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Modelos Atómicos
Modelo Atómico de Rutherford
No início do século XX, um cientista de nome Ernest Rutherford (1871 - 1937) propôs um novo
modelo de representação do átomo, com base em novos estudos por ele realizados.
Através de uma experiência, bombardeou uma delgada lâmina de ouro com cerca de 10 mil
átomos de espessura com partículas α e conclui que:
- a maior parte dessas partículas atravessavam a lâmina, e pouquíssimas eram repelidas ou
desviadas;
- as partículas α em número muito menor eram desviadas, chegando mesmo a voltar para trás.
O motivo de algumas partículas serem repelidas é que bateram de frente com o núcleo
atómico do ouro. As que sofreram desvio passaram muito perto do núcleo, pois a partícula alfa
(α) é de carga positiva, e o núcleo do ouro também.
Assim, a Experiência de Rutherford provou que:
- o átomo possui um grande vazio, um espaço muito grande entre os eletrões e os protões do
núcleo;
- no interior do átomo haveria uma zona muito pequena, com carga positiva, onde está
concentrado a sua massa – o núcleo;
- eletrões com carga negativa movem-se em volta do núcleo, tal como os planetas movem-se
em volta do Sol.
Em 1910, surgiu o primeiro modelo planetário do átomo.
Modelo atómico de Bohr
Niels Bohr, um cientista dinamarquês que já tinha trabalhado com Ernest Rutherford,
completou em 1913, o Modelo Atómico de Rutherford.
O modelo de Bohr representa os níveis de energia. Cada eletrão possui a sua energia. É
comparado às orbitas dos planetas do Sistema Solar, onde cada eletrão possui a sua própria
órbita e com quantidades de energia já determinadas.
As leis da física clássica não se enquadram neste modelo. Quando um eletrão salta de um nível
menor para um nível mais elevado, ele absorve energia e quando ele retorna para um nível
menor, o eletrão emite uma radiação em forma de luz.
Assim, Bohr completou o modelo de Rutherford com as seguintes ideia:
- os eletrões movem-se à volta do núcleo em órbitas circulares;
- a cada órbita corresponde um determinado valor de energia;
- os eletrões com mais energia movem-se em órbitas mais afastadas do núcleo, os que têm
menos energia movem-se em órbitas mais próximas do núcleo.
Modelo de nuvem eletrónica
O modelo atómico tido como o mais correcto, com base nos conhecimentos que hoje temos, é
o Modelo da Nuvem Electrónica.
Atualmente, está posta de parte a ideia de órbitas circulares para os eletrões.
Este modelo caracteriza-se por:
- a zona central do átomo, a que se dá o nome de núcleo, é constituída por protões (partículas
com carga positiva) e neutrões (partículas com carga neutra);
- à volta do núcleo do átomo giram os electrões, estes não têm órbitas bem definidas,
possuem antes movimentos aleatórios em torno do núcleo do átomo, com velocidades
elevadíssimas, formando uma espécie de nuvem que não é uniforme: nuvem eletrónica;
- na nuvem electrónica, há electrões que se encontram preferencialmente mais próximos do
núcleo, uma zona mais densa, e outros que se encontram preferencialmente mais afastados,
uma zona menos densa;
- o núcleo é muito pequeno quando comparado com o tamanho da nuvem electrónica. É
possível por isso concluir que a maior parte do átomo é espaço vazio.
Os principais cientistas responsáveis por esta proposta foram Heisenberg, Schrödinger e Dirac.
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  • 1. Modelos Atómicos Modelo Atómico de Rutherford No início do século XX, um cientista de nome Ernest Rutherford (1871 - 1937) propôs um novo modelo de representação do átomo, com base em novos estudos por ele realizados. Através de uma experiência, bombardeou uma delgada lâmina de ouro com cerca de 10 mil átomos de espessura com partículas α e conclui que: - a maior parte dessas partículas atravessavam a lâmina, e pouquíssimas eram repelidas ou desviadas; - as partículas α em número muito menor eram desviadas, chegando mesmo a voltar para trás. O motivo de algumas partículas serem repelidas é que bateram de frente com o núcleo atómico do ouro. As que sofreram desvio passaram muito perto do núcleo, pois a partícula alfa (α) é de carga positiva, e o núcleo do ouro também. Assim, a Experiência de Rutherford provou que: - o átomo possui um grande vazio, um espaço muito grande entre os eletrões e os protões do núcleo; - no interior do átomo haveria uma zona muito pequena, com carga positiva, onde está concentrado a sua massa – o núcleo; - eletrões com carga negativa movem-se em volta do núcleo, tal como os planetas movem-se em volta do Sol. Em 1910, surgiu o primeiro modelo planetário do átomo.
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  • 3. Modelo atómico de Bohr Niels Bohr, um cientista dinamarquês que já tinha trabalhado com Ernest Rutherford, completou em 1913, o Modelo Atómico de Rutherford. O modelo de Bohr representa os níveis de energia. Cada eletrão possui a sua energia. É comparado às orbitas dos planetas do Sistema Solar, onde cada eletrão possui a sua própria órbita e com quantidades de energia já determinadas. As leis da física clássica não se enquadram neste modelo. Quando um eletrão salta de um nível menor para um nível mais elevado, ele absorve energia e quando ele retorna para um nível menor, o eletrão emite uma radiação em forma de luz. Assim, Bohr completou o modelo de Rutherford com as seguintes ideia: - os eletrões movem-se à volta do núcleo em órbitas circulares; - a cada órbita corresponde um determinado valor de energia; - os eletrões com mais energia movem-se em órbitas mais afastadas do núcleo, os que têm menos energia movem-se em órbitas mais próximas do núcleo.
  • 4. Modelo de nuvem eletrónica O modelo atómico tido como o mais correcto, com base nos conhecimentos que hoje temos, é o Modelo da Nuvem Electrónica. Atualmente, está posta de parte a ideia de órbitas circulares para os eletrões. Este modelo caracteriza-se por: - a zona central do átomo, a que se dá o nome de núcleo, é constituída por protões (partículas com carga positiva) e neutrões (partículas com carga neutra); - à volta do núcleo do átomo giram os electrões, estes não têm órbitas bem definidas, possuem antes movimentos aleatórios em torno do núcleo do átomo, com velocidades elevadíssimas, formando uma espécie de nuvem que não é uniforme: nuvem eletrónica; - na nuvem electrónica, há electrões que se encontram preferencialmente mais próximos do núcleo, uma zona mais densa, e outros que se encontram preferencialmente mais afastados, uma zona menos densa; - o núcleo é muito pequeno quando comparado com o tamanho da nuvem electrónica. É possível por isso concluir que a maior parte do átomo é espaço vazio. Os principais cientistas responsáveis por esta proposta foram Heisenberg, Schrödinger e Dirac.