISCAL ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS ˂ GASTOS GOVERNAMENTAIS = DÉFICIT FISCAL TEM-SE QUE, A GRANDE DIFICULDADE É ENCONTRAR O PONTO ÓTIMO DAS RECEITAS. ASSIM, NÃO ENFRAQUECE A ECONOMIA E CUMPRE-SE O PAPEL SOCIAL DO ESTADO, QUE É PROMOVER O BEM ESTAR, QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  117. 117. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA DE RENDAS CONSISTE NA INTERFERÊNCIA DO GOVERNO NOS PREÇOS E SALÁRIOS PRATICADOS PELO MERCADO. SE NÃO FOR BEM APLICADA, A CONSEQUÊNCIA PODE SER DANOSA. ― TABELAMENTO DOS PREÇOS ― SALÁRIO MÍNIMO
  118. 118. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA MONETÁRIA ARTIFÍCIO UTILIZADO PARA CONTROLAR A QUANTIDADE DE MOEDA, CRÉDITO E TAXA DE JUROS, EQUILIBRANDO A LIQUIDEZ NO SISTEMA ECONÔMICO DO PAÍS.
  119. 119. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 DEPÓSITO COMPULSÓRIO PERCENTUAL QUE DEVERÁ SER RECOLHIDO AO BACEN, PELOS BANCO, SOBRE OS VALORES DE DEPÓSITOS EM CONTA CORRENTE E POUPANÇA. DEPÓSITO COMPULSÓRIO MOEDA DISPONÍVEL ATIVIDADE ECONÔMICA
  120. 120. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 REDESCONTO BANCÁRIO SÃO UTILIZADOS PELOS BANCOS COMERCIAIS SOMENTE QUANDO HÁ UM DESCOMPASSO NO CASH FLOW, OU SEJA, QUANDO A DEMANDA DE RECURSOS DEPOSITADOS NÃO COBREM SUAS NECESSIDADES. TAXA DE REDESCONTO EMPRÉSTIMO AOS BANCOS MOEDA NA ECONOMIA
  121. 121. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 OPEN MARKET COMPRA E VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS. ONDE O GOVERNO REGULA A QUANTIDADE DE MOEDA DISPONÍVEL NOS AGENTES ECONÔMICOS PESSOAS FÍSICAS E PESSOAS JURÍDICAS. VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS MOEDA DISPONÍVEL ATIVIDADE ECONÔMICA
  122. 122. ATIVIDADE AVALIATIVA 1. COMO VOCÊ DEFINE A CIÊNCIA ECONÔMICA? 2. QUAIS SÃO OS AGENTES ECONÔMICOS? COMO ELES INTERAGEM NA ECONOMIA? 3. PORQUÊ HÁ UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO NO TOCANTE A LEI DA ESCASSEZ? 4. QUAL A DIFERENÇA ENTRE MICRO E MACROECONOMIA? 5. DISCORRA SOBRE AS POLÍTICA MACROECONÔMICAS. 6. COMENTE SOBRE: A) DEPÓSITO COMPULSÓRIO; B) REDESCONTO BANCÁRIO; C) OPEN MARKET. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980

×