APÉNDICE 
D o c e a p u n t e s s o b r e ortografía 
a ortografía, c o m o se sabe, se o c u p a d e l u s o c o r r e c t o d e las l e t r a s , d e l o s sig- 
. _ y n o s y d e las p a l a b r a s e n l a e s c r i t u r a . E n este apéndice, a p a r t i r d e d o c e t e x t os 
e s c o g i d o s d e d i v e r s o s a u t o r e s , se p r e s e n t a n v a r i a s d e las reglas ortográficas q ue 
se d e b e n a p l i c a r a l u s a r s i g n o s de puntuación, c o m o : l a c o m a , el p u n t o , e l p u n ­t 
o y c o m a , l o s d o s p u n t o s , l o s p u n t o s s u s p e n s i v o s , el guión c o r t o , e l guión l a r g o , 
el paréntesis, las c o m i l l a s , la interrogación, l a admiración, l a diéresis, l a d i a g o n al 
y e l asterisco. Además, se r e c u e r d a n las n o r m a s d e acentuación, e l u s o d e l o s ad­j 
e t i v o s n u m e r a l e s o r d i n a l e s y e l u s o de las mayúsculas. P o r último, se h a c e u na 
b r e v e descripción d e l dequeísmo y d e l queísmo, d e l u s o c o r r e c t o d e a l g u n o s ex­t 
r a n j e r i s m o s y, finalmente, la distinción e n t r e las e x p r e s i o n e s porqué, p o r q u e , 
p o r qué y p o r que. 
T e x t o 6 . 1 . La c o m a . S i t u a c i o n e s del uso d e la c o m a . 
La coma 
Los signos de p u n t u a c i ó n sirven al que escribe para separar las ideas entre sí. A l que recibe 
la c o m u n i c a c i ó n escrita le f a c i l i t a n la c o m p r e n s i ó n del texto. Es muy necesario saber usar 
estos signos de p u n t u a c i ó n correctamente. La coma {,) sirve, en concreto, para indicar de­talles 
y pausas menores. 
Situaciones de uso de la coma 
•:• En las enumeraciones, c u a n d o los diferentes elementos de igual clase no van unidos por 
c o n j u n c i o n e s copulativas o disyuntivas. 
Los montes y los llanos, los vientos, las selvas, los ríos y los mares reciben 
el aliento... 
Era tal su alegría que cantaba, reía, saltaba y lloraba al mismo tiempo. 
<• Los dos ú l t i m o s elementos de una e n u m e r a c i ó n no se separan por comas, sino que se 
unen por una c o n j u n c i ó n copulativa. 
Tiempo, viento, mujer y fortuna, prestos se mudan. 
<- Los vocativos van siempre entre comas. 
D o c e a p u n t e s s o b r e ortografía • 135
l i l i Milil¡>ilii, I n l l V'.l/iir y (7ll/('^M. 
I I I . I I M I I I «r l n l i ' i l i i i i i | i i ' r l siMilldo d i ' l,i D M I ton y se ¡nlor( .il,in d,)l()S e x p l i c a t i v o s , t^tlltt H 
| i i i n i ' i i i'iilM' I 11111.1*1 
N o t ' v ( i i i n f n i i ' i i l i ; i i i n e s f c i .ilor, IUHIT C / v/j/'e. 
/()% lí.in os, (/(/(• / / ( ' ^ M / o / i , c M / ) /os /II.ÍÍ veloces. 
•> l i i l r c los miembros de i i i i . i (l . i u s u l . i , independientes entre sí, aunque preccd.i iin.i 
conjunc irtn. 
¿•I piiUur.í mv i'iHrctk'no, la música me distrae, la danza me apasiona, y el 
teatro me enloquece. 
Pedid, y se os dará; buscad, y hallaréis; llamad, y se os abrirá. 
•:• En frases c o n j u n t i v a s. 
En ese recodo fue, realmente, donde chocaron. 
Con esta chica, enamorada, ya no se puede trabajar. 
• Cuando se i n v i e r te el o r d e n regular de la o r a c i ó n , o la o r a c i ó n subordinada precede a la 
p r i n c i p a l . 
Cuando vimos la aldea, apresuramos el paso. 
Con esta lluvia, no llegaremos nunca. 
• Se usa c o m a para separar acotaciones en g e r u n d i o o de p a r t i c i p i o absoluto. 
Los alumnos, exceptuando los presentes, serán amonestados. 
El profesor, escuchada la disertación, hizo sus notas. 
• Cuando hay elipsis del verbo, pues está sobreentendido, se sustituye por una coma. 
Yo no tengo posibilidades; tú, igual. ¿Podremos? 
La honra de un amigo es sagrada; la de un desconocido, igual. 
• En oraciones adverbiales intercaladas. 
Ahora, como estoy alegre, no pondré examen. 
Mañana, cuando vengas, terminarás el cuadro. 
'> Van entre comas, f i n a l m e n t e , las expresiones similares a: por último, finalmente, en efec­to, 
en fin, sin duda, sin embargo, pues, por consiguiente, etcétera. 
En este caso, por tanto, no aplicaremos el reglamento. 
Tengamos en cuenta, ante todo, las posibles consecuencias. 
F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 61-62). 
• A l v a r o Andrés H a m b u r g e r Fernández 
I c x i o h . 2 . I I p u n i d . I I p u n i d  d i n . i i i t : i i i v , | M i i i i d ' i i n - . | - - - - i n i i l u - r - ^ 
El punto ) 
El p u n t o sirve para terminar una frase c o n sentido i o n i p l c l o. 
El p u n t o y seguido se usa c u a n d o determinamos un j u i c i o y seguimos r . i / o n . m d o sobria-el 
mismo tema. 
El p u n t o aparte indica que ha t e r m i n a d o un párrafo. Puede ser p o r q u e se mu i . i u i i asun^ 
t o diferente al t r a t a d o en el párrafo anterior; o p o r q u e se va a tratar de o t r o aspecto diversn 
de la misma cuestión. 
El p u n t o final se refiere al p u n t o c o l o c a d o al final de un escrito. 
El punto y coma 
El p u n t o y c o m a (;) es una pausa i n t e r m e d i a entre la c o m a y el p u n t o y seguido. Lo usamos 
para separar los miembros de los periodos que constan de varias oraciones que ya van se­paradas 
por comas o c u a n d o la o r a c i ó n que sigue se refiere a todos los periodos anteriores. 
En resumidas cuentas, se aconseja el p u n t o y coma: 
•;• Entre frases c o n cierta r e l a c i ó n. 
El niño estudia la lección; el padre espera que termine. 
Éste está terminando: aquél, todavía no. 
• Para evitar confusiones c o n otras comas de un periodo. 
Primero, introduzca la moneda; luego, marque el número: y finalmente, 
espere a que... 
Los dos puntos 
Los dos puntos (:) sirven para hacer resaltar lo que les sigue a c o n t i n u a c i ó n . Se usa en los 
siguientes casos: 
• En el e n c a b e z a m i e n t o de las cartas. 
Querido amigo: Muy Sr. mío: Estimado compañero: 
• En el saludo, al c o m i e n z o de u n discurso. 
Señoras y señores: Distinguido público: Ciudadanos: 
• Después de las palabras a saber, por ejemplo, etc. 
• En los documentos p ú b l i c o s después de expresiones, c o m o : hago saber, declaro, c e r t i f i ­co, 
ordeno y mando, f a l l o , etc. 
• Para i n d i c a r una enumeración. 
Analizamos los puntos: uno, tres y cuatro. 
Podemos visitar también: Cali, Medellín y Barranquilla. 
<• Para reproducir palabras textuales propias o ajenas. 
Ya os dije en otra ocasión: el trabajo es nocivo. 
Julio César dijo: "Llegué, vi, vencí". 
D o c e a p u n t e s s o b r e ortografía •
/V'íd .1/1(1' linh: vlltrn c/ Musco Arqueológico. 
1,11 , i s , i ( / ( • / » ' l i m p i a , . i / r c i i / . i , sin humedades, con luminosidad: en de-tlnili, 
i e n I ofulii iones i/c hdhUahilidad. 
Los puntos suspensivos 
I os puntos suspensivos (...) i n d i c a n una suspensión de palabras o ideas. Se e m p l e a n cuan­d 
o c o n v i e n e al q u e escribe dejar en suspenso el s e n t i d o o cuando, por dudas, temor o res­peto 
se deja de decir algo que, por otra parte, es p o s i b l e sobreentender. Los casos más fre­cuentes 
son: 
• Dejar una frase i n c o m p l e t a. 
El que a buen árbol se arrima... 
• Suspender el f i n a l , para sorprender. 
y en el momento más emocionante... apareció un gato corriendo. 
•> Para dejar a l g o indeterminado. 
£/ precio de los alimentos... mejor no comentarlo. 
• En u n a f o r m a entrecortada d e expresarse. 
No sabría... posiblemente... si fuera posible... 
F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 64-65). 
Texto 6.3. El g u i ó n c o r t o . El g u i ó n l a r g o . El p a r é n t e s i s . Las c o m i l l a s. 
El guión corto 
El guión corto (-) se usa para separar y relacionar datos o expresiones. Éstos pueden ser los 
casos más representativos: 
• Para relacionar palabras que no son compuestas. 
Tratamos temas económico-políticos. 
Será una conferencia norte-sur 
*> Para relacionar fechas. 
La Primera Guerra Mundial (1914-1918) 
Rubén Darío (1867-1916) 
• Rara cortar palabras al f in de línea o renglón. Sólo p o d r á n d i v i d i r s e por sílabas. C u a n d o la 
primera o la l i l t i m a sílaba sea una vocal no es c o n v e n i e n t e que vaya sola. 
Apo-geo en vez de a-poge-o 
Ate-neo en vez de a-tene-o 
El guión largo 
El guión largo se u t i l i z a para intercalar una e x p l i c a c i ó n. 
138 • A l v a r o Andrés H a m b u r g e r Fernández 
/.) /s7,i ílv Pascua -según creo- t>s helllslim. 
Para los árabes, la mujer -liespui's i l v l i . I / M / A I - I ' S r l .mlni.il /n. l s / i i ' / í i ' i ( n 
de la creación. 
Cuando se intercala a l g o d e n t r o de las p.il.ibi.is de un p i ' i s i i n , i | i ' u n i i . i i ii.i i i ' v i i i . i l, 
"Caminante, no hay camino -decía Machado- sv h.u e < .iniimi .il .tiul.ii" 
•> Se e m p l e a t a m b i é n en los d i á l o g o s al i n i c i o de la frase, sin cerrarla, y i u . i n d o se i n d i i ,i la 
persona q u e habla, c e r r a n d o la a c l a r a c i ó n q u e está intercalada. 
-Pero si yo no poseo nada -dijo el escarabajo del estiércol-. Yo no sé qué 
podría darte a cambio. 
El paréntesis 
Los paréntesis () sirven para encuadrar un dato o p c i o n a l o para citar unas fechas que inte­resan. 
y pienso que dijo multa paucis (mucho en pocas palabras). 
Pablo Neruda (1904-1973) obtuvo el Premio Nobel. 
Las comillas 
Las comillas {" ") son necesarias para señalar o destacar una expresión. 
<• En las citas de palabras textuales. 
Sabes que Luis XIV dijo: ''El Estado soy yo". 
Ya conoces el dicho: "Ojos que no ven..." 
• Rara subrayar una palabra o frase. 
Compramos unos aguacates "palta" que estaban deliciosos. 
Lo pillamos "in fraganti" cuando me miraba. 
• Al u t i l i z a r algunos vocablos extranjeros. 
Fuimos a patinar al " s k a t i n g - r o o m ". 
El " a l l e g r e t t o " fue lo más brillante. 
F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 66-67). 
Texto 6.4. La i n t e r r o g a c i ó n . La a d m i r a c i ó n. 
La interrogación 
Los signos de interrogación (¿ ?) i n d i c a n que es interrogativa la o r a c i ó n i n c l u i d a entre ellos 
No debe o l v i d a r s e q u e los signos de i n t e r r o g a c i ó n son dobles y, por tanto, deben colocarse 
tanto al f i n a l c o m o al p r i n c i p i o de la o r a c i ó n interrogativa. Así es en castellano, a u n q u e en 
otras lenguas s ó l o se u t i l i c e el signo al f i n a l. 
¿Qué habrá sido ese ruido tan grande} 
D o c e a p u n t e s s o b r e ortografí.i • 1
Pero veamos otras situaciones: 
•> Mientras que ai comenzar una interrogación se usa siempre mayúscula, c u a n d o hay 
una serie de interrogativas seguidas, sólo es necesaria la mayúscula en la primera 
interrogativa. 
¿Qué dices?, ¿qué tiaces?, ¿qué piensas?, ¿qué te propones? 
• Si la interrogativa sólo afecta a una parte del párrafo, sólo esta parte irá c o n signos 
interrogativos. 
5/ esta'5 dispuesto, ¿por qué no lo haces de una vez? 
•i" Cuando se usan las interrogaciones en la c i ta d e una fecha, se q u i e r e indicar que hay d u ­da 
en la e x a c t i t u d del dato. 
No olvidemos, t a m p o c o , que hay una forma interrogativa indirecta que no lleva signos 
interrogativos. 
Me pregunto qué habrá sido ese ruido tan grande. 
La admiración 
Los signos de admiración (¡ !) enmarcan un c o n t e n i d o que expresa sentimientos vivos. Es­tos 
signos t a m b i é n son dobles en castellano. Se usan en oraciones exclamativas y c o n i n ­terjecciones. 
¡Al ladrón! ¡Auxilio! ¡Viva la Constitución! ¡Ay! 
Cuando después del signo de a d m i r a c i ó n se p o n e una coma, la p a l a b r a siguiente no tie­ne 
que comenzar por mayúscula. Lo mismo sucede con la i n t e r r o g a c i ó n. 
Pero yo, ¿se da cuenta?; no le doy importancia. 
F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 68-69). 
Texto 6.5. La d i é r e s i s o c r e m a . La d i a g o n a l o b a r r a . El asterisco. 
La diéresis o crema 
La diéresis o crema {") se c o l o c a sobre la " u " (ü); sirve para hacer sonar la u que en otros 
casos es muda, por e j e m p l o : "roguemos y santigüémonos". En poesía, por razones m é t r i ­cas, 
se puede poner sobre la p r i m e r a vocal de un d i p t o n g o para deshacerlo y formar dos sí­labas; 
por e j e m p l o : Ten el tesón del clavo enmohecido/ que ya viejo y ruin, (pronuncíese 
ru-ín) vuelve a ser clavo/ no la cobarde estupidez del pavo/ que amaina su plumaje al pri­mer 
ruido. 
La diagonal o barra 
La diagonal o barra (/) sirve para separar los versos de un poema que se ha t r a n s c r i to a lí­nea 
seguida, o para separar los significados de una palabra, por e j e m p l o : Hombres necios 
que acusáis/ a la mujer sin razón/ sin ver que sois la ocasión/ de lo mismo que culpáis. Otro 
e j e m p l o sería: Derecho: conjunto de leyes y disposiciones que determinan las relaciones so­ciales/ 
que no está doblado ni encorvado/ facultad de disponer de una cosa/ honorarios/ la­do 
mejor labrado de iin: 
El asterisco 
El asterisco (*), del griego aster-asteros [astro], s i g n i f i ca estrellita; puede ser un signo senci­l 
l o (*), d o b l e (**) o t r i p le (***) que se usa c o m o llamada de a t e n c i ó n , c o l o c a n d o un primer 
e l e m e n t o antes d e la p a l a b r a o t e x t o que se pretende aclarar, y el o t r o elemento al p i e de la 
página donde aparece la a c l a r a c i ó n . En ocasiones, en lugar del asterisco se usan números o 
letras de menor tamaño que se u b i c a n en la misma forma; son preferibles al asterisco, sobre 
t o d o c u a n d o las llamadas de a t e n c i ó n son numerosas. 
F u e n t e : Torres (1994, pp. 233-234). 
Texto 6.6. El a c e n t o. 
Acentos 
En castellano hay tres clases de acentos: prosódico, ortográfico y diacrítico. 
• Acento p r o s ó d i c o . Es el mayor esfuerzo que se hace al p r o n u n c i a r una sílaba. Toda pala­bra 
en castellano lleva acento prosódico. 
• Acento o r t o g r á f i c o . Es la rayita que se marca sobre la vocal en la sílaba d o n d e se ha­ce 
mayor esfuerzo. Este a c e n t o se marca de acuerdo c o n las reglas establecidas para su 
uso. 
• Acento d i a c r í t i c o . Del g r i e g o diakrinos: distinción. Es el m i s m o o r t o g r á f i c o que se marca 
sobre ciertas palabras que en la escritura puedan presentar ambigüedad. 
V.gr. se - sé, te - té, tu - tú, el - él, si - sí, aun - aún, que - qué. 
División de las palabras según su acento 
Las palabras que l l e v e n el acento en la ú l t i m a sílaba de la derecha se l l a m a n agudas; las (|tic 
lo llevan en la p e n ú l t i m a , se llaman graves o llanas; las q u e lo llevan en la a n t e p e n ú l t i m a , se 
l l a m a n esdrújulas y las que lo llevan en la trasantepenúltima sílaba se llaman sobreesdrúju­las; 
por e j e m p l o , café, mártir, plátano, olvidáronseles, respectivamente. 
N o t a : Toda e s d r ú j u l a y sobreesdrújula, lleva acento o r t o g r á f i c o . Palabras sobreesdrújulas 
no hay p r o p i a m e n t e en castellano, éstas se forma de inflexiones verbales y e n c l í t i i os; por 
e j e m p l o , robáronselos. 
A todas las palabras agudas terminadas en vocal, nosse les marca t i l d e ; por e j e m p l o: 
Cajón, Bogotá, Belén, hlonolulú, Cebú, Vivió, Facatativá, Corazón, Azadón, 
Anís, Solís, Querubín, Benitín, Boyacá, Cabezón, Diapasón, Mompós, 
Veintidós, Bebió, Lloró... 
N o t a : Los monosílabos en castellano, c o n e x c e p c i ó n de algunos pocos, no llevan tilde, 
pero por presentar ambigüedad a algunos de ellos se les pone acento d i a c r í t i c o , c o m o los 
siguientes: 
Tú, él, sí, té, dé, aún, sé, etc. 
A las palabras agudas que t e r m i n a n en consonantes, distintas de n y s, no se les marca 
la t i l d e. 
Reloj, pared, fumar, llevar, haber, coger, salir, amar, saber, correr, subir, vh 
vir, llegar, bailar, llover, cantar, borrar, timidez, actriz, feroz, feraz, monta­ra/, 
antitud. ,11 i l i i i i l l i ' i 'i
A las palabras graves terminadas en consonante, distintas de n y s, se les marca la t i l d e. 
Trébol, árbol, mártir, carácter, Víctor, Fernández, fácil, difícil, éter, frá­gil, 
ónix, cáliz, Cádiz, ultimátum, vademécum, superávit, ángel, cráter, 
arcángel... | 
A las palabras graves que t e r m i n e n en vocal o en las consonantes n y s, n o se les mar-1 
.1 la t i l d e . I 
Casa, mesa, vaca, lunes, martes, belleza, tiza, timbre, bola, cosa, corbata, 
narices, boca, correa, tanque, libro, cuaderno, choza, esperanza, crianza, I 
luna, globo, cima, sima... 
I n las palabras graves en las cuales se encuentre en una misma sílaba una vocal d é b i l! 
K cntuada, con una vocal fuerte no acentuada, se marca la t i l d e a la vocal d é b i l . J 
María, Elias, subían, llovía, confíes, sonríes, envíe, bohío, acentúa, concep- | 
fúas, desvío, atavio, puntúes, dúos, púa, pedían, recibías, cantaría, rezaría, | 
volarías, combatías... 
( uando en una misma sílaba se encuentran dos vocales, de las cuales una es fuerte 
acentuada y la otra es d é b i l acentuada se le marca la t i l d e a la d é b i l acentuada, i n d e p e ^ 'i 
d i c n t e m e n t e de su t e r m i n a c i ó n. 
Raíz, maíz, país, Cafarnaúm, oído, caída, Caín, vizcaíno, cocaína, atéis- J 
mo, creíble, oímos, Sinaí, ataúd, laúd, Raúl, Saúl, sonreír, zaino, atraído, | 
oísteis, increíble, pedían... j 
Cuando en una palabra, en una misma sílaba se encuentren dos vocales, de las cuales 
primera es una vocal fuerte acentuada y la otra, o sea, la segunda, es una d é b i l no a c e n f J ^ ' 
( l . i , s e la marca la t i l d e a la vocal fuerte acentuada. ^ 
Sabéis, robáis, entráis, lleváis, lloráis, bebéis, contáis, jugáis, laváis, abra- -¡ 
záis, debéis, habéis, sobráis, pintáis, estudiáis, atrevéis, ancláis, insinuáis, | 
perecéis, despreciáis... ^ 
Cuando en una palabra se encuentren en una misma sílaba dos vocales de las c u a l e* 
primera es débil no acentuada, la segunda es f u e r te acentuada, se le marca la t i l d e a la ^°"Í 
cal fuerte. i 
Después, Sampués, buscapiés, cambió, llovió, murió, puntuó, acentuó, pi- í 
(lió, durmió, salió, escribió, existió, continuó, insistió, revistió, entendió,  
(oncedió, debió, cedió, atrevió... I 
A tod.i palabra e s d r ú j u l a se le marca t i l d e . j 
Mártires, vírgenes, árboles, crímenes, robárosles, pidiéronla, lloráronla, tra- | 
gósela, fíjate, pídalo, llévese, búsquela, cárceles, último, cítara, décimo, ;| 
bótela, muéstrele, córrala...  
I I H I . I p.iLihr,) sobreesdrújula lleva t i l d e . j 
Manialáronselas, robáronselas, lleváronsenos, felicíteseles, escribiéronse- í 
los, comiéronselos, vendiéronselos, omitiéronseles, concediéronseles... 
I i i l.is palabras en d o n d e se encuentren en una misma sílaba un t r i p t o n g o , o lo q u e ^'^ 
mismo Ires vocales, de las cuales dos son débiles y la del m e d i o fuerte, se le marca l a '''"^^ 
y«t4LÍHsrUi. _ 
Despreciéis, averiguáis, continuáis, puntuáis. 
T e x t o 6 . 7 . La t i l d e en p a l a b r a s c o n diversas f u n c i o n e s g r a m a t i c a l e s. 
La tilde en los determinantes demostrativos 
Los demostrativos n o se a c e n t ú a n c u a n d o f u n c i o n a n c o m o determinantes: 
este esta estos estas esto 
ese esa esos esas eso 
aquel aquella aquellos aquellas aquello 
Cuando f u n c i o n a n c o m o p r o n o m b r e s , pueden acentuarse o no, p e r o es o b l i g a t o r i o ha­c 
e r l o , si se prestan a c o n f u s i ó n. 
De esos pinceles, éste es mío y aquél es tuyo. 
Aquéllos que pasaron antes son éstos mismos. 
Los demostrativos esto, eso y aquello nunca se acentúan. 
La aplicación de la tilde en la palabra aún 
La palabra aún lleva a c e n t o si c u m p l e en la o r a c i ó n la f u n c i ó n de a d v e r b i o y, en consecuen­c 
i a , p u e d e sustituirse p o r la p a l a b r a todavía 
Aún está buscando las pruebas. 
No lo parece pero aún llueve. 
Aún no es tiempo de la vendimia. 
No llevará t i l d e si es una c o n j u n c i ó n y e q u i v a l e a también, inclusive, hasta, ni siquiera. 
No lo dijo ni aun preguntándoselo su padre. 
Lo haré con tu ayuda y aun sin ella. 
Dijo mi nombre y aun recordó mi apellido. 
La tilde en las interrogativas y en las exclamativas 
H a y varias palabras que llevan t i l d e c u a n d o tienen s i g n i f i c a d o interrogativo o exclamati­vo. 
Pero no la llevan c u a n d o c a r e c e n de d i c h o s i g n i f i c a d o . Veamos estos casos c o n algu­nos 
ejemplos: 
Q u e Quiero que me contestes. 
Q u é Diga qué prefiere. 
¡Qué hermosa tarde! 
¿Qué buscabas ahí? 
Cual y cuales Vinieron los niños, los cuales estaban cansados. 
Cuál y cuáles No sé cuál es tu trabajo. 
¿Cuál es el siguiente? 
Q u i e n y q u i e n e s Que pase quien quiera que sea. 
Q u i é n y quiénes Ignoro quién habrá venido. 
¡Quién tuviera esa suerte! 
¿Por quiénes podemos preguntar? 
C u a n t o y c u a n t a Cuanta más gente haya, será más difícil. 
C u á n t o y c u á n t a Pregunta cuánto tardará. 
¡Cuánta gente! 
¿Cuántos años tiene ahora?
Cuándo y c ó mo 
D o n d e y adonde 
D ó n d e y a d ó n d^ 
No sé cómo hacerlo. 
¡Cómo se te ocurrió eso! 
¿Sabes c u á n d o volverá? 
Yo iré adonde tú vayas. 
No sé dónde estaré. 
¡Adonde irá ahora! 
¿Dónde se encontraría? 
F u e n t e : Fuentes (1990, pp. 27-28). 
T e x t o 6 . 8 . A d j e t i v o s n u m e r a l e s o r d i n a l e s. 
1° Primero 
2° Segundo 
3° Tercero 
4° Cuarto 
5" Q u i n to 
6° Sexto 
7° Séptimo 
8° O c t a vo 
9° Noveno 
10° D é c i mo 
1 r Undécimo 
12° D u o d é c i mo 
13° D e c i m o t e r c e ro 
N o t a : Todos los adjetivos 
octavo, doceavo, etc. 
15° D e c i m o q u i n to 
14° D e c i m o c u a r to 
16° D e c i m o s e x to 
17° D e c i m o s é p t i mo 
18° D e c i m o c t a vo 
19° D e c i m o n o v e no 
20° V i g é s i mo 
30° Trigésimo 
40° Cuadragésimo 
50° Q u i n c u a g é s i m o 1 
60° Sexagésimo > 
7Q° Septuagésimo 
80° O c t o g é s i mo 
numerales p a r t i t i v o s terminados 
90° Nonagésimo 
100° Centesimo 
200° Ducentésimo 
3 0 0 ° Tricentésimo 
400° Cuadrigentésimo 
500° Q u i n g e n t é s i mo 
600° Sexcentésimo 
700° Septingentésimo 
800° O c t i n g e n t é s i mo 
900° Noningentésimo 
1.000° M i l é s i mo 
1.000.000° M i l l o n é s i mo 
en avo, ava se escriben c o n v; e j . 
Fuente: Parra (1990, p. 39). 
T e x t o 6 . 9 . U s o d e las m a y i j s c u l a s . 
1. La p r i m e r a letra d e la p r i m e r a palabra c o n q u e se e m p i e z a u n e s c r i t o . Ej.: El m u n i c i p io 
de San C a r l o s (Ant.) está s i t u a d o e n u n v a l l e regado p o r numerosos ríos. 
2. Las primeras letras d e los nombres propios; por e j e m p l o , C o n c e p c i ó n , J u l i o , Judit, María, 
Isabel, Margarita, Carlos, Pedro, Julio. 
3. Los v o c a b l o s q u e n o m b r a n a los seres d i v i n o s ; por e j e m p l o . Todopoderoso, Padre, H i j o, 
Espíritu Santo, Ser Supremo, Dios, etc. 
4 . Los t í t u l o s de obras o nombres propios, o dignidades, cargos, jerarquías o Estados; 
por e j e m p l o . M é t o d o C o m p l e t o d e O r t o g r a f í a Castellana, Liceo José M a r í a Córdoba, 
G i m n a s i o Bolívar, Rector, Director, Secretario, Gobernador, Presidente, Arzobispo, 
I n d i a , Texas, etc. 
5. En los t í t u l o s de nobleza y tratamientos, sobre t o d o c u a n d o éstos van e n a b r e v i a t u ­ra, 
sobrenombres; por e j e m p l o , Princesa, A l t e z a , Baronesa, Excmo., l i m o . , G u z m á n el 
Bueno, Ju.ina la Lo( a, et<. 
6. En algunos nombres que representan c o l e c t i v i d a d , y en las palabras que c o m p o n e n el 
nombre de una c o r p o r a c i ó n , establecimiento o i n s t i t u c i ó n ; por e j e m p l o , el Clero, la 
Real A c a d e m i a , Lansa, A v i a n c a , etc. 
7. En todas las palabras que representan el poder p ú b l i c o , d i g n i d a d o cargo importan­te, 
en los escritos o documentos oficiales; por e j e m p l o . Rey, M i n i s t r o , la Corona, la 
República. 
8. En cada verso de una c o m p o s i c i ó n poética; aunque este uso más b i e n es c a p r i c h o s o por 
las licencias literarias. 
9. Después de los dos puntos que se c o l o c a n en las c e r t i f i c a c i o n e s , ordenanzas, acuerdos, 
disposiciones, resoluciones, decretos, etc. 
10. En todas las portadas d e los l i b r o s y en las i n s c r i p c i o n e s d e i m p o r t a n c i a. 
F u e n t e : Parra (1990, p. 202). 
T e x t o 6 . 1 0 . D e q u e í s m o y q u e í s m o. 
El dequeísmo y el queísmo son usos que d i s t o r s i o n a n el régimen verbal, por lo que deben 
evitarse. 
El dequeísmo consiste en el e m p l e o innecesario de la p r e p o s i c i ó n de: 
Pienso de que no dice toda la verdad (correcto: Pienso que...) 
Es probable de que llueva (correcto: Es probable que...) 
Te recuerdo de que tienes qu^ir al dentista (correcto: Te recuerdo que...) 
El queísmo tiene lugar c u a n d o se o m i t e una p r e p o s i c i ó n necesaria: de, en, etcétera. 
Me acuerdo que tenías un hermano pequeño (correcto: Me acuerdo de 
que...) 
Tengo el convencimiento que es inocente (correcto: Tengo el convenci­miento 
de que...) 
Estoy seguro que es culpable (correcto: Estoy seguro de que...) 
Confío que todo esté en orden (correcto: Confío en que todo...) 
El m o d o de poder averiguar si la presencia o ausencia de la p r e p o s i c i ó n es correcta es 
sustituir la estructura oracional i n t r o d u c i d a c o n que por u n p r o n o m b r e y observar si t i e ne o 
no sentido o el m i s m o significado. 
Pienso eso; Es probable eso; Te recuerdo eso; pero n u n c a se d i r í a : Pienso 
de eso; Es probable de eso; Te recuerdo de eso. 
Tengo el convencimiento de eso; Estoy seguro de eso; Confío en eso; p e r o no: Ten­go 
el convencimiento eso; Estoy seguro eso; Confío eso. 
F u e n t e : Sánchez (2007, p. 190).
T e x t o 6 . 1 1 . E x t r a n j e r i s m o s. 
Los extranjerismos no son rechazables en sí mismos, pues todos los idiomas se han cnii 
q u e c i d o a través de su historia c o n palabras tomadas de lenguas diversas. N o obstante, su 
e m p l e o debe responder a necesidades comunicativas y no a modas q u e impongan determi­nados 
grupos sociales. La Real Academia Española (RAE) recomienda seguir los siguiente» 
c r i t e r i o s para el uso de estas voces: 
1. Rechazar los extranjerismos superfluos o innecesarios: back-up, consulting. Éstos de 
ben evitarse c u a n d o en español existe un v o c a b l o del mismo significado c o n plena vi 
t a l i d a d : back-up (copia de seguridad), consulting (consultora o consultoría), alisliai I 
(resumen, extracto), e-mail (correo e l e c t r ó n i c o ) , hacker (pirata i n f o r m á t i c o ) , / e e / ; i l o i l ii 
terreno), share (cuota, a c c i ó n financiera), sex symbol (símbolo sexual), shorts (p.iiil.ilciii 
c o r t o ) , show (espectáculo), showman (animador, presentador), stop (parada, anunt lo), 
staff ( e q u i p o d i r e c t i v o ) , stand (pabellón). 
2. Aceptar los extranjerismos necesarios o muy extendidos: ballet, blues, máster b(n, pA 
del, chucrut, jet-set. Cuando en español no exista un t é r m i n o equivalente o esté muy 
arraigado entre los hablantes, se a p l i c a n dos c r i t e r i o s en el e m p l e o del extranjerismo 
•:• Mantener la grafía y p r o n u n c i a c i ó n originarias: ballet (balet), blues (hlus), t!.ih 
(fias), flashback (flasbac), ¡ogging (yoguing), jazz (yas), hardware (jardunr), so/ / i i . i (c 
(softuar). 
En este caso deben escribirse c o n cursiva o c o n c o m i l l a s para señalar su carái lei i l c vn 
c a b i o ajeno: input o " i n p u t ". 
• Adaptación de la p r o n u n c i a c i ó n o de la grafía originarias: airbag (pronunciado " I M 
bag"), master, que se escribe c o n t i l d e máster, geisha (pronunciado "gueisa"). Están Im 
mas adaptadas no necesitan resaltarse en la escritura ni c o n cursiva ni c o n c o i n i l l . i '. 
<• Mantener la p r o n u n c i a c i ó n , pero adaptando la escritura al sistema del español: piUM 
del inglés paddie, chucrut del francés choucroute. Igualmente: curri (de curry), < illvi 
(de cutter), filin (de feeling), sexi (de sexy), sexapil (sex appeal), eslip (de slip), t'snuh 
(de snob), suflé (de souffie), yacusi (de jacuzzi). 
Estas palabras se escriben sin el realce de la letra cursiva o de las c o m i l l a s . Sin e i i i l i .u 
go, la RAE no considera una i n c o r r e c c i ó n lingüística el e m p l e o de cualquier extr.injerlmiiM 
por los hablantes, siempre y c u a n d o lo resalte t i p o g r á f i c a m e n t e mediante letra ciirsiv.i o 11. 
m i l l a s . 
F u e n t e : Sánchez (2007, pp. 207-208). 
T e x t o 6 . 1 2 . Para d i f e r e n c i a r : p o r q u é , p o r q u e , por q u é y p o r (|uc'. 
Porqué. Se usa c u a n d o va p r e c e d i d o de u n a r t í c u l o o de un d e t e r m i n a t i v o , tiene t i im mu n i 
t a n t i v a . Podría sustituirse por el motivo o por la causa. 
No dio el porqué de su determinación. 
Si ha actuado así, tendrá un porqué. 
Al ser un sustantivo t a m b i é n puede usarse en p l u r a l. 
No dijo los porqués de su ilrlermin.K ion. 
Cono( iviiiti li)s porqués ni '.u I / I M I I I M I ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^^ 
Porque. Es una c o n j u n c i ó n causal y se usa en oraciones que e x p l i c a n la causa de la on 
Clon p r i n c i p a l . Equivale a pues o ya que. 
No voy porque estoy m'^Y cansado. 
Te has callado porque él tenía razón. 
Por qué. Sirve para preguntar y e q u i v a l e a ¿por qué razón? 
¿Por qué no lo llamas? 
Ignoro por qué se ha marchado. 
Por que. Se c o m p o n e de la p r e p o s i c i ó n por y del p r o n o m b r e relativo que. Equivale a el 
cual, la cual, los cuales o las cuales. Hay, pues, una referencia a un antecedente. 
Es la casa por que (por la cual) pasamos. 
Muchos fueron los delitos por que (por los que) le condenaron. 
tiiii.. 
F u e n t e : Fuentes (1987, p. 25). 
R e f e r e n c i a s bibliográficas 
F u e n t e s , ] . ( 1 9 8 7 ) . Ortografía. Reglas y ejercicios. B a r c e l o n a , España: L a r o u s s e. 
V^m, A. {990) Método completo de ortograjía castellana (parala América Latiría). Cartagena, 
C o l o m b i a ( s i n s e l l o e d i t o r i a l ) . 
Sánchez,], ( c o o r d . ) ( 2 0 0 7 ) . Saber escribir. Bogotá, C o l o m b i a : A g u i l a n 
T o r r e s , I . ( 1 9 9 4 ) . El lenguaje oraly escrito en la comunicación. México: L i m u s a .

Ortografía

  • 1.
    APÉNDICE D oc e a p u n t e s s o b r e ortografía a ortografía, c o m o se sabe, se o c u p a d e l u s o c o r r e c t o d e las l e t r a s , d e l o s sig- . _ y n o s y d e las p a l a b r a s e n l a e s c r i t u r a . E n este apéndice, a p a r t i r d e d o c e t e x t os e s c o g i d o s d e d i v e r s o s a u t o r e s , se p r e s e n t a n v a r i a s d e las reglas ortográficas q ue se d e b e n a p l i c a r a l u s a r s i g n o s de puntuación, c o m o : l a c o m a , el p u n t o , e l p u n ­t o y c o m a , l o s d o s p u n t o s , l o s p u n t o s s u s p e n s i v o s , el guión c o r t o , e l guión l a r g o , el paréntesis, las c o m i l l a s , la interrogación, l a admiración, l a diéresis, l a d i a g o n al y e l asterisco. Además, se r e c u e r d a n las n o r m a s d e acentuación, e l u s o d e l o s ad­j e t i v o s n u m e r a l e s o r d i n a l e s y e l u s o de las mayúsculas. P o r último, se h a c e u na b r e v e descripción d e l dequeísmo y d e l queísmo, d e l u s o c o r r e c t o d e a l g u n o s ex­t r a n j e r i s m o s y, finalmente, la distinción e n t r e las e x p r e s i o n e s porqué, p o r q u e , p o r qué y p o r que. T e x t o 6 . 1 . La c o m a . S i t u a c i o n e s del uso d e la c o m a . La coma Los signos de p u n t u a c i ó n sirven al que escribe para separar las ideas entre sí. A l que recibe la c o m u n i c a c i ó n escrita le f a c i l i t a n la c o m p r e n s i ó n del texto. Es muy necesario saber usar estos signos de p u n t u a c i ó n correctamente. La coma {,) sirve, en concreto, para indicar de­talles y pausas menores. Situaciones de uso de la coma •:• En las enumeraciones, c u a n d o los diferentes elementos de igual clase no van unidos por c o n j u n c i o n e s copulativas o disyuntivas. Los montes y los llanos, los vientos, las selvas, los ríos y los mares reciben el aliento... Era tal su alegría que cantaba, reía, saltaba y lloraba al mismo tiempo. <• Los dos ú l t i m o s elementos de una e n u m e r a c i ó n no se separan por comas, sino que se unen por una c o n j u n c i ó n copulativa. Tiempo, viento, mujer y fortuna, prestos se mudan. <- Los vocativos van siempre entre comas. D o c e a p u n t e s s o b r e ortografía • 135
  • 2.
    l i li Milil¡>ilii, I n l l V'.l/iir y (7ll/('^M. I I I . I I M I I I «r l n l i ' i l i i i i i | i i ' r l siMilldo d i ' l,i D M I ton y se ¡nlor( .il,in d,)l()S e x p l i c a t i v o s , t^tlltt H | i i i n i ' i i i'iilM' I 11111.1*1 N o t ' v ( i i i n f n i i ' i i l i ; i i i n e s f c i .ilor, IUHIT C / v/j/'e. /()% lí.in os, (/(/(• / / ( ' ^ M / o / i , c M / ) /os /II.ÍÍ veloces. •> l i i l r c los miembros de i i i i . i (l . i u s u l . i , independientes entre sí, aunque preccd.i iin.i conjunc irtn. ¿•I piiUur.í mv i'iHrctk'no, la música me distrae, la danza me apasiona, y el teatro me enloquece. Pedid, y se os dará; buscad, y hallaréis; llamad, y se os abrirá. •:• En frases c o n j u n t i v a s. En ese recodo fue, realmente, donde chocaron. Con esta chica, enamorada, ya no se puede trabajar. • Cuando se i n v i e r te el o r d e n regular de la o r a c i ó n , o la o r a c i ó n subordinada precede a la p r i n c i p a l . Cuando vimos la aldea, apresuramos el paso. Con esta lluvia, no llegaremos nunca. • Se usa c o m a para separar acotaciones en g e r u n d i o o de p a r t i c i p i o absoluto. Los alumnos, exceptuando los presentes, serán amonestados. El profesor, escuchada la disertación, hizo sus notas. • Cuando hay elipsis del verbo, pues está sobreentendido, se sustituye por una coma. Yo no tengo posibilidades; tú, igual. ¿Podremos? La honra de un amigo es sagrada; la de un desconocido, igual. • En oraciones adverbiales intercaladas. Ahora, como estoy alegre, no pondré examen. Mañana, cuando vengas, terminarás el cuadro. '> Van entre comas, f i n a l m e n t e , las expresiones similares a: por último, finalmente, en efec­to, en fin, sin duda, sin embargo, pues, por consiguiente, etcétera. En este caso, por tanto, no aplicaremos el reglamento. Tengamos en cuenta, ante todo, las posibles consecuencias. F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 61-62). • A l v a r o Andrés H a m b u r g e r Fernández I c x i o h . 2 . I I p u n i d . I I p u n i d d i n . i i i t : i i i v , | M i i i i d ' i i n - . | - - - - i n i i l u - r - ^ El punto ) El p u n t o sirve para terminar una frase c o n sentido i o n i p l c l o. El p u n t o y seguido se usa c u a n d o determinamos un j u i c i o y seguimos r . i / o n . m d o sobria-el mismo tema. El p u n t o aparte indica que ha t e r m i n a d o un párrafo. Puede ser p o r q u e se mu i . i u i i asun^ t o diferente al t r a t a d o en el párrafo anterior; o p o r q u e se va a tratar de o t r o aspecto diversn de la misma cuestión. El p u n t o final se refiere al p u n t o c o l o c a d o al final de un escrito. El punto y coma El p u n t o y c o m a (;) es una pausa i n t e r m e d i a entre la c o m a y el p u n t o y seguido. Lo usamos para separar los miembros de los periodos que constan de varias oraciones que ya van se­paradas por comas o c u a n d o la o r a c i ó n que sigue se refiere a todos los periodos anteriores. En resumidas cuentas, se aconseja el p u n t o y coma: •;• Entre frases c o n cierta r e l a c i ó n. El niño estudia la lección; el padre espera que termine. Éste está terminando: aquél, todavía no. • Para evitar confusiones c o n otras comas de un periodo. Primero, introduzca la moneda; luego, marque el número: y finalmente, espere a que... Los dos puntos Los dos puntos (:) sirven para hacer resaltar lo que les sigue a c o n t i n u a c i ó n . Se usa en los siguientes casos: • En el e n c a b e z a m i e n t o de las cartas. Querido amigo: Muy Sr. mío: Estimado compañero: • En el saludo, al c o m i e n z o de u n discurso. Señoras y señores: Distinguido público: Ciudadanos: • Después de las palabras a saber, por ejemplo, etc. • En los documentos p ú b l i c o s después de expresiones, c o m o : hago saber, declaro, c e r t i f i ­co, ordeno y mando, f a l l o , etc. • Para i n d i c a r una enumeración. Analizamos los puntos: uno, tres y cuatro. Podemos visitar también: Cali, Medellín y Barranquilla. <• Para reproducir palabras textuales propias o ajenas. Ya os dije en otra ocasión: el trabajo es nocivo. Julio César dijo: "Llegué, vi, vencí". D o c e a p u n t e s s o b r e ortografía •
  • 3.
    /V'íd .1/1(1' linh:vlltrn c/ Musco Arqueológico. 1,11 , i s , i ( / ( • / » ' l i m p i a , . i / r c i i / . i , sin humedades, con luminosidad: en de-tlnili, i e n I ofulii iones i/c hdhUahilidad. Los puntos suspensivos I os puntos suspensivos (...) i n d i c a n una suspensión de palabras o ideas. Se e m p l e a n cuan­d o c o n v i e n e al q u e escribe dejar en suspenso el s e n t i d o o cuando, por dudas, temor o res­peto se deja de decir algo que, por otra parte, es p o s i b l e sobreentender. Los casos más fre­cuentes son: • Dejar una frase i n c o m p l e t a. El que a buen árbol se arrima... • Suspender el f i n a l , para sorprender. y en el momento más emocionante... apareció un gato corriendo. •> Para dejar a l g o indeterminado. £/ precio de los alimentos... mejor no comentarlo. • En u n a f o r m a entrecortada d e expresarse. No sabría... posiblemente... si fuera posible... F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 64-65). Texto 6.3. El g u i ó n c o r t o . El g u i ó n l a r g o . El p a r é n t e s i s . Las c o m i l l a s. El guión corto El guión corto (-) se usa para separar y relacionar datos o expresiones. Éstos pueden ser los casos más representativos: • Para relacionar palabras que no son compuestas. Tratamos temas económico-políticos. Será una conferencia norte-sur *> Para relacionar fechas. La Primera Guerra Mundial (1914-1918) Rubén Darío (1867-1916) • Rara cortar palabras al f in de línea o renglón. Sólo p o d r á n d i v i d i r s e por sílabas. C u a n d o la primera o la l i l t i m a sílaba sea una vocal no es c o n v e n i e n t e que vaya sola. Apo-geo en vez de a-poge-o Ate-neo en vez de a-tene-o El guión largo El guión largo se u t i l i z a para intercalar una e x p l i c a c i ó n. 138 • A l v a r o Andrés H a m b u r g e r Fernández /.) /s7,i ílv Pascua -según creo- t>s helllslim. Para los árabes, la mujer -liespui's i l v l i . I / M / A I - I ' S r l .mlni.il /n. l s / i i ' / í i ' i ( n de la creación. Cuando se intercala a l g o d e n t r o de las p.il.ibi.is de un p i ' i s i i n , i | i ' u n i i . i i ii.i i i ' v i i i . i l, "Caminante, no hay camino -decía Machado- sv h.u e < .iniimi .il .tiul.ii" •> Se e m p l e a t a m b i é n en los d i á l o g o s al i n i c i o de la frase, sin cerrarla, y i u . i n d o se i n d i i ,i la persona q u e habla, c e r r a n d o la a c l a r a c i ó n q u e está intercalada. -Pero si yo no poseo nada -dijo el escarabajo del estiércol-. Yo no sé qué podría darte a cambio. El paréntesis Los paréntesis () sirven para encuadrar un dato o p c i o n a l o para citar unas fechas que inte­resan. y pienso que dijo multa paucis (mucho en pocas palabras). Pablo Neruda (1904-1973) obtuvo el Premio Nobel. Las comillas Las comillas {" ") son necesarias para señalar o destacar una expresión. <• En las citas de palabras textuales. Sabes que Luis XIV dijo: ''El Estado soy yo". Ya conoces el dicho: "Ojos que no ven..." • Rara subrayar una palabra o frase. Compramos unos aguacates "palta" que estaban deliciosos. Lo pillamos "in fraganti" cuando me miraba. • Al u t i l i z a r algunos vocablos extranjeros. Fuimos a patinar al " s k a t i n g - r o o m ". El " a l l e g r e t t o " fue lo más brillante. F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 66-67). Texto 6.4. La i n t e r r o g a c i ó n . La a d m i r a c i ó n. La interrogación Los signos de interrogación (¿ ?) i n d i c a n que es interrogativa la o r a c i ó n i n c l u i d a entre ellos No debe o l v i d a r s e q u e los signos de i n t e r r o g a c i ó n son dobles y, por tanto, deben colocarse tanto al f i n a l c o m o al p r i n c i p i o de la o r a c i ó n interrogativa. Así es en castellano, a u n q u e en otras lenguas s ó l o se u t i l i c e el signo al f i n a l. ¿Qué habrá sido ese ruido tan grande} D o c e a p u n t e s s o b r e ortografí.i • 1
  • 4.
    Pero veamos otrassituaciones: •> Mientras que ai comenzar una interrogación se usa siempre mayúscula, c u a n d o hay una serie de interrogativas seguidas, sólo es necesaria la mayúscula en la primera interrogativa. ¿Qué dices?, ¿qué tiaces?, ¿qué piensas?, ¿qué te propones? • Si la interrogativa sólo afecta a una parte del párrafo, sólo esta parte irá c o n signos interrogativos. 5/ esta'5 dispuesto, ¿por qué no lo haces de una vez? •i" Cuando se usan las interrogaciones en la c i ta d e una fecha, se q u i e r e indicar que hay d u ­da en la e x a c t i t u d del dato. No olvidemos, t a m p o c o , que hay una forma interrogativa indirecta que no lleva signos interrogativos. Me pregunto qué habrá sido ese ruido tan grande. La admiración Los signos de admiración (¡ !) enmarcan un c o n t e n i d o que expresa sentimientos vivos. Es­tos signos t a m b i é n son dobles en castellano. Se usan en oraciones exclamativas y c o n i n ­terjecciones. ¡Al ladrón! ¡Auxilio! ¡Viva la Constitución! ¡Ay! Cuando después del signo de a d m i r a c i ó n se p o n e una coma, la p a l a b r a siguiente no tie­ne que comenzar por mayúscula. Lo mismo sucede con la i n t e r r o g a c i ó n. Pero yo, ¿se da cuenta?; no le doy importancia. F u e n t e : Fuentes (1987, pp. 68-69). Texto 6.5. La d i é r e s i s o c r e m a . La d i a g o n a l o b a r r a . El asterisco. La diéresis o crema La diéresis o crema {") se c o l o c a sobre la " u " (ü); sirve para hacer sonar la u que en otros casos es muda, por e j e m p l o : "roguemos y santigüémonos". En poesía, por razones m é t r i ­cas, se puede poner sobre la p r i m e r a vocal de un d i p t o n g o para deshacerlo y formar dos sí­labas; por e j e m p l o : Ten el tesón del clavo enmohecido/ que ya viejo y ruin, (pronuncíese ru-ín) vuelve a ser clavo/ no la cobarde estupidez del pavo/ que amaina su plumaje al pri­mer ruido. La diagonal o barra La diagonal o barra (/) sirve para separar los versos de un poema que se ha t r a n s c r i to a lí­nea seguida, o para separar los significados de una palabra, por e j e m p l o : Hombres necios que acusáis/ a la mujer sin razón/ sin ver que sois la ocasión/ de lo mismo que culpáis. Otro e j e m p l o sería: Derecho: conjunto de leyes y disposiciones que determinan las relaciones so­ciales/ que no está doblado ni encorvado/ facultad de disponer de una cosa/ honorarios/ la­do mejor labrado de iin: El asterisco El asterisco (*), del griego aster-asteros [astro], s i g n i f i ca estrellita; puede ser un signo senci­l l o (*), d o b l e (**) o t r i p le (***) que se usa c o m o llamada de a t e n c i ó n , c o l o c a n d o un primer e l e m e n t o antes d e la p a l a b r a o t e x t o que se pretende aclarar, y el o t r o elemento al p i e de la página donde aparece la a c l a r a c i ó n . En ocasiones, en lugar del asterisco se usan números o letras de menor tamaño que se u b i c a n en la misma forma; son preferibles al asterisco, sobre t o d o c u a n d o las llamadas de a t e n c i ó n son numerosas. F u e n t e : Torres (1994, pp. 233-234). Texto 6.6. El a c e n t o. Acentos En castellano hay tres clases de acentos: prosódico, ortográfico y diacrítico. • Acento p r o s ó d i c o . Es el mayor esfuerzo que se hace al p r o n u n c i a r una sílaba. Toda pala­bra en castellano lleva acento prosódico. • Acento o r t o g r á f i c o . Es la rayita que se marca sobre la vocal en la sílaba d o n d e se ha­ce mayor esfuerzo. Este a c e n t o se marca de acuerdo c o n las reglas establecidas para su uso. • Acento d i a c r í t i c o . Del g r i e g o diakrinos: distinción. Es el m i s m o o r t o g r á f i c o que se marca sobre ciertas palabras que en la escritura puedan presentar ambigüedad. V.gr. se - sé, te - té, tu - tú, el - él, si - sí, aun - aún, que - qué. División de las palabras según su acento Las palabras que l l e v e n el acento en la ú l t i m a sílaba de la derecha se l l a m a n agudas; las (|tic lo llevan en la p e n ú l t i m a , se llaman graves o llanas; las q u e lo llevan en la a n t e p e n ú l t i m a , se l l a m a n esdrújulas y las que lo llevan en la trasantepenúltima sílaba se llaman sobreesdrúju­las; por e j e m p l o , café, mártir, plátano, olvidáronseles, respectivamente. N o t a : Toda e s d r ú j u l a y sobreesdrújula, lleva acento o r t o g r á f i c o . Palabras sobreesdrújulas no hay p r o p i a m e n t e en castellano, éstas se forma de inflexiones verbales y e n c l í t i i os; por e j e m p l o , robáronselos. A todas las palabras agudas terminadas en vocal, nosse les marca t i l d e ; por e j e m p l o: Cajón, Bogotá, Belén, hlonolulú, Cebú, Vivió, Facatativá, Corazón, Azadón, Anís, Solís, Querubín, Benitín, Boyacá, Cabezón, Diapasón, Mompós, Veintidós, Bebió, Lloró... N o t a : Los monosílabos en castellano, c o n e x c e p c i ó n de algunos pocos, no llevan tilde, pero por presentar ambigüedad a algunos de ellos se les pone acento d i a c r í t i c o , c o m o los siguientes: Tú, él, sí, té, dé, aún, sé, etc. A las palabras agudas que t e r m i n a n en consonantes, distintas de n y s, no se les marca la t i l d e. Reloj, pared, fumar, llevar, haber, coger, salir, amar, saber, correr, subir, vh vir, llegar, bailar, llover, cantar, borrar, timidez, actriz, feroz, feraz, monta­ra/, antitud. ,11 i l i i i i l l i ' i 'i
  • 5.
    A las palabrasgraves terminadas en consonante, distintas de n y s, se les marca la t i l d e. Trébol, árbol, mártir, carácter, Víctor, Fernández, fácil, difícil, éter, frá­gil, ónix, cáliz, Cádiz, ultimátum, vademécum, superávit, ángel, cráter, arcángel... | A las palabras graves que t e r m i n e n en vocal o en las consonantes n y s, n o se les mar-1 .1 la t i l d e . I Casa, mesa, vaca, lunes, martes, belleza, tiza, timbre, bola, cosa, corbata, narices, boca, correa, tanque, libro, cuaderno, choza, esperanza, crianza, I luna, globo, cima, sima... I n las palabras graves en las cuales se encuentre en una misma sílaba una vocal d é b i l! K cntuada, con una vocal fuerte no acentuada, se marca la t i l d e a la vocal d é b i l . J María, Elias, subían, llovía, confíes, sonríes, envíe, bohío, acentúa, concep- | fúas, desvío, atavio, puntúes, dúos, púa, pedían, recibías, cantaría, rezaría, | volarías, combatías... ( uando en una misma sílaba se encuentran dos vocales, de las cuales una es fuerte acentuada y la otra es d é b i l acentuada se le marca la t i l d e a la d é b i l acentuada, i n d e p e ^ 'i d i c n t e m e n t e de su t e r m i n a c i ó n. Raíz, maíz, país, Cafarnaúm, oído, caída, Caín, vizcaíno, cocaína, atéis- J mo, creíble, oímos, Sinaí, ataúd, laúd, Raúl, Saúl, sonreír, zaino, atraído, | oísteis, increíble, pedían... j Cuando en una palabra, en una misma sílaba se encuentren dos vocales, de las cuales primera es una vocal fuerte acentuada y la otra, o sea, la segunda, es una d é b i l no a c e n f J ^ ' ( l . i , s e la marca la t i l d e a la vocal fuerte acentuada. ^ Sabéis, robáis, entráis, lleváis, lloráis, bebéis, contáis, jugáis, laváis, abra- -¡ záis, debéis, habéis, sobráis, pintáis, estudiáis, atrevéis, ancláis, insinuáis, | perecéis, despreciáis... ^ Cuando en una palabra se encuentren en una misma sílaba dos vocales de las c u a l e* primera es débil no acentuada, la segunda es f u e r te acentuada, se le marca la t i l d e a la ^°"Í cal fuerte. i Después, Sampués, buscapiés, cambió, llovió, murió, puntuó, acentuó, pi- í (lió, durmió, salió, escribió, existió, continuó, insistió, revistió, entendió, (oncedió, debió, cedió, atrevió... I A tod.i palabra e s d r ú j u l a se le marca t i l d e . j Mártires, vírgenes, árboles, crímenes, robárosles, pidiéronla, lloráronla, tra- | gósela, fíjate, pídalo, llévese, búsquela, cárceles, último, cítara, décimo, ;| bótela, muéstrele, córrala... I I H I . I p.iLihr,) sobreesdrújula lleva t i l d e . j Manialáronselas, robáronselas, lleváronsenos, felicíteseles, escribiéronse- í los, comiéronselos, vendiéronselos, omitiéronseles, concediéronseles... I i i l.is palabras en d o n d e se encuentren en una misma sílaba un t r i p t o n g o , o lo q u e ^'^ mismo Ires vocales, de las cuales dos son débiles y la del m e d i o fuerte, se le marca l a '''"^^ y«t4LÍHsrUi. _ Despreciéis, averiguáis, continuáis, puntuáis. T e x t o 6 . 7 . La t i l d e en p a l a b r a s c o n diversas f u n c i o n e s g r a m a t i c a l e s. La tilde en los determinantes demostrativos Los demostrativos n o se a c e n t ú a n c u a n d o f u n c i o n a n c o m o determinantes: este esta estos estas esto ese esa esos esas eso aquel aquella aquellos aquellas aquello Cuando f u n c i o n a n c o m o p r o n o m b r e s , pueden acentuarse o no, p e r o es o b l i g a t o r i o ha­c e r l o , si se prestan a c o n f u s i ó n. De esos pinceles, éste es mío y aquél es tuyo. Aquéllos que pasaron antes son éstos mismos. Los demostrativos esto, eso y aquello nunca se acentúan. La aplicación de la tilde en la palabra aún La palabra aún lleva a c e n t o si c u m p l e en la o r a c i ó n la f u n c i ó n de a d v e r b i o y, en consecuen­c i a , p u e d e sustituirse p o r la p a l a b r a todavía Aún está buscando las pruebas. No lo parece pero aún llueve. Aún no es tiempo de la vendimia. No llevará t i l d e si es una c o n j u n c i ó n y e q u i v a l e a también, inclusive, hasta, ni siquiera. No lo dijo ni aun preguntándoselo su padre. Lo haré con tu ayuda y aun sin ella. Dijo mi nombre y aun recordó mi apellido. La tilde en las interrogativas y en las exclamativas H a y varias palabras que llevan t i l d e c u a n d o tienen s i g n i f i c a d o interrogativo o exclamati­vo. Pero no la llevan c u a n d o c a r e c e n de d i c h o s i g n i f i c a d o . Veamos estos casos c o n algu­nos ejemplos: Q u e Quiero que me contestes. Q u é Diga qué prefiere. ¡Qué hermosa tarde! ¿Qué buscabas ahí? Cual y cuales Vinieron los niños, los cuales estaban cansados. Cuál y cuáles No sé cuál es tu trabajo. ¿Cuál es el siguiente? Q u i e n y q u i e n e s Que pase quien quiera que sea. Q u i é n y quiénes Ignoro quién habrá venido. ¡Quién tuviera esa suerte! ¿Por quiénes podemos preguntar? C u a n t o y c u a n t a Cuanta más gente haya, será más difícil. C u á n t o y c u á n t a Pregunta cuánto tardará. ¡Cuánta gente! ¿Cuántos años tiene ahora?
  • 6.
    Cuándo y có mo D o n d e y adonde D ó n d e y a d ó n d^ No sé cómo hacerlo. ¡Cómo se te ocurrió eso! ¿Sabes c u á n d o volverá? Yo iré adonde tú vayas. No sé dónde estaré. ¡Adonde irá ahora! ¿Dónde se encontraría? F u e n t e : Fuentes (1990, pp. 27-28). T e x t o 6 . 8 . A d j e t i v o s n u m e r a l e s o r d i n a l e s. 1° Primero 2° Segundo 3° Tercero 4° Cuarto 5" Q u i n to 6° Sexto 7° Séptimo 8° O c t a vo 9° Noveno 10° D é c i mo 1 r Undécimo 12° D u o d é c i mo 13° D e c i m o t e r c e ro N o t a : Todos los adjetivos octavo, doceavo, etc. 15° D e c i m o q u i n to 14° D e c i m o c u a r to 16° D e c i m o s e x to 17° D e c i m o s é p t i mo 18° D e c i m o c t a vo 19° D e c i m o n o v e no 20° V i g é s i mo 30° Trigésimo 40° Cuadragésimo 50° Q u i n c u a g é s i m o 1 60° Sexagésimo > 7Q° Septuagésimo 80° O c t o g é s i mo numerales p a r t i t i v o s terminados 90° Nonagésimo 100° Centesimo 200° Ducentésimo 3 0 0 ° Tricentésimo 400° Cuadrigentésimo 500° Q u i n g e n t é s i mo 600° Sexcentésimo 700° Septingentésimo 800° O c t i n g e n t é s i mo 900° Noningentésimo 1.000° M i l é s i mo 1.000.000° M i l l o n é s i mo en avo, ava se escriben c o n v; e j . Fuente: Parra (1990, p. 39). T e x t o 6 . 9 . U s o d e las m a y i j s c u l a s . 1. La p r i m e r a letra d e la p r i m e r a palabra c o n q u e se e m p i e z a u n e s c r i t o . Ej.: El m u n i c i p io de San C a r l o s (Ant.) está s i t u a d o e n u n v a l l e regado p o r numerosos ríos. 2. Las primeras letras d e los nombres propios; por e j e m p l o , C o n c e p c i ó n , J u l i o , Judit, María, Isabel, Margarita, Carlos, Pedro, Julio. 3. Los v o c a b l o s q u e n o m b r a n a los seres d i v i n o s ; por e j e m p l o . Todopoderoso, Padre, H i j o, Espíritu Santo, Ser Supremo, Dios, etc. 4 . Los t í t u l o s de obras o nombres propios, o dignidades, cargos, jerarquías o Estados; por e j e m p l o . M é t o d o C o m p l e t o d e O r t o g r a f í a Castellana, Liceo José M a r í a Córdoba, G i m n a s i o Bolívar, Rector, Director, Secretario, Gobernador, Presidente, Arzobispo, I n d i a , Texas, etc. 5. En los t í t u l o s de nobleza y tratamientos, sobre t o d o c u a n d o éstos van e n a b r e v i a t u ­ra, sobrenombres; por e j e m p l o , Princesa, A l t e z a , Baronesa, Excmo., l i m o . , G u z m á n el Bueno, Ju.ina la Lo( a, et<. 6. En algunos nombres que representan c o l e c t i v i d a d , y en las palabras que c o m p o n e n el nombre de una c o r p o r a c i ó n , establecimiento o i n s t i t u c i ó n ; por e j e m p l o , el Clero, la Real A c a d e m i a , Lansa, A v i a n c a , etc. 7. En todas las palabras que representan el poder p ú b l i c o , d i g n i d a d o cargo importan­te, en los escritos o documentos oficiales; por e j e m p l o . Rey, M i n i s t r o , la Corona, la República. 8. En cada verso de una c o m p o s i c i ó n poética; aunque este uso más b i e n es c a p r i c h o s o por las licencias literarias. 9. Después de los dos puntos que se c o l o c a n en las c e r t i f i c a c i o n e s , ordenanzas, acuerdos, disposiciones, resoluciones, decretos, etc. 10. En todas las portadas d e los l i b r o s y en las i n s c r i p c i o n e s d e i m p o r t a n c i a. F u e n t e : Parra (1990, p. 202). T e x t o 6 . 1 0 . D e q u e í s m o y q u e í s m o. El dequeísmo y el queísmo son usos que d i s t o r s i o n a n el régimen verbal, por lo que deben evitarse. El dequeísmo consiste en el e m p l e o innecesario de la p r e p o s i c i ó n de: Pienso de que no dice toda la verdad (correcto: Pienso que...) Es probable de que llueva (correcto: Es probable que...) Te recuerdo de que tienes qu^ir al dentista (correcto: Te recuerdo que...) El queísmo tiene lugar c u a n d o se o m i t e una p r e p o s i c i ó n necesaria: de, en, etcétera. Me acuerdo que tenías un hermano pequeño (correcto: Me acuerdo de que...) Tengo el convencimiento que es inocente (correcto: Tengo el convenci­miento de que...) Estoy seguro que es culpable (correcto: Estoy seguro de que...) Confío que todo esté en orden (correcto: Confío en que todo...) El m o d o de poder averiguar si la presencia o ausencia de la p r e p o s i c i ó n es correcta es sustituir la estructura oracional i n t r o d u c i d a c o n que por u n p r o n o m b r e y observar si t i e ne o no sentido o el m i s m o significado. Pienso eso; Es probable eso; Te recuerdo eso; pero n u n c a se d i r í a : Pienso de eso; Es probable de eso; Te recuerdo de eso. Tengo el convencimiento de eso; Estoy seguro de eso; Confío en eso; p e r o no: Ten­go el convencimiento eso; Estoy seguro eso; Confío eso. F u e n t e : Sánchez (2007, p. 190).
  • 7.
    T e xt o 6 . 1 1 . E x t r a n j e r i s m o s. Los extranjerismos no son rechazables en sí mismos, pues todos los idiomas se han cnii q u e c i d o a través de su historia c o n palabras tomadas de lenguas diversas. N o obstante, su e m p l e o debe responder a necesidades comunicativas y no a modas q u e impongan determi­nados grupos sociales. La Real Academia Española (RAE) recomienda seguir los siguiente» c r i t e r i o s para el uso de estas voces: 1. Rechazar los extranjerismos superfluos o innecesarios: back-up, consulting. Éstos de ben evitarse c u a n d o en español existe un v o c a b l o del mismo significado c o n plena vi t a l i d a d : back-up (copia de seguridad), consulting (consultora o consultoría), alisliai I (resumen, extracto), e-mail (correo e l e c t r ó n i c o ) , hacker (pirata i n f o r m á t i c o ) , / e e / ; i l o i l ii terreno), share (cuota, a c c i ó n financiera), sex symbol (símbolo sexual), shorts (p.iiil.ilciii c o r t o ) , show (espectáculo), showman (animador, presentador), stop (parada, anunt lo), staff ( e q u i p o d i r e c t i v o ) , stand (pabellón). 2. Aceptar los extranjerismos necesarios o muy extendidos: ballet, blues, máster b(n, pA del, chucrut, jet-set. Cuando en español no exista un t é r m i n o equivalente o esté muy arraigado entre los hablantes, se a p l i c a n dos c r i t e r i o s en el e m p l e o del extranjerismo •:• Mantener la grafía y p r o n u n c i a c i ó n originarias: ballet (balet), blues (hlus), t!.ih (fias), flashback (flasbac), ¡ogging (yoguing), jazz (yas), hardware (jardunr), so/ / i i . i (c (softuar). En este caso deben escribirse c o n cursiva o c o n c o m i l l a s para señalar su carái lei i l c vn c a b i o ajeno: input o " i n p u t ". • Adaptación de la p r o n u n c i a c i ó n o de la grafía originarias: airbag (pronunciado " I M bag"), master, que se escribe c o n t i l d e máster, geisha (pronunciado "gueisa"). Están Im mas adaptadas no necesitan resaltarse en la escritura ni c o n cursiva ni c o n c o i n i l l . i '. <• Mantener la p r o n u n c i a c i ó n , pero adaptando la escritura al sistema del español: piUM del inglés paddie, chucrut del francés choucroute. Igualmente: curri (de curry), < illvi (de cutter), filin (de feeling), sexi (de sexy), sexapil (sex appeal), eslip (de slip), t'snuh (de snob), suflé (de souffie), yacusi (de jacuzzi). Estas palabras se escriben sin el realce de la letra cursiva o de las c o m i l l a s . Sin e i i i l i .u go, la RAE no considera una i n c o r r e c c i ó n lingüística el e m p l e o de cualquier extr.injerlmiiM por los hablantes, siempre y c u a n d o lo resalte t i p o g r á f i c a m e n t e mediante letra ciirsiv.i o 11. m i l l a s . F u e n t e : Sánchez (2007, pp. 207-208). T e x t o 6 . 1 2 . Para d i f e r e n c i a r : p o r q u é , p o r q u e , por q u é y p o r (|uc'. Porqué. Se usa c u a n d o va p r e c e d i d o de u n a r t í c u l o o de un d e t e r m i n a t i v o , tiene t i im mu n i t a n t i v a . Podría sustituirse por el motivo o por la causa. No dio el porqué de su determinación. Si ha actuado así, tendrá un porqué. Al ser un sustantivo t a m b i é n puede usarse en p l u r a l. No dijo los porqués de su ilrlermin.K ion. Cono( iviiiti li)s porqués ni '.u I / I M I I I M I ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^^ Porque. Es una c o n j u n c i ó n causal y se usa en oraciones que e x p l i c a n la causa de la on Clon p r i n c i p a l . Equivale a pues o ya que. No voy porque estoy m'^Y cansado. Te has callado porque él tenía razón. Por qué. Sirve para preguntar y e q u i v a l e a ¿por qué razón? ¿Por qué no lo llamas? Ignoro por qué se ha marchado. Por que. Se c o m p o n e de la p r e p o s i c i ó n por y del p r o n o m b r e relativo que. Equivale a el cual, la cual, los cuales o las cuales. Hay, pues, una referencia a un antecedente. Es la casa por que (por la cual) pasamos. Muchos fueron los delitos por que (por los que) le condenaron. tiiii.. F u e n t e : Fuentes (1987, p. 25). R e f e r e n c i a s bibliográficas F u e n t e s , ] . ( 1 9 8 7 ) . Ortografía. Reglas y ejercicios. B a r c e l o n a , España: L a r o u s s e. V^m, A. {990) Método completo de ortograjía castellana (parala América Latiría). Cartagena, C o l o m b i a ( s i n s e l l o e d i t o r i a l ) . Sánchez,], ( c o o r d . ) ( 2 0 0 7 ) . Saber escribir. Bogotá, C o l o m b i a : A g u i l a n T o r r e s , I . ( 1 9 9 4 ) . El lenguaje oraly escrito en la comunicación. México: L i m u s a .