E l C ate cis m o e ns e ña:

     "C onvie ne valorar los
       p e cad os s e g ún s u
  grave d ad " (p . 521 , #1 854).
E l C ate cis m o e ns e ña:
"E l p e cad o m ortal... E ntraña la pérdida d e la caridad y la privación
   d e la gracia s antificante e s d e cir, d e l estado de gracia. S i no e s
   re s catad o p or e l arre p e ntim ie nto y e l p e rd ón d e D ios , cau s a la
   e xclu s ión d e l R e ino d e C ris to y la m u e rte e te rna d e l infie rno..."
   (p . 522, #1 861 ).
Causa la muerte
  espiritual              Solo pueden ser absueltos
                          por un sacerdote
Los hace enemigo de       Tienen que haber sido
  Dios                    confesados

Los excluye del reino
                          Cumplirse una penitencia
Les condena al infierno
DEBEN REUNIR LAS SIGUENTES TRES
               CARACTERÍSTICAS:

* Q u e s e a m ate ria grave
* Q u e s e te nga p le no conocim ie nto
* Q u e s e h aga con p le no cons e ntim ie nto
Vie ne p re cis ad a p or los D ie z
               M and am ie ntos

E j m p lo:
   e
   H ace r d año al b u e n nom b re d e l p rój o (e n
                                                im
   as u nto s e rio)
   R ob ar u na s u m a grand e (o p e qu e ña s i e s a
   u n p ob re )
Q u e no s e com e ta p or e rror o ante s qu e
  u no s e d é cu e nta d e lo qu e s e trata. La
  m e nte d e b e d ars e cu e nta d e la
  p e cam inos id ad d e l h e ch o al tie m p o e n
  qu e s e re aliza.



La volu ntad d e b e cons e ntir d e lib e rad am e nte a
la te ntación, s e a d e s e a d e p e ns am ie nto,
p alab ra u ob ra.
Im p u re za
Inj s ticia
    u
M e ntir                 Ab orto
M atar                   Ser
P e cad os               ind ife re nte
s e xu ale s             D ivorcio
O fe nd e r am is tad    P ornografía
N o as is tir a m is a
                         E tc.
Trafico d rogas
Ser
ob s ce nam e nte
 ricos
E l cate cis m o e ns e ña:
  "S e com e te u n p e cad o
  ve nial cu and o no s e
  ob s e rva e n u na m ate ria
  le ve la m e d id a p re s crita
  p or la le y m oral, o cu and o
  s e d e s ob e d e ce a la le y
  m oral e n m ate ria grave ,
  p e ro s in p le no
  conocim ie nto o s in e nte ro
  cons e ntim ie nto" (p p .
  522-523, #1 862).
E l cate cis m o s igu e d icie nd o:

    E l p e cad o ve nial d e b ilita la carid ad ; e ntraña u n
  afe cto d e s ord e nad o a b ie ne s cre ad os ; im p id e e l
  p rogre s o d e l alm a e n e l e j rcicio d e las virtu d e s
                                      e
  y la p ráctica d e l b ie n m oral; merece penas
  temporales. E l p e cad o ve nial d e lib e rad o y qu e
  p e rm ane ce s in arre p e ntim ie nto, nos d is p one
  p oco a p oco a com e te r e l p e cad o m ortal N o
  ob s tante , e l p e cad o ve nial no nos hace contrarios a
  la voluntad y la amistad divinas; no rom p e la
  Alianza con D ios . Es humanamente reparable con la
  gracia d e D ios . ‘ No priva de la gracia santificante,
  d e la am is tad con D ios , d e la carid ad , ni, por
  tanto, de la bienaventuranza eterna.
N o e xclu ye n a la ge nte d e l re ino
N o h ace n al h om b re e ne m igo d e D ios
N o lle van cons igo cond e nación e te rna
N o ne ce s itan s e r confe s ad os (au nqu e s e
  re com ie nd a)
S on tod os los qu e no e ntran e n la
  cate goría d e P e cad o M ortal
Lle va cons igo u n cas tigo te m p oral
E s e xp iad o p or confe s ión y p or las llam as
  d e l P u rgatorio
La P alab ra d e D ios no h ace
d is tinción ace rca d e la grave d ad
de           cie rtos       p e cad os .
S e ncillam e nte d e clara qu e la
p aga d e l p e cad o e s m u e rte , y
e ns e ña qu e tod os nos otros
p e cam os (R om anos 3:23) Tod os
los p e cad os s on m ortale s ,
(E ze qu ie l 1 8:4; S antiago 2:1 0,
4:1 7)
La am is tad con D ios e s tá
 rota d e s d e qu e nacim os :
 “ H e aqu í, e n m ald ad h e
 s id o form ad o…” (S alm os
 51 :5)

Je s u cris to, al m orir e n la
 cru z p ag ó p or tod os los
 p e cad os u na ve z y p ara
 s ie m p re :
 "P e ro C ris to, h ab ie nd o
 ofre cid o u na ve z p ara
 s ie m p re u n s olo s acrificio
 p or los p e cad os , s e h a
 s e ntad o a la d ie s tra d e
 D ios ". H e b re os 1 0:1 2
E l p e cad o, s ie nd o cu m p lid o, e nge nd ra m u e rte .
(S antiago 1 :1 5).

La concie ncia no e s u n gu ía s e gu ro: E l qu e
confía e n s u coraz ón e s ne cio. (P rov. 28:26)
E ngaños o e s e l coraz ón m ás qu e tod as las
cos as , y p e rve rs o; ¿qu ién lo conoce rá?

E l alm a qu e p e care , e s a m orirá. (E ze . 1 8:20)

La p aga d e l p e cad o e s m u e rte . (R om . 6; 23).
SEGÚN LA IGLESIA CATÓLICA…
    Tanto e n e l p e cad o m ortal com o e l ve nial, e l p e rd ón d e
  d ich o p e cad o, d e p e nd e d e qu e e l ofe ns or h aga u na
  re s titu ción d e alg ún tip o. E s ta re s titu ción p u e d e s e r la
  confe s ión, re zar cie rtas oracione s , re cib ir la E u caris tía, u
  otro ritu al d e alg ún tip o. E l p e ns am ie nto b ás ico e s qu e a
  fin d e qu e e l p e rd ón d e C ris to s e a ap licad o al ofe ns or, e l
  ofe ns or d e b e e fe ctu ar alg ún trab aj y e ntonce s e l p e cad o
                                               o
  e s tá p e rd onad o. E l p ago y e l p e rd ón d e la tras gre s ión
  d e p e nd e n d e las accione s d e l ofe ns or.

«Por elBautismo, t
                 odos l pecados son per
                      os                donados, elpecado originaly
  todos l pecados per
        os            sonal así como t
                           es,         odas l penas delpecado».
                                            as
                   (Catecismo p árrafo 1 263)
LA BIBLIA DICE:
 * P e ro te ne m os qu e d ar gracias a D ios , p orqu e
s ie nd o au n p e cad ore s , C ris to m u rió p or
nos otros . (R om . 5:8).

 * La sangr de Jesucr o su Hij nos l
            e         ist    o     impia de t
                                            odo
pecado. (I Juan 1:7).

* Si confesamos nuest os pecados, éles fiely j o par
                      r                      ust    a
que nos perdone nuest os pecados, y nos l
                      r                  impie de t
                                                  oda
maldad. (1 Ju an 1 :9).
La E u caris tía tie ne e l p od e r d e
p u rificar a los católicos d e los
p e cad os      com e tid os      y       de
p rote ge rlos d e fu tu ros p e cad os .


"P or e s o la E u caris tía no p u e d e
u nirnos a C ris to s in p u rificarnos al
m is m o tie m p o d e los p e cad os
com e tid os y p re s e rvarnos d e
fu tu ros p e cad os " (p . 399, #1 393).
"P or la m is m a carid ad qu e
e ncie nd e      en       nos otros ,    la
E u caris tía nos          p re s e rva d e
fu tu ros p e cad os m ortale s " (p .
399, #1 395).
"... la s angre d e Je s u cris to s u H ij nos lim p ia d e
                                           o
tod o p e cad o".
1 Ju an 1 :7

"Y d e Je s u cris to, e l te s tigo fie l... Al qu e nos am ó, y
nos lavó d e nu e s tros p e cad os con s u s angre ".
Ap ocalip s is 1 :5

"E n m i coraz ón h e gu ard ad o tu s d ich os , p ara no
p e car contra ti". S alm os 1 1 9:1 1

"¿C on qu é lim p iará e l j n s u cam ino? C on
                                ove
gu ard ar tu p alab ra". S alm os 1 1 9:9
P árrafo 1 532, d e l
    N u e vo C ate cis m o
         U nive rs al:


 «La gracia e s p e cial d e l
s acram e nto d e la U nción
  d e los e nfe rm os tie ne
com o e fe cto: ...e l p e rd ón
   d e los p e cad os s i e l
  e nfe rm o no h a p od id o
      ob te ne rlo p or e l
     s acram e nto d e la
        p e nite ncia” .
"N o h
               ay n i
    falta
             por g
                       n gu n
                              a                 "Por medio del
   que s            rave                        obispo y de sus
            e a qu
  Ig le s
          ia n o e la                           presbíteros, la
 p e rd o
           n ar"
                   pue d
                          a                     Iglesia en nombre
2 85 ,
        #982
                  (p .                          de Jesucristo
                ).                              concede el perdón
                "Por volun                      de los pecados"
                              tad de Cri
               la Iglesia                sto,   (p. 414, #1448).
                            posee el po
               de perdon                der
                           ar los peca
              de los bau               dos
                           tizados..."
              286, #986                (p.
                           ).
"Acer
 pues, quémono
        confia         s,
 al tron        dame
         o de l        nte
     para       a gra
           alcan      cia,
miseri
       cordia zar
   gracia       y halla
            para        r
oport
       uno so el                "S i s e h u m illare m i p u e b lo,
  (Hebr       corro
         eos 4:     ".          s ob re e l cu al m i nom b re e s
                16)
                             invocad o, y orare n, y b u s care n
                              m i ros tro, y s e convirtie re n d e
                              s u s m alos cam inos ; e ntonce s
                                 yo oiré d e s d e los cie los , y
                                p e rd onaré s u s p e ca-d os , y
                              s anaré s u tie rra". (2 C rónicas
                                               7:1 4)
"S i e n la Igle s ia no h u b ie ra
  re m is ión d e p e cad os , no
h ab ría ningu na e s p e ranza,
ningu na e xp e ctativa d e u na
     vid a e te rna y d e u na
 lib e ración e te rna. D e m os
gracias a D ios qu e h a d ad o
a la Igle s ia s e m e j
                       ante d on"
         (p . 286, #983).
"El que quiere obtener la
 reconciliación con Dios y                   "La confesión de los
 con la Iglesia debe                         pecados hecha al
 confesar al sacerdote todos                 sacerdote constituye
 los pecados graves que no                   una parte esencial del
 ha confesado aún y de los                   sacramento de la
 que se acuerda tras
                                             Penitencia" (p. 416,
 examinar cuidadosamente
 su conciencia" (p. 426,                     #1456).
 #1493).

       "E s llam ad o s acram e nto d e la confe s ión p orq u e la
  d e claración o m anife s tación, la confe s ión d e los p e cad os
       ante e l s ace rd ote , e s u n e le m e nto e s e ncial d e e s te
s acram e nto" (p . 406, #1 424; véas e tam b ién p . 426, #1 493).
"Mi pecado te declaré, y no
               encubrí mi iniquidad. Dije:
                    Confesaré mis
              transgresiones a Jehová; y
              tú perdonaste la maldad de
               mi pecado". (Salmos 32:5)




"Así que, hermanos, teniendo libertad
para entrar en el Lugar Santísimo por
     la sangre de Jesucristo...".
           (Hebreos 10:19)
Cita del Concilio de Trento:

Si alguno niega que la confesión sacramental fue
instituida o sea necesaria para la salvación, por
derecho divino, o dice que la manera de confesarse
secretamente al sacerdote solo, lo que ha
observado la iglesia desde el principio, y aún lo
observa, o que sea ajena a la institución o mandato
de Cristo, y que es una institución humana, sea
anatema.
La confe s ión tu vo s u orige n e n la cos tu m b re d e e xigir
a cie rtos p e nite nte s q u e h icie ran confe s ión p úb lica d e
s u s p e cad os ante s d e s e r vu e ltos a ad m itir a la s anta
com u nión.

D ad a la natu rale za d e l as u nto, e s ta confe s ión m u ch as
ve ce s no e ra e d ificante , y p or e s o, e n d e te rm inad os
cas os , los e ncargad os o ían la confe s ión e n p rivad o.

P oco a p oco e s te p roce d im ie nto s e h izo ob ligatorio
p ara tod os los p e cad os . E l P ap a Le ón e l G rand e e n e l
año 450 p roh ib ió la confe s ión p úb lica, y fu e és ta
re e m p lazad a p or la confe s ión p rivad a al s ace rd ote .
-N o e s u na e ns e ñanza b íb lica
                                       -P od e m os
-E l N .T. e ns e ña qu e tod os
s om os                                ace rcarnos a
                                       C ris to, s in
S ace rd ote                           inte rm e d iario (Ve lo
- E n e l A.T. s e ofre c ían          roto)
s acrificios p or m e d io             - C onfe s e m os
d e los s ace rd ote s                 nu e s tros p e cad os
                                       A D IO S (1 Ju an
-Ah ora no e s ne ce s ario, nos
ace rcam os a D ios p or m e d io
                                       1 :9)
d e l s acrificio d e C ris to
La Igle s ia C atólica R om ana b as a s u s p rácticas d e la
confe s ión a s ace rd ote s p rincip alm e nte e n la trad ición
C atólica y s e b as an e n los s igu ie nte s ve rs ícu los :
   Ju an 20:23 “ A q u ie ne s re m itie re is los p e cad os , le s s on
re m itid os ; y a qu ie ne s s e los re tu vie re is , le s s on re te nid os ”

 “   D e cie rto os d igo q u e tod o lo qu e atéis e n la tie rra, s e rá
  atad o e n e l cie lo; y tod o lo qu e d e s atéis e n la tie rra, s e rá
    d e s atad o e n e l cie lo. O tra ve z os d igo, qu e s i d os d e
   vos otros s e p u s ie re n d e acu e rd o e n la tie rra ace rca d e
 cu alqu ie ra cos a qu e p id ie re n, le s s e rá h e ch o p or m i P ad re
                qu e e s tá e n los cie los ” (Mt1 8:18, 1 9)

“Y a ti te d aré las llave s d e l re ino d e los cie los ; y tod o lo qu e
  atare s e n la tie rra s e rá atad o e n los cie los ; y tod o lo qu e
  d e s atare s e n la tie rra s e rá d e s atad o e n los cie los .” (M t.
                                    1 6:1 9)
E l p e nite nte e s ins tru id o p ara confe s ar tod os s u s
p e cad os lo m e j qu e re cu e rd e , s ob re tod o e l
                     or
p e cad o m ortal; e ntonce s , com o e s tab le ce e l N u e vo
C ate cis m o d e S aint Jos e p h d e Baltim ore e n la
p ágina 1 46:
“ ... e l p e cad o m ortal... e s e l m ayor d e tod os los
m ale s , ofe nd e grave m e nte a D ios , no nos d a acce s o
al cie lo, y nos cond e na p ara s ie m p re al Infie rno."

E n e l C ate cis m o d e Bu tle r, e n la p ágina 62, le e m os :
“ ... qu e tod o p e nite nte d e b e ría e xam inars e a s í
m is m o s ob re los p e cad os cap itale s [m ortale s ], y
confe s arlos tod os , s in e xce p ción, b aj p e na d e la
                                                 o
cond e nación e te rna.”
En el Manual de Teología Moral I, en las páginas 201 y
                     202, leemos:


"S i yo (u n s ace rd ote ) s é qu e algu ie n h a d e cid id o
com e te r p e cad o, y no h ay ning ún otro m od o d e
p re ve nirle , p u e d o ind u cirle le g ítim am e nte a
s atis face rs e con u na ofe ns a m e nos grave a D ios ,
qu e la qu e e s tab a re s u e lto a re alizar. Y as í, s i u n
h om b re e s tu vie ra d e cid id o a com e te r ad u lte rio, no
h ago nad a m oralm e nte incorre cto, s ino tod o lo
contrario, p e rs u ad iénd ole a re alizar fornicación e n
lu gar d e ad u lte rar. “
E l E x-S ace rd ote H e rm an H e gge r d ice :
«M i s e gu nd a fu nción im p ortante com o S ace rd ote e ra la
ad m inis tración d e l S acram e nto d e la C onfe s ión. La
C onfe s ión ocu p a u n lu gar m u y im p ortante e n la e s tru ctu ra
d e l p od e r d e R om a. P ara R om a e s u na b as e e s tratégica
d e la m ayor im p ortancia. E nfatiza la s u j ción d e l laico al
                                                        e
clérigo. E n e l confe s ionario, e l S ace rd ote e s tá s e ntad o e n
e l b anco d e j e z. E l p e nite nte confie s a s u d e b ilid ad .
                    u
D ivu lga s e cre tos qu e no re ve laría a nad ie . Y d e p e nd e d e l
S ace rd ote s i e l p e nite nte s e rá ab s u e lto d e s u s p e cad os . E l
S ace rd ote d e cid e p ara é,l e ntre e l cie lo y e l infie rno...»
(D e l lib ro "Le j d e R om a, ce rca d e D ios " - Te s tim onios d e
                   os
55 e x-S ace rd ote s C atólicos R om anos - E d itorial P ortavoz -
P ágina 1 61 )
CONCILIO DE TRENTO
                 Sección XVI - 25 de Noviembre de 1551
        Doctrina sobre el Santísimo Sacramento de la Penitencia
CANON IV «S i algu no ne gare , qu e s e re qu ie re n p ara e l
e nte ro y p e rfe cto p e rd ón d e los p e cad os , tre s actos d e
p arte d e l p e nite nte , qu e s on com o la m ate ria d e l
s acram e nto d e la P e nite ncia; e s a s ab e r, la C ontrición, la
C onfe s ión y la S atis facción, qu e s e llam an las tre s p arte s
d e la P e nite ncia; o d ij re , qu e e s tas no s on m ás qu e d os ;
                              e
e s a s ab e r, e l te rror qu e , conocid a la grave d ad d e l
p e cad o, s e s u s cita e n la concie ncia, y la fe conce b id a p or
la p rom e s a d e l E vange lio, o p or la ab s olu ción, s e g ún la
cu al cre e cu alqu ie ra qu e le e s tán p e rd onad os los p e cad os
p or Je s u cris to; s e a e xcom u lgad o..»
CANON VI «Si alguno negare, que la Confesión
sacramental está instituida, o es necesaria de
derecho divino; o dijere, que el modo de
confesar en secreto con el sacerdote, que la
Iglesia católica ha observado siempre desde su
principio, y al presente observa, es ajeno de la
institución y precepto de Jesucristo, y que es
invención de los hombres; sea excomulgado.»
CANON  IX «Si alguno dijere, que la Absolución sacramental que
da el sacerdote, no es un acto judicial, sino un mero ministerio de
pronunciar y declarar que los pecados se han perdonado al
penitente, con sola la circunstancia de que crea que está
absuelto; o el sacerdote le absuelva no seriamente, sino por
burla; o dijere que no se requiere la confesión del penitente para
que pueda el sacerdote absolver; sea excomulgado.»
 
CANON XII «S i algu no d ij re , qu e D ios p e rd ona
                                      e
s ie m p re tod a la p e na al m is m o tie m p o qu e la cu lp a,
y qu e la s atis facción d e los p e nite nte s no e s m ás
qu e la fe con qu e ap re h e nd e n qu e Je s u cris to tie ne
s atis fe ch o p or e llos ; s e a e xcom u lgad o.»
EL CATECISMO DICE:
"La absolución quita el pecado, pero no remedia todos los
desórdenes que el pecado causó. Liberado del pecado,
 el pecador debe todavía recobrar la plena
salud espiritual. Por tanto, debe hacer
algo más para reparar sus
pecados: debe 'satisfacer' de
 manera apropiada
o 'expiar' sus pecados.
Esta satisfacción se llama también
 'penitencia" (p. 417, #1459).
"Y nu nca m ás m e acord aré d e
s u s p e cad os y trans gre s ione s .
  P u e s d ond e h ay re m is ión d e
és tos , no h ay m ás ofre nd a p or
e l p e cad o". (H e b re os 1 0:1 7-1 8)
"(La penitencia) puede consistir en la
oración, en ofrendas, en obras de
misericordia,    servicios     al    prójimo,
privaciones voluntarias, sacrificios, y sobre
todo, la aceptación paciente de la cruz que
debemos llevar" (p. 417, #1460).
"Sabiendo que el hombre no es justificado por
            las obras de la ley, sino por la fe de Jesucristo...
            por cuanto por las obras de la ley nadie será
            justificado". (Gálatas 2:16)
"N o d e s e ch o la gracia d e D ios ; p u e s s i p or la le y
fu e s e la j s ticia, e ntonce s p or d e m ás m u rió
              u
C ris to". (G álatas 2:21 )

"C onclu im os , p u e s , qu e e l h om b re e s j s tificad o
                                                   u
p or fe s in las ob ras d e la le y". (R om anos 3:28)
El Catecismo también declara
que la penitencia puede ayudar
        a los muertos :




      "La Igle s ia tam b ién
 re com ie nd a las lim os nas ,
las ind u lge ncias y las ob ras
  d e p e nite ncia e n favor d e
     los d ifu ntos " (p . 299,
              #1 032).
Dice el Catecismo Católico en el
parágrafo 1422: «Los qu e s e
ace rcan al s acram e nto d e la
P e nite ncia ob tie ne n d e la
m is e ricord ia d e D ios e l p e rd ón
d e los p e cad os com e tid os
contra Él y, al m is m o tie m p o, s e
re concilian con la Igle s ia, a la
qu e ofe nd ie ron con s u s
p e cad os . E lla le s m u e ve a
conve rs ión con s u am or, s u
e j m p lo y s u s oracione s ».
   e
Son remisiones de las penas del
purgatorio que concede la Iglesia
como administradora de los bienes
redentores del sacrifico de Cristo.
  Estas indulgencias tienen como
objeto la remisión de las penas del
purgatorio, es decir, la liberación del
mismo o el indulto, en caso de
encontrarse aún con vida.
 Pueden ser “Parciales” o
      “Plenarias”
IN D U LG E N C IA
P AR C IAL
      Lib e ra la p e na
te m p oral d e b id a p or los
p e cad os , solo en parte.
IN D U LG E N C IA
P LE N AR IA
      Q u ita d e la p e na
te m p oral d e b id a p or los
p e cad os , totalmente.
El Papa y los obispos tienen el
Este tesoro se obtiene por   poder de sacar de él, para
los méritos generados por    com pensar la rem isión de las
las     buenas      obras,   penas, que tienen el poder de
oraciones,       limosnas,   conceder.
sufrimientos, misa etc. de
uno o más de estos
miembros del Cuerpo y
pueda ser aplicado a la
deuda temporal de otro.
Las indulgencias son concedidas por una penitencia realizada
   pero especialm ente por dar dinero a la iglesia de Rom a




   Llevan consigo la                Pueden darse en favor
  remisión de la pena               de los difuntos y de los
temporal debida por los                      vivos.
 pecados perdonados.
Se aplican solo al castigo
tem poral, no al eterno
Solo pueden ser distribuidas a
través de un líder de la Iglesia
Católica     Romana      (Papa,
obispos, cardenales)
S e p u e d e n otorgar a
algu ie n qu e e s té ya s e a
e n e l P u rgatorio o aún
vivie nd o y cu ya alm a
e s té e n u n e s tad o d e
gracia s antificante .
C ATE C IS M O

 "Mediante las indulgencias, los
 fieles pueden alcanzar para sí
   mismos y también para las
almas del Purgatorio la remisión
    de las penas temporales,
  consecuencia de los pecados"
        (p. 427, #1498).
"Puesto que los fieles difuntos en vía de
purificación son también miembros de la
misma comunión de los santos, podemos
ayudarles, entre otras formas, obteniendo para
ellos indulgencias, de manera que se vean
libres de las penas temporales debidas por sus
pecados" (p. 423, #1479).
Se tiene el alma
                         totalmente limpia de culpa.
                         Si alguien muere acabando
                         de recibir la indulgencia
                         plenaria, se va al cielo
                         directo sin hacer escala
Se recibe el perdón de   en el Purgatorio.
todas las culpas.
Se está como recién
bautizado.
Confesión profunda
Comunión
Oración por las peticiones del Papa
Visita de oración al Santísimo,
por lo menos de una hora
Adoración de la cruz
Ir de peregrinación
Cruzar la puerta santa
Hacer una obra de penitencia,…
Se puede ganar una indulgencia plenaria cada día, pero no
más de una al día.

 La indulgencia se puede ganar para uno mismo o para las
almas de los difuntos que están en el purgatorio. No se
pueden ganar para personas que aún estén vivas.

Se ponen propósitos para el mes: Trataré de ganar una
indulgencia para mi; trataré también de ganar las
indulgencias posibles por las personas que amé y que han
muerto, y por otras almas que estén en el Purgatorio y no
tengan quien rece por ellas.
Al p rincip io la ve nta d e
ind u lge ncias e s tab a
rigu ros am e nte
re glam e ntad a, s olo
d e te rm inad as p e nas
te m p orale s p od ían s e r
re d im id as con d ine ro y
e n ning ún cas o s in qu e
m e d ias e
arre p e ntim ie nto.
P e ro d e b id o a la cre cie nte ne ce s id ad d e fond os d e l
p ap a Le ón X , qu e ne ce s itab a cad a ve z m ás d ine ro p ara
h ace r fre nte a los cos tos d e la cons tru cción d e la
Bas ílica d e S an Pe d ro , R om a com e nz ó e l com e rcio d e
las ind u lge ncias , y e nvió a Ju an Te tze l a ve nd e r
ind u lge ncias e n Ale m ania (1 51 7)
Juan Tetzel
'¡Oye el grito de tus padres fallecidos!: "¡Ten misericordia
de mí, ten misericordia de mí! Nuestro castigo es severo
y es mucho lo que penamos. Tú que nos puedes salvar de
estas agonías con poco que pagues, no haces nada... Te
dimos la vida, te alimentamos, te cuidamos y te dejamos
nuestros bienes temporales. Si es tan poco lo que lleva el
liberarnos, ¿por qué eres tan cruel y nos dejas
permanecer aquí, quemándonos y reduciéndonos en las
llamas?".
          («Sermón a las gentes de Zerbst» 1517)
COFRE DE
  TETZEL




Sus medidas
son de 40,7 x
82,5 x 47,5
cm.
Las indulgencias
 es una invención
de Roma, a través
  de las cuales, y
   por dinero, el
Papa tiene poder
 para administrar
  los méritos, del
     “Tesoro de
    Mérito”, para
    libertar a las
      almas del
      purgatorio
Oh María, Madre de misericordia: acuérdate de los hijos que
tienes en el purgatorio y, presentando nuestros sufragios y
tus méritos a tu Hijo, intercede para que les perdone sus
deudas y los saque de aquellas tinieblas a la admirable luz de
su gloria, donde gocen de tu vista dulcísima y de la de tu Hijo
bendito.

Oh glorioso Patriarca San José, intercede juntamente con tu
Esposa ante tu Hijo por las almas del purgatorio.

    No   te   acuerdes,    Señor,  de    mis   pecados.
 Cuando vengas a purificar al mundo en fuego.
 Dirige, Señor Dios mío, a tu presencia mis pasos.
 Cuando vengas a purificar al mundo en fuego.
 Dales, Señor, el descanso eterno y luzca para ellos la luz
eterna.
 Cuando vengas a purificar al mundo en fuego.
Padrenuestro.
De la puerta del infierno
Saca, Señor, sus almas.
Descansen en paz.
Amén.
Señor, oye mi oración.
Y llegue a ti mi clamor.

Oremos. Oh Dios mío, de quien es propio compadecerse y
perdonar: te rogamos suplicantes por las almas de tus siervos que
has mandado emigrar de este mundo, para que no las dejes en el
purgatorio, sino que mandes que tus santos ángeles las tomen y
las lleven a la patria del paraíso, para que, pues esperaron y
creyeron en ti, no padezcan las penas del purgatorio, sino que
posean los gozos eternos. Por Cristo nuestro Señor. Amén.
Dales, Señor, el descanso eterno
Y luzca para ellos la luz perpetua.
Descansen en paz
Amén.
CONCEDIDA POR
   EL PAPA
BENEDICTO XVI
"Los qu e m u e re n e n la
                     gracia y e n la am is tad
                     de          D ios ,      p e ro
                     im p e rfe ctam e nte
                     p u rificad os ,      au nqu e
                     e s tán s e gu ros d e s u
                     e te rna s alvación, s u fre n
"La Iglesia llama    d e s p u és d e s u m u e rte
Purgatorio a esta    u na p u rificación, a fin
purificación final   d e ob te ne r la s antid ad
      de los         ne ce s aria p ara e ntrar
 elegidos..." (p.    e n la ale gría d e l cie lo"
    298-299,
                     (p . 298, #1 030).
     #1031).
"La verdad ha sido divinamente
revelada acerca de que los pecados
traen como consecuencia castigos.
La santidad y la justicia de Dios lo
demanda. Por tanto, los pecados
deben ser expiados. Esto debe ser
hecho en esta tierra a través de
penares, sufrimientos, miserias y
tribulaciones en esta vida, y
últimamente, a través de la muerte.
De otra forma, la expiación debe
hacerse en la próxima vida, a través
de tormentos y fuego o a través de
castigos de purificación."
La Igles ia C atólica reconoce
que es doctrina de hombre



C ATE C IS M O : "La Igle s ia h a form u lad o
la d octrina d e la fe re lativa al
P u rgatorio s ob re tod o e n los C oncilios
d e F lore ncia y d e Tre nto" (p . 298,
#1 031 ).
Las que el morir son reos de pecados veniales, como
acontece a muchos, que salen de esta vida de
haberse arrepentido de estas faltas ordinarias.


Los que, habiendo sido reos de pecados más grandes,
no han hecho plena satisfacción por ellos a la justicia
divina.
“ S i algu no d ij re qu e d e s p u és d e re cib id a la
                     e
gracia d e la j s tificación, s e le re m ite la cu lp a
                  u
al p e cad or arre p e ntid o y s e d e s tru ye la p e na
d e l cas tigo e te rno, y qu e no qu e d a p or p agar
e l cas tigo te m p oral e n e s te m u nd o o e n e l
ve nid e ro, ante s d e qu e s e le ab ran las
p u e rtas d e l re ino, s e a anate m a” . (S e s ión 6.)
“Puesto que la Iglesia Católica, instruida por el Espíritu
Santo en los Escritos sagrados y las tradiciones antiguas
de los padres, ha enseñado en los santos concilios y
últimamente en este concilio ecuménico, que hay un
purgatorio, y que las almas de los allí detenidos pueden
ser ayudadas con los sufragios de la misa, este santo
concilio ordena a todos los obispos que procuren con
diligencia que esta sana doctrina acerca del
purgatorio, que nos ha sido entregada por los
venerables padres y los sagrados concilios, sea creída,
sostenida, enseñada y predicada en todas partes por
los fieles de Cristo. (Sección XXV.)
El purgatorio no se
enseña en la Biblia.

La existencia de un
lugar como este implica
que el sacrificio de
Cristo en la Cruz no
limpia de todos los
pecados.
El purgatorio implica
que nuestras obras son
realmente las que nos
llevan al cielo, en vez de
la fe en Cristo.

La doctrina católica del
purgatorio implica que
existe     algo     que
debemos hacer para ser
limpiado de nuestros
pecados.
" para
alabanza
de la
gloria de
s u gracia
con la
cual nos
hizo
ac eptos     “La sangre de J esucristo
en el          su Hijo nos lim pia de
A mado,       todo pecado"(1 J 1:7).
                                n.
El purgatorio es
     parte de un
 evangelio falso, la
    doctrina del
  Purgatorio es un
     insulto a la
   suficiencia del
sacrificio de Cristo.
El Pecado
El Pecado

El Pecado

  • 4.
    E l Cate cis m o e ns e ña: "C onvie ne valorar los p e cad os s e g ún s u grave d ad " (p . 521 , #1 854).
  • 5.
    E l Cate cis m o e ns e ña: "E l p e cad o m ortal... E ntraña la pérdida d e la caridad y la privación d e la gracia s antificante e s d e cir, d e l estado de gracia. S i no e s re s catad o p or e l arre p e ntim ie nto y e l p e rd ón d e D ios , cau s a la e xclu s ión d e l R e ino d e C ris to y la m u e rte e te rna d e l infie rno..." (p . 522, #1 861 ).
  • 6.
    Causa la muerte espiritual Solo pueden ser absueltos por un sacerdote Los hace enemigo de Tienen que haber sido Dios confesados Los excluye del reino Cumplirse una penitencia Les condena al infierno
  • 7.
    DEBEN REUNIR LASSIGUENTES TRES CARACTERÍSTICAS: * Q u e s e a m ate ria grave * Q u e s e te nga p le no conocim ie nto * Q u e s e h aga con p le no cons e ntim ie nto
  • 8.
    Vie ne pre cis ad a p or los D ie z M and am ie ntos E j m p lo: e H ace r d año al b u e n nom b re d e l p rój o (e n im as u nto s e rio) R ob ar u na s u m a grand e (o p e qu e ña s i e s a u n p ob re )
  • 9.
    Q u eno s e com e ta p or e rror o ante s qu e u no s e d é cu e nta d e lo qu e s e trata. La m e nte d e b e d ars e cu e nta d e la p e cam inos id ad d e l h e ch o al tie m p o e n qu e s e re aliza. La volu ntad d e b e cons e ntir d e lib e rad am e nte a la te ntación, s e a d e s e a d e p e ns am ie nto, p alab ra u ob ra.
  • 10.
    Im p ure za Inj s ticia u M e ntir Ab orto M atar Ser P e cad os ind ife re nte s e xu ale s D ivorcio O fe nd e r am is tad P ornografía N o as is tir a m is a E tc. Trafico d rogas Ser ob s ce nam e nte ricos
  • 11.
    E l catecis m o e ns e ña: "S e com e te u n p e cad o ve nial cu and o no s e ob s e rva e n u na m ate ria le ve la m e d id a p re s crita p or la le y m oral, o cu and o s e d e s ob e d e ce a la le y m oral e n m ate ria grave , p e ro s in p le no conocim ie nto o s in e nte ro cons e ntim ie nto" (p p . 522-523, #1 862).
  • 12.
    E l catecis m o s igu e d icie nd o: E l p e cad o ve nial d e b ilita la carid ad ; e ntraña u n afe cto d e s ord e nad o a b ie ne s cre ad os ; im p id e e l p rogre s o d e l alm a e n e l e j rcicio d e las virtu d e s e y la p ráctica d e l b ie n m oral; merece penas temporales. E l p e cad o ve nial d e lib e rad o y qu e p e rm ane ce s in arre p e ntim ie nto, nos d is p one p oco a p oco a com e te r e l p e cad o m ortal N o ob s tante , e l p e cad o ve nial no nos hace contrarios a la voluntad y la amistad divinas; no rom p e la Alianza con D ios . Es humanamente reparable con la gracia d e D ios . ‘ No priva de la gracia santificante, d e la am is tad con D ios , d e la carid ad , ni, por tanto, de la bienaventuranza eterna.
  • 13.
    N o exclu ye n a la ge nte d e l re ino N o h ace n al h om b re e ne m igo d e D ios N o lle van cons igo cond e nación e te rna N o ne ce s itan s e r confe s ad os (au nqu e s e re com ie nd a) S on tod os los qu e no e ntran e n la cate goría d e P e cad o M ortal Lle va cons igo u n cas tigo te m p oral E s e xp iad o p or confe s ión y p or las llam as d e l P u rgatorio
  • 14.
    La P alabra d e D ios no h ace d is tinción ace rca d e la grave d ad de cie rtos p e cad os . S e ncillam e nte d e clara qu e la p aga d e l p e cad o e s m u e rte , y e ns e ña qu e tod os nos otros p e cam os (R om anos 3:23) Tod os los p e cad os s on m ortale s , (E ze qu ie l 1 8:4; S antiago 2:1 0, 4:1 7)
  • 15.
    La am istad con D ios e s tá rota d e s d e qu e nacim os : “ H e aqu í, e n m ald ad h e s id o form ad o…” (S alm os 51 :5) Je s u cris to, al m orir e n la cru z p ag ó p or tod os los p e cad os u na ve z y p ara s ie m p re : "P e ro C ris to, h ab ie nd o ofre cid o u na ve z p ara s ie m p re u n s olo s acrificio p or los p e cad os , s e h a s e ntad o a la d ie s tra d e D ios ". H e b re os 1 0:1 2
  • 16.
    E l pe cad o, s ie nd o cu m p lid o, e nge nd ra m u e rte . (S antiago 1 :1 5). La concie ncia no e s u n gu ía s e gu ro: E l qu e confía e n s u coraz ón e s ne cio. (P rov. 28:26) E ngaños o e s e l coraz ón m ás qu e tod as las cos as , y p e rve rs o; ¿qu ién lo conoce rá? E l alm a qu e p e care , e s a m orirá. (E ze . 1 8:20) La p aga d e l p e cad o e s m u e rte . (R om . 6; 23).
  • 17.
    SEGÚN LA IGLESIACATÓLICA… Tanto e n e l p e cad o m ortal com o e l ve nial, e l p e rd ón d e d ich o p e cad o, d e p e nd e d e qu e e l ofe ns or h aga u na re s titu ción d e alg ún tip o. E s ta re s titu ción p u e d e s e r la confe s ión, re zar cie rtas oracione s , re cib ir la E u caris tía, u otro ritu al d e alg ún tip o. E l p e ns am ie nto b ás ico e s qu e a fin d e qu e e l p e rd ón d e C ris to s e a ap licad o al ofe ns or, e l ofe ns or d e b e e fe ctu ar alg ún trab aj y e ntonce s e l p e cad o o e s tá p e rd onad o. E l p ago y e l p e rd ón d e la tras gre s ión d e p e nd e n d e las accione s d e l ofe ns or. «Por elBautismo, t odos l pecados son per os donados, elpecado originaly todos l pecados per os sonal así como t es, odas l penas delpecado». as (Catecismo p árrafo 1 263)
  • 18.
    LA BIBLIA DICE: * P e ro te ne m os qu e d ar gracias a D ios , p orqu e s ie nd o au n p e cad ore s , C ris to m u rió p or nos otros . (R om . 5:8). * La sangr de Jesucr o su Hij nos l e ist o impia de t odo pecado. (I Juan 1:7). * Si confesamos nuest os pecados, éles fiely j o par r ust a que nos perdone nuest os pecados, y nos l r impie de t oda maldad. (1 Ju an 1 :9).
  • 20.
    La E ucaris tía tie ne e l p od e r d e p u rificar a los católicos d e los p e cad os com e tid os y de p rote ge rlos d e fu tu ros p e cad os . "P or e s o la E u caris tía no p u e d e u nirnos a C ris to s in p u rificarnos al m is m o tie m p o d e los p e cad os com e tid os y p re s e rvarnos d e fu tu ros p e cad os " (p . 399, #1 393). "P or la m is m a carid ad qu e e ncie nd e en nos otros , la E u caris tía nos p re s e rva d e fu tu ros p e cad os m ortale s " (p . 399, #1 395).
  • 21.
    "... la sangre d e Je s u cris to s u H ij nos lim p ia d e o tod o p e cad o". 1 Ju an 1 :7 "Y d e Je s u cris to, e l te s tigo fie l... Al qu e nos am ó, y nos lavó d e nu e s tros p e cad os con s u s angre ". Ap ocalip s is 1 :5 "E n m i coraz ón h e gu ard ad o tu s d ich os , p ara no p e car contra ti". S alm os 1 1 9:1 1 "¿C on qu é lim p iará e l j n s u cam ino? C on ove gu ard ar tu p alab ra". S alm os 1 1 9:9
  • 22.
    P árrafo 1532, d e l N u e vo C ate cis m o U nive rs al: «La gracia e s p e cial d e l s acram e nto d e la U nción d e los e nfe rm os tie ne com o e fe cto: ...e l p e rd ón d e los p e cad os s i e l e nfe rm o no h a p od id o ob te ne rlo p or e l s acram e nto d e la p e nite ncia” .
  • 24.
    "N o h ay n i falta por g n gu n a "Por medio del que s rave obispo y de sus e a qu Ig le s ia n o e la presbíteros, la p e rd o n ar" pue d a Iglesia en nombre 2 85 , #982 (p . de Jesucristo ). concede el perdón "Por volun de los pecados" tad de Cri la Iglesia sto, (p. 414, #1448). posee el po de perdon der ar los peca de los bau dos tizados..." 286, #986 (p. ).
  • 25.
    "Acer pues, quémono confia s, al tron dame o de l nte para a gra alcan cia, miseri cordia zar gracia y halla para r oport uno so el "S i s e h u m illare m i p u e b lo, (Hebr corro eos 4: ". s ob re e l cu al m i nom b re e s 16) invocad o, y orare n, y b u s care n m i ros tro, y s e convirtie re n d e s u s m alos cam inos ; e ntonce s yo oiré d e s d e los cie los , y p e rd onaré s u s p e ca-d os , y s anaré s u tie rra". (2 C rónicas 7:1 4)
  • 26.
    "S i en la Igle s ia no h u b ie ra re m is ión d e p e cad os , no h ab ría ningu na e s p e ranza, ningu na e xp e ctativa d e u na vid a e te rna y d e u na lib e ración e te rna. D e m os gracias a D ios qu e h a d ad o a la Igle s ia s e m e j ante d on" (p . 286, #983).
  • 28.
    "El que quiereobtener la reconciliación con Dios y "La confesión de los con la Iglesia debe pecados hecha al confesar al sacerdote todos sacerdote constituye los pecados graves que no una parte esencial del ha confesado aún y de los sacramento de la que se acuerda tras Penitencia" (p. 416, examinar cuidadosamente su conciencia" (p. 426, #1456). #1493). "E s llam ad o s acram e nto d e la confe s ión p orq u e la d e claración o m anife s tación, la confe s ión d e los p e cad os ante e l s ace rd ote , e s u n e le m e nto e s e ncial d e e s te s acram e nto" (p . 406, #1 424; véas e tam b ién p . 426, #1 493).
  • 29.
    "Mi pecado tedeclaré, y no encubrí mi iniquidad. Dije: Confesaré mis transgresiones a Jehová; y tú perdonaste la maldad de mi pecado". (Salmos 32:5) "Así que, hermanos, teniendo libertad para entrar en el Lugar Santísimo por la sangre de Jesucristo...". (Hebreos 10:19)
  • 31.
    Cita del Conciliode Trento: Si alguno niega que la confesión sacramental fue instituida o sea necesaria para la salvación, por derecho divino, o dice que la manera de confesarse secretamente al sacerdote solo, lo que ha observado la iglesia desde el principio, y aún lo observa, o que sea ajena a la institución o mandato de Cristo, y que es una institución humana, sea anatema.
  • 32.
    La confe sión tu vo s u orige n e n la cos tu m b re d e e xigir a cie rtos p e nite nte s q u e h icie ran confe s ión p úb lica d e s u s p e cad os ante s d e s e r vu e ltos a ad m itir a la s anta com u nión. D ad a la natu rale za d e l as u nto, e s ta confe s ión m u ch as ve ce s no e ra e d ificante , y p or e s o, e n d e te rm inad os cas os , los e ncargad os o ían la confe s ión e n p rivad o. P oco a p oco e s te p roce d im ie nto s e h izo ob ligatorio p ara tod os los p e cad os . E l P ap a Le ón e l G rand e e n e l año 450 p roh ib ió la confe s ión p úb lica, y fu e és ta re e m p lazad a p or la confe s ión p rivad a al s ace rd ote .
  • 33.
    -N o es u na e ns e ñanza b íb lica -P od e m os -E l N .T. e ns e ña qu e tod os s om os ace rcarnos a C ris to, s in S ace rd ote inte rm e d iario (Ve lo - E n e l A.T. s e ofre c ían roto) s acrificios p or m e d io - C onfe s e m os d e los s ace rd ote s nu e s tros p e cad os A D IO S (1 Ju an -Ah ora no e s ne ce s ario, nos ace rcam os a D ios p or m e d io 1 :9) d e l s acrificio d e C ris to
  • 34.
    La Igle sia C atólica R om ana b as a s u s p rácticas d e la confe s ión a s ace rd ote s p rincip alm e nte e n la trad ición C atólica y s e b as an e n los s igu ie nte s ve rs ícu los : Ju an 20:23 “ A q u ie ne s re m itie re is los p e cad os , le s s on re m itid os ; y a qu ie ne s s e los re tu vie re is , le s s on re te nid os ” “ D e cie rto os d igo q u e tod o lo qu e atéis e n la tie rra, s e rá atad o e n e l cie lo; y tod o lo qu e d e s atéis e n la tie rra, s e rá d e s atad o e n e l cie lo. O tra ve z os d igo, qu e s i d os d e vos otros s e p u s ie re n d e acu e rd o e n la tie rra ace rca d e cu alqu ie ra cos a qu e p id ie re n, le s s e rá h e ch o p or m i P ad re qu e e s tá e n los cie los ” (Mt1 8:18, 1 9) “Y a ti te d aré las llave s d e l re ino d e los cie los ; y tod o lo qu e atare s e n la tie rra s e rá atad o e n los cie los ; y tod o lo qu e d e s atare s e n la tie rra s e rá d e s atad o e n los cie los .” (M t. 1 6:1 9)
  • 36.
    E l pe nite nte e s ins tru id o p ara confe s ar tod os s u s p e cad os lo m e j qu e re cu e rd e , s ob re tod o e l or p e cad o m ortal; e ntonce s , com o e s tab le ce e l N u e vo C ate cis m o d e S aint Jos e p h d e Baltim ore e n la p ágina 1 46: “ ... e l p e cad o m ortal... e s e l m ayor d e tod os los m ale s , ofe nd e grave m e nte a D ios , no nos d a acce s o al cie lo, y nos cond e na p ara s ie m p re al Infie rno." E n e l C ate cis m o d e Bu tle r, e n la p ágina 62, le e m os : “ ... qu e tod o p e nite nte d e b e ría e xam inars e a s í m is m o s ob re los p e cad os cap itale s [m ortale s ], y confe s arlos tod os , s in e xce p ción, b aj p e na d e la o cond e nación e te rna.”
  • 37.
    En el Manualde Teología Moral I, en las páginas 201 y 202, leemos: "S i yo (u n s ace rd ote ) s é qu e algu ie n h a d e cid id o com e te r p e cad o, y no h ay ning ún otro m od o d e p re ve nirle , p u e d o ind u cirle le g ítim am e nte a s atis face rs e con u na ofe ns a m e nos grave a D ios , qu e la qu e e s tab a re s u e lto a re alizar. Y as í, s i u n h om b re e s tu vie ra d e cid id o a com e te r ad u lte rio, no h ago nad a m oralm e nte incorre cto, s ino tod o lo contrario, p e rs u ad iénd ole a re alizar fornicación e n lu gar d e ad u lte rar. “
  • 38.
    E l Ex-S ace rd ote H e rm an H e gge r d ice : «M i s e gu nd a fu nción im p ortante com o S ace rd ote e ra la ad m inis tración d e l S acram e nto d e la C onfe s ión. La C onfe s ión ocu p a u n lu gar m u y im p ortante e n la e s tru ctu ra d e l p od e r d e R om a. P ara R om a e s u na b as e e s tratégica d e la m ayor im p ortancia. E nfatiza la s u j ción d e l laico al e clérigo. E n e l confe s ionario, e l S ace rd ote e s tá s e ntad o e n e l b anco d e j e z. E l p e nite nte confie s a s u d e b ilid ad . u D ivu lga s e cre tos qu e no re ve laría a nad ie . Y d e p e nd e d e l S ace rd ote s i e l p e nite nte s e rá ab s u e lto d e s u s p e cad os . E l S ace rd ote d e cid e p ara é,l e ntre e l cie lo y e l infie rno...» (D e l lib ro "Le j d e R om a, ce rca d e D ios " - Te s tim onios d e os 55 e x-S ace rd ote s C atólicos R om anos - E d itorial P ortavoz - P ágina 1 61 )
  • 39.
    CONCILIO DE TRENTO Sección XVI - 25 de Noviembre de 1551 Doctrina sobre el Santísimo Sacramento de la Penitencia CANON IV «S i algu no ne gare , qu e s e re qu ie re n p ara e l e nte ro y p e rfe cto p e rd ón d e los p e cad os , tre s actos d e p arte d e l p e nite nte , qu e s on com o la m ate ria d e l s acram e nto d e la P e nite ncia; e s a s ab e r, la C ontrición, la C onfe s ión y la S atis facción, qu e s e llam an las tre s p arte s d e la P e nite ncia; o d ij re , qu e e s tas no s on m ás qu e d os ; e e s a s ab e r, e l te rror qu e , conocid a la grave d ad d e l p e cad o, s e s u s cita e n la concie ncia, y la fe conce b id a p or la p rom e s a d e l E vange lio, o p or la ab s olu ción, s e g ún la cu al cre e cu alqu ie ra qu e le e s tán p e rd onad os los p e cad os p or Je s u cris to; s e a e xcom u lgad o..»
  • 40.
    CANON VI «Sialguno negare, que la Confesión sacramental está instituida, o es necesaria de derecho divino; o dijere, que el modo de confesar en secreto con el sacerdote, que la Iglesia católica ha observado siempre desde su principio, y al presente observa, es ajeno de la institución y precepto de Jesucristo, y que es invención de los hombres; sea excomulgado.»
  • 41.
    CANON  IX «Sialguno dijere, que la Absolución sacramental que da el sacerdote, no es un acto judicial, sino un mero ministerio de pronunciar y declarar que los pecados se han perdonado al penitente, con sola la circunstancia de que crea que está absuelto; o el sacerdote le absuelva no seriamente, sino por burla; o dijere que no se requiere la confesión del penitente para que pueda el sacerdote absolver; sea excomulgado.»   CANON XII «S i algu no d ij re , qu e D ios p e rd ona e s ie m p re tod a la p e na al m is m o tie m p o qu e la cu lp a, y qu e la s atis facción d e los p e nite nte s no e s m ás qu e la fe con qu e ap re h e nd e n qu e Je s u cris to tie ne s atis fe ch o p or e llos ; s e a e xcom u lgad o.»
  • 43.
    EL CATECISMO DICE: "Laabsolución quita el pecado, pero no remedia todos los desórdenes que el pecado causó. Liberado del pecado, el pecador debe todavía recobrar la plena salud espiritual. Por tanto, debe hacer algo más para reparar sus pecados: debe 'satisfacer' de manera apropiada o 'expiar' sus pecados. Esta satisfacción se llama también 'penitencia" (p. 417, #1459).
  • 44.
    "Y nu ncam ás m e acord aré d e s u s p e cad os y trans gre s ione s . P u e s d ond e h ay re m is ión d e és tos , no h ay m ás ofre nd a p or e l p e cad o". (H e b re os 1 0:1 7-1 8)
  • 45.
    "(La penitencia) puedeconsistir en la oración, en ofrendas, en obras de misericordia, servicios al prójimo, privaciones voluntarias, sacrificios, y sobre todo, la aceptación paciente de la cruz que debemos llevar" (p. 417, #1460).
  • 46.
    "Sabiendo que elhombre no es justificado por las obras de la ley, sino por la fe de Jesucristo... por cuanto por las obras de la ley nadie será justificado". (Gálatas 2:16) "N o d e s e ch o la gracia d e D ios ; p u e s s i p or la le y fu e s e la j s ticia, e ntonce s p or d e m ás m u rió u C ris to". (G álatas 2:21 ) "C onclu im os , p u e s , qu e e l h om b re e s j s tificad o u p or fe s in las ob ras d e la le y". (R om anos 3:28)
  • 47.
    El Catecismo tambiéndeclara que la penitencia puede ayudar a los muertos : "La Igle s ia tam b ién re com ie nd a las lim os nas , las ind u lge ncias y las ob ras d e p e nite ncia e n favor d e los d ifu ntos " (p . 299, #1 032).
  • 48.
    Dice el CatecismoCatólico en el parágrafo 1422: «Los qu e s e ace rcan al s acram e nto d e la P e nite ncia ob tie ne n d e la m is e ricord ia d e D ios e l p e rd ón d e los p e cad os com e tid os contra Él y, al m is m o tie m p o, s e re concilian con la Igle s ia, a la qu e ofe nd ie ron con s u s p e cad os . E lla le s m u e ve a conve rs ión con s u am or, s u e j m p lo y s u s oracione s ». e
  • 49.
    Son remisiones delas penas del purgatorio que concede la Iglesia como administradora de los bienes redentores del sacrifico de Cristo. Estas indulgencias tienen como objeto la remisión de las penas del purgatorio, es decir, la liberación del mismo o el indulto, en caso de encontrarse aún con vida. Pueden ser “Parciales” o “Plenarias”
  • 50.
    IN D ULG E N C IA P AR C IAL Lib e ra la p e na te m p oral d e b id a p or los p e cad os , solo en parte. IN D U LG E N C IA P LE N AR IA Q u ita d e la p e na te m p oral d e b id a p or los p e cad os , totalmente.
  • 51.
    El Papa ylos obispos tienen el Este tesoro se obtiene por poder de sacar de él, para los méritos generados por com pensar la rem isión de las las buenas obras, penas, que tienen el poder de oraciones, limosnas, conceder. sufrimientos, misa etc. de uno o más de estos miembros del Cuerpo y pueda ser aplicado a la deuda temporal de otro.
  • 53.
    Las indulgencias sonconcedidas por una penitencia realizada pero especialm ente por dar dinero a la iglesia de Rom a Llevan consigo la Pueden darse en favor remisión de la pena de los difuntos y de los temporal debida por los vivos. pecados perdonados.
  • 54.
    Se aplican soloal castigo tem poral, no al eterno Solo pueden ser distribuidas a través de un líder de la Iglesia Católica Romana (Papa, obispos, cardenales) S e p u e d e n otorgar a algu ie n qu e e s té ya s e a e n e l P u rgatorio o aún vivie nd o y cu ya alm a e s té e n u n e s tad o d e gracia s antificante .
  • 55.
    C ATE CIS M O "Mediante las indulgencias, los fieles pueden alcanzar para sí mismos y también para las almas del Purgatorio la remisión de las penas temporales, consecuencia de los pecados" (p. 427, #1498).
  • 56.
    "Puesto que losfieles difuntos en vía de purificación son también miembros de la misma comunión de los santos, podemos ayudarles, entre otras formas, obteniendo para ellos indulgencias, de manera que se vean libres de las penas temporales debidas por sus pecados" (p. 423, #1479).
  • 58.
    Se tiene elalma totalmente limpia de culpa. Si alguien muere acabando de recibir la indulgencia plenaria, se va al cielo directo sin hacer escala Se recibe el perdón de en el Purgatorio. todas las culpas. Se está como recién bautizado.
  • 59.
    Confesión profunda Comunión Oración porlas peticiones del Papa Visita de oración al Santísimo, por lo menos de una hora Adoración de la cruz Ir de peregrinación Cruzar la puerta santa Hacer una obra de penitencia,…
  • 60.
    Se puede ganaruna indulgencia plenaria cada día, pero no más de una al día. La indulgencia se puede ganar para uno mismo o para las almas de los difuntos que están en el purgatorio. No se pueden ganar para personas que aún estén vivas. Se ponen propósitos para el mes: Trataré de ganar una indulgencia para mi; trataré también de ganar las indulgencias posibles por las personas que amé y que han muerto, y por otras almas que estén en el Purgatorio y no tengan quien rece por ellas.
  • 61.
    Al p rincipio la ve nta d e ind u lge ncias e s tab a rigu ros am e nte re glam e ntad a, s olo d e te rm inad as p e nas te m p orale s p od ían s e r re d im id as con d ine ro y e n ning ún cas o s in qu e m e d ias e arre p e ntim ie nto.
  • 62.
    P e rod e b id o a la cre cie nte ne ce s id ad d e fond os d e l p ap a Le ón X , qu e ne ce s itab a cad a ve z m ás d ine ro p ara h ace r fre nte a los cos tos d e la cons tru cción d e la Bas ílica d e S an Pe d ro , R om a com e nz ó e l com e rcio d e las ind u lge ncias , y e nvió a Ju an Te tze l a ve nd e r ind u lge ncias e n Ale m ania (1 51 7)
  • 63.
  • 64.
    '¡Oye el gritode tus padres fallecidos!: "¡Ten misericordia de mí, ten misericordia de mí! Nuestro castigo es severo y es mucho lo que penamos. Tú que nos puedes salvar de estas agonías con poco que pagues, no haces nada... Te dimos la vida, te alimentamos, te cuidamos y te dejamos nuestros bienes temporales. Si es tan poco lo que lleva el liberarnos, ¿por qué eres tan cruel y nos dejas permanecer aquí, quemándonos y reduciéndonos en las llamas?". («Sermón a las gentes de Zerbst» 1517)
  • 65.
    COFRE DE TETZEL Sus medidas son de 40,7 x 82,5 x 47,5 cm.
  • 66.
    Las indulgencias esuna invención de Roma, a través de las cuales, y por dinero, el Papa tiene poder para administrar los méritos, del “Tesoro de Mérito”, para libertar a las almas del purgatorio
  • 67.
    Oh María, Madrede misericordia: acuérdate de los hijos que tienes en el purgatorio y, presentando nuestros sufragios y tus méritos a tu Hijo, intercede para que les perdone sus deudas y los saque de aquellas tinieblas a la admirable luz de su gloria, donde gocen de tu vista dulcísima y de la de tu Hijo bendito. Oh glorioso Patriarca San José, intercede juntamente con tu Esposa ante tu Hijo por las almas del purgatorio. No te acuerdes, Señor, de mis pecados. Cuando vengas a purificar al mundo en fuego. Dirige, Señor Dios mío, a tu presencia mis pasos. Cuando vengas a purificar al mundo en fuego. Dales, Señor, el descanso eterno y luzca para ellos la luz eterna. Cuando vengas a purificar al mundo en fuego.
  • 68.
    Padrenuestro. De la puertadel infierno Saca, Señor, sus almas. Descansen en paz. Amén. Señor, oye mi oración. Y llegue a ti mi clamor. Oremos. Oh Dios mío, de quien es propio compadecerse y perdonar: te rogamos suplicantes por las almas de tus siervos que has mandado emigrar de este mundo, para que no las dejes en el purgatorio, sino que mandes que tus santos ángeles las tomen y las lleven a la patria del paraíso, para que, pues esperaron y creyeron en ti, no padezcan las penas del purgatorio, sino que posean los gozos eternos. Por Cristo nuestro Señor. Amén. Dales, Señor, el descanso eterno Y luzca para ellos la luz perpetua. Descansen en paz Amén.
  • 69.
    CONCEDIDA POR EL PAPA BENEDICTO XVI
  • 72.
    "Los qu em u e re n e n la gracia y e n la am is tad de D ios , p e ro im p e rfe ctam e nte p u rificad os , au nqu e e s tán s e gu ros d e s u e te rna s alvación, s u fre n "La Iglesia llama d e s p u és d e s u m u e rte Purgatorio a esta u na p u rificación, a fin purificación final d e ob te ne r la s antid ad de los ne ce s aria p ara e ntrar elegidos..." (p. e n la ale gría d e l cie lo" 298-299, (p . 298, #1 030). #1031).
  • 73.
    "La verdad hasido divinamente revelada acerca de que los pecados traen como consecuencia castigos. La santidad y la justicia de Dios lo demanda. Por tanto, los pecados deben ser expiados. Esto debe ser hecho en esta tierra a través de penares, sufrimientos, miserias y tribulaciones en esta vida, y últimamente, a través de la muerte. De otra forma, la expiación debe hacerse en la próxima vida, a través de tormentos y fuego o a través de castigos de purificación."
  • 75.
    La Igles iaC atólica reconoce que es doctrina de hombre C ATE C IS M O : "La Igle s ia h a form u lad o la d octrina d e la fe re lativa al P u rgatorio s ob re tod o e n los C oncilios d e F lore ncia y d e Tre nto" (p . 298, #1 031 ).
  • 76.
    Las que elmorir son reos de pecados veniales, como acontece a muchos, que salen de esta vida de haberse arrepentido de estas faltas ordinarias. Los que, habiendo sido reos de pecados más grandes, no han hecho plena satisfacción por ellos a la justicia divina.
  • 77.
    “ S ialgu no d ij re qu e d e s p u és d e re cib id a la e gracia d e la j s tificación, s e le re m ite la cu lp a u al p e cad or arre p e ntid o y s e d e s tru ye la p e na d e l cas tigo e te rno, y qu e no qu e d a p or p agar e l cas tigo te m p oral e n e s te m u nd o o e n e l ve nid e ro, ante s d e qu e s e le ab ran las p u e rtas d e l re ino, s e a anate m a” . (S e s ión 6.)
  • 79.
    “Puesto que laIglesia Católica, instruida por el Espíritu Santo en los Escritos sagrados y las tradiciones antiguas de los padres, ha enseñado en los santos concilios y últimamente en este concilio ecuménico, que hay un purgatorio, y que las almas de los allí detenidos pueden ser ayudadas con los sufragios de la misa, este santo concilio ordena a todos los obispos que procuren con diligencia que esta sana doctrina acerca del purgatorio, que nos ha sido entregada por los venerables padres y los sagrados concilios, sea creída, sostenida, enseñada y predicada en todas partes por los fieles de Cristo. (Sección XXV.)
  • 80.
    El purgatorio nose enseña en la Biblia. La existencia de un lugar como este implica que el sacrificio de Cristo en la Cruz no limpia de todos los pecados.
  • 81.
    El purgatorio implica quenuestras obras son realmente las que nos llevan al cielo, en vez de la fe en Cristo. La doctrina católica del purgatorio implica que existe algo que debemos hacer para ser limpiado de nuestros pecados.
  • 83.
    " para alabanza de la gloriade s u gracia con la cual nos hizo ac eptos “La sangre de J esucristo en el su Hijo nos lim pia de A mado, todo pecado"(1 J 1:7). n.
  • 84.
    El purgatorio es parte de un evangelio falso, la doctrina del Purgatorio es un insulto a la suficiencia del sacrificio de Cristo.