Ministerio de Desarrollo Social
y Medio Ambiente
Secretaría de Desarrollo Sustentable y Política Ambiental
MANUAL PARA INSPECTORES
Control de Efluentes Industriales
Programa Desarrollo Institucional Ambiental
Control de Contaminación Industrial
El PRODIA fue financiado por el Tesoro Nacional
Y los préstamos Nº 768 / OC - AR y 907 / SF - AR del BID
PROLOGO
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.............................................Componente Control de la Contaminación
MANUAL PARA INSPECTORES
CONTROL DE EFLUENTES INDUSTRIALES
E l O b j e t i v o G e n e r a l p e r s e g u i d o p o r e s t e M a n u a l e s e l d e
c o n t r i b u i r c o n l a M e t o d o l o g í a d e C o n t r o l d e l a C o n t a m i n a c i ó n
H í d r i c a , , e s p e c i a l m e n t e p o r l a c o n t a m i n a c i ó n a p o r t a d a p o r l o s
e f l u e n t e s i n d u s t r i a l e s , q u e s i n t r a t a m i e n t o d e d e p u r a c i ó n o c o n
t r a t a m i e n t o s d e f i c i e n t e s y / o i n s u f i c i e n t e s v u e l c a n s u s d e s a g ü e s
d i r e c t a m e n t e a l o s c u r s o s s u p e r f i c i a l e s , o r i g i n a n d o l a d e g r a d a c i ó n
y c o n t a m i n a c i ó n d e s u s c a u c e s , o c a s i o n a n d o u n g r a n d a ñ o a l M e d i o
A m b i e n t e .
E l O b j e t i v o e s p e c í f i c o b u s c a d o e s e l d e p r o p o r c i o n a r a l o s
I n s p e c t o r e s d e l o s E n t e s A d m i n i s t r a t i v o s d e C o n t r o l : i n f o r m a c i ó n ,
h e r r a m i e n t a s , d a t o s , m e t o d o l o g í a s , l i n e a m i e n t o s y t r a n s m i t i r l a
e x p e r i e n c i a a d q u i r i d a t r a s l a r g o s a ñ o s d e a c t u a c i ó n e n l o s t e m a s
d e C o n t a m i n a c i ó n H í d r i c a , c o n l a e s p e r a n z a d e a p o r t a r u n p e q u e ñ o
g r a n o d e a r e n a , f r e n t e a l a g r a n r a z ó n q u e n o s a t a ñ e a t o d o s ,
c o m o e s e l c u i d a d o d e “ n u e s t r a c a s a ” , e l P l a n e t a .
INDICE
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 1
MANUAL PARA INSPECTORES
CONTROL DE EFLUENTES INDUSTRIALES
INTRODUCCION...................................................................................................................4
CAPITULO I ...........................................................................................................................4
I CONTROL DE LA CONTAMINACION A NIVEL GENERAL....................................4
I.1 CONTAMINACIÓN DE LOS CURSOS DE AGUA:......................................................................4
I.2 INSTRUMENTOS UTILIZADOS PARA LAS ACTIVIDADES DE CONTROL DE LA
CONTAMINACIÓN:.....................................................................................................................4
I.2.1 INSTRUMENTOS JURÍDICOS:................................................................................................4
I.2.1.a Responsabilidad Civil: ...................................................................................................4
I.2.1.b Responsabilidad Penal: ..................................................................................................4
I.2.2 INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS: ..................................................................................4
I.2.2.a El Ente Administrador:...................................................................................................4
I.2.3 INSTRUMENTOS TÉCNICOS: ................................................................................................4
I.2.4 INSTRUMENTOS SOCIALES:.................................................................................................4
I.2.5 INSTRUMENTOS ECONÓMICO - FINANCIEROS:...................................................................4
I.2.5.a Tipos de instrumentos económicos: ...............................................................................4
I.2.6 EJEMPLO DE APLICACIÓN: ..................................................................................................4
CAPITULO II..........................................................................................................................4
II CARACTERIZACIÓN DE INDUSTRIAS – IDENTIFICACIÓN DE PROCESOS
Y EFLUENTES LÍQUIDOS ..................................................................................................4
II.1 INDUSTRIA DEL CUERO......................................................................................................4
II.1.1 CURTIEMBRES:..................................................................................................................4
II.1.1.a Secuencia de Procesos: .................................................................................................4
II.1.1.a.1 Primera Etapa:............................................................................................................4
II.1.1.a.1.1 Descripción de los Procesos....................................................................................4
II.1.1.a.2 Segunda Etapa – Curtido............................................................................................4
II.1.1.a.3 Etapas en seco ............................................................................................................4
II.1.1.b Características de los desagües parciales por Area Operativa:.....................................4
II.1.1.c Características generales del efluente final...................................................................4
II.1.1.c.1 Valores estimativos de los parámetros contaminantes:..............................................4
II.1.2 ELABORACIÓN DE GELATINAS COMESTIBLES, INDUSTRIALES Y ADHESIVOS SINTÉTICOS...4
II.1.2.a Obtención de Gelatina Comestible: .............................................................................4
II.1.2.a.1 Secuencia de Procesos................................................................................................4
II.1.3 OBTENCIÓN DE GELATINAS TÉCNICAS:.............................................................................4
INDICE
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 2
II.1.4 FABRICACIÓN DE ADHESIVOS SINTÉTICOS:.......................................................................4
II.1.4.a Listado de materias primas............................................................................................4
II.2 CONSERVAS DE FRUTAS .....................................................................................................4
II.2.1 DURAZNOS EN CONSERVA.................................................................................................4
II.2.1.a Secuencia de Procesos...................................................................................................4
II.2.1.b Caracterización del Desagüe.........................................................................................4
II.3 GALVANOPLASTÍA..............................................................................................................4
II.3.1 SECUENCIA DE PROCESOS .................................................................................................4
II.3.2 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DE ALGUNOS METALES UTILIZADOS EN LOS PROCESOS
DE ELECTROPLASTÍA Y TIPO DE MODIFICACIÓN DE LAS PROPIEDADES DE LA PIEZA METÁLICA
BASE:..........................................................................................................................................4
II.3.3 ELECTROPLASTÍA DE ALUMINIO: ......................................................................................4
II.3.4 BAÑOS DE GALVANOPLASTÍAS QUE CONTIENEN CIANUROS (CIANURIZADO) ....................4
II.3.5 CROMADO DE PIEZAS: .......................................................................................................4
II.3.6 ENJUAGUES DE PIEZAS EN PROCESOS DE GALVANOPLASTÍAS:...........................................4
II.3.7 CARACTERÍSTICAS DE LOS DESAGÜES:..............................................................................4
INDUSTRIA TEXTIL....................................................................................................................1
II.4.1 DESCRIPCIÓN DE LOS PROCESOS DE ELABORACIÓN DE HILADOS Y TELAS DE ALGODÓN ,
FIBRANA, POLIÉSTER Y MEZCLAS................................................................................................4
II.4.2 LISTADO DE MATERIAS PRIMAS PRINCIPALES:...................................................................4
II.4.3 PRODUCTOS ELABORADOS:...............................................................................................4
II.4.4 SECUENCIA DE PROCESOS:................................................................................................4
II.4.4.a Descripción de los Procesos:.........................................................................................4
II.4.5 ORIGEN DE LOS EFLUENTES INDUSTRIALES: .....................................................................4
II.4.6 CARACTERÍSTICA DEL EFLUENTE FINAL CRUDO:...............................................................4
II.5 FABRICACIÓN DE ESPEJOS ................................................................................................4
II.5.1 OPERACIONES PRINCIPALES Y MATERIAS PRIMAS UTILIZADAS.......................................4
II.5.2 DESAGÜES GENERADOS: ...................................................................................................4
II.5.3 CARACTERÍSTICA DEL EFLUENTE FINAL CRUDO: ..............................................................4
II.6 INDUSTRIA FRIGORÍFICA: MATADERO: ............................................................................4
II.6.1 OPERACIONES PRINCIPALES: .............................................................................................4
II.6.2 TIPOS DE DESAGÜES GENERADOS:.....................................................................................4
II.7 INDUSTRIA DEL PLÁSTICO:................................................................................................4
II.7.1 TERMOPLÁSTICOS:............................................................................................................4
II.7.1.a Ejemplos de termoplásticos: .........................................................................................4
II.7.2 TERMOESTABLES: .............................................................................................................4
II.7.3 MOLDEO POR EXTRUSIÓN: ................................................................................................4
II.7.4 EFLUENTES LÍQUIDOS GENERADOS EN EL PROCESO:..........................................................4
II.8 FABRICACIÓN DE POSTES TELEFÓNICOS DE MADERA.......................................................4
II.8.1 CARACTERÍSTICAS Y PROPIEDADES POSIBLES DE LA CREOSOTA DE ALQUITRÁN DE
HULLA: .......................................................................................................................................4
II.8.2 RESIDUOS LÍQUIDOS PROBABLES:......................................................................................4
III PROCESOS NO PRODUCTIVOS COMUNES A DIVERSAS INDUSTRIAS QUE
GENERAN EFLUENTES LIQUIDOS .................................................................................4
INDICE
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 3
III.1 ADECUACIÓN Y TRATAMIENTO DE AGUAS PARA CALDERAS Y CIRCUITOS DE
REFRIGERACIÓN .......................................................................................................................4
III.1.1 CORROSIÓN: ....................................................................................................................4
III.1.1.a Inhibidores de la corrosión: .........................................................................................4
III.1.2 BIOCIDAS.........................................................................................................................4
III.1.3 INHIBIDORES DE PRECIPITACIÓN:.....................................................................................4
III.1.4 LIMPIADORES DE CIRCUITOS ...........................................................................................4
III.1.5 RESINAS DE INTERCAMBIO:..............................................................................................4
III.2 DESAGÜES GENERADOS EN PROCESOS NO PRODUCTIVOS ...............................................4
III.2.1 DESAGÜES GENERADOS POR LA UTILIZACIÓN DE CALDERAS - PURGAS DE AGUA DE
CALDERAS – RENOVACIÓN DE LAS AGUAS DEL SISTEMA............................................................4
III.2.2 DESAGÜES ORIGINADOS POR LOS CIRCUITOS DE REFRIGERACIÓN ...................................4
III.2.3 DESAGÜES ORIGINADOS POR LAS OPERACIONES DE REGENERACIÓN DE RESINAS.............4
III.2.4 DESAGÜES GENERADOS POR EL LAVADO DE GASES.........................................................4
IV EFLUENTES INDUSTRIALES:......................................................................................4
IV.1 EFLUENTES LÍQUIDOS - IDENTIFICACIÓN DE LOS CONSTITUYENTES MÁS
SIGNIFICATIVOS POR RUBRO INDUSTRIAL - ALTERNATIVAS DE TRATAMIENTO Y/O
DISPOSICIÓN FINAL ..................................................................................................................4
IV.1.1 ABONOS Y ÁCIDO FOSFÓRICO .........................................................................................4
IV.1.2 ACEITES Y JABONES: .......................................................................................................4
IV.1.3 ALIMENTICIAS.................................................................................................................4
IV.1.4 AZUCARERAS ..................................................................................................................4
IV.1.5 CIRCUITOS IMPRESOS ......................................................................................................4
IV.1.6 COSMÉTICOS ...................................................................................................................4
IV.1.7 DEL CUERO......................................................................................................................4
IV.1.8 DEL CLORO .....................................................................................................................4
IV.1.9 DE LA FERMENTACIÓN.....................................................................................................4
IV.1.10 DESTILERÍAS .................................................................................................................4
IV.1.11 ELABORACIÓN DE CEMENTO, CAL Y YESO .....................................................................4
IV.1.12 GALVANOPLASTÍAS.......................................................................................................4
IV.1.13 METALURGIA DEL ALUMINIO........................................................................................4
IV.1.14 METALÚRGICA DEL COBRE ...........................................................................................4
IV.1.15 PAPELERAS. PASTA Y PAPEL .........................................................................................4
IV.1.16 PRODUCTOS BOTÁNICOS ...............................................................................................4
IV.1.17 PRODUCTOS FARMACÉUTICOS.......................................................................................4
IV.1.18 RECUPERACIÓN DE ACEITES ..........................................................................................4
IV.1.19 RECUPERACIÓN DE SOLVENTES .....................................................................................4
IV.1.20 TEXTILES.......................................................................................................................4
IV.1.21 VIDRIOS Y ESPEJOS .......................................................................................................4
CAPITULO V ..........................................................................................................................4
INDICE
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 4
V COMPOSICIÓN DE LAS AGUAS RESIDUALES: .......................................................4
V.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICO QUÍMICAS DE LAS AGUAS RESIDUALES ...................................4
V.2 DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO – QUÍMICAS DE LAS AGUAS
RESIDUALES...............................................................................................................................4
V.3 OPCIONES DE TRATAMIENTO DE DEPURACIÓN DE LÍQUIDOS RESIDUALES .....................4
V.4 OPERACIONES Y PROCESOS UNITARIOS............................................................................4
V.5 ENUNCIACIÓN DE OTROS TIPOS DE TRATAMIENTOS.........................................................4
V.6 RESIDUOS PROVENIENTES DEL TRATAMIENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS
INDUSTRIALES (BARROS TÓXICOS)...........................................................................................4
V.7 TOXICOLOGÍA - CONTAMINANTES PRIORITARIOS ...........................................................4
V.7.1 SUSTANCIAS INORGÁNICAS...............................................................................................4
V.7.2 COMPUESTOS ORGÁNICOS................................................................................................4
V.7.3 COMPUESTOS HALOGENADOS ..........................................................................................4
V.7.4 PESTICIDAS, HERBICIDAS, INSECTICIDAS (ORGANO-HALOGENADOS)..............................4
CAPITULO VI.........................................................................................................................4
VI . TOMA DE MUESTRAS Y/O MANIPULACIÓN DE LÍQUIDOS RESIDUALES
INDUSTRIALES .....................................................................................................................4
VI.1 OBJETIVOS:.......................................................................................................................4
VI.2 PROPÓSITOS: ....................................................................................................................4
VI.2.1 PARA CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN: .......................................................................4
VI.2.2 PARA CARACTERIZACIÓN DE UN EFLUENTE CRUDO Y/O TRATADO: .................................4
VI.3 TÉCNICAS DE MUESTREO:................................................................................................4
VI.4 CADENA DE VIGILANCIA:..................................................................................................4
VI.5 IDENTIFICACIÓN O ROTULADO DE LAS MUESTRAS: ........................................................4
VI.6 SELLADO DE LAS MUESTRAS: ...........................................................................................4
VI.7 PLANILLA DE REGISTROS DE CAMPO Y DOCUMENTACIÓN ANEXA:.................................4
VI.8 FORMULARIO DE CONSTANCIA DE CONFORMIDAD DE EXTRACCIÓN:.............................4
VI.9 REGISTROS DE LA CADENA DE VIGILANCIA:....................................................................4
VI.10 HOJA DE PETICIÓN DE ANÁLISIS: ...................................................................................4
VI.11 CONSERVACIÓN DE LAS MUESTRAS: ..............................................................................4
VI.11.1 MUESTRAS PARA ANÁLISIS QUÍMICOS: ..........................................................................4
VI.11.2 MUESTRAS DE EFLUENTES A TEMPERATURA: ................................................................4
VI.11.3 MUESTRAS PARA DETERMINACIÓN DE ORGÁNICOS VOLÁTILES: ....................................4
VI.11.4 MUESTRAS PARA ANÁLISIS BACTERIOLÓGICOS: ............................................................4
VI.11.5 MUESTRAS PARA DETERMINACIÓN DE OXÍGENO DISUELTO Y DBO5: ...........................4
VI.12 FRASCOS PARA TOMA DE MUESTRAS: ............................................................................4
VI.12.1 FRASCOS DE VIDRIO: (V)...............................................................................................4
VI.12.2 ENVASES DE PLÁSTICO (P):...........................................................................................4
VI.13 SITIOS DE EXTRACCIÓN:.................................................................................................4
VI.14 REFRIGERACIÓN DE LAS MUESTRAS:.............................................................................4
INDICE
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 5
VI.15 ENVÍO DE LAS MUESTRAS A LABORATORIO: .................................................................4
VI.16 TÉCNICAS ANALÍTICAS USUALMENTE UTILIZADAS........................................................4
VI.17 LÍMITES DE DETECCIÓN DE LAS TÉCNICAS....................................................................4
VI.18 . EQUIPOS PARA LA TOMA DE MUESTRAS
I
.....................................................................4
CAPITULO VII.......................................................................................................................4
VII . CÓDIGO PARA LA REALIZACIÓN DE INSPECCIONES - PAUTAS
METODOLÓGICAS ..............................................................................................................4
VII.1 REQUISITOS MÍNIMOS PARA EL PERSONAL DE INSPECCIÓN...........................................4
VII.2 FACULTADES DE LOS INSPECTORES ...............................................................................4
VII.3 OBLIGACIONES DE LOS PROPIETARIOS:.........................................................................4
SECUENCIA DE ACCIONES .........................................................................................................1
VII.4.1 ACCIONES PREVIAS:.......................................................................................................4
VII.4.1.a Elaboración del Plan de Inspección1
..........................................................................4
VII.4.1.b . Listas de Chequeo de Preinspeccióni
.......................................................................4
VII.4.1.c . Lista de chequeo de materialesi
................................................................................4
VII.4.2 ACCIONES EN EL SITIO:...................................................................................................4
VII.4.2.a El Procedimiento de Entradai
.....................................................................................4
VII.4.2.b La Entrevista Iniciali
..................................................................................................4
VII.4.2.c Modificaciones en el Plan de Inspeccióni
..................................................................4
VII.4.2.d Recolección de Documentación e Informacióni
........................................................4
VII.4.2.e Documentación de la Información1
............................................................................4
VII.4.2.f Ayuda para la Recolección de Datosi
.........................................................................4
VII.4.2.g Inspección de Archivosi
.............................................................................................4
VII.4.2.h Toma de Muestras......................................................................................................4
VII.4.2.i Relevamiento externo de la industria:.........................................................................4
VII.4.2.i.1 Utilización de los sentidos:......................................................................................4
VII.4.2.i.1.1 Vista......................................................................................................................4
. Olfato:......................................................................................................................................1
VII.4.2.i.1.3 Tacto: ....................................................................................................................4
VII.4.2.i.1.4 Oído: .....................................................................................................................4
VII.4.2.i.1.5 Sexto sentido:........................................................................................................4
VII.4.2.j Relevamiento Interno de las Instalaciones:.................................................................4
VII.4.3 RELEVAMIENTO INTERNO EN INSPECCIÓN DE CONTROL NO PROGRAMADA:
(SORPRESIVA) .............................................................................................................................4
VII.4.3.a.1 Control de descargas líquidas:.................................................................................4
VII.4.3.a.2 Control de secciones que generan efluentes industriales: .......................................4
VII.4.3.a.3 Inspecciones Programadas: .....................................................................................4
VII.4.4 OBJETIVOS:....................................................................................................................4
VII.4.4.a.1.1 Secuencia de las inspecciones Programadas:.......................................................4
VII.4.4.a.1.2 Preparación de la inspección:...............................................................................4
VII.4.4.a.1.3 Relevamiento interno de las Instalaciones:..........................................................4
INDICE
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 6
VII.4.4.a.1.4 Finalizadas estas acciones, se lleva a cabo el relevamiento integral de la
Planta. ........................................................................................................................................4
VII.4.4.a.1.5 Las entrevistas......................................................................................................4
VII.4.4.a.1.6 Ejecución de las Entrevistasi
................................................................................4
VII.4.4.a.1.7 Observaciones e ilustraciones i
.............................................................................4
VII.4.4.a.1.8 Labrado de Actas y salidai
....................................................................................4
VII.5 PREPARACIÓN DE INFORMES
1
.........................................................................................4
VII.6 RELEVAMIENTO INTERNO DE LAS INSTALACIONES PARA UNA INSPECCIÓN
INTEGRAL..................................................................................................................................4
VII.7 FINALIZACIÓN DE LA INSPECCIÓN:.................................................................................4
VII.8 NECESIDAD DE UN REGLAMENTO DE GESTIÓN DE CONTROL DE LA
CONTAMINACIÓN DEBIDO A EFLUENTES INDUSTRIALES..........................................................4
VII.8.1 PUNTOS RELEVANTES A INCLUIR EN UN REGLAMENTO DE GESTIÓN DE CONTROL DE
LA CONTAMINACIÓN POR EFLUENTES LÍQUIDOS EN ESTABLECIMIENTOS INDUSTRIALES............4
ANEXO DE SEGURIDAD .....................................................................................................4
ASPECTOS A TENER EN CONSIDERACION EN LAS INSPECCIONES...................4
VII.9 EQUIPOS DE SEGURIDAD.................................................................................................4
VII.10 EQUIPOS DE EMERGENCIAS
I
.........................................................................................4
VII.11 INDICADORES SOBRE RIESGOS ESPECÍFICOS ................................................................4
VII.12 CONSEJOS DE PRUDENCIA ............................................................................................4
VII.13 COMBINACIÓN DE FRASES R.........................................................................................4
VII.14 COMBINACIÓN DE FRASES S .........................................................................................4
VIII CONCLUSIONES: .........................................................................................................4
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ........................................................................................4
ANEXOS ..................................................................................................................................4
INTRODUCCION
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 7
INTRODUCCION
Persiguiendo los Objetivos enunciados en
el Prólogo, el presente Manual introduce al
Control de la Contaminación de manera
general, describiendo como las distintas
sustancias, ya sean inorgánicas, orgánicas
o microbianas arrojadas con los vertidos
industriales, afectan la calidad de las aguas
y los procesos de autodepuración natural
de los cursos superficiales receptores.
En el Capítulo I se describen los
Instrumentos de los que se puede valer la
Política de Control para la Preservación de
los Recursos Hídricos. Estos
Instrumentos, Jurídicos, Administrativos,
Técnicos, Económicos – Financieros y
Sociales, bien aplicados y que incumben a
distintos Organismos, permiten efectivizar
las tareas de control, ya sea por la
utilización de técnicas represivas ante el
incumplimiento de las Legislaciones
vigentes en la materia o por negociaciones
de ciertas condiciones ambientales con la
Autoridad de Aplicación de las mismas,
que es el Ente Administrador, que es quien
tiene, por autoridad conferida por la Ley,
la “Facultad de ejecutar planes,
proyectos, celebrar convenios, aparte del
Poder de Policía y de Fiscalización”.
A partir del Capítulo II, se han
desarrollado los temas desde el punto de
vista del control por parte del personal del
Organismo Administrador, de los efluentes
líquidos industriales.
La primera parte incluye los puntos
relativos a la identificación y
caracterización de ciertas actividades
industriales, indicándose las secuencias de
los procesos generales y el tipo de
efluentes líquidos generados, con la
determinación de acuerdo a las materias
primas e insumos utilizados, de los
Parámetros de Control mínimos, y los
Constituyentes más significativos. Se
tratan asimismo, dentro de las operaciones
industriales, aquellos procesos no
productivos comunes a diversas industrias
que generan efluentes líquidos llamados
generalmente “aguas blancas”
(provenientes de las renovaciones de agua
de: circuitos cerrados de refrigeración,
calderas, regeneración de resinas utilizadas
en tratamientos de agua, lavado de gases o
purgas de estos sistemas) a los cuales
generalmente no se les daba la importancia
que tienen porque se consideraban que al
no proceder de un proceso productivo, o
sea al no ser consecuencia directa de la
transformación de la materia prima, no
constituían efluentes industriales, pero sin
embargo provienen de procesos que
intervienen en forma indirecta en la
elaboración del producto y pueden causar
picos importantes de contaminación.
Comprende también la identificación de
los efluentes líquidos y los constituyentes
más significativos por rubro industrial y
las alternativas de Tratamiento y/o
Disposición final, previo a su volcamiento
a un curso hídrico receptor, de un
representativo número de rubros
industriales, por ser desagües de naturaleza
potencialmente contaminantes. Y de
acuerdo a la experiencia y/o a Bibliografía
consultada, se han señalado en algunos
casos, rangos significativos de los
Parámetros Contaminantes, por tipo de
industria, con el fin de proveer un soporte
técnico a los inspectores actuantes y que
los mismos puedan contar con esta
información antes de la elaboración de un
Plan de Inspección y así una vez en la
industria se puedan abocar a los aspectos
más relevantes.
INTRODUCCION
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 8
Continúa a partir del Capítulo V con la
composición de las aguas residuales, dado
que para el control de la calidad de los
efluentes hay que identificar los
parámetros mínimos que deben analizarse.
Las Plantas de Tratamientos de Líquidos
residuales industriales, involucran
operaciones físicas, procesos químicos y
bacteriológicos, con los cuales un
inspector debe familiarizarse, por tal causa
se han descripto en forma suscinta, pues
no es tema de este Manual, ya que se
requeriría de una preparación específica en
Ingeniería Sanitaria, que excede al
objetivo propuesto en este Manual.
Dado que la Contaminación de las aguas
superficiales y subterráneas, se debe
también, entre otras causas, a la
disposición inadecuada de los barros
provenientes de procesos industriales y/o
Plantas de tratamiento, se incluyó un
listado de barros tóxicos y sus
constituyentes principales.
Asimismo se ha considerado importante la
mención de los contaminantes prioritarios,
que son compuestos inorgánicos y/u
orgánicos que en sus estados puros pueden
causar efectos adversos sobre la salud y
que al ser volcados, en distintas
concentraciones o mezclados con los
desagües, podrían causar daños que es
preciso prevenir.
Conocidos los Parámetros mínimos que es
necesario determinar en un líquido
residual, es esencial que para su detección
en los análisis – físico químicos y/o
bacteriológicos, que la extracción de las
muestras de los efluentes para ser
analizadas, sean representativas e
inobjetables, motivo por el cual se ha
complementado con Técnicas de
extracción y conservación de muestras,
hasta su envío a Laboratorio, a las que se
le dedica el Capítulo VI.
Finalmente, en el Capítulo VII se
proponen Pautas Metodológicas para la
realización de inspecciones,
diferenciándolas en inspecciones de
control e inspecciones programadas,
estableciéndose secuencias diferentes para
ambas.
Se completa el Capítulo a título ilustrativo
con planillas referentes a temas de
Seguridad, debido a que en los recorridos
de los Establecimientos existen riesgos
asociados al manipuleo y uso de sustancias
peligrosas, que un inspector debería
reconocer y registrar en las evaluaciones.
En los Anexos se han incorporado temas
relacionados con los diversos Capítulos,
que pueden ser de utilidad como
complemento de ellos.
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 9
CAPITULO I
I CONTROL DE LA CONTAMINACION A NIVEL GENERAL
I.1 Contaminación de los cursos de
agua:
Es sabido que los efectos de la
contaminación de las aguas, sobrepasan
los límites individuales de una industria en
particular, de un municipio, de una
provincia afectando cuencas
hidrográficas, siendo un dilema de orden
nacional, e incluso internacional.
El cambio dañino de la calidad de las
aguas naturales evidentemente es
responsabilidad de la actividad del hombre
y una de las causas, (no la única) es la
correspondiente a la actividad industrial.
En la mayoría de los casos, la falta de una
eficiente depuración de los efluentes de
origen industrial, se debe a razones de
orden económico, lo que impide que se
cumplan con límites de volcamiento
impuestos por las legislaciones vigentes,
que son valores fijos independientes de la
importancia, característica y/o uso del
curso receptor final.
Hay que considerar que los efluentes
industriales son portadores de materia
orgánica, inorgánica y microbiana, y que
una vez en el cuerpo receptor, estas
sustancias pueden sedimentar, en las
proximidades del punto de vertido, si son
sustancias orgánicas y dependiendo de la
concentración de oxígeno disuelto en la
profundidad del lecho, pueden dar lugar a
putrefacciones de importancia y aumentar
la demanda de oxígeno del agua,
degradando la zona, y si son sustancias
inorgánicas se pueden ir acumulando y
elevar la concentración de metales pesados
que podrían inhibir los procesos de
autodepuración del curso.
En el caso de un río muy caudaloso, los
sólidos no llegan a acumularse y son
arrastrados por el agua, (ej. ríos de
montaña).
Las sustancias que permanecen en
suspensión o flotación, provocan una
disminución en la capacidad de absorción
de oxígeno del aire disminuyendo la
reaireación del curso.
En la autodepuración los remansos
contribuyen a que estos elementos queden
en las orillas retenidos por el suelo o la
vegetación circundante, quedando la
superficie del agua clarificada.
Las sustancias coloidales o disueltas
tienden a trasladarse a distancia del punto
de vertido y pueden aumentar la toxicidad
de las aguas como su carga orgánica,
degradando el hábitat de las especies
existentes, además del aumento del
consumo de Oxígeno Disuelto. Cuando el
curso posee una buena autodepuración, los
microorganismos en presencia de Oxígeno
metabolizan las sustancias orgánicas
transformándolas en materia viva y
sedimentan parte de los sólidos en
suspensión o disueltos, clarificando sus
aguas.
Dependiendo de la disponibilidad de
oxígeno y la ausencia de inhibidores de la
actividad biológica en concentraciones
importantes, los microorganismos siempre
estarán presentes, siendo aeróbicos,
facultativos o anaeróbicos, y son los
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 10
responsables de los procesos de autodepuración biológica.
Para la elaboración de sus productos
la industria consume Recursos
Naturales y como consecuencia de
sus procesos productivos produce
desechos industriales, que pueden
contaminar estos Recursos, por lo
cual para lograr la preservación de
los mismos es imprescindible
desarrollar una Metodología de
Control de la Contaminación,
reforzándola con los Instrumentos
disponibles, ya sean: Jurídicos,
Administrativos, Técnicos, Sociales,
y/o.Económico – Financieros
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 11
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 12
I.2 Instrumentos utilizados para las actividades de Control de la Contaminación:
I.2.1 Instrumentos Jurídicos:
Son el conjunto de Legislaciones tanto Nacionales como Internacionales, Normas,
Jurisprudencia etc. que fijan las Políticas y los principios de Protección Jurídica del Medio
Ambiente en sus ramos específicos, aire, suelo, agua, flora, fauna.
Los instrumentos jurídicos pueden utilizar Técnicas represivas para el cumplimiento de lo
estipulado que atañen responsabilidades por el incumplimiento de las Legislaciones vigentes,
ellas son:
• Responsabilidad civil
• Responsabilidad penal
• Responsabilidades administrativas.
Existe jurisprudencia en los Tribunales Argentinos dentro de estos campos y sin pretender
abarcar todos los temas relacionados, se enuncian algunos considerados y legislados y que
han sido aplicados en defensa del Derecho Ambiental.
I.2.1.a Responsabilidad Civil:
La contaminación puede causar daños
mediatos o inmediatos.
Son inmediatos los que tienen al
incumplimiento como causa próxima.
Son mediatos aquellos que obedecen a una
causa más lejana, son “daños remotos”, o
sea un daño que aunque alejado del hecho
que lo generó mantiene su conexión con
él.
O sea la contaminación hídrica generada
por una industria, podría encuadrarse en la
categoría legal estipulada en los Arts. 904
y 906 del Código Civil Argentino.
Cuando el “daño ecológico”, se ha
producido, resulta generalmente muy
difícil precisar su origen o sus
responsables, ya que perdura en el tiempo
y puede ocasionar perjuicios irremediables
por la contaminación de los recursos
hídricos.
No se trata de un perjuicio individual sino
de un perjuicio colectivo, que afecta a los
pobladores circundantes o incluso
atraviesa las fronteras Provinciales y/o las
Internacionales, es decir afecta “Intereses
Difusos”, tipificado como “daño remoto”
(Art. 906 reformado por la Ley 17.711,
del Código Civil Argentino”).
“Las consecuencias mediatas son
también imputables al autor del hecho,
cuando las hubiere previsto, y cuando
cumpliendo la debida atención y
conocimiento de la cosa haya podido
preverlas...” (Art. 904 del Código Civil
Argentino).
“La Responsabilidad Civil por riesgo o
vicio de la cosa; aplicable a la polución
causada por la intervención de la cosa
riesgosa o viciosa, introduce la teoría de
riesgo en virtud de lo cual, el dueño o
guardián de la cosa que lo generó debe
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 13
responder” (Art. 1113-parágr.2°, ap.1° y
2° C.C.A.).
El Art. 2499 segunda parte se refiere a los
daños a bienes.
El Art. 2618 “las molestias que
ocasionan el humo, calor, olores,
luminosidad, ruidos, vibraciones o daños
similares por el ejercicio de actividades
en inmuebles vecinos, no deben exceder
la normal tolerancia teniendo en cuenta
las condiciones del lugar y aunque
mediare autorización administrativa para
aquellas....”
Otros Artículos con respecto a medidas
protectoras relativas al agua, son: 2639 al
2643 y 2645 al 2649 del Código Civil.
I.2.1.b Responsabilidad Penal:
Legislada en los Arts. 200, 202 y 205 del
Código Penal Argentino, por delitos
relacionados contra la salud Pública.
El art. 200 establece las penas por
envenenar, adulterar, o contaminar de
modo peligroso para la salud el suelo, el
agua potable, la atmósfera o el ambiente
en general.
El art. 202 se refiere a las penas por
ocasionar epidemia por propagación y el
Art. 205 por ocasionar enfermedad
peligrosa o contagiosa.
Asimismo, la Ley 24.051/92 legisla sobre
los residuos peligrosos, derivando a la
justicia Federal la aplicación de las penas
establecidas en el Art. 200 del C.P. (Art.
56, 57 y 58 de la Ley).
Los Arts. 186, 187, 188, 189 bis, reprimen
conductas relacionadas con incendios y
otros estragos.
La enunciación de Leyes y Normativas
incluidas en el Código Civil y Penal
argentinos es solo a título ilustrativo para
indicar algunos instrumentos jurídicos
relacionados con el ambiente en el ámbito
Federal, a los que hay que agregar los
Decretos Nacionales, Normas
Internacionales, Tratados, Declaraciones,
Acuerdos, Resoluciones, Reglamenta-
ciones, etc., además en los casos
provinciales, coexisten otras normativas
locales Provinciales y Municipales.
I.2.2 Instrumentos Administrativos:
Son las distintas actuaciones de regulación
directa para el Ente competente, que se
llevan a cabo de acuerdo a los dictámenes
de la Política Ambiental, Control,
Vigilancia, Convenios, Sanciones, etc..
Por ejemplo la fijación de Límites
permisibles de volcamiento de efluentes
líquidos a curso de agua, multas por
incumplimiento, clausuras, prórrogas para
el cumplimiento de intimaciones.
Las más completas tareas de Control
serían las Evaluaciones de Impacto
Ambiental de nuevos emprendimientos y
las Auditorías Ambientales de Empresas
en funcionamiento, que merecen un
estudio especial y detallado, que no será
desarrollado en este manual.
I.2.2.a El Ente Administrador:
Es la Autoridad de aplicación de las
Normativas en el área de Política
ambiental específica, conforme a las
directivas del Poder Ejecutivo, es
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 14
competente para fijar los Objetivos,
ejecutar planes, proyectos, programas,
ejercer el Poder de Policía y la
Fiscalización del cumplimiento de las
Legislaciones relacionadas con la
Contaminación, y ejecutar toda otra tarea
que le es conferida por Ley.
En este punto es interesante destacar que
los controles de vertidos en nuestro país se
realizan fiscalizando el cumplimiento de
Límites fijos. Es sabido que si se vierte un
caudal importante a un arroyo receptor de
poco caudal, considerando la
contaminación absoluta, aún cumpliéndose
estos límites de vuelco, puede que el
vertido llegue a ser inadmisible por no ser
suficiente la autodepuración del cauce, y
por el contrario, ríos, canales, con caudales
importantes, con altos niveles de
autodepuración, absorberían efluentes
aunque no cumplieran estrictamente estos
límites fijos acarreando inversiones
económicas para los industriales a veces
no respaldadas por la necesidad.
Sería prudente entonces rever estas
Políticas y estudiar la factibilidad de
establecer otros Parámetros de Control
más dinámicos y que se ajusten a la
realidad ambiental de la zona de
aplicación.
Para establecer los Parámetros de
Control, de forma de poder fijar las
condiciones de volcamiento para los
vertidos industriales, en forma directa a los
cursos hídricos, en primera instancia,
podrían:
• clasificarse los cursos receptores de
acuerdo a la importancia y el uso,
actual y futuro de los mismos.
• estudiar luego las fases de
autodepuración en distintos tramos de
los cauces superficiales y la influencia
en ella de los vertidos industriales,
prospección con visión de futuro de la
zona de estudio, en el caso que no se
tomaran providencias de depuración de
los efluentes industriales.
• Establecer los Niveles de Calidad
máximos y mínimos deseables, lógicos
y reales, fijando plazos para ir
alcanzando la calidad requerida, de
acuerdo a las exigencias del curso
receptor y los usos prioritarios del
mismo.
• Determinar los factores condicio-
nantes: como el régimen hidrográfico,
las características físico –químicas con
análisis de calidad de las aguas
superficiales, (aguas arriba y aguas
abajo del punto de vertido), la
evolución industrial circundante actual
y futura, la contaminación aportada por
los desagües urbanos y de otras
actividades, incluso la de los desagües
pluviales, etc.
Hay cursos de agua que presentan un alto
grado de contaminación, en los cuales aun
estableciendo niveles muy exigentes, no se
conseguiría eliminar su exceso, pero se
podría atenuar realizando balances del
Oxígeno Disuelto en los lechos, por
tramos, y según los resultados, ir
considerando los límites de vuelco por
sectores de acuerdo al poder de
reoxigenación que se observe y que las
características físico - químicas alcanzadas
en el cauce sean aceptables para los usos
asignados, estos estudios deberían
realizarse en condiciones de estiaje, por ser
las más adversas (menor caudal, menor
oxigenación, menor reoxigenación, menor
dilución).
Desde ya, deben extremarse la realización
de los análisis para la determinación de la
concentración de tóxicos y sustancias
bioacumulables como Mercurio, Cadmio,
Halógenos orgánicos, Compuestos
Organofosforados, Aceites, etc., los cuales
ya están contempladas en las legislaciones
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 15
vigentes tanto en el ámbito Provincial
como Nacional.
Una forma de otorgar las
Autorizaciones de Volcamiento por el
Organismo competente en forma directa al
curso Hídrico, sería incluyendo
especificaciones sobre:
Ø la Carga Másica aportada por las
descargas puntuales y /o distribuidas,
por ser la que verdaderamente influye
en la calidad de los ríos y a su vez sería
más equitativa y representativa tanto
en el ámbito individual industrial como
urbano.
• el tipo de tratamiento de depuración que
resultaría necesario para adecuarse a
las condiciones exigidas.
• El plazo para la efectivización de las
medidas exigidas con cronogramas de
obras lógicos
• Pagos por Contaminación con valores
variables de acuerdo a la Carga
Másica fijada para cada curso o sector
de curso hasta que se lleguen a
cumplimentar las condiciones Límites
impuestas en el volcamiento.
O también podrían considerarse Unidades
de Contaminación, y/o Unidades de
Toxicidad.
I.2.3 Instrumentos Técnicos:
Son los que brinda la tecnología, equipos,
plantas depuradoras, estaciones de reciclaje y recuperación de productos, tecnologías limpias,
medidas preventivas, ahorro de energía, minimización de desagües, etc.
I.2.4 Instrumentos Sociales:
Se basan en la Concientización ciudadana mediante Información, por la Participación Pública
en la toma de decisiones, en la Enseñanza, la Educación Ambiental.
La sociedad, temerosa por los grandes desastres ecológicos ocurridos en nuestro Planeta, ha
tomado posturas intransigentes que en Estados Unidos las han sintetizado con las siguientes
siglas:
NIMBY: Not in My Back Yard (no en mi patio).
NIMTOO: Not in My Term of Office (no durante mi gestión)
NIAMBY: Not in Anybody’s Back Yard (no en ningún patio)
Es de hacer notar, que es imprescindible
crear las condiciones necesarias para poder
aplicar estos instrumentos, ya que las
normativas se encuentran dispersas y no
resultan claras, en muchos casos su
aplicación, ya sea por parte de la
administración responsable de velar su
cumplimiento, como su acatamiento por
parte de la población, ya que suele haber
superposición de conceptos y de
jurisdicciones entre otras circunstancias.
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 16
BANANA: Build Absolute Nothing Anywhere Near Anyone (No construir
absolutamente nada en ningún lugar cerca de nadie).
Razonamientos según los cuales, no podrían existir desarrollos industriales.
Las industrias son en toda sociedad fuentes de trabajo y desarrollo económico, y por lo
tanto fuentes de bienestar social, por lo que debe quedar en claro que si la sociedad
funciona utilizando los productos generados por estos establecimientos, debe ser educada
para controlarlos en defensa del Medio Ambiente, pero asimismo concientizándola que son
necesarios y que es factible la subsistencia de ambos si se prioriza el Desarrollo Económico
y Sustentable y la utilización racional de los Recursos Naturales, que son objetivos
Nacionales ya establecidos en la Constitución Argentina.
I.2.5 Instrumentos Económico - Financieros:
Cuando una industria genera
Contaminación, desde el punto de vista
económico, existen dos alternativas:
Que asuma el costo de la corrección. o sea
aplicar el principio Contaminador –
Pagador, o que se derive el coste a la
sociedad.
La contaminación produce un efecto
externo negativo, es decir una acción
perjudicial sobre el Medio Ambiente, que
genera beneficios al generador y provoca
una Externalidad negativa, siendo éste un
factor que se debería regular en el marco
Federal y Provincial mediante la fijación
de límites determinados de acuerdo al
valor que se le de en cada caso al coste de
la Externalidad y al Medio Ambiente
afectado, para poder equilibrar el
desarrollo industrial (fuente de trabajo,
riqueza y mercado) y la autodepuración de
los cursos hídricos (fuente de calidad de
vida), siguiendo los lineamientos de la
Política Ambiental de cada Jurisdicción, la
que de ningún modo debe afectar las
jurisdicciones vecinas.
COSTO DE LA PROTECCION AMBIENTAL
Valor de Protección Ambiental = Costo sin Sistema Preventivo y Correctivo – Costo
con Minimización de Contaminación y Sistema
Correctivo = Positivo o negativo =
En estos costos no intervienen solamente
las industrias, sino todos los sectores
involucrados, la sociedad con sus líquidos
cloacales y las demás actividades no
industriales que con sus desperdicios
contribuyen a la contaminación de los
recursos.
O sea que se está abarcando sólo una parte
del problema, al considerar solamente la
polución emanada de las industrias, que es
la temática de esta consultoría, para hallar
el coste de la Protección ambiental general
se requiere de una tarea multidisciplinaria.
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 17
Una manera de solucionar es por la
aplicación de Cuentas Patrimoniales, es
decir valuar el recurso hídrico aplicando
los costos de manejo o sea valorizar todos
los elementos que lo alteraron para
asegurar su reposición a los usos
alternativos del mismo, ya sea presente o
con visión de futuro.
Basta recordar los principios del Derecho
Internacional que establece que, “Los
Estados tienen el derecho soberano de
aprovechar sus propios recursos según
sus propias políticas ambientales y de
desarrollo, y la responsabilidad de velar
por que las actividades realizadas dentro
de su jurisdicción o bajo su control no
causen daño al Medio Ambiente de otros
Estados o de zonas que estén fuera de los
límites de la jurisdicción nacional.”
En cuanto a los sistemas de Control en el
ámbito industrial, una manera de
encararlos desde el punto de vista
persuasivo es mediante la creación de
instrumentos económicos que beneficien a
las industrias respetuosas del Medio
Ambiente e Internalizar las Externalidades,
de tal manera que una parte de la
economía de las Empresas sea utilizada en
el Medio Ambiente.
La posibilidad de la aplicación de
instrumentos económicos ha sido
ampliamente desarrollada por el consultor
del PRODIA, Leonidas Osvaldo Girardin
en su Informe Final correspondiente al
período Agosto de 1996- Enero de 1997.
Cabe agregar que estos instrumentos deben
ser una consecuencia de una política
definida y con objetivos claros, aplicados
con eficiencia y evaluados periódicamente
y no ser solamente instrumentos para
recaudación y financiación de los
organismos de Control.
Para alcanzar éxito con los Instrumentos
Económicos, los mismos deben tener un
coste mínimo, y ser aplicados al que
contamina, siguiendo el principio
Contaminador – Pagador y lo importante
para lograr la eficacia es que sean capaces
de generar asimismo un desarrollo
económico, además de ser fuente de
recursos del Ente de Control Ambiental,
para que sean utilizados y administrados
de acuerdo a los objetivos para los cuales
fueron creados.
I.2.5.a Tipos de instrumentos económicos:
TIPO DESCRIPCION
Ayudas financieras
Para aquellos establecimientos que demuestren fehacientemente su
intención de reducción de la contaminación, podrían ser otorgadas
como subvenciones, por créditos blandos, o como ventajas fiscales.
Depósitos
reembolsables
Por ejemplo se puede aplicar a los residuos semisólidos extraídos de
las Plantas de Tratamiento, para evitar que se arrojen a cualquier lado
y una vez presentados los comprobantes de disposición final y/o
destrucción se recupera la cantidad puesta en consignación, o la utiliza
como parte de pago para otras operaciones.
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 18
TIPO DESCRIPCION
Tributos
Son ingresos públicos, pueden ser Impuestos, Tasas, Cánones o
Contribuciones especiales. Estos ingresos los recibe el Ente
administrador.
El Impuesto: es un ingreso público por el cual el Ente Administrador
no realiza ninguna prestación, al menos en forma directa.
La Tasa y Cánones
La Administración realiza un servicio público. Por ejemplo las Tasas
por Contaminación ya se aplican en el ámbito Federal en nuestro país
por lo que habría que analizar con detalle los pros y los contras en
cuanto a la eficacia en el cumplimiento de los objetivos por las cuales
fueron creadas, y adaptarlas conforme a las conclusiones a que se
arribe
Gravámenes
Son impuestos que se aplican en forma diferencial sobre algunos
productos para penalizar o incentivar su consumo.
Por ejemplo podrían gravarse ciertas sustancias peligrosas para
incentivar la sustitución de las mismas por otras que no lo son o lo son
en menor peligrosidad, por ejemplo algunos solventes, o incentivar el
uso de aceites recuperados.
Tasas por Permisos
o Licencias
Permiten comercializar y usar determinados contaminantes pero bajo
la obtención de una Licencia abonando una Tasa de esta manera se
controla el uso de determinadas sustancias.
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 19
TIPO DESCRIPCION
Depósitos de
emisión y Bancos
de contaminación
Se aplican cuando existen Cuotas de Contaminación ya establecidas y
el contaminador reduce su producción ahorrando una parte de su cuota
creando un crédito en un depósito de emisión que puede ser utilizado
luego o cedido a otro contaminador por medio de una Cámara de
Compensación.
La economía ambiental relaciona el Medio Ambiente con la economía
tradicional y tiene la estructura clásica de Coste - Beneficio y es una
herramienta útil al momento de tomar decisiones, en este sentido el
Objetivo es lograr un desarrollo racional, sostenible y positivo para el
Medio Ambiente.
Se podría complementar con los instrumentos de mercado que
favorezcan a productos ecológicos, estudiando la experiencia de la
Unión Europea en la creación del sistema de Etiquetado ecológico
(Reglamento 880/92 del 23 de marzo de 1992), que otorga a
determinados productos un símbolo para significar que cumple con
determinadas legislaciones o normas de protección del Medio
Ambiente.
Para que resulte equitativo a la pequeña Empresa, que en general
dispone de menos recursos que las mas desarrolladas resulta
imprescindible ajustar los mecanismos de financiación y ayuda
económica a las mismas para que puedan aspirar a la obtención de la
Etiqueta.
I.2.6 Ejemplo de aplicación:
• La Provincia I tiene su Legislación sobre calidad de efluentes industriales
• La Provincia II tiene su Legislación sobre calidad de efluentes industriales distinta a la
anterior, contempla menos parámetros de control y es más permisiva. Una industria
arroja efluentes que cumplen con las Legislaciones vigentes en la Provincia II pero que
al compararlas con las exigencias de la Provincia I, resulta contaminante, no estando el
parámetro contaminante contemplado en la Ley Nacional de Residuos peligrosos.
• La Provincia III, utiliza el agua del río para riego.
• El río está contaminado y no se ha definido su uso.
II
Río
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 20
Consecuencias:
♦ La Provincia I, reclama por la
contaminación de sus costas.
♦ La Provincia II, deslinda
responsabilidades sobre la
contaminación causada por esos
efluentes, ya que alega que cumplen
con sus disposiciones.
♦ La Provincia III, a causa de la
contaminación de las aguas, se
perjudica porque ve agrandados sus
gastos para adecuar la calidad del agua
para su uso en riego. Sus reclamos no
son oídos porque el río no tiene
definido su uso.
♦ El río no conoce fronteras y transporta
los desperdicios de aguas arriba,
afectando usos de aguas abajo.
♦ La Nación tiene sus Normativas por
ser un río Interprovincial, pero no
interviene en el ámbito Provincial.
Conclusiones:
Se deben estudiar las alternativas de
solución, unas de ellas serían:
Ø Fijar Objetivos ambientales en forma
conjunta entre las tres Provincias y la
Nación.
Ø Establecer los mecanismos para
cumplir los Objetivos. (Estructura
Organizativa, Responsabilidades,
Prácticas, Procedimientos:
(Planificación, Organización
Aplicación, Control) y Recursos
necesarios).
Entre estos mecanismos, resulta
necesario definir con claridad “las
responsabilidades” por los efectos
negativos originados al Medio
Ambiente y a los ecosistemas, (ya sea
aire, suelo, cursos de agua, flora
fauna, etc.), en las áreas de afectación
directa o indirecta, o sea establecer la
“titularidad de los residuos”, en el
caso del ejemplo: de los efluentes
generados y volcados al río.
La tendencia actual en algunos países
europeos, es que toda Comunidad
(Municipios, Provincias, Fábricas,
Comercios, Entes, Sociedades, etc.) se
hagan responsables por todos los
efectos negativos producidos por sus
residuos, que puedan causar, en el
presente o en el futuro y aún que
hayan causado en el pasado, en el
punto de descarga o en un lugar más
I
III
Industria
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 21
alejado, aunque cumplan sus
legislaciones.
Se tiende a dejar en manos de la
Comunidad la titularidad de los
efluentes o residuos y que se asuma un
compromiso por la contaminación, por
ejemplo en manos de cada Provincia o
de cada Municipio y una vez definida
la Comunidad hacerla enteramente
responsable ante la Ley por el
tratamiento, fiscalización y descarga
en el Medio Ambiente.
O sea se deja librado a la Comunidad
(Provincia, Municipio), la resolución
total de los problemas emanados por
los residuos generados en esa
Comunidad, a la cual a su vez se le
delega la facultad de manejar el
problema como lo considere más
conveniente, (designar un ente
administrativo que ejerza el poder de
policía, buscar a los responsables,
aplicar multas, realizar convenios,
educar a la sociedad, etc.) pero la
responsabilidad final recae sobre la
Comunidad, el propósito es para
agilizar y evitar la dilución de las
responsabilidades por un “daño
particular al Medio Ambiente” y
evitar los problemas de interpretación
y de trámites entre múltiples Personas
Jurídicas para definir al interlocutor
válido que se haga cargo de la
reconstrucción de la zona afectada, o
de toda otra problemática emanada de
situaciones que afecten el Medio
Ambiente y los Recursos Naturales.
Ocurriría lo mismo, con la Nación, la
que es responsable ante las Naciones
vecinas o ante aquellas Comunidades
Internacionales que afecte por un daño
ecológico, en estos casos, no se podría
presentar a un determinado culpable o
grupos de culpables, para diluir
responsabilidades, sino que ante los
ojos del mundo, la Nación es la que
asume el compromiso del daño
ocasionado, y luego ésta tomará las
providencias para accionar legalmente
contra los responsables individuales.
Este esquema requeriría un profunda
concientización ciudadana y
naturalmente depende de la
idiosincrasia de las Comunidades.
Ø Definir los usos del agua del río,
consensuando entre los diferentes
actores los límites permisibles de
volcamiento de acuerdo al/los uso/s ya
definidos, sobre una base realista y con
opciones de futuro, fijando plazos
lógicos y metas parciales, de acuerdo
al poder de autodepuración de sus
aguas.
Ø Definir claramente, conforme a las
directivas emanadas del Poder
Ejecutivo correspondiente, (el que es
competente para fijar los Objetivos,
ejecutar planes, proyectos, programas,
ejercer el Poder de Policía y delegar en
Entes, la Fiscalización del
cumplimiento y de ejecutar toda otra
tarea que le sea conferida por Ley). las
atribuciones de los Entes
Administradores, de la Autoridad de
aplicación, de las Normativas
específicas en el área y de las
Legislaciones relacionadas con la
Contaminación
Ø Incentivar la aplicación de los
Instrumentos Técnicos, que son los que
brinda la tecnología, equipos, plantas
depuradoras, estaciones de reciclaje y
recuperación de productos, tecnologías
limpias, medidas preventivas, ahorro
de energía, minimización de desagües,
etc.
Ø Aplicar los Instrumentos Sociales, que
se basan en la concientización
ciudadana mediante Información, por
la Participación Pública en la toma de
CAPITULO I
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 22
decisiones, en la Enseñanza y la
Educación Ambiental.
Ø Definir los Instrumentos Económicos
Financieros, siguiendo los
lineamientos de la Política Ambiental
de cada Jurisdicción, la que de ningún
modo debe afectar las jurisdicciones
vecinas. Realizar una tarea
multidisciplinaria para hallar el costo
de la Protección Ambiental general.
Definir el alcance de Instrumentos
Económicos como sistemas de Control,
que faciliten la Internalización de las
Externalidades que provoca la
contaminación por el desarrollo de las
actividades de la Comunidad y que
además pueden ser válidos como
elementos persuasivos y de ayuda para
mejorar las condiciones ambientales.
Estos instrumentos bien aplicados y que incumben a
distintos Organismos de diferentes disciplinas, permiten
efectivizar las tareas de Control en cada Comunidad, ya sea
por la implementación de los mecanismos de presión para
casos de incumplimiento de las Legislaciones vigentes en la
materia, por la utilización de ciertos Instrumentos Jurídicos
que implican responsabilidades Civiles, Penales y
Administrativas, o por la posibilidad de encarar sistemas,
utilizando Instrumentos Administrativos, para lograr dar
incentivos o promover negociaciones de algunas condiciones
ambientales con la Autoridad de Aplicación de las
Normativas vigentes en la materia o sea el Ente
Administrador, para realizar convenios con las
Comunidades vecinas y para fijar responsabilidades en el
cuidado del Medio Ambiente y los Recursos Naturales.
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 23
CAPITULO II
II CARACTERIZACIÓN DE INDUSTRIAS – IDENTIFICACIÓN DE PROCESOS Y
EFLUENTES LÍQUIDOS
II.1 Industria del Cuero
II.1.1 Curtiembres:
Es donde se realiza el curtido del cuero, o sea la transformación de la piel en un material
imputrecible y plegable.
Se pueden realizar tres tipos de curtidos propiamente dichos:
Curtido vegetal: Se utiliza tanino al 95 %, quebracho, castaño, mimosa, etc. (para suela color
amarronadio).
Curtido mineral: Con sales de Cromo, para cueros de mejor calidad, de Aluminio para cuero
de cabra, etc.
Curtido sintético: Se utiliza naftaleno, fenol, cresol, etc.
Hay un cuarto tipo que es mezcla de los anteriores.
El cuero puede llegar a la curtiembre de formas distintas:
Cuero fresco
Cuero salado
Cuero salado, lavado y secado.
II.1.1.a Secuencia de Procesos:
PRIMERA ETAPA O ETAPA DE RIBERA
Recepción del cuero salado.
Remojado y lavado
Depilado o pelambre
Descarnado
División desencalado
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 24
SEGUNDA ETAPA O CURTIDO
Piquelado
Curtido propiamente dicho
Reposo y rebajado
Neutralización
Tamizado del cuero
Blanqueado
Tintado
Nutrición
Secado
Palotizado
Expedición
II.1.1.a.1 Primera Etapa:
II.1.1.a.1.1 Descripción de los Procesos
Remojado y lavado:
Devuelve al cuero la humedad primitiva
(remojado), luego se realiza el lavado para
desprender la tierra, sal, etc. Se realiza en
fulones o bateas que son cilindros de
madera de 2,0 m de diámetro
generalmente, que poseen una ventana por
donde entra el cuero y por los costados
cañerías para el agregado de agua y
productos químicos, el proceso dura de dos
a cuatro horas y la descarga de los fulones
es en forma brusca.
Depilado o Pelambre:
Se realiza con cal y sulfuro de Sodio
(envenenamiento), se deja de 12 a 24
hs. El cuero se hincha aumentando su
espesor (12 mm), se abren los poros y
se desprende el pelo, el que es destruido
por el sulfuro de Sodio, formándose una
gelatina.
Una vez realizada las anteriores
operaciones se retiran los cueros
depilados de los fulones, se descarga el
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación
25
líquido. La depilación se completa con otra
etapa mecánica que completa el depilado
con cuchillas lavadas por lluvia de agua. Descarnado:
El cuero en el lado interior tiene adherido
carne, grasa y tejidos, que es necesario
retirar. Se realiza con cuchilla helicoidal
que cuando gira corta todos estos tejidos.
La trinchadora trabaja con lluvia de agua y
el tejido arrastrado es un subproducto para
la industria de fabricación de gelatinas y
para la industria fotográfica.
División:
Hasta aquí el cuero tiene un espesor de 10
a 12 mm, lo que se hace es dividirlo en dos
o tres partes. La parte exterior es el cuero
flor, (para carteras, zapatos, etc.) de mejor
calidad y la interior es lo que se conoce
como descarne (suelas, etc.).
Desencalado:
Elimina sustancias alcalinas que tiene el
cuero en su textura y disminuye el
hinchamiento que se produjo en la etapa
de depilado.
Se emplea agua, ácido muriático, sales
como bisulfito de sodio, cloruro de
amonio, productos enzimáticos
(aserrín, páncreas).
Es un proceso que puede durar 24 hs.
II.1.1.a.2 Segunda Etapa – Curtido
Piquelado:
Produce la transformación del tejido para
que pueda almacenarse sin
descomponerse.
Es un conservador. Se realiza con ácidos
diluidos, y sales variables, entre ellas
Cloruro de Sodio.
Curtido propiamente dicho:
Se realiza por etapas para que no resulte
un cuero quebradizo, aumentando las
concentraciones progresivamente.
Puede ser con tanino, o sales de cromo
hexavalente. El proceso dura 24 hs. Y en
el caso de utilizar sales de cromo, durante
el curtido, el cromo Hexavalente se reduce
a cromo trivalente. El fulón luego de cada
proceso se descarga bruscamente.
Reposo y rebajado:
Se lo deja uno o dos días en reposo sobre
caballetes para que el resto de sales, ya sea
de cromo o tanino penetren y se escurra el
líquido absorbido.
Se rebaja para uniformar el espesor y el
deshecho es un subproducto (virutas de
cuero) que puede utilizarse para ladrillos o
como materia prima para cuero
reconstituido.
Neutralización:
Remueve restos de sales de Cromo o
tanino y neutraliza el pH bajo que tiene el
cuero, se hace con sales de bórax,
CAPITULO II
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bicarbonato de sodio, borato de sodio, etc..
El fulón luego se descarga.
Terminación del Cuero:
Los cueros que se van a pintar con colores
claros, requieren un blanqueado previo que
se realiza con ácidos muriático y sulfúrico,
también con oxálico.
Tintado:
Se tiñe el cuero al color que se desea, todo
el espesor del mismo color, se utilizan
anilinas de distintos tipos: directas, ácidas
y básicas que se fijan con Ácido fórmico.
O se pintan bajo campana utilizándose
disolventes orgánicos.
Nutrición:
Para darle suavidad al cuero se utilizan
sustancias grasas, aceites sulfonados que
son subproductos de la industria frigorífica
y otros productos que contienen aceites.
II.1.1.a.3 Etapas en seco
Túneles de secado
Secado al vacío
Palotizado: El cuero luego de secado está duro, por lo que se lo golpea para
ablandarlo y romper la estructura.
Pintado final: Se realiza con pistolas comunes o automáticas.
Textura final. Se otorga con prensas hidráulicas.
Expedición: Se almacena el cuero y se lo vende generalmente por superficie.
II.1.1.b Características de los desagües parciales por Area Operativa:
Area Característica del desagüe
Remojado
Desagüe concentrado, color amarronado, pH neutro, gran carga
orgánica, olor pestilente, tierra y sales. (Cloruro de Sodio)
Depilado o Pelambre
Desagüe muy concentrado con alto pH, gran cantidad de sólidos
sedimentables, gran contenido de sulfuros, alta carga orgánica. En
el depilado mecánico hay un pequeño desagüe con alto pH y sólidos
sedimentables (8 % en volumen).
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27
Area Característica del desagüe
Descarnado
Proviene de la lluvia de la trinchadora, contenido graso y restos de
tejidos. Pequeño caudal.
Desencalado Desagüe levemente ácido, intermitente y con sales disueltas.
Piquelado pH del orden de 5 a 6, poco concentrado y con sales disueltas.
Curtido propiamente
dicho
Desagüe muy concentrado con restos de cromo trivalente o tanino,
(la concentración de Cr. depende si se realiza la recuperación del
mismo), color verde o marrón (con Cr o tanino). Es de menor
volumen que el proveniente del Descrude, pH aproximado a 4
Reposo y rebajado
Deshecho de virutas de cuero y agua de escurrimiento, restos de
Cromo trivalente. Escaso volumen.
Neutralización Escaso volumen, levemente alcalino.
Blanqueado Desagüe Ácido.
Tintado
Anilinas, desagüe coloreado que se diluye frente al resto, poco
significativo.
Nutrición Desagüe aceitoso, alto contenido graso, poco volumen.
II.1.1.c Características generales del efluente final
Volumen del efluente final:
Según bibliografía deben considerarse los siguientes valores para el cálculo del volumen
del efluente:
1000 lts. a 1400 lts. De desagüe por
cuero vacuno curtido.
300 lts. por cuero de becerro curtido
200 lts. por cuero de oveja.
Una tonelada de cuero curtido
aporta una contaminación
equivalente a 5000
habitantes.
Es aconsejable realizar un balance de
masas para obtener un valor más
representativo, por lo menos debería
considerarse un 20 % más.
Aproximadamente del 80 a 90 % de
este volumen se genera en la etapa de
ribera, el resto en la etapa de curtido.
El efluente presenta picos importantes
de caudal.
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CAPITULO II
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29
II.1.1.c.1 Valores estimativos de los parámetros contaminantes:
800 mg/l < DB5O del líquido crudo < 1800 mg/l
2000 mg/l < Sólidos Suspendidos < 6000 mg/l
<8 pH <11
2000 mg/l < alcalinidad < 3000 mg/l
15 mg/l < sulfuros < 75 mg/l con picos mayores de hasta 250 mg/l
Volumen de barros 10 % en volumen
22 º C < temperatura < 28 º C
Sólidos sedimentables 15 % en volumen
Altas concentraciones de Cromo trivalente (depende sí se realiza la
recuperación de Cromo y la eficiencia de la misma)
Tanino (Tóxico se combina con el Hierro de la sangre y forma tanato de Hierro)
Contaminación microbiana (existen diversos tipos de bacilos, resistentes a la
temperatura como los bacilos de ántrax que producen la enfermedad llamada
Carbunclo Esporulan).
Fenoles (de acuerdo al tipo de anilinas y solventes utilizados).
CAPITULO II
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30
II.1.2 Elaboración de gelatinas comestibles, industriales y adhesivos sintéticos.
Las materias primas básicas para la
fabricación son descarne fresco, descarne
piquelado, descarne cabeza, recortes
frescos proveniente de vacunos, las cuales
son descargadas en un sector de la Planta
destinado al efecto.
La gelatina es un producto proteico de
propiedades espesantes y se obtiene por
hidrólisis del colágeno. Es un proceso de
extracción sólido/líquido en etapas.
Consta de dos fases: la primera en frío,
removiendo el contenido proteico no
colagénico soluble; la segunda en caliente,
provocando la hidrólisis del colágeno. Es
en esta fase que aparece en sucesivos
caldos de contenido proteínico decreciente
lo que se define como Gelatina.
El material colagénico es insoluble y
recién al hidrolizarse se hace posible la
extracción por solubilización.
Dado el carácter proteico, o sea
Aminoácido, del contenido a extraer, el
pH es fundamental. Lo es extensivo a la
historia de la materia prima.
Cuando el hueso o el cuero provienen del
faenamiento del ganado vacuno o porcino,
su pH no ha sido modificado por vía
química. En cambio cuando el cuero de
vacuno proviene de una curtiembre,
indudablemente se lo ha sometido a
procesos químicos, sea cual fuere el origen
de la materia prima, se distinguen dos
procesos de fabricación.
Proceso Ácido:
Se elaboran a partir de cueros de cerdo, son gelatinas
tipo A.
La primera etapa se lava hasta que desaparezca la
reacción ácida y no haya proteína soluble. En la
segunda etapa se hace un tratamiento de agua
caliente provocando la hidrólisis del colágeno. Se
hacen sucesivos tratamientos, se separan los
sucesivos cortes, se filtra. Se concentra por
evaporación, se gelifica y se seca.
Cuando se trabaja hueso se lo digiere en un baño
ácido hasta la obtención de un material esponjoso
que se define como oseína. Se lava hasta que
desaparece la reacción ácida. Las etapas siguientes
son similares a las anteriores.
Alcalino:
Cuando se utilizan cueros
vacunos provenientes de
curtiembres, se trabaja con
procesos alcalinos, y son
gelatinas de tipo B.
La diferencia entre ambas es el
poder gelificante y el pH del
producto.
CAPITULO II
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31
II.1.2.a Obtención de Gelatina Comestible:
II.1.2.a.1 Secuencia de Procesos
Cortado:
Se reduce el tamaño de los descarnes por
medio de una máquina cortadora para que
el tratamiento sea más homogéneo
Prelavado:
Se efectúa un lavado preliminar para
separar elementos extraños al material
Tratamiento Alcalino:
Se realiza ya sea con cal o con soda para
preparar otros contenidos (no proteínicos y
proteínicos no colagénicos presentes) para
su separación en la próxima etapa.
Neutralización:
Se lleva a cabo un lavado previo para
remover los acompañantes no deseables y
una neutralización con Ácido.
Extracción:
Se hace una extracción sólido-líquido a
temperatura, en etapas sucesivas, separando
los distintos cortes que son sometidos a
purificación posteriormente.
Filtración:
Mediante este proceso, realizado con tierras
de diatomeas, se logra dar a la gelatina la
claridad y el brillo necesario para su
utilización alimentaria, farmacéutica y
fotográfica.
Desmineralización:
La gelatina atraviesa un lecho de resina de
Intercambio Iónico.
Evaporación:
Se concentran los caldos como paso
intermedio para llegar al Producto final
seco.
Esterilización:
Se hace por medio de un chorro de vapor
directo a presión y posterior flameado.
Secado:
En la etapa final se gelifica y seca el
producto en un Túnel de secado especial.
Molienda:
Se le da la granulometría adecuada
Envasado y Almacenaje:
Constituyen las fases finales del proceso
Productivo.
CAPITULO II
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II.1.3 Obtención de Gelatinas Técnicas:
En un mezclador de sólidos se coloca la gelatina animal, luego se agrega antiespumante y
Sulfato de Zinc.
Se embolsan y se almacenan.
II.1.4 Fabricación de Adhesivos Sintéticos:
Se coloca en un mezclador una parte de
agua y se calienta y se adiciona glicerina.
En otro recipiente separado se coloca agua,
óxido de Zinc, Dextrina, antiespumante y
Sulfato de Zinc y la mezcla se agrega al
recipiente anterior. Se completa con la
adición de aceite de Pino y fenol Se
descarga en tubos de polietileno y se
deja gelificar. Se corta en panes y se
embolsa.
II.1.4.a Listado de materias primas
Ac. Clorhídrico
Ac. Fosfórico
Ac. Nítrico
Ac. Sulfúrico
Agua Amoniacal
Agua Oxigenada
Anhídrido Sulfuroso
Cal
Hipoclorito de Sodio
Soda Cáustica
Cromato de Sodio
Tierras Filtrantes
Fosfato Trisódico
Gas Carbónico
Fenol Industrial
Oxido de Zinc
Pentaclorofenato de Sodio
(Sol. 25%.
II.2 Conservas de frutas
II.2.1 Duraznos en conserva
II.2.1.a Secuencia de Procesos
Recepción: Pesada del producto frutihortícola que
ingresa a la fábrica para su elaboración
CAPITULO II
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33
Clasificación:
Se establecen los porcentajes de defectos
que trae la fruta
Tamañado:
Tiene por objeto separar los frutos
demasiado pequeños para ser
industrializados, generalmente son
destinados a pulpas o a secadero, aunque
en algunos casos se destinan a su venta
en fresco en el mercado, depende del
diseño de las máquinas descarozadoras
ya que algunas no tienen capacidad para
frutos muy pequeños y por otro lado este
tipo de producto no tiene mucha
aceptación en el mercado. El proceso se
realiza en seco.
Lavado:
El primer lavado es muy importante por
cuanto elimina la tierra e impurezas que
trae la mercadería desde el campo y
como se efectúa con aguas limpias y
aseptizadas ayuda a disminuir la carga
bacteriana que traen los frutos, por
último trae beneficios en la manipulación
posterior del durazno al arrastrar algo la
pelusa natural de éste y asentar el
remanente.-
Tamañado:
El segundo tamañado tiene por objeto
fundamental el de clasificar los frutos en
grupos por diámetros, a los efectos que
las cuchillas de las descarozadoras no
rompan carozos ni saquen pulpa
innecesariamente.-
Descarozado:
Se efectúa por medio de máquinas semi
automáticas, que parten al durazno en
mitades y simultáneamente le quitan el
carozo mediante una cuchilla que gira en
el momento oportuno dejando caer todo
al final de la operación.
Separación de carozos:
Como a la salida de las máquinas
descarozadoras se juntan los carozos y
mitades, es necesario hacer una
separación, para lo que se utiliza una
zaranda en la que el tamizado está
constituido por los carozos y el retenido
por las mitades.-
Pelado:
Los frutos contienen la corteza con su
pelusa, que es necesario eliminar, para
ello mecánicamente se ponen boca abajo,
luego se ingresan al túnel de templado y
finalmente reciben una lluvia de solución
Cáustica hirviente que se deja actuar el
tiempo necesario y luego se pasan a la
próxima operación.- La máquina
peladora está dotada de un depósito de
soda Cáustica, un tanque de
calentamiento de la soda, bomba de
impulsión, filtro de soda, aspersores y
todos los circuitos necesarios para el
manipuleo de la solución alcalina, que es
peligrosa por su causticidad.-
Lavado:
Luego del ataque alcalino surge la
necesidad de eliminar los restos de soda
y de piel que quedaron, esto se consigue
con un enérgico lavado con agua potable,
es importante el grado de aseptización
del agua para mantener baja la carga
bacteriana del producto y así mejorar las
condiciones de la esterilización final.-
Este lavado se hace en una lavadora
rotativa.-
CAPITULO II
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34
Una vez que las mitades han sido lavadas
se envían a una cinta de selección y
retoque, en donde los frutos son
inspeccionados uno por uno.- Se
rechazan todos aquellos que no cumplen
con las condiciones necesarias para ser
envasados, a los frutos que pueden ser
recuperables se les efectúa el retoque
manual que sea necesario y se vuelven a
la línea de producción.- El resto es
rechazado y se destina a tajadas,
cubeteados, pulpa o descarte según las
condiciones.- Los frutos seleccionados y
retocados ya están en condiciones de ser
enviados a la parte final del proceso.-
Selección:
Se hace una nueva clasificación por
tamaño para dar cumplimiento a las
disposiciones del Código Alimentario
Argentino, en lo que respecta a la
uniformidad de tamaño de los frutos.
Contenidos en cada envase.- Con los
frutos de cada uno de los tamaños se
llenan los envases de hojalata o de vidrio,
según el estilo de presentación que el
comprador o cliente elijan, en una
llenadora rotativa hasta cumplimentar
con el contenido de sólido escurrido
exigido por las reglamentaciones
bromatológicas y de lealtad comercial.-
Los envases que ya están llenos de frutas
son transferidos a una cinta
transportadora automática que los
conduce a una almibaradora con
prevacío, donde se dosifica el almíbar
caliente (mínimo: 80 ºC), que se ha
preparado por otra vía (tal como se indica
en al esquema de proceso).- Este almíbar
debe prepararse calculando el contenido
de azúcar del fruto para aportar la
diferencia; con el azúcar de caña o
mezclas de esta con jarabes de alta
fructuosa obtenidos de hidrólisis de
almidón de cereales, cumplimentando las
reglamentaciones de calidad del Código
Alimentario Argentino.-
Remachado:
La operación de remachado es crítica en
toda fábrica de conservas por método
Appert. Su tremenda importancia está en
que debe asegurar que la totalidad de los
envases salgan con un cierre perfecto ya
que en ello reside la seguridad de la
esterilización.- Por otra parte la calidad
del ajuste de las moletas de primera y
segunda operación marca la eficiencia
del remachado.-
Esterilizado:
Una vez efectuado el cierre hermético de
los envases, estos son conducidos
mecánicamente a un baño María rotativo,
que asegura una mejor transmisión del
calor, al mover el contenido del envase
favoreciendo la convección.- Este tipo de
esterilizador continuo asegura una mejor
calidad de los productos a la vez que
produce como efluentes aguas sin
contaminar con la misma composición
química que tenían antes de ser utilizadas
en el proceso industrial.-
Para completar la esterilización y detener
el proceso de cocción del producto se
debe efectuar un enfriamiento lo más
rápido posible y en un medio de agua
aseptizada, por ello es bueno el equipo de
enfriador rotativo. Este equipo evacua
como efluente agua con un contenido de
cloro activo que oscila entre 0,05 y 0,1
ppm lo que evidentemente tiende a
mejorar la calidad de los efluentes totales
de la fábrica.-
Etiquetado:
Los envases de hojalata se trasladan por
andariveles hasta las máquinas que les
colocan las etiquetas y de allí son
CAPITULO II
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35
trasladados mecánicamente hacia la
próxima operación.- Estos medios de
traslado de los envases deben tener un
diseño tal que no agredan el cierre
hermético.-
Empacado:
Se hace en dos formas distintas.- Uno de
ellos es con plástico termocontraible, que
resulta económico y práctico y el otro en
cajas de cartón, más antiguo, más caro,
pero da mejor presentación a la
mercadería.-
Expedición:
Los productos ya listos para su despacho
son estibados en depósito hasta que
llegue el momento de la expedición, que
sería la última fase de la industria.-
Esta fase de depósito ayuda al control de
calidad de los productos al permitir la
observación de la conservación durante
su estadía en depósito.-
II.2.1.b Caracterización del Desagüe
Alcalinidad elevada, fácilmente fermentable y rico en glúcidos.
El líquido crudo puede aportar valores de 5 a 20 g de DBO5 / Kg de producto.
Abundante Fósforo y deficiencia de Nitrógeno.
Presencia de Sulfuros y Sólidos Sedimentables si las partidas de fruta tienen una
madurez excesiva, en caso de madurez normal y de fruta en buenas condiciones sanitarias
la cantidad de sólidos disminuye al no producirse desprendimientos de tejidos vegetales
que sean arrastrados por el agua
CAPITULO II
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36
II.3 Galvanoplastía
Es el proceso por el cual se alteran las
características de la superficie de un metal
base o de otro material, por depósito de un
revestimiento metálico que tiene
características deseables, realizado por
medio de electrólisis, con el objeto de
aumentar su capacidad para resistir agentes
corrosivos y/o abrasivos, mejorar sus
propiedades, su aspecto y/o la utilidad del
producto metálico.
La industria de galvanoplastía se vale de
operaciones químicas y electroquímicas
para efectuar estas mejoras.
Dado que la galvanoplastía de metales es
el tipo de enchapado más común; se
describen los procesos y los efluentes
líquidos generados.
II.3.1 Secuencia de Procesos
Preparación de la superficie:
La superficie metálica base se prepara para
su recubrimiento por medio de un medio
mecánico, químico o electroquímico. Las
imperfecciones del metal, la cascarilla de
óxido, aceites y grasas se tienen que
remover de la superficie para que el
proceso de galvanoplastía tenga éxito.
La limpieza puede realizarse con:
Disolventes (halogenados y no
halogenados) en frío o con vapor. El
disolvente disuelve las grasas y aceites que
ensuciaban la superficie y realiza una
acción de lavado.
Limpiadores alcalinos (contienen sales
Sódicas de Fosfatos, carbonatos, Silicatos
e Hidróxidos). El limpiador desplaza la
suciedad en lugar de disolverla y se los
utiliza también para retirar pinturas y
recubrimientos viejos.
Limpiadores ácidos (ácidos minerales
u orgánicos, detergentes y agentes
quelantes). Retiran escamas de
corrosión y manchas del metal.
Materiales abrasivos no químicos
(limpieza mecánica) chorro de arena a
presión o bicarbonato sódico
cristalizado.
Enjuagues.
Baños de galvanoplastía
(Enchapado):
Entre las operaciones de galvanoplastía
más importantes se destaca el
revestimiento del material base con los
elementos siguientes: Níquel, Cromo,
Cadmio, Cinc, Cobre, Estaño, Hierro,
Oro y Plata. También se pueden
depositar aleaciones a partir de
soluciones con aniones compatibles. La
anodización se usa sobre todo al
revestir con Aluminio.
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 37
II.3.2 Características específicas de algunos metales utilizados en los procesos de
electroplastía y tipo de modificación de las propiedades de la pieza metálica
base:
En el cuadro siguiente se indica el tipo de modificación de las propiedades del metal base
luego de ser sometido a procesos de electroplastías.
Níquel: resistencia a la corrosión y al desgaste, y para reconstruir partes desgastadas
Cromo: resistencia a la corrosión, aspecto metálico brillante, para impartir propiedades
mecánicas (dureza, lubricidad) a la base.
Cadmio: protección contra la corrosión
Cinc: protección contra la corrosión
Cobre: conductividad eléctrica
Oro: alta conductividad, inatacabilidad, aspecto atractivo en términos estéticos
Plata: alta conductividad, inatacabilidad, aspecto atractivo en términos estéticos
El ciclo de enchapado que sigue después
de los pasos de pretratamiento puede ser
muy sencillo, como por ejemplo una
secuencia de limpieza – enjuague –
enchapado – enjuague – secado, o muy
complejo, requiriendo una serie de pasos
de limpieza, seguidos de pasos adicionales
de inmersión en ácido, Electrodeposición,
Activación, múltiples enjuagues y la
deposición de más de un metal.
Todos los pasos de procesamiento dentro
de un ciclo dado se tienen que organizar de
manera que las soluciones no se
contaminen las unas a las otras.
Los limpiadores, baños de Ácido y
electrodeposiciones varían en su
composición y concentración y se
formulan según el material base específico
que se desea recubrir.
Algunos materiales requieren medidas de
activación más intensas que otros. Cada
material base se tiene que tratar de manera
diferente y cada metal depositado requiere
un ciclo específico y una serie de pasos de
diversas duraciones, en los cuales los
productos pasan de una solución química a
otra siguiendo una secuencia
predeterminada.
Las dos operaciones que se usan con
mayor frecuencia son las operaciones en
tambor y las de enchapado en estante.
En las operaciones en tambor se
electroenchapan componentes pequeños
mientras caen libremente dando vueltas en
tambores giratorios.
En el enchapado en estante, los
componentes se mantienen en un estante y
se sumergen en una solución de
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 38
galvanoplastía. El enchapado en estante se
emplea en un porcentaje alto. Los estantes
se utilizan por razones que incluyen el
mantenimiento de la forma o las
condiciones de la superficie, el logro de
una distribución deseada del revestimiento,
el tamaño y la forma de la pieza que se
está trabajando.
II.3.3 Electroplastía de Aluminio:
Brinda resistencia a la corrosión del material base. Este método se está usando como un
sustituto para la galvanoplastía de Cadmio.
El Aluminio es menos costoso y tóxico que el Cadmio y se puede usar a temperaturas más
altas.
II.3.4 Baños de galvanoplastías que contienen Cianuros (Cianurizado)
En el proceso de galvanoplastía el anión
Cianuro se disocia del catión metálico. El
catión metálico se adhiere a la pieza base
y el Cianuro pasa al efluente.
Se utilizan en los siguientes baños de
electroplastía enchapado de Cobre y
Latón, recubrimientos de Cinc, Plata,
Cadmio, y las sales utilizadas son
Cianuros de: Sodio, Cobre, Potasio, Plata
y Cadmio.
Algunos lavados alcalinos también
contienen sales de Cianuros.
II.3.5 Cromado de piezas:
Se distinguen tres tipos de Cromado:
1) Cromado duro (depósito de Cromo en capa gruesa sobre el metal base)
2) Cromado decorativo (primero se realiza un depósito de Níquel y luego un
revestimiento delgado de Cromo)
3) Anodizado con Ácido Crómico. (inmersión del metal base en solución de Ácido
Crómico con aplicación de electricidad).
Cualquiera sea el proceso de Cromado que se utilice, los recubrimientos se
logran a partir de soluciones que contienen ácido Crómico, ácido Sulfúrico
y catalizadores, generalmente Fluoruros.
CAPITULO II
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39
(*) Las fibras de algodón se clasifican por su
largo y están dentro de la cápsula de algodón.
Las fibras largas son de 20 a 40 mm.
Las menores son cortas y se las denomina
linters, junto con la semilla de la cápsula de
algodón.
II.3.6 Enjuagues de piezas en procesos de galvanoplastías:
En todos los procesos de galvanoplastía se realizan enjuagues con agua tibia de las piezas
antes y después de realizadas las operaciones. Generalmente se realizan en tanques de
remojo o con una unidad de rociado. Los primeros enjuagues son estancos y los últimos
por rebalse y reabastecimiento continuo de agua.
II.3.7 Características de los desagües:
Picos de acidez y alcalinidad, sustancias grasas, aceites, cationes metálicos, Cianuros,
disolventes orgánicos halogenados y no halogenados, Fosfatos, Boratos, Cromatos,
Sulfatos. Baja carga orgánica en
el efluente final
II.4 Industria Textil
Hay tres tipos de fibras que se utilizan:
1) Fibras naturales de origen vegetal: algodón
(*)
2) Fibras naturales de origen animal: lana y
seda
3) Fibras sintéticas.
Estas tres partes se separan con las máquinas desmotadoras, la fibra que utiliza la industria
textil es la fibra larga, el linter se lo utiliza para otro tipo de industria: fibras de
nitrocelulosa, lacas, etc. y la semilla para la fabricación de aceite.
La composición del algodón es aproximadamente la siguiente:
85 % de celulosa, 7 % de agua, 8 % de grasas, cenizas, cera y aceites.
NOTA:
Si no se procede a la desmineralización de los
efluentes y al reemplazo de las sales
cianuradas, estos efluentes requieren
tratamiento de depuración previo a su vuelco a
cualquier destino.
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación
40
La longitud de la fibra larga, da el precio del algodón.
En los cilindros de las máquinas desmotadoras, que se componen de varios cuerpos,
quedan enganchadas las fibras largas en los dientes de sierra que poseen, y por sistemas
neumáticos se llevan a las enfardadoras, se forman fardos compactos de 1 m por 1 m
que es el que va a la industria textil.
Hay dos grandes procesos:
En seco: Recepción de los fardos de fibra, acondicionamiento, hilandería y tejeduría
Húmedo: Acabado de la tela (Blanqueo, Mercerizado, Tintado, Apresto)
Esencialmente comprende dos tipos de actividades:
Hilado y Tejeduría
Acabado textil
II.4.1 Descripción de los procesos de elaboración de hilados y telas de algodón ,
fibrana, poliéster y mezclas.
II.4.2 Listado de materias primas principales:
Hilados de algodón, fibrana, poliéster y
mezcla de ellos.
Féculas de almidón
Colas especiales
Detergentes
Ácido Acético
Soda Cáustica
Agua oxigenada
Bisulfito de Sodio
Cloruro de Sodio
Ácido Sulfúrico
Auxiliares para blanqueo
Urea
Colorantes (reactivos, dispersos, tinas).
Dispersantes
Humectantes
Antimigratorios
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 41
Agua ablandada y/o desmineralizada
II.4.3 Productos Elaborados:
Telas terminadas
Telas crudas y/o semielaboradas
Hilados de Poliéster/algodón, poliéster/fibrana y varios
II.4.4 Secuencia de Procesos:
1. Urdido de hilado
2. Encolado de hilados
3. Secado
4. Tejido de hilados
5. Gaseado
6. Desencolado
7. Descrude de telas e
hilados
8. Blanqueo
9. Mercerizado
10. Teñido de hilados y
telas
11. Estampado
12. Secado
13. Apresto
14. Termofijado de telas
15. Sanforizado de telas
16. Revisado
17. Empaquetado
18. Almacenado
II.4.4.a Descripción de los Procesos:
Urdido:
Llevar los conos de hilos a bobinas o
cadenas
Encolado:
Dar un baño de impregnación de encolante
(féculas de almidón y colas especiales)
para otorgar resistencia al hilado.
Secado:
Se seca generalmente en la misma
máquina.
Tejido de hilados:
Se juntan en una misma cadena, los hilos
de 10 o más cadenas ya encoladas y
secadas para proceder a su tejido y fabricar
la tela. En esta área se necesita un
ambiente climatizado y húmedo por lo que
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 42
hay humidificadores y cámaras de
climatización.
Gaseado:
Quemar la pelusa de la superficie de
ambas caras del hilado o de la tela.
Desencolado:
Quitar las gomas y almidones que
previamente se les dio a la urdimbre, es un
lavado con jabón, agua caliente y Ácido
acético, para diluir las féculas y
eliminarlas con un enjuague en caliente.
Descrude:
Baño con soda Cáustica diluida con la
finalidad de desprender las impurezas y
preparar las telas para absorber los
colorantes.
Blanqueo:
Se utiliza agua oxigenada, bisulfito de
Sodio y otros auxiliares y enjuagues con
Ácido acético diluido.
Mercerizado:
Transforma las fibras de sección irregular
a una sección casi esférica y le da
resistencia y brillo.
Consiste en un baño con soda Cáustica al
25 %, luego se procede al lavado.
Teñido:
Secuencia de operaciones que dependen de
la tela o hilado que se desee teñir; son
continuas o “batch”, en donde se utilizan
distintos colorantes.
Colorantes reactivos urea y álcalis, a los
que se le agregan algunos baños con soda
Cáustica, detergentes y agua oxigenada.
Tiñe algodón o fibrana.
Colorantes dispersos, tinas y reactivos,
antimigratorios, dispersantes y
humectantes. Tiñe poliéster
Estampado:
Se usan compuestos de Cromo y solventes
para fijar los colores. La tintura se inyecta
en cilindros que tienen grabados en su
superficie el dibujo que quiere estamparse
en la tela. Cada cilindro trabaja con un
color determinado.
Una vez teñidas las telas, se envían para su
secado, apresto, termofijado, sanforizado.
Terminadas estas operaciones, los
productos van a los sectores Revisado,
Empaquetado y Almacenado.
II.4.5 Origen de los Efluentes Industriales:
ORIGEN: TIPO DE EFLUENTE
CAPITULO II
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43
ORIGEN: TIPO DE EFLUENTE
HILADO Y TEJEDURÍA
Efluente discontinuo:
Desagües: Agua a temperatura de la cámara de
climatización.
Aguas de lavado de la máquina encoladora, alta
concentración de colas y almidones, reducido
caudal.
MERCERIZADO
Efluente continuo: Aguas de enjuague y
neutralizado. Generalmente se recupera el baño de
soda Cáustica.
TINTURA DE HILADO
Efluente discontinuo y esporádico: Aguas de
lavado y teñido (Alta DQO, distintas
concentraciones de colorantes, depende del tipo
utilizado. Colorea todo el desagüe, pero no es el
caudal más importante.
DESENCOLADO
Desagüe continuo: Aguas de lavado a Temperatura
Hay presencia de enzimas, Ácidos diluidos, de
color marrón, muy concentrado. Caudal poco
significativo frente al total.
DESCRUDE
Desagüe continuo: alcalino, presencia de sustancias
grasas vegetales y fibras, color marrón es el más
concentrado de todos. Alta DBO5.
COCINA TINTORERÍA Lavado de tachos, (discontinuo). Poco caudal
ENCOLADORAS
Lavado de tachos de preparación de encolantes
(discontinuo)
BLANQUEO
Desagüe continuo poco concentrado, contiene
hipoclorito de Sodio, agua oxigenada, bisulfito de
Sodio.
TEÑIDO DE TELAS
Aguas de teñido y enjuagues, colorantes dispersos
y reactivos. Provenientes de las máquinas
“fourlard”, “jiggers”, autoclaves, impresión con
rodillos, etc.
CAPITULO II
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44
ORIGEN: TIPO DE EFLUENTE
APRESTO
Efluente discontinuo: Lavado de máquinas (resto
de almidones)
COCINA DE APRESTO
Efluente esporádico Agua de lavado de recipientes
de elaboración.
DESMINERALIZADOR DE AGUA
Efluente discontinuo: Por regeneración de las
resinas con Ácido Sulfúrico y soda Cáustica.
PURGAS DE CALDERAS Efluente discontinuo, sales disueltas, temperatura.
PURGAS DE GENERADOR DE
TURBINA DE VAPOR
Efluente discontinuo, sales disueltas, temperatura.
ABLANDADORES DE AGUA
Efluente discontinuo: regeneración de las resinas
de intercambio de los ablandadores con Cloruro de
Sodio.
DESAGÜES DE LAS SALAS DE
CLIMATIZACIÓN
Efluente discontinuo, temperatura.
DESAGÜES DE LABORATORIOS
DE ENSAYOS Y CONTROLES.
Efluente discontinuo. Lavados de utensilios con
reactivos de laboratorio.
CAPITULO II
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45
II.4.6 Característica del efluente final crudo:
Color variable intenso
Caudales fluctuantes con picos pronunciados, gran cantidad de fibras
pH entre 8 a 11, cuando existe recuperación de soda Cáustica, sino mayor de 12
DBO 5 mayor de 500 mg/l.
Temperatura mayor de 35 ºC.
Posibilidad de presencia de metales y fenoles debido a los colorantes usados.
El aporte de efluentes más significativo es el originado en la preparación de la tela, luego
el que proviene de las máquinas de teñir, resultando el aporte de caudales de los demás
procesos poco significativo con respecto a los anteriores.
Nota:
En este tipo de industria
debería efectuarse el Método de
Control de la Contaminación
por Prevención y minimización
y agotada esta instancia, dada
la composición de los desagües
es imprescindible un
Tratamiento de Depuración de
Efluentes.
CAPITULO II
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46
II.5 Fabricación De Espejos
II.5.1 Operaciones Principales y Materias Primas Utilizadas
LAVADO INICIAL: Oxido de Cerio suspendido en agua común
⇓
ENJUAGUE: Agua común
⇓
ACTIVACION: Cloruro Estañoso.
⇓
ENJUAGUE: Agua destilada.
⇓
PLATEADO:
Nitrato Amoniacal reducido con Glucosa y Formol y metalizador en medio con Soda
Cáustica (Nitrato de Plata, Nitrato de Potasio, Dicromato de Potasio, Sulfato de Sodio,
Formol, Etanol, Glucosa, Hidróxido de Amonio).
⇓
ENJUAGUE: Agua destilada
⇓
COBREADO: Sulfato de Cobre, polvo de Zinc sublimado, en medio Ácido.
⇓
ENJUAGUE: Agua destilada.
⇓
SECADO, PINTADO Y HORNEADQ: Pintura para espejos. (No produce desagüe)
⇓
LAVADO FINAL: Cloruro Férrico y agua común.
CAPITULO II
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47
II.5.2 Desagües generados:
§ Desagüe del proceso previo al Plateado
§ Desagüe del plateado.
§ Desagüe del proceso de cobreado
§ Desagüe del proceso de enjuague final
§ Desagüe del Laboratorio de control de calidad
§ Desagüe de purgas de las aguas de enfriamiento
II.5.3 Característica del efluente final crudo:
Variaciones de caudal y de pH,
presencia de Cerio, Cromo hexavalente,
Plata, Cobre, Zinc, Hierro y Sustancias
Orgánicas.
II.6 Industria frigorífica: Matadero:
II.6.1 Operaciones principales:
a) Descarga de los animales por mangas o
rampas hacia corrales
b) Inspección veterinaria y separación de
animales enfermos hacia corrales de
aislamiento.
c) Llevado de los animales a playa de
faena:
Manga o cajón de aturdimiento
noqueo, vómito, sangrado.
Desollado o cuereado.
Inspección veterinaria.
Lavado
Nota:
En este tipo de industria debería efectuarse
el Método de Control de la Contaminación
por Prevención. (recuperación de metales)
y Minimización por reciclado y agotada
esta instancia, dada la presencia de metales
en los desagües crudos podría requerir un
Tratamiento de Depuración de Efluentes.
CAPITULO II
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48
Caraterística del desagüe:
Principal contaminante sangre, aguas de lavado del animal
faenado y vísceras, vómito de los animales, alto contenido graso,
restos verdes, y residuos sólidos conteniendo restos de animales,
cueros, uñas, pelos, etc.
d) Clasificación
e) Oréo
f) Enfriado en cámaras frigoríficas.
g) Expendio
II.6.2 Tipos de desagües generados:
Efluentes verdes:
Provienen del lavado de pisos de los sectores de corrales y mangas, contienen estiércol y
orín de los animales.
Efluentes mixtos (verdes y rojos)
Desagües del complejo sanitario de los animales (sector de aislamiento), contienen
estiércol, orín, sangre de las salas de necrocia y sacrificio, microorganismos patógenos
Efluentes rojos:
Desagües del sector faena.
Caraterística del desagüe:
Alta carga de DOB5, Sólidos gruesos,Sólidos
Suspendidos, bacterias coliformes y bacterias
aeróbicas
Caraterística del desagüe:
Alta carga de DOB5, Sólidos gruesos,
Sólidos Suspendidos, Sustancias
Grasas, materia orgánica,
microorganismos patógenos.
CAPITULO II
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49
Características del efluente final crudo:
Ligeramente ácido, con Color,
Turbiedad, Olor, contiene Sulfuros,
Sólidos Suspendidos, Sólidos
Sedimentables, alta DBO5, Sustancias
Grasas, Detergentes microorganismos
patógenos, Demanda de Cloro,
bacterias aeróbicas, posibilidad de
presencia de salmonellas.
II.7 Industria del Plástico:
Los materiales plásticos pueden contener diversas sustancias, por ejemplo: compuestos
sintéticos formados por polímeros orgánicos y copolímeros y también resinas, derivados
de caseína, proteínas y otros.
Los mismos se pueden clasificar básicamente en:
Termoplásticos y Termoestables
II.7.1 Termoplásticos:
Se caracterizan porque cuando se someten a calor se ablandan y cuando se enfrían se
endurecen. Puede repetirse varias veces este procedimiento y dar distintas formas al
plástico. Generalmente son sometidos a procesos de moldeado por inyección y/o extrusión
para obtener distintos productos.
II.7.1.a Ejemplos de termoplásticos:
Acrilonitrilo - Butadieno - Estireno (ABS)
Polietileno de alta densidad (HDPE)
Nota:
En este tipo de industria debería efectuarse
el Método de Control de la Contaminación
por Prevención. y Minimización agotada
esta instancia, dado el alto contenido
orgánico en los desagües crudos se requiere
un Tratamiento de Depuración de
Efluentes.
CAPITULO II
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50
Polietileno de baja densidad (LDPE)
Polipropileno
Poliestireno
Cloruro de Polivinilo (PVC)
En su fabricación suelen agregarse, dependiendo el uso posterior las siguientes sustancias:
Antioxidantes, antiestáticos, agentes sopladores, colorantes, retardadores de llama,
lubricantes, estabilizadores, estabilizadores de U.V..
El aditivo que en un principio se adicionaba para cambiar la rigidez, en el caso del
Polipropileno, era fibra de vidrio y para reducir la fragilidad era caucho butílico, en la
actualidad se usan más los copolímeros.
Siempre se agregan antioxidantes, que pueden ser alguno de los siguientes compuestos:
Aminas, fenoles, tiocompuestos, tiopropionato de laurilo, tri (2-metil-4 hidroxi 5 t-
butilfenil) butano y otros.
II.7.2 Termoestables:
Una vez que son sometidos al calor y dada la forma, no pueden volver a ser reformados o
ablandados nuevamente. Los procesos típicos a que son sometidos estos plásticos son, la
compresión, el moldeo por transferencia o fusión y también en algunas ocasiones, el
moldeado por inyección.
Generalmente son:
Resinas alquídicas, epoxídicas, fenólicas, nylons, siliconas.
II.7.3 Moldeo por extrusión:
El proceso consiste esencialmente en hacer
pasar en forma forzada el material a través
de una hilera o boquilla. Para
termoplásticos pueden usarse máquinas de
extrusión a tornillos, que se cargan con el
material frío, el que se lleva hacia
adelante por medio de uno o varios
tornillos contenidos en cilindros sometidos
a calentamiento, lo que hace que el
material se funda por acción del calor y la
fricción sobre las paredes del tornillo,
antes de entrar a la matriz cuya forma
adopta y luego por enfriado se desmolda.
El calor lo proporciona generalmente
calefactores eléctricos y se obtiene un
material fundido térmicamente homogéneo
a velocidad uniforme y elevada, es una
operación adiabática (se fabrican tubos,
planchas, perfiles, recubrimientos y otros
tipos de productos).
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 51
Nota:
En este tipo de industria
debería efectuarse una
caracterización del desagüe,
para determinar si resulta
necesario realizar tratamiento
de depuración de los efluentes.
Por medio de extrusoras también se
fabrican cuerpos huecos, se produce una
manga, se coloca sobre ésta un molde de
dos piezas y se insufla en ella aire a
presión, de modo que se adapte el material
fundido perfectamente a las paredes, se
enfría y se desmolda (pelotas, botellas,
bidones, etc.).
II.7.4 Efluentes líquidos generados en el proceso:
Pueden ser:
Ø aceites y grasas de los circuitos hidráulicos.
Ø agua a temperatura mayor de 45 ºC
proveniente del sistema de enfriamiento de
moldes en circuito abierto.
Ø purgas de sistemas cerrados.
Ø purgas de los circuitos de refrigeración de
máquinas.
II.8 Fabricación de postes telefónicos de madera
Breve descripción del proceso de
fabricación:
Los troncos de madera, luego de haberse
secado al aire libre, son sometidos a un
tratamiento de conservación de la madera,
mediante la impregnación de solución
conservante.
En este proceso utilizan creosota de
alquitrán de hulla.
Para preservar los troncos de madera, (de
los cuales se van a obtener los postes
telefónicos), del ataque de
microorganismos, insectos y de las
agresiones del medio, se les agregan
sustancias químicas, las que se absorben
en las capas periféricas del mismo, o sea
en el sámago y el cámbium de la madera,
que son las que en su estructura poseen
intersticios de aire y canales por donde
circulan los alimentos de la planta, estos
canales son utilizados por los productos
conservantes para transportarse a través de
ellos e impregnar la madera cuando se la
somete a un proceso de conservación.
El equipo visualizado, en el cual se lleva a
cabo el proceso, consiste en un cilindro de
2 m de diámetro por unos 15 m de largo
(medidas groseras), el que posee
serpentinas para calentamiento a vapor y
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 52
dispositivos para efectuar el vacío y la
alimentación de vapor y solución
conservadora, en éste se introducen los
troncos por lotes, para someterlos a un
proceso de acondicionamiento e
impregnación con el conservante.
Comienza con agregado de vapor para
abrir los poros de la madera, seguido de
aplicación de vacío, para quitar la
humedad y el aire de los poros y canales
de las capas superficiales de ella, con el
objeto de facilitar la posterior penetración
del conservante. Luego se agrega la
solución química, creosota a temperatura y
presión para su absorción en la madera,
que como ya se indicó no llega hasta el
centro del tronco, sino a las capas
superficiales, luego de un tiempo de
retención, se aplica vacío nuevamente para
secar y finalmente se abre el cilindro en
forma manual para el retiro del lote
tratado, en donde se drena el remanente de
la solución, la que cae en una fosa y se
recicla nuevamente al proceso.
II.8.1 Características y propiedades posibles de la creosota de alquitrán de hulla:
Para poder ilustrar los parámetros
específicos que habría que investigar desde
el punto de vista de la posible
contaminación ambiental (aire, suelo,
agua), se indica a continuación las
características y propiedades posibles de la
creosota de alquitrán de hulla. No obstante
habría que solicitar las hojas del producto,
para este caso específico, en donde se
indique la composición de la misma, ya
que puede variar conforme al tipo de
madera a utilizar.
En general, por antecedentes investigados,
la creosota de alquitrán de hulla, llamada
también aceite de alquitrán o aceite de pez
líquida, es un compuesto residual aceitoso,
obtenido de la destilación y procesamiento
del alquitrán de hulla. Es una mezcla de
aceites naftalénicos, antracénicos y otros
aceites pesados. Varias de las fracciones
que resultan de la destilación del alquitrán
de la hulla, son aptas para la conservación
de la madera, por lo que se los utiliza para
mezclar la creosota.
Esta mezcla de aceite contiene
generalmente:
Naftaleno, Fenantreno, Acenafteno,
Fluoranteno, Fluoreno, Pireno, Antraceno,
Oxido de Difenilo, Carbazol y otros
compuestos derivados de la destilación de
la hulla, que dependen, como ya fue
expresado de las especificaciones para
cada tipo de madera a conservar. Habría
que analizar si no se le agrega también
pentaclorofenol para aumentar sus
propiedades conservantes.
Contiene en diferentes proporciones,
compuestos cíclicos que son combustibles
y algunos de ellos tienen propiedades
cancerígenas:
Su uso es restringido y resulta:
Tóxico por inhalación de humos
Irritante para la piel y ojos.
Su punto de inflamación es de 74 º C
(a vaso cerrado).
CAPITULO II
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 53
Temperatura de autoignición 355 º C,
Densidad: 1,06 – 1,10.
Uso de la creosota de alquitrán de hulla:
Preservativo de maderas,
desinfectantes, funguicidas, biocidas.
Características de algunos de los
componentes:
Aceites naftalénicos:
Son tóxicos por inhalación VLU: 10
ppm en el aire.
Uso: Conservantes, funguicidas,
rompedores de emulsiones, etc..
Aceites antracénicos:
Están identificados como carcinógenos,
se emplean como conservantes de
madera y pesticidas a excepción de
cosechas alimenticias.
Fenantreno:
Es un agente cancerígeno.
Oxido de difenilo: (Eter fenílico)
Es tóxico por inhalación de vapores
VLU: 1 ppm
Uso: perfume industrial.
Pireno:
Es agente cancerígeno absorbido por la
piel.
Fluoranteno:
Hidrocarburo tetracíclico.
Fluoreno: (alfa difenilenmetano)
Uso: Se utiliza en productos resinosos
y colorantes.
Carbazol: (Dibenzopirrol, difenilenimina):
Uso: fabricación de insecticidas y
colorantes.
Acenafteno: (compuesto tricíclico).
_________________________________________________________________________________________
II.8.2 Residuos líquidos probables:
• Vapor y Condensado del vapor utilizado en el proceso de vaporización.
Una vez realizado el proceso debe extraerse el vapor agregado al cilindro, el cual se
ventea por válvulas y como es lógico hay formación de condensado dentro del cilindro.
Este condensado, al ser purgado arrastra las impurezas extraídas de la madera (azúcares)
y la película de solución conservante adherida a las paredes y piso que se ha utilizado en
los procesos anteriores.
• Aguas del sistema de vacío, del condensado de serpentinas, purgas de caldera:
Estos efluentes pueden o no tener sustancias contaminantes, depende del tipo de
compuestos químicos utilizados para el acondicionamiento del agua y además de la
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 54
posible penetración de la solución conservante, en el caso de pinchaduras de las
serpentinas en contacto con ella.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 55
CAPITULO III
III PROCESOS NO PRODUCTIVOS COMUNES A DIVERSAS INDUSTRIAS QUE
GENERAN EFLUENTES LIQUIDOS
III.1 Adecuación y Tratamiento de aguas para Calderas y Circuitos de Refrigeración
Previamente se definen algunos términos para el entendimiento del tema:
III.1.1 Corrosión:
Cuando un metal está en contacto con una
solución de electrolito, como es el caso del
agua, tiende a poner en solución sus iones
electropositivos, quedando por lo tanto
cargado negativamente, determinándose
así una diferencia de potencial en el medio
y una corriente eléctrica que provoca la
disolución del electrodo metálico,
fenómeno que se conoce como corrosión.
La presencia de contaminantes con
elevado potencial de oxidación en el agua
(Manganeso, Hierro y Aluminio), tiene
una gran influencia en la corrosión de
metales, pues aceleran los procesos, éstos
son diferentes según haya en el medio
oxígeno o no. El potencial de corrosión se
puede controlar con el uso de inhibidores
de corrosión.
En las superficies metálicas se forman
cátodos de corrosión, ánodos de corrosión
y/o combinación de ambos, dependiendo
de una serie de factores, que no se van a
desarrollar, pues lo que se pretende no es
explicar el mecanismo de la corrosión sino
la contaminación que puede aportarse a un
sistema por el uso de los inhibidores
químicos.
III.1.1.a Inhibidores de la corrosión:
Denominados también pasivantes. Son productos químicos que se agregan al agua de un
Circuito, ya sea de Refrigeración, de agua para Calderas, retornos de condensado, equipos
Intercambiadores de Calor, etc., para evitar que el agua tome contacto con el metal y
eliminar el efecto corrosivo que se origina sobre el mismo, su acción consiste en formar
una película protectora sobre el metal.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación
56
Inhibidores de la corrosión: Acción
Inhibidores físicos:
Se utilizan aminas grasas (4 a 18 átomos de
carbono), en dosis del orden de 2 a 20 g/m3
, son
indicadas para retornos de condensado, bajo
controles estrictos. Se adsorben sobre la superficie
metálica, como si fuesen una pintura
Inhibidores de acción
química:
Modifican el potencial o las curvas de polarización
de los electrodos. Crean pares electrolíticos en el
metal, lo que constituye una capa protectora y
selectiva que se aplica donde es necesario.
Inhibidores de corrosión
simples
Cromatos: Son Inhibidores de ánodos de corrosión,
muy estables al calor, por eso su uso es frecuente
en Circuitos industriales. La dosis habitual a
agregar es de 15 a 40 g / m3
Sales de Cinc: Son Inhibidores de cátodos de
corrosión.
Polifosfatos: Son Inhibidores de ánodos o cátodos
de corrosión, de acuerdo a su modo de empleo. Se
los utiliza cuando no hay muy altas temperaturas
en las paredes. Dosis 5 a 50 mg /m3
, depende de la
dureza del agua.
Silicatos: Se los utiliza en aguas dulces y calientes,
con alto contenido de oxígeno, la dosis común es
de 10 g / m3
de SiO2.
Nitritos: Para protección de aceros, la dosis es de
1g /litro de agua
Inhibidores compuestos:
Sales tampón, catalizadores y dispersantes, que se
utilizan en Circuitos semicerrados.
Cromatos – Fosfatos: Dosis 30 a 80 g /m3
Fosfato- Cinc: Dosis a 60 g / m3
Cromatos – Cinc: Dosis 25 a 40 mg / m3
.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación
57
III.1.2 Biocidas
El crecimiento microbiano dentro de los
Circuitos de Refrigeración, se ve
favorecido por la presencia de nitrógeno,
fósforo y sustancias orgánicas en un
ambiente cálido, originando
perturbaciones en el flujo por obturaciones
e incrustaciones que se adhieren a las
paredes interfiriendo en los intercambios
de calor, pueden provocar corrosión, por
los subproductos que resultan en el
crecimiento biológico.
En el control del crecimiento biológico
se utilizan productos antibacterianos,
alguicidas y fungicidas.
III.1.3 Inhibidores de precipitación:
Se usan para evitar las incrustaciones que
se adhieren a las paredes metálicas en
forma de capa dura., al precipitar las sales
que contiene el agua por variaciones de la
calidad de la misma.
Para evitar estos inconvenientes
generalmente se trata el agua previamente,
utilizando distintos procesos como ser:
Desendurecimiento
Descarbonatación
O se forman compuestos solubles
agregando Polifosfatos, que no son
eficientes a alta temperatura.
A temperaturas elevadas suele usarse
E.D.T.A. (ácido Etilen - Diamino-
Tretacético) y sus sales de Sodio.
O se utilizan productos dispersantes, como
los Taninos para aguas de Caldera de baja
y media presión, o Polímeros orgánicos de
peso molecular medio.
Hay distintos tipos de inhibidores de estos procesos, ejemplo:
§ compuestos clasificados como tóxicos con metales pesados.
§ el cloro y sus derivados, que son los que se utilizan con más frecuencia y además
son productos limpiadores, como las cloraminas, el dióxido de cloro y el hipoclorito
de sodio.
§ los amonios cuaternarios.
§ los derivados órganos sulfurados.
Las dosis varían pero siempre es mayor de 1 g /m3
, pudiendo llegar a 100 g /m3
.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 58
III.1.4 Limpiadores de Circuitos
El agregado de dispersantes hace que el
Circuito se sature, por la abundancia de las
partículas en suspensión, cuando esto
sucede hay que limpiarlo para extraer las
sustancias suspendidas, se utilizan
inhibidores de precipitación en cantidades
muy elevadas, pudiendo llegar a dosis de
500 g /m3
en estas ocasiones.
La presencia de oxígeno en los Circuitos
es perjudicial por los procesos de
corrosión, para reducirlo se agregan
productos químicos como ser:
Sulfito Sódico: Dosis 8 g de Sulfito por g de O2 disuelto.
Hidrazina: 1 g de N2 H4
Tanato sódico: 2 g de Tanato Sódico reduce 1 g de Oxígeno.
III.1.5 Resinas de intercambio:
Algunos procesos productivos necesitan
agua Desionizada, para lo cual se utilizan
Intercambiadores de Iones. Las tres
aplicaciones principales en el caso de
tratamientos de agua por Intercambiadores
de Iones son:
Desendurecimiento
Descarbonatación
Desmineralización.
Generalmente se realiza el intercambio
luego de un tratamiento previo del agua
bruta, consistente en la eliminación de
sustancias orgánicas en suspensión, cloro
residual, cloraminas, etc., depende del tipo
de Intercambiadores de Iones que se va a
emplear.
Es importante destacar el desagüe puntual
que se genera cuando hay que regenerar
los lechos de intercambio, la frecuencia de
regeneración depende de la capacidad de
cambio de la capa de resinas utilizadas.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 59
III.2 Desagües generados en procesos no productivos
A continuación se detallan algunos desagües que no provienen de procesos
productivos pero que se originan en diversos establecimientos industriales y
que deben ser considerados al momento de caracterizar un efluente.
III.2.1 Desagües generados por la utilización de Calderas - Purgas de agua de Calderas
– Renovación de las aguas del sistema.
El agua en forma líquida en el interior de
la caldera, va aumentando
progresivamente su salinidad y la
posibilidad de precipitación de las sales,
porque se concentra con las impurezas
que tenía el vapor. Para mantener un
equilibrio salino y evitar la formación de
precipitados que pueden afectar las
conducciones hay que evacuar
periódicamente una cantidad definida de
agua del sistema, o sea purgar los
Circuitos y aportar agua con menor
contenido de sales, llega un momento en
que no se puede mantener la calidad
requerida por el sistema y se hace
necesario una renovación total del agua
del Circuito.
Se generan así efluentes discontinuos por
purgas de caldera y renovación de agua
de circulación, los que pueden provocar
picos de caudal y calidad en el efluente
final de un establecimiento industrial.
La calidad de estos vertidos depende de
los tratamientos a los que se haya
sometido el agua aportada a la caldera. Y
el caudal de las dimensiones del Circuito.
Los vertidos entonces van a arrastrar los
productos químicos utilizados en la
adecuación del agua, además de otros
productos provocados por corrosión
como óxidos de Hierro y Cobre, e
incluso hidrocarburos y otras sustancias
por contaminaciones accidentales del
vapor en los Circuitos, además de
desviaciones de pH y altas temperaturas.
Por lo que son efluentes discontinuos,
pero periódicos que deben ser tenidos en
cuenta en el momento de caracterizar un
desagüe industrial.
III.2.2 Desagües originados por los Circuitos de Refrigeración
En los distintos procesos industriales se
utilizan maquinarias y/o equipos que
deben ser refrigerados, como ser:
condensadores, intercambiadores,
refrigerantes de aceites, de aire, de gases,
de líquidos, de hornos, trenes de
laminación, reactores químicos, etc.
Existen Circuitos de Refrigeración
abiertos, semicerrados y cerrados. Todos
generan un desagüe que puede ser
continuo en el primer caso y discontinuo
en los dos últimos.
Los Circuitos cerrados, también van a
generar un desagüe esporádico aunque
importante en cuanto a calidad y caudal, y
es cuando se regenera el agua de
circulación del mismo por saturación de
sales y productos químicos agregados en
los procesos de adecuación de las aguas de
aportación.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 60
La calidad de todos estos vertidos
dependerá de los inhibidores de corrosión
utilizados, los alguicidas, desincrustantes,
y demás productos agregados.
III.2.3 Desagües originados por las operaciones de regeneración de resinas
Las operaciones de regeneración se efectúan en etapas, las que se simplifican como sigue:
§ Preparación de los reactivos regenerantes
§ Separación de las resinas por contralavado.
§ Regeneración de los lechos.
§ Enjuagues
§ Mezclado de lechos por pasaje de aire
§ Llenado
§ Enjuague final.
Estas operaciones se realizan cuando se
agotó el ciclo de operación. y depende en
cada caso de la capacidad del
Intercambiador (poder de intercambio),
que es función de las características
químicas e hidráulicas de cada caso, de la
carga volumétrica y de la salinidad del
agua.
La cantidad de productos regeneradores
utilizados puede estimarse observando la
capacidad de los recipientes que los
contienen y el caudal de los desagües
depende del número de enjuagues y de la
duración de los mismos, que generalmente
se realizan a máximo caudal durante media
hora cada uno.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 61
III.2.4 Desagües generados por el lavado de gases
Constituyen generalmente Circuitos
cerrados alimentados con agua, en donde
se producen disoluciones de los gases en el
agua, tales como sulfuro de hidrógeno,
dióxido y trióxido de azufre, monóxido de
carbono, fluoruro de hidrógeno, ácido
cianhídrico, amoníaco, etc.
También se originan suspensiones de
cationes que se disuelven en los ácidos
originados por la disolución de los gases,
estos cationes pueden ser metálicos o no,
de acuerdo con la naturaleza del gas que
se está lavando.
Las aguas del Circuito de lavado se van
concentrando lo que hace que sea
necesario su adecuación y purga, muchas
veces en el Circuito se interpone un
tratamiento de depuración y otras veces no,
sea como sea, se va a originar un desagüe
que es necesario analizar en el momento de
caracterizar los efluentes generados en un
Establecimiento industrial.
Un ejemplo es el lavado en Circuitos cerrados de los gases que se generan en los
procesos de reducción o calcinación del mineral en la industria metalúrgica, en los
cuales hay disolución de los gases ya nombrados, que originan ácidos que en
condiciones adecuadas de presión elevada, disuelven los metales arrastrados y
cuando las aguas vuelven a presión atmosférica, se produce un desequilibrio por
liberación de dióxido de carbono y consecuentemente se produce la precipitación
de los Hidróxidos metálicos. Como resultado, las aguas de los Circuitos de lavado
de gases, deben pasar por unidades depuradoras intermedias, las que naturalmente
deben purgarse por el aumento de la concentración de contaminantes tras los
sucesivos lavados.
Estas aguas producen precipitaciones incrustantes, aumento de la alcalinidad
y variaciones de pH.
CAPITULO III
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 62
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 63
DEBEN CONSIDERARSE TODAS LAS DESCARGAS
RESIDUALES DERIVADAS DE LOS PROCESOS
INDUSTRIALES COMO ASÍ TAMBIÉN LOS VERTIDOS
ORIGINADOS POR DISTINTOS USOS DEL AGUA
INDUSTRIAL COMO SER LAS PROVENIENTES DE LAS
PURGAS DE CIRCUITOS CERRADOS O SEMICERRADOS
DE REFRIGERACI ÓN, DE PRODUCCI ÓN DE VAPOR, DE
RECIRCULACI ÓN DE AGUAS DE PROCESO, AGUAS DE
CONDENSADOS, DE LIMPIEZA DE EQUIPOS Y
UTENSILIOS, ETC., EVACUADOS A CUALQUIER DESTINO,
FUERA DE LAS INSTALACIONES INDUSTRIALES.
CAPITULO IV
IV EFLUENTES INDUSTR IALES:
IV.1 Efluentes Líquidos - Identificación de los Constituyentes más Significativos por
Rubro Industrial - Alternativas de Tratamiento y/o Disposición Final
IV.1.1 Abonos y Ácido Fosfórico
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
Nitrógeno Amoniacal.
Nitratos
Fósforo
Fluoruros
Acidez.
Alcalinización con Cal para
Precipitación de Fosfatos, Fluoruro
Cálcico y Sílice.
Los concentrados de Carbonatos y
Bicarbonatos de Amonio: por
“stripping”, Refrigeración e
Intercambio Iónico y pueden
Recircularse para agua de Caldera.
Los Condensados, Destilados de
Vapores Nítricos: por Osmosis
Inversa o Destilación.
Urea y Amoníaco: por Hidrólisis
alcalina y/o arrastre con vapor y
Soda Cáustica.
Las reacciones de
precipitación consumen
gran cantidad de cal y
producen fangos
abundantes de difícil
decantación y
deshidratación.
Su tratabilidad es
semejante a la de los
efluentes de lavado de
gases procedente de la
electrólisis de la
criollita.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 64
IV.1.2 Aceites y Jabones:
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
OBSERVACIO-
NES
pH
Sulfuros
Sólidos
Sedimentables,
Sustancias Solubles en Eter Etílico
DBO5
Sustancias Reactivas al Azul de
Ortotoluidina
Tratamiento ácido, "Cracking”,
y Flotación para separación de
aceites,
Neutralización, Tratamiento
Biológico Complementario.
La separación
por Flotación de
las Grasas reduce
en un 50 a 70%
la DBO5.
IV.1.3 Alimenticias
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
CONSERVAS
DE CARNE
pH, Turbiedad,
Olor, Sulfuros,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos,
Sustancias
Solubles en Eter
Etílico, DBO5,
Sustancias
Reactivas al Azul
de Ortotoluidina.
Desbaste fino,
Floculación, Flotación,
Tratamiento Biológico
aeróbico de carga
media. Desinfección.
El líquido crudo puede
aportar 14 a 15 Kg. DBO5
/ Kg. de producto
CONSERVAS
DE FRUTAS
pH, Sulfuros,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos,
DBO5, Sustancias
Reactivas al Azul
de Ortotoluidina
Tamizado,
Neutralización,
Tratamiento Biológico
Aeróbico de baja
Carga, Agregado de
Nitrógeno
Ricos en glúcidos,
abundante Fósforo.
Fácilmente fermentable.
El líquido crudo puede
aportar valores de 5 a 20
g. DBO5 / Kg de producto
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 65
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
CONSERVAS
DE
LEGUMBRES
pH, Sulfuros,
Sólidos
Sedimentables,
DBO5, Sustancias
Reactivas al Azul
de Ortotoluidina
Tamizado,
Neutralización,
Tratamiento Biológico
Aeróbico de baja
Carga, Agregado de
Fósforo.
Ricos en glúcidos,
abundante Nitrógeno.
Fácilmente fermentable.
El líquido crudo puede
aportar valores de 5 a 12
g. DBO5 / Kg de
producto.
DERIVADOS
DE PAPAS.
pH, Sulfuros,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos,
DBO5, Sustancias
Reactivas al Azul
de Ortotoluidina
Carga Orgánica
por:
Almidón, Proteínas,
Pulpas, Residuos
Vegetales,
Estabilizantes,
Antioxidantes,
Antiespumantes
Recuperación de pulpa,
Tratamiento primario
de Decantación,
Tratamiento Biológico
de mediana o baja
carga.
Fermentables.
Luego de la Decantación,
la contaminación aportada
es de 500 a 1500 mg/l de
DBO5.
FECULERÍAS,
FÁBRICA DE
ALMIDÓN.
pH, Sulfuros,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos,
DBO5, Sustancias
Reactivas al Azul
de Ortotoluidina
Alta Carga
Orgánica por:
Almidón, Proteínas,
Pulpas, Residuos
Vegetales,
Estabilizantes,
Antioxidantes,
Antiespumantes
Recuperación de pulpa,
Tratamiento primario
de Decantación,
Tratamiento Biológico
de aireación extensiva.
Fermentables.
Luego de la Decantación,
la contaminación aportada
es de 1500 a 2000 mg/l de
DBO5.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 66
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
LÁCTEA
pH, Turbiedad,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos
Sulfuros,
Sustancias
Solubles En Eter
Etílico, DBO5,
Sustancias
Reactivas al Azul
de Ortotoluidina,
Contaminación
Microbiana
Recuperación de suero.
Desbaste, Desengrase,
Compensación de
calidad,
Neutralización,
Tratamiento Biológico
Aeróbico (Aireación
Extendida)
Desinfección
Concentraciones de leche
o suero en el efluente
superiores a 2 %,
producen fermentaciones
ácidas que inhiben el
desarrollo bacteriano. La
contaminación que se
vierte por cada tipo de
industria puede estimarse
en:
Leche en polvo:
100 a 300 g. DBO5 / 100
lts. de leche tratada.
Manteca sin Recuperación
de suero: 370 a 630 g.
DBO5 / 100 lts. de leche
tratada.
Queso: 650 a 1050 g.
DBO5 / 100 lts. de leche
tratada.
Leche de consumo y otros
productos:
350 a 750 g. DBO5 / 100
lts. de leche tratada.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 67
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
MATADEROS
pH, Sulfuros,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos,
DBO5, Sustancias
Solubles en Eter
Etílico, Demanda
de Cloro,
Microorganismos
Patógenos,
Bacterias
Coliformes y
Aeróbicas
Recuperación de
sangre, Desbaste
grueso y fino,
Floculación, Flotación,
Recuperación de
Grasas y proteínas,
Tratamiento Biológico
aeróbico de carga
media a baja.
Desinfección.
Contaminación aportada,
de 3 a 5 Kg de DBO 5 /
Kg de carne
Con desbaste fino puede
lograrse una reducción del
10 a 15 % de la DBO5.
IV.1.4 Azucareras
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
OBSERVA-
CIONES
pH, Sulfuros, Sólidos
Sedimentables, DBO5,
Sustancias Solubles en
Eter Etílico
Carga Orgánica
Recirculación de aguas de lavado y
transporte de la remolacha, (Tratamiento
de Desbaste y Decantación, con
dosificación de polielectrolito),
almacenamiento del efluente,
Fermentación anaeróbica, (la más
económica) y/o Depuración biológica
aeróbica.
Residuo
Fermentable
DBO5 3000
mg/l.
IV.1.5 Circuitos impresos
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 68
pH,. Sól. Sedimentables, Sól.
Suspendidos, Sustancias
Solubles en Éter Etílico
Disolventes Halogenados,
Hidrocarburos, Metales
Pesados, Fluoruros,
Cianuros, Fósforo, Agentes
Quelantes.
Desbaste fino,
Centrifugación de los
efluentes parciales con
gran contenido de sólidos
en suspensión,
Compensación de calidad,
Neutralización,
Tratamientos Biológicos
en varias etapas.
Se consigue una mejor
depuración realizando
tratamientos en línea, y
realizando la recuperación
de metales por ósmosis
inversa, con lo cual se
puede recircular el agua a
los enjuagues.
IV.1.6 Cosméticos
INDUSTRIA
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
ARTÍCULOS DE
TOCADOR,
SHAMPOOS,
TINTURAS, ETC.
pH, Sólidos Sedimentables.,
Sólidos Suspendidos, Sustancias
Solubles en Eter Etílico, DBO5,
DQO, Sustancias Reactivas al Azul
de Ortotoluidina, Nitrógeno
Amoniacal.
Tratamiento Físico
Químico Neutralización,
Flotación, Desengrase,
Oxido -Reducción.
IV.1.7 Del cuero
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTO
S
OBSERVACIO-
NES
CURTIEMBRES
Coloides Proteicos,
Olor, Sólidos en
Suspensión, pH,
Sulfuros, Sólidos
Sedimentables,
Sustancias Solubles
en Eter Etílico,
DBO5, Cromo
Trivalente y/o
Tanino, Compuestos
Fenólicos, Xilenos.
Desbaste grueso,
Desbaste fino,
Desengrase,
Oxidación de
sulfuros (Natural
y/o por reacción
química),
Recuperación de
Cromo,
Compensación de
calidad,
Neutralización,
Tratamiento
Biológico.
La DBO5 alcanza
valores del orden de
700 a 800 mg/l.
Los subproductos
pueden venderse
para la fabricación
de colas y gelatinas
para la industria
fotográfica.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 69
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTO
S
OBSERVACIO-
NES
COLAS O
GELATINAS
A partir de
deshechos de piel,
huesos, y residuos
de pescado:
Coloides Proteicos,
Sólidos en
Suspensión, pH,
Sulfuros, Sólidos
Sedimentables,
Sustancias Solubles
en Eter Etílico, DBO5
Desbaste grueso y
fino, Floculación
con cal,
Neutralización,
Tratamiento
Biológico.
Carga de DBO5: 5
Kg de DBO5/ 100
Kg de cola.
IV.1.8 Del Cloro
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
Salmueras, Mercurio Iónico y
Metálico.
Tratamiento Físico Químico para
Recuperación de Mercurio
IV.1.9 De la fermentación
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
OBSERVACIO-
NES
CERVECERÍAS
pH ácido, Sólidos
en Suspensión,
Materias
Nitrogenadas,
Levadura, Residuos
de Cebada.
Recuperación de
subproductos, Desbaste
fino, Neutralización,
Tratamiento Biológico
aeróbico de carga media
a baja. Desinfección.
800 g de DBO5 /
Hectolitro de
cerveza
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 70
AMINOÁCIDOS
ENZIMAS,
ANTIBIÓTICOS,
LEVADURAS
pH , Materias
Nitrogenadas, DBO5
Tratamiento Biológico
aeróbico de carga media a
baja.
Desinfección.
IV.1.10 Destilerías
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
Melazas o Vinazas muy
Concentradas, Sólidos en
Suspensión, pH, Sólidos
Sedimentables, Sustancias
Solubles en Eter Etílico,
DBO5.
Desbaste fino,
Centrifugación de los
efluentes parciales con
gran contenido de Sólidos
en Suspensión,
Compensación de calidad,
Neutralización,
Tratamientos Biológicos
en varias etapas.
DBO5 5000 a 10000 mg/l.
Los ensayos de
Recuperación de vinazas han
permitido obtener levaduras
alimenticias, reduciendo la
contaminación de DBO5 a
1000 y 1500 mg/l.
IV.1.11 Elaboración de cemento, cal y yeso
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
Piedra Caliza, (Carbonato de
Calcio), Sílice, Alúmina e
Hierro. Sólidos Sedimentables,
pH
Decantación,
Neutralización.
Gran cantidad de barros.
IV.1.12 Galvanoplastías
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 71
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
1) CADMIADO
2) COBREADO
3) CROMADOS
4) ESTAÑADO,
5) NIQUELADO
6) CINCADO.
1) Iones de Cadmio,
Sodio, Potasio,
Fosfatos, Boratos,
Acetatos
2) Iones Cu, Na, K,
Amonio,
Ortofosfatos,
Fosfatos, Sulfatos,
Cianuros
3) Iones de Cr6+
,
Bario, Na,
Dicromato,
Carbonato,
Cianuros, Acetatos
4) Iones de Sn2+
, Na+
,
Sulfatos, Nitratos.
5) Iones de Ni+
, Na+
,
NH4+
, C2-
, Fosfatos,
Ortofosfatos,
Sulfitos, Boratos.
6) Iones de Zn2+
, Na+
,
NH4+
, C2-
, Fosfatos,
Ortofosfatos, CN-
,
Acetatos.
Picos de Acidez Y
Alcalinidad,
Sustancias Solubles
en Eter Etílico
Disolventes
Orgánicos
1) Precipitación
química.
Neutralización
2) Precipitación
química.
Neutralización
3) Reducción de Cr6
,
precipitación de
Cr3+
,
Neutralización,
Desengrase y
oxidación de
Cianuros y otros
aniones.
4) Precipitación
química.
Neutralización
5) Precipitación
química.
Neutralización
6) Precipitación
química.
Neutralización,
Desengrase y
Oxidación de
Cianuros.
En todos los casos es
conveniente separar y
tratar por separado
los efluentes ácidos
de los alcalinos y
juntarlos luego para
su neutralización.
Si se procede a la
desmineralización
total, se pueden
Reutilizar las aguas,
con Tratamientos con
resinas de
intercambio iónico y
Recuperación de
metales por ósmosis
inversa.
La contaminación por
Cianuros puede
eliminarse
reemplazando las
sales cianuradas por
baños de tipo ácido o
alcalinos sin
Cianuros, ni
complejantes
orgánicos.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 72
IV.1.13 Metalurgia del Aluminio
INDUSTRIA
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
OBSERVA-
CIONES
OBTENCIÓN
DE
ALUMINIO
Efluentes ácidos:
Fluoruros, Sulfitos,
Carbono, Alúmina Y
Criollita, Aluminio
Disuelto, Alquitranes,
DQO elevada, Cloruro
de Aluminio.
Efluentes Alcalinos:
Fluoruros y Cianuros,
Grasas
Tratamiento por separado
de los vertidos.
Efluentes Ácidos:
Neutralización,
Precipitación y
Coagulación,
Sedimentación.
Efluentes alcalinos:
Alcalinización con cal
para eliminación de
Fluoruros y Cianuros,
Desengrase y mezcla con
los efluentes ácidos para
corrección de pH.
Si se procede a
la
desmineralizaci
ón total, se
pueden
reutilizar las
aguas
TRATAMIEN-
TO
SUPERFICIAL
Efluentes ácidos:
Aluminio, Cromo (si hay
pasivado crómico)
efluentes alcalinos:
Grasas, Cianuros
(eventualmente)
Se tratan por separado
Efluentes ácidos:
desmineralización total y
Recirculación.
Efluentes alcalinos:
Desengrase, Precipitación.
Eliminación de Cianuros.
Si se procede a
la
desmineralizaci
ón total, se
pueden
reutilizar las
aguas
IV.1.14 Metalúrgica del Cobre
INDUSTRIA EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
1) LAMINADO DE
COBRE
2) CABLES
ELÉCTRICOS
1) Oxidos de Cobre
en Suspensión. pH
2) Cobre Metálico en
Suspensión y
Solución de Sulfato
de Cobre, pH
Recuperación por ciclón,
y/ o Decantación y/o Filtración.
Regeneración del Sulfato de Cu por
electrólisis, parte del Cu queda en el
cátodo.
Intercambio iónico, los ácidos se
recirculan hacia la instalación de
electrólisis.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 73
IV.1.15 Papeleras. Pasta y Papel
EFLUENTES LIQUIDOS
- CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
§ Pasta Kraft :
Licores de Cocción
(Negros), DBO5, DQO,
Color, Sólidos
Suspendidos, Sulfuros.
§ Pasta al Bisulfito:
mayor carga
orgánica que la
anterior
§ Pasta Semi-
Química: Idem
Características del
efluente total:
contaminación
insoluble elevada
(fibras y fibrillas,
arcillas,
Materias no
sedimentables
(50 %) biodegradable,
Biocidas (Hg, Cromo,
Etc.)
Grasas, Color ,
Temperatura.
Los procedimientos de
eliminación de color y
DQO no biodegradable
incluyen adsorción a través
de resinas o carbón
activado, precipitación
química. Para la
eliminación de la DBO5
tratamientos biológicos,
luego de acondicionado el
efluente.
Tratamientos:
Tamizado
Floculación – Decantación.
Neutralización
Tratamiento Biológico
Recirculación de aguas
Recuperación de fibras.
Kraft
DBO5 líquido crudo:
25 a 35 Kg/Tn .
Consumo de agua:
30 a 120 m,3
/Tn Blanqueado:
DBO5 líquido crudo: 45- 65
Kg/Tn
Consumo de agua:
120 a 350 m,3
/Tn
Bisulfito:
DBO5 líquido crudo:
50 a 160 Kg/Tn
Cons. de agua:
100 a 300 m,3
/Tn
Blanqueado:
DBO5 líquido crudo: 60 a 250
Kg/Tn
Cons. de agua:
200 a 650 m3
/Tn
Semiquímica:
DBO5 líquido crudo: =60 Kg/Tn
Cons. de agua:
250 m3
/Tn.
La pasta blanqueada con cloro
genera compuestos orgánicos
tóxicos, Dioxinas y Furanos
clorados, por reactividad de las
ligninas de algunas maderas.
Formación de Halometanos y
desprendimiento de Cloroformo.
IV.1.16 Productos Botánicos
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
Carga Orgánica, Alcoholes,
Disolventes.
Recuperación de solventes Tratamiento
Físico Químico
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 74
IV.1.17 Productos Farmacéuticos
INDUSTRIA
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
A BASE DE
COMPUESTOS
ARSENICALES.
Arsénico
Remoción de As. con
Sulfato de Aluminio.
PRODUCTOS
QUÍMICOS
MEDICINALES
ORGÁNICOS
Disolventes Orgánicos,
Metales Pesados,
Alcohol Isopropílico,
Etanol, Mercurio,
Arsénico, Trazas del
Producto. (Vitaminas,
Tranquilizantes,
Esteroides, Etc.), DBO5,
DQO
Tratamientos Químicos,
recuperación de
disolventes, luego
Tratamientos biológicos
PRODUCTOS QUÍMICOS
MEDICINALES
INORGÁNICOS
Selenio, Trazas de
Producto.
Tratamiento Físico
Químico
ANTIBIÓTICOS
Disolventes Orgánicos,
Trazas de Producto.
Tratamiento Biológico
IV.1.18 Recuperación de aceites
INDUSTRIA
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
ACEITES DE
TRANSFORMADO-
RES, ACEITES
SOLUBLES,
LÍQUIDO DE
FRENOS, ACEITES
HIDRÁULICOS
Aceites Concentrados.
pH, Sustancias Solubles en
Eter Etílico, DBO5, DQO,
PCB, Metales Pesados
Sólidos Suspendidos,
Sólidos Sedimentables.
Hidrocarburos
Monitoreo para determinar
el porcentaje de Aceite
recuperable, porcentaje de
lodo de fondo, y de agua.
Determinación del “flash
point”, concentración de
PCB y metales. Filtración,
corrección de pH,
Destilación, Recuperación
de aceites, Incineración de
residuos del fondo de
Destilación
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 75
ACEITES
DILUIDOS
pH,
Sustancias Solubles en Eter
Etílico,
DBO5, DQO,
PCB, Metales Pesados,
Sólidos Suspendidos,
Sólidos Sedimentables,
Hidrocarburos.
Acidificación, Flotación,
Separación de fases, la
fase aceitosa y
concentrada, se trata igual
que la anterior, el líquido
remanente debe
neutralizarse y filtrarse.
IV.1.19 Recuperación de solventes
INDUSTRIA
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
RECUPERACIÓN DE
SOLVENTES ALIFÁTICOS,
AROMÁTICOS,
HALOGENADOS,
TINTURAS,
DESENGRASANTES
BARNICES, URETANOS, etc.
El líquido por lo menos
debe contener el 50 % de
solventes aptos para
recuperar, 20 % de sólidos.
Los parámetros dependen
del tipo de solvente
Destilación simple o
Fraccionada,
Condensación, fondo
de destilación se
manda a Incinerar
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 76
IV.1.20 Textiles
INDUSTRIA
EFLUENTES
LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIEN-
TOS
OBSERVACIONES
1) ACABADO
TEXTIL.
(BLANQUEO,
TINTURA,
IMPRESIÓN Y
APRESTO DE
FIBRAS DE
ALGODÓN
2) FIBRAS DE
LANA
3) FIBRAS
MIXTAS.
Efluente global
(algodón y fibras
artificiales):
CAUDAL = 80 a 400
m3
/ Tn de fibra
pH fuertemente
alcalino. (algodón)
pH fuertemente
ácido (lana)
DQO,
DBO ,
Sólidos
Sedimentables,
Sólidos
Suspendidos,
Cr6+
,
Sulfuros,
Grasas,
Fenoles,
Color,
Temperatura
Tamizado,
Compensación
de caudal y
calidad.
Enfriamiento
Neutralización
Flotación
Coagulación y
Floculación
Tratamiento
biológico
aeróbico.
Agregado de
Carbón Activado
para disminución
de color.
Disminución de la DBO
reemplazando productos:
Detergentes sintéticos de
baja carga orgánica en vez
de jabones.
Almidones por colas, ej.
Carboximetilcelulosa.
Ácido acético por sal
inorgánica de Amonio.
Reemplazo de Aceite para
cardar por aceites
minerales con
emulsionantes no iónicos.
Reutilización de aguas de
enjuague en procesos de
cocción.
Reutilización de agua de
enjuague de teñido para
nuevos baños colorantes.
Recuperación de Grasas
del lavado de lana,
(subproducto para la
obtención de lanolina).
Recuperación de Soda
Cáustica del mercerizado
de algodón.
Utilización de los líquidos
de blanqueado para
decolorar los líquidos de
teñido.
CAPITULO IV
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 77
IV.1.21 Vidrios y Espejos
EFLUENTES LIQUIDOS -
CONSTITUYENTES
TRATAMIENTOS
Acidez, Oxidos de Cerio,
Plata, Polvos (Piedra
Pómez, Coridón), Cromo,
Cobre, Cinc
Tratamiento físico - químico. Recuperación de Plata,
precipitación de metales. Neutralización final
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 78
CAPITULO V
V COMPOSICIÓN DE LA S AGUAS RESIDUALES:
Las aguas crudas, (sin tratamientos de
depuración), contienen sustancias disueltas
y en suspensión.
Dentro de las sustancias disueltas hay
elementos orgánicos que pueden ser
sustancias biodegradables y/o no
biodegradables y/o compuestos tóxicos y/o
elementos inorgánicos disueltos, (sales,
amoníaco, fosfatos, etc.)..
En las materias en suspensión también
puede haber sustancias orgánicas, y/o
microorganismos y/o sustancias
inorgánicas en suspensión, (por ejemplo
minerales).
Atento a la gran diversidad de
composiciones de las aguas residuales, que
dependen del tipo de proceso industrial en
el cual se generan, de las materias primas e
insumos utilizadas, del modo de operación,
de la idiosincrasia de la industria y de otros
varios factores, hacen imprescindible la
caracterización de dichas aguas y la
cuantificación volumétrica, con la medida
de los caudales máximos, mínimos y
promedios de volcamiento, con lo cual se
podrá verificar si resulta necesario
emprender acciones correctoras de
depuración previo a su descarga a un curso
superficial o a otro destino autorizado.
Para determinar la calidad del líquido es preciso realizar análisis físico-químicos y
biológicos. Los cuadros siguientes detallan los principales parámetros que hay que
considerar, los objetivos de los tipos de tratamiento de depuración que pueden emplearse
(pretratamientos, tratamientos primarios, secundarios y/o biológicos), algunas unidades
que generalmente los componen y las operaciones y procesos unitarios involucrados.
Cuando se realizan los tratamientos de efluentes, es común que se generen barros o bien
pueden llegar a generarse en los procesos industriales, por tal causa se ha incluido una
tabla, que por tipo de industria, se señala la posible procedencia de barros tóxicos, sus
principales constituyentes peligrosos y las alternativas de tratamiento.
Es importante destacar que en los efluentes industriales, pueden haber sustancias en
distintas proporciones, las que en sus estados puros, poseen efectos adversos sobre la salud,
estos compuestos químicos son conocidas como contaminantes prioritarios, se listan en una
tabla los principales, sus procedencias de acuerdo al tipo de industria y sus efectos sobre la
salud.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 79
V.1 Características físico químicas de las aguas residuales
Características de las aguas residuales.
Características Físicas Aspecto, Color, Turbiedad, Olor, Sólidos Totales, Temperatura.
Características Químicas Materia Orgánica: Demanda Bioquímica de Oxígeno (DBO5),
Demanda Química de Oxígeno (DQO),Carbono Orgánico Total
(COT), Nitrógeno Total, Nitrógeno Orgánico, Compuestos
Tóxicos Orgánicos.
Características Inorgánicas: pH, Acidez, Alcalinidad, Dureza,
Conductividad, Salinidad, Sulfuros, Compuestos Tóxicos
Inorgánicos, Metales Pesados, Gases
Características Biológicas Tipos de microorganismos presentes
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 80
V.2 Descripción de las características físico – Químicas de las aguas residuales
Parámetro Descripción
Aspecto
Se refiere a la descripción de su característica más apreciable a simple vista, por ejemplo agua residual turbia,
presencia de sólidos disueltos, presencia de sustancias flotantes, etc.
Acidez
Se debe a la presencia de ciertos ácidos minerales y/u orgánicos, o a la hidrólisis sufrida por la existencia de sales de
ácidos fuertes y bases débiles. Puede causar acción corrosiva en las instalaciones, por la acción del catión hidrógeno.
Alcalinidad
Son aguas que contienen disueltos en ellas algunos de los siguientes iones: carbonatos ácidos, carbonatos e
hidróxidos. Cuando la alcalinidad se debe a la presencia de hidróxidos se habla de aguas cáusticas.
Carbono Orgánico Total
(COT)
Especialmente indicado para pequeñas concentraciones de materia orgánica, la que se mide por la cantidad de
anhídrido carbónico que se genera al oxidar en condiciones especiales a la materia orgánica. Este valor puede expresar
cantidades menores de materia orgánica, pues algunos compuestos orgánicos pueden no oxidarse.
Color
Indica generalmente la presencia ya sea de sustancias disueltas y/o coloidales y/o suspendidas (color aparente).
Cuando se elimina la turbiedad del agua por centrifugación o filtración se obtiene el color real. Da un aspecto
desagradable al agua residual.
Compuestos Tóxicos
Inorgánicos
Entre ellos se encuentran algunos metales pesados (bario, cadmio, cobre, mercurio, plata), arsénico, boro, potasio,
amonio, cianuros, cromatos, floruros, etc.
Compuestos Tóxicos
Orgánicos:
Entre ellos los contaminantes prioritarios: Disolventes, (acetona, benceno, fenilbeceno, etc.), compuestos
halogenados, pesticidas, herbicidas, insecticidas.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 81
Parámetro Descripción
Conductividad
Es la capacidad de una solución para transportar una corriente eléctrica. Depende de la presencia de iones y de su
concentración total, de su movilidad, valencia y de la temperatura. Las aguas residuales con sales, bases y ácidos
pueden tener coeficientes de conductividad más altos que las aguas residuales con compuestos orgánicos que no se
disocian, que es casi nulo.
Demanda Bioquímica de
Oxígeno (DBO5)
Expresa la cantidad de oxígeno necesario para la oxidación bioquímica, de los compuestos orgánicos degradables
existentes en el líquido residual. Fijando ciertas condiciones de tiempo y temperatura, por ej. en 5 días y a 20 º C.
Demanda Química de
Oxígeno (DQO)
Expresa la cantidad de oxígeno necesario para la oxidación química de la materia orgánica. Generalmente es mayor
que el valor de la DBO5, porque suele ser mayor el número de compuestos que se oxidan por vía química que
biológica, ante la presencia de un oxidante fuerte como los dicromatos.
Dureza
Se debe a la presencia de iones Ca++
y Mg++
, que pueden estar combinados con los siguientes aniones: carbonatos
ácidos, cloruros, nitratos, sulfatos. El hierro y el aluminio también originan dureza, pero en general es muy pequeña
en comparación con la dureza debida a los carbonatos. Produce depósitos salinos.
Gases Los más comunes en las aguas residuales son: Gases del aires (Nitrógeno, Oxígeno, Dióxido de Carbono), los de la
descomposición de materia orgánica (Sulfuro de Hidrógeno, Amoníaco, Metano), los provenientes por efecto de la
desinfección (Ozono, Cloro), los de procesos de combustión (NOx, SOx ).
Materia Orgánica
Pueden ser Sólidos Sedimentables o Suspendidos o Disueltos provenientes de vegetales, animales o compuestos de
síntesis de productos químicos orgánicos, degradables por la acción de microorganismos o no biodegradables.
Son principalmente proteínas, compuestos del carbono y nitrógeno, grasas, aceites, hidrocarburos, hidratos de
carbono, agentes tensioactivos, pesticidas, compuestos orgánicos volátiles y no volátiles y otras estructuras más
complejas.
Las características Orgánicas pueden determinarse por ensayos de Laboratorio, a continuación se enuncian algunas de
ellas, que se utilizan para el diseño de Plantas Depuradoras:
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 82
Parámetro Descripción
Materiales Flotables
(Aceites, Grasas)
Lo constituyen las partículas de grasas y/o las películas de aceites o líquidos (hidrocarburos con metales pesados y
PCBs) que pueden dispersarse sobre una extensa superficie. Otorgan un aspecto estético desagradable y disminuyen el
paso de la luz hacia la fase acuosa.
Metales pesados
La presencia en trazas de algunos metales pesados es necesaria para el desarrollo de ciertos microorganismos, en
cambio otros son perjudiciales (contaminantes prioritarios), pero en ambos casos un valor excesivo interfiere en los
procesos biológicos.
Nitrógeno Total, Orgánico
y Amoniacal, Nitritos,
Nitratos
Se determina para ver la evolución de los Tratamientos biológicos.
Olor
Se debe generalmente a la presencia de sustancias inorgánicas y/u orgánicas en suspensión o disolución, que poseen
olor en sí mismas o de sustancias que pueden generar emisiones de gases, y/o a organismos microscópicos. Es causa
de rechazo y de sospecha de contaminación. El olor característico de un agua séptica, se debe al desprendimiento de
sulfuro de hidrógeno que se genera a partir de la reducción de sulfatos y sulfitos por la acción de microorganismos
anaeróbicos.
Otras determinaciones
Para valores de materia orgánica menores de 1 mg/l, se emplean otras determinaciones entre ellas: Cromatografía de
gases y Espectroscopía de masa.
pH
Es una medida de la concentración del ion hidrógeno en el agua. Es importante su determinación por la influencia que
tiene en el desarrollo de la vida acuática. Se expresa la concentración de este ion como pH, y se define como el
logaritmo decimal cambiado de signo de la concentración de ion hidrógeno.
Salinidad
Representa la cantidad de sales disueltas en una solución. No tiene unidad de medida y para su determinación se
utilizan métodos indirectos que incluyen la medida de otra propiedad física como por ejemplo la Conductividad
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 83
Parámetro Descripción
Sólidos Sedimentables
Son aquellos Sólidos Suspendidos que sedimentan en el fondo de un recipiente de forma cónica (cono Imhoff), en un
tiempo fijado por ejemplo en 10 minutos o en 2 horas. Constituyen una medida aproximada de la cantidad de barro
que se obtendrá en el proceso de decantación.
Sólidos Totales
Son los materiales suspendidos y disueltos en un agua. Se obtienen después de someter al agua a un proceso de
evaporación a temperaturas comprendidas entre 103 y 105 ºC.. La porción filtrable representa a los Sólidos Coloidales
Totales Disueltos y la no-filtrable son los Sólidos Totales en Suspensión.
A su vez ambas categorías pueden ser divididas en función de su volatilidad, a 550 ºC +/- 50 ºC, a esta temperatura se
oxida la fracción orgánica y desaparece como gas, quedando en forma de cenizas la fracción inorgánica. La primera
porción que se evapora corresponde a los Sólidos Volátiles (componentes orgánicos) y la segunda porción son los
Sólidos Fijos (componentes inorgánicos), (ver esquema de Clasificación de sólidos)
Los Sólidos Volátiles Suspendidos, son importantes para determinar la estabilidad biológica de los barros activados.
Sulfuros
Se forman por la descomposición anaeróbica de la materia orgánica y por la reducción de sulfatos y sulfitos minerales
presentes en las aguas residuales. El sulfuro de hidrógeno es el gas generado de mayor importancia.
Temperatura
Un líquido caliente que vuelca a un curso receptor, puede aumentar la temperatura del entorno e incidir en la
solubilidad del oxígeno disuelto en él, a mayor temperatura disminuye la solubilidad del oxígeno, influye también en
las velocidades de las reacciones químicas, en la vida de la flora y la fauna acuática, en los usos del agua.
Incide en los procesos biológicos, la temperatura óptima para el desarrollo bacteriano se encuentra comprendida en el
rango de 25 a 35 ºC, estos procesos se inhiben cuando se llega a los 50 ºC.
A los 15 ºC las Bacterias productoras de metano cesan su actividad.
Turbiedad
La provoca la presencia de sustancias en suspensión y/o material coloidal, estos materiales dispersan o absorben la luz
impidiendo su transmisión.
CAPITULO V
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CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 85
V.3 Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales
Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales
Tipo Función
Unidades
Pretratamiento
Objetivo:
Preparar al líquido para que pueda ser tratado en
etapas posteriores.
Meta:
Eliminación de Sólidos Gruesos y Arenas que
podrían entorpecer el Tratamiento del líquido
residual y la eficiencia del funcionamiento de los
equipos, máquinas e instalaciones de la Planta
Depuradora, por obstrucciones, depósitos, o por
aumentar el consumo de oxígeno en los
tratamientos biológicos, etc.
Rejas
Tamices
Tanque de Homogeneización
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 86
Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales
Tipo Función
Unidades
Tratamiento
Primario
Objetivo:
Separación de líquido-sólido y líquido-líquido, sin
el agregado de productos químicos.
Meta:
Precipitación de los sólidos sedimentables y en
suspensión. Flotación de aceites, grasas y retención
de espumas
Desengrasadores Desaceitadores
Flotadores.
Sedimentadores Primarios
Centrífugas
Tratamiento
Secundario
Objetivo:
Minimización de contaminantes por la aplicación
de Procesos Químicos y/o Procesos Biológicos
Tratamientos Químicos:
Cámaras de Neutralización.
Precipitadores.
Intercambiadores de iones.
Cámaras de óxido- Reducción.
Tratamientos Biológicos:
Anaeróbicos:
Lagunas
Digestores
Filtros anaeróbicos
Aeróbicos:
Lechos Percoladores
Barros Activados
Lagunas aireadas
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 87
Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales
Tipo Función
Unidades
Tratamiento
Terciario
Objetivo:
Afinación de la depuración.
Filtración.
Tratamientos avanzados.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 88
V.4 Operaciones y Procesos Unitarios
OPERACIONES Y
PROCESOS UNITARIOS
DESCRIPCION
Tipos de tratamiento de Depuración de efluentes en
que se aplican
Operaciones Físicas
Unitarias
Son las Operaciones de Tratamiento de aguas residuales
que involucran fuerzas físicas.
Desbaste. Desengrase. Flotación.
Sedimentación Primaria.
Filtración.
Procesos Químicos
Unitarios.
Son procesos de tratamientos de aguas residuales en
donde se realizan transformaciones que involucran
reacciones químicas
Adsorción, Intercambio de Iones, Neutralización,
Precipitación Química, Reacciones de Oxido Reducción,
Desinfección.
Procesos Biológicos
Son los procesos que se realizan a las aguas residuales
por oxidación y /o reducción de la materia orgánica por
microorganismos
Aeróbicos o anaeróbicos.
Degradación de la materia orgánica.
CAPITULO V
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V.5 Enunciación de otros tipos de Tratamientos.
Tipo de tratamiento Descripción
Adsorción. Por carbón activado o resinas sintéticas. Adsorben contaminantes. Por ej. adsorción de PCB
Centrifugación. Separación de sólidos de líquidos en una unidad rotativa. Los sólidos quedan adheridos a las paredes.
Decloración. Remoción de cloro de los compuestos.
Destilación.
Separación de una mezcla de líquidos por diferencias en sus puntos de ebullición. El de mayor punto de
ebullición permanece en la unidad de destilación.
Diálisis. Se utiliza el principio osmótico. La separación se realiza a través de una membrana.
Electrodiálisis. Igual a la diálisis, pero se utiliza energía eléctrica para el pasaje del líquido por la membrana de separación
Evaporación. Vaporización de líquidos para concentración de semisólidos.
Extracción por solvente. Se usan solventes no miscibles con el agua para extraer sustancias orgánicas de una solución acuosa.
Osmosis Inversa.
Se utiliza una fuerza mecánica a presión para hacer pasar un líquido a través de una membrana para
concentrarlo.
Separación por membrana. Se separan sustancias a través de una membrana basadas en su permeabilidad selectiva a ella.
Solidificación/ Fijación.
Se convierten los residuos al agregar un aditivo en una masa sólida para evitar la percolación de componentes
tóxicos.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 90
Tipo de tratamiento Descripción
Ultrafiltración. Es similar a la ósmosis inversa pero con la utilización de presiones menores que aquella.
V.6 Residuos provenientes del tratamiento de efluentes líquidos industriales (barros tóxicos)
BARROS TOXICOS
TIPO DE INDUSTRIA PROCEDENCIA DEL BARRO
PRINCIPALES
CONSTITUYENTES
ALTERNATIVAS DE
TRATAMIENTO
Coqueficación Fondo de tanques de Decantación Fenol, Naftaleno Incineración
Curtiembres
Procesos de curtido con sales de
Cromo.
a) Cromo trivalente.
b) Microorganismos Patógenos
c) Recuperación y Reciclaje
d) Incineración
Fabricación de aceros Del proceso productivo
Cromo hexavalente, Cadmio,
Plomo, eventualmente Cianuros,
Naftaleno, Compuestos Fenólicos,
Arsénico.
Tratamiento químico, Solidificación
química, Encapsulamiento y
Disposición final en Relleno
Industrial.
Fabricación de Aluminio primario
Provenientes de procesos de
reducción
Complejos Cianurados Tratamiento químico
Fabricación de tintas Del proceso productivo
Plomo, Cromo, Mercurio, Solventes
Orgánicos, Derivados Fenólicos.
Solidificación química,
Encapsulamiento y Disposición
final en Relleno Industrial.
Incineración, dependiendo del tenor
de solventes.
Fluidos Dieléctricos
A base de Bifenilos Policlorados
Bifenilos policlorados,
Triclorobenceno.
Incineración.
Pesticidas
a) Producción de Clordano
b) Producción de 2,4 D
a) Hexaclorociclopentadieno
b) -Diclorofenol, 2,4,6
Triclorofenol
Incineración
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 91
BARROS TOXICOS
TIPO DE INDUSTRIA PROCEDENCIA DEL BARRO
PRINCIPALES
CONSTITUYENTES
ALTERNATIVAS DE
TRATAMIENTO
Pigmentos Inorgánicos
Elaboración de pigmentos naranjas,
amarillos, verde, marrones, azul.
Cromo hexavalente, Plomo,
Cianuros (Pigmentos azules de
Hierro)
Solidificación química,
Encapsulamiento y Disposición
final en Relleno Industrial
Preservación de madera Del proceso productivo
Fenoles, compuestos órgano
Clorados, arseniato de Cromo
Incineración
Producción de Cloro
Provenientes de las células de
Mercurio
Mercurio
Solidificación química,
Encapsulamiento y Disposición
final en Relleno Industrial.
Productos Farmacéuticos -
Veterinarios
A base de compuestos Arsenicales.
Laboratorio de estudio de
enfermedades
Arsénico
Microorganismos patogénicos,
Toxinas.
Solidificación química,
Encapsulamiento y Disposición
final en Relleno Industrial.
Incineración.
Productos químicos orgánicos
Industrias de Fabricación de
productos Tóxicos.
Tóxicos orgánicos.
Tratamiento Químico ó
Incineración.
Recuperación de Solventes
Halogenados
Utilizados en Desengrases, y del
fondo de columnas de
Recuperación.
Tetracloroetileno, Cloruro de
metileno, 1,1,1, Tricloroetano,
TetraCloruro de Carbono,
fluorocarbonos Clorados, etc.
Incineración
Refinación de Petróleo
Sobrenadantes de los Separadores y
emulsiones residuales
Cromo hexavalente, Plomo
Tratamiento Químico -
Encapsulamiento y Disposición
final en Relleno Industrial –
Landfarming.
Solventes no halogenados
Fondos de columnas de
Recuperación
Tolueno, metiletilcetona, piridina,
isobutanol, nitrobenceno, cresoles,
etc.
Incineración
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 92
BARROS TOXICOS
TIPO DE INDUSTRIA PROCEDENCIA DEL BARRO
PRINCIPALES
CONSTITUYENTES
ALTERNATIVAS DE
TRATAMIENTO
Tratamientos Superficiales de
piezas metálicas
Galvanoplastías
Cadmio, Cromo hexavalente,
Níquel, complejos Cianurados,
otros iones metálicos.
Tratamiento químico, Solidificación
química, Encapsulamiento y
Disposición final en Relleno
Industrial.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 93
V.7 Toxicología - Contaminantes Prioritarios
V.7.1 Sustancias inorgánicas
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
ARSENICO
Industria del vidrio
Insecticidas
Síntesis química aditivos para la aleación de
metales (Cobre y Plomo) en sondas, mallas,
cables.
Mutagénico, Cancerígeno.
Lesiones cutáneas,
A largo plazo: efectos cardiovasculares,
hepatorenales, neurológicos, Teratogénicos,
BARIO
Aleaciones en tuberías de aspiración,
desoxidante para el Cobre, lubricante para
rotores aniónicos en tubos de rayos X,
aleaciones para bujías
Inflamable.
A largo plazo: bloqueo nervioso y aumento de
la presión sanguínea.
CADMIO Y SUS COMPUESTOS
Fábrica de Acumuladores
Industria Electrónica (pilas).
Industria Metalúrgica.
Fabricación de Polímeros. Cables de
transmisión de Potencia. Fosforescencia para la
televisión. Pigmentos cerámicos, Litografía,
Fotografía.
Carcinógenos, Mutagénicos. Los compuestos
solubles son altamente Tóxicos.
A largo plazo: se concentra en el hígado,
páncreas, riñones y tiroides.
CROMO
Cromado, antioxidante, aceros al Cromo,
pigmentos, curtidos de cueros, tinturas,
litografía, producción de Antraceno,
Antraquinona.
Cr 3+
oligoelemento esencial
Cr6+
efectos en piel, tracto respiratorio, daño
hepático, a los riñones, Mutagénico.
Cancerígeno y corrosivo para tejidos
MERCURIO
Electrodos, fabricación de Soda Cáustica- y de
Hipoclorito de Sodio.
Catalizadores químicos.
Pinturas antifúngicas, amalgamas,
recubrimiento de espejos.
Mutagénicos
Terutogénicos altamente Tóxico por adsorción
cutánea y por inhalación.
A largo plazo: Tóxico para el Sistema
Nervioso Central.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 94
V.7.1 Sustancias inorgánicas
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
NIQUEL
Electrólisis
Aceros inoxidables. Aceros especiales,
acumuladores, pinturas, catalizadores
Nutriente esencial.
Efectos Carcinogénicos
Dermatitis de contacto, Asma
PLOMO
Fabrica de baterías
Aditivos Alquil -Pb.
Industria eléctrica
Industria química
Pinturas caños de Plomo, Aditivos para
gasolina
Intoxicación saturnina. Tóxico por ingestión, o
inhalación.
A largo plazo: daños al cerebro y a los riñones.
Defectos de nacimiento.
SELENIO
Electrónica (células fotoeléctricas),
Semiconductores,
Colorante para vidrios,
Anticorrosivo para metalurgia, Catalizadores
para caucho, Fotografía, industria
Farmacéutica.
Convulsiones, lesiones de piel (manchas rojas)
y páncreas, teratogénesis, daño hepático
V.7.2 Compuestos Orgánicos
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
ACETATO DE N-BUTILO
Disolvente en las industrias: (Plástica, Pintura
y Barnices, etc.). Agente de extracción.
Síntesis orgánica, Perfumerías, etc.
Se hidroliza fácilmente y forma ác. Acético y
alcohol Butílico, el Ácido liberado provoca
corrosión. Reacciona con oxidantes. Líquido
inflamable, forma con el aire mezclas
explosivas.
Los vapores son irritantes para mucosas
oculares y vías respiratorias, puede provocar
lesiones cutáneas
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 95
V.7.2 Compuestos Orgánicos
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
ACETONA
Disolvente en las industrias: ( Pintura y
Barnices, etc.). Agente de extracción. Síntesis
orgánica, Fabricación de gases comprimidos.
Inflamable, puede provocar mezclas explosivas
con el aire. Los vapores son irritantes para
mucosas oculares y vías respiratorias, puede
provocar lesiones cutáneas
ÁCIDO CIANHIDRICO
Fabricación de Insecticidas, derivados
Acrílicos, Cianuros metálicos, FerroCianuros,
etc.
En estado puro es estable, líquido Inflamable,
puede formar mezclas explosivas con el aire.
Tóxico, es un veneno, impide la fijación de
oxígeno en los tejidos, provocando la muerte
por paro cardio-respiratorio.
ACROLEINA (ALDEHIDO ACRILICO)
Síntesis Orgánica (Plastificantes, metionina,
etc.)
Inflamable y Explosivo en mezclas con el aire,
reacciona fuertemente con productos Ácidos,
básicos u oxidantes. Provoca intoxicaciones
agudas. Fuertemente irritante.
ALCOHOL ISOPROPILICO
Disolvente en las industrias de pinturas y
barnices. Síntesis Orgánicas (fabricación de
Acetona y Acetato de Isopropilo), industria de
perfumes y productos farmacéuticos,
deshidratación de diversas sustancias (azúcar,
almidón, gelatina), secado de films
fotográficos, Galvanoplastía, etc.
Producto estable a temperatura ordinaria, frente
a oxidantes enérgicos reacciona en forma
exotérmica provocando riesgo de explosión.
Inflamable.
Irritante para las mucosas oculares y
respiratorias, en alta concentración posee
efectos narcóticos sobre el sistema nervioso
central.
BENCENO
Disolvente, Síntesis Orgánica, Fabricación de
Fenol, Ciclohexano (para la fabricación de
nylon), Dodecilbenceno (detergentes),
Estireno, derivados Clorados, Nitrobenceno
(materias colorantes), etc.
Líquido Inflamable, puede formar mezclas
explosivas con el aire. Es el más peligroso de
todos los disolventes, altera la formación de
leucocitos, puede ocasionar Leucemia.
Carcinógeno.
CICLOHEXANO
Disolvente de aceites, grasas, caucho, resinas
pinturas, tintas heliográficas, etc.
Inflamable, forma mezclas explosivas con el
aire
Tóxico, es menos nocivo que el Benceno
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 96
V.7.2 Compuestos Orgánicos
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
DIFENILO (FENILBENCENO)
Síntesis Orgánica, fabricación de derivados
Clorados, nitrados y aminados. Refinado de
aceites lubricantes. Preparación de fluido
dieléctrico y de fluidos de intercambiadores de
calor, complementario del teñido de fibras de
poliéster.
A temperatura ordinaria es un producto volátil,
es poco inflamable. En forma de polvo da
mezclas explosivas con el aire. El vapor y los
polvos son irritantes sobre las mucosas
conjuntivales y respiratorias.
ETIL BENCENO
Disolvente. Producto intermedio en la
fabricación de estireno.
Inflamable, riesgo de incendio, Tóxico por
ingestión, inhalación y adsorción cutánea.
TOLUENO
Gasolina de aviación y de alto octanaje,
disolvente para pinturas y recubrimientos,
diluyente y fluidificante de materiales con
nitrocelulosa, fabricación de productos
químicos: benceno, fenol, caprolactama,
sulfonatos de tolueno (detergentes),
Inflamable, riesgo de incendio, Tóxico por
ingestión, inhalación y adsorción cutánea.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 97
V.7.3 Compuestos Halogenados
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
CLOROBENCENO
Diluyente y Disolvente en industria de pinturas
y barnices. Desengrasante de la industria textil
y metalúrgica, fabricación de fungicidas y
bactericidas, etc.
Inflamable, Reacción violenta con oxidantes.
Narcótico potente, menos tóxico que el
Benceno.
CLOROETANO
Cloruro de polivinilo y copolímeros, síntesis
orgánica, adhesivos para plásticos.
Extremadamente tóxico e inestable.
Carcinógeno.
DICLOROMETANO
Eliminación de pinturas, desengrasante,
procesamientos de plásticos, impulsor de
aerosoles, disolvente de acetato de celulosa
Tóxico, carcinógeno, narcótico.
DICLOROPROPANO
Decapado de pinturas y barnices. Desgrasado
de metales, desmanchado en tintorería,
extracción de aceites, grasa, ceras. Diluyente y
disolvente de pinturas y barnices,
estabilización de Tetraetilo de Plomo,
desinfección de suelos, Síntesis Orgánica.
Reacción violenta con oxidantes. Inflamable
forma mezclas explosivas con el aire. Tóxico
por inhalación, causa depresión del sistema
nervioso central, puede provocar trastornos
hepáticos y renales.
TETRACLOROETANO
Disolvente para el lavado en seco, agente
desengrasador, secador de metales y otros
sólidos. Fabricación de fluorocarbonos.
Irritante para piel y ojos
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 98
V.7.4 Pesticidas, Herbicidas, Insecticidas (Organo-Halogenados)
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
ENDRINA Insecticida-fumigante
Tóxico por inhalación y adsorción cutánea.
Carcinógeno
1,2-DIBROMOETANO
Fabricación de compuestos alquilados de
Plomo en fluidos antidetonantes.
Fabricación de insecticidas. Industria de
colorantes, productos farmacéuticos, Síntesis
Orgánica, extracción de aceites, Grasas, ceras.
En condiciones normales de utilización no es
explosivo ni inflamable, pero en contacto con
ciertos productos puede reaccionar en forma
explosiva (ej. Con Amoniaco líquido). Es
Tóxico por inhalación. En contacto con la piel
produce dermatitis de gravedad variable,
quemaduras.
1-2- DICLOROBENCENO
Diluyente y Disolvente en industria de pinturas
y barnices. Desengrasante en la industria textil
y metalúrgica. Fabricación de productos
dieléctricos, extracción de Grasas, fabricación
de fungicidas o insecticidas, industria de
colorantes, fabricación de productos
farmacéuticos, Síntesis Orgánica.
Reacción violenta con oxidantes, formación de
productos Clorados. Tóxico
Inflamable.
Los vapores son irritantes para las mucosas
oculares, y las vías respiratorias superiores.
Efectos narcotizantes.
A largo plazo, el contacto con la piel puede
provocar dermatosis.
1-2 DICLOROETANO
Decapado de pinturas y barnices, desgrasado
de metales, desgrasado de pieles, extracción de
aceites, Grasas, ceras, diluyente y disolvente de
la industria de pinturas y barnices, fabricación
de fibras plásticas (Cloruro de Polivinilo,
Poliestireno, desparafinado de aceites,
estabilización de Tetraetilo de Plomo, Síntesis
Orgánica
Reacción enérgica con oxidantes, Inflamable,
se descompone emitiendo productos Tóxicos.
Tóxico por inhalación, en contacto prolongado
con el líquido produce dermatitis
eccematiforme, en caso de ingestión
evoluciona en varias fases pudiendo llegar al
coma final con signos hepáticos, pulmonares y
renales.
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 99
V.7.4 Pesticidas, Herbicidas, Insecticidas (Organo-Halogenados)
SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS
1-2 DICLOROETILENO
Desengrasante de piezas metálicas,
descafeinado de café extracción de aceites,
grasa, ceras, colorantes perfumes y numerosos
productos orgánicos.
Inflamable de 1ra
categoría puede formar
mezclas explosivas con el aire. Es él más
peligroso de los derivados Clorados del etileno.
Tóxico por ingestión, irritante de tejidos y
mucosas, ataca centros nerviosos.
LINDANO Pesticida
Tóxico por inhalación, ingestión y adsorción
cutánea.
METOXICLORO Insecticida Tóxico
SILVEX
Herbicida, regulador del crecimiento de
plantas.
Tóxico. Su uso está restringido
TOXAFENO Insecticida y fumigante
Tóxico por inhalación, ingestión y adsorción
cutánea
CAPITULO V
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 100
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación
101
CAPITULO VI
VI . TOMA DE MUESTRAS Y/O MANIPULACIÓN DE LÍQUIDOS
RESIDUALES INDUSTRIALES
VI.1 Objetivos:
Obtener información específica sobre la presencia de contaminantes en un líquido
determinado por medio de la realización de análisis físico – químicos y/o bacteriológicos
sobre muestras representativas en proporción y concentración de componentes, en relación
con el líquido de donde proceden.
VI.2 Propósitos:
VI.2.1 Para Control de la Contaminación:
Se realizan a los efectos de analizar si un vertido industrial, posee parámetros que superan
las concentraciones límites establecidas en Normativas vigentes, previo a su volcamiento
a un destino final determinado (curso de agua, conducto pluvial y/o colectora cloacal), y
poder sacar conclusiones en base a los parámetros en contravención sobre la
contaminación puntual generada por la descarga, son absolutamente necesarios para
apoyar los procedimientos administrativos que regulan la aplicación de multas y/o
sanciones.
VI.2.2 Para Caracterización de un efluente crudo y/o tratado:
Se realizan para prever unidades de depuración de los efluentes, o para controlar el
funcionamiento de las instalaciones existentes o cuando se produjeron variaciones en las
condiciones de diseño de Plantas de Tratamiento, y se debe evaluar el grado y eficiencia
en la depuración ante las nuevas circunstancias.
También para estudiar la evolución de uno o más contaminantes etc.
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación
102
VI.3 Técnicas de Muestreo:
Se indican consideraciones generales,
válidas para la gran mayoría de los análisis
químicos, debiendo aclarar que existen
formalidades específicas de toma de
muestras para algunos métodos analíticos,
que no serán detallados por la gran
variedad de procedimientos.
El punto fundamental es que las muestras
sean representativas y que reflejen
fielmente la composición del efluente,
cuali - cuantitativamente, para que las
conclusiones sean válidas.
Debe tenerse en cuenta con antelación el
tipo de análisis y parámetros a determinar
en el Laboratorio.
Hay parámetros que deben ser analizados
inmediatamente y otros que pueden ser
alterados y que requieren conservadores
especiales, por lo que en principio es
conveniente extraer un volumen de 5 litros
de efluentes y luego fraccionarlo en
distintos frascos ya adecuados de acuerdo a
las precauciones previas que hay que
considerar y que se especifican más abajo.
Es importante que el personal que tome las
muestras, sea idóneo pues de él depende la
validez de las mismas, por lo que deberá
tener conocimiento u obtener información
previa del tipo de líquido a tomar, las
precauciones de seguridad, los parámetros
más significativos a analizar, el equipo que
debe llevar, el sitio de extracción
aconsejado, tipo de conservante a utilizar,
tiempo máximo desde la toma de muestra y
la recepción de la misma en el Laboratorio
o realizar reuniones preliminares con
personal capacitado de laboratorio para que
le prepare todo el equipo y le dé
instrucciones precisas.
Asimismo antes de la toma de muestras
debe tener preparado las planillas
complementarias, con los datos que se
consideren de interés, las etiquetas, los
precintos, los frascos y haber establecido la
línea de custodia o cadena de vigilancia.
VI.4 Cadena de vigilancia:
Es el procedimiento de identificación de
las personas que han tenido contacto con la
muestra, desde el momento en que se toma
la misma hasta su análisis final y
eliminación.
Los procedimientos pueden ser distintos
pero en general contienen los siguientes
pasos, en donde figuran los nombres del
personal en contacto con las muestras.
VI.5 Identificación o Rotulado de las
muestras:
Se utilizan etiquetas adhesivas en donde
deben figurar los datos identificatorios de
la muestra, N º de muestra, sitio de
extracción, fecha y hora, nombre de la
persona que realizó la extracción, firma del
personal que autorizó y/o presenció la
extracción, etc.
La etiqueta debe ser colocada en el sitio de
toma de muestras y antes de la toma de la
misma, y en lo posible utilizar tinta
indeleble, en el caso que se conserven con
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 103
hielo, no es aconsejable utilizar etiquetas
pues es posible que se deterioren, en ese
caso es conveniente colocar en los frascos
chapitas metálicas numeradas con
abrazaderas metálicas y en una planilla
consignar todos los datos de esa toma.
VI.6 Sellado de las muestras:
Es conveniente colocar sellos adhesivos de
papel con los mismos datos identificatorios
de las etiquetas, de forma tal que sea
necesario romperlos al abrir los envases al
momento de analizar, de esa manera se
asegura que no ocurran falsificaciones. Es
importante que el personal que autoriza la
toma de muestras esté presente al momento
de colocar los sellos.
VI.7 Planilla de registros de campo y
documentación anexa:
Se deben llenar con todas las
observaciones relevantes, realizadas en el
momento de muestreo. En ella deben estar
consignados los datos de la Empresa, tipo
de líquido residual, instalaciones de
depuración existentes, estado de
conservación, materias primas principales,
destino del efluente, Importancia de la
industria, estimaciones de caudal
circulante, croquis de ubicación de las
descargas con indicación clara del sitio de
extracción (marcando puntos fácilmente
identificables para que cualquier persona
reconozca luego el lugar de extracción),
firma del responsable de la extracción y de
la persona autorizada de la Empresa que
presenció y/o autorizó la toma de
muestras, etc..
VI.8 Formulario de constancia de
conformidad de extracción:
Deberá ser firmado por la persona
autorizada por la Empresa que autorizó y/o
presenció la extracción.
VI.9 Registros de la cadena de
vigilancia:
Cada muestra debe ir acompañada por este
Registro que contiene el número de
muestra, tipo de muestra, hora y fecha de
la extracción, sitio de extracción, firma de
la persona autorizada por la Empresa y que
presenció la extracción y por todos las
personas que participaron en la cadena de
vigilancia.
VI.10 Hoja de petición de análisis:
En ella se indican los parámetros a analizar
y se agrega con las Planillas de Registros
de campo y Documentación Anexa,
identificación de las muestras, números de
análisis a realizar, firma de la persona de
Laboratorios que recibe las muestras, fecha
y hora.
Ya en Laboratorio, sigue su secuencia
administrativa y se llevan otros registros de
la cadena de vigilancia.
Recepción y almacenamiento de las
muestras:
§ Asignación de la muestra para ser
analizada.
VI.11 Conservación de las muestras:
VI.11.1 Muestras para análisis
químicos:
Luego de la toma de muestras, comienzan
a producirse cambios químicos y
biológicos, esto es inevitable, pero se los
puede retrasar utilizando métodos de
conservación para que el líquido se
mantenga lo más estable posible. Lo ideal
es conservar la muestra a 4 º C, sin
congelar y realizar el análisis lo más
rápidamente posible, como esto
generalmente no es viable, debe preverse
con anterioridad el tipo de conservante a
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 104
utilizar y adicionarlos a los frascos antes de
la toma de muestras, para que todas las
porciones de la misma estén preservadas
desde el momento de la extracción y
también es importante tener ya definido el
tipo de frasco a utilizar.
Esto último es esencial porque pueden
originarse errores en las determinaciones
químicas. Alguno cationes se adsorben en
las paredes de los frascos de vidrios, por
ejemplo los siguientes, Cadmio, Plomo,
Cromo, Cobre, Aluminio, Hierro,
Manganeso, Plata, Cinc, ocasionando
errores en más o en menos.
Es decir, se obtienen valores mayores a los
reales, si los envases, aunque
aparentemente estén limpios han sido
utilizados para la extracción de otras
muestras con estos cationes, en el caso de
que al limpiarlos no se hallen
desadsorbido los restos que pudieran haber
quedado de otras muestras, en el vidrio,
para evitar esto es conveniente utilizar
envases de plástico, previamente
enjuagados con solución de Ácido Nítrico
(NO3H 1:1) con pH inferior a 2. y luego
enjuagarlos con agua destilada o
desionizada.
Una vez efectuada la extracción hay que
adicionar a la muestra Ácido Nítrico hasta
un pH inferior a 2 para reducir al máximo
la precipitación y adsorción en las paredes
de los envases.
VI.11.2 Muestras de efluentes a
temperatura:
Cuando el efluente se encuentra a
temperatura, y si ocurren cambios de pH al
enfriarse la muestra rápidamente, suelen
producirse cambios químicos
significativos, los gases disueltos pueden
perderse, (Oxígeno, Dióxido de Carbono),
modificando el equilibrio, y hacer que
precipiten sales de Calcio, disminuyendo
así la Dureza total, precipitar otros cationes
o disolverse cationes que había en los
Sólidos Sedimentables del efluente.
Además, cambia la actividad microbiana y
por lo tanto el contenido de Nitratos,
Nitritos, Amoníaco suele modificarse.
También interfiere en los valores de
Fenoles y de DBO5 disminuyendo su
concentración.
Los Sulfatos tienden a reducirse a Sulfitos
y el Cloro residual a Cloruros, el Cromo
hexavalente a Cromo trivalente.
Suelen perderse por oxidación los
Sulfuros, los Sulfitos, los iones Ferrosos, el
Yoduro y el Cianuro.
Otros parámetros que se alteran son el
Color, el Olor y la Turbidez.
Las muestras calientes recogidas a presión
deben ser enfriadas mientras se mantienen
a la misma presión.
Por ello es fundamental determinar “in situ” la temperatura, el pH y los gases disueltos y
verificar luego en el Laboratorio si hubo alguna modificación importante que pueda
interferir en los resultados.
VI.11.3 Muestras para determinación
de orgánicos volátiles:
Cuando se quiere determinar orgánicos
volátiles, no deben quedar espacios vacíos
en el frasco, este debe rebalsarse y taparse
inmediatamente, así se impide que se
pierdan. Si la determinación de los mismos
requiere mayor precisión se utilizan los
viales de suero con tapón tabicado y se
toma el líquido para analizar con una
jeringa a través del tapón. Hay que evitar
tomar la muestra en donde haya
turbulencia pues se pueden perder
compuestos e incluso desprenderse vapores
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 105
tóxicos, por lo que el sitio de extracción
tiene que ser un lugar quieto y se toma la
muestra introduciendo el envase debajo de
la superficie líquida.
VI.11.4 Muestras para análisis
bacteriológicos:
Se utiliza un frasco con tapón esmerilado y
envoltura de papel, la toma de muestras
tiene que ser cuidadosa para no contaminar
el frasco ni el tapón, con una pinza
esterilizada (flameada con llama), se toma
el frasco por el cuello y se lo sumerge a
contracorriente unos 20 cm por debajo de
la superficie del líquido, una vez lleno se
tapa inmediatamente, se sella y refrigera.
VI.11.5 Muestras para determinación
de Oxígeno Disuelto y DBO5:
Se utilizan frascos especiales de 300 ml.,
que poseen tubo de goma o de vidrio, por
donde se introduce el líquido a muestrear
de manera tal de evitar la absorción del
Oxígeno atmosférico y forzar al líquido a
entrar en el frasco de abajo hacia arriba
para desalojar el aire, esta operación debe
realizarse varias veces haciendo desbordar,
luego se retira la goma cuidando que el
frasco quede lleno hasta el tope, se tapa y
sella, después se refrigera.
VI.12 Frascos para toma de muestras:
El equipo de muestreo y los tipos de
recipientes a emplear, tienen que estar
preparados con anterioridad, limpios y
acondicionados en el Laboratorio que va a
realizar el análisis.
Los materiales de los envases deben ser
resistentes al ataque de los productos
químicos.
VI.12.1 Frascos de vidrio: (V)
Se utilizan para muestras que puedan
contener Fenoles, Compuestos Orgánicos,
Sustancias Solubles en Eter Etílico.
Cuando se sospeche la existencia de
sustancias oxidables por la luz como el
Hierro y Cianuros, el envase será de vidrio
opaco.
El material más usado es el vidrio de
borosilicato (Pyrex) con tapón de T.F.E.
(Tetrafluoretileno) o P.T.F.E.,
especialmente para líquidos alcalinos. No
se recomienda su uso para determinaciones
de: Boro, Fluoruro, Sílice y Sodio.
Dependiendo del tipo de muestras pueden
usarse otro tipo de tapón, (goma,
porcelana, vidrio, acero inoxidable, etc.).
VI.12.2 Envases de Plástico (P):
El material utilizado en los envases es
Polietileno, o PVC o equivalentes. Son
muy prácticos, sobre todo porque brindan
mayor seguridad en el traslado de la
muestra, ya que son muy resistentes.
Aunque para algunas determinaciones no
son apropiados, porque pueden originarse,
cuando la muestra no es analizada de
inmediato, reacciones secundarias.
No se recomienda su uso para
determinaciones de Carbono Orgánico
Total, Fosfatos, Olor, Oxígeno Disuelto,
Salinidad, Sabor, Pesticidas, Carbono
Orgánico, Aceites y Grasas.
VI.13 Sitios de extracción:
En el caso de muestras para el Control de
la Contaminación el sitio de extracción
debe ser representativo y lo más próximo a
la línea municipal, por donde se va a
producir la descarga, o lo más próximo
posible a los lugares en donde se requieren
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 106
los controles de funcionamiento de las
Plantas depuradoras.
Como regla general, salvo que se quieran
determinar Orgánicos Volátiles, las
muestras se extraen en sitios con
turbulencia, ejemplo en los saltos de
vertederos, en canaletas Parshall evitando
las zonas estancadas. No deben extraerse
del fondo de tanques, ni en la superficie de
los mismos, sino hay que homogeneizar y
tomar del seno del líquido.
VI.14 Refrigeración de las muestras:
En el “campo” se colocan los frascos
debidamente rotulados en heladeras
portátiles, que contienen hielo y en algunos
casos también aserrín, el que se coloca en
capas alternadas con el hielo, no se debe
agregar hielo seco, porque congela las
muestras ni tampoco sal al hielo.
VI.15 Envío de las muestras a
Laboratorio:
Debe realizarse lo antes posible, con toda
la documentación ya mencionada.
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 107
DETERMINACIÓN ENVASE
TAMAÑO
MÍNIMO DE
LA MUESTRA
EN ML..
CONSERVACIÓN
TIEMPO MÁXIMO DE
CONSERVACIÓN
RECOMENDADO/
OBLIGADO
Aceites y grasas V, calibrado, de
boca ancha
1.000
Añadir H 2SO4 hasta pH < 2, Refrigerar
28 d/28 d
Acidez P, V(B) 100 Refrigerar 24 h/14 d
Alcalinidad
P, V 200 Refrigerar 24 h/14 d
DBO
P, V 1.000 Refrigerar 6 h/48 h
Boro
P 100 Ninguno 28 d/6 meses
Bromuro
P, V, - Ninguno 28 d/ 28 d
Carbono Orgánico
Total
V 100
Analizar inmediatamente, o Refrigerar y
añadir HCI hasta pH < 2
7 d/28 d
Cianuro: Total P, V 500
Añadir NaOH hasta pH > 12, Refrigerar
en oscuridad
24 h/14 d; 24 hs. si hay
sulfuro
Cianuro: Susceptible P, V 500 Añadir 100 g Na 2S203/1 Inmediato/14 d; 24 hs, si
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 108
DETERMINACIÓN ENVASE
TAMAÑO
MÍNIMO DE
LA MUESTRA
EN ML..
CONSERVACIÓN
TIEMPO MÁXIMO DE
CONSERVACIÓN
RECOMENDADO/
OBLIGADO
de cloración hay sulfuro
Cloro, Dióxido P, V 500 Analizar inmediatamente 0,5 h/ N. C.
Cloro, residual P, V 500 Analizar inmediatamente 0,5 h/inmediato
Clorofila P, V 500 30 días en oscuridad 30 d/N. C.
COD P, V 100
Analizar lo antes posible,
o añadir H 2SO4 hasta pH < 2; Refrigerar
7 d/28 d
Color P V 500 Refrigerar 48 h/48 h
Pesticidas
V(D)
revestimiento de
TFE, tapadera
------
Refrigerar, añadir Ácido Ascórbico, 1.000
mg/l, si existe Cloro residual
7 d/7 d hasta extracción,
40 d tras extracción
Fenoles P, V 500 Refrigerar, añadir H 2SO4 hasta pH < 2 */28 d
Conductividad P, V 500 Refrigerar 28d/28d
Dióxido de Carbono P, V 100 Analizar inmediatamente Inmediato/N. C.
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 109
DETERMINACIÓN ENVASE
TAMAÑO
MÍNIMO DE
LA MUESTRA
EN ML..
CONSERVACIÓN
TIEMPO MÁXIMO DE
CONSERVACIÓN
RECOMENDADO/
OBLIGADO
Dureza. P, V 100 Añadir HNO3 hasta pH< 2 6 meses/6 meses
Fluoruro P 300 Ninguno 28 d/28 d
Fosfato V(A) 100
Para fosfato disuelto, filtrar
inmediatamente; Refrigerar
48 h/N. C.
Gas digestor de lodo V, botella de gas -- -- N. C.
Metales, en general P(A), V(A)
Metales disueltos, filtrar inmediatamente,
añadir HNO 3 hasta pH < 2
6 meses/6 meses
Cromo VI P(A), V(A) 300 Refrigerar 24 h/24 h
Mercurio P(A), V(A) 500
Añadir HNO3 hasta pH < 2, Refrigerar a
4º C
28 d/28 d
Nitrato P, V 100 Analizar lo antes posible, o Refrigerar
48 h/48 h (28 d para
muestras cloradas)
Nitrato + Nitrito P, V 200 Añadir H 2SO 4 hasta pH < 2, Refrigerar Ninguno/28 d
Nitrito P, V 100 Analizar lo antes posible, o Refrigerar Ninguno/28 d
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 110
DETERMINACIÓN ENVASE
TAMAÑO
MÍNIMO DE
LA MUESTRA
EN ML..
CONSERVACIÓN
TIEMPO MÁXIMO DE
CONSERVACIÓN
RECOMENDADO/
OBLIGADO
Amoníaco
P, V
500
Analizar lo antes posible o añadir H 2S
O4, hasta pH < 2, Refrigerar
7 d/28 d
Olor V 500 Analizar lo antes posible, Refrigerar 6 h/N. C.
orgánico, Kjeldahl P V 500 Refrigerar; añadir H 2 S O 4 hasta pH < 2 7 d/28 d
Oxígeno, disuelto: V, botella DBO 300 Analizar inmediatamente 0,5 h/inmediato
Electrodo Winkier
Puede retrasarse la titulación tras la
acidificación
8 b/8 h
Ozono V 1000 Analizar inmediatamente 0,5 h/N.C.
pH P, V --- Analizar inmediatamente 2h/inmediato
Sabor V 500 Analizar lo antes posible, Refrigerar 24 h/N.C.
Salinidad V, sello de lacre 240
Analizar inmediatamente, o utilizar sello
de lacre
6 meses/N.C.
Sílice P -- Refrigerar, no congelar 28 d/28 d
Sólidos P, V -- Refrigerar 7 d/2-7 d
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 111
DETERMINACIÓN ENVASE
TAMAÑO
MÍNIMO DE
LA MUESTRA
EN ML..
CONSERVACIÓN
TIEMPO MÁXIMO DE
CONSERVACIÓN
RECOMENDADO/
OBLIGADO
Sulfato P, V -- Refrigerar 28 d/28 d
Sulfuro P, V 100
Refrigerar, agregar 4 gotas de acetato de
Cinc 2 N/100 ml., añadir NaOH hasta pH
>9
28 d/7 d *ver (1)
Temperatura P, V -- Analizar inmediatamente Inmediato/inmediato
Turbidez P, V --
Analizar el mismo día; guardar en
oscuridad hasta 24 hs,. Refrigerar.
Yodo P, V 500 Analizar inmediatamente 0,5 h/N.C.
Nota:
* Para las determinaciones no indicadas utilizar envase de Plástico y/o vidrio, refrigerar a 4 º C y analizar lo antes posible.
Referencias:
P = envase de Plástico. Polietileno o equivalente.
V = envase de vidrio
V (A) y/o P (A) envases lavados previamente con 1 + 1 HNO3
V(B) = vidrio borosilicato
V(D) = vidrio lavado con Disolventes Orgánicos
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 112
N.C. no consta en la referencia citada = analizar inmediatamente, conservación no permitida.
FUENTE: Environmental Protection Agency, Rules and Regulations, Federal Register 49 (1984).
(1) Ver la fuente para posibles diferencias relativas
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 113
VI.16 Técnicas analíticas usualmente utilizadas
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Color
1
Método 2120 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico Unidades de Color
Color
2
Método según equipo Merck cod: 14421- Color -
Aquaquant
Colorimétrico Unid. Hazen
Turbidez
3
Método 2130 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition - Calibración
según especificación del equipo Turbidimeter (Sargent-
Welch)
Turbidimétrico UNT
Acidez
(Potenciométrica)
4
Método 2310 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Potenciométrico mg CaCO3/L
Acidez
(Indicador)
5
Método 402 - Standard Methods for the examination of
water and wastewater 16 th edition
Potenciométrico mg CaCO3/L
Alcalinidad
(Potenciométrica)
6
Método 2320 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Potenciométrico mg CaCO3/L
Alcalinidad
(Indicador)
7
Método 403- Standard Methods for the examination of
water and wastewater - 16 th edition
Titulométrico mg CaCO3/L
Dureza total 8
Método 2340 C - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Titulométrico mg CaCO3/L
Conductividad
9
Método 2510 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition. Equipo 712
Conductometer- Metrohm
Potenciométrico µmho/cm
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 114
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Sólidos Sedimentables
10 min.
10
Método 2540 F - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Comparación visual ml. Sól.Sed./L
Sólidos sedimentables
2hs.
11
Método 2540 F - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Comparación visual ml. Sól.Sed./L
Sólidos totales (103-
105°°C)
12
Método 2540 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Tot./L
Sólidos disueltos
totales
( 180°°C)
13
Método 2540 C - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Dis.Tot./L
Sólidos fijos (500 °°C) 14
Método 2540 E - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Fijos/L
Sólidos volátiles 15
Método 2540 E - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Vol./L
Sólidos suspendidos
totales(103-105°°C)
16
Método 2540 D - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Susp./L
Sólidos suspendidos
fijos
( 500 °°C)
17
Método 2540 E - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Susp.Fijos/L
Sólidos suspendidos
volátiles
18
Método 2540 E - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico mg Sól.Susp.Vol./L
Sólidos totales, fijos y
volátiles en muestras
sólidas y semisólidas
19
Método 2540 G - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Gravimétrico
% Sól.Totales
% Sól.Volátiles
% Sól.Fijos
Temperatura 20
Método 2550 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Instrumental °C
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 115
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Metales totales 21
Método 3030 B,C,D,E,F,G,H e I.--Método 3111 B y D
Standard Methods for the examination of water and
wastewater -18th edition
Espectrometría
atómica
mg Metal/L
Metales disueltos 22
Filtración- Método 3111 B y D
Standard Methods for the examination of water and
wastewater -18th edition
Espectrometría
atómica
mg Metal/L
Metales totales
(Muestras sólidas)
23
Método 3050 A-Rev.1 Julio 1992-Test Methods for
evaluating solid waste, physical/chemical methods,SW-
846, 3rd edition(EPA)
Método 3111 B y D-Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Digestión
Espectrometría
atómica
mg Metal/Kg
Metales en barros
(Por lixiviación)
24
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980)
Método 3111 B y D Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18th edition
Lixiviación
Espectrometría
atómica
mg Metal/L
Arsénico total
(Muestras líquidas)
25
Método 307 B - Standard Methods for the examination of
water and wastewater -16 th edition
Colorimétrico mg As/L
Arsénico disuelto
26
Filtración-Método 307 B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -16 th edition
Colorimétrico mg As/L
Arsénico en barros
(Por lixiviación)
27
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980)
Método 307 B - Standard Methods for the examination of
water and wastewater -16 th edition
Lixiviación
colorimétrica
mg As/L
Calcio
(Muestras líquidas)
28
Método 3500-Ca D - Standard Methods for the
examination of water and wastewater- 18 th edition
Titulométrico mg Ca/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 116
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Cromo hexavalente 29
Método 3500-Cr D - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg CrVI+
/L
Cromo trivalente 30
Método 3500-Cr D- Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg CrIII
/L
Magnesio
(Muestras líquidas)
31
Método 3500-Mg E - Standard Methods for the
examination of water and wastewater- 18 th edition
Titulométrico mg Mg/L
Mercurio
(Muestras líquidas)
32
Método3112 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Espectrometría
atómica
µg Hg/L
Mercurio en barros
(Por lixiviación)
33
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980) - Método3112 B - Standard Methods for
the examination of water and wastewater -18 th edition
Lixiviación
Espectrométrica
atómica
µg Hg/L
Mercurio
(Muestras sólidas)
34
Método 7471 A Rev. 1 1992-Test Methods for evaluating
solid waste, physical/chemical methods,SW-846, 3rd
edition (EPA)
Digestión
Espectrométrica
atómica
µg Hg/g
Potasio 35
Método 3500-K D - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Fotometría llama mg K/L
Sodio 36
Método 3500-Na D- Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Fotometría llama mg Na/L
Boro 37
Método 4500-B B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg B/L
Cianuro 38
Método 4500-CN B y C - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg CN/L
Cianuro
(Muestras sólidas)
39
Método 9010 A-Rev.1 Julio 1987-Test Methods for
evaluating solid waste, physical/chemical Methods, EPA
SW-846, 3rd edition
Colorimétrico mg CNH/Kg
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 117
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Cianuro
(Muestras sólidas)
40
Método 4500-CN B y C - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Destilación
colorimétrica
mg CN/Kg
Cloruro 41
Método 4500-Cl B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Titulométrico mg Cl/L
Cloro residual 42
Método 4500-Cl G - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg Cl2/L
Fluoruros 43
Método 4500-F B y D - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg F/L
pH 44
Método 4500-H B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Potenciométrico u pH
pH(Lixiviación) 45
Método 423 - Standard Methods for the examination of
water and wastewater- 16 th edition
Potenciométrico u pH
Nitrógeno - Amonio
(Nessler)
46
Método 4500-NH3 B y C - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg N-NH3/L
Nitrógeno - Amonio
(Fenato)
47
Método 4500-NH3 D- Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg N-NH3/L
Nitrógeno - Nitrito 48
Método 4500-NO2 B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg N-NO2/L
Nitrógeno - Nitrato
(UV)
49
Método 4500-NO3 B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Espectrofotométrico mg N-NO3/L
Nitrógeno - Nitrato
(Brucina)
50
Método 9200 A - Nitrato Rev1-EPA SW-846(1992)
Colorimétrico mg N-NO3/L
Nitrógeno orgánico 51
Método 4500-Norg B- Standard Methods for the
examination of water and wastwewater - 18 th edition
Digestión
titulométrica
mg Norg/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 118
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Nitrógeno total
Kjeldahl
52
Método 4500-Norg B - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Digestión
titulométrica
mg NTK/L
Oxígeno disuelto 53
Método 4500-O C - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Titulométrico mg OD/L
Fósforo de
Ortofosfatos
54
Método 4500-P A, B y E - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg P-PO4/L
Fósforo total 55
Método 4500-P A, B y E - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg P-total/L
Fósforo hidrolizable 56
Método 4500-P A, B y E - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg P-hidrol./L
Sílice 57
Método 4500-Si D - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg SiO2/L
Sulfuro
(Colorimetría)
58
Método 4500-S D - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg S/L
Sulfuro
(Titulométrico)
59
Método 4500-S E - Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Titulométrico mg S/L
Sulfuro
(Muestras sólidas)
60
Método 9030 Sulfuros solubles e insolubles - Revisión 1
Diciembre 1987
SW-846 EPA
Destilación
titulométrica
mg SH2/Kg
Sulfato 61
Método 4500-SO4 E - Standard Methods for the
examination of water and wastewater18 th edition
Colorimétrico mg SO4/L
Demanda bioq. de
oxígeno
(DBO)
62
Método 5210 B - Standard Methods for the examination
of water and wastewater -18 th edition
Titulométrico mg DBO5/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 119
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Demanda quím. de
oxígeno
( DQO)(Reflujo abierto)
63
Método 5220 B Standard Methods for the examination of
water and wastewater -18 th edition
Reflujo titulométrico mg O2/L
Demanda quím. de
oxígeno
(DQO) (Cerrado titul.)
64
Método 5220 C Standard Methods for the examination of
water and wastewater -18 th edition
Cerrado titulométrico mg O2/L
Demanda quím. de
oxígeno
( DQO)(Cerrado color.)
65
Método 5220 D Standard Methods for the examination of
water and wastewater -18 th edition
Cerrado colorimétrico mg O2/L
Oxígeno consumido
66
Standard Methods for the examination of water and
sewage - 8a.edición
Titulométrico mg OC/L
Aceites y grasas
(Muestras Sólidas)
67 Método 9071 A- Revisión 0 EPA SW-846(1992) Gravimétrico mg Ac. y Grasas/Kg
Aceites y grasas
(SSEE)
68
Standard Methods for the examination of water and
wastewater (APHA) 6a. edición. Modificación OSN
Gravimétrico mg Ac. y Grasas/L
Aceites y grasas
69
Método 503 A - Standard Methods for the examination of
water and waste water -16th edition.
Gravimétrico mg Ac. y Grasas/L
Fenoles 70
Método 5330 B, C y D Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg Fenol/L
Fenoles
(Por lixiviación)
71
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW- 846 (1980) Método 420.1-Methods for chemical
analysis of water and wastes-EPA 600 4.79-020(1979)
Lixiviación
colorimétrica
mg Fenol/L
Detergentes
(SAAM)
72
Método 5540 B y C Standard Methods for the
examination of water and wastewater -18 th edition
Colorimétrico mg SAAM/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 120
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Detergentes
(SRAO)
73
Mc Guire-Kent-Miller y Patenneier. Field test for anionic
detergents in well waters. J. American Water
works.Assn.54665(1962)Adaptación OSN
Colorimétrico mg SRAO/L
Líquidos libres
74
Ensayo de líquidos libres-Federal Register/Vol.47, N°
38/thursday, february 25, 1982/Proposed Rules
Filtración Contiene/No contiene
Hidrocarburos 75
Determinación de hidrocarburos volátiles en agua.-
Método EPA 413.2 The manual of Methods for chemical
analysis of water and wastes. Adaptación OSN
Espectrometría
Infrarroja
mg/L
Hidrocarburos
(Muestras sólidas)
76
Método 9071 A SW-846 EPA 1992 Revisión 0
Método 5520 F Standard Methods for the examination of
water and wastewater 18 th edition
Espectrometría
Infrarroja
mg/Kg
Inflamabilidad
77
Determinación según técnicas E 502 - 84 y D 3278 - 82
ASTM
Instrumental °C
Nivel de estabilización 78
Prueba de nivel de estabilización-CEAMSE- Disposición
de barros Titulométrico % Deflex. de O2
Compuestos
organofosforados por
cromatografía gaseosa
(Muestras Líquidas)
79
Method 3510 B : Separatory funnel liquid-liquidextraction
Method 8141 A : Organophosphorus compounds by Gas
Chromatography-Capillary column technique SW-846
Cromatografía
gaseosa
µg / L
Compuestos
organofosforados por
Cromatografía gaseosa
(Muestras Sólidas)
80
Method 3540 B: Soxhlet extraction.
Method 8141 A: Organophosphorus compounds by Gas
Chromatography-Capillary column technique SW-846
Cromatografía
gaseosa
ng / g
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 121
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Compuestos
organofosforados por
Cromatografía gaseosa
(Por lixiviación)
81
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980)
Method 3510 B: Separatory funnel liquid-liquidextraction
Method 8141 A : Organophosphorus compounds by Gas
Chromatography-Capillary column technique SW-846
Cromatografía
gaseosa
µg / L
Compuestos orgánicos
volátiles por
Cromatografía gaseosa
(Muestras líquidas)
82
Method 5030 A - Purge and Trap
Method 8010 B : Halogenated volatile organics by Gas
Chromatography-Method 8020 A : Aromatic volatile
organics by Gas Chromatography (Adaptación CTUAA)
SW -846
Cromatografía
gaseosa
µg / L
Compuestos orgánicos
volátiles por
Cromatografía gaseosa
(Muestras sólidas)
83
Method 5030 A - Purge and Trap
Method 8010 B: Halogenated volatile organics by Gas
Chromatography-Method 8020 A: Aromatic volatile
organics by Gas Chromatography (Adaptación CTUAA)
SW -846
Cromatografía
gaseosa
mg / g
Pesticidas órgano
Clorados por
Cromatografía gaseosa
(Muestras líquidas)
84
Method 3510 B: Separatory funnel liquid-liquidextraction
Method 8080 A: Organochlorine pesticides and
Polychlorinated Biphenyls by Gas Chromatography
Cromatografía
gaseosa
µg / L
Pesticidas órgano
Clorados por
Cromatografía gaseosa
(Muestras sólidas)
85
Method 3540 B: Soxhlet extraction.
Method 8080 A: Organochlorine pesticides and
Polychlorinated Biphenyls by Gas Chromatography
Cromatografía
gaseosa
ng / g
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 122
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Pesticidas órgano
Clorados por
Cromatografía gaseosa
(Por lixiviación)
86
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980) Method 3510 B: Separatory funnel liquid-
liquidextraction Method 8080 A: Organochlorine
pesticides and Polychlorinated Biphenyls by Gas
Chromatography
Cromatografía
gaseosa
µg / L
Hidrocarburos
Polinucleares
Aromáticos
(Muestras líquidas)
87
Method 3510 B: Separatory Funnel Liquid - Liquid
Extraction
Method 3630-Silicagel Cleanup
Method 8310-Polynuclear Aromatic Hydrocarbons
Cromatografía
líquida
µg/L
Hidrocarburos
Polinucleares
Aromáticos
(Muestras Sólidas)
88
Method 3540 B-Soxhlet Extraction
Method 3630-Silicagel Cleanup
Method 8310-Polynuclear Aromatic Hydrocarbons
Cromatografía
líquida
µg/L
Hidrocarburos
Polinucleares
Aromáticos
(Por lixiviación)
89
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980)
Method 3510 B: Separatory Funnel Liquid – Liquid
Extraction
Method 3630-Silicagel Cleanup
Method 8310-Polynuclear Aromatic Hydrocarbons
Cromatografía
líquida
µg/L
Trifluralina
(Por lixiviación)
90
Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA
SW 846 (1980) -
Método 509 A -Standard Methods for the examination of
water and wastewater -16 th edition
Cromatografía
gaseosa
µg/L
Coliformes totales 91
Método 9222 B-Standard Methods for the examination of
water and wastewater 18 th edition
Recuento en placa Col.colif.tot./100 ml.
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 123
PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES
Coliformes fecales 92
Método 9222 D-Standard Methods for the examination of
water and wastewater 18 th edition
Recuento en placa Col.colif.fec./100 ml.
Bacterias Aeróbicas
93
Métodos para el examen de las aguas de los líquidos
cloacales. OSN 1971
Recuento en placa Colonias/ml.
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 124
VI.17 Límites de detección de las Técnicas
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Color 1 - Unid. de Color
Color 2 - Unid. Hazen
Turbidez 3 - UNT
Acidez 4 - mg CaCO3/L
Acidez 5 - mg CaCO3/L
Alcalinidad 6 - mg CaCO3/L
Alcalinidad 7 - mg CaCO3/L
Dureza total 8 4,0 mg CaCO3/L
Conductividad 9 - µmho/cm
Sólidos Sedimentables
10 min.
10 0,1 ml.sol.sed./L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 125
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Sólidos sedimentables
2hs.
11 0,1 ml.sol.sed./L
Sólidos totales
(103105°C)
12 - mg sol.tot./L
Sólidos disueltos
totales(180 °C)
13 - mg sól.dis.tot./L
Sólidos fijos (500 °C) 14 - mg sól.fijos/L
Sólidos volátiles 15 - mg sól.vol./L
Sólidos suspendidos
totales(103-105°C)
16 - mg sól.susp./L
Sólidos suspendidos
fijos(500 °C)
17 - mg sól.susp.fijos/L
Sólidos suspendidos
volátiles
18 - mg sól.susp.vol./L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 126
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Sólidos totales, fijos y
volátiles(suelos y barros)
19 -
% sól. totales
% sól. volatiles
% sól. fijos
Temperatura 20 - °C
Metales totales 21
Aluminio (Muestras
líquidas)
1,0 mg Al/L
Antimonio (Muestras
líquidas)
- mg Sb/L
Bario (Muestras líquidas) 0,10 mg Ba/L
Cadmio (Muestras
líquidas)
0,003 mg Cd/L
Cromo total (Muestras
líquidas)
0,006 mg Cr/L
Cobalto (Muestras
líquidas)
mg Co/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 127
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Cobre (Muestras
líquidas)
0,004 mg Cu/L
Hierro (Muestras
líquidas)
0,011 mg Fe/L
Manganeso (Muestras
líquidas)
0,003 mg Mn/L
Plomo (Muestras
líquidas)
0,040 mg Pb/L
Molibdeno (Muestras
líquidas)
mg Mo/L
Níquel (Muestras
líquidas)
0,019 mg Ni/L
Plata (Muestras líquidas) mg Ag/L
Estaño (Muestras
líquidas)
mg Sn/L
Titanio (Muestras
líquidas)
mg Ti/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 128
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Vanadio (Muestras
líquidas)
mg V/L
Cinc (Muestras líquidas) 0,003 mg Zn/L
Metales disueltos 22
Aluminio (Muestras
líquidas)
1,0 mg Al/L
Antimonio (Muestras
líquidas)
mg Sb/L
Bario (Muestras líquidas) 0,10 mg Ba/L
Cadmio (Muestras
líquidas)
0,003 mg Cd/L
Cromo total (Muestras
líquidas)
0,006 mg Cr/L
Cobalto (Muestras
líquidas)
mg Co/L
Cobre (Muestras
líquidas)
0,004 mg Cu/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 129
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Hierro (Muestras
líquidas)
0,011 mg Fe/L
Manganeso (Muestras
líquidas)
0,003 mg Mn/L
Plomo (Muestras
líquidas)
0,040 mg Pb/L
Molibdeno (Muestras
líquidas)
mg Mo/L
Níquel (Muestras
líquidas)
0,019 mg Ni/L
Plata (Muestras líquidas) mg Ag/L
Estaño (Muestras
líquidas)
mg Sn/L
Titanio (Muestras
líquidas)
mg Ti/L
Vanadio (Muestras
líquidas)
mg V/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 130
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Cinc (Muestras líquidas) 0,003 mg Zn/L
Metales totales sólidos 23
Aluminio(Muestras
sólidas)
mg Al/Kg
Bario (Muestras sólidas) mg Ba/Kg
Cadmio (Muestras
sólidas)
mg Cd/Kg
Cromo(Muestras sólidas) mg Cr/Kg
Cobalto (Muestras
sólidas)
mg Co/Kg
Cobre (Muestras sólidas) mg Cu/Kg
Hierro (Muestras sólidas) mg Fe/Kg
Plomo (Muestras
sólidas)
mg Pb/Kg
Manganeso (Muestras
sólidas)
mg Mn/Kg
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 131
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Molibdeno (Muestras
sólidas)
mg Mo/Kg
Níquel (Muestras
sólidas)
mg Ni/Kg
Plata (Muestras sólidas) mg Ag/Kg
Vanadio(Muestras
sólidas)
mg V/Kg
Cinc (Muestras sólidas) mg Zn/Kg
Metales por lixiviación 24
Arsénico en barros (por
lixiviación)
0,002 mg As/L
Bario en barros (por
lixiviación)
0,10 mg Ba/L
Cadmio en barros (por
lixiviación)
0,003 mg Cd/L
Cromo en barros (por
lixiviación)
0,006 mg Cr/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 132
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Cobre en barros(por
lixiviación)
0,004 mg Cu/L
Plomo en barros(por
lixiviación)
0,040 mg Pb/L
Cobre en barros(por
lixiviación)
0,004 mg Cu/L
Plomo en barros(por
lixiviación)
0,040 mg Pb/L
Níquel en barros(por
lixiviación)
0,019 mg Ni/L
Plata en barros(por
lixiviación)
mg Ag/L
Cinc en barros(por
lixiviación)
0,003 mg Zn/L
Arsénico (Muestras
líquidas)
25 0,002 mg As/L
Calcio (Muestras líquidas) 26 2,5 mg Ca/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 133
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Cromo hexavalente 29 0,023 mg CrVI
/L
Cromo trivalente 30 mg CrIII
/L
Magnesio (Muestras
líquidas)
31 mg Mg/L
Mercurio (Muestras
líquidas)
32 1,0 µg Hg/L
Mercurio en barros(por
lixiviación)
33 1,0 µg Hg/L
Mercurio (en muestras
sólidas)
34 µg Hg/g
Potasio 35 1,0 mg K/L
Sodio 36 mg Na/L
Boro 37 0,015 mg B/L
Cianuro 38
Cianuro (Muestras sólidas) 39 0,002 mg CN/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 134
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Cianuro (Muestras sólidas) 40 mg CNH/Kg
Cloruro 41 1 mg Cl/L
Cloro residual 42 mg Cl2/L
Fluoruros 43 mg F/L
pH 44 u pH
pH lix 45 u pH
Nitrógeno - Amonio 46 0,02 mg N-NH3/L
Nitrógeno - Amonio 47 0,02 mg N-NH3/L
Nitrógeno - Nitrito 48 0,001 mg N-NO2/L
Nitrógeno - Nitrato 49 0,10 mg N-NO3/L
Nitrógeno - Nitrato 50 0,10 mg N-NO3/L
Nitrógeno orgánico 51 mg Norg/L
Nitrógeno total Kjeldahl 52 mg NTK/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 135
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Oxígeno disuelto 53 mg OD/L
Fósforo de ortofosfato 54 0,005 mg P-PO4/L
Fósforo total 55 mg P-total/L
Fósforo hidrolizable 56 mg P-hidrol./L
Sílice 57 mg SiO2/L
Sulfuro 58 0,015 mg S/L
Sulfuro 59 0,015 mg S/L
Sulfuro (barros) 60 1 mg SH2/L
Sulfato 61 0,5 mg SO4/L
Demanda bioq. de
oxígeno(DBO)
62 mg DBO5/L
Demanda quím. de
oxígeno(DQO)
63 20 mg O2/L
Demanda quím. de oxígeno
(DQO)
64 20 mg O2/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 136
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Demanda quím. de oxígeno
(DQO)
65 20 mg O2/L
Oxigeno consumido 66
Carbono orgánico total
(TOC)
67 mg COT/L
Aceites y grasas 68 mg ac. y grasas/L
Aceites y grasas 70 mg ac. y grasas/L
Fenoles 71 0,001 mg fenol/L
Fenoles 72 0,001 mg fenol/L
Detergentes aot 73 0,011 mg SAAM/L
Líquidos libres 74 contiene/no contiene
Hidrocarburo 75
Hidrocarburos 76
Inflamabilidad 77
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 137
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Nivel de estabilización 78 % deflex. de O2
Compuestos
organofosforados
(cromatog. Gas) Líquidos
79
Etión 0,151 µg / L
Forato 0,012 µg / L
Diazinón 0,017` µg / L
Disulfotón 0,013 µg / L
Metil Paratión 0,020 µg / L
Ronnel 0,031 µg / L
Malatión 0,025 µg / L
Paratión 0,035 µg / L
Carbofenotión 0,375 µg / L
Metil Azinfos 0,043 µg / L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 138
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Atrazina 0,005 µg / L
Compuestos
organofosforados
(cromatog. gas) Sólidos
80
Etión 204 ng / g
Forato 28,3 ng / g
Diazinón 23,4 ng / g
Disulfotón 12,5 ng / g
Metil Paratión 21,5 ng / g
Ronnel 40,7 ng / g
Malatión 33,6 ng / g
Paratión 30,2 ng / g
Carbofenotión 278 ng / g
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 139
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Metil Azinfos 61,1 ng / g
Atrazina 43,0 ng / g
Compuestos
organofosforados
(cromatog. gas) lixiviados
81
Etión 0,151 µg / L
Forato 0,012 µg / L
Diazinón 0,017 µg / L
Disulfotón 0,013 µg / L
Metil Paratión 0,020 µg / L
Ronnel 0,031 µg / L
Malatión 0,025 µg / L
Paratión 0,035 µg / L
Carbofenotión 0,375 µg / L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 140
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Metil Azinfos 0,043 µg / L
Atrazina 0,005 µg / L
Compuestos orgánicos
volátiles (crom. gas)
Líquidos
82
Benceno 1,52 µg / L
Tolueno 1,31 µg / L
Clorobenceno 1,58 µg / L
Etilbenceno 1,20 µg / L
m-Xileno 1,10 µg / L
p-Xileno 1,48 µg / L
Estireno 1,01 µg / L
o-Xileno 1,46 µg / L
Isopropilbenceno 1,38 µg / L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 141
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Bromobenceno 0,890 µg / L
n-propilbenceno 1,32 µg / L
2-clorotolueno 1,38 µg / L
4-Clorotolueno 1,39 µg / L
1,3,5-Trimetilbenceno 0,890 µg / L
t-butilbenceno 1,33 µg / L
1,2,4-Trimetilbenceno 0,860 µg / L
sec-Butilbenceno 1,34 µg / L
1,3-Diclorobenceno 1,32 µg / L
p-Isopropiltolueno 0,840 µg / L
1,4-Diclorobenceno 1,54 µg / L
1,2-Diclorobenceno 1,10 µg / L
n-Butilbenceno 0,880 µg / L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 142
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
1,2,4-Triclorobenceno 1,73 µg / L
Naftaleno 1,41 µg / L
1,2,3-Triclorobenceno 1,42 µg / L
Compuestos orgánicos
volátiles (crom. gas)
Sólidos
83
Benceno 38,5 ng / g
Tolueno 18,4 ng / g
Clorobenceno 16,7 ng / g
Etilbenceno 19,7 ng / g
m-Xileno 19,8 ng / g
p-Xileno 14,2 ng / g
Estireno 13,9 ng / g
o-Xileno 16,3 ng / g
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 143
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Isopropilbenceno 20,1 ng / g
Bromobenceno 32,7 ng / g
n-propilbenceno 15,7 ng / g
2-clorotolueno 14,4 ng / g
4-Clorotolueno 15,6 ng / g
1,3,5-Trimetilbenceno 20,3 ng / g
t-butilbenceno 20,7 ng / g
1,2,4-Trimetilbenceno 18,1 ng / g
sec-Butilbenceno 20,3 ng / g
1,3-Diclorobenceno 23,6 ng / g
p-Isopropiltolueno 26,0 ng / g
1,4-Diclorobenceno 26,3 ng / g
1,2-Diclorobenceno 37,7 ng / g
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 144
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
n-Butilbenceno 22,8 ng / g
1,2,4-Triclorobenceno 130 ng / g
Naftaleno 141 ng / g
1,2,3-Triclorobenceno 175 ng / g
Pesticidas órgano Clorados
(crom. gas) Líquidos
Lindano 0,004 µg / L
Heptacloro 0,005 µg / L
Heptacloro epóxido 0,028 µg / L
Dieldrín 0,029 µg / L
Endrín 0,146 µg / L
Aldrín 0,009 µg / L
4,4’-DDE 0,046 µg / L
4,4’-DDD 0,070 µg / L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 145
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
4,4’-DDT 0,115 µg / L
Metoxicloro 7,10 µg / L
Pesticidas órgano Clorados
(crom. gas)
84 ng / g
Lindano ng / g
Heptacloro ng / g
Heptacloro epóxido ng / g
Dieldrín ng / g
Endrín ng / g
Aldrín ng / g
4,4’-DDE ng / g
4,4’-DDD ng / g
4,4’-DDT ng / g
Metoxicloro ng / g
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 146
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Pesticidas Órgano Clorados
(crom. gas) Lixiviados
86
Lindano 0,004 µg / L
Heptacloro 0,005 µg / L
Heptacloro epóxido 0,028 µg / L
Dieldrín 0,029 µg / L
Endrín 0,146 µg / L
Aldrín 0,009 µg / L
4,4’-DDE 0,046 µg / L
4,4’-DDD 0,070 µg / L
4,4’-DDT 0,115 µg / L
Metoxicloro 7,10 µg / L
Hidrocarb. Polinu.
Aromáticos (Líquidos)
87 µg/L
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 147
PARAMETRO
LIMITES DE
DETECCION
UNIDADES
Hidrocarb. Polinuc.
Aromático (Sólidos)
88 µg/Kg
Hidrocarb. Polinuc.
Aromáticos (Lixiviados)
89 µg/L
trifluralina 90
coli- totales 91
coli - fecales 92
bacterias aeróbicas 93
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 148
VI.18 . Equipos para la Toma de Muestras
EQUIPO Necesario No Neces. Verificado
Llave pico de loro
Sacacorchos
Pipeta
Equipo para sifonar
Muest. de frascos aforado
Muest. de sedimentos
Muest. de aguas residuales
Sacatestigos
Muest. de cuchara
Recipientes para muestras
Lacre para sellar muestras
CAPITULO VI
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 149
EQUIPO Necesario No Neces. Verificado
Rótulos
Cinta adhesivas
Recipientes con tapa
Hielera
Recipiente p/mat. Contamin.
Etiquetas para muestras
Monitor de aire ambiental
Termómetro
Probetas para detec. Gases
Pehachímetro
Explosímetro
Medidor de O2
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 151
CAPITULO VII
VII . CÓDIGO PARA LA REALIZACIÓN DE INSPECCIONES - PAUTAS
METODOLÓGICAS
Significado del término inspección
La palabra inspección
significa examinar o reconocer
una cosa. Cargo de velar
sobre ella y por lo tanto ser
inspector/a es el/la que tiene el
oficio de examinar y controlar
esa cosa.
Objetivos de las inspecciones:
Evaluar el grado de acatamiento de las
normativas vigentes en la materia, (Control
de la Contaminación Hídrica), por parte de
los Establecimientos industriales,
documentar las infracciones, fiscalizar sus
desagües, cuantificarlos, incluye caudal y
toma de muestras para la posterior
realización de los análisisis físico-químicos
para la determinación de la calidad de los
vertidos.
Para avalar y respaldar la actuación de los inspectores, surge la
necesidad de la existencia de un Reglamento para control de
Establecimientos Industriales, en donde se incluyan las Pautas
Metodológicas que cada Ente Administrador considere apropiadas,
este Capítulo, propone una Metodología, en base a la experiencia a
nivel Nacional e Internacional.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 152
VII.1 Requisitos mínimos para el
personal de inspección
A fin de poder cumplimentar los objetivos,
el personal de inspección debe contar con
conocimientos técnicos en:
Instalaciones sanitarias en general (internas
y externas).
Conocimientos generales sobre
Instalaciones de depuración de efluentes
líquidos y barros y funcionamiento de las
mismas.
Nociones de hidráulica, flujo de fluidos y
geología
Conocimientos generales de química y
procesos de fabricación.
Conocimientos generales de instalaciones
electromecánicas.
Conocimientos mínimos de Seguridad e
Higiene en el trabajo.
Conocimiento profundo de
reglamentaciones Ambientales en su
Jurisdicción y de su Competencia.
Evidentemente y dada la cantidad y
variedad de temas que comprenden
distintas disciplinas, para lograr idoneidad
en la función que los habilite como
inspectores y obtener su Credencial,
deberían efectuarse “Cursos de
Capacitación”, previamente a la
designación de los mismos, con el fin de
jerarquizar la función ya que todas las
acciones posteriores de los Entes de
Control se basan en las Actas de
inspección.
El cuerpo de inspectores formados debe ser
capaz de tomar decisiones “in situ”, y ser
lo suficientemente flexible cuando se
requiera, para saber resolver situaciones
imprevistas y ser lo adecuadamente
competente como para suministrar a los
propietarios información fidedigna y
evacuar consultas sobre las
reglamentaciones vigentes y
responsabilidades de los mismos.
VII.2 Facultades de los Inspectores
Los inspectores deberían tener las siguientes facultades, (respaldadas por un Reglamento):
De poder inspeccionar los Establecimientos en cualquier día y hora.
De recorrer los mismos en todas sus partes.
De tomar muestras de vertidos.
De permitir acciones para investigar y así poder detectar la existencia de instalaciones
clandestinas o no permitidas por la reglamentación.
De solicitar el auxilio de la fuerza pública que indique la Legislación Local, para el caso
extremo de oposiciones y/o desconocimiento de la autoridad del mismo, para la práctica de la
inspección.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 153
De solicitar ya en la industria la asistencia de personal de mantenimiento u operarios, para
colaborar en tareas que requieren esfuerzos físicos y/o herramientas especiales, ej. levantar
tapas, proveer escaleras, abrir puertas, abrir o cerrar válvulas, etc.
De poder ordenar el levantamiento de tapas de colectoras cloacales y/o pluviales en vía
pública, ya sea que el servicio sea público o concesionado.
VII.3 Obligaciones de los Propietarios:
Los Propietarios, tienen que estar informados de sus Obligaciones, por ejemplo:
Permitir a los inspectores el libre acceso al Establecimiento
Dar la información que éstos le requieran referida al Objeto específico de la inspección,
debiendo conocer las sanciones a que se exponen por mala fe u ocultamiento de datos.
VII.4 Secuencia de acciones
La secuencia de acciones que deberían seguirse para la
realización de una inspección, cualquiera sea el
propósito de la misma, es la siguiente:
§ Acciones previas: Preparación de la inspección y
de los equipos necesarios, planificación de la
estrategia de la misma.
§ Acciones en el sitio: Inspección propiamente dicha
§ Acciones Posteriores: Preparación del Informe Técnico.
§ Actividades complementarias dependiendo del resultado obtenido en la inspección.
VII.4.1 Acciones previas:
Consiste en el estudio de los antecedentes
obrantes en el Ente Administrador,
revisión de archivos y recopilación de la
mayor cantidad de información que se
disponga, (Documentaciones, resultado de
análisis, verificación del grado de
acatamiento a las reglamentaciones,
multas, contravenciones, etc.).
Lo ideal sería que todos los antecedentes se
encuentren en una misma Sección, esto
depende de la organización interna de la
dependencia, pero por lo general no resulta
así, por lo que hay que rastrear la
información, ya que puede haber
actuaciones iniciadas en otras áreas, por
ejemplo en el área jurídica de la Empresa,
en el Laboratorio, en el área Técnica o en
el área Administrativa, etc.
Conocidos los antecedentes se puede
Planificar la Inspección, para el
cumplimiento del Objetivo de la misma,
definiendo las tareas y los equipos y
materiales con que debe munirse el
inspector
“Para controlar algo, en todo orden
de cosas, previamente hay que
conocerlo”, esto es evidente, en el
caso de Control de la Contaminación
necesariamente esta afirmación
debe cumplirse”.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 154
VII.4.1.a Elaboración del Plan de Inspección1
El plan de inspección constituye un
enfoque ordenado que guiará la realización
de la inspección. En el plan de inspección
debe estar perfectamente determinado:
§ El motivo por el cual se realiza la inspección.
§ El alcance de la inspección.
§ Los procedimientos que se utilizaran para la inspección.
§ Se define el equipo de inspección y las tareas de los miembros.
§ Se identifican los equipos y materiales necesarios para llevar a cabo la inspección.
El plan de inspección debe incluir los siguientes elementos:
• Objetivos y alcance de la inspección.
• Tareas de inspección y técnicas de campo.
• Plan de aseguramiento de la calidad de los procedimientos.
• Plan de toma de muestras y de aseguramiento de la calidad de las mismas.
• Plan de requisitos de seguridad.
• Requisitos administrativos de la inspección.
Es importante que el inspector o el equipo de inspección prepare una lista de chequeo de
preinspección, con el objeto de asegurarse que ha completado todas las tareas inherentes a la
elaboración del plan de ejecución correspondiente a cada inspección.
VII.4.1.b . Listas de Chequeo de Preinspeccióni
Hay que tener en cuenta que es
conveniente preparar las listas de chequeo
lo más general posible, y se analizará para
cada caso (cada inspección) la necesidad o
no de disponer del material chequeado, en
función de lo elaborado en el plan, que
variará según los programas y las
metodologías.
A modo de ejemplo se enuncian las
siguientes listas de chequeo de materiales a
tener en cuenta en la elaboración de los
planes de inspección:
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 155
VII.4.1.c . Lista de chequeo de materialesi
EQUIPO Necesario No Neces. Verificado
Talonario de actas
Sellos de los inspectores
Cámara fotográfica
Película y Equipo de flash
Calculadora
Cinta métrica
Pilas de repuesto
Cuaderno
Bolígrafos y lápices
Folios de plástico
Sobres
Bolsas de polietileno
Trapos desechables
Linterna
Cortaplumas
Soga
Manual de primeros
auxilios
Fajas de clausura
VII.4.2 Acciones en el sitio:
VII.4.2.a El Procedimiento de Entradai
El inspector o equipo debe observar el
procedimiento debido para el ingreso al
establecimiento, con el objeto de no
invalidar las acciones de las inspecciones
que se realicen posteriormente.
En todo momento el/los inspector/es deben
mostrar un trato amable y cortés, pero
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 156
firme ya que él representa al Sector
Público, encargado de aplicar las
regulaciones pertinentes en el control de la
contaminación industrial.
Para las inspecciones programadas es
conveniente llegar en las horas hábiles
normales del establecimiento, esto no se
cumple en las inspecciones de contingencia
debido a denuncias, o a que las estaciones
de monitoreo detecten anomalías
ambientales, de posible causa en el
impacto producido por el funcionamiento
del establecimiento sujeto de las
inspecciones que se realizan.
Se debe hacer uso de la entrada principal,
identificándose fehacientemente con la
presentación de las respectivas
credenciales habilitadoras, explicando la
autoridad que tiene conferida para realizar
dicha inspección, y preguntando por el
titular o responsable del establecimiento, o
el funcionario de mayor rango del mismo
que asuma la responsabilidad de las
acciones de la planta (ingeniero jefe,
encargado de turno, ingeniero de procesos,
etc.).
En caso de existir negativa por parte de las
autoridades del establecimiento a que se
realice la inspección, podrá recurrir al
empleo de la fuerza pública, presentándose
ante la dependencia policial con
jurisdicción en el ámbito del domicilio del
establecimiento, solicitando por el oficial
de más alto rango y presentándose con las
credenciales respectivas, explicando el
motivo de su requerimiento, la misión que
debe cumplir, la autoridad que tiene
conferida y haciéndose acompañar por
funcionario policial para la efectiva
realización de la inspección prevista.
VII.4.2.b La Entrevista Iniciali
El inspector debe presentar en una reunión inicial, las actividades que se han programado para
la realización de la inspección, aclarando los alcances de ésta, a los efectos de comprender
cuales son las operaciones y procesos de práctica en la planta, y para solicitar la
documentación necesaria para su verificación y comparación con los registros de planta.
En esta reunión inicial, los inspectores deben:
v explicar en términos generales las actividades y alcances previstos de la
inspección.
v Identificar las actividades y procesos que tienen lugar en el establecimiento
sujeto de la inspección, y cuales son sus implicancias ambientales.
v Determinar los programas ambientales que se hayan implementado en el
establecimiento, como también los controles existentes, por ej. monitoreos,
programa de cuidado responsable, sistemas ISO, etc., y que documentación se
cuenta.
v Verificar el cumplimiento de las regulaciones ambientales.
v Determinar los responsables en la planta.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 157
VII.4.2.c Modificaciones en el Plan de Inspeccióni
La información recogida en las inmediaciones y durante la reunión de presentación, puede
generar elementos no tenidos en cuenta en la programación de la inspección. Por lo tanto se
debe tener preparada la posibilidad de variar las preguntas, los puntos de inspección y de toma
de muestras.
VII.4.2.d Recolección de Documen tación e Informacióni
En general podemos decir que la
información proviene de dos fuentes, una
de campo o primaria, que es la que
recolecta el observador, y otro secundaria o
documental, y es la que proviene de todas
las fuentes escritas. La ventaja de la
primera de las fuentes es el hecho de ser el
propio observador el que la recolecta, y la
desventaja principal, es que debe ser
procesada, desechar lo que no sirve y
obtener de esta fuente la información
significativa.
La otra fuente tiene la ventaja de la
objetividad de los datos, pero adolece de
no presentar información que podría ser
significativa para el caso.
El inspector debe recurrir a las dos fuentes,
y su percepción, criterio y experiencia
determinará en muchos casos a que tipo de
fuente debe recurrir.
También podemos clasificar la
información en función de su tipo a los
efectos de la inspección y de los informes
que genera la misma en:
v Testimonial, que es la que manifiesta el inspector.
v Objetiva, que es la que proviene de las muestras obtenidas y una vez analizados
sus resultados (muestras de campo analizadas en laboratorios, etc.)
v Documental, que es la que proviene de los archivos y registros de los sujetos de
inspección.
v Demostrativa, o auxiliar, que corresponde a fotografías, croquis, diagramas que
aclaran y ayudan a entender los otros aspectos de la información.
VII.4.2.e Documentación de la Información1
A los efectos de la preparación de los
informes y el labrado de las actas
correspondientes, el inspector o equipo,
deben ir documentando la información que
van obteniendo de la inspección del
establecimiento. Esta información debe ser
recolectada en un cuaderno borrador que
debe disponer el equipo en cada
inspección, y esto facilita al inspector,
pues:
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 158
v Establece la base para la elaboración de los informes y actas
correspondientes, ya que aportan a refrescar la memoria sobre la actividad
realizada.
v Se debe recolectar información útil y objetiva, carente de apreciaciones o
conclusiones.
v Se debe referenciar la documentación tomada o elaborada, fotografías,
condiciones observadas en planta y en las inmediaciones, datos de las entrevistas,
incidentes y datos administrativos.
El inspector debe tener un “Talonario de Actas” numerado, en donde pueda volcar todos los
datos. Las anotaciones deben realizarse en tinta impermeable (bolígrafo), y con letra clara y
legible. Se deben salvar las tachaduras con anotaciones, y cerrar la última hoja con línea
cruzada, debiendo comenzar una nueva hoja para cada inspección.
VII.4.2.f Ayuda para la Recolección de Datosi
La detección de elementos que determinen
posibles contravenciones a las
reglamentaciones, sirven para enfocar la
actividad de los inspectores en los temas de
mayor importancia a los efectos de la
inspección.
Durante la entrevista, es conveniente
prestar especial atención a lo que se diga
sobre
♦ Informes sabidos sobre contravenciones sabidas, vuelcos clandestinos fuera de
los horarios habituales (noche y fines de semana), desconexión de equipos de
monitoreo, etc.
♦ Informes sobre incidentes involuntarios o accidentes que haya sufrido la planta
sujeto de la inspección.
♦ Quejas de los vecinos sobre olores, vuelcos, depósitos de materiales peligrosos, y
sus efectos sobre la salud; lo mismo que de los empleados.
♦ Información que no concuerde con la información documental de que disponen
los inspectores.
♦ Asimismo durante la inspección, el inspector deberá buscar:
üEmisiones y vuelcos excesivos o descontrolados.
üOlores excesivos.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 159
üDerrames, recipientes con escapes y pérdidas, falta de higiene y orden en
general.
üEquipos que no funcionen o lo hagan defectuosamente, o estén defectuosos y
sean fuentes potenciales de problemas.
üEquipos o instalaciones que hayan sufrido daño por incendios y/o explosiones.
VII.4.2.g Inspección de Archivosi
Los archivos aportan al inspector la
posibilidad de saber si se mantienen los
registros requeridos por Ley, y aquellos
necesarios para el registro de las
operaciones y procesos. Asimismo de los
datos de los registros, se puede determinar
si se cumplen con las reglamentaciones
vigentes o si se han registrado
contravenciones, y la magnitud y
características de las mismas.
El inspector debe tomar nota del estado de
existencia de los registros en los archivos,
los tipos de archivos que se examinan y el
motivo del examen. Al estudiar los
archivos el inspector debe considerar los
siguientes aspectos.
♦ Si la información es completa.
♦ De que otra forma se podría obtener la información existente en los archivos.
♦ Si existe en la planta cumplimiento con el registro y mantenimiento de los archivos
de operaciones y procesos.
♦ Si se observan consistencias forzadas de datos asentados con información de campo
recolectada, o si existen divergencias entre los datos asentados y otros tomados
anteriormente.
♦ Si la información es precisa, completa y de buena calidad a los efectos de la
inspección.
♦ Si la información existente es consistente con lo observado y otros datos de
monitoreo que se cuente.
♦ Si existen todos los registros exigidos por las reglamentaciones
A los efectos de determinar exactamente que archivos debe estudiar el inspector, es
conveniente que se tenga en cuenta:
♦ La documentación necesaria para cumplir con las reglamentaciones.
♦ Las prioridades respecto con los objetivos de la inspección.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 160
♦ Los sistemas de archivos, y si es posible obtener información cruzada de distintos
registros.
Es preciso tener en cuenta que no se cuenta con tiempo ilimitado de inspección, por lo que el
inspector deberá tomar una muestra de los registros que sea representativa y que sirva a los
efectos de la inspección, así como las muestras de monitoreo.
Si el inspector sospecha que existen problemas, debe buscar en los archivos que abonen sus
sospechas, si no debe tomar muestras.
A los efectos de la toma de las muestras, es importante que el inspector esté familiarizado con
las distintas posibilidades que tiene al efecto. Los muestreos pueden ser: aleatorio, es decir
cada elemento tiene la misma posibilidad de ser seleccionado; o segmentado, ya sea por
intervalo, o estrato diferencia o características pertinentes.
VII.4.2.h Toma de Muestras1
1
Fuente: 1
Fuente: Manual del Inspector en Control de La Contaminacion Industrial – Ing. Fernando Zabala -
PRODIA
La toma de muestras durante la inspección,
tiene por objeto verificar el grado de
calidad del elemento muestreado, si
cumple o no con las reglamentaciones o si
se han registrado contravenciones a las
mismas.
Las muestras aportan datos cuanti -
cualitativos de emisiones y efluentes, lo
que permite inferir el impacto ambiental o
el riesgo potencial a la salud que pueden
generar las mismas.
El muestreo puede incluir monitoreo in
situ, o los análisis posteriores de agua, aire,
suelo, lodos y residuos que provienen de la
planta, o de una sección de la planta.
Asimismo puede contener muestras
biológicas (vegetación, etc.), a fin de
determinar el comportamiento de las
mismas respectos de las emisiones a las
que se encuentran sujetas.
A los fines de efectuar un muestreo que
apoye la inspección, es importante elaborar
un plan de acción que oriente la selección
de las metodologías más apropiadas. En el
plan se deberán:
• Establecer y comunicar los objetivos de la toma de muestras y los requisitos de
calidad de los datos.
• Identificar los niveles de descarga que cumplen con las reglamentaciones.
• Formular proyecciones sobre costo y tiempo en toma de muestras.
• Establecer protocolos completos para la toma de muestras y para el aseguramiento
de la calidad.
• Identificar y caracterizar una serie de condiciones de mayor envergadura que
apoye los datos provenientes de las muestras.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 161
Muchos de los sitios que se inspeccionan
cuentan con registros y permisos de
vuelco, y calidad permitida para los
mismos. En este caso se evaluará el
cumplimiento de las reglamentaciones.
También existen muchos establecimientos
que no cuentan con registros ni permisos
para operar, ni solicitudes. Estos
establecimientos, es posible que se
detecten por informaciones periodísticas,
denuncias del público, o por visitas a otros
establecimientos. Para estos casos, es
posible que se cuente con poca
información, incluso dentro del
establecimiento, por lo que se debe generar
un plan de contingencia, que no variará
demasiado del plan anterior, solo en el
hecho de que no se cuenta con información
documental adecuada, por lo que el
muestreo, observación e inspección se
basarán sobre los criterios de detectar los
problemas más graves y generar un
ranking de prioridades.
Para cada inspección de muestreo se debe
elaborar un plan de aseguramiento de la
calidad. Este plan debe incluir los
siguientes elementos:
v Descripción del sitio y del proyecto.
v Identificación de los objetivos de calidad de datos del estudio.
v Descripción de la toma de muestras que se hará y justificación de los lugares seleccionados
para las mismas.
v Descripción de los métodos y requisitos de aseguramiento y control de la calidad de las
muestras.
v Descripción de los planes de muestreo.
v Descripción de los requisitos de conservación de las muestras y de las cadenas de custodia
de las mismas.
v Descripción de requisitos administrativos a cumplir.
v Cualquier otra información pertinente.
La descripción del sitio debe incluir toda la documentación existente al respecto, como
planos, croquis, etc., a los efectos de fijar los puntos de muestreo; e incluso para detectar
lugares no permitidos o indocumentados de descarga.
Dentro de las Acciones en el sitio se encuentran los relevamientos internos y externos
de la industria o sitio a examinar.
La metodología a desarrollar, depende del tipo de inspección que se va a realizar.
A continuación se proponen distintos mecanismos de acuerdo a los propósitos y alcances
requeridos.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 162
VISTA –OIDO-TACTO-VOZ-OLFATO-INTUICION (sexto sentido)
VII.4.2.i Relevamiento externo de la industria:
VII.4.2.i.1 Utilización de los sentidos:
El ser humano utiliza continuamente los
sentidos sin darse cuenta de ello, es una
aptitud inherente a él, la de percibir por
determinados órganos las impresiones de
los objetos externos. Para la realización de
las inspecciones es aconsejable utilizarlos
racionalmente y sacar ventajas de ellos.
El uso de los sentidos se va desarrollando
con el tiempo y luego resulta sencillo y
sobre todo muy práctico, para
preestablecer visiones, advertencias, y
tomar cuidados en el momento de realizar
los relevamientos en una industria.
Por más absurda que parezca una
sensación hay que registrarla en borradores
preliminares y luego cuando se realizan los
trabajos de campo, al analizar las causas,
se van a ir descartando las superfluas por sí
mismas.
Es importante que en la primera etapa de
una inspección se investigue y se realicen
anotaciones preliminares en borradores
sobre detalles del contorno y alrededores
del Establecimiento industrial.
Se describe el uso de los sentidos para el
relevamiento exterior del establecimiento
que va a ser inspeccionado, entendiéndose,
que una vez en el interior del mismo, el
uso de los sentidos debe intensificarse.
VII.4.2.i.1.1 Vista
Vistas del perímetro externo:
Primero en forma global la utilizamos para visualizar previamente las instalaciones desde el
exterior del predio, con lo cual se busca individualizar:
Ø La/s descarga/s normales declaradas de efluentes residuales de la industria.
Ø Descargas a cielo abierto o vertidos anormales o no declarados.
Ø Derrames.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 163
Ø Descargas pluviales.
Ø Descargas directas a cursos de agua. Color del desagüe, presencia de sólidos, aceites,
diámetro de la cañería de descarga, caudal estimado instantáneo.
Ø Conexiones de agua de red de servicio público.
Ø Entrada y salida de camiones.
Ø Accesos principales y secundarios.
Ø Emisiones de chimeneas, humo, niebla, hollín, vapores.
Ø Vista de los alrededores:
Es conveniente recorrer externa y perimetralmente el Establecimiento a efectos de ubicar y
graficar la existencia o no de servicios de desagües cloacales y/o pluviales en vía pública,
mediante la detección de:
ü Bocas de registro próximas de colectoras cloacales.
ü Bocas de Tormenta y Bocas de acceso a conductos pluviales
ü Estado de la vegetación circundante.
ü Tipo de establecimientos próximos a la industria y actividad de los mismos.
ü Aspecto general de las periferias.
VII.4.2.i.1.2 . Olfato:
Percibir o detectar olores desde el exterior es
importante pues pueden dar indicios de sustancias
cuya presencia en los desagües habría luego que
investigar
La sensación que debe anotarse es si es posible
clasificar groseramente o describir al Olor
percibido con alguno de los términos que se indican
en el cuadro.
Desde ya algunos olores son propios y naturales de
los procesos industriales que se llevan a cabo en el
Establecimiento, como por ejemplo en las
industrias del pescado, de fragancias, de pulpa de
papel, del café, de harinas de huesos, triperías, etc.
Intenso.
Agradable: Etéreo, olor a perfume,
frutas, ceras éter, etc.
Desagradable: Aminas, narcóticos,
animales, etc.
Repugnante: Putrefacción: metil
mercaptano, sulfuros, líquidos
cloacales
Pungente: Formaldehído, Amoníaco,
etc..
Hircinos: Queso, sudor, etc.
Empireumáticos: Café, Tabaco,
Fenol, Xileno, Naftaleno, etc.
Aliáceos (olor a ajo):
Cebolla: acetileno, yodo, etc.
Anís: Fragante, flores, vainilla,
bálsamos, ámbar, etc.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 164
Pero es importante considerarlos, pues luego al recorrer las instalaciones se puede verificar su
origen y encontrar que muchas veces se deben a putrefacciones, o provienen de derrames
debido a malas prácticas del manejo de materiales, o a pérdidas de productos en los procesos
productivos y/o a la formación de subproductos indeseables que suelen no aparecer
declarados en los procesos, o se originan en las secciones de almacenaje.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 165
VII.4.2.i.1.3 Tacto:
Desde el exterior puede detectarse alguna
fuente de calor, que luego hay que hallar
en el interior para ver si puede generar
efluentes con carga térmica.
VII.4.2.i.1.4 Oído:
Algunas veces no se visualizan
conducciones o conexiones de efluentes,
pero se puede escuchar el ruido de un flujo
líquido que nos induce a percibir otras
descargas cuyo punto de generación hay
que hallar luego en el interior de la
industria.
VII.4.2.i.1.5 Sexto sentido:
El conocimiento de la industria y los años
de experiencia, hacen desarrollar este
hipotético sentido, es muy importante
seguirlo, pues a veces se logra hallar
fuentes riesgosas que a simple vista pueden
pasar desapercibidas. No se puede explicar
en forma racional pero muchos inspectores
lo poseen o lo pueden desarrollar.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 166
VII.4.2.j Relevamiento Interno de las Instalaciones:
Depende del tipo de inspección que se realice.
VII.4.3 Relevamiento Interno en Inspección de Control no Programada: (sorpresiva)
No se notifica a los responsables de la industria y generalmente son inspecciones para
verificar si el establecimiento posee efluentes contaminantes, es decir que no cumplen con las
condiciones ya establecidas por legislaciones y/ o normativas vigentes en el Organismo
responsable del control de la contaminación de efluentes líquidos, estas también pueden ser
inspecciones de rutina.
Otro tipo de inspección no programada sería la que se realiza debido a denuncias de vecinos u
otras entidades.
En estos recorridos, el objetivo es el control de las descargas, (calidad, caudal
y verificar que en las cañerías de desagües no existan “by pass”, que puedan
impedir que la totalidad del efluente proveniente del Establecimiento, concurra
a las instalaciones de depuración y/o muestreo, previo a su volcamiento en el
cuerpo receptor).
El método consiste fundamentalmente en llegar, (una vez que se haya ingresado a la
industria), lo más rápido posible hasta las descargas de los desagües, para tomar muestras y
luego recién recorrer y relevar las secciones que generan los vertidos, o los almacenen, o los
bombeen, o a sectores donde se sospeche que puede haber generación de efluentes desviados
de las descargas normales, máxime si se van a tomar muestras instantáneas para el control de
calidad, con el propósito de evitar que si hay anormalidades el personal del Establecimiento
las pueda revertir para corregirlas antes de que sean observadas, evitando así la posibilidad de
evaluación de la situación real.
VII.4.3.a.1 Control de descargas líquidas:
Es importante comenzar desde el/los último/s punto/s, entendiéndose por último/s punto/s al
lugar más cercano a los límites del Establecimiento de donde se pueden tomar muestras
representativas de la calidad que se está vertiendo en el cuerpo receptor.
En esta instancia es fundamental determinar o estimar el caudal circulante, (si no hay
circulación de líquido no debe tomarse la muestra pues si se extrae de sitios estancos, no
resulta representativa del efluente instantáneo) y dejar establecido la hora de la toma de
muestras, los datos de la persona del establecimiento que presenció el acto, cargo y función
del mismo, N º de Documento, previamente hay que verificar que sea una persona autorizada
por la Empresa para firmar las actas de inspección y no un operario no autorizado, que
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 167
implique luego un rechazo de los resultados por no haber sido debidamente conformada la
toma de muestras.
Los frascos que contienen las muestras a medida que se vayan llenando deben ser rotulados,
indicando claramente el sitio de extracción.
Es necesario respetar las formas y métodos para la extracción, conservación y envío de las
muestras de acuerdo a las normativas de cada Jurisdicción, de lo contrario las mismas no
serán representativas y serán objeto de impugnación, haciéndolas perder validez, para
cualquier acto, Expediente o trámite Oficial, por separado se indican las técnicas
comúnmente utilizadas para la toma de muestras, conservación y traslado de las mismas al
Laboratorio que realizará los análisis solicitados en la inspección.
Los parámetros a determinar serán en función al tipo de industria o de algunos contaminantes
en especial en el caso que se trate de una denuncia.
Hay determinaciones que pueden y deberían realizarse “in situ”, éstas son:
pH
Temperatura
Cloro residual
Oxígeno disuelto
Dióxido de carbono
Todo otro parámetro que se pueda determinar y que estarán en función de los
instrumentos que se han munido los inspectores.
debiéndose anotar todas las observaciones de campo que se consideren importantes. Este
hecho es de gran importancia para el analista del laboratorio.
VII.4.3.a.2 Control de secciones que generan efluentes industriales:
Cumplimentado el primer paso, se recorren las instalaciones siguiendo el camino inverso de
la/s traza/s de la/s cañería/s de descarga, desde ya la mayoría de las veces no se observan a
simple vista, pero se solicita la presencia del encargado de mantenimiento que es la persona
que generalmente conoce del tema o de otra persona que pueda dar esa información.
Cuando los tramos son largos, generalmente hay bocas de desagües dispuestas en el
recorrido, las que hay que destapar y observar en ellas, cuantas cañerías afluentes y efluentes
poseen para descartar desvíos de los desagües. Es importante seguir un Plano Sanitario, si es
que la industria lo posee, para avanzar más rápido y entender y asegurarse en que área uno se
encuentra.
Además de las muestras de efluentes líquidos puede ser necesario, realizar la toma de
muestras de otro tipo de efluente, ya sea gaseoso o sólido:
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 168
Una vez establecidas “a priori” las fuentes de desagües, recién se realiza
el relevamiento integral de la industria, cuyo objetivo es el conocimiento
de: las secuencias de los procesos productivos, las materias primas e
insumos utilizados, los contaminantes potenciales que podrían
encontrarse además de los parámetros que son necesarios analizar por
el tipo de industria y que inicialmente se indicaron al momento de la
extracción de muestras líquidas.
Muestras de Aire
En cuanto a la calidad de aire se
podrán tomar muestras de
emisiones por chimeneas. Pero
también resulta apropiado de
contar con los equipos adecuados
monitorear la calidad del aire en los
alrededores del establecimiento, así
como en las cercanías de equipos y
acumuladores, tuberías, etc. a fin de
detectar posibles emisiones
fugitivas. Para estas extracciones es
necesario conocer las técnicas
específicas, las cuales no se
desarrollarán en este manual.
Muestras de Suelos
Se podrán tomar muestras de
suelos alrededor de tanques de
procesos, o en las trazas de las
líneas de tuberías a fin de
constatar derrames. Igualmente
en zonas de tanques de depósitos.
Las muestras de suelo pueden ser
tomadas de la superficie o a
profundidad usando barrenos.
Para estas extracciones es
necesario conocer las técnicas
específicas, las cuales no se
desarrollarán en este manual.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 169
VII.4.3.a.3 Inspecciones Programadas:
Son aquellas en que se ha notificado al
responsable de la industria la presencia
de los inspectores para un fin
determinado.
VII.4.4 Objetivos:
Las inspecciones programadas pueden
obedecer a los propósitos siguientes:
Para realizar un relevamiento integral de
las instalaciones industriales y/o una
caracterización de los desagües.
Para informar sobre los procesos
productivos y/o funcionamiento de las
Plantas de Tratamiento, actualización de
datos.
Para comprobar la veracidad de lo
declarado en la documentación
reglamentaria obrante en la industria y/o la
presentada en el organismo de contralor.
Para verificar el cumplimiento de algunas
correcciones solicitadas en intimaciones
previas.
Para trámites de otorgamiento de Permisos.
Para verificar si las instalaciones de
muestreo y aforo de líquidos residuales se
ajustan a los requerimientos legales y
técnicos en cuanto a sus medidas,
elementos y dispositivos de aforo
hidráulico y sitio/s de ubicación.
.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 170
VII.4.4.a.1.1 Secuencia de las
inspecciones
Programadas:
Se ejemplificará considerando un objetivo
que abarque un gran espectro de
posibilidades, para una inspección
programada, de tal manera que pueda
tomarse como ejemplo también para las no
programadas, luego de que hayan sido
tomadas las muestras.
El Objetivo del ejemplo es una inspección
programada para verificar el cumplimiento
de las normativas vigentes, realizar la
Caracterización de los desagües y efectuar
la Toma de muestras y medición del
caudal.
VII.4.4.a.1.2 Preparación de la
inspección:
Si la realiza el Organismo que tiene a su
cargo el control de efluentes líquidos y
estando el alcance de la inspección ya
definido, los inspectores actuantes deben
buscar y/o solicitar al encargado del área
de documentación todos los antecedentes
obrantes de la industria que tengan relación
con el objetivo prefijado.
La idea es que se debe conocer de
antemano la situación legal de la industria,
los procesos declarados, los sitios de toma
de muestras indicados, destino final del
efluente generado, las posibles excepciones
que puedan haberse otorgado, calidad de
los desagües detectados con anterioridad,
para prever los tipos de recipientes y
conservantes necesarios que hay que llevar
para la toma de muestras, según los
parámetros que hay que mandar a analizar,
etc., todo esto con el fin de abocarse ya en
la industria a cumplimentar los objetivos
específicos con mayor claridad y
conocimiento de lo que hay que observar
con más detalle, de esta manera se logran
fluidez y agilidad en los tiempos.
Se aconseja realizar un resumen de los
antecedentes y anotar la documentación
faltante así cómo un cuestionario
preliminar para que sea contestado, luego
por el responsable de la industria. (ver
puntos anteriores)
VII.4.4.a.1.3 Relevamiento interno de
las Instalaciones:
No siendo una inspección sorpresiva, sino
que se ha fijado la fecha y hora, una vez en
la Planta y luego de las presentaciones
formales, credenciales mediantes, y/o
autorizaciones debidamente firmadas y
selladas por el jefe del área del organismo
de Control, corresponde indicar claramente
el objetivo de la inspección.
Como primera medida, se aconseja dar a
conocer la documentación que el
organismo de control posee como
antecedente y luego revisar la obrante en
fábrica, examinar la misma, para
certificar que no haya otro tipo de
documentación presentada y que no
figure en los antecedentes. Además
solicitar cualquier tipo de información
que se considere necesaria, como por
ejemplo comprobantes de retiro de
sólidos, manifiestos de carga, manifiestos
de transportes de residuos, permisos de
volcamiento, libros de registros, listados
de compra de materias primas e insumos,
listados de productos elaborados, boletas
de la Empresa o Ente a cuyo cargo se
encuentre el abastecimiento de agua de
red, Boletas de consumo de electricidad,
(para observar si hubo en los períodos
posteriores a la fecha de los antecedentes
aumentos en los consumos), si el
abastecimiento de agua fuera por pozos
semisurgentes, verificar el tipo de equipos
de captación, potencias, altura y
capacidad aproximada de los tanques de
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 171
agua, para estimar tentativamente en
rango del volumen de agua que se podría
llegar a utilizar, análisis de calidad de
agua subterránea, consultar el Libro de
Higiene y Seguridad obrante en la
Empresa, prestar atención si en él figuran
contingencias y en caso afirmativo ver
que medidas se adoptaron para su
corrección. Prestar atención en la
simbología utilizada en las condiciones de
seguridad, porque a partir de ellas se
puede tomar conocimiento del tipo de
sustancias peligrosas que se manejan en
la Planta.
A título ilustrativo, más adelante, se
indican algunas simbologías referentes al
tema de Seguridad.
Anotar todo dato de interés en el transcurso
de esta etapa, en especial registrar los
últimos acontecimientos.
Es costumbre que cuando se realiza un
informe final de inspección para elevar a la
superioridad, se utilice la siguiente frase:
“según datos suministrados por el
industrial, se informa...”, en realidad, esto
no debería ser así, por cuanto uno de los
objetivos de la inspección es verificar
datos, y estos deben ser corroborados en el
sitio, y es en este momento cuando se
examinan los datos administrativos, lo
correcto sería decir: “Se informa de
acuerdo a datos corroborados y
verificados que el Establecimiento
cuenta con la siguiente
Documentación...”
En esta instancia ya se comienzan a
escribir las observaciones registradas en un
Acta de Inspección por duplicado, (porque
si se deja como última tarea, dado que
recién se está en los comienzos, es posible
que luego se olviden), preferiblemente
deben ser escritas a máquina o con letra
clara manuscrita en imprenta mayúscula,
en lo posible sin tachaduras ni enmiendas,
si las hubiera hay que ratificar o rectificar
al final del Acta, previo a las firmas.
VII.4.4.a.1.4 Finalizadas estas acciones,
se lleva a cabo el
relevamiento integral de la
Planta.
VII.4.4.a.1.5 Las entrevistas2
Las entrevistas tienen por objeto recabar
información primaria, de propia fuente, de
los actores sobre el establecimiento sujeto
de la inspección
Como las demás tareas de la inspección,
las entrevistas deben planificarse. La
planificación de las entrevistas debe
incluir:
Identificar a los posibles entrevistados que
podrían proporcionar información que se
ajuste a los objetivos de la inspección
Identificar las razones por las cuales se
debe entrevistar a determinadas personas
en el establecimiento sujeto de inspección,
como también la información que se debe
obtener de los entrevistados.
De ser posible, programar las entrevistas a
horario conveniente, dentro de las horas
normales del establecimiento.
VII.4.4.a.1.6 Ejecución de las
Entrevistasi
Como en la entrevista inicial, el inspector
debe conducirse con cortesía y diligencia,
pero teniendo una posición de firmeza.
Los temas clave para el desarrollo de las
entrevistas en el curso de las inspecciones,
incluyen:
2
Fuente: Manual del Inspector en Control de La
Contaminacion Industrial – Ing. Fernando Zabala -
PRODIA
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 172
§ Solicitar al entrevistado explique los
alcances de sus responsabilidades y la
relación de éstas con los objetivos de la
inspección.
§ Formular preguntas concretas sobre los
puntos de la inspección.
§ Reorganizar la información y realizar
un repaso de cada fase de la entrevista
a los efectos de confirmar que se han
explorado todos los puntos clave.
§ Resumir la entrevista para permitir al
entrevistado tener un panorama y
confirmar o corregir la información
recabada.
El inspector debe documentar la entrevista,
tomando apuntes de la misma, y labrando
un acta en caso de corresponder si se
verificaran aspectos que así lo ameriten.
Es conveniente observar algunos aspectos
que facilitan la recolección de la
información en las entrevistas, a saber:
• Utilizar preguntas que requieran una
narrativa, y las que requieran
respuestas si/no para confirmar o
desechar información ya
proporcionada.
• Evitar hacer preguntas sugerentes,
porque ellas sesgarían las respuestas y
perdería objetividad la entrevista.
• Organizar los temas para la realización
de las preguntas, yendo de lo general a
lo particular.
• Utilizar puntos de referencia a los
efectos de ayudar al entrevistado a
cuantificar datos aportados.
• Permitir al entrevistado ponderar sus
respuestas.
• De ser necesario se deberá solicitar
informe escrito.
VII.4.4.a.1.7 Observaciones e
ilustraciones i
El inspector debe hacer uso de todas las
percepciones detectadas por los sentidos,
como vista, olfato, oído y tacto, ya
descriptas Se debe recurrir a dibujos,
apuntes y fotografías.
Las fotografías están adquiriendo cada vez
mayor importancia como prueba
documental, debido a que pueden congelar
el instante observado y aportar pruebas
importantes para los informes y
cuantificación de datos. Es importante que
el inspector tome nota en su cuaderno de
inspecciones sobre las fotografías y
numerarlas a fin de facilitar las tareas en
los informes, cuando se hayan procesado
las películas.
Asimismo es importante contar con mapas,
planos y croquis de la zona y de la planta,
como así también con diagramas de
procesos y lay out, para facilitar el
panorama sobre la inspección.
VII.4.4.a.1.8 Labrado de Actas y salidai
Concluida la inspección, el inspector
deberá labrar un Acta. Esta Acta se
realizará en los formularios (en lo posible
numerados) que la dependencia provea al
inspector al efecto. Las actas deben estar
correctamente confeccionadas a efectos
de no invalidar las constataciones
verificadas durante la inspección.
En el labrado de actas, se deberá prestar
especial atención a la consignación de los
datos de la empresa y del/los responsable/s
que atendieran la inspección, sin omitir ni
abreviar ninguno a fin de no invalidar el
acta.
En el espacio reservado a las
constataciones se deberá dejar constancia
de todas las verificaciones y
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 173
contravenciones que se detecten, y las
normas reglamentarias transgredidas.
El acta será firmada por el inspector y
el/los responsable/s que atendió la
inspección, fechada y puesta la hora de
confección. En caso de que el/los
responsable/s se nieguen a firmar, se dejará
constancia en la misma. Esta negativa no
invalida el acta. Se debe entregar copia del
acta al responsable del establecimiento y se
dejará constancia de esto en el acta.
Este trabajo origina una entrevista de cierre
rápida y concisa, que será utilizada por el
inspector para obtener cualquier
información adicional, a los efectos de
agregarla en los informes ampliatorios que
acompañarán las actas.
VII.5 Preparación de informes13
El informe de la inspección tiene por objeto presentar un cuadro completo, preciso y veraz
de la inspección realizada. En este informe se organiza toda la información recabada,
incluso aquella que originó el labrado de las Actas correspondientes, y servirá a la
autoridad a cuantificar el grado de las contravenciones verificadas, responsabilidades, etc.,
que se utilizará para graduar las penalizaciones u otras acciones que correspondiera.
El informe debe suministrarle al funcionario los elementos necesarios para el cumplimiento
de lo enunciado en el punto anterior, y debe contemplar los siguientes puntos:
§ Motivo de la inspección.
• Participantes de la inspección.
• Si se cumplió con los requisitos administrativos.
• Acciones y su cronología realizada durante las inspecciones.
• Documentación y muestras tomadas, y resultados de los análisis de las mismas.
• Observaciones realizadas.
Asimismo los informes incluirán la documentación generada, información narrativa y
documentación corroborante.
En la redacción de los informes es importante relacionar los hechos con la evidencia obtenida
durante las inspecciones. Un buen informe es fidedigno, preciso, conciso, claro y completo,
además debe incluir las fuentes de la evidencia, las pruebas tangibles, estar bien redactado y
organizado.
3
Fuente: Manual del Inspector en Control de La Contaminacion Industrial – Ing. Fernando Zabala - PRODIA 3
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 174
A pesar de las variaciones que pueden existir los informes contendrán:
• Introducción:
- información general
- resumen de los hallazgos
- historia de la planta
• Actividades de Inspección:
- entrada y reunión inicial
- archivos
- verificaciones realizadas
- muestras obtenidas
- actas o sus copias según corresponda
• Apéndices:
- lista de lo que se adjunta
- documentos
- resultados analíticos
- fotografías
- mapas e ilustraciones
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 175
VII.6 Relevamiento Interno de las Instalaciones para una Inspección Integral
Como recomendación, se sugiere comenzar el relevamiento siguiendo la secuencia y el
camino que recorre la materia prima en su proceso de transformación para la obtención del
producto, finalizando en el área de Expedición y Despacho. De acuerdo al “Diagrama de flujo
de Areas de inspección” que se grafica en la hoja siguiente.
El objetivo en esta etapa es caracterizar los desagües y analizar las posibilidades de
desviación de la calidad del vertido final, se requieren como mínimo las siguientes
determinaciones:
♦ volúmenes diarios de vertido
♦ caudales horarios mínimo y máximo de vertido
♦ composición del agua y volumen de abastecimiento a la industria.
♦ procedencia de los desagües, según sean procesos continuos ó discontinuos
♦ importancia y periodicidad de los picos de contaminación
♦ posibilidad de separación de los circuitos
♦ posibilidades de tratamientos o de recirculaciones locales o parciales
♦ contaminaciones secundarias, incluso débiles u ocasionales, que puedan afectar
seriamente al funcionamiento de ciertos unidades de los equipos de tratamiento
(colas, alquitranes, fibras, aceites, arenas, productos de limpieza concentrados, etc.)
♦ Balances de masas, fundamental para la evaluación e informe final de la inspección.
Ver gráfico ejemplificativo.
♦ comparación con informaciones procedentes de industrias similares, conviene
realizar una comparación de las cantidades de contaminantes detectados mediante
un análisis continuo y sistemático de los efluentes, con los consumos de productos
químicos de la fábrica.
A los efectos de poder determinar las características físico - químicas y bacteriológicas del
efluente industrial es necesario realizar mediciones, estudios y análisis de laboratorios sobre
muestras compensadas o compuestas para sacar conclusiones válidas y la tendencia en el
comportamiento de ese efluente.
NOTA: Se agrega una ilustración de todos los tipos de residuos que se generan en una
industria, que deben verificarse y controlarse. No se desarrollarán los mecanismos de
Control de todos ellos en este Manual, pues el mismo sólo trata sobre los efluentes líquidos,
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 176
o sea abarca solamente una parte del problema de la Contaminación Ambiental y de los
Recursos Naturales.
CAPITULO VII
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CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 178
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 179
VII.7 Finalización de la inspección:
Concluidas las etapas anteriores y labradas
las Actas correspondientes, una vez en las
oficinas del Ente, es conveniente
complementar el Acta de Inspección con
un Informe interno, detallado, donde quede
documentado todo el accionar de la
inspección, croquis aclaratorios, y demás
datos de interés que faciliten las acciones
futuras.
El informe luego se eleva al superior
jerárquico para que siga el trámite
administrativo correspondiente de acuerdo
con los procedimientos de cada
Organismo, siendo un elemento
absolutamente necesario para el caso que
procedan acciones coercitivas como las
sanciones, multas, plazos, clausuras de
desagües, etc..
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 180
VII.8 Necesidad de un Reglamento de Gestión de Control de la Contaminación debido a
efluentes industriales
Un Reglamento de Gestión de Control, que sea
ampliamente difundido y que establezca los
mecanismos de inspección a las Instalaciones
Sanitarias de los Establecimientos Industriales, en
lo relativo al volcamiento de efluentes líquidos y
utilización de agua para uso diversos:
♦ Debería basarse en las Normativas en vigencia
en la Localidad de aplicación, para darle
soporte Técnico – Legal.
♦ Resulta fundamental en la tarea de Control, para
preservar los Recursos Hídricos utilizables, que
son escasos y que por causas diversas tienden
mundialmente a disminuir.
♦ Facilita la Gestión de los inspectores.
♦ Facilita la tarea del área Jurídica del Ente
Administrador.
♦ Permite al que controla y al controlado, conocer
sus obligaciones y derechos.
♦ Facilita la concientización y colaboración del
vecindario.
♦ Previene abusos y dobles interpretaciones de
los diferentes actores, transparentando las
intervenciones.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 181
VII.8.1 Puntos relevantes a incluir en un Reglamento de Gestión de Control de la
Contaminación por efluentes líquidos en Establecimientos Industriales.
1. Disposiciones Generales.
2. Denominación
3. Finalidad
4. Definición del Régimen Legal y de todas las Normativas relacionadas.
5. Ambito de Aplicación
6. Alcance
7. Objetivos.
8. Glosario de Términos
9. Responsabilidades. Derechos y Obligaciones de los actores.
10. Definir las Relaciones Institucionales.
11. Definición clara y concisa de todos los puntos que deben ser controlados y fiscalizados
por el Ente de Control, con respecto a las Instalaciones Sanitarias Industriales, ej.
capacidad o no del mismo para Aprobar y/o Registrar Proyectos, Construcción y
Operación de Instalaciones de Conducción y Tratamiento de efluentes, tanto cloacales
como industriales y/o combinados que vuelquen a conductos o cuerpos receptores o a
pozos absorbentes, en el ámbito de Jurisdicción de aplicación del Reglamento. Validez
legal de los resultados de los análisis de las muestras extraídas, etc.
12. Establecer Plazos de cumplimiento para los distintos requerimientos.
13. Definición del régimen de Inspecciones (de Control, Integral, de Rutina, etc.).
Metodología y alcances del “auxilio de la fuerza Pública”, para el caso de oposición a las
inspecciones.
14. Establecer o no, la Obligatoriedad de comunicar al Ente de Control toda obra interna o
externa al Establecimiento industrial que pueda interferir con el Patrimonio y/o Función
del Ente.
15. Establecer el Mecanismo de Resolución de situaciones especiales no contempladas en el
Reglamento.
16. Establecer los Mecanismos Administrativos para presentación o no de la Documentación
Técnica, definir la necesidad o no del pago de Aranceles, Derechos u otros conceptos,
por ejemplo por toma de muestras o análisis, por realización de inspecciones, viáticos por
traslados, Aprobación y/o Registro de Planos, etc..
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 182
17. Definir destino de los fondos recaudados.
18. Definir el/los Laboratorio/s Oficial/es, los mecanismos, sitios y formas legales para la
toma de muestras y/o contramuestras y validez de éstas últimas, las técnicas analíticas a
utilizar.
19. Definir los mecanismos, sitios y formas legales de medición de caudales de vertido.
20. Definir el alcance de las Autorizaciones o Permisos de volcamiento de efluentes
residuales: desde el punto de vista hidráulico, de calidad y destino final, ( precario,
definitivo, condicional, temporario, etc.). Definir la posibilidad del otorgamiento
utilizando otros parámetros o criterios de medición, como por ejemplo: cargas másicas,
tóxicas u otras, avaladas por la Legislación.
21. Definir la Gestión Administrativa para la obtención de Permisos de Vuelco de Vertidos.
22. Definir los mecanismos para Habilitación y Clausura de desagües.
23. Definir los Usos Industriales del agua: pública o extracción propia, (superficial,
subterránea) y la necesidad o no de la medición de caudales de abastecimiento
domiciliario e industrial. Definir el Control de la Preservación del Recurso Hídrico
Subterráneo (calidad y cantidad).
24. Definir el destino y obligación de tratamiento para líquidos cloacales cuando se
encuentran fuera del radio servido de cloacas, en función de la cantidad de personas que
desarrollan actividades en los Establecimientos.
25. Definir la ubicación de Pozos Absorbentes y de Pozos Semisurgentes.
26. Establecer el contacto con los Consejos, Colegios u otros Organismos de agrupación
Profesional que verifiquen la habilitación e incumbencias de los Profesionales actuantes,
en el caso que se haya definido la obligatoriedad de presentar Documentación Técnica,
Proyectos, Dirección y/o Construcción de Obras.
27. Definir el Grupo de Trabajo de revisión de la Documentación e inspecciones de obra y/o
funcionamiento de las instalaciones, cuyos integrantes tendrían que poseer como mínimo
las mismas incumbencias que las requeridas a los Profesionales en el punto anterior.
Establecer Categorías, Función y Misión para los Inspectores.
28. Definir Régimen de Incentivos a las Industrias.
29. Definir Régimen de Sanciones.
30. Definir Disposiciones Particulares.
31. Evitar vacíos Legales y superposición de Jurisdicciones, para evitar conflictos y dilución
de responsabilidades.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 183
ANEXO DE SEGURIDAD
ASPECTOS A TENER EN CONSIDERACION EN LAS INSPECCIONES
VII.9 Equipos de Seguridad
EQUIPO Necesario No Neces. Verificado
Anteojos de seguridad
Máscara
Tapones para oídos
Zapatos de seguridad
Guantes impermeables
Overol / Delantal
Casco
Cubrecalzados
Respiradores y repuestos
Agua potable
Agua salada
VII.10 Equipos de Emergenciasi
EQUIPO Necesario No Neces. Verificado
Manual de P. Auxilios
Botiquín de P.A.
Matafuegos ABC
Jabón
Toallas descartables
Agua para lavados
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 184
VII.11 Indicadores sobre riesgos específicos
R1 Riesgo de explosión en estado seco.
R2 Riesgo de explosión por choque, fricción, fuego u otras fuentes
de ignición
R3 Grave riesgo de explosión, choque, fricción, fuego u otras
fuentes de ignición
R4 Forma compuestos metálicos explosivos muy sensibles
R5 Peligro de explosión por la acción del calor
R6 Peligro de fuego en y sin contacto con el aire
R7 Puede provocar incendios
R8 Peligro de fuego en contacto con sustancias combustibles
R9 Peligro de explosión al mezclar con sustancias combustibles.
R10 Inflamables
R11 Muy inflamables
R12 Extremadamente inflamable
R13 Gas licuado extremadamente inflamable
R14 Reacciona violentamente con el agua
R15 Reacciona con el agua produciendo gases inflamables
R16 Riesgo de explosión en mezcla con sustancias comburentes
(oxidantes)
R17 Se inflama espontáneamente al aire
R18 Al usarlo puede formar mezclas vapor-aire, explosivas,
inflamables
R19 Puede formar peróxidos explosivos
R20 Nocivos por inhalación
R21 Nocivos en contacto con la piel
R22 Nocivos por ingestión
R23 Tóxico por inhalación
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 185
R24 Tóxico en contacto con la piel
R25 Tóxico por ingestión
R26 Muy tóxico por inhalación
R27 Muy tóxico en contacto con la piel
R28 Muy tóxico por ingestión
R29 Emite gases tóxicos en contacto con agua
R30 Puede inflamarse durante el uso
R31 Emite gases tóxicos en contacto con ácidos
R32 Emite gases muy tóxicos en contacto con ácidos
R33 Peligro de efectos acumulativos
R34 Provoca quemaduras
R35 Provoca graves quemaduras
R36 Irrita los ojos
R37 Irrita las vías respiratorias
R38 Irrita la piel
R39 Riesgo de efectos irreversibles muy graves
R40 Posibilidad de efectos irreversibles
R41 Riesgo de lesiones oculares graves
R42 Posibilidad de sensibilización por inhalación
R43 Posibilidad de sensibilización por contacto con la piel
R44 Peligro de explosión al calentar cerrado
R45 Puede ser cancerígeno
R46 Puede provocar daños hereditarios
R47 Puede provocar mal formación congénitas
R48 Riesgo de daños graves para la salud en caso de exposición
prolongada
R49 Puede causar cáncer por inhalación
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 186
R50 Muy tóxico para organismos acuáticos
R51 Tóxico para organismos acuáticos
R52 Nocivo para organismos acuáticos
R53 Puede provocar a largo plazo efectos negativos para el medio
acuático
R54 Tóxico para la flora
R55 Tóxico para la fauna
R56 Tóxico para organismos del suelo
R57 Tóxico para las abejas
R48 Puede causar a largo plazo efectos negativos para el medio
ambiente
R59 Peligro para la capa de ozono
VII.12 Consejos de Prudencia
S 1/2 Guardar bajo llave.
S 2 Mantener fuera del alcance de los niños.
S 3 Conservar en sitio fresco.
S 4 Guardar fuera de espacios habilitados.
S 5 Conservar bajo (líquido apropiado, véase etiqueta).
S 6 Conservar bajo (gas inerte, envase etiqueta).
S 7 Tener el recipiente bien cerrado.
S 8 Tener el recipiente en sitio seco.
S 9 Tener el recipiente en sitio ventilado.
S 10 Mantener el producto en estado húmedo.
S 11 Evitar contacto con aire.
S 12 No cerrar herméticamente el recipiente.
S 13 Mantener lejos de alimentos, bebidas y piensos.
S 14 Conservar lejos de . (sustancias incompatibles, véase etiqueta)
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 187
S 15 Mantener lejos del calor.
S 16 Mantener lejos de fuentes de ignición - No fumar
S 17 Mantener lejos de materiales combustibles.
S 18 Mantener lejos de materiales inflamables.
S 20 No comer ni beber durante la manipulación.
S 21 No fumar durante la manipulación.
S 22 Evitar respirar el polvo.
S 23 Evitar respirar los gases/humos/vapores/aerosoles.
S 24 Evitar contacto con la piel.
S 25 Evitar contacto con los ojos.
S 26 En caso de contacto con los ojos, lavar inmediatamente y
abundantemente con agua y acudir al médico.
S 27 Quitarse inmediatamente la ropa contaminada o empapada..
S 28 En caso de contacto con la piel, lavarse inmediatamente y
abundantemente con productos adecuados, véase etiqueta.
S 29 No tirar residuos por los desagües.
S 30 Nunca verter agua sobre este producto.
S 31 Mantener lejos de materiales explosivos.
S 33 Evitar la acumulación de cargas electrostáticas.
S 34 Evitar choque o frote.
S 35 Eliminar los residuos del producto y sus recipientes con todas
las precauciones posibles.
S 36 Llevar ropa de protección durante la manipulación.
S 37 Llevar guantes de protección apropiados.
S 38 En caso de ventilación insuficiente, llevar máscara adecuada.
S 39 Protegerse los ojos la cara.
S 40 Para limpiar el piso y los objetos contaminados por este
producto, utilizar .. (debe precisarlo el fabricante.
S 41 En caso de incendio y/o de explosión, no respirar los humos.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 188
S 42 Durante las fumigaciones / pulverizaciones, utilizar mascara
adecuada.
S 43 En caso de incendio utilizar... (los medios de extinción debe
indicarlos el fabricante. Si el agua aumenta el riesgo añadir -
No utilizar agua).
S 44 En caso de malestar acudir al médico (si es posible mostrarle
la etiqueta).
S 45. En caso de accidente o de malestar acudir inmediatamente al
médico (si es posible mostrarle la etiqueta).
VII.13 Combinación de frases R
R 14/15 Reacciona violentamente con agua produciendo gases
muy inflamables.
R 15/29 Reacciona con el agua produciendo gases venenosos y
fácilmente inflamables.
R 20/21 Nocivo por inhalación y contacto con la piel.
R 21/22 Nocivo por contacto con la piel y por ingestión.
R 20/22 Nocivo por inhalación y por ingestión.
R 20/21/22 Nocivo por inhalación, ingestión y contacto con la piel.
R 23/24 Tóxico por inhalación y contacto con la piel.
R 24/25 Tóxico por contacto con la piel y por ingestión.
R 23/25 Tóxico por inhalación y por ingestión.
R 23/24/25 Tóxico por inhalación, ingestión y contacto con la piel.
R 26/27 Muy tóxico por inhalación y contacto con la piel.
R 27/28 Muy tóxico por contacto con la piel y por ingestión.
R 26/28 Muy tóxico por inhalación y por ingestión.
R 26/27/28 Muy tóxico por inhalación, por ingestión y contacto con
la piel.
R 36/37 Irrita los ojos y las vías respiratorias.
R 37/38 Irrita las vías respiratorias.
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 189
R 36/38 Irrita los ojos y la piel
R 36/37/38 Irrita los ojos, las vías respiratorias y la piel.
R 39/26/28 Muy tóxico: peligro de efectos irreversibles muy graves
por inhalación e ingestión.
R 39/27/28 Muy tóxico: peligro de efectos irreversibles muy graves
por contacto con la piel e ingestión.
R 39/26/27/28 Muy tóxico: peligro de efectos irreversibles muy graves
por inhalación, contacto con a piel e ingestión.
R 40/20 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles por
inhalación
R 40/21 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles en contacto
con la piel
R 40/22 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles por ingestión
R 40/20/21 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles por
inhalación y contacto con la piel
R 42/43 Posibilidad de sensibilización por inhalación y contacto
con la piel.
VII.14 Combinación de frases S
S 1 / 2 Guardar bajo llave y fuera del alcance de los niños.
S 3 / 9 Tener el recipiente en lugar fresco y ventilado.
S 3 / 7 / 9 Tener el recipiente bien cerrado en lugar fresco y bien
ventilado.
S 7 / 9 Tener el recipiente bien cerrado en lugar bien ventilado.
S 7 / 8 Tener el recipiente bien cerrado y en sitio seco.
S 20 / 21 No comer, beber ni fumar, durante la manipulación.
S 24/ 25 Evitar contacto con los ojos y la piel.
S 36 / 37 Llevar guantes y ropa de protección adecuados durante la
manipulación.
S 36 / 39 Llevar ropa y gafa o máscara de protección adecuadas
durante la manipulación
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 190
S 37 / 39 Llevar guantes y gafas o máscaras de protección
adecuadas.
S 36 / 37 / 39 Llevar ropa, guantes y gafas o máscara de protección
adecuadas durante la Manipulación
CAPITULO VII
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 191
CONCLUSIONES
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 193
VIII CONCLUSIONES:
En nuestro planeta los procesos ambientales de todos los países están interrelacionados,
ningún país es autosuficiente.
A fin de satisfacer las necesidades actuales de la humanidad y no comprometer la capacidad
de futuras generaciones en sus propias necesidades y lograr su bienestar, o sea llegar a un
“Desarrollo Sostenible”, es imprescindible conseguir una gestión correcta del planeta que
garantice lo expresado anteriormente.
Para ello se está trabajando en la Comunidad Internacional a efectos de lograr acuerdos y
compromisos que incorporen las Leyes de la ecología a los modelos macroeconómicos que
intentan solucionar los problemas sociales y económicos de los distintos países.
Por lo tanto se puede manifestar que la Ecología y la Economía van de la mano y son dos
ciencias no exactas que tratan el mismo tema, pero desde distintos ángulos. Ambos términos
tienen idéntica raíz: el vocablo griego “OIKOS” (eco) que significa “casa”. Una trata del
conocimiento de nuestro planeta, (siendo este nuestra casa) y la otra cuida la administración
de ella.
El planeta es limitado, sus dimensiones como ecosistema global no son muy grandes y el
hombre a través de los tiempos ha ido empequeñeciendo los océanos, las montañas y las
selvas. Por ende hay que tener muy en cuenta que no se podrá crecer en forma indefinida.
La mejora en la calidad de vida de sus habitantes, o sea “el desarrollo humano” deberá
indefectiblemente llevarse a cabo teniendo en cuenta la capacidad limitada de los ecosistemas
naturales para absorber los productos de desechos generados por los mismos seres humanos
en sus distintas actividades.
Si logramos concientizarnos de lo anterior y consideramos que nuestro planeta es nuestra
única “casa” que compartimos con el resto de los seres vivos, llegaremos a alcanzar la
primera gran razón para mentalizarnos que hay que cuidarlo y respetarlo, lo que exige un gran
cambio en las actitudes, comportamientos individuales y hábitos diarios a fin de realizar una
eficiente administración.
El crecimiento económico de los países se ve incentivado cada vez más por la “demanda
social” para mejorar la calidad de vida de sus habitantes, siguiendo la tendencia mundial de
“creación de mercados”. En muchos casos para llevarlo a cabo, no se han tenido muy en
cuenta los bienes medioambientales.
Ello conlleva a un incremento de la “INDUSTRIALIZACION” (que es fuente de ingresos y de
trabajo). En las industrias se han ido implantando nuevas tecnologías, han ido apareciendo
nuevos productos químicos de distinto grado de peligrosidad, se ha ido sustituyendo el
petróleo por otros combustibles derivados y se ha incrementado el consumo de energía. En
general la INDUSTRIALIZACION genera desechos que sin una correcta disposición, van
afectando la calidad de los suelos, el agua y el aire, modificando el equilibrio de los
ecosistemas. Además hay que ser concientes que también la sociedad con sus diversas
actividades contribuye a la polución.
CONCLUSIONES
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 194
Una forma de Prevenir y Minimizar la contaminación que aportan las industrias con sus
desechos es concientizar a sus responsables de aplicar en ellas “SISTEMAS DE GESTION
AMBIENTAL”. Los mismos varían en procedimientos y complejidad, (no se han desarrollado
en este Manual, porque se considera que por su importancia, merecen un Manual específico,
pero se podrían generalizar con los siguientes principios:
• Implantar una Política Ambiental en las Empresas, para el cumplimiento de las normativas
vigentes.
• Elaborar procedimientos operativos eficientes.
• Dar prioridad a la Prevención respecto de la corrección
• Minimizar la generación de residuos en el origen e incentivar el reciclado y reutilización.
• Construir Plantas Depuradoras para corregir la contaminación remanente
• Disponer de manera segura los residuos peligrosos y cenizas que no pueden ser tratados
con las tecnologías conocidas.
De la experiencia acumulada, cabe agregar que no siempre se puede lograr que el residuo
resultante de industrias de alta complejidad ambiental sea igual a “cero”, siempre quedan
remanentes que hay que corregir, por tal causa hay que insistir en que se implementen en estas
industrias tratamientos de depuración de la contaminación final.
Otro concepto que es necesario destacar y que se usa como muletilla, es el de querer
minimizar los efectos contaminantes de algunas sustancias orgánicas biodegradables, y
considerar que la naturaleza se va a encargar de degradarlas, aunque en efecto esto sea real,
hay que tener en cuenta que a veces el lapso de tiempo que lleva, es muy largo, (20 días en el
caso de algunos detergentes, por dar un ejemplo), y ya se van originado en ese lapso, daños
en los cursos receptores, pues se ha ido consumiendo el Oxígeno y se ha interferido el proceso
de autodepuración de por lo menos un sector del curso.
Obviamente el “dejar hacer”, en manera de contaminación, puede implicar importantes
costos ambientales en el mediano y largo plazo, surge de ello la importancia de controlar y dar
incentivos a las Empresas que concientes del problema quieren realizar mejoras y nuevos
emprendimientos en materia ambiental y penalizar a aquellas que no se esfuerzan siendo
indiferentes a la depredación y al desequilibrio de los ecosistemas que su no accionar origina,
dando prioridad a su rentabilidad inmediata y compitiendo con ventajas evidentes con
empresas de rubros afines que han internalizado sus costos ambientales.
La validez de estos razonamientos, nos da los fundamentos de la importancia que debería
darse al hecho de dotar a los Entes de Control, de un cuerpo de inspectores cuyas funciones
sean debidamente jerarquizadas de tal manera de poder exigirles a los mismos ciertos
requisitos para obtener su credencial.
El inspector debe tener autoridad moral sobre el inspeccionado, manteniendo siempre las
distancias, para ello es fundamental la idoneidad y el respeto de principios éticos y tener la
capacidad de hacer docencia cuando perciba que el incumplimiento es por desconocimiento.
CONCLUSIONES
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 195
Uno de los Objetivos de este manual fue dar un soporte técnico para contribuir a la formación
de los Inspectores en las tareas de Control de la Contaminación de los Recursos Hídricos
debido a los efluentes industriales y proponer los lineamientos generales para la realización de
inspecciones, haciendo hincapié que las mismas deberían estar reglamentadas
Para finalizar, si todos contribuimos, podremos cuidar “nuestra casa”, mejorar el nivel de
vida y dejarles a nuestros descendientes un planeta en condiciones de ser vivido, resaltando
que es de suma importancia difundir en la sociedad la necesidad de preservar los bienes
medioambientales y formar la conciencia Ecológica desde la escuela primaria.
CONCLUSIONES
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 196
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 197
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
♦ Depuración de aguas residuales – Prof. Dr. Ing. Aurelio Hernández Muñoz
♦ Diccionario de Química y Productos Químicos – Sax – Lewwis – Hawley
♦ Economía y Mercado del Medio Ambiente – Luis Hernández Berasaluce
♦ 1993 Emergency Response Guidebook - US Departament of Transportation
♦ Ingeniería de aguas Residuales – Metcalf & Eddy
♦ Manual del Ingeniero Químico – Perry
♦ Manual Técnico del agua – Degrémont
♦ Métodos Normalizados para el análisis de aguas Potables y Residuales – APHA – AWWA
– WPCF – Díaz de Santos.
♦ Normas y Gráficos de Instalaciones Sanitarias Domiciliarias e Industriales – O.S.N.
♦ Tratado de Derecho Ambiental – Dino Bellorio Clabot
♦ Reglamento para las Instalaciones Sanitarias Internas y Perforaciones – O.S.N.
♦ Valoración Económica de la Calidad Ambiental – Diego Azqueta Oyarzun
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
ANEXO
LEISLACION NACIONAL
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
B) Leyes Nacionales
Enunciación de algunas Leyes Nacionales, relacionadas con temas ambientales.
Ley Nacional Nº Tema
2.797
(Año 1891) Restricciones de volcado a los ríos de la
República de las aguas cloacales y residuos industriales, sin
purificación previa.
4.198
(Año 1903) Obligación de la depuración de los efluentes
industriales, dentro del ámbito de Cap. Fed.
6.767
(Año 1945) Regulación del uso y aprovechamiento de aguas
de ríos y corrientes subterráneas que atraviesan dos o más
provincias, o una provincia y un territorio.
13.273
(Año 1948) Régimen de protección y utilización racional de
los bosques y recursos forestales.
13.660
(Año 1949) Seguridad de Instalaciones de Elaboración,
Transformación y Almacenamiento de Combustibles
17.319 (Año 1967) Ley de Hidrocarburos
18.398
(Año 1969) Ley de la Prefectura Naval Argentina. Plan
Nacional de Contingencias.
19.587 (Año 1972) Higiene y Seguridad del Trabajo
20.418
(Año 1973) Tolerancia y Límites Administrativos para
residuos plaguicidas en productos y subproductos de
agricultura y ganadería.
21.353
(Año 1979) Autoriza la aceptación del Convenio
Internacional para Prevenir la Contaminación de las Aguas
del Mar por Hidrocarburos:
21.497
(Año 1979) Sobre el Convenio sobre la Prevención de la
Contaminación del Mar por Vertimiento de Desechos y otras
Materias
21.608 Promoción Industrial
21.778
(Año 1978) Contratos de Riesgo establece diversas
obligaciones de las empresas contratista que se refieren a
conductas de cuidado y resguardo contra contaminaci6n de
aguas y costas, estableciendo medidas.
22.190
(Año 1980) Establece el Régimen de Prevención y Vigilancia
de la Contaminación de las Aguas u otros elementos del
Medio Ambiente por Agentes Contaminantes Provenientes
de Buques o Artefactos Navales.
22.351
(Año 1980) Ley de Parques y Reservas Nacionales y
Monumentos Naturales.
22.421 (Año 1981) Protección y Conservación de la Fauna Silvestre.
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Ley Nacional Nº Tema
22.428
(Año 1981) Fomento de la conservación y recuperación de
los suelos.
22.907
(Año 1983) Aprueba cl Memorándum de Acuerdo con cl
Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente,
suscripto en Nairobi, Kenya, el 24 de mayo de 1983.
23.027
(Año 1983) Creó la Comisión Nacional del Tratado de la
Cuenca del Plata y el Comité Hídrico de la Cuenca del Plata.
23.054
(Año 1984) Aprueba la Convención. Americana sobre
Derechos Humanos (Pacto de San José de Costa Rica).
23.614 (Año 1988) Promoción Industrial.
23.615
(Año 1988) Creación del Consejo Federal de Agua Potable y
Saneamiento. (COFAPYS)
23.778
(Año 1990) Ley que aprueba el Protocolo de Montreal
relativo a las Sustancias que agotan la Capa de Ozono,
suscripto en Montreal el 16 de septiembre de 1987.
23.829
(Año 1990) Ley que aprueba el Convenio de Cooperación
suscripto con Uruguay para prevenir, y luchar contra
incidentes de Contaminación del Medio Acuático producidas
por Hidrocarburos y otras sustancias perjudiciales.
23.918
(Año 1991) Aprueba la Convención sobre la Conservación
de las Especies Migratorias de Animales Silvestres, adoptada
en Bonn República Federal de Alemania, el 23 de junio de
1979.
23.919
(Año 1991) Sobre la Convención relativa a Humedales, de
importancia internacional especialmente como hábitat de
aves acuáticas, suscripto en Ransa, el 2 de febrero de 1971
(modificada según el Protocolo de París del 3 de diciembre
de 1982).
23.922
(Año 1991) Convenio de Basilea sobre el Control de los
Movimientos Transfronterizos de los Desechos Peligrosos y
su Eliminación, suscripto en Basilea, Suiza el 22 de marzo de
1989.
23.961
(Año 1991) Se aprueba el Convenio suscripto sobre la
Constitución del Comité Regional de Sanidad Vegeta1
(COSAVE), Países miembros: Argentina, Brasil. Chile,
Paraguay y Uruguay.
24.040
(Año 1991) Establece restricciones a la producción
utilización, comercialización, importación y exportación de
sustancias agotadoras de la capa de ozono definidas en el
Protocolo de Montreal ratificado por Ley 23.778/90.
24.051 (Año 1992) Residuos Peligrosos.
24.065
(Año 1992) Normas sobre generación, transporte,
distribución y demás aspectos vinculados con la energía
eléctrica.
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Ley Nacional Nº Tema
24.089
(Año 1992) Aprobación del Convenio Internacional para
prevenir la contaminación por buques.
24.271
(Año 1993) Aprueba el Acuerdo para la Creación del
Instituto Interamericano para la Investigación del Cambio
Global (Montevideo 1992)
24.295
(Año 1994) Aprueba la Convención de las Naciones Unidas
sobre el Cambio Climático.
24.375
(Año 1994) Aprueba el Convenio sobre la Diversidad
Biológica.
24.605
(Año 1995). Declárase al día 27 de Septiembre de cada Año
“Día Nacional de la Conciencia Ambiental”. Promulgada el
10 de Enero de 1996.
24.696 (Año 1996) Declárase de interés Nacional el Control
15.336, 24.065 Energía Eléctrica
20.284, 22.700
(Año 1973) Establecimiento de normas para la preservación
de los recursos del aire (aplicable a todas las fuentes capaces
de producir contaminación atmosférica en jurisdicción
Federal y en las provincias que adhieran a la misma).
23.879, 24.539
(Año 1990 1995) De Obras Hidráulicas. Evaluación de las
consecuencias ambientales que producen o podrían producir
en territorio argentino las represas construidas o en
construcción y/o planificadas Promulgada el 24 de octubre de
1990. Modificada por la 1ey 24.539 de 1995.
13.577, 14.160,
18.593, 20.324,
20.686, 21.066
(Año 1949, 1952, 1972, 1973, 1974, 1975) Ley Orgánica
para la Administración de Obras Sanitarias de la Nación y
sus modificatorias
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
ANEXO
MODELOS DE ACTAS:
INSPECCION Y EXTRACCION DE
MUESTRAS
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
NOMBRE DEL ORGANISMO DE CONTROL
ACTA DE INSPECCION DE CONTROL Nº..................
SECTOR:..............................................................................................................................................................
CODIGO DE REGISTRO DEL ESTABLECIMIENTO:...............................................................................
(Original)
RAZON SOCIAL:
PROPIETARIO/ REPRESENTANTE LEGAL:
DOMICILIO: LOCALIDAD
RUBRO:
Fecha de Inspección: Hora de la Inspección:
MOTIVO DE LA INSPECCIÓN:
RESULTADOS DE LA INSPECCION:
Quedan Uds. notificados que por inspección practicada en el día de la fecha, por personal del Sector mencionado,
se han detectado:
Nota: Agrega hojas adicionales: Si: Cuantas: No:
Extracción de Muestras: Si: Cuantas: No:
Nº de Actas de la Toma de Muestras:
VIII.2 A LOS FINES DE CORREGIR LAS OBSERVACIONES FORMULADAS, SE
ESTIPULA UN PLAZO DE
SIN PERJUICIO DE APLICAR LAS SANCIONES PREVISTAS EN LA
NORMATIVA VIGENTE.
Nombre de la Normativa aplicada:
Nº de los Arts. en Infracción:
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
CROQUIS: UBICACIÓN DEL ESTABLECIMIENTO E IDENTIFICACIÓN DE PUNTOS DE
VERTIDOS
Datos de Caudal Destino Final Descripción
Tratamientos (b)
NºdeDescarga
Continuo
Discontinuo
Medido(a)
Estimado
Industrial
Cloacal
Combinado
IX VALOR
Lts/seg. m3
/h
1
2
3
4
5
6
7
8
9
(a) Indicar sitio y Método de Medición:
........................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
(b)
1 Pretratamiento 2 Tratamiento Primario 5 Otro
3 Tratamiento Secundario 4 Tratamiento Terciario 6 Ninguno
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Nombre de la/las personas de la Empresa que acompañaron en la Inspección:
1 Firma: 2 Firma:
Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento:
Cargo en la Empresa: Cargo en la Empresa:
X INSPECTORES ACTUANTES
1 Firma 2 Firma
Aclaración: Aclaración:
Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento:
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Continuación Acta Nº........................................................... Foja Nº..........
de........
X.1 RESULTADOS DE LA INSPECCIÓN: X.1.1.a
Nombre de la/las personas de la Empresa que acompañaron en la Inspección:
1 Firma: 2 Firma:
Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento:
Cargo en la Empresa: Cargo en la Empresa:
XI INSPECTORES ACTUANTES
1 Firma 2 Firma
Aclaración: Aclaración:
Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento:
OBSERVACIONES:
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
NOMBRE DEL ORGANISMO DE CONTROL
SECTOR:..............................................................................................................................................................
CODIGO DE REGISTRO DEL ESTABLECIMIENTO.................................................................................
ACTA DE EXTRACCION DE MUESTRAS Nº ....................
(Original)
RAZON SOCIAL:
PROPIETARIO/ REPRESENTANTE LEGAL:
DOMICILIO: LOCALIDAD:
RUBRO:
Fecha de la Extracción: Hora de la Extracción
SITIO DE EXTRACCION:
Materias primas utilizadas:
Insumos utilizados:
Descripción del tratamiento de depuración:
DESTINO FINAL DEL VERTIDO:
XII CAUDAL INSTANTANEO
Medido: Estimado: Continuo: Discontinuo:
..............................l/seg. ..................................l/seg ................................l/seg. ...............................l/seg.
XIII CALIDAD
XIV DETERMINACIONES “IN SITU” XV DETALLES - RESULTADOS
Parámetros a determinar en
Laboratorio
Tipos de frascos
utilizados
Tipo de muestra e identificación de la muestra
(Nombre o Código de los
Parámetros) V P Otro
Instantánea –
Etiqueta de
identificación
Compuesta -
Etiqueta de
identificación
Compensada -
Etiqueta de
identificación
Cadena de frío:
Si: No:
Contramuestras:
No: Si:
Identificación:
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
CROQUIS Y UBICACIÓN DEL SITIO DE EXTRACCIÓN:
OBSERVACIONES:
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
(Indicar puntos de referencia, para la correcta ubicación del Sitio de Extracción)
CONFORMIDAD DE LA EXTRACCIÓN: Manifiesto que la extracción del vertido industrial, realizada en el
día de la fecha, por el personal abajo firmante, ha sido a mi entera satisfacción.
Nombre de la persona de la Empresa que presenció la Extracción y presta conformidad.
Firma:
Aclaración:
Cargo en la Empresa:
Tipo y Nº de documento:
INSPECTOR ACTUANTE: EXTRACTOR ACTUANTE:
Firma Firma:
Aclaración: Aclaración:
Nº de Documentos: Nº de Documentos:
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
ANEXO
UNIDADES DE TRATAMIENTO DE
EFLUENTES LIQUIDOS
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
DIAGRAMA DE FLUJO DE UNA PLANTA DE TRATAMIENTO
OPERACIONES UNITARIAS
I II IV V VI VIIIII VIII
I DESBASTE
OUF
II DESARENADO
OUF
III DESENGRASE
OUF
IV HOMOGEINIZACION
OUF
V SEDIMENTACION
PRIMARIA
OUF
VI REACTOR
BIOLOGICO
PUB
VII SEDIMENTACION
SECUNDARIA
OUF
VIII FILTRACION
OUF
IX DESINFECC
PUQ
OUF = OPERACIÓN UNITARIA FISICA
PUQ = PROCESO UNITARIO QUIMICO
PUB = PROCESO UNITARIO BIOLOGICO
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Reja de Limpieza
automática
Tamiz Curvo Estático
Tamiz Curvo Estático
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Desengrasador Simple
1 Afluente
2 Grasa retenida
3 Cámara de inspección - sifón
5 Efluente
Decantador Vertical Estático.
1 Afluente
2 Efluente Clarificado
3 Purga de barros
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Decantador de Flujo Horizontal con
barredor de superficie y fondo
Afluente
Barredor
Efluente
Recogedor de grasas
Extracción de barros
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Reactor Biológico con aireador superficial
Aireador
superficial flotante
Difusor
Sistema de
aireación por
difusores
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Microorganismos presentes en un Sistema de Tratamiento Biológico Aeróbico
Bacterias
Protozoo libre
Protozoo Fijo
Rotífero
Nemátodo
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
Programa de Desarrollo Institucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación

Manual02 del agua

  • 1.
    Ministerio de DesarrolloSocial y Medio Ambiente Secretaría de Desarrollo Sustentable y Política Ambiental MANUAL PARA INSPECTORES Control de Efluentes Industriales Programa Desarrollo Institucional Ambiental Control de Contaminación Industrial El PRODIA fue financiado por el Tesoro Nacional Y los préstamos Nº 768 / OC - AR y 907 / SF - AR del BID
  • 2.
    PROLOGO Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.............................................Componente Control de la Contaminación MANUAL PARA INSPECTORES CONTROL DE EFLUENTES INDUSTRIALES E l O b j e t i v o G e n e r a l p e r s e g u i d o p o r e s t e M a n u a l e s e l d e c o n t r i b u i r c o n l a M e t o d o l o g í a d e C o n t r o l d e l a C o n t a m i n a c i ó n H í d r i c a , , e s p e c i a l m e n t e p o r l a c o n t a m i n a c i ó n a p o r t a d a p o r l o s e f l u e n t e s i n d u s t r i a l e s , q u e s i n t r a t a m i e n t o d e d e p u r a c i ó n o c o n t r a t a m i e n t o s d e f i c i e n t e s y / o i n s u f i c i e n t e s v u e l c a n s u s d e s a g ü e s d i r e c t a m e n t e a l o s c u r s o s s u p e r f i c i a l e s , o r i g i n a n d o l a d e g r a d a c i ó n y c o n t a m i n a c i ó n d e s u s c a u c e s , o c a s i o n a n d o u n g r a n d a ñ o a l M e d i o A m b i e n t e . E l O b j e t i v o e s p e c í f i c o b u s c a d o e s e l d e p r o p o r c i o n a r a l o s I n s p e c t o r e s d e l o s E n t e s A d m i n i s t r a t i v o s d e C o n t r o l : i n f o r m a c i ó n , h e r r a m i e n t a s , d a t o s , m e t o d o l o g í a s , l i n e a m i e n t o s y t r a n s m i t i r l a e x p e r i e n c i a a d q u i r i d a t r a s l a r g o s a ñ o s d e a c t u a c i ó n e n l o s t e m a s d e C o n t a m i n a c i ó n H í d r i c a , c o n l a e s p e r a n z a d e a p o r t a r u n p e q u e ñ o g r a n o d e a r e n a , f r e n t e a l a g r a n r a z ó n q u e n o s a t a ñ e a t o d o s , c o m o e s e l c u i d a d o d e “ n u e s t r a c a s a ” , e l P l a n e t a .
  • 3.
    INDICE Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 1 MANUAL PARA INSPECTORES CONTROL DE EFLUENTES INDUSTRIALES INTRODUCCION...................................................................................................................4 CAPITULO I ...........................................................................................................................4 I CONTROL DE LA CONTAMINACION A NIVEL GENERAL....................................4 I.1 CONTAMINACIÓN DE LOS CURSOS DE AGUA:......................................................................4 I.2 INSTRUMENTOS UTILIZADOS PARA LAS ACTIVIDADES DE CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN:.....................................................................................................................4 I.2.1 INSTRUMENTOS JURÍDICOS:................................................................................................4 I.2.1.a Responsabilidad Civil: ...................................................................................................4 I.2.1.b Responsabilidad Penal: ..................................................................................................4 I.2.2 INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS: ..................................................................................4 I.2.2.a El Ente Administrador:...................................................................................................4 I.2.3 INSTRUMENTOS TÉCNICOS: ................................................................................................4 I.2.4 INSTRUMENTOS SOCIALES:.................................................................................................4 I.2.5 INSTRUMENTOS ECONÓMICO - FINANCIEROS:...................................................................4 I.2.5.a Tipos de instrumentos económicos: ...............................................................................4 I.2.6 EJEMPLO DE APLICACIÓN: ..................................................................................................4 CAPITULO II..........................................................................................................................4 II CARACTERIZACIÓN DE INDUSTRIAS – IDENTIFICACIÓN DE PROCESOS Y EFLUENTES LÍQUIDOS ..................................................................................................4 II.1 INDUSTRIA DEL CUERO......................................................................................................4 II.1.1 CURTIEMBRES:..................................................................................................................4 II.1.1.a Secuencia de Procesos: .................................................................................................4 II.1.1.a.1 Primera Etapa:............................................................................................................4 II.1.1.a.1.1 Descripción de los Procesos....................................................................................4 II.1.1.a.2 Segunda Etapa – Curtido............................................................................................4 II.1.1.a.3 Etapas en seco ............................................................................................................4 II.1.1.b Características de los desagües parciales por Area Operativa:.....................................4 II.1.1.c Características generales del efluente final...................................................................4 II.1.1.c.1 Valores estimativos de los parámetros contaminantes:..............................................4 II.1.2 ELABORACIÓN DE GELATINAS COMESTIBLES, INDUSTRIALES Y ADHESIVOS SINTÉTICOS...4 II.1.2.a Obtención de Gelatina Comestible: .............................................................................4 II.1.2.a.1 Secuencia de Procesos................................................................................................4 II.1.3 OBTENCIÓN DE GELATINAS TÉCNICAS:.............................................................................4
  • 4.
    INDICE Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 2 II.1.4 FABRICACIÓN DE ADHESIVOS SINTÉTICOS:.......................................................................4 II.1.4.a Listado de materias primas............................................................................................4 II.2 CONSERVAS DE FRUTAS .....................................................................................................4 II.2.1 DURAZNOS EN CONSERVA.................................................................................................4 II.2.1.a Secuencia de Procesos...................................................................................................4 II.2.1.b Caracterización del Desagüe.........................................................................................4 II.3 GALVANOPLASTÍA..............................................................................................................4 II.3.1 SECUENCIA DE PROCESOS .................................................................................................4 II.3.2 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DE ALGUNOS METALES UTILIZADOS EN LOS PROCESOS DE ELECTROPLASTÍA Y TIPO DE MODIFICACIÓN DE LAS PROPIEDADES DE LA PIEZA METÁLICA BASE:..........................................................................................................................................4 II.3.3 ELECTROPLASTÍA DE ALUMINIO: ......................................................................................4 II.3.4 BAÑOS DE GALVANOPLASTÍAS QUE CONTIENEN CIANUROS (CIANURIZADO) ....................4 II.3.5 CROMADO DE PIEZAS: .......................................................................................................4 II.3.6 ENJUAGUES DE PIEZAS EN PROCESOS DE GALVANOPLASTÍAS:...........................................4 II.3.7 CARACTERÍSTICAS DE LOS DESAGÜES:..............................................................................4 INDUSTRIA TEXTIL....................................................................................................................1 II.4.1 DESCRIPCIÓN DE LOS PROCESOS DE ELABORACIÓN DE HILADOS Y TELAS DE ALGODÓN , FIBRANA, POLIÉSTER Y MEZCLAS................................................................................................4 II.4.2 LISTADO DE MATERIAS PRIMAS PRINCIPALES:...................................................................4 II.4.3 PRODUCTOS ELABORADOS:...............................................................................................4 II.4.4 SECUENCIA DE PROCESOS:................................................................................................4 II.4.4.a Descripción de los Procesos:.........................................................................................4 II.4.5 ORIGEN DE LOS EFLUENTES INDUSTRIALES: .....................................................................4 II.4.6 CARACTERÍSTICA DEL EFLUENTE FINAL CRUDO:...............................................................4 II.5 FABRICACIÓN DE ESPEJOS ................................................................................................4 II.5.1 OPERACIONES PRINCIPALES Y MATERIAS PRIMAS UTILIZADAS.......................................4 II.5.2 DESAGÜES GENERADOS: ...................................................................................................4 II.5.3 CARACTERÍSTICA DEL EFLUENTE FINAL CRUDO: ..............................................................4 II.6 INDUSTRIA FRIGORÍFICA: MATADERO: ............................................................................4 II.6.1 OPERACIONES PRINCIPALES: .............................................................................................4 II.6.2 TIPOS DE DESAGÜES GENERADOS:.....................................................................................4 II.7 INDUSTRIA DEL PLÁSTICO:................................................................................................4 II.7.1 TERMOPLÁSTICOS:............................................................................................................4 II.7.1.a Ejemplos de termoplásticos: .........................................................................................4 II.7.2 TERMOESTABLES: .............................................................................................................4 II.7.3 MOLDEO POR EXTRUSIÓN: ................................................................................................4 II.7.4 EFLUENTES LÍQUIDOS GENERADOS EN EL PROCESO:..........................................................4 II.8 FABRICACIÓN DE POSTES TELEFÓNICOS DE MADERA.......................................................4 II.8.1 CARACTERÍSTICAS Y PROPIEDADES POSIBLES DE LA CREOSOTA DE ALQUITRÁN DE HULLA: .......................................................................................................................................4 II.8.2 RESIDUOS LÍQUIDOS PROBABLES:......................................................................................4 III PROCESOS NO PRODUCTIVOS COMUNES A DIVERSAS INDUSTRIAS QUE GENERAN EFLUENTES LIQUIDOS .................................................................................4
  • 5.
    INDICE Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 3 III.1 ADECUACIÓN Y TRATAMIENTO DE AGUAS PARA CALDERAS Y CIRCUITOS DE REFRIGERACIÓN .......................................................................................................................4 III.1.1 CORROSIÓN: ....................................................................................................................4 III.1.1.a Inhibidores de la corrosión: .........................................................................................4 III.1.2 BIOCIDAS.........................................................................................................................4 III.1.3 INHIBIDORES DE PRECIPITACIÓN:.....................................................................................4 III.1.4 LIMPIADORES DE CIRCUITOS ...........................................................................................4 III.1.5 RESINAS DE INTERCAMBIO:..............................................................................................4 III.2 DESAGÜES GENERADOS EN PROCESOS NO PRODUCTIVOS ...............................................4 III.2.1 DESAGÜES GENERADOS POR LA UTILIZACIÓN DE CALDERAS - PURGAS DE AGUA DE CALDERAS – RENOVACIÓN DE LAS AGUAS DEL SISTEMA............................................................4 III.2.2 DESAGÜES ORIGINADOS POR LOS CIRCUITOS DE REFRIGERACIÓN ...................................4 III.2.3 DESAGÜES ORIGINADOS POR LAS OPERACIONES DE REGENERACIÓN DE RESINAS.............4 III.2.4 DESAGÜES GENERADOS POR EL LAVADO DE GASES.........................................................4 IV EFLUENTES INDUSTRIALES:......................................................................................4 IV.1 EFLUENTES LÍQUIDOS - IDENTIFICACIÓN DE LOS CONSTITUYENTES MÁS SIGNIFICATIVOS POR RUBRO INDUSTRIAL - ALTERNATIVAS DE TRATAMIENTO Y/O DISPOSICIÓN FINAL ..................................................................................................................4 IV.1.1 ABONOS Y ÁCIDO FOSFÓRICO .........................................................................................4 IV.1.2 ACEITES Y JABONES: .......................................................................................................4 IV.1.3 ALIMENTICIAS.................................................................................................................4 IV.1.4 AZUCARERAS ..................................................................................................................4 IV.1.5 CIRCUITOS IMPRESOS ......................................................................................................4 IV.1.6 COSMÉTICOS ...................................................................................................................4 IV.1.7 DEL CUERO......................................................................................................................4 IV.1.8 DEL CLORO .....................................................................................................................4 IV.1.9 DE LA FERMENTACIÓN.....................................................................................................4 IV.1.10 DESTILERÍAS .................................................................................................................4 IV.1.11 ELABORACIÓN DE CEMENTO, CAL Y YESO .....................................................................4 IV.1.12 GALVANOPLASTÍAS.......................................................................................................4 IV.1.13 METALURGIA DEL ALUMINIO........................................................................................4 IV.1.14 METALÚRGICA DEL COBRE ...........................................................................................4 IV.1.15 PAPELERAS. PASTA Y PAPEL .........................................................................................4 IV.1.16 PRODUCTOS BOTÁNICOS ...............................................................................................4 IV.1.17 PRODUCTOS FARMACÉUTICOS.......................................................................................4 IV.1.18 RECUPERACIÓN DE ACEITES ..........................................................................................4 IV.1.19 RECUPERACIÓN DE SOLVENTES .....................................................................................4 IV.1.20 TEXTILES.......................................................................................................................4 IV.1.21 VIDRIOS Y ESPEJOS .......................................................................................................4 CAPITULO V ..........................................................................................................................4
  • 6.
    INDICE Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 4 V COMPOSICIÓN DE LAS AGUAS RESIDUALES: .......................................................4 V.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICO QUÍMICAS DE LAS AGUAS RESIDUALES ...................................4 V.2 DESCRIPCIÓN DE LAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO – QUÍMICAS DE LAS AGUAS RESIDUALES...............................................................................................................................4 V.3 OPCIONES DE TRATAMIENTO DE DEPURACIÓN DE LÍQUIDOS RESIDUALES .....................4 V.4 OPERACIONES Y PROCESOS UNITARIOS............................................................................4 V.5 ENUNCIACIÓN DE OTROS TIPOS DE TRATAMIENTOS.........................................................4 V.6 RESIDUOS PROVENIENTES DEL TRATAMIENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIALES (BARROS TÓXICOS)...........................................................................................4 V.7 TOXICOLOGÍA - CONTAMINANTES PRIORITARIOS ...........................................................4 V.7.1 SUSTANCIAS INORGÁNICAS...............................................................................................4 V.7.2 COMPUESTOS ORGÁNICOS................................................................................................4 V.7.3 COMPUESTOS HALOGENADOS ..........................................................................................4 V.7.4 PESTICIDAS, HERBICIDAS, INSECTICIDAS (ORGANO-HALOGENADOS)..............................4 CAPITULO VI.........................................................................................................................4 VI . TOMA DE MUESTRAS Y/O MANIPULACIÓN DE LÍQUIDOS RESIDUALES INDUSTRIALES .....................................................................................................................4 VI.1 OBJETIVOS:.......................................................................................................................4 VI.2 PROPÓSITOS: ....................................................................................................................4 VI.2.1 PARA CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN: .......................................................................4 VI.2.2 PARA CARACTERIZACIÓN DE UN EFLUENTE CRUDO Y/O TRATADO: .................................4 VI.3 TÉCNICAS DE MUESTREO:................................................................................................4 VI.4 CADENA DE VIGILANCIA:..................................................................................................4 VI.5 IDENTIFICACIÓN O ROTULADO DE LAS MUESTRAS: ........................................................4 VI.6 SELLADO DE LAS MUESTRAS: ...........................................................................................4 VI.7 PLANILLA DE REGISTROS DE CAMPO Y DOCUMENTACIÓN ANEXA:.................................4 VI.8 FORMULARIO DE CONSTANCIA DE CONFORMIDAD DE EXTRACCIÓN:.............................4 VI.9 REGISTROS DE LA CADENA DE VIGILANCIA:....................................................................4 VI.10 HOJA DE PETICIÓN DE ANÁLISIS: ...................................................................................4 VI.11 CONSERVACIÓN DE LAS MUESTRAS: ..............................................................................4 VI.11.1 MUESTRAS PARA ANÁLISIS QUÍMICOS: ..........................................................................4 VI.11.2 MUESTRAS DE EFLUENTES A TEMPERATURA: ................................................................4 VI.11.3 MUESTRAS PARA DETERMINACIÓN DE ORGÁNICOS VOLÁTILES: ....................................4 VI.11.4 MUESTRAS PARA ANÁLISIS BACTERIOLÓGICOS: ............................................................4 VI.11.5 MUESTRAS PARA DETERMINACIÓN DE OXÍGENO DISUELTO Y DBO5: ...........................4 VI.12 FRASCOS PARA TOMA DE MUESTRAS: ............................................................................4 VI.12.1 FRASCOS DE VIDRIO: (V)...............................................................................................4 VI.12.2 ENVASES DE PLÁSTICO (P):...........................................................................................4 VI.13 SITIOS DE EXTRACCIÓN:.................................................................................................4 VI.14 REFRIGERACIÓN DE LAS MUESTRAS:.............................................................................4
  • 7.
    INDICE Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 5 VI.15 ENVÍO DE LAS MUESTRAS A LABORATORIO: .................................................................4 VI.16 TÉCNICAS ANALÍTICAS USUALMENTE UTILIZADAS........................................................4 VI.17 LÍMITES DE DETECCIÓN DE LAS TÉCNICAS....................................................................4 VI.18 . EQUIPOS PARA LA TOMA DE MUESTRAS I .....................................................................4 CAPITULO VII.......................................................................................................................4 VII . CÓDIGO PARA LA REALIZACIÓN DE INSPECCIONES - PAUTAS METODOLÓGICAS ..............................................................................................................4 VII.1 REQUISITOS MÍNIMOS PARA EL PERSONAL DE INSPECCIÓN...........................................4 VII.2 FACULTADES DE LOS INSPECTORES ...............................................................................4 VII.3 OBLIGACIONES DE LOS PROPIETARIOS:.........................................................................4 SECUENCIA DE ACCIONES .........................................................................................................1 VII.4.1 ACCIONES PREVIAS:.......................................................................................................4 VII.4.1.a Elaboración del Plan de Inspección1 ..........................................................................4 VII.4.1.b . Listas de Chequeo de Preinspeccióni .......................................................................4 VII.4.1.c . Lista de chequeo de materialesi ................................................................................4 VII.4.2 ACCIONES EN EL SITIO:...................................................................................................4 VII.4.2.a El Procedimiento de Entradai .....................................................................................4 VII.4.2.b La Entrevista Iniciali ..................................................................................................4 VII.4.2.c Modificaciones en el Plan de Inspeccióni ..................................................................4 VII.4.2.d Recolección de Documentación e Informacióni ........................................................4 VII.4.2.e Documentación de la Información1 ............................................................................4 VII.4.2.f Ayuda para la Recolección de Datosi .........................................................................4 VII.4.2.g Inspección de Archivosi .............................................................................................4 VII.4.2.h Toma de Muestras......................................................................................................4 VII.4.2.i Relevamiento externo de la industria:.........................................................................4 VII.4.2.i.1 Utilización de los sentidos:......................................................................................4 VII.4.2.i.1.1 Vista......................................................................................................................4 . Olfato:......................................................................................................................................1 VII.4.2.i.1.3 Tacto: ....................................................................................................................4 VII.4.2.i.1.4 Oído: .....................................................................................................................4 VII.4.2.i.1.5 Sexto sentido:........................................................................................................4 VII.4.2.j Relevamiento Interno de las Instalaciones:.................................................................4 VII.4.3 RELEVAMIENTO INTERNO EN INSPECCIÓN DE CONTROL NO PROGRAMADA: (SORPRESIVA) .............................................................................................................................4 VII.4.3.a.1 Control de descargas líquidas:.................................................................................4 VII.4.3.a.2 Control de secciones que generan efluentes industriales: .......................................4 VII.4.3.a.3 Inspecciones Programadas: .....................................................................................4 VII.4.4 OBJETIVOS:....................................................................................................................4 VII.4.4.a.1.1 Secuencia de las inspecciones Programadas:.......................................................4 VII.4.4.a.1.2 Preparación de la inspección:...............................................................................4 VII.4.4.a.1.3 Relevamiento interno de las Instalaciones:..........................................................4
  • 8.
    INDICE Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 6 VII.4.4.a.1.4 Finalizadas estas acciones, se lleva a cabo el relevamiento integral de la Planta. ........................................................................................................................................4 VII.4.4.a.1.5 Las entrevistas......................................................................................................4 VII.4.4.a.1.6 Ejecución de las Entrevistasi ................................................................................4 VII.4.4.a.1.7 Observaciones e ilustraciones i .............................................................................4 VII.4.4.a.1.8 Labrado de Actas y salidai ....................................................................................4 VII.5 PREPARACIÓN DE INFORMES 1 .........................................................................................4 VII.6 RELEVAMIENTO INTERNO DE LAS INSTALACIONES PARA UNA INSPECCIÓN INTEGRAL..................................................................................................................................4 VII.7 FINALIZACIÓN DE LA INSPECCIÓN:.................................................................................4 VII.8 NECESIDAD DE UN REGLAMENTO DE GESTIÓN DE CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN DEBIDO A EFLUENTES INDUSTRIALES..........................................................4 VII.8.1 PUNTOS RELEVANTES A INCLUIR EN UN REGLAMENTO DE GESTIÓN DE CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN POR EFLUENTES LÍQUIDOS EN ESTABLECIMIENTOS INDUSTRIALES............4 ANEXO DE SEGURIDAD .....................................................................................................4 ASPECTOS A TENER EN CONSIDERACION EN LAS INSPECCIONES...................4 VII.9 EQUIPOS DE SEGURIDAD.................................................................................................4 VII.10 EQUIPOS DE EMERGENCIAS I .........................................................................................4 VII.11 INDICADORES SOBRE RIESGOS ESPECÍFICOS ................................................................4 VII.12 CONSEJOS DE PRUDENCIA ............................................................................................4 VII.13 COMBINACIÓN DE FRASES R.........................................................................................4 VII.14 COMBINACIÓN DE FRASES S .........................................................................................4 VIII CONCLUSIONES: .........................................................................................................4 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ........................................................................................4 ANEXOS ..................................................................................................................................4
  • 9.
    INTRODUCCION Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 7 INTRODUCCION Persiguiendo los Objetivos enunciados en el Prólogo, el presente Manual introduce al Control de la Contaminación de manera general, describiendo como las distintas sustancias, ya sean inorgánicas, orgánicas o microbianas arrojadas con los vertidos industriales, afectan la calidad de las aguas y los procesos de autodepuración natural de los cursos superficiales receptores. En el Capítulo I se describen los Instrumentos de los que se puede valer la Política de Control para la Preservación de los Recursos Hídricos. Estos Instrumentos, Jurídicos, Administrativos, Técnicos, Económicos – Financieros y Sociales, bien aplicados y que incumben a distintos Organismos, permiten efectivizar las tareas de control, ya sea por la utilización de técnicas represivas ante el incumplimiento de las Legislaciones vigentes en la materia o por negociaciones de ciertas condiciones ambientales con la Autoridad de Aplicación de las mismas, que es el Ente Administrador, que es quien tiene, por autoridad conferida por la Ley, la “Facultad de ejecutar planes, proyectos, celebrar convenios, aparte del Poder de Policía y de Fiscalización”. A partir del Capítulo II, se han desarrollado los temas desde el punto de vista del control por parte del personal del Organismo Administrador, de los efluentes líquidos industriales. La primera parte incluye los puntos relativos a la identificación y caracterización de ciertas actividades industriales, indicándose las secuencias de los procesos generales y el tipo de efluentes líquidos generados, con la determinación de acuerdo a las materias primas e insumos utilizados, de los Parámetros de Control mínimos, y los Constituyentes más significativos. Se tratan asimismo, dentro de las operaciones industriales, aquellos procesos no productivos comunes a diversas industrias que generan efluentes líquidos llamados generalmente “aguas blancas” (provenientes de las renovaciones de agua de: circuitos cerrados de refrigeración, calderas, regeneración de resinas utilizadas en tratamientos de agua, lavado de gases o purgas de estos sistemas) a los cuales generalmente no se les daba la importancia que tienen porque se consideraban que al no proceder de un proceso productivo, o sea al no ser consecuencia directa de la transformación de la materia prima, no constituían efluentes industriales, pero sin embargo provienen de procesos que intervienen en forma indirecta en la elaboración del producto y pueden causar picos importantes de contaminación. Comprende también la identificación de los efluentes líquidos y los constituyentes más significativos por rubro industrial y las alternativas de Tratamiento y/o Disposición final, previo a su volcamiento a un curso hídrico receptor, de un representativo número de rubros industriales, por ser desagües de naturaleza potencialmente contaminantes. Y de acuerdo a la experiencia y/o a Bibliografía consultada, se han señalado en algunos casos, rangos significativos de los Parámetros Contaminantes, por tipo de industria, con el fin de proveer un soporte técnico a los inspectores actuantes y que los mismos puedan contar con esta información antes de la elaboración de un Plan de Inspección y así una vez en la industria se puedan abocar a los aspectos más relevantes.
  • 10.
    INTRODUCCION Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 8 Continúa a partir del Capítulo V con la composición de las aguas residuales, dado que para el control de la calidad de los efluentes hay que identificar los parámetros mínimos que deben analizarse. Las Plantas de Tratamientos de Líquidos residuales industriales, involucran operaciones físicas, procesos químicos y bacteriológicos, con los cuales un inspector debe familiarizarse, por tal causa se han descripto en forma suscinta, pues no es tema de este Manual, ya que se requeriría de una preparación específica en Ingeniería Sanitaria, que excede al objetivo propuesto en este Manual. Dado que la Contaminación de las aguas superficiales y subterráneas, se debe también, entre otras causas, a la disposición inadecuada de los barros provenientes de procesos industriales y/o Plantas de tratamiento, se incluyó un listado de barros tóxicos y sus constituyentes principales. Asimismo se ha considerado importante la mención de los contaminantes prioritarios, que son compuestos inorgánicos y/u orgánicos que en sus estados puros pueden causar efectos adversos sobre la salud y que al ser volcados, en distintas concentraciones o mezclados con los desagües, podrían causar daños que es preciso prevenir. Conocidos los Parámetros mínimos que es necesario determinar en un líquido residual, es esencial que para su detección en los análisis – físico químicos y/o bacteriológicos, que la extracción de las muestras de los efluentes para ser analizadas, sean representativas e inobjetables, motivo por el cual se ha complementado con Técnicas de extracción y conservación de muestras, hasta su envío a Laboratorio, a las que se le dedica el Capítulo VI. Finalmente, en el Capítulo VII se proponen Pautas Metodológicas para la realización de inspecciones, diferenciándolas en inspecciones de control e inspecciones programadas, estableciéndose secuencias diferentes para ambas. Se completa el Capítulo a título ilustrativo con planillas referentes a temas de Seguridad, debido a que en los recorridos de los Establecimientos existen riesgos asociados al manipuleo y uso de sustancias peligrosas, que un inspector debería reconocer y registrar en las evaluaciones. En los Anexos se han incorporado temas relacionados con los diversos Capítulos, que pueden ser de utilidad como complemento de ellos.
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 9 CAPITULO I I CONTROL DE LA CONTAMINACION A NIVEL GENERAL I.1 Contaminación de los cursos de agua: Es sabido que los efectos de la contaminación de las aguas, sobrepasan los límites individuales de una industria en particular, de un municipio, de una provincia afectando cuencas hidrográficas, siendo un dilema de orden nacional, e incluso internacional. El cambio dañino de la calidad de las aguas naturales evidentemente es responsabilidad de la actividad del hombre y una de las causas, (no la única) es la correspondiente a la actividad industrial. En la mayoría de los casos, la falta de una eficiente depuración de los efluentes de origen industrial, se debe a razones de orden económico, lo que impide que se cumplan con límites de volcamiento impuestos por las legislaciones vigentes, que son valores fijos independientes de la importancia, característica y/o uso del curso receptor final. Hay que considerar que los efluentes industriales son portadores de materia orgánica, inorgánica y microbiana, y que una vez en el cuerpo receptor, estas sustancias pueden sedimentar, en las proximidades del punto de vertido, si son sustancias orgánicas y dependiendo de la concentración de oxígeno disuelto en la profundidad del lecho, pueden dar lugar a putrefacciones de importancia y aumentar la demanda de oxígeno del agua, degradando la zona, y si son sustancias inorgánicas se pueden ir acumulando y elevar la concentración de metales pesados que podrían inhibir los procesos de autodepuración del curso. En el caso de un río muy caudaloso, los sólidos no llegan a acumularse y son arrastrados por el agua, (ej. ríos de montaña). Las sustancias que permanecen en suspensión o flotación, provocan una disminución en la capacidad de absorción de oxígeno del aire disminuyendo la reaireación del curso. En la autodepuración los remansos contribuyen a que estos elementos queden en las orillas retenidos por el suelo o la vegetación circundante, quedando la superficie del agua clarificada. Las sustancias coloidales o disueltas tienden a trasladarse a distancia del punto de vertido y pueden aumentar la toxicidad de las aguas como su carga orgánica, degradando el hábitat de las especies existentes, además del aumento del consumo de Oxígeno Disuelto. Cuando el curso posee una buena autodepuración, los microorganismos en presencia de Oxígeno metabolizan las sustancias orgánicas transformándolas en materia viva y sedimentan parte de los sólidos en suspensión o disueltos, clarificando sus aguas. Dependiendo de la disponibilidad de oxígeno y la ausencia de inhibidores de la actividad biológica en concentraciones importantes, los microorganismos siempre estarán presentes, siendo aeróbicos, facultativos o anaeróbicos, y son los
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 10 responsables de los procesos de autodepuración biológica. Para la elaboración de sus productos la industria consume Recursos Naturales y como consecuencia de sus procesos productivos produce desechos industriales, que pueden contaminar estos Recursos, por lo cual para lograr la preservación de los mismos es imprescindible desarrollar una Metodología de Control de la Contaminación, reforzándola con los Instrumentos disponibles, ya sean: Jurídicos, Administrativos, Técnicos, Sociales, y/o.Económico – Financieros
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 12 I.2 Instrumentos utilizados para las actividades de Control de la Contaminación: I.2.1 Instrumentos Jurídicos: Son el conjunto de Legislaciones tanto Nacionales como Internacionales, Normas, Jurisprudencia etc. que fijan las Políticas y los principios de Protección Jurídica del Medio Ambiente en sus ramos específicos, aire, suelo, agua, flora, fauna. Los instrumentos jurídicos pueden utilizar Técnicas represivas para el cumplimiento de lo estipulado que atañen responsabilidades por el incumplimiento de las Legislaciones vigentes, ellas son: • Responsabilidad civil • Responsabilidad penal • Responsabilidades administrativas. Existe jurisprudencia en los Tribunales Argentinos dentro de estos campos y sin pretender abarcar todos los temas relacionados, se enuncian algunos considerados y legislados y que han sido aplicados en defensa del Derecho Ambiental. I.2.1.a Responsabilidad Civil: La contaminación puede causar daños mediatos o inmediatos. Son inmediatos los que tienen al incumplimiento como causa próxima. Son mediatos aquellos que obedecen a una causa más lejana, son “daños remotos”, o sea un daño que aunque alejado del hecho que lo generó mantiene su conexión con él. O sea la contaminación hídrica generada por una industria, podría encuadrarse en la categoría legal estipulada en los Arts. 904 y 906 del Código Civil Argentino. Cuando el “daño ecológico”, se ha producido, resulta generalmente muy difícil precisar su origen o sus responsables, ya que perdura en el tiempo y puede ocasionar perjuicios irremediables por la contaminación de los recursos hídricos. No se trata de un perjuicio individual sino de un perjuicio colectivo, que afecta a los pobladores circundantes o incluso atraviesa las fronteras Provinciales y/o las Internacionales, es decir afecta “Intereses Difusos”, tipificado como “daño remoto” (Art. 906 reformado por la Ley 17.711, del Código Civil Argentino”). “Las consecuencias mediatas son también imputables al autor del hecho, cuando las hubiere previsto, y cuando cumpliendo la debida atención y conocimiento de la cosa haya podido preverlas...” (Art. 904 del Código Civil Argentino). “La Responsabilidad Civil por riesgo o vicio de la cosa; aplicable a la polución causada por la intervención de la cosa riesgosa o viciosa, introduce la teoría de riesgo en virtud de lo cual, el dueño o guardián de la cosa que lo generó debe
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 13 responder” (Art. 1113-parágr.2°, ap.1° y 2° C.C.A.). El Art. 2499 segunda parte se refiere a los daños a bienes. El Art. 2618 “las molestias que ocasionan el humo, calor, olores, luminosidad, ruidos, vibraciones o daños similares por el ejercicio de actividades en inmuebles vecinos, no deben exceder la normal tolerancia teniendo en cuenta las condiciones del lugar y aunque mediare autorización administrativa para aquellas....” Otros Artículos con respecto a medidas protectoras relativas al agua, son: 2639 al 2643 y 2645 al 2649 del Código Civil. I.2.1.b Responsabilidad Penal: Legislada en los Arts. 200, 202 y 205 del Código Penal Argentino, por delitos relacionados contra la salud Pública. El art. 200 establece las penas por envenenar, adulterar, o contaminar de modo peligroso para la salud el suelo, el agua potable, la atmósfera o el ambiente en general. El art. 202 se refiere a las penas por ocasionar epidemia por propagación y el Art. 205 por ocasionar enfermedad peligrosa o contagiosa. Asimismo, la Ley 24.051/92 legisla sobre los residuos peligrosos, derivando a la justicia Federal la aplicación de las penas establecidas en el Art. 200 del C.P. (Art. 56, 57 y 58 de la Ley). Los Arts. 186, 187, 188, 189 bis, reprimen conductas relacionadas con incendios y otros estragos. La enunciación de Leyes y Normativas incluidas en el Código Civil y Penal argentinos es solo a título ilustrativo para indicar algunos instrumentos jurídicos relacionados con el ambiente en el ámbito Federal, a los que hay que agregar los Decretos Nacionales, Normas Internacionales, Tratados, Declaraciones, Acuerdos, Resoluciones, Reglamenta- ciones, etc., además en los casos provinciales, coexisten otras normativas locales Provinciales y Municipales. I.2.2 Instrumentos Administrativos: Son las distintas actuaciones de regulación directa para el Ente competente, que se llevan a cabo de acuerdo a los dictámenes de la Política Ambiental, Control, Vigilancia, Convenios, Sanciones, etc.. Por ejemplo la fijación de Límites permisibles de volcamiento de efluentes líquidos a curso de agua, multas por incumplimiento, clausuras, prórrogas para el cumplimiento de intimaciones. Las más completas tareas de Control serían las Evaluaciones de Impacto Ambiental de nuevos emprendimientos y las Auditorías Ambientales de Empresas en funcionamiento, que merecen un estudio especial y detallado, que no será desarrollado en este manual. I.2.2.a El Ente Administrador: Es la Autoridad de aplicación de las Normativas en el área de Política ambiental específica, conforme a las directivas del Poder Ejecutivo, es
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 14 competente para fijar los Objetivos, ejecutar planes, proyectos, programas, ejercer el Poder de Policía y la Fiscalización del cumplimiento de las Legislaciones relacionadas con la Contaminación, y ejecutar toda otra tarea que le es conferida por Ley. En este punto es interesante destacar que los controles de vertidos en nuestro país se realizan fiscalizando el cumplimiento de Límites fijos. Es sabido que si se vierte un caudal importante a un arroyo receptor de poco caudal, considerando la contaminación absoluta, aún cumpliéndose estos límites de vuelco, puede que el vertido llegue a ser inadmisible por no ser suficiente la autodepuración del cauce, y por el contrario, ríos, canales, con caudales importantes, con altos niveles de autodepuración, absorberían efluentes aunque no cumplieran estrictamente estos límites fijos acarreando inversiones económicas para los industriales a veces no respaldadas por la necesidad. Sería prudente entonces rever estas Políticas y estudiar la factibilidad de establecer otros Parámetros de Control más dinámicos y que se ajusten a la realidad ambiental de la zona de aplicación. Para establecer los Parámetros de Control, de forma de poder fijar las condiciones de volcamiento para los vertidos industriales, en forma directa a los cursos hídricos, en primera instancia, podrían: • clasificarse los cursos receptores de acuerdo a la importancia y el uso, actual y futuro de los mismos. • estudiar luego las fases de autodepuración en distintos tramos de los cauces superficiales y la influencia en ella de los vertidos industriales, prospección con visión de futuro de la zona de estudio, en el caso que no se tomaran providencias de depuración de los efluentes industriales. • Establecer los Niveles de Calidad máximos y mínimos deseables, lógicos y reales, fijando plazos para ir alcanzando la calidad requerida, de acuerdo a las exigencias del curso receptor y los usos prioritarios del mismo. • Determinar los factores condicio- nantes: como el régimen hidrográfico, las características físico –químicas con análisis de calidad de las aguas superficiales, (aguas arriba y aguas abajo del punto de vertido), la evolución industrial circundante actual y futura, la contaminación aportada por los desagües urbanos y de otras actividades, incluso la de los desagües pluviales, etc. Hay cursos de agua que presentan un alto grado de contaminación, en los cuales aun estableciendo niveles muy exigentes, no se conseguiría eliminar su exceso, pero se podría atenuar realizando balances del Oxígeno Disuelto en los lechos, por tramos, y según los resultados, ir considerando los límites de vuelco por sectores de acuerdo al poder de reoxigenación que se observe y que las características físico - químicas alcanzadas en el cauce sean aceptables para los usos asignados, estos estudios deberían realizarse en condiciones de estiaje, por ser las más adversas (menor caudal, menor oxigenación, menor reoxigenación, menor dilución). Desde ya, deben extremarse la realización de los análisis para la determinación de la concentración de tóxicos y sustancias bioacumulables como Mercurio, Cadmio, Halógenos orgánicos, Compuestos Organofosforados, Aceites, etc., los cuales ya están contempladas en las legislaciones
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 15 vigentes tanto en el ámbito Provincial como Nacional. Una forma de otorgar las Autorizaciones de Volcamiento por el Organismo competente en forma directa al curso Hídrico, sería incluyendo especificaciones sobre: Ø la Carga Másica aportada por las descargas puntuales y /o distribuidas, por ser la que verdaderamente influye en la calidad de los ríos y a su vez sería más equitativa y representativa tanto en el ámbito individual industrial como urbano. • el tipo de tratamiento de depuración que resultaría necesario para adecuarse a las condiciones exigidas. • El plazo para la efectivización de las medidas exigidas con cronogramas de obras lógicos • Pagos por Contaminación con valores variables de acuerdo a la Carga Másica fijada para cada curso o sector de curso hasta que se lleguen a cumplimentar las condiciones Límites impuestas en el volcamiento. O también podrían considerarse Unidades de Contaminación, y/o Unidades de Toxicidad. I.2.3 Instrumentos Técnicos: Son los que brinda la tecnología, equipos, plantas depuradoras, estaciones de reciclaje y recuperación de productos, tecnologías limpias, medidas preventivas, ahorro de energía, minimización de desagües, etc. I.2.4 Instrumentos Sociales: Se basan en la Concientización ciudadana mediante Información, por la Participación Pública en la toma de decisiones, en la Enseñanza, la Educación Ambiental. La sociedad, temerosa por los grandes desastres ecológicos ocurridos en nuestro Planeta, ha tomado posturas intransigentes que en Estados Unidos las han sintetizado con las siguientes siglas: NIMBY: Not in My Back Yard (no en mi patio). NIMTOO: Not in My Term of Office (no durante mi gestión) NIAMBY: Not in Anybody’s Back Yard (no en ningún patio) Es de hacer notar, que es imprescindible crear las condiciones necesarias para poder aplicar estos instrumentos, ya que las normativas se encuentran dispersas y no resultan claras, en muchos casos su aplicación, ya sea por parte de la administración responsable de velar su cumplimiento, como su acatamiento por parte de la población, ya que suele haber superposición de conceptos y de jurisdicciones entre otras circunstancias.
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 16 BANANA: Build Absolute Nothing Anywhere Near Anyone (No construir absolutamente nada en ningún lugar cerca de nadie). Razonamientos según los cuales, no podrían existir desarrollos industriales. Las industrias son en toda sociedad fuentes de trabajo y desarrollo económico, y por lo tanto fuentes de bienestar social, por lo que debe quedar en claro que si la sociedad funciona utilizando los productos generados por estos establecimientos, debe ser educada para controlarlos en defensa del Medio Ambiente, pero asimismo concientizándola que son necesarios y que es factible la subsistencia de ambos si se prioriza el Desarrollo Económico y Sustentable y la utilización racional de los Recursos Naturales, que son objetivos Nacionales ya establecidos en la Constitución Argentina. I.2.5 Instrumentos Económico - Financieros: Cuando una industria genera Contaminación, desde el punto de vista económico, existen dos alternativas: Que asuma el costo de la corrección. o sea aplicar el principio Contaminador – Pagador, o que se derive el coste a la sociedad. La contaminación produce un efecto externo negativo, es decir una acción perjudicial sobre el Medio Ambiente, que genera beneficios al generador y provoca una Externalidad negativa, siendo éste un factor que se debería regular en el marco Federal y Provincial mediante la fijación de límites determinados de acuerdo al valor que se le de en cada caso al coste de la Externalidad y al Medio Ambiente afectado, para poder equilibrar el desarrollo industrial (fuente de trabajo, riqueza y mercado) y la autodepuración de los cursos hídricos (fuente de calidad de vida), siguiendo los lineamientos de la Política Ambiental de cada Jurisdicción, la que de ningún modo debe afectar las jurisdicciones vecinas. COSTO DE LA PROTECCION AMBIENTAL Valor de Protección Ambiental = Costo sin Sistema Preventivo y Correctivo – Costo con Minimización de Contaminación y Sistema Correctivo = Positivo o negativo = En estos costos no intervienen solamente las industrias, sino todos los sectores involucrados, la sociedad con sus líquidos cloacales y las demás actividades no industriales que con sus desperdicios contribuyen a la contaminación de los recursos. O sea que se está abarcando sólo una parte del problema, al considerar solamente la polución emanada de las industrias, que es la temática de esta consultoría, para hallar el coste de la Protección ambiental general se requiere de una tarea multidisciplinaria.
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 17 Una manera de solucionar es por la aplicación de Cuentas Patrimoniales, es decir valuar el recurso hídrico aplicando los costos de manejo o sea valorizar todos los elementos que lo alteraron para asegurar su reposición a los usos alternativos del mismo, ya sea presente o con visión de futuro. Basta recordar los principios del Derecho Internacional que establece que, “Los Estados tienen el derecho soberano de aprovechar sus propios recursos según sus propias políticas ambientales y de desarrollo, y la responsabilidad de velar por que las actividades realizadas dentro de su jurisdicción o bajo su control no causen daño al Medio Ambiente de otros Estados o de zonas que estén fuera de los límites de la jurisdicción nacional.” En cuanto a los sistemas de Control en el ámbito industrial, una manera de encararlos desde el punto de vista persuasivo es mediante la creación de instrumentos económicos que beneficien a las industrias respetuosas del Medio Ambiente e Internalizar las Externalidades, de tal manera que una parte de la economía de las Empresas sea utilizada en el Medio Ambiente. La posibilidad de la aplicación de instrumentos económicos ha sido ampliamente desarrollada por el consultor del PRODIA, Leonidas Osvaldo Girardin en su Informe Final correspondiente al período Agosto de 1996- Enero de 1997. Cabe agregar que estos instrumentos deben ser una consecuencia de una política definida y con objetivos claros, aplicados con eficiencia y evaluados periódicamente y no ser solamente instrumentos para recaudación y financiación de los organismos de Control. Para alcanzar éxito con los Instrumentos Económicos, los mismos deben tener un coste mínimo, y ser aplicados al que contamina, siguiendo el principio Contaminador – Pagador y lo importante para lograr la eficacia es que sean capaces de generar asimismo un desarrollo económico, además de ser fuente de recursos del Ente de Control Ambiental, para que sean utilizados y administrados de acuerdo a los objetivos para los cuales fueron creados. I.2.5.a Tipos de instrumentos económicos: TIPO DESCRIPCION Ayudas financieras Para aquellos establecimientos que demuestren fehacientemente su intención de reducción de la contaminación, podrían ser otorgadas como subvenciones, por créditos blandos, o como ventajas fiscales. Depósitos reembolsables Por ejemplo se puede aplicar a los residuos semisólidos extraídos de las Plantas de Tratamiento, para evitar que se arrojen a cualquier lado y una vez presentados los comprobantes de disposición final y/o destrucción se recupera la cantidad puesta en consignación, o la utiliza como parte de pago para otras operaciones.
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 18 TIPO DESCRIPCION Tributos Son ingresos públicos, pueden ser Impuestos, Tasas, Cánones o Contribuciones especiales. Estos ingresos los recibe el Ente administrador. El Impuesto: es un ingreso público por el cual el Ente Administrador no realiza ninguna prestación, al menos en forma directa. La Tasa y Cánones La Administración realiza un servicio público. Por ejemplo las Tasas por Contaminación ya se aplican en el ámbito Federal en nuestro país por lo que habría que analizar con detalle los pros y los contras en cuanto a la eficacia en el cumplimiento de los objetivos por las cuales fueron creadas, y adaptarlas conforme a las conclusiones a que se arribe Gravámenes Son impuestos que se aplican en forma diferencial sobre algunos productos para penalizar o incentivar su consumo. Por ejemplo podrían gravarse ciertas sustancias peligrosas para incentivar la sustitución de las mismas por otras que no lo son o lo son en menor peligrosidad, por ejemplo algunos solventes, o incentivar el uso de aceites recuperados. Tasas por Permisos o Licencias Permiten comercializar y usar determinados contaminantes pero bajo la obtención de una Licencia abonando una Tasa de esta manera se controla el uso de determinadas sustancias.
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 19 TIPO DESCRIPCION Depósitos de emisión y Bancos de contaminación Se aplican cuando existen Cuotas de Contaminación ya establecidas y el contaminador reduce su producción ahorrando una parte de su cuota creando un crédito en un depósito de emisión que puede ser utilizado luego o cedido a otro contaminador por medio de una Cámara de Compensación. La economía ambiental relaciona el Medio Ambiente con la economía tradicional y tiene la estructura clásica de Coste - Beneficio y es una herramienta útil al momento de tomar decisiones, en este sentido el Objetivo es lograr un desarrollo racional, sostenible y positivo para el Medio Ambiente. Se podría complementar con los instrumentos de mercado que favorezcan a productos ecológicos, estudiando la experiencia de la Unión Europea en la creación del sistema de Etiquetado ecológico (Reglamento 880/92 del 23 de marzo de 1992), que otorga a determinados productos un símbolo para significar que cumple con determinadas legislaciones o normas de protección del Medio Ambiente. Para que resulte equitativo a la pequeña Empresa, que en general dispone de menos recursos que las mas desarrolladas resulta imprescindible ajustar los mecanismos de financiación y ayuda económica a las mismas para que puedan aspirar a la obtención de la Etiqueta. I.2.6 Ejemplo de aplicación: • La Provincia I tiene su Legislación sobre calidad de efluentes industriales • La Provincia II tiene su Legislación sobre calidad de efluentes industriales distinta a la anterior, contempla menos parámetros de control y es más permisiva. Una industria arroja efluentes que cumplen con las Legislaciones vigentes en la Provincia II pero que al compararlas con las exigencias de la Provincia I, resulta contaminante, no estando el parámetro contaminante contemplado en la Ley Nacional de Residuos peligrosos. • La Provincia III, utiliza el agua del río para riego. • El río está contaminado y no se ha definido su uso. II Río
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 20 Consecuencias: ♦ La Provincia I, reclama por la contaminación de sus costas. ♦ La Provincia II, deslinda responsabilidades sobre la contaminación causada por esos efluentes, ya que alega que cumplen con sus disposiciones. ♦ La Provincia III, a causa de la contaminación de las aguas, se perjudica porque ve agrandados sus gastos para adecuar la calidad del agua para su uso en riego. Sus reclamos no son oídos porque el río no tiene definido su uso. ♦ El río no conoce fronteras y transporta los desperdicios de aguas arriba, afectando usos de aguas abajo. ♦ La Nación tiene sus Normativas por ser un río Interprovincial, pero no interviene en el ámbito Provincial. Conclusiones: Se deben estudiar las alternativas de solución, unas de ellas serían: Ø Fijar Objetivos ambientales en forma conjunta entre las tres Provincias y la Nación. Ø Establecer los mecanismos para cumplir los Objetivos. (Estructura Organizativa, Responsabilidades, Prácticas, Procedimientos: (Planificación, Organización Aplicación, Control) y Recursos necesarios). Entre estos mecanismos, resulta necesario definir con claridad “las responsabilidades” por los efectos negativos originados al Medio Ambiente y a los ecosistemas, (ya sea aire, suelo, cursos de agua, flora fauna, etc.), en las áreas de afectación directa o indirecta, o sea establecer la “titularidad de los residuos”, en el caso del ejemplo: de los efluentes generados y volcados al río. La tendencia actual en algunos países europeos, es que toda Comunidad (Municipios, Provincias, Fábricas, Comercios, Entes, Sociedades, etc.) se hagan responsables por todos los efectos negativos producidos por sus residuos, que puedan causar, en el presente o en el futuro y aún que hayan causado en el pasado, en el punto de descarga o en un lugar más I III Industria
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 21 alejado, aunque cumplan sus legislaciones. Se tiende a dejar en manos de la Comunidad la titularidad de los efluentes o residuos y que se asuma un compromiso por la contaminación, por ejemplo en manos de cada Provincia o de cada Municipio y una vez definida la Comunidad hacerla enteramente responsable ante la Ley por el tratamiento, fiscalización y descarga en el Medio Ambiente. O sea se deja librado a la Comunidad (Provincia, Municipio), la resolución total de los problemas emanados por los residuos generados en esa Comunidad, a la cual a su vez se le delega la facultad de manejar el problema como lo considere más conveniente, (designar un ente administrativo que ejerza el poder de policía, buscar a los responsables, aplicar multas, realizar convenios, educar a la sociedad, etc.) pero la responsabilidad final recae sobre la Comunidad, el propósito es para agilizar y evitar la dilución de las responsabilidades por un “daño particular al Medio Ambiente” y evitar los problemas de interpretación y de trámites entre múltiples Personas Jurídicas para definir al interlocutor válido que se haga cargo de la reconstrucción de la zona afectada, o de toda otra problemática emanada de situaciones que afecten el Medio Ambiente y los Recursos Naturales. Ocurriría lo mismo, con la Nación, la que es responsable ante las Naciones vecinas o ante aquellas Comunidades Internacionales que afecte por un daño ecológico, en estos casos, no se podría presentar a un determinado culpable o grupos de culpables, para diluir responsabilidades, sino que ante los ojos del mundo, la Nación es la que asume el compromiso del daño ocasionado, y luego ésta tomará las providencias para accionar legalmente contra los responsables individuales. Este esquema requeriría un profunda concientización ciudadana y naturalmente depende de la idiosincrasia de las Comunidades. Ø Definir los usos del agua del río, consensuando entre los diferentes actores los límites permisibles de volcamiento de acuerdo al/los uso/s ya definidos, sobre una base realista y con opciones de futuro, fijando plazos lógicos y metas parciales, de acuerdo al poder de autodepuración de sus aguas. Ø Definir claramente, conforme a las directivas emanadas del Poder Ejecutivo correspondiente, (el que es competente para fijar los Objetivos, ejecutar planes, proyectos, programas, ejercer el Poder de Policía y delegar en Entes, la Fiscalización del cumplimiento y de ejecutar toda otra tarea que le sea conferida por Ley). las atribuciones de los Entes Administradores, de la Autoridad de aplicación, de las Normativas específicas en el área y de las Legislaciones relacionadas con la Contaminación Ø Incentivar la aplicación de los Instrumentos Técnicos, que son los que brinda la tecnología, equipos, plantas depuradoras, estaciones de reciclaje y recuperación de productos, tecnologías limpias, medidas preventivas, ahorro de energía, minimización de desagües, etc. Ø Aplicar los Instrumentos Sociales, que se basan en la concientización ciudadana mediante Información, por la Participación Pública en la toma de
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    CAPITULO I Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 22 decisiones, en la Enseñanza y la Educación Ambiental. Ø Definir los Instrumentos Económicos Financieros, siguiendo los lineamientos de la Política Ambiental de cada Jurisdicción, la que de ningún modo debe afectar las jurisdicciones vecinas. Realizar una tarea multidisciplinaria para hallar el costo de la Protección Ambiental general. Definir el alcance de Instrumentos Económicos como sistemas de Control, que faciliten la Internalización de las Externalidades que provoca la contaminación por el desarrollo de las actividades de la Comunidad y que además pueden ser válidos como elementos persuasivos y de ayuda para mejorar las condiciones ambientales. Estos instrumentos bien aplicados y que incumben a distintos Organismos de diferentes disciplinas, permiten efectivizar las tareas de Control en cada Comunidad, ya sea por la implementación de los mecanismos de presión para casos de incumplimiento de las Legislaciones vigentes en la materia, por la utilización de ciertos Instrumentos Jurídicos que implican responsabilidades Civiles, Penales y Administrativas, o por la posibilidad de encarar sistemas, utilizando Instrumentos Administrativos, para lograr dar incentivos o promover negociaciones de algunas condiciones ambientales con la Autoridad de Aplicación de las Normativas vigentes en la materia o sea el Ente Administrador, para realizar convenios con las Comunidades vecinas y para fijar responsabilidades en el cuidado del Medio Ambiente y los Recursos Naturales.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 23 CAPITULO II II CARACTERIZACIÓN DE INDUSTRIAS – IDENTIFICACIÓN DE PROCESOS Y EFLUENTES LÍQUIDOS II.1 Industria del Cuero II.1.1 Curtiembres: Es donde se realiza el curtido del cuero, o sea la transformación de la piel en un material imputrecible y plegable. Se pueden realizar tres tipos de curtidos propiamente dichos: Curtido vegetal: Se utiliza tanino al 95 %, quebracho, castaño, mimosa, etc. (para suela color amarronadio). Curtido mineral: Con sales de Cromo, para cueros de mejor calidad, de Aluminio para cuero de cabra, etc. Curtido sintético: Se utiliza naftaleno, fenol, cresol, etc. Hay un cuarto tipo que es mezcla de los anteriores. El cuero puede llegar a la curtiembre de formas distintas: Cuero fresco Cuero salado Cuero salado, lavado y secado. II.1.1.a Secuencia de Procesos: PRIMERA ETAPA O ETAPA DE RIBERA Recepción del cuero salado. Remojado y lavado Depilado o pelambre Descarnado División desencalado
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 24 SEGUNDA ETAPA O CURTIDO Piquelado Curtido propiamente dicho Reposo y rebajado Neutralización Tamizado del cuero Blanqueado Tintado Nutrición Secado Palotizado Expedición II.1.1.a.1 Primera Etapa: II.1.1.a.1.1 Descripción de los Procesos Remojado y lavado: Devuelve al cuero la humedad primitiva (remojado), luego se realiza el lavado para desprender la tierra, sal, etc. Se realiza en fulones o bateas que son cilindros de madera de 2,0 m de diámetro generalmente, que poseen una ventana por donde entra el cuero y por los costados cañerías para el agregado de agua y productos químicos, el proceso dura de dos a cuatro horas y la descarga de los fulones es en forma brusca. Depilado o Pelambre: Se realiza con cal y sulfuro de Sodio (envenenamiento), se deja de 12 a 24 hs. El cuero se hincha aumentando su espesor (12 mm), se abren los poros y se desprende el pelo, el que es destruido por el sulfuro de Sodio, formándose una gelatina. Una vez realizada las anteriores operaciones se retiran los cueros depilados de los fulones, se descarga el
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 25 líquido. La depilación se completa con otra etapa mecánica que completa el depilado con cuchillas lavadas por lluvia de agua. Descarnado: El cuero en el lado interior tiene adherido carne, grasa y tejidos, que es necesario retirar. Se realiza con cuchilla helicoidal que cuando gira corta todos estos tejidos. La trinchadora trabaja con lluvia de agua y el tejido arrastrado es un subproducto para la industria de fabricación de gelatinas y para la industria fotográfica. División: Hasta aquí el cuero tiene un espesor de 10 a 12 mm, lo que se hace es dividirlo en dos o tres partes. La parte exterior es el cuero flor, (para carteras, zapatos, etc.) de mejor calidad y la interior es lo que se conoce como descarne (suelas, etc.). Desencalado: Elimina sustancias alcalinas que tiene el cuero en su textura y disminuye el hinchamiento que se produjo en la etapa de depilado. Se emplea agua, ácido muriático, sales como bisulfito de sodio, cloruro de amonio, productos enzimáticos (aserrín, páncreas). Es un proceso que puede durar 24 hs. II.1.1.a.2 Segunda Etapa – Curtido Piquelado: Produce la transformación del tejido para que pueda almacenarse sin descomponerse. Es un conservador. Se realiza con ácidos diluidos, y sales variables, entre ellas Cloruro de Sodio. Curtido propiamente dicho: Se realiza por etapas para que no resulte un cuero quebradizo, aumentando las concentraciones progresivamente. Puede ser con tanino, o sales de cromo hexavalente. El proceso dura 24 hs. Y en el caso de utilizar sales de cromo, durante el curtido, el cromo Hexavalente se reduce a cromo trivalente. El fulón luego de cada proceso se descarga bruscamente. Reposo y rebajado: Se lo deja uno o dos días en reposo sobre caballetes para que el resto de sales, ya sea de cromo o tanino penetren y se escurra el líquido absorbido. Se rebaja para uniformar el espesor y el deshecho es un subproducto (virutas de cuero) que puede utilizarse para ladrillos o como materia prima para cuero reconstituido. Neutralización: Remueve restos de sales de Cromo o tanino y neutraliza el pH bajo que tiene el cuero, se hace con sales de bórax,
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 26 bicarbonato de sodio, borato de sodio, etc.. El fulón luego se descarga. Terminación del Cuero: Los cueros que se van a pintar con colores claros, requieren un blanqueado previo que se realiza con ácidos muriático y sulfúrico, también con oxálico. Tintado: Se tiñe el cuero al color que se desea, todo el espesor del mismo color, se utilizan anilinas de distintos tipos: directas, ácidas y básicas que se fijan con Ácido fórmico. O se pintan bajo campana utilizándose disolventes orgánicos. Nutrición: Para darle suavidad al cuero se utilizan sustancias grasas, aceites sulfonados que son subproductos de la industria frigorífica y otros productos que contienen aceites. II.1.1.a.3 Etapas en seco Túneles de secado Secado al vacío Palotizado: El cuero luego de secado está duro, por lo que se lo golpea para ablandarlo y romper la estructura. Pintado final: Se realiza con pistolas comunes o automáticas. Textura final. Se otorga con prensas hidráulicas. Expedición: Se almacena el cuero y se lo vende generalmente por superficie. II.1.1.b Características de los desagües parciales por Area Operativa: Area Característica del desagüe Remojado Desagüe concentrado, color amarronado, pH neutro, gran carga orgánica, olor pestilente, tierra y sales. (Cloruro de Sodio) Depilado o Pelambre Desagüe muy concentrado con alto pH, gran cantidad de sólidos sedimentables, gran contenido de sulfuros, alta carga orgánica. En el depilado mecánico hay un pequeño desagüe con alto pH y sólidos sedimentables (8 % en volumen).
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 27 Area Característica del desagüe Descarnado Proviene de la lluvia de la trinchadora, contenido graso y restos de tejidos. Pequeño caudal. Desencalado Desagüe levemente ácido, intermitente y con sales disueltas. Piquelado pH del orden de 5 a 6, poco concentrado y con sales disueltas. Curtido propiamente dicho Desagüe muy concentrado con restos de cromo trivalente o tanino, (la concentración de Cr. depende si se realiza la recuperación del mismo), color verde o marrón (con Cr o tanino). Es de menor volumen que el proveniente del Descrude, pH aproximado a 4 Reposo y rebajado Deshecho de virutas de cuero y agua de escurrimiento, restos de Cromo trivalente. Escaso volumen. Neutralización Escaso volumen, levemente alcalino. Blanqueado Desagüe Ácido. Tintado Anilinas, desagüe coloreado que se diluye frente al resto, poco significativo. Nutrición Desagüe aceitoso, alto contenido graso, poco volumen. II.1.1.c Características generales del efluente final Volumen del efluente final: Según bibliografía deben considerarse los siguientes valores para el cálculo del volumen del efluente: 1000 lts. a 1400 lts. De desagüe por cuero vacuno curtido. 300 lts. por cuero de becerro curtido 200 lts. por cuero de oveja. Una tonelada de cuero curtido aporta una contaminación equivalente a 5000 habitantes. Es aconsejable realizar un balance de masas para obtener un valor más representativo, por lo menos debería considerarse un 20 % más. Aproximadamente del 80 a 90 % de este volumen se genera en la etapa de ribera, el resto en la etapa de curtido. El efluente presenta picos importantes de caudal.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 29 II.1.1.c.1 Valores estimativos de los parámetros contaminantes: 800 mg/l < DB5O del líquido crudo < 1800 mg/l 2000 mg/l < Sólidos Suspendidos < 6000 mg/l <8 pH <11 2000 mg/l < alcalinidad < 3000 mg/l 15 mg/l < sulfuros < 75 mg/l con picos mayores de hasta 250 mg/l Volumen de barros 10 % en volumen 22 º C < temperatura < 28 º C Sólidos sedimentables 15 % en volumen Altas concentraciones de Cromo trivalente (depende sí se realiza la recuperación de Cromo y la eficiencia de la misma) Tanino (Tóxico se combina con el Hierro de la sangre y forma tanato de Hierro) Contaminación microbiana (existen diversos tipos de bacilos, resistentes a la temperatura como los bacilos de ántrax que producen la enfermedad llamada Carbunclo Esporulan). Fenoles (de acuerdo al tipo de anilinas y solventes utilizados).
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 30 II.1.2 Elaboración de gelatinas comestibles, industriales y adhesivos sintéticos. Las materias primas básicas para la fabricación son descarne fresco, descarne piquelado, descarne cabeza, recortes frescos proveniente de vacunos, las cuales son descargadas en un sector de la Planta destinado al efecto. La gelatina es un producto proteico de propiedades espesantes y se obtiene por hidrólisis del colágeno. Es un proceso de extracción sólido/líquido en etapas. Consta de dos fases: la primera en frío, removiendo el contenido proteico no colagénico soluble; la segunda en caliente, provocando la hidrólisis del colágeno. Es en esta fase que aparece en sucesivos caldos de contenido proteínico decreciente lo que se define como Gelatina. El material colagénico es insoluble y recién al hidrolizarse se hace posible la extracción por solubilización. Dado el carácter proteico, o sea Aminoácido, del contenido a extraer, el pH es fundamental. Lo es extensivo a la historia de la materia prima. Cuando el hueso o el cuero provienen del faenamiento del ganado vacuno o porcino, su pH no ha sido modificado por vía química. En cambio cuando el cuero de vacuno proviene de una curtiembre, indudablemente se lo ha sometido a procesos químicos, sea cual fuere el origen de la materia prima, se distinguen dos procesos de fabricación. Proceso Ácido: Se elaboran a partir de cueros de cerdo, son gelatinas tipo A. La primera etapa se lava hasta que desaparezca la reacción ácida y no haya proteína soluble. En la segunda etapa se hace un tratamiento de agua caliente provocando la hidrólisis del colágeno. Se hacen sucesivos tratamientos, se separan los sucesivos cortes, se filtra. Se concentra por evaporación, se gelifica y se seca. Cuando se trabaja hueso se lo digiere en un baño ácido hasta la obtención de un material esponjoso que se define como oseína. Se lava hasta que desaparece la reacción ácida. Las etapas siguientes son similares a las anteriores. Alcalino: Cuando se utilizan cueros vacunos provenientes de curtiembres, se trabaja con procesos alcalinos, y son gelatinas de tipo B. La diferencia entre ambas es el poder gelificante y el pH del producto.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 31 II.1.2.a Obtención de Gelatina Comestible: II.1.2.a.1 Secuencia de Procesos Cortado: Se reduce el tamaño de los descarnes por medio de una máquina cortadora para que el tratamiento sea más homogéneo Prelavado: Se efectúa un lavado preliminar para separar elementos extraños al material Tratamiento Alcalino: Se realiza ya sea con cal o con soda para preparar otros contenidos (no proteínicos y proteínicos no colagénicos presentes) para su separación en la próxima etapa. Neutralización: Se lleva a cabo un lavado previo para remover los acompañantes no deseables y una neutralización con Ácido. Extracción: Se hace una extracción sólido-líquido a temperatura, en etapas sucesivas, separando los distintos cortes que son sometidos a purificación posteriormente. Filtración: Mediante este proceso, realizado con tierras de diatomeas, se logra dar a la gelatina la claridad y el brillo necesario para su utilización alimentaria, farmacéutica y fotográfica. Desmineralización: La gelatina atraviesa un lecho de resina de Intercambio Iónico. Evaporación: Se concentran los caldos como paso intermedio para llegar al Producto final seco. Esterilización: Se hace por medio de un chorro de vapor directo a presión y posterior flameado. Secado: En la etapa final se gelifica y seca el producto en un Túnel de secado especial. Molienda: Se le da la granulometría adecuada Envasado y Almacenaje: Constituyen las fases finales del proceso Productivo.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 32 II.1.3 Obtención de Gelatinas Técnicas: En un mezclador de sólidos se coloca la gelatina animal, luego se agrega antiespumante y Sulfato de Zinc. Se embolsan y se almacenan. II.1.4 Fabricación de Adhesivos Sintéticos: Se coloca en un mezclador una parte de agua y se calienta y se adiciona glicerina. En otro recipiente separado se coloca agua, óxido de Zinc, Dextrina, antiespumante y Sulfato de Zinc y la mezcla se agrega al recipiente anterior. Se completa con la adición de aceite de Pino y fenol Se descarga en tubos de polietileno y se deja gelificar. Se corta en panes y se embolsa. II.1.4.a Listado de materias primas Ac. Clorhídrico Ac. Fosfórico Ac. Nítrico Ac. Sulfúrico Agua Amoniacal Agua Oxigenada Anhídrido Sulfuroso Cal Hipoclorito de Sodio Soda Cáustica Cromato de Sodio Tierras Filtrantes Fosfato Trisódico Gas Carbónico Fenol Industrial Oxido de Zinc Pentaclorofenato de Sodio (Sol. 25%. II.2 Conservas de frutas II.2.1 Duraznos en conserva II.2.1.a Secuencia de Procesos Recepción: Pesada del producto frutihortícola que ingresa a la fábrica para su elaboración
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 33 Clasificación: Se establecen los porcentajes de defectos que trae la fruta Tamañado: Tiene por objeto separar los frutos demasiado pequeños para ser industrializados, generalmente son destinados a pulpas o a secadero, aunque en algunos casos se destinan a su venta en fresco en el mercado, depende del diseño de las máquinas descarozadoras ya que algunas no tienen capacidad para frutos muy pequeños y por otro lado este tipo de producto no tiene mucha aceptación en el mercado. El proceso se realiza en seco. Lavado: El primer lavado es muy importante por cuanto elimina la tierra e impurezas que trae la mercadería desde el campo y como se efectúa con aguas limpias y aseptizadas ayuda a disminuir la carga bacteriana que traen los frutos, por último trae beneficios en la manipulación posterior del durazno al arrastrar algo la pelusa natural de éste y asentar el remanente.- Tamañado: El segundo tamañado tiene por objeto fundamental el de clasificar los frutos en grupos por diámetros, a los efectos que las cuchillas de las descarozadoras no rompan carozos ni saquen pulpa innecesariamente.- Descarozado: Se efectúa por medio de máquinas semi automáticas, que parten al durazno en mitades y simultáneamente le quitan el carozo mediante una cuchilla que gira en el momento oportuno dejando caer todo al final de la operación. Separación de carozos: Como a la salida de las máquinas descarozadoras se juntan los carozos y mitades, es necesario hacer una separación, para lo que se utiliza una zaranda en la que el tamizado está constituido por los carozos y el retenido por las mitades.- Pelado: Los frutos contienen la corteza con su pelusa, que es necesario eliminar, para ello mecánicamente se ponen boca abajo, luego se ingresan al túnel de templado y finalmente reciben una lluvia de solución Cáustica hirviente que se deja actuar el tiempo necesario y luego se pasan a la próxima operación.- La máquina peladora está dotada de un depósito de soda Cáustica, un tanque de calentamiento de la soda, bomba de impulsión, filtro de soda, aspersores y todos los circuitos necesarios para el manipuleo de la solución alcalina, que es peligrosa por su causticidad.- Lavado: Luego del ataque alcalino surge la necesidad de eliminar los restos de soda y de piel que quedaron, esto se consigue con un enérgico lavado con agua potable, es importante el grado de aseptización del agua para mantener baja la carga bacteriana del producto y así mejorar las condiciones de la esterilización final.- Este lavado se hace en una lavadora rotativa.-
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 34 Una vez que las mitades han sido lavadas se envían a una cinta de selección y retoque, en donde los frutos son inspeccionados uno por uno.- Se rechazan todos aquellos que no cumplen con las condiciones necesarias para ser envasados, a los frutos que pueden ser recuperables se les efectúa el retoque manual que sea necesario y se vuelven a la línea de producción.- El resto es rechazado y se destina a tajadas, cubeteados, pulpa o descarte según las condiciones.- Los frutos seleccionados y retocados ya están en condiciones de ser enviados a la parte final del proceso.- Selección: Se hace una nueva clasificación por tamaño para dar cumplimiento a las disposiciones del Código Alimentario Argentino, en lo que respecta a la uniformidad de tamaño de los frutos. Contenidos en cada envase.- Con los frutos de cada uno de los tamaños se llenan los envases de hojalata o de vidrio, según el estilo de presentación que el comprador o cliente elijan, en una llenadora rotativa hasta cumplimentar con el contenido de sólido escurrido exigido por las reglamentaciones bromatológicas y de lealtad comercial.- Los envases que ya están llenos de frutas son transferidos a una cinta transportadora automática que los conduce a una almibaradora con prevacío, donde se dosifica el almíbar caliente (mínimo: 80 ºC), que se ha preparado por otra vía (tal como se indica en al esquema de proceso).- Este almíbar debe prepararse calculando el contenido de azúcar del fruto para aportar la diferencia; con el azúcar de caña o mezclas de esta con jarabes de alta fructuosa obtenidos de hidrólisis de almidón de cereales, cumplimentando las reglamentaciones de calidad del Código Alimentario Argentino.- Remachado: La operación de remachado es crítica en toda fábrica de conservas por método Appert. Su tremenda importancia está en que debe asegurar que la totalidad de los envases salgan con un cierre perfecto ya que en ello reside la seguridad de la esterilización.- Por otra parte la calidad del ajuste de las moletas de primera y segunda operación marca la eficiencia del remachado.- Esterilizado: Una vez efectuado el cierre hermético de los envases, estos son conducidos mecánicamente a un baño María rotativo, que asegura una mejor transmisión del calor, al mover el contenido del envase favoreciendo la convección.- Este tipo de esterilizador continuo asegura una mejor calidad de los productos a la vez que produce como efluentes aguas sin contaminar con la misma composición química que tenían antes de ser utilizadas en el proceso industrial.- Para completar la esterilización y detener el proceso de cocción del producto se debe efectuar un enfriamiento lo más rápido posible y en un medio de agua aseptizada, por ello es bueno el equipo de enfriador rotativo. Este equipo evacua como efluente agua con un contenido de cloro activo que oscila entre 0,05 y 0,1 ppm lo que evidentemente tiende a mejorar la calidad de los efluentes totales de la fábrica.- Etiquetado: Los envases de hojalata se trasladan por andariveles hasta las máquinas que les colocan las etiquetas y de allí son
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 35 trasladados mecánicamente hacia la próxima operación.- Estos medios de traslado de los envases deben tener un diseño tal que no agredan el cierre hermético.- Empacado: Se hace en dos formas distintas.- Uno de ellos es con plástico termocontraible, que resulta económico y práctico y el otro en cajas de cartón, más antiguo, más caro, pero da mejor presentación a la mercadería.- Expedición: Los productos ya listos para su despacho son estibados en depósito hasta que llegue el momento de la expedición, que sería la última fase de la industria.- Esta fase de depósito ayuda al control de calidad de los productos al permitir la observación de la conservación durante su estadía en depósito.- II.2.1.b Caracterización del Desagüe Alcalinidad elevada, fácilmente fermentable y rico en glúcidos. El líquido crudo puede aportar valores de 5 a 20 g de DBO5 / Kg de producto. Abundante Fósforo y deficiencia de Nitrógeno. Presencia de Sulfuros y Sólidos Sedimentables si las partidas de fruta tienen una madurez excesiva, en caso de madurez normal y de fruta en buenas condiciones sanitarias la cantidad de sólidos disminuye al no producirse desprendimientos de tejidos vegetales que sean arrastrados por el agua
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 36 II.3 Galvanoplastía Es el proceso por el cual se alteran las características de la superficie de un metal base o de otro material, por depósito de un revestimiento metálico que tiene características deseables, realizado por medio de electrólisis, con el objeto de aumentar su capacidad para resistir agentes corrosivos y/o abrasivos, mejorar sus propiedades, su aspecto y/o la utilidad del producto metálico. La industria de galvanoplastía se vale de operaciones químicas y electroquímicas para efectuar estas mejoras. Dado que la galvanoplastía de metales es el tipo de enchapado más común; se describen los procesos y los efluentes líquidos generados. II.3.1 Secuencia de Procesos Preparación de la superficie: La superficie metálica base se prepara para su recubrimiento por medio de un medio mecánico, químico o electroquímico. Las imperfecciones del metal, la cascarilla de óxido, aceites y grasas se tienen que remover de la superficie para que el proceso de galvanoplastía tenga éxito. La limpieza puede realizarse con: Disolventes (halogenados y no halogenados) en frío o con vapor. El disolvente disuelve las grasas y aceites que ensuciaban la superficie y realiza una acción de lavado. Limpiadores alcalinos (contienen sales Sódicas de Fosfatos, carbonatos, Silicatos e Hidróxidos). El limpiador desplaza la suciedad en lugar de disolverla y se los utiliza también para retirar pinturas y recubrimientos viejos. Limpiadores ácidos (ácidos minerales u orgánicos, detergentes y agentes quelantes). Retiran escamas de corrosión y manchas del metal. Materiales abrasivos no químicos (limpieza mecánica) chorro de arena a presión o bicarbonato sódico cristalizado. Enjuagues. Baños de galvanoplastía (Enchapado): Entre las operaciones de galvanoplastía más importantes se destaca el revestimiento del material base con los elementos siguientes: Níquel, Cromo, Cadmio, Cinc, Cobre, Estaño, Hierro, Oro y Plata. También se pueden depositar aleaciones a partir de soluciones con aniones compatibles. La anodización se usa sobre todo al revestir con Aluminio.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 37 II.3.2 Características específicas de algunos metales utilizados en los procesos de electroplastía y tipo de modificación de las propiedades de la pieza metálica base: En el cuadro siguiente se indica el tipo de modificación de las propiedades del metal base luego de ser sometido a procesos de electroplastías. Níquel: resistencia a la corrosión y al desgaste, y para reconstruir partes desgastadas Cromo: resistencia a la corrosión, aspecto metálico brillante, para impartir propiedades mecánicas (dureza, lubricidad) a la base. Cadmio: protección contra la corrosión Cinc: protección contra la corrosión Cobre: conductividad eléctrica Oro: alta conductividad, inatacabilidad, aspecto atractivo en términos estéticos Plata: alta conductividad, inatacabilidad, aspecto atractivo en términos estéticos El ciclo de enchapado que sigue después de los pasos de pretratamiento puede ser muy sencillo, como por ejemplo una secuencia de limpieza – enjuague – enchapado – enjuague – secado, o muy complejo, requiriendo una serie de pasos de limpieza, seguidos de pasos adicionales de inmersión en ácido, Electrodeposición, Activación, múltiples enjuagues y la deposición de más de un metal. Todos los pasos de procesamiento dentro de un ciclo dado se tienen que organizar de manera que las soluciones no se contaminen las unas a las otras. Los limpiadores, baños de Ácido y electrodeposiciones varían en su composición y concentración y se formulan según el material base específico que se desea recubrir. Algunos materiales requieren medidas de activación más intensas que otros. Cada material base se tiene que tratar de manera diferente y cada metal depositado requiere un ciclo específico y una serie de pasos de diversas duraciones, en los cuales los productos pasan de una solución química a otra siguiendo una secuencia predeterminada. Las dos operaciones que se usan con mayor frecuencia son las operaciones en tambor y las de enchapado en estante. En las operaciones en tambor se electroenchapan componentes pequeños mientras caen libremente dando vueltas en tambores giratorios. En el enchapado en estante, los componentes se mantienen en un estante y se sumergen en una solución de
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 38 galvanoplastía. El enchapado en estante se emplea en un porcentaje alto. Los estantes se utilizan por razones que incluyen el mantenimiento de la forma o las condiciones de la superficie, el logro de una distribución deseada del revestimiento, el tamaño y la forma de la pieza que se está trabajando. II.3.3 Electroplastía de Aluminio: Brinda resistencia a la corrosión del material base. Este método se está usando como un sustituto para la galvanoplastía de Cadmio. El Aluminio es menos costoso y tóxico que el Cadmio y se puede usar a temperaturas más altas. II.3.4 Baños de galvanoplastías que contienen Cianuros (Cianurizado) En el proceso de galvanoplastía el anión Cianuro se disocia del catión metálico. El catión metálico se adhiere a la pieza base y el Cianuro pasa al efluente. Se utilizan en los siguientes baños de electroplastía enchapado de Cobre y Latón, recubrimientos de Cinc, Plata, Cadmio, y las sales utilizadas son Cianuros de: Sodio, Cobre, Potasio, Plata y Cadmio. Algunos lavados alcalinos también contienen sales de Cianuros. II.3.5 Cromado de piezas: Se distinguen tres tipos de Cromado: 1) Cromado duro (depósito de Cromo en capa gruesa sobre el metal base) 2) Cromado decorativo (primero se realiza un depósito de Níquel y luego un revestimiento delgado de Cromo) 3) Anodizado con Ácido Crómico. (inmersión del metal base en solución de Ácido Crómico con aplicación de electricidad). Cualquiera sea el proceso de Cromado que se utilice, los recubrimientos se logran a partir de soluciones que contienen ácido Crómico, ácido Sulfúrico y catalizadores, generalmente Fluoruros.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 39 (*) Las fibras de algodón se clasifican por su largo y están dentro de la cápsula de algodón. Las fibras largas son de 20 a 40 mm. Las menores son cortas y se las denomina linters, junto con la semilla de la cápsula de algodón. II.3.6 Enjuagues de piezas en procesos de galvanoplastías: En todos los procesos de galvanoplastía se realizan enjuagues con agua tibia de las piezas antes y después de realizadas las operaciones. Generalmente se realizan en tanques de remojo o con una unidad de rociado. Los primeros enjuagues son estancos y los últimos por rebalse y reabastecimiento continuo de agua. II.3.7 Características de los desagües: Picos de acidez y alcalinidad, sustancias grasas, aceites, cationes metálicos, Cianuros, disolventes orgánicos halogenados y no halogenados, Fosfatos, Boratos, Cromatos, Sulfatos. Baja carga orgánica en el efluente final II.4 Industria Textil Hay tres tipos de fibras que se utilizan: 1) Fibras naturales de origen vegetal: algodón (*) 2) Fibras naturales de origen animal: lana y seda 3) Fibras sintéticas. Estas tres partes se separan con las máquinas desmotadoras, la fibra que utiliza la industria textil es la fibra larga, el linter se lo utiliza para otro tipo de industria: fibras de nitrocelulosa, lacas, etc. y la semilla para la fabricación de aceite. La composición del algodón es aproximadamente la siguiente: 85 % de celulosa, 7 % de agua, 8 % de grasas, cenizas, cera y aceites. NOTA: Si no se procede a la desmineralización de los efluentes y al reemplazo de las sales cianuradas, estos efluentes requieren tratamiento de depuración previo a su vuelco a cualquier destino.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 40 La longitud de la fibra larga, da el precio del algodón. En los cilindros de las máquinas desmotadoras, que se componen de varios cuerpos, quedan enganchadas las fibras largas en los dientes de sierra que poseen, y por sistemas neumáticos se llevan a las enfardadoras, se forman fardos compactos de 1 m por 1 m que es el que va a la industria textil. Hay dos grandes procesos: En seco: Recepción de los fardos de fibra, acondicionamiento, hilandería y tejeduría Húmedo: Acabado de la tela (Blanqueo, Mercerizado, Tintado, Apresto) Esencialmente comprende dos tipos de actividades: Hilado y Tejeduría Acabado textil II.4.1 Descripción de los procesos de elaboración de hilados y telas de algodón , fibrana, poliéster y mezclas. II.4.2 Listado de materias primas principales: Hilados de algodón, fibrana, poliéster y mezcla de ellos. Féculas de almidón Colas especiales Detergentes Ácido Acético Soda Cáustica Agua oxigenada Bisulfito de Sodio Cloruro de Sodio Ácido Sulfúrico Auxiliares para blanqueo Urea Colorantes (reactivos, dispersos, tinas). Dispersantes Humectantes Antimigratorios
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 41 Agua ablandada y/o desmineralizada II.4.3 Productos Elaborados: Telas terminadas Telas crudas y/o semielaboradas Hilados de Poliéster/algodón, poliéster/fibrana y varios II.4.4 Secuencia de Procesos: 1. Urdido de hilado 2. Encolado de hilados 3. Secado 4. Tejido de hilados 5. Gaseado 6. Desencolado 7. Descrude de telas e hilados 8. Blanqueo 9. Mercerizado 10. Teñido de hilados y telas 11. Estampado 12. Secado 13. Apresto 14. Termofijado de telas 15. Sanforizado de telas 16. Revisado 17. Empaquetado 18. Almacenado II.4.4.a Descripción de los Procesos: Urdido: Llevar los conos de hilos a bobinas o cadenas Encolado: Dar un baño de impregnación de encolante (féculas de almidón y colas especiales) para otorgar resistencia al hilado. Secado: Se seca generalmente en la misma máquina. Tejido de hilados: Se juntan en una misma cadena, los hilos de 10 o más cadenas ya encoladas y secadas para proceder a su tejido y fabricar la tela. En esta área se necesita un ambiente climatizado y húmedo por lo que
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 42 hay humidificadores y cámaras de climatización. Gaseado: Quemar la pelusa de la superficie de ambas caras del hilado o de la tela. Desencolado: Quitar las gomas y almidones que previamente se les dio a la urdimbre, es un lavado con jabón, agua caliente y Ácido acético, para diluir las féculas y eliminarlas con un enjuague en caliente. Descrude: Baño con soda Cáustica diluida con la finalidad de desprender las impurezas y preparar las telas para absorber los colorantes. Blanqueo: Se utiliza agua oxigenada, bisulfito de Sodio y otros auxiliares y enjuagues con Ácido acético diluido. Mercerizado: Transforma las fibras de sección irregular a una sección casi esférica y le da resistencia y brillo. Consiste en un baño con soda Cáustica al 25 %, luego se procede al lavado. Teñido: Secuencia de operaciones que dependen de la tela o hilado que se desee teñir; son continuas o “batch”, en donde se utilizan distintos colorantes. Colorantes reactivos urea y álcalis, a los que se le agregan algunos baños con soda Cáustica, detergentes y agua oxigenada. Tiñe algodón o fibrana. Colorantes dispersos, tinas y reactivos, antimigratorios, dispersantes y humectantes. Tiñe poliéster Estampado: Se usan compuestos de Cromo y solventes para fijar los colores. La tintura se inyecta en cilindros que tienen grabados en su superficie el dibujo que quiere estamparse en la tela. Cada cilindro trabaja con un color determinado. Una vez teñidas las telas, se envían para su secado, apresto, termofijado, sanforizado. Terminadas estas operaciones, los productos van a los sectores Revisado, Empaquetado y Almacenado. II.4.5 Origen de los Efluentes Industriales: ORIGEN: TIPO DE EFLUENTE
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 43 ORIGEN: TIPO DE EFLUENTE HILADO Y TEJEDURÍA Efluente discontinuo: Desagües: Agua a temperatura de la cámara de climatización. Aguas de lavado de la máquina encoladora, alta concentración de colas y almidones, reducido caudal. MERCERIZADO Efluente continuo: Aguas de enjuague y neutralizado. Generalmente se recupera el baño de soda Cáustica. TINTURA DE HILADO Efluente discontinuo y esporádico: Aguas de lavado y teñido (Alta DQO, distintas concentraciones de colorantes, depende del tipo utilizado. Colorea todo el desagüe, pero no es el caudal más importante. DESENCOLADO Desagüe continuo: Aguas de lavado a Temperatura Hay presencia de enzimas, Ácidos diluidos, de color marrón, muy concentrado. Caudal poco significativo frente al total. DESCRUDE Desagüe continuo: alcalino, presencia de sustancias grasas vegetales y fibras, color marrón es el más concentrado de todos. Alta DBO5. COCINA TINTORERÍA Lavado de tachos, (discontinuo). Poco caudal ENCOLADORAS Lavado de tachos de preparación de encolantes (discontinuo) BLANQUEO Desagüe continuo poco concentrado, contiene hipoclorito de Sodio, agua oxigenada, bisulfito de Sodio. TEÑIDO DE TELAS Aguas de teñido y enjuagues, colorantes dispersos y reactivos. Provenientes de las máquinas “fourlard”, “jiggers”, autoclaves, impresión con rodillos, etc.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 44 ORIGEN: TIPO DE EFLUENTE APRESTO Efluente discontinuo: Lavado de máquinas (resto de almidones) COCINA DE APRESTO Efluente esporádico Agua de lavado de recipientes de elaboración. DESMINERALIZADOR DE AGUA Efluente discontinuo: Por regeneración de las resinas con Ácido Sulfúrico y soda Cáustica. PURGAS DE CALDERAS Efluente discontinuo, sales disueltas, temperatura. PURGAS DE GENERADOR DE TURBINA DE VAPOR Efluente discontinuo, sales disueltas, temperatura. ABLANDADORES DE AGUA Efluente discontinuo: regeneración de las resinas de intercambio de los ablandadores con Cloruro de Sodio. DESAGÜES DE LAS SALAS DE CLIMATIZACIÓN Efluente discontinuo, temperatura. DESAGÜES DE LABORATORIOS DE ENSAYOS Y CONTROLES. Efluente discontinuo. Lavados de utensilios con reactivos de laboratorio.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 45 II.4.6 Característica del efluente final crudo: Color variable intenso Caudales fluctuantes con picos pronunciados, gran cantidad de fibras pH entre 8 a 11, cuando existe recuperación de soda Cáustica, sino mayor de 12 DBO 5 mayor de 500 mg/l. Temperatura mayor de 35 ºC. Posibilidad de presencia de metales y fenoles debido a los colorantes usados. El aporte de efluentes más significativo es el originado en la preparación de la tela, luego el que proviene de las máquinas de teñir, resultando el aporte de caudales de los demás procesos poco significativo con respecto a los anteriores. Nota: En este tipo de industria debería efectuarse el Método de Control de la Contaminación por Prevención y minimización y agotada esta instancia, dada la composición de los desagües es imprescindible un Tratamiento de Depuración de Efluentes.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 46 II.5 Fabricación De Espejos II.5.1 Operaciones Principales y Materias Primas Utilizadas LAVADO INICIAL: Oxido de Cerio suspendido en agua común ⇓ ENJUAGUE: Agua común ⇓ ACTIVACION: Cloruro Estañoso. ⇓ ENJUAGUE: Agua destilada. ⇓ PLATEADO: Nitrato Amoniacal reducido con Glucosa y Formol y metalizador en medio con Soda Cáustica (Nitrato de Plata, Nitrato de Potasio, Dicromato de Potasio, Sulfato de Sodio, Formol, Etanol, Glucosa, Hidróxido de Amonio). ⇓ ENJUAGUE: Agua destilada ⇓ COBREADO: Sulfato de Cobre, polvo de Zinc sublimado, en medio Ácido. ⇓ ENJUAGUE: Agua destilada. ⇓ SECADO, PINTADO Y HORNEADQ: Pintura para espejos. (No produce desagüe) ⇓ LAVADO FINAL: Cloruro Férrico y agua común.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 47 II.5.2 Desagües generados: § Desagüe del proceso previo al Plateado § Desagüe del plateado. § Desagüe del proceso de cobreado § Desagüe del proceso de enjuague final § Desagüe del Laboratorio de control de calidad § Desagüe de purgas de las aguas de enfriamiento II.5.3 Característica del efluente final crudo: Variaciones de caudal y de pH, presencia de Cerio, Cromo hexavalente, Plata, Cobre, Zinc, Hierro y Sustancias Orgánicas. II.6 Industria frigorífica: Matadero: II.6.1 Operaciones principales: a) Descarga de los animales por mangas o rampas hacia corrales b) Inspección veterinaria y separación de animales enfermos hacia corrales de aislamiento. c) Llevado de los animales a playa de faena: Manga o cajón de aturdimiento noqueo, vómito, sangrado. Desollado o cuereado. Inspección veterinaria. Lavado Nota: En este tipo de industria debería efectuarse el Método de Control de la Contaminación por Prevención. (recuperación de metales) y Minimización por reciclado y agotada esta instancia, dada la presencia de metales en los desagües crudos podría requerir un Tratamiento de Depuración de Efluentes.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 48 Caraterística del desagüe: Principal contaminante sangre, aguas de lavado del animal faenado y vísceras, vómito de los animales, alto contenido graso, restos verdes, y residuos sólidos conteniendo restos de animales, cueros, uñas, pelos, etc. d) Clasificación e) Oréo f) Enfriado en cámaras frigoríficas. g) Expendio II.6.2 Tipos de desagües generados: Efluentes verdes: Provienen del lavado de pisos de los sectores de corrales y mangas, contienen estiércol y orín de los animales. Efluentes mixtos (verdes y rojos) Desagües del complejo sanitario de los animales (sector de aislamiento), contienen estiércol, orín, sangre de las salas de necrocia y sacrificio, microorganismos patógenos Efluentes rojos: Desagües del sector faena. Caraterística del desagüe: Alta carga de DOB5, Sólidos gruesos,Sólidos Suspendidos, bacterias coliformes y bacterias aeróbicas Caraterística del desagüe: Alta carga de DOB5, Sólidos gruesos, Sólidos Suspendidos, Sustancias Grasas, materia orgánica, microorganismos patógenos.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 49 Características del efluente final crudo: Ligeramente ácido, con Color, Turbiedad, Olor, contiene Sulfuros, Sólidos Suspendidos, Sólidos Sedimentables, alta DBO5, Sustancias Grasas, Detergentes microorganismos patógenos, Demanda de Cloro, bacterias aeróbicas, posibilidad de presencia de salmonellas. II.7 Industria del Plástico: Los materiales plásticos pueden contener diversas sustancias, por ejemplo: compuestos sintéticos formados por polímeros orgánicos y copolímeros y también resinas, derivados de caseína, proteínas y otros. Los mismos se pueden clasificar básicamente en: Termoplásticos y Termoestables II.7.1 Termoplásticos: Se caracterizan porque cuando se someten a calor se ablandan y cuando se enfrían se endurecen. Puede repetirse varias veces este procedimiento y dar distintas formas al plástico. Generalmente son sometidos a procesos de moldeado por inyección y/o extrusión para obtener distintos productos. II.7.1.a Ejemplos de termoplásticos: Acrilonitrilo - Butadieno - Estireno (ABS) Polietileno de alta densidad (HDPE) Nota: En este tipo de industria debería efectuarse el Método de Control de la Contaminación por Prevención. y Minimización agotada esta instancia, dado el alto contenido orgánico en los desagües crudos se requiere un Tratamiento de Depuración de Efluentes.
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 50 Polietileno de baja densidad (LDPE) Polipropileno Poliestireno Cloruro de Polivinilo (PVC) En su fabricación suelen agregarse, dependiendo el uso posterior las siguientes sustancias: Antioxidantes, antiestáticos, agentes sopladores, colorantes, retardadores de llama, lubricantes, estabilizadores, estabilizadores de U.V.. El aditivo que en un principio se adicionaba para cambiar la rigidez, en el caso del Polipropileno, era fibra de vidrio y para reducir la fragilidad era caucho butílico, en la actualidad se usan más los copolímeros. Siempre se agregan antioxidantes, que pueden ser alguno de los siguientes compuestos: Aminas, fenoles, tiocompuestos, tiopropionato de laurilo, tri (2-metil-4 hidroxi 5 t- butilfenil) butano y otros. II.7.2 Termoestables: Una vez que son sometidos al calor y dada la forma, no pueden volver a ser reformados o ablandados nuevamente. Los procesos típicos a que son sometidos estos plásticos son, la compresión, el moldeo por transferencia o fusión y también en algunas ocasiones, el moldeado por inyección. Generalmente son: Resinas alquídicas, epoxídicas, fenólicas, nylons, siliconas. II.7.3 Moldeo por extrusión: El proceso consiste esencialmente en hacer pasar en forma forzada el material a través de una hilera o boquilla. Para termoplásticos pueden usarse máquinas de extrusión a tornillos, que se cargan con el material frío, el que se lleva hacia adelante por medio de uno o varios tornillos contenidos en cilindros sometidos a calentamiento, lo que hace que el material se funda por acción del calor y la fricción sobre las paredes del tornillo, antes de entrar a la matriz cuya forma adopta y luego por enfriado se desmolda. El calor lo proporciona generalmente calefactores eléctricos y se obtiene un material fundido térmicamente homogéneo a velocidad uniforme y elevada, es una operación adiabática (se fabrican tubos, planchas, perfiles, recubrimientos y otros tipos de productos).
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 51 Nota: En este tipo de industria debería efectuarse una caracterización del desagüe, para determinar si resulta necesario realizar tratamiento de depuración de los efluentes. Por medio de extrusoras también se fabrican cuerpos huecos, se produce una manga, se coloca sobre ésta un molde de dos piezas y se insufla en ella aire a presión, de modo que se adapte el material fundido perfectamente a las paredes, se enfría y se desmolda (pelotas, botellas, bidones, etc.). II.7.4 Efluentes líquidos generados en el proceso: Pueden ser: Ø aceites y grasas de los circuitos hidráulicos. Ø agua a temperatura mayor de 45 ºC proveniente del sistema de enfriamiento de moldes en circuito abierto. Ø purgas de sistemas cerrados. Ø purgas de los circuitos de refrigeración de máquinas. II.8 Fabricación de postes telefónicos de madera Breve descripción del proceso de fabricación: Los troncos de madera, luego de haberse secado al aire libre, son sometidos a un tratamiento de conservación de la madera, mediante la impregnación de solución conservante. En este proceso utilizan creosota de alquitrán de hulla. Para preservar los troncos de madera, (de los cuales se van a obtener los postes telefónicos), del ataque de microorganismos, insectos y de las agresiones del medio, se les agregan sustancias químicas, las que se absorben en las capas periféricas del mismo, o sea en el sámago y el cámbium de la madera, que son las que en su estructura poseen intersticios de aire y canales por donde circulan los alimentos de la planta, estos canales son utilizados por los productos conservantes para transportarse a través de ellos e impregnar la madera cuando se la somete a un proceso de conservación. El equipo visualizado, en el cual se lleva a cabo el proceso, consiste en un cilindro de 2 m de diámetro por unos 15 m de largo (medidas groseras), el que posee serpentinas para calentamiento a vapor y
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 52 dispositivos para efectuar el vacío y la alimentación de vapor y solución conservadora, en éste se introducen los troncos por lotes, para someterlos a un proceso de acondicionamiento e impregnación con el conservante. Comienza con agregado de vapor para abrir los poros de la madera, seguido de aplicación de vacío, para quitar la humedad y el aire de los poros y canales de las capas superficiales de ella, con el objeto de facilitar la posterior penetración del conservante. Luego se agrega la solución química, creosota a temperatura y presión para su absorción en la madera, que como ya se indicó no llega hasta el centro del tronco, sino a las capas superficiales, luego de un tiempo de retención, se aplica vacío nuevamente para secar y finalmente se abre el cilindro en forma manual para el retiro del lote tratado, en donde se drena el remanente de la solución, la que cae en una fosa y se recicla nuevamente al proceso. II.8.1 Características y propiedades posibles de la creosota de alquitrán de hulla: Para poder ilustrar los parámetros específicos que habría que investigar desde el punto de vista de la posible contaminación ambiental (aire, suelo, agua), se indica a continuación las características y propiedades posibles de la creosota de alquitrán de hulla. No obstante habría que solicitar las hojas del producto, para este caso específico, en donde se indique la composición de la misma, ya que puede variar conforme al tipo de madera a utilizar. En general, por antecedentes investigados, la creosota de alquitrán de hulla, llamada también aceite de alquitrán o aceite de pez líquida, es un compuesto residual aceitoso, obtenido de la destilación y procesamiento del alquitrán de hulla. Es una mezcla de aceites naftalénicos, antracénicos y otros aceites pesados. Varias de las fracciones que resultan de la destilación del alquitrán de la hulla, son aptas para la conservación de la madera, por lo que se los utiliza para mezclar la creosota. Esta mezcla de aceite contiene generalmente: Naftaleno, Fenantreno, Acenafteno, Fluoranteno, Fluoreno, Pireno, Antraceno, Oxido de Difenilo, Carbazol y otros compuestos derivados de la destilación de la hulla, que dependen, como ya fue expresado de las especificaciones para cada tipo de madera a conservar. Habría que analizar si no se le agrega también pentaclorofenol para aumentar sus propiedades conservantes. Contiene en diferentes proporciones, compuestos cíclicos que son combustibles y algunos de ellos tienen propiedades cancerígenas: Su uso es restringido y resulta: Tóxico por inhalación de humos Irritante para la piel y ojos. Su punto de inflamación es de 74 º C (a vaso cerrado).
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    CAPITULO II Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 53 Temperatura de autoignición 355 º C, Densidad: 1,06 – 1,10. Uso de la creosota de alquitrán de hulla: Preservativo de maderas, desinfectantes, funguicidas, biocidas. Características de algunos de los componentes: Aceites naftalénicos: Son tóxicos por inhalación VLU: 10 ppm en el aire. Uso: Conservantes, funguicidas, rompedores de emulsiones, etc.. Aceites antracénicos: Están identificados como carcinógenos, se emplean como conservantes de madera y pesticidas a excepción de cosechas alimenticias. Fenantreno: Es un agente cancerígeno. Oxido de difenilo: (Eter fenílico) Es tóxico por inhalación de vapores VLU: 1 ppm Uso: perfume industrial. Pireno: Es agente cancerígeno absorbido por la piel. Fluoranteno: Hidrocarburo tetracíclico. Fluoreno: (alfa difenilenmetano) Uso: Se utiliza en productos resinosos y colorantes. Carbazol: (Dibenzopirrol, difenilenimina): Uso: fabricación de insecticidas y colorantes. Acenafteno: (compuesto tricíclico). _________________________________________________________________________________________ II.8.2 Residuos líquidos probables: • Vapor y Condensado del vapor utilizado en el proceso de vaporización. Una vez realizado el proceso debe extraerse el vapor agregado al cilindro, el cual se ventea por válvulas y como es lógico hay formación de condensado dentro del cilindro. Este condensado, al ser purgado arrastra las impurezas extraídas de la madera (azúcares) y la película de solución conservante adherida a las paredes y piso que se ha utilizado en los procesos anteriores. • Aguas del sistema de vacío, del condensado de serpentinas, purgas de caldera: Estos efluentes pueden o no tener sustancias contaminantes, depende del tipo de compuestos químicos utilizados para el acondicionamiento del agua y además de la
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 54 posible penetración de la solución conservante, en el caso de pinchaduras de las serpentinas en contacto con ella.
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 55 CAPITULO III III PROCESOS NO PRODUCTIVOS COMUNES A DIVERSAS INDUSTRIAS QUE GENERAN EFLUENTES LIQUIDOS III.1 Adecuación y Tratamiento de aguas para Calderas y Circuitos de Refrigeración Previamente se definen algunos términos para el entendimiento del tema: III.1.1 Corrosión: Cuando un metal está en contacto con una solución de electrolito, como es el caso del agua, tiende a poner en solución sus iones electropositivos, quedando por lo tanto cargado negativamente, determinándose así una diferencia de potencial en el medio y una corriente eléctrica que provoca la disolución del electrodo metálico, fenómeno que se conoce como corrosión. La presencia de contaminantes con elevado potencial de oxidación en el agua (Manganeso, Hierro y Aluminio), tiene una gran influencia en la corrosión de metales, pues aceleran los procesos, éstos son diferentes según haya en el medio oxígeno o no. El potencial de corrosión se puede controlar con el uso de inhibidores de corrosión. En las superficies metálicas se forman cátodos de corrosión, ánodos de corrosión y/o combinación de ambos, dependiendo de una serie de factores, que no se van a desarrollar, pues lo que se pretende no es explicar el mecanismo de la corrosión sino la contaminación que puede aportarse a un sistema por el uso de los inhibidores químicos. III.1.1.a Inhibidores de la corrosión: Denominados también pasivantes. Son productos químicos que se agregan al agua de un Circuito, ya sea de Refrigeración, de agua para Calderas, retornos de condensado, equipos Intercambiadores de Calor, etc., para evitar que el agua tome contacto con el metal y eliminar el efecto corrosivo que se origina sobre el mismo, su acción consiste en formar una película protectora sobre el metal.
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 56 Inhibidores de la corrosión: Acción Inhibidores físicos: Se utilizan aminas grasas (4 a 18 átomos de carbono), en dosis del orden de 2 a 20 g/m3 , son indicadas para retornos de condensado, bajo controles estrictos. Se adsorben sobre la superficie metálica, como si fuesen una pintura Inhibidores de acción química: Modifican el potencial o las curvas de polarización de los electrodos. Crean pares electrolíticos en el metal, lo que constituye una capa protectora y selectiva que se aplica donde es necesario. Inhibidores de corrosión simples Cromatos: Son Inhibidores de ánodos de corrosión, muy estables al calor, por eso su uso es frecuente en Circuitos industriales. La dosis habitual a agregar es de 15 a 40 g / m3 Sales de Cinc: Son Inhibidores de cátodos de corrosión. Polifosfatos: Son Inhibidores de ánodos o cátodos de corrosión, de acuerdo a su modo de empleo. Se los utiliza cuando no hay muy altas temperaturas en las paredes. Dosis 5 a 50 mg /m3 , depende de la dureza del agua. Silicatos: Se los utiliza en aguas dulces y calientes, con alto contenido de oxígeno, la dosis común es de 10 g / m3 de SiO2. Nitritos: Para protección de aceros, la dosis es de 1g /litro de agua Inhibidores compuestos: Sales tampón, catalizadores y dispersantes, que se utilizan en Circuitos semicerrados. Cromatos – Fosfatos: Dosis 30 a 80 g /m3 Fosfato- Cinc: Dosis a 60 g / m3 Cromatos – Cinc: Dosis 25 a 40 mg / m3 .
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 57 III.1.2 Biocidas El crecimiento microbiano dentro de los Circuitos de Refrigeración, se ve favorecido por la presencia de nitrógeno, fósforo y sustancias orgánicas en un ambiente cálido, originando perturbaciones en el flujo por obturaciones e incrustaciones que se adhieren a las paredes interfiriendo en los intercambios de calor, pueden provocar corrosión, por los subproductos que resultan en el crecimiento biológico. En el control del crecimiento biológico se utilizan productos antibacterianos, alguicidas y fungicidas. III.1.3 Inhibidores de precipitación: Se usan para evitar las incrustaciones que se adhieren a las paredes metálicas en forma de capa dura., al precipitar las sales que contiene el agua por variaciones de la calidad de la misma. Para evitar estos inconvenientes generalmente se trata el agua previamente, utilizando distintos procesos como ser: Desendurecimiento Descarbonatación O se forman compuestos solubles agregando Polifosfatos, que no son eficientes a alta temperatura. A temperaturas elevadas suele usarse E.D.T.A. (ácido Etilen - Diamino- Tretacético) y sus sales de Sodio. O se utilizan productos dispersantes, como los Taninos para aguas de Caldera de baja y media presión, o Polímeros orgánicos de peso molecular medio. Hay distintos tipos de inhibidores de estos procesos, ejemplo: § compuestos clasificados como tóxicos con metales pesados. § el cloro y sus derivados, que son los que se utilizan con más frecuencia y además son productos limpiadores, como las cloraminas, el dióxido de cloro y el hipoclorito de sodio. § los amonios cuaternarios. § los derivados órganos sulfurados. Las dosis varían pero siempre es mayor de 1 g /m3 , pudiendo llegar a 100 g /m3 .
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 58 III.1.4 Limpiadores de Circuitos El agregado de dispersantes hace que el Circuito se sature, por la abundancia de las partículas en suspensión, cuando esto sucede hay que limpiarlo para extraer las sustancias suspendidas, se utilizan inhibidores de precipitación en cantidades muy elevadas, pudiendo llegar a dosis de 500 g /m3 en estas ocasiones. La presencia de oxígeno en los Circuitos es perjudicial por los procesos de corrosión, para reducirlo se agregan productos químicos como ser: Sulfito Sódico: Dosis 8 g de Sulfito por g de O2 disuelto. Hidrazina: 1 g de N2 H4 Tanato sódico: 2 g de Tanato Sódico reduce 1 g de Oxígeno. III.1.5 Resinas de intercambio: Algunos procesos productivos necesitan agua Desionizada, para lo cual se utilizan Intercambiadores de Iones. Las tres aplicaciones principales en el caso de tratamientos de agua por Intercambiadores de Iones son: Desendurecimiento Descarbonatación Desmineralización. Generalmente se realiza el intercambio luego de un tratamiento previo del agua bruta, consistente en la eliminación de sustancias orgánicas en suspensión, cloro residual, cloraminas, etc., depende del tipo de Intercambiadores de Iones que se va a emplear. Es importante destacar el desagüe puntual que se genera cuando hay que regenerar los lechos de intercambio, la frecuencia de regeneración depende de la capacidad de cambio de la capa de resinas utilizadas.
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 59 III.2 Desagües generados en procesos no productivos A continuación se detallan algunos desagües que no provienen de procesos productivos pero que se originan en diversos establecimientos industriales y que deben ser considerados al momento de caracterizar un efluente. III.2.1 Desagües generados por la utilización de Calderas - Purgas de agua de Calderas – Renovación de las aguas del sistema. El agua en forma líquida en el interior de la caldera, va aumentando progresivamente su salinidad y la posibilidad de precipitación de las sales, porque se concentra con las impurezas que tenía el vapor. Para mantener un equilibrio salino y evitar la formación de precipitados que pueden afectar las conducciones hay que evacuar periódicamente una cantidad definida de agua del sistema, o sea purgar los Circuitos y aportar agua con menor contenido de sales, llega un momento en que no se puede mantener la calidad requerida por el sistema y se hace necesario una renovación total del agua del Circuito. Se generan así efluentes discontinuos por purgas de caldera y renovación de agua de circulación, los que pueden provocar picos de caudal y calidad en el efluente final de un establecimiento industrial. La calidad de estos vertidos depende de los tratamientos a los que se haya sometido el agua aportada a la caldera. Y el caudal de las dimensiones del Circuito. Los vertidos entonces van a arrastrar los productos químicos utilizados en la adecuación del agua, además de otros productos provocados por corrosión como óxidos de Hierro y Cobre, e incluso hidrocarburos y otras sustancias por contaminaciones accidentales del vapor en los Circuitos, además de desviaciones de pH y altas temperaturas. Por lo que son efluentes discontinuos, pero periódicos que deben ser tenidos en cuenta en el momento de caracterizar un desagüe industrial. III.2.2 Desagües originados por los Circuitos de Refrigeración En los distintos procesos industriales se utilizan maquinarias y/o equipos que deben ser refrigerados, como ser: condensadores, intercambiadores, refrigerantes de aceites, de aire, de gases, de líquidos, de hornos, trenes de laminación, reactores químicos, etc. Existen Circuitos de Refrigeración abiertos, semicerrados y cerrados. Todos generan un desagüe que puede ser continuo en el primer caso y discontinuo en los dos últimos. Los Circuitos cerrados, también van a generar un desagüe esporádico aunque importante en cuanto a calidad y caudal, y es cuando se regenera el agua de circulación del mismo por saturación de sales y productos químicos agregados en los procesos de adecuación de las aguas de aportación.
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 60 La calidad de todos estos vertidos dependerá de los inhibidores de corrosión utilizados, los alguicidas, desincrustantes, y demás productos agregados. III.2.3 Desagües originados por las operaciones de regeneración de resinas Las operaciones de regeneración se efectúan en etapas, las que se simplifican como sigue: § Preparación de los reactivos regenerantes § Separación de las resinas por contralavado. § Regeneración de los lechos. § Enjuagues § Mezclado de lechos por pasaje de aire § Llenado § Enjuague final. Estas operaciones se realizan cuando se agotó el ciclo de operación. y depende en cada caso de la capacidad del Intercambiador (poder de intercambio), que es función de las características químicas e hidráulicas de cada caso, de la carga volumétrica y de la salinidad del agua. La cantidad de productos regeneradores utilizados puede estimarse observando la capacidad de los recipientes que los contienen y el caudal de los desagües depende del número de enjuagues y de la duración de los mismos, que generalmente se realizan a máximo caudal durante media hora cada uno.
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    CAPITULO III Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 61 III.2.4 Desagües generados por el lavado de gases Constituyen generalmente Circuitos cerrados alimentados con agua, en donde se producen disoluciones de los gases en el agua, tales como sulfuro de hidrógeno, dióxido y trióxido de azufre, monóxido de carbono, fluoruro de hidrógeno, ácido cianhídrico, amoníaco, etc. También se originan suspensiones de cationes que se disuelven en los ácidos originados por la disolución de los gases, estos cationes pueden ser metálicos o no, de acuerdo con la naturaleza del gas que se está lavando. Las aguas del Circuito de lavado se van concentrando lo que hace que sea necesario su adecuación y purga, muchas veces en el Circuito se interpone un tratamiento de depuración y otras veces no, sea como sea, se va a originar un desagüe que es necesario analizar en el momento de caracterizar los efluentes generados en un Establecimiento industrial. Un ejemplo es el lavado en Circuitos cerrados de los gases que se generan en los procesos de reducción o calcinación del mineral en la industria metalúrgica, en los cuales hay disolución de los gases ya nombrados, que originan ácidos que en condiciones adecuadas de presión elevada, disuelven los metales arrastrados y cuando las aguas vuelven a presión atmosférica, se produce un desequilibrio por liberación de dióxido de carbono y consecuentemente se produce la precipitación de los Hidróxidos metálicos. Como resultado, las aguas de los Circuitos de lavado de gases, deben pasar por unidades depuradoras intermedias, las que naturalmente deben purgarse por el aumento de la concentración de contaminantes tras los sucesivos lavados. Estas aguas producen precipitaciones incrustantes, aumento de la alcalinidad y variaciones de pH.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 63 DEBEN CONSIDERARSE TODAS LAS DESCARGAS RESIDUALES DERIVADAS DE LOS PROCESOS INDUSTRIALES COMO ASÍ TAMBIÉN LOS VERTIDOS ORIGINADOS POR DISTINTOS USOS DEL AGUA INDUSTRIAL COMO SER LAS PROVENIENTES DE LAS PURGAS DE CIRCUITOS CERRADOS O SEMICERRADOS DE REFRIGERACI ÓN, DE PRODUCCI ÓN DE VAPOR, DE RECIRCULACI ÓN DE AGUAS DE PROCESO, AGUAS DE CONDENSADOS, DE LIMPIEZA DE EQUIPOS Y UTENSILIOS, ETC., EVACUADOS A CUALQUIER DESTINO, FUERA DE LAS INSTALACIONES INDUSTRIALES. CAPITULO IV IV EFLUENTES INDUSTR IALES: IV.1 Efluentes Líquidos - Identificación de los Constituyentes más Significativos por Rubro Industrial - Alternativas de Tratamiento y/o Disposición Final IV.1.1 Abonos y Ácido Fosfórico EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES Nitrógeno Amoniacal. Nitratos Fósforo Fluoruros Acidez. Alcalinización con Cal para Precipitación de Fosfatos, Fluoruro Cálcico y Sílice. Los concentrados de Carbonatos y Bicarbonatos de Amonio: por “stripping”, Refrigeración e Intercambio Iónico y pueden Recircularse para agua de Caldera. Los Condensados, Destilados de Vapores Nítricos: por Osmosis Inversa o Destilación. Urea y Amoníaco: por Hidrólisis alcalina y/o arrastre con vapor y Soda Cáustica. Las reacciones de precipitación consumen gran cantidad de cal y producen fangos abundantes de difícil decantación y deshidratación. Su tratabilidad es semejante a la de los efluentes de lavado de gases procedente de la electrólisis de la criollita.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 64 IV.1.2 Aceites y Jabones: EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIO- NES pH Sulfuros Sólidos Sedimentables, Sustancias Solubles en Eter Etílico DBO5 Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina Tratamiento ácido, "Cracking”, y Flotación para separación de aceites, Neutralización, Tratamiento Biológico Complementario. La separación por Flotación de las Grasas reduce en un 50 a 70% la DBO5. IV.1.3 Alimenticias INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES CONSERVAS DE CARNE pH, Turbiedad, Olor, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina. Desbaste fino, Floculación, Flotación, Tratamiento Biológico aeróbico de carga media. Desinfección. El líquido crudo puede aportar 14 a 15 Kg. DBO5 / Kg. de producto CONSERVAS DE FRUTAS pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos, DBO5, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina Tamizado, Neutralización, Tratamiento Biológico Aeróbico de baja Carga, Agregado de Nitrógeno Ricos en glúcidos, abundante Fósforo. Fácilmente fermentable. El líquido crudo puede aportar valores de 5 a 20 g. DBO5 / Kg de producto
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 65 INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES CONSERVAS DE LEGUMBRES pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, DBO5, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina Tamizado, Neutralización, Tratamiento Biológico Aeróbico de baja Carga, Agregado de Fósforo. Ricos en glúcidos, abundante Nitrógeno. Fácilmente fermentable. El líquido crudo puede aportar valores de 5 a 12 g. DBO5 / Kg de producto. DERIVADOS DE PAPAS. pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos, DBO5, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina Carga Orgánica por: Almidón, Proteínas, Pulpas, Residuos Vegetales, Estabilizantes, Antioxidantes, Antiespumantes Recuperación de pulpa, Tratamiento primario de Decantación, Tratamiento Biológico de mediana o baja carga. Fermentables. Luego de la Decantación, la contaminación aportada es de 500 a 1500 mg/l de DBO5. FECULERÍAS, FÁBRICA DE ALMIDÓN. pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos, DBO5, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina Alta Carga Orgánica por: Almidón, Proteínas, Pulpas, Residuos Vegetales, Estabilizantes, Antioxidantes, Antiespumantes Recuperación de pulpa, Tratamiento primario de Decantación, Tratamiento Biológico de aireación extensiva. Fermentables. Luego de la Decantación, la contaminación aportada es de 1500 a 2000 mg/l de DBO5.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 66 INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES LÁCTEA pH, Turbiedad, Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos Sulfuros, Sustancias Solubles En Eter Etílico, DBO5, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina, Contaminación Microbiana Recuperación de suero. Desbaste, Desengrase, Compensación de calidad, Neutralización, Tratamiento Biológico Aeróbico (Aireación Extendida) Desinfección Concentraciones de leche o suero en el efluente superiores a 2 %, producen fermentaciones ácidas que inhiben el desarrollo bacteriano. La contaminación que se vierte por cada tipo de industria puede estimarse en: Leche en polvo: 100 a 300 g. DBO5 / 100 lts. de leche tratada. Manteca sin Recuperación de suero: 370 a 630 g. DBO5 / 100 lts. de leche tratada. Queso: 650 a 1050 g. DBO5 / 100 lts. de leche tratada. Leche de consumo y otros productos: 350 a 750 g. DBO5 / 100 lts. de leche tratada.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 67 INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES MATADEROS pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos, DBO5, Sustancias Solubles en Eter Etílico, Demanda de Cloro, Microorganismos Patógenos, Bacterias Coliformes y Aeróbicas Recuperación de sangre, Desbaste grueso y fino, Floculación, Flotación, Recuperación de Grasas y proteínas, Tratamiento Biológico aeróbico de carga media a baja. Desinfección. Contaminación aportada, de 3 a 5 Kg de DBO 5 / Kg de carne Con desbaste fino puede lograrse una reducción del 10 a 15 % de la DBO5. IV.1.4 Azucareras EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVA- CIONES pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, DBO5, Sustancias Solubles en Eter Etílico Carga Orgánica Recirculación de aguas de lavado y transporte de la remolacha, (Tratamiento de Desbaste y Decantación, con dosificación de polielectrolito), almacenamiento del efluente, Fermentación anaeróbica, (la más económica) y/o Depuración biológica aeróbica. Residuo Fermentable DBO5 3000 mg/l. IV.1.5 Circuitos impresos EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 68 pH,. Sól. Sedimentables, Sól. Suspendidos, Sustancias Solubles en Éter Etílico Disolventes Halogenados, Hidrocarburos, Metales Pesados, Fluoruros, Cianuros, Fósforo, Agentes Quelantes. Desbaste fino, Centrifugación de los efluentes parciales con gran contenido de sólidos en suspensión, Compensación de calidad, Neutralización, Tratamientos Biológicos en varias etapas. Se consigue una mejor depuración realizando tratamientos en línea, y realizando la recuperación de metales por ósmosis inversa, con lo cual se puede recircular el agua a los enjuagues. IV.1.6 Cosméticos INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS ARTÍCULOS DE TOCADOR, SHAMPOOS, TINTURAS, ETC. pH, Sólidos Sedimentables., Sólidos Suspendidos, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5, DQO, Sustancias Reactivas al Azul de Ortotoluidina, Nitrógeno Amoniacal. Tratamiento Físico Químico Neutralización, Flotación, Desengrase, Oxido -Reducción. IV.1.7 Del cuero INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTO S OBSERVACIO- NES CURTIEMBRES Coloides Proteicos, Olor, Sólidos en Suspensión, pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5, Cromo Trivalente y/o Tanino, Compuestos Fenólicos, Xilenos. Desbaste grueso, Desbaste fino, Desengrase, Oxidación de sulfuros (Natural y/o por reacción química), Recuperación de Cromo, Compensación de calidad, Neutralización, Tratamiento Biológico. La DBO5 alcanza valores del orden de 700 a 800 mg/l. Los subproductos pueden venderse para la fabricación de colas y gelatinas para la industria fotográfica.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 69 INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTO S OBSERVACIO- NES COLAS O GELATINAS A partir de deshechos de piel, huesos, y residuos de pescado: Coloides Proteicos, Sólidos en Suspensión, pH, Sulfuros, Sólidos Sedimentables, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5 Desbaste grueso y fino, Floculación con cal, Neutralización, Tratamiento Biológico. Carga de DBO5: 5 Kg de DBO5/ 100 Kg de cola. IV.1.8 Del Cloro EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS Salmueras, Mercurio Iónico y Metálico. Tratamiento Físico Químico para Recuperación de Mercurio IV.1.9 De la fermentación INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIO- NES CERVECERÍAS pH ácido, Sólidos en Suspensión, Materias Nitrogenadas, Levadura, Residuos de Cebada. Recuperación de subproductos, Desbaste fino, Neutralización, Tratamiento Biológico aeróbico de carga media a baja. Desinfección. 800 g de DBO5 / Hectolitro de cerveza
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 70 AMINOÁCIDOS ENZIMAS, ANTIBIÓTICOS, LEVADURAS pH , Materias Nitrogenadas, DBO5 Tratamiento Biológico aeróbico de carga media a baja. Desinfección. IV.1.10 Destilerías EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES Melazas o Vinazas muy Concentradas, Sólidos en Suspensión, pH, Sólidos Sedimentables, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5. Desbaste fino, Centrifugación de los efluentes parciales con gran contenido de Sólidos en Suspensión, Compensación de calidad, Neutralización, Tratamientos Biológicos en varias etapas. DBO5 5000 a 10000 mg/l. Los ensayos de Recuperación de vinazas han permitido obtener levaduras alimenticias, reduciendo la contaminación de DBO5 a 1000 y 1500 mg/l. IV.1.11 Elaboración de cemento, cal y yeso EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES Piedra Caliza, (Carbonato de Calcio), Sílice, Alúmina e Hierro. Sólidos Sedimentables, pH Decantación, Neutralización. Gran cantidad de barros. IV.1.12 Galvanoplastías INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 71 INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES 1) CADMIADO 2) COBREADO 3) CROMADOS 4) ESTAÑADO, 5) NIQUELADO 6) CINCADO. 1) Iones de Cadmio, Sodio, Potasio, Fosfatos, Boratos, Acetatos 2) Iones Cu, Na, K, Amonio, Ortofosfatos, Fosfatos, Sulfatos, Cianuros 3) Iones de Cr6+ , Bario, Na, Dicromato, Carbonato, Cianuros, Acetatos 4) Iones de Sn2+ , Na+ , Sulfatos, Nitratos. 5) Iones de Ni+ , Na+ , NH4+ , C2- , Fosfatos, Ortofosfatos, Sulfitos, Boratos. 6) Iones de Zn2+ , Na+ , NH4+ , C2- , Fosfatos, Ortofosfatos, CN- , Acetatos. Picos de Acidez Y Alcalinidad, Sustancias Solubles en Eter Etílico Disolventes Orgánicos 1) Precipitación química. Neutralización 2) Precipitación química. Neutralización 3) Reducción de Cr6 , precipitación de Cr3+ , Neutralización, Desengrase y oxidación de Cianuros y otros aniones. 4) Precipitación química. Neutralización 5) Precipitación química. Neutralización 6) Precipitación química. Neutralización, Desengrase y Oxidación de Cianuros. En todos los casos es conveniente separar y tratar por separado los efluentes ácidos de los alcalinos y juntarlos luego para su neutralización. Si se procede a la desmineralización total, se pueden Reutilizar las aguas, con Tratamientos con resinas de intercambio iónico y Recuperación de metales por ósmosis inversa. La contaminación por Cianuros puede eliminarse reemplazando las sales cianuradas por baños de tipo ácido o alcalinos sin Cianuros, ni complejantes orgánicos.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 72 IV.1.13 Metalurgia del Aluminio INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVA- CIONES OBTENCIÓN DE ALUMINIO Efluentes ácidos: Fluoruros, Sulfitos, Carbono, Alúmina Y Criollita, Aluminio Disuelto, Alquitranes, DQO elevada, Cloruro de Aluminio. Efluentes Alcalinos: Fluoruros y Cianuros, Grasas Tratamiento por separado de los vertidos. Efluentes Ácidos: Neutralización, Precipitación y Coagulación, Sedimentación. Efluentes alcalinos: Alcalinización con cal para eliminación de Fluoruros y Cianuros, Desengrase y mezcla con los efluentes ácidos para corrección de pH. Si se procede a la desmineralizaci ón total, se pueden reutilizar las aguas TRATAMIEN- TO SUPERFICIAL Efluentes ácidos: Aluminio, Cromo (si hay pasivado crómico) efluentes alcalinos: Grasas, Cianuros (eventualmente) Se tratan por separado Efluentes ácidos: desmineralización total y Recirculación. Efluentes alcalinos: Desengrase, Precipitación. Eliminación de Cianuros. Si se procede a la desmineralizaci ón total, se pueden reutilizar las aguas IV.1.14 Metalúrgica del Cobre INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS 1) LAMINADO DE COBRE 2) CABLES ELÉCTRICOS 1) Oxidos de Cobre en Suspensión. pH 2) Cobre Metálico en Suspensión y Solución de Sulfato de Cobre, pH Recuperación por ciclón, y/ o Decantación y/o Filtración. Regeneración del Sulfato de Cu por electrólisis, parte del Cu queda en el cátodo. Intercambio iónico, los ácidos se recirculan hacia la instalación de electrólisis.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 73 IV.1.15 Papeleras. Pasta y Papel EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS OBSERVACIONES § Pasta Kraft : Licores de Cocción (Negros), DBO5, DQO, Color, Sólidos Suspendidos, Sulfuros. § Pasta al Bisulfito: mayor carga orgánica que la anterior § Pasta Semi- Química: Idem Características del efluente total: contaminación insoluble elevada (fibras y fibrillas, arcillas, Materias no sedimentables (50 %) biodegradable, Biocidas (Hg, Cromo, Etc.) Grasas, Color , Temperatura. Los procedimientos de eliminación de color y DQO no biodegradable incluyen adsorción a través de resinas o carbón activado, precipitación química. Para la eliminación de la DBO5 tratamientos biológicos, luego de acondicionado el efluente. Tratamientos: Tamizado Floculación – Decantación. Neutralización Tratamiento Biológico Recirculación de aguas Recuperación de fibras. Kraft DBO5 líquido crudo: 25 a 35 Kg/Tn . Consumo de agua: 30 a 120 m,3 /Tn Blanqueado: DBO5 líquido crudo: 45- 65 Kg/Tn Consumo de agua: 120 a 350 m,3 /Tn Bisulfito: DBO5 líquido crudo: 50 a 160 Kg/Tn Cons. de agua: 100 a 300 m,3 /Tn Blanqueado: DBO5 líquido crudo: 60 a 250 Kg/Tn Cons. de agua: 200 a 650 m3 /Tn Semiquímica: DBO5 líquido crudo: =60 Kg/Tn Cons. de agua: 250 m3 /Tn. La pasta blanqueada con cloro genera compuestos orgánicos tóxicos, Dioxinas y Furanos clorados, por reactividad de las ligninas de algunas maderas. Formación de Halometanos y desprendimiento de Cloroformo. IV.1.16 Productos Botánicos EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS Carga Orgánica, Alcoholes, Disolventes. Recuperación de solventes Tratamiento Físico Químico
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 74 IV.1.17 Productos Farmacéuticos INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS A BASE DE COMPUESTOS ARSENICALES. Arsénico Remoción de As. con Sulfato de Aluminio. PRODUCTOS QUÍMICOS MEDICINALES ORGÁNICOS Disolventes Orgánicos, Metales Pesados, Alcohol Isopropílico, Etanol, Mercurio, Arsénico, Trazas del Producto. (Vitaminas, Tranquilizantes, Esteroides, Etc.), DBO5, DQO Tratamientos Químicos, recuperación de disolventes, luego Tratamientos biológicos PRODUCTOS QUÍMICOS MEDICINALES INORGÁNICOS Selenio, Trazas de Producto. Tratamiento Físico Químico ANTIBIÓTICOS Disolventes Orgánicos, Trazas de Producto. Tratamiento Biológico IV.1.18 Recuperación de aceites INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS ACEITES DE TRANSFORMADO- RES, ACEITES SOLUBLES, LÍQUIDO DE FRENOS, ACEITES HIDRÁULICOS Aceites Concentrados. pH, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5, DQO, PCB, Metales Pesados Sólidos Suspendidos, Sólidos Sedimentables. Hidrocarburos Monitoreo para determinar el porcentaje de Aceite recuperable, porcentaje de lodo de fondo, y de agua. Determinación del “flash point”, concentración de PCB y metales. Filtración, corrección de pH, Destilación, Recuperación de aceites, Incineración de residuos del fondo de Destilación
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 75 ACEITES DILUIDOS pH, Sustancias Solubles en Eter Etílico, DBO5, DQO, PCB, Metales Pesados, Sólidos Suspendidos, Sólidos Sedimentables, Hidrocarburos. Acidificación, Flotación, Separación de fases, la fase aceitosa y concentrada, se trata igual que la anterior, el líquido remanente debe neutralizarse y filtrarse. IV.1.19 Recuperación de solventes INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS RECUPERACIÓN DE SOLVENTES ALIFÁTICOS, AROMÁTICOS, HALOGENADOS, TINTURAS, DESENGRASANTES BARNICES, URETANOS, etc. El líquido por lo menos debe contener el 50 % de solventes aptos para recuperar, 20 % de sólidos. Los parámetros dependen del tipo de solvente Destilación simple o Fraccionada, Condensación, fondo de destilación se manda a Incinerar
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 76 IV.1.20 Textiles INDUSTRIA EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIEN- TOS OBSERVACIONES 1) ACABADO TEXTIL. (BLANQUEO, TINTURA, IMPRESIÓN Y APRESTO DE FIBRAS DE ALGODÓN 2) FIBRAS DE LANA 3) FIBRAS MIXTAS. Efluente global (algodón y fibras artificiales): CAUDAL = 80 a 400 m3 / Tn de fibra pH fuertemente alcalino. (algodón) pH fuertemente ácido (lana) DQO, DBO , Sólidos Sedimentables, Sólidos Suspendidos, Cr6+ , Sulfuros, Grasas, Fenoles, Color, Temperatura Tamizado, Compensación de caudal y calidad. Enfriamiento Neutralización Flotación Coagulación y Floculación Tratamiento biológico aeróbico. Agregado de Carbón Activado para disminución de color. Disminución de la DBO reemplazando productos: Detergentes sintéticos de baja carga orgánica en vez de jabones. Almidones por colas, ej. Carboximetilcelulosa. Ácido acético por sal inorgánica de Amonio. Reemplazo de Aceite para cardar por aceites minerales con emulsionantes no iónicos. Reutilización de aguas de enjuague en procesos de cocción. Reutilización de agua de enjuague de teñido para nuevos baños colorantes. Recuperación de Grasas del lavado de lana, (subproducto para la obtención de lanolina). Recuperación de Soda Cáustica del mercerizado de algodón. Utilización de los líquidos de blanqueado para decolorar los líquidos de teñido.
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    CAPITULO IV Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 77 IV.1.21 Vidrios y Espejos EFLUENTES LIQUIDOS - CONSTITUYENTES TRATAMIENTOS Acidez, Oxidos de Cerio, Plata, Polvos (Piedra Pómez, Coridón), Cromo, Cobre, Cinc Tratamiento físico - químico. Recuperación de Plata, precipitación de metales. Neutralización final
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 78 CAPITULO V V COMPOSICIÓN DE LA S AGUAS RESIDUALES: Las aguas crudas, (sin tratamientos de depuración), contienen sustancias disueltas y en suspensión. Dentro de las sustancias disueltas hay elementos orgánicos que pueden ser sustancias biodegradables y/o no biodegradables y/o compuestos tóxicos y/o elementos inorgánicos disueltos, (sales, amoníaco, fosfatos, etc.).. En las materias en suspensión también puede haber sustancias orgánicas, y/o microorganismos y/o sustancias inorgánicas en suspensión, (por ejemplo minerales). Atento a la gran diversidad de composiciones de las aguas residuales, que dependen del tipo de proceso industrial en el cual se generan, de las materias primas e insumos utilizadas, del modo de operación, de la idiosincrasia de la industria y de otros varios factores, hacen imprescindible la caracterización de dichas aguas y la cuantificación volumétrica, con la medida de los caudales máximos, mínimos y promedios de volcamiento, con lo cual se podrá verificar si resulta necesario emprender acciones correctoras de depuración previo a su descarga a un curso superficial o a otro destino autorizado. Para determinar la calidad del líquido es preciso realizar análisis físico-químicos y biológicos. Los cuadros siguientes detallan los principales parámetros que hay que considerar, los objetivos de los tipos de tratamiento de depuración que pueden emplearse (pretratamientos, tratamientos primarios, secundarios y/o biológicos), algunas unidades que generalmente los componen y las operaciones y procesos unitarios involucrados. Cuando se realizan los tratamientos de efluentes, es común que se generen barros o bien pueden llegar a generarse en los procesos industriales, por tal causa se ha incluido una tabla, que por tipo de industria, se señala la posible procedencia de barros tóxicos, sus principales constituyentes peligrosos y las alternativas de tratamiento. Es importante destacar que en los efluentes industriales, pueden haber sustancias en distintas proporciones, las que en sus estados puros, poseen efectos adversos sobre la salud, estos compuestos químicos son conocidas como contaminantes prioritarios, se listan en una tabla los principales, sus procedencias de acuerdo al tipo de industria y sus efectos sobre la salud.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 79 V.1 Características físico químicas de las aguas residuales Características de las aguas residuales. Características Físicas Aspecto, Color, Turbiedad, Olor, Sólidos Totales, Temperatura. Características Químicas Materia Orgánica: Demanda Bioquímica de Oxígeno (DBO5), Demanda Química de Oxígeno (DQO),Carbono Orgánico Total (COT), Nitrógeno Total, Nitrógeno Orgánico, Compuestos Tóxicos Orgánicos. Características Inorgánicas: pH, Acidez, Alcalinidad, Dureza, Conductividad, Salinidad, Sulfuros, Compuestos Tóxicos Inorgánicos, Metales Pesados, Gases Características Biológicas Tipos de microorganismos presentes
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 80 V.2 Descripción de las características físico – Químicas de las aguas residuales Parámetro Descripción Aspecto Se refiere a la descripción de su característica más apreciable a simple vista, por ejemplo agua residual turbia, presencia de sólidos disueltos, presencia de sustancias flotantes, etc. Acidez Se debe a la presencia de ciertos ácidos minerales y/u orgánicos, o a la hidrólisis sufrida por la existencia de sales de ácidos fuertes y bases débiles. Puede causar acción corrosiva en las instalaciones, por la acción del catión hidrógeno. Alcalinidad Son aguas que contienen disueltos en ellas algunos de los siguientes iones: carbonatos ácidos, carbonatos e hidróxidos. Cuando la alcalinidad se debe a la presencia de hidróxidos se habla de aguas cáusticas. Carbono Orgánico Total (COT) Especialmente indicado para pequeñas concentraciones de materia orgánica, la que se mide por la cantidad de anhídrido carbónico que se genera al oxidar en condiciones especiales a la materia orgánica. Este valor puede expresar cantidades menores de materia orgánica, pues algunos compuestos orgánicos pueden no oxidarse. Color Indica generalmente la presencia ya sea de sustancias disueltas y/o coloidales y/o suspendidas (color aparente). Cuando se elimina la turbiedad del agua por centrifugación o filtración se obtiene el color real. Da un aspecto desagradable al agua residual. Compuestos Tóxicos Inorgánicos Entre ellos se encuentran algunos metales pesados (bario, cadmio, cobre, mercurio, plata), arsénico, boro, potasio, amonio, cianuros, cromatos, floruros, etc. Compuestos Tóxicos Orgánicos: Entre ellos los contaminantes prioritarios: Disolventes, (acetona, benceno, fenilbeceno, etc.), compuestos halogenados, pesticidas, herbicidas, insecticidas.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 81 Parámetro Descripción Conductividad Es la capacidad de una solución para transportar una corriente eléctrica. Depende de la presencia de iones y de su concentración total, de su movilidad, valencia y de la temperatura. Las aguas residuales con sales, bases y ácidos pueden tener coeficientes de conductividad más altos que las aguas residuales con compuestos orgánicos que no se disocian, que es casi nulo. Demanda Bioquímica de Oxígeno (DBO5) Expresa la cantidad de oxígeno necesario para la oxidación bioquímica, de los compuestos orgánicos degradables existentes en el líquido residual. Fijando ciertas condiciones de tiempo y temperatura, por ej. en 5 días y a 20 º C. Demanda Química de Oxígeno (DQO) Expresa la cantidad de oxígeno necesario para la oxidación química de la materia orgánica. Generalmente es mayor que el valor de la DBO5, porque suele ser mayor el número de compuestos que se oxidan por vía química que biológica, ante la presencia de un oxidante fuerte como los dicromatos. Dureza Se debe a la presencia de iones Ca++ y Mg++ , que pueden estar combinados con los siguientes aniones: carbonatos ácidos, cloruros, nitratos, sulfatos. El hierro y el aluminio también originan dureza, pero en general es muy pequeña en comparación con la dureza debida a los carbonatos. Produce depósitos salinos. Gases Los más comunes en las aguas residuales son: Gases del aires (Nitrógeno, Oxígeno, Dióxido de Carbono), los de la descomposición de materia orgánica (Sulfuro de Hidrógeno, Amoníaco, Metano), los provenientes por efecto de la desinfección (Ozono, Cloro), los de procesos de combustión (NOx, SOx ). Materia Orgánica Pueden ser Sólidos Sedimentables o Suspendidos o Disueltos provenientes de vegetales, animales o compuestos de síntesis de productos químicos orgánicos, degradables por la acción de microorganismos o no biodegradables. Son principalmente proteínas, compuestos del carbono y nitrógeno, grasas, aceites, hidrocarburos, hidratos de carbono, agentes tensioactivos, pesticidas, compuestos orgánicos volátiles y no volátiles y otras estructuras más complejas. Las características Orgánicas pueden determinarse por ensayos de Laboratorio, a continuación se enuncian algunas de ellas, que se utilizan para el diseño de Plantas Depuradoras:
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 82 Parámetro Descripción Materiales Flotables (Aceites, Grasas) Lo constituyen las partículas de grasas y/o las películas de aceites o líquidos (hidrocarburos con metales pesados y PCBs) que pueden dispersarse sobre una extensa superficie. Otorgan un aspecto estético desagradable y disminuyen el paso de la luz hacia la fase acuosa. Metales pesados La presencia en trazas de algunos metales pesados es necesaria para el desarrollo de ciertos microorganismos, en cambio otros son perjudiciales (contaminantes prioritarios), pero en ambos casos un valor excesivo interfiere en los procesos biológicos. Nitrógeno Total, Orgánico y Amoniacal, Nitritos, Nitratos Se determina para ver la evolución de los Tratamientos biológicos. Olor Se debe generalmente a la presencia de sustancias inorgánicas y/u orgánicas en suspensión o disolución, que poseen olor en sí mismas o de sustancias que pueden generar emisiones de gases, y/o a organismos microscópicos. Es causa de rechazo y de sospecha de contaminación. El olor característico de un agua séptica, se debe al desprendimiento de sulfuro de hidrógeno que se genera a partir de la reducción de sulfatos y sulfitos por la acción de microorganismos anaeróbicos. Otras determinaciones Para valores de materia orgánica menores de 1 mg/l, se emplean otras determinaciones entre ellas: Cromatografía de gases y Espectroscopía de masa. pH Es una medida de la concentración del ion hidrógeno en el agua. Es importante su determinación por la influencia que tiene en el desarrollo de la vida acuática. Se expresa la concentración de este ion como pH, y se define como el logaritmo decimal cambiado de signo de la concentración de ion hidrógeno. Salinidad Representa la cantidad de sales disueltas en una solución. No tiene unidad de medida y para su determinación se utilizan métodos indirectos que incluyen la medida de otra propiedad física como por ejemplo la Conductividad
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 83 Parámetro Descripción Sólidos Sedimentables Son aquellos Sólidos Suspendidos que sedimentan en el fondo de un recipiente de forma cónica (cono Imhoff), en un tiempo fijado por ejemplo en 10 minutos o en 2 horas. Constituyen una medida aproximada de la cantidad de barro que se obtendrá en el proceso de decantación. Sólidos Totales Son los materiales suspendidos y disueltos en un agua. Se obtienen después de someter al agua a un proceso de evaporación a temperaturas comprendidas entre 103 y 105 ºC.. La porción filtrable representa a los Sólidos Coloidales Totales Disueltos y la no-filtrable son los Sólidos Totales en Suspensión. A su vez ambas categorías pueden ser divididas en función de su volatilidad, a 550 ºC +/- 50 ºC, a esta temperatura se oxida la fracción orgánica y desaparece como gas, quedando en forma de cenizas la fracción inorgánica. La primera porción que se evapora corresponde a los Sólidos Volátiles (componentes orgánicos) y la segunda porción son los Sólidos Fijos (componentes inorgánicos), (ver esquema de Clasificación de sólidos) Los Sólidos Volátiles Suspendidos, son importantes para determinar la estabilidad biológica de los barros activados. Sulfuros Se forman por la descomposición anaeróbica de la materia orgánica y por la reducción de sulfatos y sulfitos minerales presentes en las aguas residuales. El sulfuro de hidrógeno es el gas generado de mayor importancia. Temperatura Un líquido caliente que vuelca a un curso receptor, puede aumentar la temperatura del entorno e incidir en la solubilidad del oxígeno disuelto en él, a mayor temperatura disminuye la solubilidad del oxígeno, influye también en las velocidades de las reacciones químicas, en la vida de la flora y la fauna acuática, en los usos del agua. Incide en los procesos biológicos, la temperatura óptima para el desarrollo bacteriano se encuentra comprendida en el rango de 25 a 35 ºC, estos procesos se inhiben cuando se llega a los 50 ºC. A los 15 ºC las Bacterias productoras de metano cesan su actividad. Turbiedad La provoca la presencia de sustancias en suspensión y/o material coloidal, estos materiales dispersan o absorben la luz impidiendo su transmisión.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 85 V.3 Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales Tipo Función Unidades Pretratamiento Objetivo: Preparar al líquido para que pueda ser tratado en etapas posteriores. Meta: Eliminación de Sólidos Gruesos y Arenas que podrían entorpecer el Tratamiento del líquido residual y la eficiencia del funcionamiento de los equipos, máquinas e instalaciones de la Planta Depuradora, por obstrucciones, depósitos, o por aumentar el consumo de oxígeno en los tratamientos biológicos, etc. Rejas Tamices Tanque de Homogeneización
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 86 Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales Tipo Función Unidades Tratamiento Primario Objetivo: Separación de líquido-sólido y líquido-líquido, sin el agregado de productos químicos. Meta: Precipitación de los sólidos sedimentables y en suspensión. Flotación de aceites, grasas y retención de espumas Desengrasadores Desaceitadores Flotadores. Sedimentadores Primarios Centrífugas Tratamiento Secundario Objetivo: Minimización de contaminantes por la aplicación de Procesos Químicos y/o Procesos Biológicos Tratamientos Químicos: Cámaras de Neutralización. Precipitadores. Intercambiadores de iones. Cámaras de óxido- Reducción. Tratamientos Biológicos: Anaeróbicos: Lagunas Digestores Filtros anaeróbicos Aeróbicos: Lechos Percoladores Barros Activados Lagunas aireadas
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 87 Opciones de Tratamiento de Depuración de líquidos residuales Tipo Función Unidades Tratamiento Terciario Objetivo: Afinación de la depuración. Filtración. Tratamientos avanzados.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 88 V.4 Operaciones y Procesos Unitarios OPERACIONES Y PROCESOS UNITARIOS DESCRIPCION Tipos de tratamiento de Depuración de efluentes en que se aplican Operaciones Físicas Unitarias Son las Operaciones de Tratamiento de aguas residuales que involucran fuerzas físicas. Desbaste. Desengrase. Flotación. Sedimentación Primaria. Filtración. Procesos Químicos Unitarios. Son procesos de tratamientos de aguas residuales en donde se realizan transformaciones que involucran reacciones químicas Adsorción, Intercambio de Iones, Neutralización, Precipitación Química, Reacciones de Oxido Reducción, Desinfección. Procesos Biológicos Son los procesos que se realizan a las aguas residuales por oxidación y /o reducción de la materia orgánica por microorganismos Aeróbicos o anaeróbicos. Degradación de la materia orgánica.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 89 V.5 Enunciación de otros tipos de Tratamientos. Tipo de tratamiento Descripción Adsorción. Por carbón activado o resinas sintéticas. Adsorben contaminantes. Por ej. adsorción de PCB Centrifugación. Separación de sólidos de líquidos en una unidad rotativa. Los sólidos quedan adheridos a las paredes. Decloración. Remoción de cloro de los compuestos. Destilación. Separación de una mezcla de líquidos por diferencias en sus puntos de ebullición. El de mayor punto de ebullición permanece en la unidad de destilación. Diálisis. Se utiliza el principio osmótico. La separación se realiza a través de una membrana. Electrodiálisis. Igual a la diálisis, pero se utiliza energía eléctrica para el pasaje del líquido por la membrana de separación Evaporación. Vaporización de líquidos para concentración de semisólidos. Extracción por solvente. Se usan solventes no miscibles con el agua para extraer sustancias orgánicas de una solución acuosa. Osmosis Inversa. Se utiliza una fuerza mecánica a presión para hacer pasar un líquido a través de una membrana para concentrarlo. Separación por membrana. Se separan sustancias a través de una membrana basadas en su permeabilidad selectiva a ella. Solidificación/ Fijación. Se convierten los residuos al agregar un aditivo en una masa sólida para evitar la percolación de componentes tóxicos.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 90 Tipo de tratamiento Descripción Ultrafiltración. Es similar a la ósmosis inversa pero con la utilización de presiones menores que aquella. V.6 Residuos provenientes del tratamiento de efluentes líquidos industriales (barros tóxicos) BARROS TOXICOS TIPO DE INDUSTRIA PROCEDENCIA DEL BARRO PRINCIPALES CONSTITUYENTES ALTERNATIVAS DE TRATAMIENTO Coqueficación Fondo de tanques de Decantación Fenol, Naftaleno Incineración Curtiembres Procesos de curtido con sales de Cromo. a) Cromo trivalente. b) Microorganismos Patógenos c) Recuperación y Reciclaje d) Incineración Fabricación de aceros Del proceso productivo Cromo hexavalente, Cadmio, Plomo, eventualmente Cianuros, Naftaleno, Compuestos Fenólicos, Arsénico. Tratamiento químico, Solidificación química, Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial. Fabricación de Aluminio primario Provenientes de procesos de reducción Complejos Cianurados Tratamiento químico Fabricación de tintas Del proceso productivo Plomo, Cromo, Mercurio, Solventes Orgánicos, Derivados Fenólicos. Solidificación química, Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial. Incineración, dependiendo del tenor de solventes. Fluidos Dieléctricos A base de Bifenilos Policlorados Bifenilos policlorados, Triclorobenceno. Incineración. Pesticidas a) Producción de Clordano b) Producción de 2,4 D a) Hexaclorociclopentadieno b) -Diclorofenol, 2,4,6 Triclorofenol Incineración
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 91 BARROS TOXICOS TIPO DE INDUSTRIA PROCEDENCIA DEL BARRO PRINCIPALES CONSTITUYENTES ALTERNATIVAS DE TRATAMIENTO Pigmentos Inorgánicos Elaboración de pigmentos naranjas, amarillos, verde, marrones, azul. Cromo hexavalente, Plomo, Cianuros (Pigmentos azules de Hierro) Solidificación química, Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial Preservación de madera Del proceso productivo Fenoles, compuestos órgano Clorados, arseniato de Cromo Incineración Producción de Cloro Provenientes de las células de Mercurio Mercurio Solidificación química, Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial. Productos Farmacéuticos - Veterinarios A base de compuestos Arsenicales. Laboratorio de estudio de enfermedades Arsénico Microorganismos patogénicos, Toxinas. Solidificación química, Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial. Incineración. Productos químicos orgánicos Industrias de Fabricación de productos Tóxicos. Tóxicos orgánicos. Tratamiento Químico ó Incineración. Recuperación de Solventes Halogenados Utilizados en Desengrases, y del fondo de columnas de Recuperación. Tetracloroetileno, Cloruro de metileno, 1,1,1, Tricloroetano, TetraCloruro de Carbono, fluorocarbonos Clorados, etc. Incineración Refinación de Petróleo Sobrenadantes de los Separadores y emulsiones residuales Cromo hexavalente, Plomo Tratamiento Químico - Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial – Landfarming. Solventes no halogenados Fondos de columnas de Recuperación Tolueno, metiletilcetona, piridina, isobutanol, nitrobenceno, cresoles, etc. Incineración
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 92 BARROS TOXICOS TIPO DE INDUSTRIA PROCEDENCIA DEL BARRO PRINCIPALES CONSTITUYENTES ALTERNATIVAS DE TRATAMIENTO Tratamientos Superficiales de piezas metálicas Galvanoplastías Cadmio, Cromo hexavalente, Níquel, complejos Cianurados, otros iones metálicos. Tratamiento químico, Solidificación química, Encapsulamiento y Disposición final en Relleno Industrial.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 93 V.7 Toxicología - Contaminantes Prioritarios V.7.1 Sustancias inorgánicas SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS ARSENICO Industria del vidrio Insecticidas Síntesis química aditivos para la aleación de metales (Cobre y Plomo) en sondas, mallas, cables. Mutagénico, Cancerígeno. Lesiones cutáneas, A largo plazo: efectos cardiovasculares, hepatorenales, neurológicos, Teratogénicos, BARIO Aleaciones en tuberías de aspiración, desoxidante para el Cobre, lubricante para rotores aniónicos en tubos de rayos X, aleaciones para bujías Inflamable. A largo plazo: bloqueo nervioso y aumento de la presión sanguínea. CADMIO Y SUS COMPUESTOS Fábrica de Acumuladores Industria Electrónica (pilas). Industria Metalúrgica. Fabricación de Polímeros. Cables de transmisión de Potencia. Fosforescencia para la televisión. Pigmentos cerámicos, Litografía, Fotografía. Carcinógenos, Mutagénicos. Los compuestos solubles son altamente Tóxicos. A largo plazo: se concentra en el hígado, páncreas, riñones y tiroides. CROMO Cromado, antioxidante, aceros al Cromo, pigmentos, curtidos de cueros, tinturas, litografía, producción de Antraceno, Antraquinona. Cr 3+ oligoelemento esencial Cr6+ efectos en piel, tracto respiratorio, daño hepático, a los riñones, Mutagénico. Cancerígeno y corrosivo para tejidos MERCURIO Electrodos, fabricación de Soda Cáustica- y de Hipoclorito de Sodio. Catalizadores químicos. Pinturas antifúngicas, amalgamas, recubrimiento de espejos. Mutagénicos Terutogénicos altamente Tóxico por adsorción cutánea y por inhalación. A largo plazo: Tóxico para el Sistema Nervioso Central.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 94 V.7.1 Sustancias inorgánicas SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS NIQUEL Electrólisis Aceros inoxidables. Aceros especiales, acumuladores, pinturas, catalizadores Nutriente esencial. Efectos Carcinogénicos Dermatitis de contacto, Asma PLOMO Fabrica de baterías Aditivos Alquil -Pb. Industria eléctrica Industria química Pinturas caños de Plomo, Aditivos para gasolina Intoxicación saturnina. Tóxico por ingestión, o inhalación. A largo plazo: daños al cerebro y a los riñones. Defectos de nacimiento. SELENIO Electrónica (células fotoeléctricas), Semiconductores, Colorante para vidrios, Anticorrosivo para metalurgia, Catalizadores para caucho, Fotografía, industria Farmacéutica. Convulsiones, lesiones de piel (manchas rojas) y páncreas, teratogénesis, daño hepático V.7.2 Compuestos Orgánicos SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS ACETATO DE N-BUTILO Disolvente en las industrias: (Plástica, Pintura y Barnices, etc.). Agente de extracción. Síntesis orgánica, Perfumerías, etc. Se hidroliza fácilmente y forma ác. Acético y alcohol Butílico, el Ácido liberado provoca corrosión. Reacciona con oxidantes. Líquido inflamable, forma con el aire mezclas explosivas. Los vapores son irritantes para mucosas oculares y vías respiratorias, puede provocar lesiones cutáneas
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 95 V.7.2 Compuestos Orgánicos SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS ACETONA Disolvente en las industrias: ( Pintura y Barnices, etc.). Agente de extracción. Síntesis orgánica, Fabricación de gases comprimidos. Inflamable, puede provocar mezclas explosivas con el aire. Los vapores son irritantes para mucosas oculares y vías respiratorias, puede provocar lesiones cutáneas ÁCIDO CIANHIDRICO Fabricación de Insecticidas, derivados Acrílicos, Cianuros metálicos, FerroCianuros, etc. En estado puro es estable, líquido Inflamable, puede formar mezclas explosivas con el aire. Tóxico, es un veneno, impide la fijación de oxígeno en los tejidos, provocando la muerte por paro cardio-respiratorio. ACROLEINA (ALDEHIDO ACRILICO) Síntesis Orgánica (Plastificantes, metionina, etc.) Inflamable y Explosivo en mezclas con el aire, reacciona fuertemente con productos Ácidos, básicos u oxidantes. Provoca intoxicaciones agudas. Fuertemente irritante. ALCOHOL ISOPROPILICO Disolvente en las industrias de pinturas y barnices. Síntesis Orgánicas (fabricación de Acetona y Acetato de Isopropilo), industria de perfumes y productos farmacéuticos, deshidratación de diversas sustancias (azúcar, almidón, gelatina), secado de films fotográficos, Galvanoplastía, etc. Producto estable a temperatura ordinaria, frente a oxidantes enérgicos reacciona en forma exotérmica provocando riesgo de explosión. Inflamable. Irritante para las mucosas oculares y respiratorias, en alta concentración posee efectos narcóticos sobre el sistema nervioso central. BENCENO Disolvente, Síntesis Orgánica, Fabricación de Fenol, Ciclohexano (para la fabricación de nylon), Dodecilbenceno (detergentes), Estireno, derivados Clorados, Nitrobenceno (materias colorantes), etc. Líquido Inflamable, puede formar mezclas explosivas con el aire. Es el más peligroso de todos los disolventes, altera la formación de leucocitos, puede ocasionar Leucemia. Carcinógeno. CICLOHEXANO Disolvente de aceites, grasas, caucho, resinas pinturas, tintas heliográficas, etc. Inflamable, forma mezclas explosivas con el aire Tóxico, es menos nocivo que el Benceno
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 96 V.7.2 Compuestos Orgánicos SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS DIFENILO (FENILBENCENO) Síntesis Orgánica, fabricación de derivados Clorados, nitrados y aminados. Refinado de aceites lubricantes. Preparación de fluido dieléctrico y de fluidos de intercambiadores de calor, complementario del teñido de fibras de poliéster. A temperatura ordinaria es un producto volátil, es poco inflamable. En forma de polvo da mezclas explosivas con el aire. El vapor y los polvos son irritantes sobre las mucosas conjuntivales y respiratorias. ETIL BENCENO Disolvente. Producto intermedio en la fabricación de estireno. Inflamable, riesgo de incendio, Tóxico por ingestión, inhalación y adsorción cutánea. TOLUENO Gasolina de aviación y de alto octanaje, disolvente para pinturas y recubrimientos, diluyente y fluidificante de materiales con nitrocelulosa, fabricación de productos químicos: benceno, fenol, caprolactama, sulfonatos de tolueno (detergentes), Inflamable, riesgo de incendio, Tóxico por ingestión, inhalación y adsorción cutánea.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 97 V.7.3 Compuestos Halogenados SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS CLOROBENCENO Diluyente y Disolvente en industria de pinturas y barnices. Desengrasante de la industria textil y metalúrgica, fabricación de fungicidas y bactericidas, etc. Inflamable, Reacción violenta con oxidantes. Narcótico potente, menos tóxico que el Benceno. CLOROETANO Cloruro de polivinilo y copolímeros, síntesis orgánica, adhesivos para plásticos. Extremadamente tóxico e inestable. Carcinógeno. DICLOROMETANO Eliminación de pinturas, desengrasante, procesamientos de plásticos, impulsor de aerosoles, disolvente de acetato de celulosa Tóxico, carcinógeno, narcótico. DICLOROPROPANO Decapado de pinturas y barnices. Desgrasado de metales, desmanchado en tintorería, extracción de aceites, grasa, ceras. Diluyente y disolvente de pinturas y barnices, estabilización de Tetraetilo de Plomo, desinfección de suelos, Síntesis Orgánica. Reacción violenta con oxidantes. Inflamable forma mezclas explosivas con el aire. Tóxico por inhalación, causa depresión del sistema nervioso central, puede provocar trastornos hepáticos y renales. TETRACLOROETANO Disolvente para el lavado en seco, agente desengrasador, secador de metales y otros sólidos. Fabricación de fluorocarbonos. Irritante para piel y ojos
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 98 V.7.4 Pesticidas, Herbicidas, Insecticidas (Organo-Halogenados) SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS ENDRINA Insecticida-fumigante Tóxico por inhalación y adsorción cutánea. Carcinógeno 1,2-DIBROMOETANO Fabricación de compuestos alquilados de Plomo en fluidos antidetonantes. Fabricación de insecticidas. Industria de colorantes, productos farmacéuticos, Síntesis Orgánica, extracción de aceites, Grasas, ceras. En condiciones normales de utilización no es explosivo ni inflamable, pero en contacto con ciertos productos puede reaccionar en forma explosiva (ej. Con Amoniaco líquido). Es Tóxico por inhalación. En contacto con la piel produce dermatitis de gravedad variable, quemaduras. 1-2- DICLOROBENCENO Diluyente y Disolvente en industria de pinturas y barnices. Desengrasante en la industria textil y metalúrgica. Fabricación de productos dieléctricos, extracción de Grasas, fabricación de fungicidas o insecticidas, industria de colorantes, fabricación de productos farmacéuticos, Síntesis Orgánica. Reacción violenta con oxidantes, formación de productos Clorados. Tóxico Inflamable. Los vapores son irritantes para las mucosas oculares, y las vías respiratorias superiores. Efectos narcotizantes. A largo plazo, el contacto con la piel puede provocar dermatosis. 1-2 DICLOROETANO Decapado de pinturas y barnices, desgrasado de metales, desgrasado de pieles, extracción de aceites, Grasas, ceras, diluyente y disolvente de la industria de pinturas y barnices, fabricación de fibras plásticas (Cloruro de Polivinilo, Poliestireno, desparafinado de aceites, estabilización de Tetraetilo de Plomo, Síntesis Orgánica Reacción enérgica con oxidantes, Inflamable, se descompone emitiendo productos Tóxicos. Tóxico por inhalación, en contacto prolongado con el líquido produce dermatitis eccematiforme, en caso de ingestión evoluciona en varias fases pudiendo llegar al coma final con signos hepáticos, pulmonares y renales.
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    CAPITULO V Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 99 V.7.4 Pesticidas, Herbicidas, Insecticidas (Organo-Halogenados) SUSTANCIA TIPO DE INDUSTRIA EFECTOS 1-2 DICLOROETILENO Desengrasante de piezas metálicas, descafeinado de café extracción de aceites, grasa, ceras, colorantes perfumes y numerosos productos orgánicos. Inflamable de 1ra categoría puede formar mezclas explosivas con el aire. Es él más peligroso de los derivados Clorados del etileno. Tóxico por ingestión, irritante de tejidos y mucosas, ataca centros nerviosos. LINDANO Pesticida Tóxico por inhalación, ingestión y adsorción cutánea. METOXICLORO Insecticida Tóxico SILVEX Herbicida, regulador del crecimiento de plantas. Tóxico. Su uso está restringido TOXAFENO Insecticida y fumigante Tóxico por inhalación, ingestión y adsorción cutánea
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 101 CAPITULO VI VI . TOMA DE MUESTRAS Y/O MANIPULACIÓN DE LÍQUIDOS RESIDUALES INDUSTRIALES VI.1 Objetivos: Obtener información específica sobre la presencia de contaminantes en un líquido determinado por medio de la realización de análisis físico – químicos y/o bacteriológicos sobre muestras representativas en proporción y concentración de componentes, en relación con el líquido de donde proceden. VI.2 Propósitos: VI.2.1 Para Control de la Contaminación: Se realizan a los efectos de analizar si un vertido industrial, posee parámetros que superan las concentraciones límites establecidas en Normativas vigentes, previo a su volcamiento a un destino final determinado (curso de agua, conducto pluvial y/o colectora cloacal), y poder sacar conclusiones en base a los parámetros en contravención sobre la contaminación puntual generada por la descarga, son absolutamente necesarios para apoyar los procedimientos administrativos que regulan la aplicación de multas y/o sanciones. VI.2.2 Para Caracterización de un efluente crudo y/o tratado: Se realizan para prever unidades de depuración de los efluentes, o para controlar el funcionamiento de las instalaciones existentes o cuando se produjeron variaciones en las condiciones de diseño de Plantas de Tratamiento, y se debe evaluar el grado y eficiencia en la depuración ante las nuevas circunstancias. También para estudiar la evolución de uno o más contaminantes etc.
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 102 VI.3 Técnicas de Muestreo: Se indican consideraciones generales, válidas para la gran mayoría de los análisis químicos, debiendo aclarar que existen formalidades específicas de toma de muestras para algunos métodos analíticos, que no serán detallados por la gran variedad de procedimientos. El punto fundamental es que las muestras sean representativas y que reflejen fielmente la composición del efluente, cuali - cuantitativamente, para que las conclusiones sean válidas. Debe tenerse en cuenta con antelación el tipo de análisis y parámetros a determinar en el Laboratorio. Hay parámetros que deben ser analizados inmediatamente y otros que pueden ser alterados y que requieren conservadores especiales, por lo que en principio es conveniente extraer un volumen de 5 litros de efluentes y luego fraccionarlo en distintos frascos ya adecuados de acuerdo a las precauciones previas que hay que considerar y que se especifican más abajo. Es importante que el personal que tome las muestras, sea idóneo pues de él depende la validez de las mismas, por lo que deberá tener conocimiento u obtener información previa del tipo de líquido a tomar, las precauciones de seguridad, los parámetros más significativos a analizar, el equipo que debe llevar, el sitio de extracción aconsejado, tipo de conservante a utilizar, tiempo máximo desde la toma de muestra y la recepción de la misma en el Laboratorio o realizar reuniones preliminares con personal capacitado de laboratorio para que le prepare todo el equipo y le dé instrucciones precisas. Asimismo antes de la toma de muestras debe tener preparado las planillas complementarias, con los datos que se consideren de interés, las etiquetas, los precintos, los frascos y haber establecido la línea de custodia o cadena de vigilancia. VI.4 Cadena de vigilancia: Es el procedimiento de identificación de las personas que han tenido contacto con la muestra, desde el momento en que se toma la misma hasta su análisis final y eliminación. Los procedimientos pueden ser distintos pero en general contienen los siguientes pasos, en donde figuran los nombres del personal en contacto con las muestras. VI.5 Identificación o Rotulado de las muestras: Se utilizan etiquetas adhesivas en donde deben figurar los datos identificatorios de la muestra, N º de muestra, sitio de extracción, fecha y hora, nombre de la persona que realizó la extracción, firma del personal que autorizó y/o presenció la extracción, etc. La etiqueta debe ser colocada en el sitio de toma de muestras y antes de la toma de la misma, y en lo posible utilizar tinta indeleble, en el caso que se conserven con
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 103 hielo, no es aconsejable utilizar etiquetas pues es posible que se deterioren, en ese caso es conveniente colocar en los frascos chapitas metálicas numeradas con abrazaderas metálicas y en una planilla consignar todos los datos de esa toma. VI.6 Sellado de las muestras: Es conveniente colocar sellos adhesivos de papel con los mismos datos identificatorios de las etiquetas, de forma tal que sea necesario romperlos al abrir los envases al momento de analizar, de esa manera se asegura que no ocurran falsificaciones. Es importante que el personal que autoriza la toma de muestras esté presente al momento de colocar los sellos. VI.7 Planilla de registros de campo y documentación anexa: Se deben llenar con todas las observaciones relevantes, realizadas en el momento de muestreo. En ella deben estar consignados los datos de la Empresa, tipo de líquido residual, instalaciones de depuración existentes, estado de conservación, materias primas principales, destino del efluente, Importancia de la industria, estimaciones de caudal circulante, croquis de ubicación de las descargas con indicación clara del sitio de extracción (marcando puntos fácilmente identificables para que cualquier persona reconozca luego el lugar de extracción), firma del responsable de la extracción y de la persona autorizada de la Empresa que presenció y/o autorizó la toma de muestras, etc.. VI.8 Formulario de constancia de conformidad de extracción: Deberá ser firmado por la persona autorizada por la Empresa que autorizó y/o presenció la extracción. VI.9 Registros de la cadena de vigilancia: Cada muestra debe ir acompañada por este Registro que contiene el número de muestra, tipo de muestra, hora y fecha de la extracción, sitio de extracción, firma de la persona autorizada por la Empresa y que presenció la extracción y por todos las personas que participaron en la cadena de vigilancia. VI.10 Hoja de petición de análisis: En ella se indican los parámetros a analizar y se agrega con las Planillas de Registros de campo y Documentación Anexa, identificación de las muestras, números de análisis a realizar, firma de la persona de Laboratorios que recibe las muestras, fecha y hora. Ya en Laboratorio, sigue su secuencia administrativa y se llevan otros registros de la cadena de vigilancia. Recepción y almacenamiento de las muestras: § Asignación de la muestra para ser analizada. VI.11 Conservación de las muestras: VI.11.1 Muestras para análisis químicos: Luego de la toma de muestras, comienzan a producirse cambios químicos y biológicos, esto es inevitable, pero se los puede retrasar utilizando métodos de conservación para que el líquido se mantenga lo más estable posible. Lo ideal es conservar la muestra a 4 º C, sin congelar y realizar el análisis lo más rápidamente posible, como esto generalmente no es viable, debe preverse con anterioridad el tipo de conservante a
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 104 utilizar y adicionarlos a los frascos antes de la toma de muestras, para que todas las porciones de la misma estén preservadas desde el momento de la extracción y también es importante tener ya definido el tipo de frasco a utilizar. Esto último es esencial porque pueden originarse errores en las determinaciones químicas. Alguno cationes se adsorben en las paredes de los frascos de vidrios, por ejemplo los siguientes, Cadmio, Plomo, Cromo, Cobre, Aluminio, Hierro, Manganeso, Plata, Cinc, ocasionando errores en más o en menos. Es decir, se obtienen valores mayores a los reales, si los envases, aunque aparentemente estén limpios han sido utilizados para la extracción de otras muestras con estos cationes, en el caso de que al limpiarlos no se hallen desadsorbido los restos que pudieran haber quedado de otras muestras, en el vidrio, para evitar esto es conveniente utilizar envases de plástico, previamente enjuagados con solución de Ácido Nítrico (NO3H 1:1) con pH inferior a 2. y luego enjuagarlos con agua destilada o desionizada. Una vez efectuada la extracción hay que adicionar a la muestra Ácido Nítrico hasta un pH inferior a 2 para reducir al máximo la precipitación y adsorción en las paredes de los envases. VI.11.2 Muestras de efluentes a temperatura: Cuando el efluente se encuentra a temperatura, y si ocurren cambios de pH al enfriarse la muestra rápidamente, suelen producirse cambios químicos significativos, los gases disueltos pueden perderse, (Oxígeno, Dióxido de Carbono), modificando el equilibrio, y hacer que precipiten sales de Calcio, disminuyendo así la Dureza total, precipitar otros cationes o disolverse cationes que había en los Sólidos Sedimentables del efluente. Además, cambia la actividad microbiana y por lo tanto el contenido de Nitratos, Nitritos, Amoníaco suele modificarse. También interfiere en los valores de Fenoles y de DBO5 disminuyendo su concentración. Los Sulfatos tienden a reducirse a Sulfitos y el Cloro residual a Cloruros, el Cromo hexavalente a Cromo trivalente. Suelen perderse por oxidación los Sulfuros, los Sulfitos, los iones Ferrosos, el Yoduro y el Cianuro. Otros parámetros que se alteran son el Color, el Olor y la Turbidez. Las muestras calientes recogidas a presión deben ser enfriadas mientras se mantienen a la misma presión. Por ello es fundamental determinar “in situ” la temperatura, el pH y los gases disueltos y verificar luego en el Laboratorio si hubo alguna modificación importante que pueda interferir en los resultados. VI.11.3 Muestras para determinación de orgánicos volátiles: Cuando se quiere determinar orgánicos volátiles, no deben quedar espacios vacíos en el frasco, este debe rebalsarse y taparse inmediatamente, así se impide que se pierdan. Si la determinación de los mismos requiere mayor precisión se utilizan los viales de suero con tapón tabicado y se toma el líquido para analizar con una jeringa a través del tapón. Hay que evitar tomar la muestra en donde haya turbulencia pues se pueden perder compuestos e incluso desprenderse vapores
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 105 tóxicos, por lo que el sitio de extracción tiene que ser un lugar quieto y se toma la muestra introduciendo el envase debajo de la superficie líquida. VI.11.4 Muestras para análisis bacteriológicos: Se utiliza un frasco con tapón esmerilado y envoltura de papel, la toma de muestras tiene que ser cuidadosa para no contaminar el frasco ni el tapón, con una pinza esterilizada (flameada con llama), se toma el frasco por el cuello y se lo sumerge a contracorriente unos 20 cm por debajo de la superficie del líquido, una vez lleno se tapa inmediatamente, se sella y refrigera. VI.11.5 Muestras para determinación de Oxígeno Disuelto y DBO5: Se utilizan frascos especiales de 300 ml., que poseen tubo de goma o de vidrio, por donde se introduce el líquido a muestrear de manera tal de evitar la absorción del Oxígeno atmosférico y forzar al líquido a entrar en el frasco de abajo hacia arriba para desalojar el aire, esta operación debe realizarse varias veces haciendo desbordar, luego se retira la goma cuidando que el frasco quede lleno hasta el tope, se tapa y sella, después se refrigera. VI.12 Frascos para toma de muestras: El equipo de muestreo y los tipos de recipientes a emplear, tienen que estar preparados con anterioridad, limpios y acondicionados en el Laboratorio que va a realizar el análisis. Los materiales de los envases deben ser resistentes al ataque de los productos químicos. VI.12.1 Frascos de vidrio: (V) Se utilizan para muestras que puedan contener Fenoles, Compuestos Orgánicos, Sustancias Solubles en Eter Etílico. Cuando se sospeche la existencia de sustancias oxidables por la luz como el Hierro y Cianuros, el envase será de vidrio opaco. El material más usado es el vidrio de borosilicato (Pyrex) con tapón de T.F.E. (Tetrafluoretileno) o P.T.F.E., especialmente para líquidos alcalinos. No se recomienda su uso para determinaciones de: Boro, Fluoruro, Sílice y Sodio. Dependiendo del tipo de muestras pueden usarse otro tipo de tapón, (goma, porcelana, vidrio, acero inoxidable, etc.). VI.12.2 Envases de Plástico (P): El material utilizado en los envases es Polietileno, o PVC o equivalentes. Son muy prácticos, sobre todo porque brindan mayor seguridad en el traslado de la muestra, ya que son muy resistentes. Aunque para algunas determinaciones no son apropiados, porque pueden originarse, cuando la muestra no es analizada de inmediato, reacciones secundarias. No se recomienda su uso para determinaciones de Carbono Orgánico Total, Fosfatos, Olor, Oxígeno Disuelto, Salinidad, Sabor, Pesticidas, Carbono Orgánico, Aceites y Grasas. VI.13 Sitios de extracción: En el caso de muestras para el Control de la Contaminación el sitio de extracción debe ser representativo y lo más próximo a la línea municipal, por donde se va a producir la descarga, o lo más próximo posible a los lugares en donde se requieren
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 106 los controles de funcionamiento de las Plantas depuradoras. Como regla general, salvo que se quieran determinar Orgánicos Volátiles, las muestras se extraen en sitios con turbulencia, ejemplo en los saltos de vertederos, en canaletas Parshall evitando las zonas estancadas. No deben extraerse del fondo de tanques, ni en la superficie de los mismos, sino hay que homogeneizar y tomar del seno del líquido. VI.14 Refrigeración de las muestras: En el “campo” se colocan los frascos debidamente rotulados en heladeras portátiles, que contienen hielo y en algunos casos también aserrín, el que se coloca en capas alternadas con el hielo, no se debe agregar hielo seco, porque congela las muestras ni tampoco sal al hielo. VI.15 Envío de las muestras a Laboratorio: Debe realizarse lo antes posible, con toda la documentación ya mencionada.
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 107 DETERMINACIÓN ENVASE TAMAÑO MÍNIMO DE LA MUESTRA EN ML.. CONSERVACIÓN TIEMPO MÁXIMO DE CONSERVACIÓN RECOMENDADO/ OBLIGADO Aceites y grasas V, calibrado, de boca ancha 1.000 Añadir H 2SO4 hasta pH < 2, Refrigerar 28 d/28 d Acidez P, V(B) 100 Refrigerar 24 h/14 d Alcalinidad P, V 200 Refrigerar 24 h/14 d DBO P, V 1.000 Refrigerar 6 h/48 h Boro P 100 Ninguno 28 d/6 meses Bromuro P, V, - Ninguno 28 d/ 28 d Carbono Orgánico Total V 100 Analizar inmediatamente, o Refrigerar y añadir HCI hasta pH < 2 7 d/28 d Cianuro: Total P, V 500 Añadir NaOH hasta pH > 12, Refrigerar en oscuridad 24 h/14 d; 24 hs. si hay sulfuro Cianuro: Susceptible P, V 500 Añadir 100 g Na 2S203/1 Inmediato/14 d; 24 hs, si
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 108 DETERMINACIÓN ENVASE TAMAÑO MÍNIMO DE LA MUESTRA EN ML.. CONSERVACIÓN TIEMPO MÁXIMO DE CONSERVACIÓN RECOMENDADO/ OBLIGADO de cloración hay sulfuro Cloro, Dióxido P, V 500 Analizar inmediatamente 0,5 h/ N. C. Cloro, residual P, V 500 Analizar inmediatamente 0,5 h/inmediato Clorofila P, V 500 30 días en oscuridad 30 d/N. C. COD P, V 100 Analizar lo antes posible, o añadir H 2SO4 hasta pH < 2; Refrigerar 7 d/28 d Color P V 500 Refrigerar 48 h/48 h Pesticidas V(D) revestimiento de TFE, tapadera ------ Refrigerar, añadir Ácido Ascórbico, 1.000 mg/l, si existe Cloro residual 7 d/7 d hasta extracción, 40 d tras extracción Fenoles P, V 500 Refrigerar, añadir H 2SO4 hasta pH < 2 */28 d Conductividad P, V 500 Refrigerar 28d/28d Dióxido de Carbono P, V 100 Analizar inmediatamente Inmediato/N. C.
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 109 DETERMINACIÓN ENVASE TAMAÑO MÍNIMO DE LA MUESTRA EN ML.. CONSERVACIÓN TIEMPO MÁXIMO DE CONSERVACIÓN RECOMENDADO/ OBLIGADO Dureza. P, V 100 Añadir HNO3 hasta pH< 2 6 meses/6 meses Fluoruro P 300 Ninguno 28 d/28 d Fosfato V(A) 100 Para fosfato disuelto, filtrar inmediatamente; Refrigerar 48 h/N. C. Gas digestor de lodo V, botella de gas -- -- N. C. Metales, en general P(A), V(A) Metales disueltos, filtrar inmediatamente, añadir HNO 3 hasta pH < 2 6 meses/6 meses Cromo VI P(A), V(A) 300 Refrigerar 24 h/24 h Mercurio P(A), V(A) 500 Añadir HNO3 hasta pH < 2, Refrigerar a 4º C 28 d/28 d Nitrato P, V 100 Analizar lo antes posible, o Refrigerar 48 h/48 h (28 d para muestras cloradas) Nitrato + Nitrito P, V 200 Añadir H 2SO 4 hasta pH < 2, Refrigerar Ninguno/28 d Nitrito P, V 100 Analizar lo antes posible, o Refrigerar Ninguno/28 d
  • 112.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 110 DETERMINACIÓN ENVASE TAMAÑO MÍNIMO DE LA MUESTRA EN ML.. CONSERVACIÓN TIEMPO MÁXIMO DE CONSERVACIÓN RECOMENDADO/ OBLIGADO Amoníaco P, V 500 Analizar lo antes posible o añadir H 2S O4, hasta pH < 2, Refrigerar 7 d/28 d Olor V 500 Analizar lo antes posible, Refrigerar 6 h/N. C. orgánico, Kjeldahl P V 500 Refrigerar; añadir H 2 S O 4 hasta pH < 2 7 d/28 d Oxígeno, disuelto: V, botella DBO 300 Analizar inmediatamente 0,5 h/inmediato Electrodo Winkier Puede retrasarse la titulación tras la acidificación 8 b/8 h Ozono V 1000 Analizar inmediatamente 0,5 h/N.C. pH P, V --- Analizar inmediatamente 2h/inmediato Sabor V 500 Analizar lo antes posible, Refrigerar 24 h/N.C. Salinidad V, sello de lacre 240 Analizar inmediatamente, o utilizar sello de lacre 6 meses/N.C. Sílice P -- Refrigerar, no congelar 28 d/28 d Sólidos P, V -- Refrigerar 7 d/2-7 d
  • 113.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 111 DETERMINACIÓN ENVASE TAMAÑO MÍNIMO DE LA MUESTRA EN ML.. CONSERVACIÓN TIEMPO MÁXIMO DE CONSERVACIÓN RECOMENDADO/ OBLIGADO Sulfato P, V -- Refrigerar 28 d/28 d Sulfuro P, V 100 Refrigerar, agregar 4 gotas de acetato de Cinc 2 N/100 ml., añadir NaOH hasta pH >9 28 d/7 d *ver (1) Temperatura P, V -- Analizar inmediatamente Inmediato/inmediato Turbidez P, V -- Analizar el mismo día; guardar en oscuridad hasta 24 hs,. Refrigerar. Yodo P, V 500 Analizar inmediatamente 0,5 h/N.C. Nota: * Para las determinaciones no indicadas utilizar envase de Plástico y/o vidrio, refrigerar a 4 º C y analizar lo antes posible. Referencias: P = envase de Plástico. Polietileno o equivalente. V = envase de vidrio V (A) y/o P (A) envases lavados previamente con 1 + 1 HNO3 V(B) = vidrio borosilicato V(D) = vidrio lavado con Disolventes Orgánicos
  • 114.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 112 N.C. no consta en la referencia citada = analizar inmediatamente, conservación no permitida. FUENTE: Environmental Protection Agency, Rules and Regulations, Federal Register 49 (1984). (1) Ver la fuente para posibles diferencias relativas
  • 115.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 113 VI.16 Técnicas analíticas usualmente utilizadas PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Color 1 Método 2120 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico Unidades de Color Color 2 Método según equipo Merck cod: 14421- Color - Aquaquant Colorimétrico Unid. Hazen Turbidez 3 Método 2130 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition - Calibración según especificación del equipo Turbidimeter (Sargent- Welch) Turbidimétrico UNT Acidez (Potenciométrica) 4 Método 2310 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Potenciométrico mg CaCO3/L Acidez (Indicador) 5 Método 402 - Standard Methods for the examination of water and wastewater 16 th edition Potenciométrico mg CaCO3/L Alcalinidad (Potenciométrica) 6 Método 2320 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Potenciométrico mg CaCO3/L Alcalinidad (Indicador) 7 Método 403- Standard Methods for the examination of water and wastewater - 16 th edition Titulométrico mg CaCO3/L Dureza total 8 Método 2340 C - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Titulométrico mg CaCO3/L Conductividad 9 Método 2510 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition. Equipo 712 Conductometer- Metrohm Potenciométrico µmho/cm
  • 116.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 114 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Sólidos Sedimentables 10 min. 10 Método 2540 F - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Comparación visual ml. Sól.Sed./L Sólidos sedimentables 2hs. 11 Método 2540 F - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Comparación visual ml. Sól.Sed./L Sólidos totales (103- 105°°C) 12 Método 2540 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Tot./L Sólidos disueltos totales ( 180°°C) 13 Método 2540 C - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Dis.Tot./L Sólidos fijos (500 °°C) 14 Método 2540 E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Fijos/L Sólidos volátiles 15 Método 2540 E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Vol./L Sólidos suspendidos totales(103-105°°C) 16 Método 2540 D - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Susp./L Sólidos suspendidos fijos ( 500 °°C) 17 Método 2540 E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Susp.Fijos/L Sólidos suspendidos volátiles 18 Método 2540 E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico mg Sól.Susp.Vol./L Sólidos totales, fijos y volátiles en muestras sólidas y semisólidas 19 Método 2540 G - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Gravimétrico % Sól.Totales % Sól.Volátiles % Sól.Fijos Temperatura 20 Método 2550 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Instrumental °C
  • 117.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 115 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Metales totales 21 Método 3030 B,C,D,E,F,G,H e I.--Método 3111 B y D Standard Methods for the examination of water and wastewater -18th edition Espectrometría atómica mg Metal/L Metales disueltos 22 Filtración- Método 3111 B y D Standard Methods for the examination of water and wastewater -18th edition Espectrometría atómica mg Metal/L Metales totales (Muestras sólidas) 23 Método 3050 A-Rev.1 Julio 1992-Test Methods for evaluating solid waste, physical/chemical methods,SW- 846, 3rd edition(EPA) Método 3111 B y D-Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Digestión Espectrometría atómica mg Metal/Kg Metales en barros (Por lixiviación) 24 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) Método 3111 B y D Standard Methods for the examination of water and wastewater -18th edition Lixiviación Espectrometría atómica mg Metal/L Arsénico total (Muestras líquidas) 25 Método 307 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -16 th edition Colorimétrico mg As/L Arsénico disuelto 26 Filtración-Método 307 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -16 th edition Colorimétrico mg As/L Arsénico en barros (Por lixiviación) 27 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) Método 307 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -16 th edition Lixiviación colorimétrica mg As/L Calcio (Muestras líquidas) 28 Método 3500-Ca D - Standard Methods for the examination of water and wastewater- 18 th edition Titulométrico mg Ca/L
  • 118.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 116 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Cromo hexavalente 29 Método 3500-Cr D - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg CrVI+ /L Cromo trivalente 30 Método 3500-Cr D- Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg CrIII /L Magnesio (Muestras líquidas) 31 Método 3500-Mg E - Standard Methods for the examination of water and wastewater- 18 th edition Titulométrico mg Mg/L Mercurio (Muestras líquidas) 32 Método3112 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Espectrometría atómica µg Hg/L Mercurio en barros (Por lixiviación) 33 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) - Método3112 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Lixiviación Espectrométrica atómica µg Hg/L Mercurio (Muestras sólidas) 34 Método 7471 A Rev. 1 1992-Test Methods for evaluating solid waste, physical/chemical methods,SW-846, 3rd edition (EPA) Digestión Espectrométrica atómica µg Hg/g Potasio 35 Método 3500-K D - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Fotometría llama mg K/L Sodio 36 Método 3500-Na D- Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Fotometría llama mg Na/L Boro 37 Método 4500-B B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg B/L Cianuro 38 Método 4500-CN B y C - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg CN/L Cianuro (Muestras sólidas) 39 Método 9010 A-Rev.1 Julio 1987-Test Methods for evaluating solid waste, physical/chemical Methods, EPA SW-846, 3rd edition Colorimétrico mg CNH/Kg
  • 119.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 117 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Cianuro (Muestras sólidas) 40 Método 4500-CN B y C - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Destilación colorimétrica mg CN/Kg Cloruro 41 Método 4500-Cl B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Titulométrico mg Cl/L Cloro residual 42 Método 4500-Cl G - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg Cl2/L Fluoruros 43 Método 4500-F B y D - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg F/L pH 44 Método 4500-H B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Potenciométrico u pH pH(Lixiviación) 45 Método 423 - Standard Methods for the examination of water and wastewater- 16 th edition Potenciométrico u pH Nitrógeno - Amonio (Nessler) 46 Método 4500-NH3 B y C - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg N-NH3/L Nitrógeno - Amonio (Fenato) 47 Método 4500-NH3 D- Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg N-NH3/L Nitrógeno - Nitrito 48 Método 4500-NO2 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg N-NO2/L Nitrógeno - Nitrato (UV) 49 Método 4500-NO3 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Espectrofotométrico mg N-NO3/L Nitrógeno - Nitrato (Brucina) 50 Método 9200 A - Nitrato Rev1-EPA SW-846(1992) Colorimétrico mg N-NO3/L Nitrógeno orgánico 51 Método 4500-Norg B- Standard Methods for the examination of water and wastwewater - 18 th edition Digestión titulométrica mg Norg/L
  • 120.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 118 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Nitrógeno total Kjeldahl 52 Método 4500-Norg B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Digestión titulométrica mg NTK/L Oxígeno disuelto 53 Método 4500-O C - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Titulométrico mg OD/L Fósforo de Ortofosfatos 54 Método 4500-P A, B y E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg P-PO4/L Fósforo total 55 Método 4500-P A, B y E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg P-total/L Fósforo hidrolizable 56 Método 4500-P A, B y E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg P-hidrol./L Sílice 57 Método 4500-Si D - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg SiO2/L Sulfuro (Colorimetría) 58 Método 4500-S D - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg S/L Sulfuro (Titulométrico) 59 Método 4500-S E - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Titulométrico mg S/L Sulfuro (Muestras sólidas) 60 Método 9030 Sulfuros solubles e insolubles - Revisión 1 Diciembre 1987 SW-846 EPA Destilación titulométrica mg SH2/Kg Sulfato 61 Método 4500-SO4 E - Standard Methods for the examination of water and wastewater18 th edition Colorimétrico mg SO4/L Demanda bioq. de oxígeno (DBO) 62 Método 5210 B - Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Titulométrico mg DBO5/L
  • 121.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 119 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Demanda quím. de oxígeno ( DQO)(Reflujo abierto) 63 Método 5220 B Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Reflujo titulométrico mg O2/L Demanda quím. de oxígeno (DQO) (Cerrado titul.) 64 Método 5220 C Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Cerrado titulométrico mg O2/L Demanda quím. de oxígeno ( DQO)(Cerrado color.) 65 Método 5220 D Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Cerrado colorimétrico mg O2/L Oxígeno consumido 66 Standard Methods for the examination of water and sewage - 8a.edición Titulométrico mg OC/L Aceites y grasas (Muestras Sólidas) 67 Método 9071 A- Revisión 0 EPA SW-846(1992) Gravimétrico mg Ac. y Grasas/Kg Aceites y grasas (SSEE) 68 Standard Methods for the examination of water and wastewater (APHA) 6a. edición. Modificación OSN Gravimétrico mg Ac. y Grasas/L Aceites y grasas 69 Método 503 A - Standard Methods for the examination of water and waste water -16th edition. Gravimétrico mg Ac. y Grasas/L Fenoles 70 Método 5330 B, C y D Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg Fenol/L Fenoles (Por lixiviación) 71 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW- 846 (1980) Método 420.1-Methods for chemical analysis of water and wastes-EPA 600 4.79-020(1979) Lixiviación colorimétrica mg Fenol/L Detergentes (SAAM) 72 Método 5540 B y C Standard Methods for the examination of water and wastewater -18 th edition Colorimétrico mg SAAM/L
  • 122.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 120 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Detergentes (SRAO) 73 Mc Guire-Kent-Miller y Patenneier. Field test for anionic detergents in well waters. J. American Water works.Assn.54665(1962)Adaptación OSN Colorimétrico mg SRAO/L Líquidos libres 74 Ensayo de líquidos libres-Federal Register/Vol.47, N° 38/thursday, february 25, 1982/Proposed Rules Filtración Contiene/No contiene Hidrocarburos 75 Determinación de hidrocarburos volátiles en agua.- Método EPA 413.2 The manual of Methods for chemical analysis of water and wastes. Adaptación OSN Espectrometría Infrarroja mg/L Hidrocarburos (Muestras sólidas) 76 Método 9071 A SW-846 EPA 1992 Revisión 0 Método 5520 F Standard Methods for the examination of water and wastewater 18 th edition Espectrometría Infrarroja mg/Kg Inflamabilidad 77 Determinación según técnicas E 502 - 84 y D 3278 - 82 ASTM Instrumental °C Nivel de estabilización 78 Prueba de nivel de estabilización-CEAMSE- Disposición de barros Titulométrico % Deflex. de O2 Compuestos organofosforados por cromatografía gaseosa (Muestras Líquidas) 79 Method 3510 B : Separatory funnel liquid-liquidextraction Method 8141 A : Organophosphorus compounds by Gas Chromatography-Capillary column technique SW-846 Cromatografía gaseosa µg / L Compuestos organofosforados por Cromatografía gaseosa (Muestras Sólidas) 80 Method 3540 B: Soxhlet extraction. Method 8141 A: Organophosphorus compounds by Gas Chromatography-Capillary column technique SW-846 Cromatografía gaseosa ng / g
  • 123.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 121 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Compuestos organofosforados por Cromatografía gaseosa (Por lixiviación) 81 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) Method 3510 B: Separatory funnel liquid-liquidextraction Method 8141 A : Organophosphorus compounds by Gas Chromatography-Capillary column technique SW-846 Cromatografía gaseosa µg / L Compuestos orgánicos volátiles por Cromatografía gaseosa (Muestras líquidas) 82 Method 5030 A - Purge and Trap Method 8010 B : Halogenated volatile organics by Gas Chromatography-Method 8020 A : Aromatic volatile organics by Gas Chromatography (Adaptación CTUAA) SW -846 Cromatografía gaseosa µg / L Compuestos orgánicos volátiles por Cromatografía gaseosa (Muestras sólidas) 83 Method 5030 A - Purge and Trap Method 8010 B: Halogenated volatile organics by Gas Chromatography-Method 8020 A: Aromatic volatile organics by Gas Chromatography (Adaptación CTUAA) SW -846 Cromatografía gaseosa mg / g Pesticidas órgano Clorados por Cromatografía gaseosa (Muestras líquidas) 84 Method 3510 B: Separatory funnel liquid-liquidextraction Method 8080 A: Organochlorine pesticides and Polychlorinated Biphenyls by Gas Chromatography Cromatografía gaseosa µg / L Pesticidas órgano Clorados por Cromatografía gaseosa (Muestras sólidas) 85 Method 3540 B: Soxhlet extraction. Method 8080 A: Organochlorine pesticides and Polychlorinated Biphenyls by Gas Chromatography Cromatografía gaseosa ng / g
  • 124.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 122 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Pesticidas órgano Clorados por Cromatografía gaseosa (Por lixiviación) 86 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) Method 3510 B: Separatory funnel liquid- liquidextraction Method 8080 A: Organochlorine pesticides and Polychlorinated Biphenyls by Gas Chromatography Cromatografía gaseosa µg / L Hidrocarburos Polinucleares Aromáticos (Muestras líquidas) 87 Method 3510 B: Separatory Funnel Liquid - Liquid Extraction Method 3630-Silicagel Cleanup Method 8310-Polynuclear Aromatic Hydrocarbons Cromatografía líquida µg/L Hidrocarburos Polinucleares Aromáticos (Muestras Sólidas) 88 Method 3540 B-Soxhlet Extraction Method 3630-Silicagel Cleanup Method 8310-Polynuclear Aromatic Hydrocarbons Cromatografía líquida µg/L Hidrocarburos Polinucleares Aromáticos (Por lixiviación) 89 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) Method 3510 B: Separatory Funnel Liquid – Liquid Extraction Method 3630-Silicagel Cleanup Method 8310-Polynuclear Aromatic Hydrocarbons Cromatografía líquida µg/L Trifluralina (Por lixiviación) 90 Sección 7-Test Methods for evaluating solid waste - EPA SW 846 (1980) - Método 509 A -Standard Methods for the examination of water and wastewater -16 th edition Cromatografía gaseosa µg/L Coliformes totales 91 Método 9222 B-Standard Methods for the examination of water and wastewater 18 th edition Recuento en placa Col.colif.tot./100 ml.
  • 125.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 123 PARAMETRO TECNICA METODO UNIDADES Coliformes fecales 92 Método 9222 D-Standard Methods for the examination of water and wastewater 18 th edition Recuento en placa Col.colif.fec./100 ml. Bacterias Aeróbicas 93 Métodos para el examen de las aguas de los líquidos cloacales. OSN 1971 Recuento en placa Colonias/ml.
  • 126.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 124 VI.17 Límites de detección de las Técnicas PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Color 1 - Unid. de Color Color 2 - Unid. Hazen Turbidez 3 - UNT Acidez 4 - mg CaCO3/L Acidez 5 - mg CaCO3/L Alcalinidad 6 - mg CaCO3/L Alcalinidad 7 - mg CaCO3/L Dureza total 8 4,0 mg CaCO3/L Conductividad 9 - µmho/cm Sólidos Sedimentables 10 min. 10 0,1 ml.sol.sed./L
  • 127.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 125 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Sólidos sedimentables 2hs. 11 0,1 ml.sol.sed./L Sólidos totales (103105°C) 12 - mg sol.tot./L Sólidos disueltos totales(180 °C) 13 - mg sól.dis.tot./L Sólidos fijos (500 °C) 14 - mg sól.fijos/L Sólidos volátiles 15 - mg sól.vol./L Sólidos suspendidos totales(103-105°C) 16 - mg sól.susp./L Sólidos suspendidos fijos(500 °C) 17 - mg sól.susp.fijos/L Sólidos suspendidos volátiles 18 - mg sól.susp.vol./L
  • 128.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 126 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Sólidos totales, fijos y volátiles(suelos y barros) 19 - % sól. totales % sól. volatiles % sól. fijos Temperatura 20 - °C Metales totales 21 Aluminio (Muestras líquidas) 1,0 mg Al/L Antimonio (Muestras líquidas) - mg Sb/L Bario (Muestras líquidas) 0,10 mg Ba/L Cadmio (Muestras líquidas) 0,003 mg Cd/L Cromo total (Muestras líquidas) 0,006 mg Cr/L Cobalto (Muestras líquidas) mg Co/L
  • 129.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 127 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Cobre (Muestras líquidas) 0,004 mg Cu/L Hierro (Muestras líquidas) 0,011 mg Fe/L Manganeso (Muestras líquidas) 0,003 mg Mn/L Plomo (Muestras líquidas) 0,040 mg Pb/L Molibdeno (Muestras líquidas) mg Mo/L Níquel (Muestras líquidas) 0,019 mg Ni/L Plata (Muestras líquidas) mg Ag/L Estaño (Muestras líquidas) mg Sn/L Titanio (Muestras líquidas) mg Ti/L
  • 130.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 128 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Vanadio (Muestras líquidas) mg V/L Cinc (Muestras líquidas) 0,003 mg Zn/L Metales disueltos 22 Aluminio (Muestras líquidas) 1,0 mg Al/L Antimonio (Muestras líquidas) mg Sb/L Bario (Muestras líquidas) 0,10 mg Ba/L Cadmio (Muestras líquidas) 0,003 mg Cd/L Cromo total (Muestras líquidas) 0,006 mg Cr/L Cobalto (Muestras líquidas) mg Co/L Cobre (Muestras líquidas) 0,004 mg Cu/L
  • 131.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 129 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Hierro (Muestras líquidas) 0,011 mg Fe/L Manganeso (Muestras líquidas) 0,003 mg Mn/L Plomo (Muestras líquidas) 0,040 mg Pb/L Molibdeno (Muestras líquidas) mg Mo/L Níquel (Muestras líquidas) 0,019 mg Ni/L Plata (Muestras líquidas) mg Ag/L Estaño (Muestras líquidas) mg Sn/L Titanio (Muestras líquidas) mg Ti/L Vanadio (Muestras líquidas) mg V/L
  • 132.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 130 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Cinc (Muestras líquidas) 0,003 mg Zn/L Metales totales sólidos 23 Aluminio(Muestras sólidas) mg Al/Kg Bario (Muestras sólidas) mg Ba/Kg Cadmio (Muestras sólidas) mg Cd/Kg Cromo(Muestras sólidas) mg Cr/Kg Cobalto (Muestras sólidas) mg Co/Kg Cobre (Muestras sólidas) mg Cu/Kg Hierro (Muestras sólidas) mg Fe/Kg Plomo (Muestras sólidas) mg Pb/Kg Manganeso (Muestras sólidas) mg Mn/Kg
  • 133.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 131 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Molibdeno (Muestras sólidas) mg Mo/Kg Níquel (Muestras sólidas) mg Ni/Kg Plata (Muestras sólidas) mg Ag/Kg Vanadio(Muestras sólidas) mg V/Kg Cinc (Muestras sólidas) mg Zn/Kg Metales por lixiviación 24 Arsénico en barros (por lixiviación) 0,002 mg As/L Bario en barros (por lixiviación) 0,10 mg Ba/L Cadmio en barros (por lixiviación) 0,003 mg Cd/L Cromo en barros (por lixiviación) 0,006 mg Cr/L
  • 134.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 132 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Cobre en barros(por lixiviación) 0,004 mg Cu/L Plomo en barros(por lixiviación) 0,040 mg Pb/L Cobre en barros(por lixiviación) 0,004 mg Cu/L Plomo en barros(por lixiviación) 0,040 mg Pb/L Níquel en barros(por lixiviación) 0,019 mg Ni/L Plata en barros(por lixiviación) mg Ag/L Cinc en barros(por lixiviación) 0,003 mg Zn/L Arsénico (Muestras líquidas) 25 0,002 mg As/L Calcio (Muestras líquidas) 26 2,5 mg Ca/L
  • 135.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 133 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Cromo hexavalente 29 0,023 mg CrVI /L Cromo trivalente 30 mg CrIII /L Magnesio (Muestras líquidas) 31 mg Mg/L Mercurio (Muestras líquidas) 32 1,0 µg Hg/L Mercurio en barros(por lixiviación) 33 1,0 µg Hg/L Mercurio (en muestras sólidas) 34 µg Hg/g Potasio 35 1,0 mg K/L Sodio 36 mg Na/L Boro 37 0,015 mg B/L Cianuro 38 Cianuro (Muestras sólidas) 39 0,002 mg CN/L
  • 136.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 134 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Cianuro (Muestras sólidas) 40 mg CNH/Kg Cloruro 41 1 mg Cl/L Cloro residual 42 mg Cl2/L Fluoruros 43 mg F/L pH 44 u pH pH lix 45 u pH Nitrógeno - Amonio 46 0,02 mg N-NH3/L Nitrógeno - Amonio 47 0,02 mg N-NH3/L Nitrógeno - Nitrito 48 0,001 mg N-NO2/L Nitrógeno - Nitrato 49 0,10 mg N-NO3/L Nitrógeno - Nitrato 50 0,10 mg N-NO3/L Nitrógeno orgánico 51 mg Norg/L Nitrógeno total Kjeldahl 52 mg NTK/L
  • 137.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 135 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Oxígeno disuelto 53 mg OD/L Fósforo de ortofosfato 54 0,005 mg P-PO4/L Fósforo total 55 mg P-total/L Fósforo hidrolizable 56 mg P-hidrol./L Sílice 57 mg SiO2/L Sulfuro 58 0,015 mg S/L Sulfuro 59 0,015 mg S/L Sulfuro (barros) 60 1 mg SH2/L Sulfato 61 0,5 mg SO4/L Demanda bioq. de oxígeno(DBO) 62 mg DBO5/L Demanda quím. de oxígeno(DQO) 63 20 mg O2/L Demanda quím. de oxígeno (DQO) 64 20 mg O2/L
  • 138.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 136 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Demanda quím. de oxígeno (DQO) 65 20 mg O2/L Oxigeno consumido 66 Carbono orgánico total (TOC) 67 mg COT/L Aceites y grasas 68 mg ac. y grasas/L Aceites y grasas 70 mg ac. y grasas/L Fenoles 71 0,001 mg fenol/L Fenoles 72 0,001 mg fenol/L Detergentes aot 73 0,011 mg SAAM/L Líquidos libres 74 contiene/no contiene Hidrocarburo 75 Hidrocarburos 76 Inflamabilidad 77
  • 139.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 137 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Nivel de estabilización 78 % deflex. de O2 Compuestos organofosforados (cromatog. Gas) Líquidos 79 Etión 0,151 µg / L Forato 0,012 µg / L Diazinón 0,017` µg / L Disulfotón 0,013 µg / L Metil Paratión 0,020 µg / L Ronnel 0,031 µg / L Malatión 0,025 µg / L Paratión 0,035 µg / L Carbofenotión 0,375 µg / L Metil Azinfos 0,043 µg / L
  • 140.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 138 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Atrazina 0,005 µg / L Compuestos organofosforados (cromatog. gas) Sólidos 80 Etión 204 ng / g Forato 28,3 ng / g Diazinón 23,4 ng / g Disulfotón 12,5 ng / g Metil Paratión 21,5 ng / g Ronnel 40,7 ng / g Malatión 33,6 ng / g Paratión 30,2 ng / g Carbofenotión 278 ng / g
  • 141.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 139 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Metil Azinfos 61,1 ng / g Atrazina 43,0 ng / g Compuestos organofosforados (cromatog. gas) lixiviados 81 Etión 0,151 µg / L Forato 0,012 µg / L Diazinón 0,017 µg / L Disulfotón 0,013 µg / L Metil Paratión 0,020 µg / L Ronnel 0,031 µg / L Malatión 0,025 µg / L Paratión 0,035 µg / L Carbofenotión 0,375 µg / L
  • 142.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 140 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Metil Azinfos 0,043 µg / L Atrazina 0,005 µg / L Compuestos orgánicos volátiles (crom. gas) Líquidos 82 Benceno 1,52 µg / L Tolueno 1,31 µg / L Clorobenceno 1,58 µg / L Etilbenceno 1,20 µg / L m-Xileno 1,10 µg / L p-Xileno 1,48 µg / L Estireno 1,01 µg / L o-Xileno 1,46 µg / L Isopropilbenceno 1,38 µg / L
  • 143.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 141 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Bromobenceno 0,890 µg / L n-propilbenceno 1,32 µg / L 2-clorotolueno 1,38 µg / L 4-Clorotolueno 1,39 µg / L 1,3,5-Trimetilbenceno 0,890 µg / L t-butilbenceno 1,33 µg / L 1,2,4-Trimetilbenceno 0,860 µg / L sec-Butilbenceno 1,34 µg / L 1,3-Diclorobenceno 1,32 µg / L p-Isopropiltolueno 0,840 µg / L 1,4-Diclorobenceno 1,54 µg / L 1,2-Diclorobenceno 1,10 µg / L n-Butilbenceno 0,880 µg / L
  • 144.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 142 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES 1,2,4-Triclorobenceno 1,73 µg / L Naftaleno 1,41 µg / L 1,2,3-Triclorobenceno 1,42 µg / L Compuestos orgánicos volátiles (crom. gas) Sólidos 83 Benceno 38,5 ng / g Tolueno 18,4 ng / g Clorobenceno 16,7 ng / g Etilbenceno 19,7 ng / g m-Xileno 19,8 ng / g p-Xileno 14,2 ng / g Estireno 13,9 ng / g o-Xileno 16,3 ng / g
  • 145.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 143 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Isopropilbenceno 20,1 ng / g Bromobenceno 32,7 ng / g n-propilbenceno 15,7 ng / g 2-clorotolueno 14,4 ng / g 4-Clorotolueno 15,6 ng / g 1,3,5-Trimetilbenceno 20,3 ng / g t-butilbenceno 20,7 ng / g 1,2,4-Trimetilbenceno 18,1 ng / g sec-Butilbenceno 20,3 ng / g 1,3-Diclorobenceno 23,6 ng / g p-Isopropiltolueno 26,0 ng / g 1,4-Diclorobenceno 26,3 ng / g 1,2-Diclorobenceno 37,7 ng / g
  • 146.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 144 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES n-Butilbenceno 22,8 ng / g 1,2,4-Triclorobenceno 130 ng / g Naftaleno 141 ng / g 1,2,3-Triclorobenceno 175 ng / g Pesticidas órgano Clorados (crom. gas) Líquidos Lindano 0,004 µg / L Heptacloro 0,005 µg / L Heptacloro epóxido 0,028 µg / L Dieldrín 0,029 µg / L Endrín 0,146 µg / L Aldrín 0,009 µg / L 4,4’-DDE 0,046 µg / L 4,4’-DDD 0,070 µg / L
  • 147.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 145 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES 4,4’-DDT 0,115 µg / L Metoxicloro 7,10 µg / L Pesticidas órgano Clorados (crom. gas) 84 ng / g Lindano ng / g Heptacloro ng / g Heptacloro epóxido ng / g Dieldrín ng / g Endrín ng / g Aldrín ng / g 4,4’-DDE ng / g 4,4’-DDD ng / g 4,4’-DDT ng / g Metoxicloro ng / g
  • 148.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 146 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Pesticidas Órgano Clorados (crom. gas) Lixiviados 86 Lindano 0,004 µg / L Heptacloro 0,005 µg / L Heptacloro epóxido 0,028 µg / L Dieldrín 0,029 µg / L Endrín 0,146 µg / L Aldrín 0,009 µg / L 4,4’-DDE 0,046 µg / L 4,4’-DDD 0,070 µg / L 4,4’-DDT 0,115 µg / L Metoxicloro 7,10 µg / L Hidrocarb. Polinu. Aromáticos (Líquidos) 87 µg/L
  • 149.
    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 147 PARAMETRO LIMITES DE DETECCION UNIDADES Hidrocarb. Polinuc. Aromático (Sólidos) 88 µg/Kg Hidrocarb. Polinuc. Aromáticos (Lixiviados) 89 µg/L trifluralina 90 coli- totales 91 coli - fecales 92 bacterias aeróbicas 93
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 148 VI.18 . Equipos para la Toma de Muestras EQUIPO Necesario No Neces. Verificado Llave pico de loro Sacacorchos Pipeta Equipo para sifonar Muest. de frascos aforado Muest. de sedimentos Muest. de aguas residuales Sacatestigos Muest. de cuchara Recipientes para muestras Lacre para sellar muestras
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    CAPITULO VI Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 149 EQUIPO Necesario No Neces. Verificado Rótulos Cinta adhesivas Recipientes con tapa Hielera Recipiente p/mat. Contamin. Etiquetas para muestras Monitor de aire ambiental Termómetro Probetas para detec. Gases Pehachímetro Explosímetro Medidor de O2
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 151 CAPITULO VII VII . CÓDIGO PARA LA REALIZACIÓN DE INSPECCIONES - PAUTAS METODOLÓGICAS Significado del término inspección La palabra inspección significa examinar o reconocer una cosa. Cargo de velar sobre ella y por lo tanto ser inspector/a es el/la que tiene el oficio de examinar y controlar esa cosa. Objetivos de las inspecciones: Evaluar el grado de acatamiento de las normativas vigentes en la materia, (Control de la Contaminación Hídrica), por parte de los Establecimientos industriales, documentar las infracciones, fiscalizar sus desagües, cuantificarlos, incluye caudal y toma de muestras para la posterior realización de los análisisis físico-químicos para la determinación de la calidad de los vertidos. Para avalar y respaldar la actuación de los inspectores, surge la necesidad de la existencia de un Reglamento para control de Establecimientos Industriales, en donde se incluyan las Pautas Metodológicas que cada Ente Administrador considere apropiadas, este Capítulo, propone una Metodología, en base a la experiencia a nivel Nacional e Internacional.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 152 VII.1 Requisitos mínimos para el personal de inspección A fin de poder cumplimentar los objetivos, el personal de inspección debe contar con conocimientos técnicos en: Instalaciones sanitarias en general (internas y externas). Conocimientos generales sobre Instalaciones de depuración de efluentes líquidos y barros y funcionamiento de las mismas. Nociones de hidráulica, flujo de fluidos y geología Conocimientos generales de química y procesos de fabricación. Conocimientos generales de instalaciones electromecánicas. Conocimientos mínimos de Seguridad e Higiene en el trabajo. Conocimiento profundo de reglamentaciones Ambientales en su Jurisdicción y de su Competencia. Evidentemente y dada la cantidad y variedad de temas que comprenden distintas disciplinas, para lograr idoneidad en la función que los habilite como inspectores y obtener su Credencial, deberían efectuarse “Cursos de Capacitación”, previamente a la designación de los mismos, con el fin de jerarquizar la función ya que todas las acciones posteriores de los Entes de Control se basan en las Actas de inspección. El cuerpo de inspectores formados debe ser capaz de tomar decisiones “in situ”, y ser lo suficientemente flexible cuando se requiera, para saber resolver situaciones imprevistas y ser lo adecuadamente competente como para suministrar a los propietarios información fidedigna y evacuar consultas sobre las reglamentaciones vigentes y responsabilidades de los mismos. VII.2 Facultades de los Inspectores Los inspectores deberían tener las siguientes facultades, (respaldadas por un Reglamento): De poder inspeccionar los Establecimientos en cualquier día y hora. De recorrer los mismos en todas sus partes. De tomar muestras de vertidos. De permitir acciones para investigar y así poder detectar la existencia de instalaciones clandestinas o no permitidas por la reglamentación. De solicitar el auxilio de la fuerza pública que indique la Legislación Local, para el caso extremo de oposiciones y/o desconocimiento de la autoridad del mismo, para la práctica de la inspección.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 153 De solicitar ya en la industria la asistencia de personal de mantenimiento u operarios, para colaborar en tareas que requieren esfuerzos físicos y/o herramientas especiales, ej. levantar tapas, proveer escaleras, abrir puertas, abrir o cerrar válvulas, etc. De poder ordenar el levantamiento de tapas de colectoras cloacales y/o pluviales en vía pública, ya sea que el servicio sea público o concesionado. VII.3 Obligaciones de los Propietarios: Los Propietarios, tienen que estar informados de sus Obligaciones, por ejemplo: Permitir a los inspectores el libre acceso al Establecimiento Dar la información que éstos le requieran referida al Objeto específico de la inspección, debiendo conocer las sanciones a que se exponen por mala fe u ocultamiento de datos. VII.4 Secuencia de acciones La secuencia de acciones que deberían seguirse para la realización de una inspección, cualquiera sea el propósito de la misma, es la siguiente: § Acciones previas: Preparación de la inspección y de los equipos necesarios, planificación de la estrategia de la misma. § Acciones en el sitio: Inspección propiamente dicha § Acciones Posteriores: Preparación del Informe Técnico. § Actividades complementarias dependiendo del resultado obtenido en la inspección. VII.4.1 Acciones previas: Consiste en el estudio de los antecedentes obrantes en el Ente Administrador, revisión de archivos y recopilación de la mayor cantidad de información que se disponga, (Documentaciones, resultado de análisis, verificación del grado de acatamiento a las reglamentaciones, multas, contravenciones, etc.). Lo ideal sería que todos los antecedentes se encuentren en una misma Sección, esto depende de la organización interna de la dependencia, pero por lo general no resulta así, por lo que hay que rastrear la información, ya que puede haber actuaciones iniciadas en otras áreas, por ejemplo en el área jurídica de la Empresa, en el Laboratorio, en el área Técnica o en el área Administrativa, etc. Conocidos los antecedentes se puede Planificar la Inspección, para el cumplimiento del Objetivo de la misma, definiendo las tareas y los equipos y materiales con que debe munirse el inspector “Para controlar algo, en todo orden de cosas, previamente hay que conocerlo”, esto es evidente, en el caso de Control de la Contaminación necesariamente esta afirmación debe cumplirse”.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 154 VII.4.1.a Elaboración del Plan de Inspección1 El plan de inspección constituye un enfoque ordenado que guiará la realización de la inspección. En el plan de inspección debe estar perfectamente determinado: § El motivo por el cual se realiza la inspección. § El alcance de la inspección. § Los procedimientos que se utilizaran para la inspección. § Se define el equipo de inspección y las tareas de los miembros. § Se identifican los equipos y materiales necesarios para llevar a cabo la inspección. El plan de inspección debe incluir los siguientes elementos: • Objetivos y alcance de la inspección. • Tareas de inspección y técnicas de campo. • Plan de aseguramiento de la calidad de los procedimientos. • Plan de toma de muestras y de aseguramiento de la calidad de las mismas. • Plan de requisitos de seguridad. • Requisitos administrativos de la inspección. Es importante que el inspector o el equipo de inspección prepare una lista de chequeo de preinspección, con el objeto de asegurarse que ha completado todas las tareas inherentes a la elaboración del plan de ejecución correspondiente a cada inspección. VII.4.1.b . Listas de Chequeo de Preinspeccióni Hay que tener en cuenta que es conveniente preparar las listas de chequeo lo más general posible, y se analizará para cada caso (cada inspección) la necesidad o no de disponer del material chequeado, en función de lo elaborado en el plan, que variará según los programas y las metodologías. A modo de ejemplo se enuncian las siguientes listas de chequeo de materiales a tener en cuenta en la elaboración de los planes de inspección:
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 155 VII.4.1.c . Lista de chequeo de materialesi EQUIPO Necesario No Neces. Verificado Talonario de actas Sellos de los inspectores Cámara fotográfica Película y Equipo de flash Calculadora Cinta métrica Pilas de repuesto Cuaderno Bolígrafos y lápices Folios de plástico Sobres Bolsas de polietileno Trapos desechables Linterna Cortaplumas Soga Manual de primeros auxilios Fajas de clausura VII.4.2 Acciones en el sitio: VII.4.2.a El Procedimiento de Entradai El inspector o equipo debe observar el procedimiento debido para el ingreso al establecimiento, con el objeto de no invalidar las acciones de las inspecciones que se realicen posteriormente. En todo momento el/los inspector/es deben mostrar un trato amable y cortés, pero
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 156 firme ya que él representa al Sector Público, encargado de aplicar las regulaciones pertinentes en el control de la contaminación industrial. Para las inspecciones programadas es conveniente llegar en las horas hábiles normales del establecimiento, esto no se cumple en las inspecciones de contingencia debido a denuncias, o a que las estaciones de monitoreo detecten anomalías ambientales, de posible causa en el impacto producido por el funcionamiento del establecimiento sujeto de las inspecciones que se realizan. Se debe hacer uso de la entrada principal, identificándose fehacientemente con la presentación de las respectivas credenciales habilitadoras, explicando la autoridad que tiene conferida para realizar dicha inspección, y preguntando por el titular o responsable del establecimiento, o el funcionario de mayor rango del mismo que asuma la responsabilidad de las acciones de la planta (ingeniero jefe, encargado de turno, ingeniero de procesos, etc.). En caso de existir negativa por parte de las autoridades del establecimiento a que se realice la inspección, podrá recurrir al empleo de la fuerza pública, presentándose ante la dependencia policial con jurisdicción en el ámbito del domicilio del establecimiento, solicitando por el oficial de más alto rango y presentándose con las credenciales respectivas, explicando el motivo de su requerimiento, la misión que debe cumplir, la autoridad que tiene conferida y haciéndose acompañar por funcionario policial para la efectiva realización de la inspección prevista. VII.4.2.b La Entrevista Iniciali El inspector debe presentar en una reunión inicial, las actividades que se han programado para la realización de la inspección, aclarando los alcances de ésta, a los efectos de comprender cuales son las operaciones y procesos de práctica en la planta, y para solicitar la documentación necesaria para su verificación y comparación con los registros de planta. En esta reunión inicial, los inspectores deben: v explicar en términos generales las actividades y alcances previstos de la inspección. v Identificar las actividades y procesos que tienen lugar en el establecimiento sujeto de la inspección, y cuales son sus implicancias ambientales. v Determinar los programas ambientales que se hayan implementado en el establecimiento, como también los controles existentes, por ej. monitoreos, programa de cuidado responsable, sistemas ISO, etc., y que documentación se cuenta. v Verificar el cumplimiento de las regulaciones ambientales. v Determinar los responsables en la planta.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 157 VII.4.2.c Modificaciones en el Plan de Inspeccióni La información recogida en las inmediaciones y durante la reunión de presentación, puede generar elementos no tenidos en cuenta en la programación de la inspección. Por lo tanto se debe tener preparada la posibilidad de variar las preguntas, los puntos de inspección y de toma de muestras. VII.4.2.d Recolección de Documen tación e Informacióni En general podemos decir que la información proviene de dos fuentes, una de campo o primaria, que es la que recolecta el observador, y otro secundaria o documental, y es la que proviene de todas las fuentes escritas. La ventaja de la primera de las fuentes es el hecho de ser el propio observador el que la recolecta, y la desventaja principal, es que debe ser procesada, desechar lo que no sirve y obtener de esta fuente la información significativa. La otra fuente tiene la ventaja de la objetividad de los datos, pero adolece de no presentar información que podría ser significativa para el caso. El inspector debe recurrir a las dos fuentes, y su percepción, criterio y experiencia determinará en muchos casos a que tipo de fuente debe recurrir. También podemos clasificar la información en función de su tipo a los efectos de la inspección y de los informes que genera la misma en: v Testimonial, que es la que manifiesta el inspector. v Objetiva, que es la que proviene de las muestras obtenidas y una vez analizados sus resultados (muestras de campo analizadas en laboratorios, etc.) v Documental, que es la que proviene de los archivos y registros de los sujetos de inspección. v Demostrativa, o auxiliar, que corresponde a fotografías, croquis, diagramas que aclaran y ayudan a entender los otros aspectos de la información. VII.4.2.e Documentación de la Información1 A los efectos de la preparación de los informes y el labrado de las actas correspondientes, el inspector o equipo, deben ir documentando la información que van obteniendo de la inspección del establecimiento. Esta información debe ser recolectada en un cuaderno borrador que debe disponer el equipo en cada inspección, y esto facilita al inspector, pues:
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 158 v Establece la base para la elaboración de los informes y actas correspondientes, ya que aportan a refrescar la memoria sobre la actividad realizada. v Se debe recolectar información útil y objetiva, carente de apreciaciones o conclusiones. v Se debe referenciar la documentación tomada o elaborada, fotografías, condiciones observadas en planta y en las inmediaciones, datos de las entrevistas, incidentes y datos administrativos. El inspector debe tener un “Talonario de Actas” numerado, en donde pueda volcar todos los datos. Las anotaciones deben realizarse en tinta impermeable (bolígrafo), y con letra clara y legible. Se deben salvar las tachaduras con anotaciones, y cerrar la última hoja con línea cruzada, debiendo comenzar una nueva hoja para cada inspección. VII.4.2.f Ayuda para la Recolección de Datosi La detección de elementos que determinen posibles contravenciones a las reglamentaciones, sirven para enfocar la actividad de los inspectores en los temas de mayor importancia a los efectos de la inspección. Durante la entrevista, es conveniente prestar especial atención a lo que se diga sobre ♦ Informes sabidos sobre contravenciones sabidas, vuelcos clandestinos fuera de los horarios habituales (noche y fines de semana), desconexión de equipos de monitoreo, etc. ♦ Informes sobre incidentes involuntarios o accidentes que haya sufrido la planta sujeto de la inspección. ♦ Quejas de los vecinos sobre olores, vuelcos, depósitos de materiales peligrosos, y sus efectos sobre la salud; lo mismo que de los empleados. ♦ Información que no concuerde con la información documental de que disponen los inspectores. ♦ Asimismo durante la inspección, el inspector deberá buscar: üEmisiones y vuelcos excesivos o descontrolados. üOlores excesivos.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 159 üDerrames, recipientes con escapes y pérdidas, falta de higiene y orden en general. üEquipos que no funcionen o lo hagan defectuosamente, o estén defectuosos y sean fuentes potenciales de problemas. üEquipos o instalaciones que hayan sufrido daño por incendios y/o explosiones. VII.4.2.g Inspección de Archivosi Los archivos aportan al inspector la posibilidad de saber si se mantienen los registros requeridos por Ley, y aquellos necesarios para el registro de las operaciones y procesos. Asimismo de los datos de los registros, se puede determinar si se cumplen con las reglamentaciones vigentes o si se han registrado contravenciones, y la magnitud y características de las mismas. El inspector debe tomar nota del estado de existencia de los registros en los archivos, los tipos de archivos que se examinan y el motivo del examen. Al estudiar los archivos el inspector debe considerar los siguientes aspectos. ♦ Si la información es completa. ♦ De que otra forma se podría obtener la información existente en los archivos. ♦ Si existe en la planta cumplimiento con el registro y mantenimiento de los archivos de operaciones y procesos. ♦ Si se observan consistencias forzadas de datos asentados con información de campo recolectada, o si existen divergencias entre los datos asentados y otros tomados anteriormente. ♦ Si la información es precisa, completa y de buena calidad a los efectos de la inspección. ♦ Si la información existente es consistente con lo observado y otros datos de monitoreo que se cuente. ♦ Si existen todos los registros exigidos por las reglamentaciones A los efectos de determinar exactamente que archivos debe estudiar el inspector, es conveniente que se tenga en cuenta: ♦ La documentación necesaria para cumplir con las reglamentaciones. ♦ Las prioridades respecto con los objetivos de la inspección.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 160 ♦ Los sistemas de archivos, y si es posible obtener información cruzada de distintos registros. Es preciso tener en cuenta que no se cuenta con tiempo ilimitado de inspección, por lo que el inspector deberá tomar una muestra de los registros que sea representativa y que sirva a los efectos de la inspección, así como las muestras de monitoreo. Si el inspector sospecha que existen problemas, debe buscar en los archivos que abonen sus sospechas, si no debe tomar muestras. A los efectos de la toma de las muestras, es importante que el inspector esté familiarizado con las distintas posibilidades que tiene al efecto. Los muestreos pueden ser: aleatorio, es decir cada elemento tiene la misma posibilidad de ser seleccionado; o segmentado, ya sea por intervalo, o estrato diferencia o características pertinentes. VII.4.2.h Toma de Muestras1 1 Fuente: 1 Fuente: Manual del Inspector en Control de La Contaminacion Industrial – Ing. Fernando Zabala - PRODIA La toma de muestras durante la inspección, tiene por objeto verificar el grado de calidad del elemento muestreado, si cumple o no con las reglamentaciones o si se han registrado contravenciones a las mismas. Las muestras aportan datos cuanti - cualitativos de emisiones y efluentes, lo que permite inferir el impacto ambiental o el riesgo potencial a la salud que pueden generar las mismas. El muestreo puede incluir monitoreo in situ, o los análisis posteriores de agua, aire, suelo, lodos y residuos que provienen de la planta, o de una sección de la planta. Asimismo puede contener muestras biológicas (vegetación, etc.), a fin de determinar el comportamiento de las mismas respectos de las emisiones a las que se encuentran sujetas. A los fines de efectuar un muestreo que apoye la inspección, es importante elaborar un plan de acción que oriente la selección de las metodologías más apropiadas. En el plan se deberán: • Establecer y comunicar los objetivos de la toma de muestras y los requisitos de calidad de los datos. • Identificar los niveles de descarga que cumplen con las reglamentaciones. • Formular proyecciones sobre costo y tiempo en toma de muestras. • Establecer protocolos completos para la toma de muestras y para el aseguramiento de la calidad. • Identificar y caracterizar una serie de condiciones de mayor envergadura que apoye los datos provenientes de las muestras.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 161 Muchos de los sitios que se inspeccionan cuentan con registros y permisos de vuelco, y calidad permitida para los mismos. En este caso se evaluará el cumplimiento de las reglamentaciones. También existen muchos establecimientos que no cuentan con registros ni permisos para operar, ni solicitudes. Estos establecimientos, es posible que se detecten por informaciones periodísticas, denuncias del público, o por visitas a otros establecimientos. Para estos casos, es posible que se cuente con poca información, incluso dentro del establecimiento, por lo que se debe generar un plan de contingencia, que no variará demasiado del plan anterior, solo en el hecho de que no se cuenta con información documental adecuada, por lo que el muestreo, observación e inspección se basarán sobre los criterios de detectar los problemas más graves y generar un ranking de prioridades. Para cada inspección de muestreo se debe elaborar un plan de aseguramiento de la calidad. Este plan debe incluir los siguientes elementos: v Descripción del sitio y del proyecto. v Identificación de los objetivos de calidad de datos del estudio. v Descripción de la toma de muestras que se hará y justificación de los lugares seleccionados para las mismas. v Descripción de los métodos y requisitos de aseguramiento y control de la calidad de las muestras. v Descripción de los planes de muestreo. v Descripción de los requisitos de conservación de las muestras y de las cadenas de custodia de las mismas. v Descripción de requisitos administrativos a cumplir. v Cualquier otra información pertinente. La descripción del sitio debe incluir toda la documentación existente al respecto, como planos, croquis, etc., a los efectos de fijar los puntos de muestreo; e incluso para detectar lugares no permitidos o indocumentados de descarga. Dentro de las Acciones en el sitio se encuentran los relevamientos internos y externos de la industria o sitio a examinar. La metodología a desarrollar, depende del tipo de inspección que se va a realizar. A continuación se proponen distintos mecanismos de acuerdo a los propósitos y alcances requeridos.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 162 VISTA –OIDO-TACTO-VOZ-OLFATO-INTUICION (sexto sentido) VII.4.2.i Relevamiento externo de la industria: VII.4.2.i.1 Utilización de los sentidos: El ser humano utiliza continuamente los sentidos sin darse cuenta de ello, es una aptitud inherente a él, la de percibir por determinados órganos las impresiones de los objetos externos. Para la realización de las inspecciones es aconsejable utilizarlos racionalmente y sacar ventajas de ellos. El uso de los sentidos se va desarrollando con el tiempo y luego resulta sencillo y sobre todo muy práctico, para preestablecer visiones, advertencias, y tomar cuidados en el momento de realizar los relevamientos en una industria. Por más absurda que parezca una sensación hay que registrarla en borradores preliminares y luego cuando se realizan los trabajos de campo, al analizar las causas, se van a ir descartando las superfluas por sí mismas. Es importante que en la primera etapa de una inspección se investigue y se realicen anotaciones preliminares en borradores sobre detalles del contorno y alrededores del Establecimiento industrial. Se describe el uso de los sentidos para el relevamiento exterior del establecimiento que va a ser inspeccionado, entendiéndose, que una vez en el interior del mismo, el uso de los sentidos debe intensificarse. VII.4.2.i.1.1 Vista Vistas del perímetro externo: Primero en forma global la utilizamos para visualizar previamente las instalaciones desde el exterior del predio, con lo cual se busca individualizar: Ø La/s descarga/s normales declaradas de efluentes residuales de la industria. Ø Descargas a cielo abierto o vertidos anormales o no declarados. Ø Derrames.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 163 Ø Descargas pluviales. Ø Descargas directas a cursos de agua. Color del desagüe, presencia de sólidos, aceites, diámetro de la cañería de descarga, caudal estimado instantáneo. Ø Conexiones de agua de red de servicio público. Ø Entrada y salida de camiones. Ø Accesos principales y secundarios. Ø Emisiones de chimeneas, humo, niebla, hollín, vapores. Ø Vista de los alrededores: Es conveniente recorrer externa y perimetralmente el Establecimiento a efectos de ubicar y graficar la existencia o no de servicios de desagües cloacales y/o pluviales en vía pública, mediante la detección de: ü Bocas de registro próximas de colectoras cloacales. ü Bocas de Tormenta y Bocas de acceso a conductos pluviales ü Estado de la vegetación circundante. ü Tipo de establecimientos próximos a la industria y actividad de los mismos. ü Aspecto general de las periferias. VII.4.2.i.1.2 . Olfato: Percibir o detectar olores desde el exterior es importante pues pueden dar indicios de sustancias cuya presencia en los desagües habría luego que investigar La sensación que debe anotarse es si es posible clasificar groseramente o describir al Olor percibido con alguno de los términos que se indican en el cuadro. Desde ya algunos olores son propios y naturales de los procesos industriales que se llevan a cabo en el Establecimiento, como por ejemplo en las industrias del pescado, de fragancias, de pulpa de papel, del café, de harinas de huesos, triperías, etc. Intenso. Agradable: Etéreo, olor a perfume, frutas, ceras éter, etc. Desagradable: Aminas, narcóticos, animales, etc. Repugnante: Putrefacción: metil mercaptano, sulfuros, líquidos cloacales Pungente: Formaldehído, Amoníaco, etc.. Hircinos: Queso, sudor, etc. Empireumáticos: Café, Tabaco, Fenol, Xileno, Naftaleno, etc. Aliáceos (olor a ajo): Cebolla: acetileno, yodo, etc. Anís: Fragante, flores, vainilla, bálsamos, ámbar, etc.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 164 Pero es importante considerarlos, pues luego al recorrer las instalaciones se puede verificar su origen y encontrar que muchas veces se deben a putrefacciones, o provienen de derrames debido a malas prácticas del manejo de materiales, o a pérdidas de productos en los procesos productivos y/o a la formación de subproductos indeseables que suelen no aparecer declarados en los procesos, o se originan en las secciones de almacenaje.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 165 VII.4.2.i.1.3 Tacto: Desde el exterior puede detectarse alguna fuente de calor, que luego hay que hallar en el interior para ver si puede generar efluentes con carga térmica. VII.4.2.i.1.4 Oído: Algunas veces no se visualizan conducciones o conexiones de efluentes, pero se puede escuchar el ruido de un flujo líquido que nos induce a percibir otras descargas cuyo punto de generación hay que hallar luego en el interior de la industria. VII.4.2.i.1.5 Sexto sentido: El conocimiento de la industria y los años de experiencia, hacen desarrollar este hipotético sentido, es muy importante seguirlo, pues a veces se logra hallar fuentes riesgosas que a simple vista pueden pasar desapercibidas. No se puede explicar en forma racional pero muchos inspectores lo poseen o lo pueden desarrollar.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 166 VII.4.2.j Relevamiento Interno de las Instalaciones: Depende del tipo de inspección que se realice. VII.4.3 Relevamiento Interno en Inspección de Control no Programada: (sorpresiva) No se notifica a los responsables de la industria y generalmente son inspecciones para verificar si el establecimiento posee efluentes contaminantes, es decir que no cumplen con las condiciones ya establecidas por legislaciones y/ o normativas vigentes en el Organismo responsable del control de la contaminación de efluentes líquidos, estas también pueden ser inspecciones de rutina. Otro tipo de inspección no programada sería la que se realiza debido a denuncias de vecinos u otras entidades. En estos recorridos, el objetivo es el control de las descargas, (calidad, caudal y verificar que en las cañerías de desagües no existan “by pass”, que puedan impedir que la totalidad del efluente proveniente del Establecimiento, concurra a las instalaciones de depuración y/o muestreo, previo a su volcamiento en el cuerpo receptor). El método consiste fundamentalmente en llegar, (una vez que se haya ingresado a la industria), lo más rápido posible hasta las descargas de los desagües, para tomar muestras y luego recién recorrer y relevar las secciones que generan los vertidos, o los almacenen, o los bombeen, o a sectores donde se sospeche que puede haber generación de efluentes desviados de las descargas normales, máxime si se van a tomar muestras instantáneas para el control de calidad, con el propósito de evitar que si hay anormalidades el personal del Establecimiento las pueda revertir para corregirlas antes de que sean observadas, evitando así la posibilidad de evaluación de la situación real. VII.4.3.a.1 Control de descargas líquidas: Es importante comenzar desde el/los último/s punto/s, entendiéndose por último/s punto/s al lugar más cercano a los límites del Establecimiento de donde se pueden tomar muestras representativas de la calidad que se está vertiendo en el cuerpo receptor. En esta instancia es fundamental determinar o estimar el caudal circulante, (si no hay circulación de líquido no debe tomarse la muestra pues si se extrae de sitios estancos, no resulta representativa del efluente instantáneo) y dejar establecido la hora de la toma de muestras, los datos de la persona del establecimiento que presenció el acto, cargo y función del mismo, N º de Documento, previamente hay que verificar que sea una persona autorizada por la Empresa para firmar las actas de inspección y no un operario no autorizado, que
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 167 implique luego un rechazo de los resultados por no haber sido debidamente conformada la toma de muestras. Los frascos que contienen las muestras a medida que se vayan llenando deben ser rotulados, indicando claramente el sitio de extracción. Es necesario respetar las formas y métodos para la extracción, conservación y envío de las muestras de acuerdo a las normativas de cada Jurisdicción, de lo contrario las mismas no serán representativas y serán objeto de impugnación, haciéndolas perder validez, para cualquier acto, Expediente o trámite Oficial, por separado se indican las técnicas comúnmente utilizadas para la toma de muestras, conservación y traslado de las mismas al Laboratorio que realizará los análisis solicitados en la inspección. Los parámetros a determinar serán en función al tipo de industria o de algunos contaminantes en especial en el caso que se trate de una denuncia. Hay determinaciones que pueden y deberían realizarse “in situ”, éstas son: pH Temperatura Cloro residual Oxígeno disuelto Dióxido de carbono Todo otro parámetro que se pueda determinar y que estarán en función de los instrumentos que se han munido los inspectores. debiéndose anotar todas las observaciones de campo que se consideren importantes. Este hecho es de gran importancia para el analista del laboratorio. VII.4.3.a.2 Control de secciones que generan efluentes industriales: Cumplimentado el primer paso, se recorren las instalaciones siguiendo el camino inverso de la/s traza/s de la/s cañería/s de descarga, desde ya la mayoría de las veces no se observan a simple vista, pero se solicita la presencia del encargado de mantenimiento que es la persona que generalmente conoce del tema o de otra persona que pueda dar esa información. Cuando los tramos son largos, generalmente hay bocas de desagües dispuestas en el recorrido, las que hay que destapar y observar en ellas, cuantas cañerías afluentes y efluentes poseen para descartar desvíos de los desagües. Es importante seguir un Plano Sanitario, si es que la industria lo posee, para avanzar más rápido y entender y asegurarse en que área uno se encuentra. Además de las muestras de efluentes líquidos puede ser necesario, realizar la toma de muestras de otro tipo de efluente, ya sea gaseoso o sólido:
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 168 Una vez establecidas “a priori” las fuentes de desagües, recién se realiza el relevamiento integral de la industria, cuyo objetivo es el conocimiento de: las secuencias de los procesos productivos, las materias primas e insumos utilizados, los contaminantes potenciales que podrían encontrarse además de los parámetros que son necesarios analizar por el tipo de industria y que inicialmente se indicaron al momento de la extracción de muestras líquidas. Muestras de Aire En cuanto a la calidad de aire se podrán tomar muestras de emisiones por chimeneas. Pero también resulta apropiado de contar con los equipos adecuados monitorear la calidad del aire en los alrededores del establecimiento, así como en las cercanías de equipos y acumuladores, tuberías, etc. a fin de detectar posibles emisiones fugitivas. Para estas extracciones es necesario conocer las técnicas específicas, las cuales no se desarrollarán en este manual. Muestras de Suelos Se podrán tomar muestras de suelos alrededor de tanques de procesos, o en las trazas de las líneas de tuberías a fin de constatar derrames. Igualmente en zonas de tanques de depósitos. Las muestras de suelo pueden ser tomadas de la superficie o a profundidad usando barrenos. Para estas extracciones es necesario conocer las técnicas específicas, las cuales no se desarrollarán en este manual.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 169 VII.4.3.a.3 Inspecciones Programadas: Son aquellas en que se ha notificado al responsable de la industria la presencia de los inspectores para un fin determinado. VII.4.4 Objetivos: Las inspecciones programadas pueden obedecer a los propósitos siguientes: Para realizar un relevamiento integral de las instalaciones industriales y/o una caracterización de los desagües. Para informar sobre los procesos productivos y/o funcionamiento de las Plantas de Tratamiento, actualización de datos. Para comprobar la veracidad de lo declarado en la documentación reglamentaria obrante en la industria y/o la presentada en el organismo de contralor. Para verificar el cumplimiento de algunas correcciones solicitadas en intimaciones previas. Para trámites de otorgamiento de Permisos. Para verificar si las instalaciones de muestreo y aforo de líquidos residuales se ajustan a los requerimientos legales y técnicos en cuanto a sus medidas, elementos y dispositivos de aforo hidráulico y sitio/s de ubicación. .
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 170 VII.4.4.a.1.1 Secuencia de las inspecciones Programadas: Se ejemplificará considerando un objetivo que abarque un gran espectro de posibilidades, para una inspección programada, de tal manera que pueda tomarse como ejemplo también para las no programadas, luego de que hayan sido tomadas las muestras. El Objetivo del ejemplo es una inspección programada para verificar el cumplimiento de las normativas vigentes, realizar la Caracterización de los desagües y efectuar la Toma de muestras y medición del caudal. VII.4.4.a.1.2 Preparación de la inspección: Si la realiza el Organismo que tiene a su cargo el control de efluentes líquidos y estando el alcance de la inspección ya definido, los inspectores actuantes deben buscar y/o solicitar al encargado del área de documentación todos los antecedentes obrantes de la industria que tengan relación con el objetivo prefijado. La idea es que se debe conocer de antemano la situación legal de la industria, los procesos declarados, los sitios de toma de muestras indicados, destino final del efluente generado, las posibles excepciones que puedan haberse otorgado, calidad de los desagües detectados con anterioridad, para prever los tipos de recipientes y conservantes necesarios que hay que llevar para la toma de muestras, según los parámetros que hay que mandar a analizar, etc., todo esto con el fin de abocarse ya en la industria a cumplimentar los objetivos específicos con mayor claridad y conocimiento de lo que hay que observar con más detalle, de esta manera se logran fluidez y agilidad en los tiempos. Se aconseja realizar un resumen de los antecedentes y anotar la documentación faltante así cómo un cuestionario preliminar para que sea contestado, luego por el responsable de la industria. (ver puntos anteriores) VII.4.4.a.1.3 Relevamiento interno de las Instalaciones: No siendo una inspección sorpresiva, sino que se ha fijado la fecha y hora, una vez en la Planta y luego de las presentaciones formales, credenciales mediantes, y/o autorizaciones debidamente firmadas y selladas por el jefe del área del organismo de Control, corresponde indicar claramente el objetivo de la inspección. Como primera medida, se aconseja dar a conocer la documentación que el organismo de control posee como antecedente y luego revisar la obrante en fábrica, examinar la misma, para certificar que no haya otro tipo de documentación presentada y que no figure en los antecedentes. Además solicitar cualquier tipo de información que se considere necesaria, como por ejemplo comprobantes de retiro de sólidos, manifiestos de carga, manifiestos de transportes de residuos, permisos de volcamiento, libros de registros, listados de compra de materias primas e insumos, listados de productos elaborados, boletas de la Empresa o Ente a cuyo cargo se encuentre el abastecimiento de agua de red, Boletas de consumo de electricidad, (para observar si hubo en los períodos posteriores a la fecha de los antecedentes aumentos en los consumos), si el abastecimiento de agua fuera por pozos semisurgentes, verificar el tipo de equipos de captación, potencias, altura y capacidad aproximada de los tanques de
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 171 agua, para estimar tentativamente en rango del volumen de agua que se podría llegar a utilizar, análisis de calidad de agua subterránea, consultar el Libro de Higiene y Seguridad obrante en la Empresa, prestar atención si en él figuran contingencias y en caso afirmativo ver que medidas se adoptaron para su corrección. Prestar atención en la simbología utilizada en las condiciones de seguridad, porque a partir de ellas se puede tomar conocimiento del tipo de sustancias peligrosas que se manejan en la Planta. A título ilustrativo, más adelante, se indican algunas simbologías referentes al tema de Seguridad. Anotar todo dato de interés en el transcurso de esta etapa, en especial registrar los últimos acontecimientos. Es costumbre que cuando se realiza un informe final de inspección para elevar a la superioridad, se utilice la siguiente frase: “según datos suministrados por el industrial, se informa...”, en realidad, esto no debería ser así, por cuanto uno de los objetivos de la inspección es verificar datos, y estos deben ser corroborados en el sitio, y es en este momento cuando se examinan los datos administrativos, lo correcto sería decir: “Se informa de acuerdo a datos corroborados y verificados que el Establecimiento cuenta con la siguiente Documentación...” En esta instancia ya se comienzan a escribir las observaciones registradas en un Acta de Inspección por duplicado, (porque si se deja como última tarea, dado que recién se está en los comienzos, es posible que luego se olviden), preferiblemente deben ser escritas a máquina o con letra clara manuscrita en imprenta mayúscula, en lo posible sin tachaduras ni enmiendas, si las hubiera hay que ratificar o rectificar al final del Acta, previo a las firmas. VII.4.4.a.1.4 Finalizadas estas acciones, se lleva a cabo el relevamiento integral de la Planta. VII.4.4.a.1.5 Las entrevistas2 Las entrevistas tienen por objeto recabar información primaria, de propia fuente, de los actores sobre el establecimiento sujeto de la inspección Como las demás tareas de la inspección, las entrevistas deben planificarse. La planificación de las entrevistas debe incluir: Identificar a los posibles entrevistados que podrían proporcionar información que se ajuste a los objetivos de la inspección Identificar las razones por las cuales se debe entrevistar a determinadas personas en el establecimiento sujeto de inspección, como también la información que se debe obtener de los entrevistados. De ser posible, programar las entrevistas a horario conveniente, dentro de las horas normales del establecimiento. VII.4.4.a.1.6 Ejecución de las Entrevistasi Como en la entrevista inicial, el inspector debe conducirse con cortesía y diligencia, pero teniendo una posición de firmeza. Los temas clave para el desarrollo de las entrevistas en el curso de las inspecciones, incluyen: 2 Fuente: Manual del Inspector en Control de La Contaminacion Industrial – Ing. Fernando Zabala - PRODIA
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 172 § Solicitar al entrevistado explique los alcances de sus responsabilidades y la relación de éstas con los objetivos de la inspección. § Formular preguntas concretas sobre los puntos de la inspección. § Reorganizar la información y realizar un repaso de cada fase de la entrevista a los efectos de confirmar que se han explorado todos los puntos clave. § Resumir la entrevista para permitir al entrevistado tener un panorama y confirmar o corregir la información recabada. El inspector debe documentar la entrevista, tomando apuntes de la misma, y labrando un acta en caso de corresponder si se verificaran aspectos que así lo ameriten. Es conveniente observar algunos aspectos que facilitan la recolección de la información en las entrevistas, a saber: • Utilizar preguntas que requieran una narrativa, y las que requieran respuestas si/no para confirmar o desechar información ya proporcionada. • Evitar hacer preguntas sugerentes, porque ellas sesgarían las respuestas y perdería objetividad la entrevista. • Organizar los temas para la realización de las preguntas, yendo de lo general a lo particular. • Utilizar puntos de referencia a los efectos de ayudar al entrevistado a cuantificar datos aportados. • Permitir al entrevistado ponderar sus respuestas. • De ser necesario se deberá solicitar informe escrito. VII.4.4.a.1.7 Observaciones e ilustraciones i El inspector debe hacer uso de todas las percepciones detectadas por los sentidos, como vista, olfato, oído y tacto, ya descriptas Se debe recurrir a dibujos, apuntes y fotografías. Las fotografías están adquiriendo cada vez mayor importancia como prueba documental, debido a que pueden congelar el instante observado y aportar pruebas importantes para los informes y cuantificación de datos. Es importante que el inspector tome nota en su cuaderno de inspecciones sobre las fotografías y numerarlas a fin de facilitar las tareas en los informes, cuando se hayan procesado las películas. Asimismo es importante contar con mapas, planos y croquis de la zona y de la planta, como así también con diagramas de procesos y lay out, para facilitar el panorama sobre la inspección. VII.4.4.a.1.8 Labrado de Actas y salidai Concluida la inspección, el inspector deberá labrar un Acta. Esta Acta se realizará en los formularios (en lo posible numerados) que la dependencia provea al inspector al efecto. Las actas deben estar correctamente confeccionadas a efectos de no invalidar las constataciones verificadas durante la inspección. En el labrado de actas, se deberá prestar especial atención a la consignación de los datos de la empresa y del/los responsable/s que atendieran la inspección, sin omitir ni abreviar ninguno a fin de no invalidar el acta. En el espacio reservado a las constataciones se deberá dejar constancia de todas las verificaciones y
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 173 contravenciones que se detecten, y las normas reglamentarias transgredidas. El acta será firmada por el inspector y el/los responsable/s que atendió la inspección, fechada y puesta la hora de confección. En caso de que el/los responsable/s se nieguen a firmar, se dejará constancia en la misma. Esta negativa no invalida el acta. Se debe entregar copia del acta al responsable del establecimiento y se dejará constancia de esto en el acta. Este trabajo origina una entrevista de cierre rápida y concisa, que será utilizada por el inspector para obtener cualquier información adicional, a los efectos de agregarla en los informes ampliatorios que acompañarán las actas. VII.5 Preparación de informes13 El informe de la inspección tiene por objeto presentar un cuadro completo, preciso y veraz de la inspección realizada. En este informe se organiza toda la información recabada, incluso aquella que originó el labrado de las Actas correspondientes, y servirá a la autoridad a cuantificar el grado de las contravenciones verificadas, responsabilidades, etc., que se utilizará para graduar las penalizaciones u otras acciones que correspondiera. El informe debe suministrarle al funcionario los elementos necesarios para el cumplimiento de lo enunciado en el punto anterior, y debe contemplar los siguientes puntos: § Motivo de la inspección. • Participantes de la inspección. • Si se cumplió con los requisitos administrativos. • Acciones y su cronología realizada durante las inspecciones. • Documentación y muestras tomadas, y resultados de los análisis de las mismas. • Observaciones realizadas. Asimismo los informes incluirán la documentación generada, información narrativa y documentación corroborante. En la redacción de los informes es importante relacionar los hechos con la evidencia obtenida durante las inspecciones. Un buen informe es fidedigno, preciso, conciso, claro y completo, además debe incluir las fuentes de la evidencia, las pruebas tangibles, estar bien redactado y organizado. 3 Fuente: Manual del Inspector en Control de La Contaminacion Industrial – Ing. Fernando Zabala - PRODIA 3
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 174 A pesar de las variaciones que pueden existir los informes contendrán: • Introducción: - información general - resumen de los hallazgos - historia de la planta • Actividades de Inspección: - entrada y reunión inicial - archivos - verificaciones realizadas - muestras obtenidas - actas o sus copias según corresponda • Apéndices: - lista de lo que se adjunta - documentos - resultados analíticos - fotografías - mapas e ilustraciones
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 175 VII.6 Relevamiento Interno de las Instalaciones para una Inspección Integral Como recomendación, se sugiere comenzar el relevamiento siguiendo la secuencia y el camino que recorre la materia prima en su proceso de transformación para la obtención del producto, finalizando en el área de Expedición y Despacho. De acuerdo al “Diagrama de flujo de Areas de inspección” que se grafica en la hoja siguiente. El objetivo en esta etapa es caracterizar los desagües y analizar las posibilidades de desviación de la calidad del vertido final, se requieren como mínimo las siguientes determinaciones: ♦ volúmenes diarios de vertido ♦ caudales horarios mínimo y máximo de vertido ♦ composición del agua y volumen de abastecimiento a la industria. ♦ procedencia de los desagües, según sean procesos continuos ó discontinuos ♦ importancia y periodicidad de los picos de contaminación ♦ posibilidad de separación de los circuitos ♦ posibilidades de tratamientos o de recirculaciones locales o parciales ♦ contaminaciones secundarias, incluso débiles u ocasionales, que puedan afectar seriamente al funcionamiento de ciertos unidades de los equipos de tratamiento (colas, alquitranes, fibras, aceites, arenas, productos de limpieza concentrados, etc.) ♦ Balances de masas, fundamental para la evaluación e informe final de la inspección. Ver gráfico ejemplificativo. ♦ comparación con informaciones procedentes de industrias similares, conviene realizar una comparación de las cantidades de contaminantes detectados mediante un análisis continuo y sistemático de los efluentes, con los consumos de productos químicos de la fábrica. A los efectos de poder determinar las características físico - químicas y bacteriológicas del efluente industrial es necesario realizar mediciones, estudios y análisis de laboratorios sobre muestras compensadas o compuestas para sacar conclusiones válidas y la tendencia en el comportamiento de ese efluente. NOTA: Se agrega una ilustración de todos los tipos de residuos que se generan en una industria, que deben verificarse y controlarse. No se desarrollarán los mecanismos de Control de todos ellos en este Manual, pues el mismo sólo trata sobre los efluentes líquidos,
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 176 o sea abarca solamente una parte del problema de la Contaminación Ambiental y de los Recursos Naturales.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 179 VII.7 Finalización de la inspección: Concluidas las etapas anteriores y labradas las Actas correspondientes, una vez en las oficinas del Ente, es conveniente complementar el Acta de Inspección con un Informe interno, detallado, donde quede documentado todo el accionar de la inspección, croquis aclaratorios, y demás datos de interés que faciliten las acciones futuras. El informe luego se eleva al superior jerárquico para que siga el trámite administrativo correspondiente de acuerdo con los procedimientos de cada Organismo, siendo un elemento absolutamente necesario para el caso que procedan acciones coercitivas como las sanciones, multas, plazos, clausuras de desagües, etc..
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 180 VII.8 Necesidad de un Reglamento de Gestión de Control de la Contaminación debido a efluentes industriales Un Reglamento de Gestión de Control, que sea ampliamente difundido y que establezca los mecanismos de inspección a las Instalaciones Sanitarias de los Establecimientos Industriales, en lo relativo al volcamiento de efluentes líquidos y utilización de agua para uso diversos: ♦ Debería basarse en las Normativas en vigencia en la Localidad de aplicación, para darle soporte Técnico – Legal. ♦ Resulta fundamental en la tarea de Control, para preservar los Recursos Hídricos utilizables, que son escasos y que por causas diversas tienden mundialmente a disminuir. ♦ Facilita la Gestión de los inspectores. ♦ Facilita la tarea del área Jurídica del Ente Administrador. ♦ Permite al que controla y al controlado, conocer sus obligaciones y derechos. ♦ Facilita la concientización y colaboración del vecindario. ♦ Previene abusos y dobles interpretaciones de los diferentes actores, transparentando las intervenciones.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 181 VII.8.1 Puntos relevantes a incluir en un Reglamento de Gestión de Control de la Contaminación por efluentes líquidos en Establecimientos Industriales. 1. Disposiciones Generales. 2. Denominación 3. Finalidad 4. Definición del Régimen Legal y de todas las Normativas relacionadas. 5. Ambito de Aplicación 6. Alcance 7. Objetivos. 8. Glosario de Términos 9. Responsabilidades. Derechos y Obligaciones de los actores. 10. Definir las Relaciones Institucionales. 11. Definición clara y concisa de todos los puntos que deben ser controlados y fiscalizados por el Ente de Control, con respecto a las Instalaciones Sanitarias Industriales, ej. capacidad o no del mismo para Aprobar y/o Registrar Proyectos, Construcción y Operación de Instalaciones de Conducción y Tratamiento de efluentes, tanto cloacales como industriales y/o combinados que vuelquen a conductos o cuerpos receptores o a pozos absorbentes, en el ámbito de Jurisdicción de aplicación del Reglamento. Validez legal de los resultados de los análisis de las muestras extraídas, etc. 12. Establecer Plazos de cumplimiento para los distintos requerimientos. 13. Definición del régimen de Inspecciones (de Control, Integral, de Rutina, etc.). Metodología y alcances del “auxilio de la fuerza Pública”, para el caso de oposición a las inspecciones. 14. Establecer o no, la Obligatoriedad de comunicar al Ente de Control toda obra interna o externa al Establecimiento industrial que pueda interferir con el Patrimonio y/o Función del Ente. 15. Establecer el Mecanismo de Resolución de situaciones especiales no contempladas en el Reglamento. 16. Establecer los Mecanismos Administrativos para presentación o no de la Documentación Técnica, definir la necesidad o no del pago de Aranceles, Derechos u otros conceptos, por ejemplo por toma de muestras o análisis, por realización de inspecciones, viáticos por traslados, Aprobación y/o Registro de Planos, etc..
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 182 17. Definir destino de los fondos recaudados. 18. Definir el/los Laboratorio/s Oficial/es, los mecanismos, sitios y formas legales para la toma de muestras y/o contramuestras y validez de éstas últimas, las técnicas analíticas a utilizar. 19. Definir los mecanismos, sitios y formas legales de medición de caudales de vertido. 20. Definir el alcance de las Autorizaciones o Permisos de volcamiento de efluentes residuales: desde el punto de vista hidráulico, de calidad y destino final, ( precario, definitivo, condicional, temporario, etc.). Definir la posibilidad del otorgamiento utilizando otros parámetros o criterios de medición, como por ejemplo: cargas másicas, tóxicas u otras, avaladas por la Legislación. 21. Definir la Gestión Administrativa para la obtención de Permisos de Vuelco de Vertidos. 22. Definir los mecanismos para Habilitación y Clausura de desagües. 23. Definir los Usos Industriales del agua: pública o extracción propia, (superficial, subterránea) y la necesidad o no de la medición de caudales de abastecimiento domiciliario e industrial. Definir el Control de la Preservación del Recurso Hídrico Subterráneo (calidad y cantidad). 24. Definir el destino y obligación de tratamiento para líquidos cloacales cuando se encuentran fuera del radio servido de cloacas, en función de la cantidad de personas que desarrollan actividades en los Establecimientos. 25. Definir la ubicación de Pozos Absorbentes y de Pozos Semisurgentes. 26. Establecer el contacto con los Consejos, Colegios u otros Organismos de agrupación Profesional que verifiquen la habilitación e incumbencias de los Profesionales actuantes, en el caso que se haya definido la obligatoriedad de presentar Documentación Técnica, Proyectos, Dirección y/o Construcción de Obras. 27. Definir el Grupo de Trabajo de revisión de la Documentación e inspecciones de obra y/o funcionamiento de las instalaciones, cuyos integrantes tendrían que poseer como mínimo las mismas incumbencias que las requeridas a los Profesionales en el punto anterior. Establecer Categorías, Función y Misión para los Inspectores. 28. Definir Régimen de Incentivos a las Industrias. 29. Definir Régimen de Sanciones. 30. Definir Disposiciones Particulares. 31. Evitar vacíos Legales y superposición de Jurisdicciones, para evitar conflictos y dilución de responsabilidades.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 183 ANEXO DE SEGURIDAD ASPECTOS A TENER EN CONSIDERACION EN LAS INSPECCIONES VII.9 Equipos de Seguridad EQUIPO Necesario No Neces. Verificado Anteojos de seguridad Máscara Tapones para oídos Zapatos de seguridad Guantes impermeables Overol / Delantal Casco Cubrecalzados Respiradores y repuestos Agua potable Agua salada VII.10 Equipos de Emergenciasi EQUIPO Necesario No Neces. Verificado Manual de P. Auxilios Botiquín de P.A. Matafuegos ABC Jabón Toallas descartables Agua para lavados
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 184 VII.11 Indicadores sobre riesgos específicos R1 Riesgo de explosión en estado seco. R2 Riesgo de explosión por choque, fricción, fuego u otras fuentes de ignición R3 Grave riesgo de explosión, choque, fricción, fuego u otras fuentes de ignición R4 Forma compuestos metálicos explosivos muy sensibles R5 Peligro de explosión por la acción del calor R6 Peligro de fuego en y sin contacto con el aire R7 Puede provocar incendios R8 Peligro de fuego en contacto con sustancias combustibles R9 Peligro de explosión al mezclar con sustancias combustibles. R10 Inflamables R11 Muy inflamables R12 Extremadamente inflamable R13 Gas licuado extremadamente inflamable R14 Reacciona violentamente con el agua R15 Reacciona con el agua produciendo gases inflamables R16 Riesgo de explosión en mezcla con sustancias comburentes (oxidantes) R17 Se inflama espontáneamente al aire R18 Al usarlo puede formar mezclas vapor-aire, explosivas, inflamables R19 Puede formar peróxidos explosivos R20 Nocivos por inhalación R21 Nocivos en contacto con la piel R22 Nocivos por ingestión R23 Tóxico por inhalación
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 185 R24 Tóxico en contacto con la piel R25 Tóxico por ingestión R26 Muy tóxico por inhalación R27 Muy tóxico en contacto con la piel R28 Muy tóxico por ingestión R29 Emite gases tóxicos en contacto con agua R30 Puede inflamarse durante el uso R31 Emite gases tóxicos en contacto con ácidos R32 Emite gases muy tóxicos en contacto con ácidos R33 Peligro de efectos acumulativos R34 Provoca quemaduras R35 Provoca graves quemaduras R36 Irrita los ojos R37 Irrita las vías respiratorias R38 Irrita la piel R39 Riesgo de efectos irreversibles muy graves R40 Posibilidad de efectos irreversibles R41 Riesgo de lesiones oculares graves R42 Posibilidad de sensibilización por inhalación R43 Posibilidad de sensibilización por contacto con la piel R44 Peligro de explosión al calentar cerrado R45 Puede ser cancerígeno R46 Puede provocar daños hereditarios R47 Puede provocar mal formación congénitas R48 Riesgo de daños graves para la salud en caso de exposición prolongada R49 Puede causar cáncer por inhalación
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 186 R50 Muy tóxico para organismos acuáticos R51 Tóxico para organismos acuáticos R52 Nocivo para organismos acuáticos R53 Puede provocar a largo plazo efectos negativos para el medio acuático R54 Tóxico para la flora R55 Tóxico para la fauna R56 Tóxico para organismos del suelo R57 Tóxico para las abejas R48 Puede causar a largo plazo efectos negativos para el medio ambiente R59 Peligro para la capa de ozono VII.12 Consejos de Prudencia S 1/2 Guardar bajo llave. S 2 Mantener fuera del alcance de los niños. S 3 Conservar en sitio fresco. S 4 Guardar fuera de espacios habilitados. S 5 Conservar bajo (líquido apropiado, véase etiqueta). S 6 Conservar bajo (gas inerte, envase etiqueta). S 7 Tener el recipiente bien cerrado. S 8 Tener el recipiente en sitio seco. S 9 Tener el recipiente en sitio ventilado. S 10 Mantener el producto en estado húmedo. S 11 Evitar contacto con aire. S 12 No cerrar herméticamente el recipiente. S 13 Mantener lejos de alimentos, bebidas y piensos. S 14 Conservar lejos de . (sustancias incompatibles, véase etiqueta)
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 187 S 15 Mantener lejos del calor. S 16 Mantener lejos de fuentes de ignición - No fumar S 17 Mantener lejos de materiales combustibles. S 18 Mantener lejos de materiales inflamables. S 20 No comer ni beber durante la manipulación. S 21 No fumar durante la manipulación. S 22 Evitar respirar el polvo. S 23 Evitar respirar los gases/humos/vapores/aerosoles. S 24 Evitar contacto con la piel. S 25 Evitar contacto con los ojos. S 26 En caso de contacto con los ojos, lavar inmediatamente y abundantemente con agua y acudir al médico. S 27 Quitarse inmediatamente la ropa contaminada o empapada.. S 28 En caso de contacto con la piel, lavarse inmediatamente y abundantemente con productos adecuados, véase etiqueta. S 29 No tirar residuos por los desagües. S 30 Nunca verter agua sobre este producto. S 31 Mantener lejos de materiales explosivos. S 33 Evitar la acumulación de cargas electrostáticas. S 34 Evitar choque o frote. S 35 Eliminar los residuos del producto y sus recipientes con todas las precauciones posibles. S 36 Llevar ropa de protección durante la manipulación. S 37 Llevar guantes de protección apropiados. S 38 En caso de ventilación insuficiente, llevar máscara adecuada. S 39 Protegerse los ojos la cara. S 40 Para limpiar el piso y los objetos contaminados por este producto, utilizar .. (debe precisarlo el fabricante. S 41 En caso de incendio y/o de explosión, no respirar los humos.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 188 S 42 Durante las fumigaciones / pulverizaciones, utilizar mascara adecuada. S 43 En caso de incendio utilizar... (los medios de extinción debe indicarlos el fabricante. Si el agua aumenta el riesgo añadir - No utilizar agua). S 44 En caso de malestar acudir al médico (si es posible mostrarle la etiqueta). S 45. En caso de accidente o de malestar acudir inmediatamente al médico (si es posible mostrarle la etiqueta). VII.13 Combinación de frases R R 14/15 Reacciona violentamente con agua produciendo gases muy inflamables. R 15/29 Reacciona con el agua produciendo gases venenosos y fácilmente inflamables. R 20/21 Nocivo por inhalación y contacto con la piel. R 21/22 Nocivo por contacto con la piel y por ingestión. R 20/22 Nocivo por inhalación y por ingestión. R 20/21/22 Nocivo por inhalación, ingestión y contacto con la piel. R 23/24 Tóxico por inhalación y contacto con la piel. R 24/25 Tóxico por contacto con la piel y por ingestión. R 23/25 Tóxico por inhalación y por ingestión. R 23/24/25 Tóxico por inhalación, ingestión y contacto con la piel. R 26/27 Muy tóxico por inhalación y contacto con la piel. R 27/28 Muy tóxico por contacto con la piel y por ingestión. R 26/28 Muy tóxico por inhalación y por ingestión. R 26/27/28 Muy tóxico por inhalación, por ingestión y contacto con la piel. R 36/37 Irrita los ojos y las vías respiratorias. R 37/38 Irrita las vías respiratorias.
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 189 R 36/38 Irrita los ojos y la piel R 36/37/38 Irrita los ojos, las vías respiratorias y la piel. R 39/26/28 Muy tóxico: peligro de efectos irreversibles muy graves por inhalación e ingestión. R 39/27/28 Muy tóxico: peligro de efectos irreversibles muy graves por contacto con la piel e ingestión. R 39/26/27/28 Muy tóxico: peligro de efectos irreversibles muy graves por inhalación, contacto con a piel e ingestión. R 40/20 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles por inhalación R 40/21 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles en contacto con la piel R 40/22 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles por ingestión R 40/20/21 Nocivo: posibilidad de efectos irreversibles por inhalación y contacto con la piel R 42/43 Posibilidad de sensibilización por inhalación y contacto con la piel. VII.14 Combinación de frases S S 1 / 2 Guardar bajo llave y fuera del alcance de los niños. S 3 / 9 Tener el recipiente en lugar fresco y ventilado. S 3 / 7 / 9 Tener el recipiente bien cerrado en lugar fresco y bien ventilado. S 7 / 9 Tener el recipiente bien cerrado en lugar bien ventilado. S 7 / 8 Tener el recipiente bien cerrado y en sitio seco. S 20 / 21 No comer, beber ni fumar, durante la manipulación. S 24/ 25 Evitar contacto con los ojos y la piel. S 36 / 37 Llevar guantes y ropa de protección adecuados durante la manipulación. S 36 / 39 Llevar ropa y gafa o máscara de protección adecuadas durante la manipulación
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 190 S 37 / 39 Llevar guantes y gafas o máscaras de protección adecuadas. S 36 / 37 / 39 Llevar ropa, guantes y gafas o máscara de protección adecuadas durante la Manipulación
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    CAPITULO VII Programa deDesarrollo Institucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 191
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    CONCLUSIONES Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 193 VIII CONCLUSIONES: En nuestro planeta los procesos ambientales de todos los países están interrelacionados, ningún país es autosuficiente. A fin de satisfacer las necesidades actuales de la humanidad y no comprometer la capacidad de futuras generaciones en sus propias necesidades y lograr su bienestar, o sea llegar a un “Desarrollo Sostenible”, es imprescindible conseguir una gestión correcta del planeta que garantice lo expresado anteriormente. Para ello se está trabajando en la Comunidad Internacional a efectos de lograr acuerdos y compromisos que incorporen las Leyes de la ecología a los modelos macroeconómicos que intentan solucionar los problemas sociales y económicos de los distintos países. Por lo tanto se puede manifestar que la Ecología y la Economía van de la mano y son dos ciencias no exactas que tratan el mismo tema, pero desde distintos ángulos. Ambos términos tienen idéntica raíz: el vocablo griego “OIKOS” (eco) que significa “casa”. Una trata del conocimiento de nuestro planeta, (siendo este nuestra casa) y la otra cuida la administración de ella. El planeta es limitado, sus dimensiones como ecosistema global no son muy grandes y el hombre a través de los tiempos ha ido empequeñeciendo los océanos, las montañas y las selvas. Por ende hay que tener muy en cuenta que no se podrá crecer en forma indefinida. La mejora en la calidad de vida de sus habitantes, o sea “el desarrollo humano” deberá indefectiblemente llevarse a cabo teniendo en cuenta la capacidad limitada de los ecosistemas naturales para absorber los productos de desechos generados por los mismos seres humanos en sus distintas actividades. Si logramos concientizarnos de lo anterior y consideramos que nuestro planeta es nuestra única “casa” que compartimos con el resto de los seres vivos, llegaremos a alcanzar la primera gran razón para mentalizarnos que hay que cuidarlo y respetarlo, lo que exige un gran cambio en las actitudes, comportamientos individuales y hábitos diarios a fin de realizar una eficiente administración. El crecimiento económico de los países se ve incentivado cada vez más por la “demanda social” para mejorar la calidad de vida de sus habitantes, siguiendo la tendencia mundial de “creación de mercados”. En muchos casos para llevarlo a cabo, no se han tenido muy en cuenta los bienes medioambientales. Ello conlleva a un incremento de la “INDUSTRIALIZACION” (que es fuente de ingresos y de trabajo). En las industrias se han ido implantando nuevas tecnologías, han ido apareciendo nuevos productos químicos de distinto grado de peligrosidad, se ha ido sustituyendo el petróleo por otros combustibles derivados y se ha incrementado el consumo de energía. En general la INDUSTRIALIZACION genera desechos que sin una correcta disposición, van afectando la calidad de los suelos, el agua y el aire, modificando el equilibrio de los ecosistemas. Además hay que ser concientes que también la sociedad con sus diversas actividades contribuye a la polución.
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    CONCLUSIONES Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 194 Una forma de Prevenir y Minimizar la contaminación que aportan las industrias con sus desechos es concientizar a sus responsables de aplicar en ellas “SISTEMAS DE GESTION AMBIENTAL”. Los mismos varían en procedimientos y complejidad, (no se han desarrollado en este Manual, porque se considera que por su importancia, merecen un Manual específico, pero se podrían generalizar con los siguientes principios: • Implantar una Política Ambiental en las Empresas, para el cumplimiento de las normativas vigentes. • Elaborar procedimientos operativos eficientes. • Dar prioridad a la Prevención respecto de la corrección • Minimizar la generación de residuos en el origen e incentivar el reciclado y reutilización. • Construir Plantas Depuradoras para corregir la contaminación remanente • Disponer de manera segura los residuos peligrosos y cenizas que no pueden ser tratados con las tecnologías conocidas. De la experiencia acumulada, cabe agregar que no siempre se puede lograr que el residuo resultante de industrias de alta complejidad ambiental sea igual a “cero”, siempre quedan remanentes que hay que corregir, por tal causa hay que insistir en que se implementen en estas industrias tratamientos de depuración de la contaminación final. Otro concepto que es necesario destacar y que se usa como muletilla, es el de querer minimizar los efectos contaminantes de algunas sustancias orgánicas biodegradables, y considerar que la naturaleza se va a encargar de degradarlas, aunque en efecto esto sea real, hay que tener en cuenta que a veces el lapso de tiempo que lleva, es muy largo, (20 días en el caso de algunos detergentes, por dar un ejemplo), y ya se van originado en ese lapso, daños en los cursos receptores, pues se ha ido consumiendo el Oxígeno y se ha interferido el proceso de autodepuración de por lo menos un sector del curso. Obviamente el “dejar hacer”, en manera de contaminación, puede implicar importantes costos ambientales en el mediano y largo plazo, surge de ello la importancia de controlar y dar incentivos a las Empresas que concientes del problema quieren realizar mejoras y nuevos emprendimientos en materia ambiental y penalizar a aquellas que no se esfuerzan siendo indiferentes a la depredación y al desequilibrio de los ecosistemas que su no accionar origina, dando prioridad a su rentabilidad inmediata y compitiendo con ventajas evidentes con empresas de rubros afines que han internalizado sus costos ambientales. La validez de estos razonamientos, nos da los fundamentos de la importancia que debería darse al hecho de dotar a los Entes de Control, de un cuerpo de inspectores cuyas funciones sean debidamente jerarquizadas de tal manera de poder exigirles a los mismos ciertos requisitos para obtener su credencial. El inspector debe tener autoridad moral sobre el inspeccionado, manteniendo siempre las distancias, para ello es fundamental la idoneidad y el respeto de principios éticos y tener la capacidad de hacer docencia cuando perciba que el incumplimiento es por desconocimiento.
  • 197.
    CONCLUSIONES Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 195 Uno de los Objetivos de este manual fue dar un soporte técnico para contribuir a la formación de los Inspectores en las tareas de Control de la Contaminación de los Recursos Hídricos debido a los efluentes industriales y proponer los lineamientos generales para la realización de inspecciones, haciendo hincapié que las mismas deberían estar reglamentadas Para finalizar, si todos contribuimos, podremos cuidar “nuestra casa”, mejorar el nivel de vida y dejarles a nuestros descendientes un planeta en condiciones de ser vivido, resaltando que es de suma importancia difundir en la sociedad la necesidad de preservar los bienes medioambientales y formar la conciencia Ecológica desde la escuela primaria.
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    CONCLUSIONES Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 196
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    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental..................................Componente Control de la Contaminación 197 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ♦ Depuración de aguas residuales – Prof. Dr. Ing. Aurelio Hernández Muñoz ♦ Diccionario de Química y Productos Químicos – Sax – Lewwis – Hawley ♦ Economía y Mercado del Medio Ambiente – Luis Hernández Berasaluce ♦ 1993 Emergency Response Guidebook - US Departament of Transportation ♦ Ingeniería de aguas Residuales – Metcalf & Eddy ♦ Manual del Ingeniero Químico – Perry ♦ Manual Técnico del agua – Degrémont ♦ Métodos Normalizados para el análisis de aguas Potables y Residuales – APHA – AWWA – WPCF – Díaz de Santos. ♦ Normas y Gráficos de Instalaciones Sanitarias Domiciliarias e Industriales – O.S.N. ♦ Tratado de Derecho Ambiental – Dino Bellorio Clabot ♦ Reglamento para las Instalaciones Sanitarias Internas y Perforaciones – O.S.N. ♦ Valoración Económica de la Calidad Ambiental – Diego Azqueta Oyarzun
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    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación ANEXO LEISLACION NACIONAL
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    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación B) Leyes Nacionales Enunciación de algunas Leyes Nacionales, relacionadas con temas ambientales. Ley Nacional Nº Tema 2.797 (Año 1891) Restricciones de volcado a los ríos de la República de las aguas cloacales y residuos industriales, sin purificación previa. 4.198 (Año 1903) Obligación de la depuración de los efluentes industriales, dentro del ámbito de Cap. Fed. 6.767 (Año 1945) Regulación del uso y aprovechamiento de aguas de ríos y corrientes subterráneas que atraviesan dos o más provincias, o una provincia y un territorio. 13.273 (Año 1948) Régimen de protección y utilización racional de los bosques y recursos forestales. 13.660 (Año 1949) Seguridad de Instalaciones de Elaboración, Transformación y Almacenamiento de Combustibles 17.319 (Año 1967) Ley de Hidrocarburos 18.398 (Año 1969) Ley de la Prefectura Naval Argentina. Plan Nacional de Contingencias. 19.587 (Año 1972) Higiene y Seguridad del Trabajo 20.418 (Año 1973) Tolerancia y Límites Administrativos para residuos plaguicidas en productos y subproductos de agricultura y ganadería. 21.353 (Año 1979) Autoriza la aceptación del Convenio Internacional para Prevenir la Contaminación de las Aguas del Mar por Hidrocarburos: 21.497 (Año 1979) Sobre el Convenio sobre la Prevención de la Contaminación del Mar por Vertimiento de Desechos y otras Materias 21.608 Promoción Industrial 21.778 (Año 1978) Contratos de Riesgo establece diversas obligaciones de las empresas contratista que se refieren a conductas de cuidado y resguardo contra contaminaci6n de aguas y costas, estableciendo medidas. 22.190 (Año 1980) Establece el Régimen de Prevención y Vigilancia de la Contaminación de las Aguas u otros elementos del Medio Ambiente por Agentes Contaminantes Provenientes de Buques o Artefactos Navales. 22.351 (Año 1980) Ley de Parques y Reservas Nacionales y Monumentos Naturales. 22.421 (Año 1981) Protección y Conservación de la Fauna Silvestre.
  • 202.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Ley Nacional Nº Tema 22.428 (Año 1981) Fomento de la conservación y recuperación de los suelos. 22.907 (Año 1983) Aprueba cl Memorándum de Acuerdo con cl Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente, suscripto en Nairobi, Kenya, el 24 de mayo de 1983. 23.027 (Año 1983) Creó la Comisión Nacional del Tratado de la Cuenca del Plata y el Comité Hídrico de la Cuenca del Plata. 23.054 (Año 1984) Aprueba la Convención. Americana sobre Derechos Humanos (Pacto de San José de Costa Rica). 23.614 (Año 1988) Promoción Industrial. 23.615 (Año 1988) Creación del Consejo Federal de Agua Potable y Saneamiento. (COFAPYS) 23.778 (Año 1990) Ley que aprueba el Protocolo de Montreal relativo a las Sustancias que agotan la Capa de Ozono, suscripto en Montreal el 16 de septiembre de 1987. 23.829 (Año 1990) Ley que aprueba el Convenio de Cooperación suscripto con Uruguay para prevenir, y luchar contra incidentes de Contaminación del Medio Acuático producidas por Hidrocarburos y otras sustancias perjudiciales. 23.918 (Año 1991) Aprueba la Convención sobre la Conservación de las Especies Migratorias de Animales Silvestres, adoptada en Bonn República Federal de Alemania, el 23 de junio de 1979. 23.919 (Año 1991) Sobre la Convención relativa a Humedales, de importancia internacional especialmente como hábitat de aves acuáticas, suscripto en Ransa, el 2 de febrero de 1971 (modificada según el Protocolo de París del 3 de diciembre de 1982). 23.922 (Año 1991) Convenio de Basilea sobre el Control de los Movimientos Transfronterizos de los Desechos Peligrosos y su Eliminación, suscripto en Basilea, Suiza el 22 de marzo de 1989. 23.961 (Año 1991) Se aprueba el Convenio suscripto sobre la Constitución del Comité Regional de Sanidad Vegeta1 (COSAVE), Países miembros: Argentina, Brasil. Chile, Paraguay y Uruguay. 24.040 (Año 1991) Establece restricciones a la producción utilización, comercialización, importación y exportación de sustancias agotadoras de la capa de ozono definidas en el Protocolo de Montreal ratificado por Ley 23.778/90. 24.051 (Año 1992) Residuos Peligrosos. 24.065 (Año 1992) Normas sobre generación, transporte, distribución y demás aspectos vinculados con la energía eléctrica.
  • 203.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Ley Nacional Nº Tema 24.089 (Año 1992) Aprobación del Convenio Internacional para prevenir la contaminación por buques. 24.271 (Año 1993) Aprueba el Acuerdo para la Creación del Instituto Interamericano para la Investigación del Cambio Global (Montevideo 1992) 24.295 (Año 1994) Aprueba la Convención de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático. 24.375 (Año 1994) Aprueba el Convenio sobre la Diversidad Biológica. 24.605 (Año 1995). Declárase al día 27 de Septiembre de cada Año “Día Nacional de la Conciencia Ambiental”. Promulgada el 10 de Enero de 1996. 24.696 (Año 1996) Declárase de interés Nacional el Control 15.336, 24.065 Energía Eléctrica 20.284, 22.700 (Año 1973) Establecimiento de normas para la preservación de los recursos del aire (aplicable a todas las fuentes capaces de producir contaminación atmosférica en jurisdicción Federal y en las provincias que adhieran a la misma). 23.879, 24.539 (Año 1990 1995) De Obras Hidráulicas. Evaluación de las consecuencias ambientales que producen o podrían producir en territorio argentino las represas construidas o en construcción y/o planificadas Promulgada el 24 de octubre de 1990. Modificada por la 1ey 24.539 de 1995. 13.577, 14.160, 18.593, 20.324, 20.686, 21.066 (Año 1949, 1952, 1972, 1973, 1974, 1975) Ley Orgánica para la Administración de Obras Sanitarias de la Nación y sus modificatorias
  • 204.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación ANEXO MODELOS DE ACTAS: INSPECCION Y EXTRACCION DE MUESTRAS
  • 205.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación NOMBRE DEL ORGANISMO DE CONTROL ACTA DE INSPECCION DE CONTROL Nº.................. SECTOR:.............................................................................................................................................................. CODIGO DE REGISTRO DEL ESTABLECIMIENTO:............................................................................... (Original) RAZON SOCIAL: PROPIETARIO/ REPRESENTANTE LEGAL: DOMICILIO: LOCALIDAD RUBRO: Fecha de Inspección: Hora de la Inspección: MOTIVO DE LA INSPECCIÓN: RESULTADOS DE LA INSPECCION: Quedan Uds. notificados que por inspección practicada en el día de la fecha, por personal del Sector mencionado, se han detectado: Nota: Agrega hojas adicionales: Si: Cuantas: No: Extracción de Muestras: Si: Cuantas: No: Nº de Actas de la Toma de Muestras: VIII.2 A LOS FINES DE CORREGIR LAS OBSERVACIONES FORMULADAS, SE ESTIPULA UN PLAZO DE SIN PERJUICIO DE APLICAR LAS SANCIONES PREVISTAS EN LA NORMATIVA VIGENTE. Nombre de la Normativa aplicada: Nº de los Arts. en Infracción:
  • 206.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación CROQUIS: UBICACIÓN DEL ESTABLECIMIENTO E IDENTIFICACIÓN DE PUNTOS DE VERTIDOS Datos de Caudal Destino Final Descripción Tratamientos (b) NºdeDescarga Continuo Discontinuo Medido(a) Estimado Industrial Cloacal Combinado IX VALOR Lts/seg. m3 /h 1 2 3 4 5 6 7 8 9 (a) Indicar sitio y Método de Medición: ........................................................................................................................ ................................................................................................................................................................................ (b) 1 Pretratamiento 2 Tratamiento Primario 5 Otro 3 Tratamiento Secundario 4 Tratamiento Terciario 6 Ninguno
  • 207.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Nombre de la/las personas de la Empresa que acompañaron en la Inspección: 1 Firma: 2 Firma: Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento: Cargo en la Empresa: Cargo en la Empresa: X INSPECTORES ACTUANTES 1 Firma 2 Firma Aclaración: Aclaración: Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento:
  • 208.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Continuación Acta Nº........................................................... Foja Nº.......... de........ X.1 RESULTADOS DE LA INSPECCIÓN: X.1.1.a Nombre de la/las personas de la Empresa que acompañaron en la Inspección: 1 Firma: 2 Firma: Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento: Cargo en la Empresa: Cargo en la Empresa: XI INSPECTORES ACTUANTES 1 Firma 2 Firma Aclaración: Aclaración: Tipo y Nº de documento: Tipo y Nº de documento: OBSERVACIONES:
  • 209.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación NOMBRE DEL ORGANISMO DE CONTROL SECTOR:.............................................................................................................................................................. CODIGO DE REGISTRO DEL ESTABLECIMIENTO................................................................................. ACTA DE EXTRACCION DE MUESTRAS Nº .................... (Original) RAZON SOCIAL: PROPIETARIO/ REPRESENTANTE LEGAL: DOMICILIO: LOCALIDAD: RUBRO: Fecha de la Extracción: Hora de la Extracción SITIO DE EXTRACCION: Materias primas utilizadas: Insumos utilizados: Descripción del tratamiento de depuración: DESTINO FINAL DEL VERTIDO: XII CAUDAL INSTANTANEO Medido: Estimado: Continuo: Discontinuo: ..............................l/seg. ..................................l/seg ................................l/seg. ...............................l/seg. XIII CALIDAD XIV DETERMINACIONES “IN SITU” XV DETALLES - RESULTADOS Parámetros a determinar en Laboratorio Tipos de frascos utilizados Tipo de muestra e identificación de la muestra (Nombre o Código de los Parámetros) V P Otro Instantánea – Etiqueta de identificación Compuesta - Etiqueta de identificación Compensada - Etiqueta de identificación Cadena de frío: Si: No: Contramuestras: No: Si: Identificación:
  • 210.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación CROQUIS Y UBICACIÓN DEL SITIO DE EXTRACCIÓN: OBSERVACIONES: ................................................................................................................................................................................ ................................................................................................................................................................................ ................................................................................................................................................................................ ................................................................................................................................................................................ (Indicar puntos de referencia, para la correcta ubicación del Sitio de Extracción) CONFORMIDAD DE LA EXTRACCIÓN: Manifiesto que la extracción del vertido industrial, realizada en el día de la fecha, por el personal abajo firmante, ha sido a mi entera satisfacción. Nombre de la persona de la Empresa que presenció la Extracción y presta conformidad. Firma: Aclaración: Cargo en la Empresa: Tipo y Nº de documento: INSPECTOR ACTUANTE: EXTRACTOR ACTUANTE: Firma Firma: Aclaración: Aclaración: Nº de Documentos: Nº de Documentos:
  • 211.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación ANEXO UNIDADES DE TRATAMIENTO DE EFLUENTES LIQUIDOS
  • 212.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
  • 213.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación DIAGRAMA DE FLUJO DE UNA PLANTA DE TRATAMIENTO OPERACIONES UNITARIAS I II IV V VI VIIIII VIII I DESBASTE OUF II DESARENADO OUF III DESENGRASE OUF IV HOMOGEINIZACION OUF V SEDIMENTACION PRIMARIA OUF VI REACTOR BIOLOGICO PUB VII SEDIMENTACION SECUNDARIA OUF VIII FILTRACION OUF IX DESINFECC PUQ OUF = OPERACIÓN UNITARIA FISICA PUQ = PROCESO UNITARIO QUIMICO PUB = PROCESO UNITARIO BIOLOGICO
  • 214.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
  • 215.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
  • 216.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
  • 217.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
  • 218.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Reja de Limpieza automática Tamiz Curvo Estático Tamiz Curvo Estático
  • 219.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Desengrasador Simple 1 Afluente 2 Grasa retenida 3 Cámara de inspección - sifón 5 Efluente Decantador Vertical Estático. 1 Afluente 2 Efluente Clarificado 3 Purga de barros
  • 220.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Decantador de Flujo Horizontal con barredor de superficie y fondo Afluente Barredor Efluente Recogedor de grasas Extracción de barros
  • 221.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Reactor Biológico con aireador superficial Aireador superficial flotante Difusor Sistema de aireación por difusores
  • 222.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación Microorganismos presentes en un Sistema de Tratamiento Biológico Aeróbico Bacterias Protozoo libre Protozoo Fijo Rotífero Nemátodo
  • 223.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación
  • 224.
    Programa de DesarrolloInstitucional Ambiental.......................................Componente Control de la Contaminación