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MODULO 1 - AULA 2
Aula 2 – Congruˆencia de Triˆangulos
A id´eia de congruˆencia entre segmentos, ˆangulos e triˆangulos formou-
se intuitivamente, levando-se em conta que dois segmentos congruentes, dois
ˆangulos congruentes e dois triˆangulos congruentes podem ser superpostos por
meio de um deslocamento conveniente.
O conceito abstrato de congruˆencia entre triˆangulos ´e definido da seguinte
maneira:
Dois triˆangulos s˜ao denominados congruentes se tem ordenadamente congru-
entes os trˆes lados e os trˆes ˆangulos. Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’
s˜ao congruentes.
Indicamos: ∆ ABC ≡ ∆ A’B’C’ se



AB ≡ A’B’
AC ≡ A’C’
BC ≡ B’C’
e



ˆA = ˆA’
ˆB = ˆB’
ˆC = ˆC’
Observa¸c˜ao:
Em dois triˆangulos congruentes, s˜ao congruentes entre si:
a) os lados opostos a ˆangulos congruentes;
b) os ˆangulos opostos a lados congruentes;
Casos de congruˆencia
A defini¸c˜ao de congruˆencia de triˆangulos d´a 5 condi¸c˜oes que devem ser
satisfeitas para que dois triˆangulos sejam congruentes. Existem condi¸c˜oes
m´ınimas para que dois triˆangulos sejam congruentes. Estas condi¸c˜oes s˜ao
denominadas casos ou crit´erios de congruˆencia.
1ö Caso (LAL)
Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes dois lados e o ˆangulo
compreendido entre esses dois lados, ent˜ao eles s˜ao congruentes.
Este caso ´e normalmente dado como postulado e indica que se dois
triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes dois lados e o ˆangulo com-
preendido entre estes dois lados, ent˜ao o lado restante e os dois ˆangulos
tamb´em s˜ao ordenadamente congruentes.
47 CEDERJ
Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo
caso LAL.
Esquema de aplica¸c˜ao.



AB ≡ A’B’
ˆA = ˆA’
AC ≡ A’C’
=⇒
LAL
∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒
Defini¸c˜ao



ˆB = ˆB’
BC ≡ B’C’
ˆC = ˆC’
Os demais casos ser˜ao teoremas que inicialmente vamos apresent´a-los.
Alguns desses casos ser˜ao provados e alguns ser˜ao deixados como exer-
c´ıcios.
2ö Caso (ALA)
Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes dois ˆangulos e o
lado adjacente a esses ˆangulos, ent˜ao eles s˜ao congruentes.
Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo
caso ALA.
Esquema de aplica¸c˜ao.



ˆB = ˆB’
BC ≡ B’C’
ˆC = ˆC’
=⇒
ALA
∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒
Defini¸c˜ao



AB ≡ A’B’
ˆA = ˆA’
AC ≡ A’C’
CEDERJ 48
MODULO 1 - AULA 2
3ö Caso (LLL)
Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes os trˆes lados, ent˜ao
eles s˜ao congruentes.
Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo
caso LLL.
Esquema de aplica¸c˜ao.



AB ≡ A’B’
AC ≡ A’C’
BC ≡ B’C’
=⇒
LLL
∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒
Defini¸c˜ao



ˆA = ˆA’
ˆB = ˆB’
ˆC = ˆC’
4ö Caso (LAAo)
Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes um lado, um ˆangulo
adjacente e um ˆangulo oposto a esse lado, ent˜ao eles s˜ao congruentes.
Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo
caso LAAo.
Esquema de aplica¸c˜ao.



BC ≡ B’C’
ˆB = ˆB’
ˆA = ˆA’
=⇒
LAAo
∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒
Defini¸c˜ao



ˆC = ˆC’
AB ≡ A’B’
AC ≡ A’C’
5ö Caso (Caso Especial)
Se dois triˆangulos retˆangulos tˆem ordenadamente congruentes um cateto
e a hipotenusa, ent˜ao eles s˜ao congruentes.
49 CEDERJ
Exemplo: Os triˆangulos retˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao con-
gruentes pelo caso especial.
Aplica¸c˜ao nos problemas
Se, ao resolver um problema, sabe-se que os elementos de dois triˆangulos
verificam as condi¸c˜oes de um dos casos de congruˆencia:
1ö) pode-se afirmar que os triˆangulos s˜ao congruentes.
2ö) conclui-se da´ı que os outros elementos desses triˆangulos, que n˜ao se co-
nhecem, s˜ao dois a dois congruentes.
Exerc´ıcios Resolvidos
1. Em cada grupo de triˆangulos, verificar os congruentes e indicar o
caso de congruˆencia.
CEDERJ 50
MODULO 1 - AULA 2
Solu¸c˜ao:
(a) ∆I ≡ ∆II pelo caso LAL.
(b) ∆I ≡ ∆III pelo caso ALA.
(c) ∆I ≡ ∆III pelo caso especial.
(d) ∆I ≡ ∆III pelo caso LLL.
(e) ∆II ≡ ∆III pelo caso LAAo.
2. Na figura, M ´e o ponto m´edio do segmento CD, ou seja, CM ≡ MD.
AˆCM ≡ B ˆDM e os pontos A, M e B s˜ao colineares.
Prove que AM ≡ MB.
51 CEDERJ
Solu¸c˜ao:
Seja a figura dada:
Temos que:
AˆCM ≡ B ˆDM (hip´otese)
CM ≡ DM (hip´otese)
A ˆMC ≡ B ˆMD (opostos pelo v´ertice)



=⇒
(ALA)
∆ACM ≡ ∆DBM
=⇒
Defini¸c˜ao
AM ≡ MB
Note que M ´e ponto m´edio do segmento AB.
3. Prove que os ˆangulos da base de um triˆangulo is´osceles s˜ao con-
gruentes.
Solu¸c˜ao:
Seja o ∆ ABC is´osceles de base BC e o triˆangulo is´osceles ACB, con-
forme figura.
Temos:



AB ≡ AC (hip´otese)
ˆA = ˆA (ˆangulo comum ) =⇒
(LAL)
∆ABC ≡ ∆ACB =⇒
Def.
ˆB = ˆC
AC ≡ AB (hip´otese)
CEDERJ 52
MODULO 1 - AULA 2
4. Prove que em um triˆangulo is´osceles a mediana relativa `a base ´e
tamb´em bissetriz e altura.
Solu¸c˜ao:
Seja o triˆangulo is´osceles de base BC. Tracemos a mediana AM relativa
`a base e provemos que AM ´e bissetriz e altura.
Considere os triˆangulos ABM e ACM, ent˜ao:



AB ≡ AC por ser is´osceles do ∆ABC
BM ≡ CM (Defini¸c˜ao de mediana)
AM ≡ AM lado comum
Pelo caso (LLL), temos ∆ ABM ≡ ∆ ACM.
Da congruˆencia desses dois triˆangulos decorrem:
1) B ˆAM ≡ C ˆAM e da´ı AM ´e bissetriz.
2) A ˆMB ≡ A ˆMC e que s˜ao ˆangulos adjacentes, congruentes e suple-
mentares, ent˜ao s˜ao retos.
Logo AM ⊥ BC e portanto AM ´e altura.
5. Dado um triˆangulo is´osceles ABC de base BC, considere as bis-
setrizes internas BD e CE desse triˆangulo. Prove que BD ≡ CE.
Solu¸c˜ao:
Seja o triˆangulo is´osceles ABC de base BC e as bissetrizes internas BD
e CE.
53 CEDERJ
Considere os triˆangulos BCD e CBE.
Temos que:



AˆBC ≡ AˆCB (ˆangulos da base) Exerc´ıcio 3
BC ≡ BC (comum) =⇒
ALA
∆BCD ≡ ∆CBE
B ˆCE ≡ CˆBD (metade dos ˆangulos da base)
e da´ı BD ≡ CE (defini¸c˜ao de triˆangulos congruentes)
6. Demonstre o caso LLL.
Solu¸c˜ao:
Hip´otese:



AB ≡ A’B’
AC ≡ A’C’
BC ≡ B’C’
Tese: ∆ABC ≡ ∆A’C’B’
Considere os triˆangulos ABC e A’B’C’.
Transportemos o ∆A’B’C’ de modo que o lado B’C’ coincida com BC,
ficando o v´ertice A’ no semiplano oposto ao de A, em rela¸c˜ao a reta
←→
BC.
Unimos os pontos A e A’, cujo segmento interceptar´a a reta suporte de
lado BC num ponto D, conforme figura.
CEDERJ 54
MODULO 1 - AULA 2
Dessa constru¸c˜ao e sendo:
AB ≡ A’B’ e AC ≡ A’C’
resulta que os triˆangulos ABA’ e ACA’ s˜ao is´osceles e, portanto
B ˆAA’ ≡ B ˆA’A e C ˆAA’ ≡ C ˆA’A
Concluimos da´ı que
B ˆAC ≡ B’ ˆA’C’
ou seja,
ˆA = ˆA’
Logo pelo caso LAL, temos:
∆ ABC ≡ ∆ A’B’C’
7. Demonstre o caso LAAo.
Solu¸c˜ao:
Sejam os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura e suponhamos BC ≡ B’C’,
ˆB = ˆB’ e ˆA = ˆA’.
Vamos provar que ∆ ABC ≡ ∆ A’B’C’.
Para provar essa congruˆencia, basta provar que AB ≡ A’B’, recaindo
no caso LAL.
Transportemos ent˜ao o ∆ A’B’C’ sobre o ∆ ABC, caindo o lado B’C’
sobre seu congruente BC de modo a coincidirem os ˆangulos ˆB e ˆB’.
Seja D a nova posi¸c˜ao do ponto A’, e provemos que D coincide com A.
55 CEDERJ
De fato, a n˜ao coincidˆencia de D com A conduz a um absurdo, pois se
D ficasse entre B e A, Figura (*), o ˆangulo B ˆDC externo em rela¸c˜ao
ao ∆ CDA seria maior que ˆA (resultado anterior) (1).
Por outro lado, se D ficasse no prolongamento de BA, ter´ıamos ˆA maior
que B ˆDC (resultado anterior) (2).
As desigualdades (1) e (2) s˜ao absurdas, pois por hip´otese o ˆangulo
B ˆDC, que ´e a nova posi¸c˜ao do ˆangulo ˆA’ ap´os o deslocamento, ´e con-
gruente ao ˆangulo ˆA.
Portanto o ponto A’, estando sobre AB e n˜ao podendo ficar nem antes
nem depois do ponto A, dever´a coincidir com A.
Da´ı,
AB ≡ A’B’
Ent˜ao, os triˆangulos ABC e A’B’C’ s˜ao congruentes pelo casos LAL.
Nota:
Qualquer ˆangulo externo de um triˆangulo ´e maior que qualquer interno
n˜ao adjacente, j´a que na Aula 1 vimos que: ˆAe = ˆB + ˆC.
CEDERJ 56
MODULO 1 - AULA 2
Exerc´ıcios Propostos
1. Em cada grupo de triˆangulos, verificar os congruentes e indicar o caso
de congruˆencia.
2. Prove que, se um triˆangulo tem dois ˆangulos congruentes, ent˜ao ele ´e
is´osceles.
3. Prove que, se um triˆangulo tem os trˆes ˆangulos congruentes entre si,
ent˜ao ele ´e equil´atero.
4. Considere o triˆangulo is´osceles ABC da figura. Seja os segmentos BD e
CE sobre a base BC congruentes entre si. Prove que o triˆangulo ADE
´e is´osceles.
57 CEDERJ
5. Sobre os lados de um triˆangulo equil´atero, tomam-se trˆes pontos D, E
e F conforme figura. Sendo AD ≡ BE ≡ CF, prove que o triˆangulo
DEF ´e equil´atero.
6. Na figura, o triˆangulo ABD ´e congruente ao triˆangulo CBD. Calcular
x e y.
7. Na figura, o triˆangulo ABC ´e congruente ao triˆangulo CDE. Determine
o valor de x e y.
8. Prove que a bissetriz relativa `a base de um triˆangulo is´osceles ´e tamb´em
mediana e altura.
9. Na figura, o triˆangulo PCD ´e congruente ao triˆangulo PBA. Determine
os valores de x, y e a raz˜ao entre os per´ımetros dos triˆangulos PCA e
PBD.
CEDERJ 58
MODULO 1 - AULA 2
10. Na figura, sendo BF = CD, m(ABC) = m(FDE) e m(BAC) = m(DEF),
prove que AC = EF.
11. Prove o caso ALA.
12. Prove o caso especial de congruˆencia.
Gabarito
1. a) ∆I ≡ ∆II Caso LAAo.
b) ∆I ≡ ∆III Caso LAL.
2. Demonstra¸c˜ao.
3. Demonstra¸c˜ao.
4. Demonstra¸c˜ao.
5. Demonstra¸c˜ao.
6. x = 16 e y = 8.
7. x = 9 e y = 5.
8. Demonstra¸c˜ao.
9. x = 10, y = 9 e a raz˜ao entre os per´ımetros dos triˆangulos PCA e
PBD ´e 1.
10. Demonstra¸c˜ao.
11. Demonstra¸c˜ao.
12. Demonstra¸c˜ao.
59 CEDERJ

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Geometria - Congruencia

  • 1. MODULO 1 - AULA 2 Aula 2 – Congruˆencia de Triˆangulos A id´eia de congruˆencia entre segmentos, ˆangulos e triˆangulos formou- se intuitivamente, levando-se em conta que dois segmentos congruentes, dois ˆangulos congruentes e dois triˆangulos congruentes podem ser superpostos por meio de um deslocamento conveniente. O conceito abstrato de congruˆencia entre triˆangulos ´e definido da seguinte maneira: Dois triˆangulos s˜ao denominados congruentes se tem ordenadamente congru- entes os trˆes lados e os trˆes ˆangulos. Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ s˜ao congruentes. Indicamos: ∆ ABC ≡ ∆ A’B’C’ se    AB ≡ A’B’ AC ≡ A’C’ BC ≡ B’C’ e    ˆA = ˆA’ ˆB = ˆB’ ˆC = ˆC’ Observa¸c˜ao: Em dois triˆangulos congruentes, s˜ao congruentes entre si: a) os lados opostos a ˆangulos congruentes; b) os ˆangulos opostos a lados congruentes; Casos de congruˆencia A defini¸c˜ao de congruˆencia de triˆangulos d´a 5 condi¸c˜oes que devem ser satisfeitas para que dois triˆangulos sejam congruentes. Existem condi¸c˜oes m´ınimas para que dois triˆangulos sejam congruentes. Estas condi¸c˜oes s˜ao denominadas casos ou crit´erios de congruˆencia. 1ö Caso (LAL) Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes dois lados e o ˆangulo compreendido entre esses dois lados, ent˜ao eles s˜ao congruentes. Este caso ´e normalmente dado como postulado e indica que se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes dois lados e o ˆangulo com- preendido entre estes dois lados, ent˜ao o lado restante e os dois ˆangulos tamb´em s˜ao ordenadamente congruentes. 47 CEDERJ
  • 2. Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo caso LAL. Esquema de aplica¸c˜ao.    AB ≡ A’B’ ˆA = ˆA’ AC ≡ A’C’ =⇒ LAL ∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒ Defini¸c˜ao    ˆB = ˆB’ BC ≡ B’C’ ˆC = ˆC’ Os demais casos ser˜ao teoremas que inicialmente vamos apresent´a-los. Alguns desses casos ser˜ao provados e alguns ser˜ao deixados como exer- c´ıcios. 2ö Caso (ALA) Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes dois ˆangulos e o lado adjacente a esses ˆangulos, ent˜ao eles s˜ao congruentes. Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo caso ALA. Esquema de aplica¸c˜ao.    ˆB = ˆB’ BC ≡ B’C’ ˆC = ˆC’ =⇒ ALA ∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒ Defini¸c˜ao    AB ≡ A’B’ ˆA = ˆA’ AC ≡ A’C’ CEDERJ 48
  • 3. MODULO 1 - AULA 2 3ö Caso (LLL) Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes os trˆes lados, ent˜ao eles s˜ao congruentes. Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo caso LLL. Esquema de aplica¸c˜ao.    AB ≡ A’B’ AC ≡ A’C’ BC ≡ B’C’ =⇒ LLL ∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒ Defini¸c˜ao    ˆA = ˆA’ ˆB = ˆB’ ˆC = ˆC’ 4ö Caso (LAAo) Se dois triˆangulos tˆem ordenadamente congruentes um lado, um ˆangulo adjacente e um ˆangulo oposto a esse lado, ent˜ao eles s˜ao congruentes. Exemplo: Os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao congruentes pelo caso LAAo. Esquema de aplica¸c˜ao.    BC ≡ B’C’ ˆB = ˆB’ ˆA = ˆA’ =⇒ LAAo ∆ABC ≡ ∆A’B’C’ =⇒ Defini¸c˜ao    ˆC = ˆC’ AB ≡ A’B’ AC ≡ A’C’ 5ö Caso (Caso Especial) Se dois triˆangulos retˆangulos tˆem ordenadamente congruentes um cateto e a hipotenusa, ent˜ao eles s˜ao congruentes. 49 CEDERJ
  • 4. Exemplo: Os triˆangulos retˆangulos ABC e A’B’C’ da figura s˜ao con- gruentes pelo caso especial. Aplica¸c˜ao nos problemas Se, ao resolver um problema, sabe-se que os elementos de dois triˆangulos verificam as condi¸c˜oes de um dos casos de congruˆencia: 1ö) pode-se afirmar que os triˆangulos s˜ao congruentes. 2ö) conclui-se da´ı que os outros elementos desses triˆangulos, que n˜ao se co- nhecem, s˜ao dois a dois congruentes. Exerc´ıcios Resolvidos 1. Em cada grupo de triˆangulos, verificar os congruentes e indicar o caso de congruˆencia. CEDERJ 50
  • 5. MODULO 1 - AULA 2 Solu¸c˜ao: (a) ∆I ≡ ∆II pelo caso LAL. (b) ∆I ≡ ∆III pelo caso ALA. (c) ∆I ≡ ∆III pelo caso especial. (d) ∆I ≡ ∆III pelo caso LLL. (e) ∆II ≡ ∆III pelo caso LAAo. 2. Na figura, M ´e o ponto m´edio do segmento CD, ou seja, CM ≡ MD. AˆCM ≡ B ˆDM e os pontos A, M e B s˜ao colineares. Prove que AM ≡ MB. 51 CEDERJ
  • 6. Solu¸c˜ao: Seja a figura dada: Temos que: AˆCM ≡ B ˆDM (hip´otese) CM ≡ DM (hip´otese) A ˆMC ≡ B ˆMD (opostos pelo v´ertice)    =⇒ (ALA) ∆ACM ≡ ∆DBM =⇒ Defini¸c˜ao AM ≡ MB Note que M ´e ponto m´edio do segmento AB. 3. Prove que os ˆangulos da base de um triˆangulo is´osceles s˜ao con- gruentes. Solu¸c˜ao: Seja o ∆ ABC is´osceles de base BC e o triˆangulo is´osceles ACB, con- forme figura. Temos:    AB ≡ AC (hip´otese) ˆA = ˆA (ˆangulo comum ) =⇒ (LAL) ∆ABC ≡ ∆ACB =⇒ Def. ˆB = ˆC AC ≡ AB (hip´otese) CEDERJ 52
  • 7. MODULO 1 - AULA 2 4. Prove que em um triˆangulo is´osceles a mediana relativa `a base ´e tamb´em bissetriz e altura. Solu¸c˜ao: Seja o triˆangulo is´osceles de base BC. Tracemos a mediana AM relativa `a base e provemos que AM ´e bissetriz e altura. Considere os triˆangulos ABM e ACM, ent˜ao:    AB ≡ AC por ser is´osceles do ∆ABC BM ≡ CM (Defini¸c˜ao de mediana) AM ≡ AM lado comum Pelo caso (LLL), temos ∆ ABM ≡ ∆ ACM. Da congruˆencia desses dois triˆangulos decorrem: 1) B ˆAM ≡ C ˆAM e da´ı AM ´e bissetriz. 2) A ˆMB ≡ A ˆMC e que s˜ao ˆangulos adjacentes, congruentes e suple- mentares, ent˜ao s˜ao retos. Logo AM ⊥ BC e portanto AM ´e altura. 5. Dado um triˆangulo is´osceles ABC de base BC, considere as bis- setrizes internas BD e CE desse triˆangulo. Prove que BD ≡ CE. Solu¸c˜ao: Seja o triˆangulo is´osceles ABC de base BC e as bissetrizes internas BD e CE. 53 CEDERJ
  • 8. Considere os triˆangulos BCD e CBE. Temos que:    AˆBC ≡ AˆCB (ˆangulos da base) Exerc´ıcio 3 BC ≡ BC (comum) =⇒ ALA ∆BCD ≡ ∆CBE B ˆCE ≡ CˆBD (metade dos ˆangulos da base) e da´ı BD ≡ CE (defini¸c˜ao de triˆangulos congruentes) 6. Demonstre o caso LLL. Solu¸c˜ao: Hip´otese:    AB ≡ A’B’ AC ≡ A’C’ BC ≡ B’C’ Tese: ∆ABC ≡ ∆A’C’B’ Considere os triˆangulos ABC e A’B’C’. Transportemos o ∆A’B’C’ de modo que o lado B’C’ coincida com BC, ficando o v´ertice A’ no semiplano oposto ao de A, em rela¸c˜ao a reta ←→ BC. Unimos os pontos A e A’, cujo segmento interceptar´a a reta suporte de lado BC num ponto D, conforme figura. CEDERJ 54
  • 9. MODULO 1 - AULA 2 Dessa constru¸c˜ao e sendo: AB ≡ A’B’ e AC ≡ A’C’ resulta que os triˆangulos ABA’ e ACA’ s˜ao is´osceles e, portanto B ˆAA’ ≡ B ˆA’A e C ˆAA’ ≡ C ˆA’A Concluimos da´ı que B ˆAC ≡ B’ ˆA’C’ ou seja, ˆA = ˆA’ Logo pelo caso LAL, temos: ∆ ABC ≡ ∆ A’B’C’ 7. Demonstre o caso LAAo. Solu¸c˜ao: Sejam os triˆangulos ABC e A’B’C’ da figura e suponhamos BC ≡ B’C’, ˆB = ˆB’ e ˆA = ˆA’. Vamos provar que ∆ ABC ≡ ∆ A’B’C’. Para provar essa congruˆencia, basta provar que AB ≡ A’B’, recaindo no caso LAL. Transportemos ent˜ao o ∆ A’B’C’ sobre o ∆ ABC, caindo o lado B’C’ sobre seu congruente BC de modo a coincidirem os ˆangulos ˆB e ˆB’. Seja D a nova posi¸c˜ao do ponto A’, e provemos que D coincide com A. 55 CEDERJ
  • 10. De fato, a n˜ao coincidˆencia de D com A conduz a um absurdo, pois se D ficasse entre B e A, Figura (*), o ˆangulo B ˆDC externo em rela¸c˜ao ao ∆ CDA seria maior que ˆA (resultado anterior) (1). Por outro lado, se D ficasse no prolongamento de BA, ter´ıamos ˆA maior que B ˆDC (resultado anterior) (2). As desigualdades (1) e (2) s˜ao absurdas, pois por hip´otese o ˆangulo B ˆDC, que ´e a nova posi¸c˜ao do ˆangulo ˆA’ ap´os o deslocamento, ´e con- gruente ao ˆangulo ˆA. Portanto o ponto A’, estando sobre AB e n˜ao podendo ficar nem antes nem depois do ponto A, dever´a coincidir com A. Da´ı, AB ≡ A’B’ Ent˜ao, os triˆangulos ABC e A’B’C’ s˜ao congruentes pelo casos LAL. Nota: Qualquer ˆangulo externo de um triˆangulo ´e maior que qualquer interno n˜ao adjacente, j´a que na Aula 1 vimos que: ˆAe = ˆB + ˆC. CEDERJ 56
  • 11. MODULO 1 - AULA 2 Exerc´ıcios Propostos 1. Em cada grupo de triˆangulos, verificar os congruentes e indicar o caso de congruˆencia. 2. Prove que, se um triˆangulo tem dois ˆangulos congruentes, ent˜ao ele ´e is´osceles. 3. Prove que, se um triˆangulo tem os trˆes ˆangulos congruentes entre si, ent˜ao ele ´e equil´atero. 4. Considere o triˆangulo is´osceles ABC da figura. Seja os segmentos BD e CE sobre a base BC congruentes entre si. Prove que o triˆangulo ADE ´e is´osceles. 57 CEDERJ
  • 12. 5. Sobre os lados de um triˆangulo equil´atero, tomam-se trˆes pontos D, E e F conforme figura. Sendo AD ≡ BE ≡ CF, prove que o triˆangulo DEF ´e equil´atero. 6. Na figura, o triˆangulo ABD ´e congruente ao triˆangulo CBD. Calcular x e y. 7. Na figura, o triˆangulo ABC ´e congruente ao triˆangulo CDE. Determine o valor de x e y. 8. Prove que a bissetriz relativa `a base de um triˆangulo is´osceles ´e tamb´em mediana e altura. 9. Na figura, o triˆangulo PCD ´e congruente ao triˆangulo PBA. Determine os valores de x, y e a raz˜ao entre os per´ımetros dos triˆangulos PCA e PBD. CEDERJ 58
  • 13. MODULO 1 - AULA 2 10. Na figura, sendo BF = CD, m(ABC) = m(FDE) e m(BAC) = m(DEF), prove que AC = EF. 11. Prove o caso ALA. 12. Prove o caso especial de congruˆencia. Gabarito 1. a) ∆I ≡ ∆II Caso LAAo. b) ∆I ≡ ∆III Caso LAL. 2. Demonstra¸c˜ao. 3. Demonstra¸c˜ao. 4. Demonstra¸c˜ao. 5. Demonstra¸c˜ao. 6. x = 16 e y = 8. 7. x = 9 e y = 5. 8. Demonstra¸c˜ao. 9. x = 10, y = 9 e a raz˜ao entre os per´ımetros dos triˆangulos PCA e PBD ´e 1. 10. Demonstra¸c˜ao. 11. Demonstra¸c˜ao. 12. Demonstra¸c˜ao. 59 CEDERJ